ROMA Revoltas Sociais Beatriz Pathury Iago Immediato Paulline Röedel Ricardo Soares Turma 1001 História Profa. Roberta
 
O Que Era Roma Roma foi fundada na península Itálica durante o século VIII a.C. Durante os seus doze séculos de existência, a civilização romana transitou da monarquia para uma república oligárquica até se tornar num vasto império que dominou a Europa Central e ao redor de todo o Mar Mediterrâneo através da conquista e assimilação cultural. Roma contribuiu muito para o desenvolvimento no mundo ocidental de várias áreas de estudo, como o direito, teoria militar, arte, literatura,arquitetura, lingüística, e a sua história persiste como uma grande influência mundial, mesmo nos dias de hoje.
 
As Camadas Sociais Que Compunham A Antiga Roma Patrícios : eram grandes proprietários de terras, rebanhos e escravos. Desfrutavam de direitos políticos e podiam desempenhar altas funções públicas no exército, na religião, na justiça ou na administração. Eram os cidadãos romanos.  Clientes : eram homens livres que se associavam aos patrícios, prestando-lhes diversos serviços pessoais em troca de auxílio econômico e proteção social. Constituíam ponto de apoio da denominação política e militar dos patrícios.  Plebeus : eram homens e mulheres livres que se dedicavam ao comércio, ao artesanato e aos trabalhos agrícolas. Não possuíam qualquer tipo de direito ou participação política.  Escravos : Representavam uma propriedade, e, assim, o senhor tinha o direito de castigá-los, de vendê-los ou de alugar seus serviços.Muitos escravos também eram eventualmente libertados.
O Sistema de Governo: República Durante o período republicano, Roma transformou-se de simples cidade-estado em um grande império, voltando-se inicialmente para a conquista da Península Itálica e mais tarde para todo o mundo da orla do Mar Mediterrâneo. Como a expansão romana provocou profundas transformações na vida econômica, social e política de Roma. Com as expansões vieram os conflitos, entre eles: as Guerras Púnicas contra Cartago, cidade-estado fenícia localizada no Norte da África, que por volta do século III a.C. dominava o comércio do Mediterrâneo. Os ricos comerciantes cartagineses possuíam diversas colônias na Sicília, Sardenha, Córsega, Peninsula Ibérica e em toda costa setentrional da África.Os conflitos entre Roma e Cartago iniciaram-se a partir da expansão romana pelo sul da Península Itálica, conflito este em que Roma saiu vitoriosa. Principais Governantes: Júlio César, Marco Antonio, Otavio e Lépido.
Júlio César Marco Antonio  Otávio  Lépido
Causas Para As Revoltas Plebéias Ao longo da  história romana a classe plebéia sofreu uma forte marginalização das instituições e no interior da cultura romana. Por não estarem economicamente atrelados às grandes propriedades de terra, os plebeus dedicavam-se ao comércio, o artesanato e ao trabalho livre.  Com o estabelecimento da República, os plebeus ainda eram uma classe desprovida de direitos políticos. Os primeiros órgãos governamentais só contavam com os membros da aristocracia romana. No entanto, a expansão das atividades econômicas em Roma, fez com que parte da classe plebéia enriquecesse com o comércio. Ao mesmo tempo, muitos plebeus não suportavam as punições e as exigências de um sistema governamental onde não possuíam nenhum tipo de representatividade. Antes dessa revolta, os Plebeus eram chamados para irem para as guerras, deixando de produzir e deixando para trás sua família. Quando voltavam, não recebiam nada e tinham perdido tudo pois não produziam para sustentar sua família. Tinham que pedir dinheiro emprestado e nunca conseguiam pagar suas dívidas, tornando-se escravo por dívida daquele que emprestou o dinheiro.  
 
Início Das Revoltas A partir do século V a.C., uma série de revoltas plebéias se instalaram na cidade de Roma. Plebeus das mais variadas condições econômicas exigiram a reforma das instituições políticas romanas. Compondo uma população bastante numerosa, os plebeus representavam uma grande ameaça aos interesses dos patrícios. Ao longo de três séculos, um conjunto de cinco principais revoltas plebéias conseguiu reorganizar o cenário político romano.  A primeira dessas revoltas, acontecida em 494 a.C., foi dada em um contexto no qual os plebeus aproveitaram de uma ameaça de invasão estrangeira à cidade de Roma. Esvaziando as tropas militares da cidade, os plebeus se refugiaram no Monte Sagrado exigindo a criação de um cargo político exclusivamente controlado por plebeus. Em resposta, o Senado Romano constituiu a magistratura dos Tribunos da Plebe, que poderiam vetar qualquer lei que ferisse o interesse dos plebeus.
Tribuno Da Plebe O  tribuno  (em latim  tribunus ) era o magistrado que atuava junto ao Senado em defesa dos direitos e interesses da plebe. Os tribunos (a princípio dois; mais tarde passaram a quatro, cinco e dez em 471 a.C.) eram os representantes da plebe, extremamente poderosos, eleitos pelos Conselhos da Plebe Diante dessas assembléias populares, apresentavam proposições de caráter político, administrativo e militar. Com os tribunos, os plebeus ficavam garantidos contra a arbitrariedade dos magistrados patrícios, pois os tribunos - cuja inviolabilidade pessoal lhes era conferida por lei sagrada - detinham o poder de vetar, exceto durante guerras, ordens ou decisões dos magistrados patrícios (como o cônsul e os senadores), além de poderem interferir nas eleições, convocações dos Comícios e outros atos de interesse público; podiam impedi-los, por exemplo. Só contra o ditador não podiam exercer o poder de veto. Esse veto, entretanto, podia ser neutralizado pela ação de outro tribuno mais dócil ao patriciado.
 
Conquistas Apesar dessa primeira conquista, a tradição oral nas leis romanas, controladas pelos patrícios, prejudicavam enormemente os plebeus. Fazendo pressão contra os patrícios, os plebeus conseguiram a formulação de uma lei escrita dentro de Roma. Essas leis, criadas em 450 a.C., ficaram conhecidas como as Leis das Doze Tábuas. Cinco anos depois, outra revolta exigiu a permissão do casamento entre plebeus e patrícios. Através da Lei da Canuléia, que liberou os casamentos, os plebeus puderam ascender socialmente e ampliar sua participação política.  Por volta de 367 a.C., uma nova lei foi estabelecida mediante revoltas plebéias. A extensão das grandes propriedades patrícias gerava uma desleal concorrência com os plebeus que eram pequenos proprietários de terra. Não resistindo à concorrência econômica dos patrícios, muitos plebeus endividavam-se e eram transformados em escravos. Nesse contexto, a Lei Licínia Sextia promoveu o fim da escravidão por dívida e ainda garantiu a participação dos plebeus nas demais magistraturas e cargos públicos romanos.
Em cerca de 450 a.C., depois de uma revolta plebéia, uma comissão de dez membros (decênviros) publicou pela primeira vez um código de leis válido para todos. Em 445 a.C., com a Lei de Canuleio, foi autorizada a união matrimonial entre patrícios e plebeus. Mas no ano seguinte, com o fim de impedir que os plebeus conseguissem o direito de se tornar cônsules, essa magistratura foi abolida pelos patrícios. O consulado, entretanto, foi restabelecido em 366 a.C., e o acesso a ele foi permitido aos plebeus pelas Leis de Licínio e Sextio, ambos tribunos da plebe. Foram ainda criadas duas novas magistraturas (funções políticas) – a dos pretores e a dos censores –, reservadas com exclusividade aos patrícios e às quais foi transferida parte dos poderes do antigo consulado. Os plebeus, contudo, continuaram sua luta, exigindo acesso a todas as magistraturas, o que lhes foi concedido em 300 a.C. Por fim, em 286 a.C., através da Lei Hortênsia, os plebiscitos tornaram-se leis válidas também para os patrícios. A partir de então passou a ocorrer o comício das tribos ou assembléia tribal, com a participação de patrícios e plebeus. Em 326 a.C., outra medida importante abolira a escravidão por dívidas que pesava sobre os plebeus empobrecidos.  
 
Conclusão Das Revoltas Na última grande revolta plebéia de 287 a.C., os plebeus garantiram a validade jurídica das leis formuladas pelos Tribunos da Plebe, de forma que tivessem validade para toda extensão dos domínios romanos. Essa revolta encerrou um processo de reformulação política de longa duração. Apesar de equilibrar politicamente os grupos sociais romanos, a distinção cultural entre um patrício e um plebeu não se transformou radicalmente.  Com as revoltas plebéias, foram obtidos os seguintes direitos:Tributos da Plebe, Assembléia da Plebe, Lei das Doze Tabuas, Lei Canuléia, Lei Licinia Sextia e ascensão nas magistraturas. Deixaram de ser escravos por dívidas e recebiam terras conquistadas por Roma.
Declínio de Roma Nos anos 200 a.C., os ataques das tribos bárbaras da Germânia começaram a ameaçar o Império Romano. Com a dificuldade que existia para um Imperador defender e governar a vasta extensão do seu império, em 285, Diocleciano, decidiu dividi-lo em dois. Assim, Diocleciano, governou a parte oriental, com a capital em Nicomedia, na Ásia Menor e o General Maximiliano, governou a parte ocidental como Imperador, a partir de Milão.  Em 324, Constantino, reunifica o Império, mas em 364 é de novo dividido. De 364 a 395 foi mais uma vez unificado por Teodósio I, e depois dividido pela última vez.  A parte ocidental, teve sempre na sua dirigência uma sucessão de Imperadores fracos, estando o primeiro, Honório, sob a influência de um General vândalo, Estilicão.  Sob a ameaça de contínuos ataques dos Visigodos e outros Bárbaros, os Romanos, começaram a abandonar as zonas fronteiriças do Império pela Britânia, que evacuaram em 407. Três anos decorridos, os Visigodos, sob o comando de Alarico, saquearam Roma.  Em 451, os Romanos recuperaram o controlo e expulsaram Atila e os Hunos na Batalha de Châlons-sur-Maine, mas em 455 uma onda Vândala, saqueou Roma, e a partir daí, foram cada vez mais os Bárbaros que se instalaram em Itália. O último Imperador Ocidental foi Rómulo Augusto, deposto em 476.
 

R O M A

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    ROMA Revoltas SociaisBeatriz Pathury Iago Immediato Paulline Röedel Ricardo Soares Turma 1001 História Profa. Roberta
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    O Que EraRoma Roma foi fundada na península Itálica durante o século VIII a.C. Durante os seus doze séculos de existência, a civilização romana transitou da monarquia para uma república oligárquica até se tornar num vasto império que dominou a Europa Central e ao redor de todo o Mar Mediterrâneo através da conquista e assimilação cultural. Roma contribuiu muito para o desenvolvimento no mundo ocidental de várias áreas de estudo, como o direito, teoria militar, arte, literatura,arquitetura, lingüística, e a sua história persiste como uma grande influência mundial, mesmo nos dias de hoje.
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    As Camadas SociaisQue Compunham A Antiga Roma Patrícios : eram grandes proprietários de terras, rebanhos e escravos. Desfrutavam de direitos políticos e podiam desempenhar altas funções públicas no exército, na religião, na justiça ou na administração. Eram os cidadãos romanos. Clientes : eram homens livres que se associavam aos patrícios, prestando-lhes diversos serviços pessoais em troca de auxílio econômico e proteção social. Constituíam ponto de apoio da denominação política e militar dos patrícios. Plebeus : eram homens e mulheres livres que se dedicavam ao comércio, ao artesanato e aos trabalhos agrícolas. Não possuíam qualquer tipo de direito ou participação política. Escravos : Representavam uma propriedade, e, assim, o senhor tinha o direito de castigá-los, de vendê-los ou de alugar seus serviços.Muitos escravos também eram eventualmente libertados.
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    O Sistema deGoverno: República Durante o período republicano, Roma transformou-se de simples cidade-estado em um grande império, voltando-se inicialmente para a conquista da Península Itálica e mais tarde para todo o mundo da orla do Mar Mediterrâneo. Como a expansão romana provocou profundas transformações na vida econômica, social e política de Roma. Com as expansões vieram os conflitos, entre eles: as Guerras Púnicas contra Cartago, cidade-estado fenícia localizada no Norte da África, que por volta do século III a.C. dominava o comércio do Mediterrâneo. Os ricos comerciantes cartagineses possuíam diversas colônias na Sicília, Sardenha, Córsega, Peninsula Ibérica e em toda costa setentrional da África.Os conflitos entre Roma e Cartago iniciaram-se a partir da expansão romana pelo sul da Península Itálica, conflito este em que Roma saiu vitoriosa. Principais Governantes: Júlio César, Marco Antonio, Otavio e Lépido.
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    Júlio César MarcoAntonio Otávio Lépido
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    Causas Para AsRevoltas Plebéias Ao longo da história romana a classe plebéia sofreu uma forte marginalização das instituições e no interior da cultura romana. Por não estarem economicamente atrelados às grandes propriedades de terra, os plebeus dedicavam-se ao comércio, o artesanato e ao trabalho livre. Com o estabelecimento da República, os plebeus ainda eram uma classe desprovida de direitos políticos. Os primeiros órgãos governamentais só contavam com os membros da aristocracia romana. No entanto, a expansão das atividades econômicas em Roma, fez com que parte da classe plebéia enriquecesse com o comércio. Ao mesmo tempo, muitos plebeus não suportavam as punições e as exigências de um sistema governamental onde não possuíam nenhum tipo de representatividade. Antes dessa revolta, os Plebeus eram chamados para irem para as guerras, deixando de produzir e deixando para trás sua família. Quando voltavam, não recebiam nada e tinham perdido tudo pois não produziam para sustentar sua família. Tinham que pedir dinheiro emprestado e nunca conseguiam pagar suas dívidas, tornando-se escravo por dívida daquele que emprestou o dinheiro.  
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    Início Das RevoltasA partir do século V a.C., uma série de revoltas plebéias se instalaram na cidade de Roma. Plebeus das mais variadas condições econômicas exigiram a reforma das instituições políticas romanas. Compondo uma população bastante numerosa, os plebeus representavam uma grande ameaça aos interesses dos patrícios. Ao longo de três séculos, um conjunto de cinco principais revoltas plebéias conseguiu reorganizar o cenário político romano. A primeira dessas revoltas, acontecida em 494 a.C., foi dada em um contexto no qual os plebeus aproveitaram de uma ameaça de invasão estrangeira à cidade de Roma. Esvaziando as tropas militares da cidade, os plebeus se refugiaram no Monte Sagrado exigindo a criação de um cargo político exclusivamente controlado por plebeus. Em resposta, o Senado Romano constituiu a magistratura dos Tribunos da Plebe, que poderiam vetar qualquer lei que ferisse o interesse dos plebeus.
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    Tribuno Da PlebeO tribuno (em latim tribunus ) era o magistrado que atuava junto ao Senado em defesa dos direitos e interesses da plebe. Os tribunos (a princípio dois; mais tarde passaram a quatro, cinco e dez em 471 a.C.) eram os representantes da plebe, extremamente poderosos, eleitos pelos Conselhos da Plebe Diante dessas assembléias populares, apresentavam proposições de caráter político, administrativo e militar. Com os tribunos, os plebeus ficavam garantidos contra a arbitrariedade dos magistrados patrícios, pois os tribunos - cuja inviolabilidade pessoal lhes era conferida por lei sagrada - detinham o poder de vetar, exceto durante guerras, ordens ou decisões dos magistrados patrícios (como o cônsul e os senadores), além de poderem interferir nas eleições, convocações dos Comícios e outros atos de interesse público; podiam impedi-los, por exemplo. Só contra o ditador não podiam exercer o poder de veto. Esse veto, entretanto, podia ser neutralizado pela ação de outro tribuno mais dócil ao patriciado.
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    Conquistas Apesar dessaprimeira conquista, a tradição oral nas leis romanas, controladas pelos patrícios, prejudicavam enormemente os plebeus. Fazendo pressão contra os patrícios, os plebeus conseguiram a formulação de uma lei escrita dentro de Roma. Essas leis, criadas em 450 a.C., ficaram conhecidas como as Leis das Doze Tábuas. Cinco anos depois, outra revolta exigiu a permissão do casamento entre plebeus e patrícios. Através da Lei da Canuléia, que liberou os casamentos, os plebeus puderam ascender socialmente e ampliar sua participação política. Por volta de 367 a.C., uma nova lei foi estabelecida mediante revoltas plebéias. A extensão das grandes propriedades patrícias gerava uma desleal concorrência com os plebeus que eram pequenos proprietários de terra. Não resistindo à concorrência econômica dos patrícios, muitos plebeus endividavam-se e eram transformados em escravos. Nesse contexto, a Lei Licínia Sextia promoveu o fim da escravidão por dívida e ainda garantiu a participação dos plebeus nas demais magistraturas e cargos públicos romanos.
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    Em cerca de450 a.C., depois de uma revolta plebéia, uma comissão de dez membros (decênviros) publicou pela primeira vez um código de leis válido para todos. Em 445 a.C., com a Lei de Canuleio, foi autorizada a união matrimonial entre patrícios e plebeus. Mas no ano seguinte, com o fim de impedir que os plebeus conseguissem o direito de se tornar cônsules, essa magistratura foi abolida pelos patrícios. O consulado, entretanto, foi restabelecido em 366 a.C., e o acesso a ele foi permitido aos plebeus pelas Leis de Licínio e Sextio, ambos tribunos da plebe. Foram ainda criadas duas novas magistraturas (funções políticas) – a dos pretores e a dos censores –, reservadas com exclusividade aos patrícios e às quais foi transferida parte dos poderes do antigo consulado. Os plebeus, contudo, continuaram sua luta, exigindo acesso a todas as magistraturas, o que lhes foi concedido em 300 a.C. Por fim, em 286 a.C., através da Lei Hortênsia, os plebiscitos tornaram-se leis válidas também para os patrícios. A partir de então passou a ocorrer o comício das tribos ou assembléia tribal, com a participação de patrícios e plebeus. Em 326 a.C., outra medida importante abolira a escravidão por dívidas que pesava sobre os plebeus empobrecidos.  
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    Conclusão Das RevoltasNa última grande revolta plebéia de 287 a.C., os plebeus garantiram a validade jurídica das leis formuladas pelos Tribunos da Plebe, de forma que tivessem validade para toda extensão dos domínios romanos. Essa revolta encerrou um processo de reformulação política de longa duração. Apesar de equilibrar politicamente os grupos sociais romanos, a distinção cultural entre um patrício e um plebeu não se transformou radicalmente. Com as revoltas plebéias, foram obtidos os seguintes direitos:Tributos da Plebe, Assembléia da Plebe, Lei das Doze Tabuas, Lei Canuléia, Lei Licinia Sextia e ascensão nas magistraturas. Deixaram de ser escravos por dívidas e recebiam terras conquistadas por Roma.
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    Declínio de RomaNos anos 200 a.C., os ataques das tribos bárbaras da Germânia começaram a ameaçar o Império Romano. Com a dificuldade que existia para um Imperador defender e governar a vasta extensão do seu império, em 285, Diocleciano, decidiu dividi-lo em dois. Assim, Diocleciano, governou a parte oriental, com a capital em Nicomedia, na Ásia Menor e o General Maximiliano, governou a parte ocidental como Imperador, a partir de Milão. Em 324, Constantino, reunifica o Império, mas em 364 é de novo dividido. De 364 a 395 foi mais uma vez unificado por Teodósio I, e depois dividido pela última vez. A parte ocidental, teve sempre na sua dirigência uma sucessão de Imperadores fracos, estando o primeiro, Honório, sob a influência de um General vândalo, Estilicão. Sob a ameaça de contínuos ataques dos Visigodos e outros Bárbaros, os Romanos, começaram a abandonar as zonas fronteiriças do Império pela Britânia, que evacuaram em 407. Três anos decorridos, os Visigodos, sob o comando de Alarico, saquearam Roma. Em 451, os Romanos recuperaram o controlo e expulsaram Atila e os Hunos na Batalha de Châlons-sur-Maine, mas em 455 uma onda Vândala, saqueou Roma, e a partir daí, foram cada vez mais os Bárbaros que se instalaram em Itália. O último Imperador Ocidental foi Rómulo Augusto, deposto em 476.
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