– Produção de Codornas –
Matheus Ramalho de Lima
mrlmatheus@ufersa.edu.br
Resumo
• Introdução
• Objetivo
• Formação dos ovos
• Avaliação da qualidade dos ovos
• Exigências nutricionais
• Influência da nutrição
• Considerações Finais
Introdução
• Crescimento da coturnicultura
– Aumento de 20% da produção de ovos destinado
ao consumo humano (IBGE, 2009)
– Crescimento devido
• Novas tecnologias
– Genética, nutrição, manejo, sanidade
• Infra-estrutura
– Instalações, Ambiência, Profissionais...
• Estabelecimentos comerciais
– Fasf Food, Self Service...
Introdução
2000 2004 2005 2006 2007 2008 2009
5.78
6.24
6.84 7.13
7.59
7.98 8.19
Cabeças de Codornas, em milhões
Fonte: Avicultura Industrial, 2010
Introdução
• Criação atrativa
– Rápido crescimento
– Elevada prolificidade
– Pequeno consumo de ração
– Baixo investimento inicial e retorno rápido
– Mas há um detalhe primordial...
• As formulações utilizam recomendações equivocadas
– NRC, 1994
– Silva & Costa, 2009
Introdução
• Dietas equivocadas promovem
– Desvios metabólicos de nutrientes
– Redução de desempenho
– Alteração da qualidade dos produtos
– Prejuízos econômicos e ambientais
– Torna a produção inviável!
• Estudar mais e usar nossas recomendações
Objetivo
Relatar as influências da
nutrição sobre a qualidade dos
ovos de codornas japonesas
Formação e Composição dos Ovos
• Inicialmente há uma enorme diferença
– Galinhas vs Codornas
Peso do ovo: 63g
3% em relação ao PV
Pico de postura entre 7-10h
Peso do ovo: 10g
8% em relação ao PV
Pico de postura entre 16-20h
Formação e Composição dos Ovos
0
10
20
30
Galinhas Codornas
27
23
15 14
Gema
Gordura Proteína
Formação e Composição dos Ovos
• Diferenças entre as espécies
– Anatomia semelhante, mas fisiologia não
– Função semelhante, mas exigência não
– O que nós podemos fazer?
• Separar as espécies
• Avaliar necessidades nutricionais
• Formular rações específicas às codornas
• Melhorar a qualidade das instalações de criação
• Utilizar recomendações que representem nosso
ambiente
Avaliação da Qualidade do Ovo
Partes de um ovo de galinha
Avaliação da Qualidade do Ovo
• Quando pensamos em qualidade...?
– O que é qualidade?
– O que é um ovo com qualidade?
• Qualidade de um ovo
– Externa
• Peso e massa dos ovos
• Densidade da casca
• Espessura da casca
• Resistência à quebra, etc
– Interna
• Unidades Haugh
• Sólidos totais da gema e albúmen
• Composição química
• Percentual das partes dos ovos, etc
Precisamos entender quais os melhores índices
que um ovo de codorna pode atingir para obter a
máxima qualidade
Quem determina a “QUALIDADE” é o
mercado consumidor...
Avaliação da Qualidade do Ovo
CORRELAÇÕES FENOTÍPICAS ENTRE AS CARACTERISTICAS
QUALITATIVAS EXTERNAS DE OVOS DE CODORNAS JAPONESAS
Correlação positiva
entre peso da casca e
espessura média da
casca dos ovos
Os autores sugerem que a qualidade da casca dos
ovos pode ser estimada usando-se apenas a avaliação
do peso da casca, não sendo necessária a espessura
da casca dos ovos
Exigências Nutricionais
• Estimadas através de funções básicas da ave
– Funções produtivas
• Avaliações mais eficientes
– Equações matemáticas
– Ponto de máximo ou de mínimo para cada variável
• Variam com a idade, sexo, ambiente, energia e
aminoácidos...
– Avaliação intermitente das necessidades
nutricionais
Exigências Nutricionais
Tabelas de Recomendações
• NRC, 1994
– Dados antigos
– Dados obtidos com aves de genética
ultrapassada
– Condições ambientais diferentes da
nossa
• Silva & Costa, 2009
– Dados recentes
– Dados obtidos com aves de genética
atual
– Experimentos realizados no Brasil
Exigências Nutricionais
Comparações entre Recomendações de Codornas em Postura
Lit. Nacional e Internacional
• Proteína Bruta
– 18 a 23%
• Energia Metabolizável
– 2700 a 3150kcal/kg
• Cálcio
– 2,5%
• Fósforo Disponível
– 0,35%
Silva & Costa
• Proteína Bruta
– 20%
• Energia Metabolizável
– 2800 a 2900kcal/kg
• Cálcio
– 3,05%
• Fósforo Disponível
– 0,28%
Dados diferentes para codornas em postura:
Variação genética, climática e até mesmo, condições
experimentais
Esses fatos promovem ainda mais a importância da utilização das
recomendações feitas por Silva & Costa, 2009
Influência da Nutrição
Qualidade dos Ovos
• Energia
– Produto da oxidação dos nutrientes durante o
metabolismo
– Três destinos:
• Gasto com atividade normal
• Gasto com a manutenção da homeotermia
• Gasto com a deposição ou perda de nutrientes
Influência da Nutrição
Energia Metabolizável
ENERGIA METABOLIZÁVEL
Influência da Nutrição
Energia Metabolizável vs Desempenho
Tabela - Valores médios de consumo de ração (CR) e de energia metabolizável (CEM), produção total de ovos
(PRO) e de ovos comercializáveis (PROC), peso (PO) e massa de ovo (MO) e conversão alimentar por massa de
ovo (CAMO) e por dúzia de ovos (CADZ) de codornas européias alimentadas com rações com diferentes níveis
de EM
Barreto et al., 2007
PB = 20%; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35%
3 Efeito Linear
4 Efeito Linear
5 Efeito Linear
Influência da Nutrição
Energia Metabolizável vs Qualidade
Segundo os autores:
Para um melhor peso dos ovos e da casca, as
codornas japonesas em postura necessitam de uma
dieta com 2905 kcal/kg de EM
Reis et al., 2007
Influência da Nutrição
Proteína e Aminoácidos
• Proteína e Aminoácidos
– Proteína bruta – avaliação ultrapassada
– Proteína Ideal
• Lisina – Aminoácido PADRÃO
– Aminoácidos essenciais
• Relação Aminoácidos:Lisina
– Pesquisas mostram que a relação entre os aminoácidos é mais
importante que o aminoácido avaliado individualmente
Influência da Nutrição
Lisina vs Produção de Ovos
• Lisina para codornas em postura
PINTO et al., 2003
PB = 19,556%
EM = 2900 kcal/kg
Cálcio = 2,5%
P disp. = 0,35%
Influência da Nutrição
Lisina vs Massa de Ovos
• Lisina para codornas em postura
PINTO et al., 2003
PB = 19,556%
EM = 2900 kcal/kg
Cálcio = 2,5%
P disp. = 0,35%
Influência da Nutrição
Lisina vs Percentagem de Casca
• Lisina para codornas em postura
PINTO et al., 2003
PB = 19,556%
EM = 2900 kcal/kg
Cálcio = 2,5%
P disp. = 0,35%
Influência da Nutrição
Lisina vs Desempenho e Qualidade Ovos
• Lisina em função da PB para codornas em
postura
RIBEIRO et al., 2003
EM = 3000 kcal/kg
Cálcio = 2,55%
P disp. = 0,35%
Lisina = 0,80%
PRODUÇÃO de OVOS
foi afetada pela PB e
LISINA
A LISINA não afetou o
peso, massa, conversão
em massa e em dúzia
de ovos, apenas a
PROTEÍNA BRUTA
Influência da Nutrição
Lisina vs Produção de Ovos
• Lisina em função da PB para codornas em
postura
EM = 3000 kcal/kg
Cálcio = 2,55%
P disp. = 0,35%
Lisina = 0,80%
20% PB
23% PB
RIBEIRO et al., 2003
Influência da Nutrição
Lisina vs Desempenho/Qualidade
Ramalho Lima et al., 2008
Os níveis de LISINA
afetaram o consumo
de ração e a produção
de ovos
Os níveis de LISINA não
afetaram as variáveis
de qualidade dos ovos
PB= 19,9%; EM = 2830 kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35%
Influência da Nutrição
Lisina vs Desempenho/Qualidade
PB= 19,9%; EM = 2830 kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35%
A exigência nutricional de LISINA
para codornas japonesas em
postura é de 1,03% na ração, o
que corresponde a um consumo
de 292 mg/ave/dia
Ramalho Lima et al., 2008
Influência da Nutrição
Metionina + Cistina vs Produção de Ovos
• Met + Cistina para codornas em postura
PB = 19,29%
EM = 2900 kcal/kg
Cálcio = 2,55%
P disp. = 0,35%
Lisina = 0,910% PINTO et al., 2003
Influência da Nutrição
Metionina + Cistina vs Peso dos Ovos
• Met + Cistina para codornas em postura
PB = 19,29%
EM = 2900 kcal/kg
Cálcio = 2,55%
P disp. = 0,35%
Lisina = 0,910% PINTO et al., 2003
Influência da Nutrição
Metionina + Cistina vs Desempenho
Os níveis avaliados
influenciaram o
desempenho das
codornas em postura
As estimativas
demonstram uma
maior exigência em
relação ao NRC(1994)
PB= 20%; EM = 2850 kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35% Ramalho Lima et al., 2009
Influência da Nutrição
Metionina + Cistina vs Qualidade dos Ovos
O peso absoluto do
albúmen e o peso
relativo da casca foram
influenciados
linearmente pelos
níveis avaliados
A exigência de Met+Cist digestível é 0,696%
para codornas japonesa em postura
Equivalente a um consumo diário de 186,7 mg/ave
PB= 20%; EM = 2850 kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35%
Ramalho Lima et al., 2009
Influência da Nutrição
Treonina vs Desempenho
Os níveis de Treonina digestível afetaram apenas o
consumo de treonina, o que já era esperado, pois os
níveis foram crescentes e o consumo de ração foi
semelhante (P>0,05) entre os tratamentos
Umigi et al., 2007
PB= 20%; EM = 2910kcal/kg; Cálcio = 3,2%; P disp. = 0,40%
Influência da Nutrição
Treonina vs Qualidade
Os níveis de Treonina digestível não afetaram os pesos
absoluto e relativo dos constituintes dos ovos
Os autores concluíram que a codorna japonesa
em postura não exige mais que 0,65% de
treonina digestível
Umigi et al., 2007
PB= 20%; EM = 2910kcal/kg; Cálcio = 3,2%; P disp. = 0,40%
Influência da Nutrição
Treonina vs Desempenho
Treonina
digestível
(%)
CR
(g/ave/dia)
PR
(%)
PMO
(g)
MO
(g/ave/dia)
CAMO
(g/g)
CADZ
(kg/dz)
0,55 25,9 79,3 11,1 8,8 2,962 0,392
0,61 25,9 82,4 11,8 9,7 2,659 0,379
0,67 25,3 84,3 11,2 9,4 2,688 0,360
0,73 25,0 83,0 11,8 9,8 2,555 0,362
0,79 24,7 76,5 11,2 8,6 2,879 0,388
Média 25,36 81,1 11,42 9,26 2,7486 0,3762
Efeito NS Q* NS NS NS NS
CV (%) 4,54 2,51 3,70 4,17 5,90 3,92
Os níveis crescentes de TREONINA influenciaram
apenas a PRODUÇÃO DE OVOS das codornas japonesas
y = -444,44x2 + 587,22x - 109,63
R² = 0,96
76
78
80
82
84
86
0.55 0.61 0.67 0.73 0.79
Treonina digestível, %
Produção de Ovos, %
0,66%
Ramalho Lima et al., 2010 (Dados não publicados)
Ramalho Lima et al., 2010 (Dados não publicados)
Influência da Nutrição
Treonina vs Qualidade
Treonina
digestível
(%)
Peso absoluto (g) Peso relativo (%)
GE
Albúmen Gema Casca Albúmen Gema Casca
0,55 6,31 3,52 0,91 57,03 31,88 8,2 1,0665
0,61 6,79 3,76 0,93 57,39 31,73 7,9 1,0664
0,67 6,17 3,66 0,90 55,30 32,86 8,0 1,0661
0,73 6,70 3,54 0,92 56,83 30,01 7,8 1,0681
0,79 6,44 3,30 1,09 57,38 29,39 9,7 1,0675
Efeito NS NS NS NS NS Q** NS
C.V. (%) 4,86 6,65 7,11 3,43 6,49 6,16 0,13
Os níveis crescentes de TREONINA
influenciaram apenas o peso
relativo da CASCA DOS OVOS
y = 81.349x2 - 104.17x + 41.014
R² = 0.8273
7.0
7.5
8.0
8.5
9.0
9.5
10.0
0.55 0.61 0.67 0.73 0.79
Treonina digestível, %
Peso relativo da Casca dos Ovos, %
0,64%
Tal variável teve resultados semelhantes entre os níveis 0,55
e 0,73% de TRE, contudo o nível mais elevado (0,79%)
aumentou o peso relativo, gerando um efeito Q*
Após derivação da equação, o nível de 0,64% surgiu como o
ponto de mínimo desta variável
A TREONINA influencia beneficamente na produção de
ovos e mantém a qualidade externa e interna dos ovos de
codornas japonesas
Influência da Nutrição
Treonina:Lisina vs Desempenho
REL CR PR PO MO CMO CDZ
66 20,859 78,451 9,712 7,620 2,739 0,319
70 20,700 79,863 9,745 7,779 2,662 0,311
74 20,448 81,559 9,761 7,958 2,571 0,305
78 21,015 82,388 9,774 8,052 2,610 0,304
82 20,581 81,936 9,755 7,992 2,576 0,302
86 20,761 79,079 9,748 7,707 2,694 0,309
Efeito NS Q** Q** Q** Q** Q**
Exigência 77,13 75,12 78,22 79,61 81
C.V(%) 3,764 3,210 1,554 3,189 4,420 4,404
0.0
2.0
4.0
6.0
8.0
10.0
PR PO MO CMO CDZ
4.23
1.52
5.70
7.58
9.46
A exigência de TREONINA digestível é 78% do nível de lisina
digestível
A exigência obtida nesse estudo é 5,41% maior que as recomendações do NRC (1994)
Percentual das estimativas obtidas no estudo
acima das recomendações do NRC, (1994)
A alteração na relação Treonina:Lisina
promoveu uma influência direta no
desempenho das codornas em postura
PB= 18,63%; EM = 2950kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35% Ramalho Lima et al., 2010
Influência da Nutrição
Treonina:Lisina vs Desempenho
Trat Rel PALB PGEM PCAS PIG GE ESP
1 66 57,45 30,39 8,24 5,96 1,073 0,233
2 70 57,46 29,26 8,58 6,11 1,071 0,241
3 74 57,11 28,78 8,45 6,07 1,073 0,238
4 78 56,76 29,66 8,55 6,11 1,073 0,243
5 82 56,87 29,57 8,73 6,06 1,075 0,242
6 86 57,86 28,38 8,51 6,18 1,073 0,241
EXIG1 - - - - - -
C.V.2 2,17 4,42 3,34 2,46 0,203 3,39
EFEITO NS3 NS3 NS3 NS3 NS3 NS3
A alteração na relação Treonina:Lisina
não influenciou a qualidade dos ovos
das codornas
Ramalho Lima et al., 2010
Os resultados deste estudo mostram que a treonina melhora o
desempenho das codornas em postura mas não influencia na
qualidade interna e externa dos ovos
PB= 18,63%; EM = 2950kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35%
Influência da Nutrição
Triptofano vs Desempenho
Os níveis crescentes de Triptofano
não influenciaram o desempenho
das codornas em postura
Os autores concluíram que 0,21% de Triptofano na dieta de codornas
japonesas possibilita melhores resultados
De acordo com a estimativa, a relação Triptofano:Lisina foi de 21%
Pinheiro et al., 2008
PB= 20%; EM = 2900kcal/kg; Cálcio = 3,2%; P disp. = 0,40%
Ramalho Lima et al., 2011(Dados não publicados)
PB= 19,03%; EM = 2900kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35%
Influência da Nutrição
Arginina vs Desempenho
Arginina
digestível
(%)
CR
(g/ave/dia)
PR
(%)
PO
(g)
MO
(g/ave/dia)
CAMO
(g/g)
CADZ
(kg/dz)
1,01 24,4 85,3 11,2 9,5 2,575 0,343
1,09 25,0 86,7 11.5 9,9 2,514 0,346
1,17 26,2 88,9 11,3 10,1 2,603 0,353
1,25 25,1 87,6 10,9 9,6 2,602 0,343
1,33 24,9 84,3 11,2 9,5 2,615 0,356
Regressão Q** Q* NS Q* NS NS
C.V. (%) 2,35 2,96 1,64 4,12 3,94 4,09
Equação de regressão
Nível de melhor
desempenho
CR Y = -35,286 + 102,88X -43,412X2 (R2 = 0,69) 1,185 %
PR Y = -109,09 + 338,84X –145,32X2 (R2 = 0,90) 1,166%
MO Y = -15,998 + 44,67X – 19,205X2 (R2 = 0,80) 1,163 %
Níveis crescentes de Arginina
melhoraram o desempenho das
codornas em postura
Influência da Nutrição
Arginina vs Desempenho
1,166%
PB= 19,03%; EM = 2900kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35%
Ramalho Lima et al., 2011 (Dados não publicados)
Influência da Nutrição
Arginina vs Desempenho
y = - 15,998 + 44,67x -19,205x2
R2 = 0,80
9,4
9,5
9,6
9,7
9,8
9,9
10,0
10,1
1,01 1,09 1,17 1,25 1,33
Massa
de
ovo
(g/ave/dia)
Arginina digestível (%)
1,163%
PB= 19,03%; EM = 2900kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35%
Ramalho Lima et al., 2011 (Dados não publicados)
PB= 19,03%; EM = 2900kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35%
Influência da Nutrição
Arginina vs Qualidade
Arginina
digestível
(%)
Peso absoluto (g) Peso relativo (%) Cor Gravidade
Albúme
n
Gema Casca Albúmen Gema
Casc
a
Gema Específica
1,01 6,666 3,770 0,327 55,68 31,50 8,240 5,9 1,0685
1,09 7,192 3,583 0,331 58,77 29,20 8,163 5,7 1,0710
1,17 6,854 3,614 0,328 57,04 30,05 7,834 5,6 1,0683
1,25 6,880 3,532 0,320 58,32 29,84 8,102 5,6 1,0715
1,33 6,750 3,718 0,326 56,07 30,98 8,252 5,7 1,0756
Regressão NS NS NS Q** NS NS NS NS
C.V. (%) 5,82 6,75 6,16 2,27 4,95 3,35 4,75 0,497
y = - 59,595+ 201,07x - 85,745x2
R2
= 0,57
55
56
57
58
59
1,01 1,09 1,17 1,25 1,33
Arginina digestível (%)
Peso
relativo
do
albúmen
(%)
Recomenda-se 1,166% ou 299mg/ave de Arginina digestível para
codornas japonesas em postura
Níveis crescentes de Arginina digestível
influenciaram apenas o peso relativo do
albúmen
Ramalho Lima et al., 2011 (Dados não publicados)
Influência da Nutrição
Arginina vs Desempenho/Qualidade
Reis et al., 2009
Os autores concluíram que as codornas japonesas em postura não
exigem mais que 1,16% de Arginina digestível na dieta
Influência da Nutrição
Aminoácidos Totais vs Digestíveis
60.0
61.0
62.0
63.0
64.0
65.0
AAT AAD FS FSFCO FSFCOFP
63,4
63.3
62,1 B
63,3 AB
64,7 A
Ganho de Peso, Codornas 1 a 21d
Rodrigues et al., 2010
Influência da Nutrição
Aminoácidos Totais vs Digestíveis
2.35
2.40
2.45
2.50
2.55
2.60
AAT AAD FS FSFCO FSFCOFP
2,569 A
2,450 B
2,572
2,467 2,489
Conversão Alimentar, Codornas 1 a 21d
Rodrigues et al., 2010
Influência da Nutrição
Minerais
• Minerais
– Pesquisas concentradas em temas relevantes, mas
pouco diversificado, especialmente MINERAIS
– Sódio, cloro e potássio
• Fácil atendimento das recomendações
• Baixo custo no atendimento
• PROBLEMA??
– Esses minerais controlam quase tudo no organismo da ave
– Balanço eletrolítico
– Absorção de nutrientes, desenvolvimento das aves
Influência da Nutrição
Na, Cl, K e BE vs Qualidade
Lobato et al, 2009
Influência da Nutrição
Na, Cl, K e BE vs Qualidade
Lobato et al, 2009
Os níveis de Cl não influenciam a qualidade dos ovos de
codornas japonesas
A proporção entre K e Na tem maior influência na UH que
o Balanço Eletrolítico
Influência da Nutrição
BE vs Desempenho e Qualidade Ovos
Moraes, 2010
PB = 20%; EM = 2701 kcal/kg; Cálcio = 3,10%; P disp. = 0,48%; Lisina = 1,07%
O BE interfere no desempenho das Codornas em
japonesas em fase de postura criadas durante um inverno
com temperatura variando entre 11,5 e 19,2°C
Influência da Nutrição
BE vs Desempenho e Qualidade Ovos
Moraes, 2010
PB = 20%; EM = 2701 kcal/kg; Cálcio = 3,10%; P disp. = 0,48%; Lisina = 1,07%
O BE interfere na qualidade dos ovos
Dietas com 196 à 286 mEq/kg proporcionam melhores resultados de
desempenho e qualidade dos ovos para aves criadas em temperatura
variando de 11,5 a 19,2°C
Influência da Nutrição
Cálcio vs Qualidade dos Ovos
Os níveis de Cálcio influenciaram a
gravidade específica, peso e
espessura da casca do ovos de
codornas japonesas em postura
Os níveis de Cálcio influenciaram a
gravidade específica, peso e
espessura da casca do ovos de
codornas japonesas em postura
Os níveis de Cálcio influenciaram a gravidade
específica, peso e espessura da casca do ovos de
codornas japonesas em postura
Barreto et al., 2007
PB = 20%; EM = 2860 kcal/kg; P disp. = 0,35%
PB = 20%; EM = 2860 kcal/kg; P disp. = 0,35%
Influência da Nutrição
Cálcio vs Qualidade dos Ovos
Os níveis de Cálcio não afetaram o teor de cinzas e
cálcio na casca dos ovos das codornas
Os níveis de Cálcio influenciaram as cinzas na tíbia e o
cálcio das tíbias
Os níveis de Cálcio influenciaram as cinzas na
tíbia e o cálcio das tíbias
Os resultados mostram que o cálcio foi utilizado para repor as
reservas deste mineral nos ossos após a formação da casca dos ovos
O melhor nível de cálcio variou de 3,0 a 3,6%
Recomenda-se 3,2% de Cálcio para codornas japonesas em postura, o
equivalente a um consumo diário de 882 mg/ave ou 87 mg de
Cálcio/g de ovo
Barreto et al., 2007
Influência da Nutrição
Cálcio vs Desempenho/Qualidade
PB = 19,31%; EM = 2800kcal/kg; Lisina = 1,08% Costa, 2010
Influência da Nutrição
Cálcio vs Desempenho/Qualidade
PB = 19,31%; EM = 2800kcal/kg; Lisina = 1,08% Costa, 2010
De acordo com os resultados:
3,5% de Cálcio melhoram o desempenho das codornas japonesas em
postura (45 a 57 sem)
Influência da Nutrição
Fósforo vs Desempenho
PB = 19,31%; EM = 2800kcal/kg; Lisina = 1,08% Costa, 2010
De acordo com os resultados:
0,15% de fósforo disponível melhoram o desempenho das codornas
japonesas em postura (45 a 57 sem)
Influência da Nutrição
Cálcio & Fósforo vs Gravidade Específica
• Cálcio
– Proporciona a dureza da casca dos ovos
• Fósforo
– Proporciona a elasticidade, resistência à quebra
• Qualidade da casca dos ovos
– Altamente dependente da relação ótima dos dois
– Possibilita ovos resistentes e duráveis
Influência da Nutrição
Cálcio & Fósforo vs Gravidade Específica
De acordo com os resultados:
Os melhores resultados para a gravidade específica são observados na
dieta com:
3,5% de Cálcio
0,45% de Fósforo disponível
PB = 18%; EM = 2700kcal/kg Pedroso et al., 1999
Influência da Nutrição
Sódio vs Qualidade
Os níveis de Na influenciaram a
espessura de casca e as
unidades Haugh de forma
quadrática
Os níveis de Na influenciaram a
espessura de casca e as unidades
Haugh de forma quadrática
Os níveis de Na influenciaram a
gravidade específica dos ovos
O nível de 0,281% de Na na dieta melhora a qualidade dos ovos das
codornas japonesas em pico de postura
Os autores concluíram que, com base no desempenho e no
percentual de ovos comercializáveis, o melhor nível de Na na dieta de
codornas japonesas em postura é de 0,149%
Barreto et al., 2007
Influência da Nutrição
Sódio vs Qualidade
Perazzo Costa et al., 2008
Os níveis crescentes de Na na dieta promoveu um aumento no
consumo de água e melhorou o desempenho até o nível de 0,24% de
Na
Os autores concluíram que, para um melhor desempenho e qualidade
dos ovos, as codornas japonesas necessitam de uma dieta com
0,231% de Na
Influência da Nutrição
Cl vs Qualidade
Levels of
chlorine (%)
PA
(%)
PG
(%)
PC
(%)
GE
(g/mL)
EC
(mm)
0,08 58,0 29,2 7,8 1,1 0,466
0,16 57,0 30,3 7,8 1,1 0,489
0,24 56,8 29,6 8,0 1,1 0,492
0,32 59,4 28,1 8,0 1,1 0,493
0,40 57,0 30,1 7,7 1,1 0,485
Effect NS NS NS NS Q*
CV (%) 2,71 5,40 2,19 0,08 2,77
Ramalho Lima et al, 2011 (Dados não publicados)
Os níveis de Cl influenciaram
apenas a espessura da casca
Parameters Equation Set point R2
Skin thickness y = 0,4395 + 0,4009x - 0,7239x2 0,277 0,96
Estimativa da equação com
base na espessura de casca
Influência da Nutrição
K vs Qualidade
Os níveis de K influenciaram todas as
variáveis avaliadas no desempenho,
exceto peso médio dos ovos
Costa et al, 2008
O nível de 0,458% de K melhora o desempenho das codornas
japonesas em postura e mantém a qualidade dos ovos produzidos
Influência da Nutrição
Aditivos
• Podem ser de diversos tipos e funções
– Aditivos nutricionais
• Emulsificantes
• Estabilizantes
• Quelatos
• Antioxidantes
• Enzimas
• Etc...
– Aditivos diversos...
Influência da Nutrição
Fitase vs Aproveitamento da EM
PB = 18,95%; EM = 2755kcal/kg; Lisina = 1,07% Lima et al, 2010
A FITASE melhora o aproveitamento da energia e a retenção de N da ração
de codornas japonesas
Recomenda-se 368 UF/kg de Fitase na dieta de codornas japonesas em
postura
Influência da Nutrição
BioMos e BioPlex vs Desempenho
Tratamentos CR
(g/ave)
PR
(%)
PO
(g)
MO
(g/ave/dia)
CADZ
(kg/dz.)
CAMO
(kg/kg)
T1 – Controle 24,5 b 72,3b 12,4 9,0b 0,405 2,714
T2 – 0,05% BioMos 26,5a 79,8a 12,7 10,2a 0,399 2,628
T3 – 0,10% BioMos 25,6 ab 75,6ab 12,9 9,8ab 0,407 2,627
T4 – 0,05% BioMos + BioPlex Repro 25,7 ab 78,5ab 12,9 10,1ab 0,393 2,542
T5 – 0,10% BioMos + BioPlex Repro 25,4 ab 77,7ab 12,9 10,1ab 0,393 2,537
Média 25,5 76,8 12,8 9,8 0,399 2,609
Contrastes
Controle vs tratamentos 0,0098 0,0084 0,1032 0,0026 0,2918 0,0581
Controle vs BioMos 0,0048 0,0184 0,1968 0,0090 0,7582 0,2398
0,05% BioMos vs 0,10% BioMos 0,1404 0,1363 0,5373 0,4329 0,5554 0,9619
Sem BioPlex vs Adição de BioPlex 0,1791 0,8026 0,5899 0,5624 0,1132 0,1426
CV (%) 3,47 4,81 3,82 5,37 3,88 5,31
Perazzo Costa et al, 2011 (Dados não publicados)
B
A
A
B
A
B
A
B
B
A
A
B
A
B
A
B
B
A
A
B
A
B
A
B
T1 = Controle T2 = 0,05% BioMos
T3 = 0,10% BioMos T4 = 0,05% BioMos + Bioplex Repro
T5 = 0,10% BioMos + Bioplex Repro
A utilização do BioMos e BioPlex
Influencia o desempenho de codornas japonesas
Os melhores resultados são 0,05% de BioMos + BioPlex Repro
CR PR PO MO
Influência da Nutrição
BioMos e BioPlex vs Qualidade dos Ovos
Tratamentos
PA
(g)
PG
(g)
PC
(g)
%A
(%)
%G
(%)
%C
(g)
GE
(g/cm3)
T1 – Controle 7,17 3,75 1,02 56,9 29,9 8,1 1,0672
T2 – 0,05% BioMos 7,33 3,89 1,03 56,7 30,2 8,0 1,0717
T3 – 0,10% BioMos 7,45 4,09 1,05 56,7 31,2 8,0 1,1549
T4 – 0,05% BioMos + Bioplex Repro 7,52 3,88 1,05 57,4 29,6 8,0 1,0663
T5 – 0,10% BioMos + Bioplex Repro 7,39 4,01 1,03 56,8 30,7 8,0 1,0667
Média 7,37 3,93 1,04 56,9 30,3 8,0 1,0853
Contrastes
Controle vs tratamentos 0,0985 0,1136 0,5014 0,9842 0,4776 0,2386 0,6201
Controle vs BioMos 0,5280 0,4619 0,2222 0,7360 0,9035 0,9425 0,3679
0,05% BioMos vs 0,10% BioMos 0,9812 0,2030 0,8788 0,6346 0,1318 0,7314 0,3120
Sem Bioplex vs Adição de Bioplex 0,6386 0,4559 0,8943 0,5139 0,4044 0,8981 0,2594
CV (%) 4,30 6,58 4,78 2,32 5,28 3,39 9,10
A utilização do BioMos e BioPlex Repro
Não influencia a qualidade dos ovos de codornas japonesas
Perazzo Costa et al, 2011 (Dados não publicados)
Influência da Nutrição
BioMos, BioPlex e SelPlex
Tratamentos PA PG PC %A %G %C PIG GE UH EPCAS GRAV
T1 – Controle 5,75 2,92ab 1,01 59,3 30,2 10,5 4,8 1,0697 71,5 0,27 1,07
T2 – Bio Mos 5,66 2,64b 0,99 60,9 28,4 10,8 4,7 1,0666 73,9 0,26 1,06
T3 – Sel Plex 5,92 2,93ab 0,99 60,1 29,8 10,1 4,4 1,0664 71,1 0,25 1,06
T4 – Bio Plex 5,64 2,76ab 0,99 60,0 29,4 10,6 4,6 1,0672 71,6 0,27 1,07
T5 – Bio Mos + Sel Plex 5,89 3,13a 1,05 58,6 31,0 10,4 4,6 1,0667 74,7 0,27 1,06
T6 – Bio Mos + Bio
Plex
5,83 2,95ab 1,00 59,6 30,2 10,2 4,6 1,0668 71,6 0,27 1,06
Média 5,78 2,88 1,00 59,7 29,8 10,4 4,6 1,0672 72,4 0,26 1,06
CV (%) 6,73 8,4 6,14 3,9 6,1 6,5 4,9 0,4 4,2 6,7 0,4
A utilização do BioMos, BioPlex e SelPlex
A utilização influencia apenas o peso das gemas dos ovos
Perazzo Costa et al, 2011 (Dados não publicados)
Influência da Nutrição
Vitaminas
• Vitaminas
– Catalisadores orgânicos
– Presentes em pequenas quantidades nos alimentos
– Essenciais para o desenvolvimento normal das
funções metabólicas
– Importância para a fase de postura
• Vitamina A
• Vitamina D
• Vitamina E
• Vitamina C
Influência da Nutrição
Vitaminas
• Vitamina A
– Manutenção da integridade celular
• Olhos
• Tratos respiratório, digestório e urinário
Influência da Nutrição
Vitaminas
• Vitamina D
– Importante na formação da casca
– Homeostase do Cálcio
• Vitamina C
– Suplementação em período de estresse por calor
– Necessária para a hidroxilação do 25(OH)D3 em
1,25(OH)D3 – Ativação da Vitamina D3
Influência da Nutrição
Vitaminas
• Vitamina E
– Importante na qualidade do ovo
– Antioxidante natural
– Suplementação em períodos de estresse por calor
melhoram a condição dos ovos
– Suplementada junto com Vit C promove uma
maior resistência ao estresse pelo frio das aves
Influência da Nutrição
Vitamina A vs Desempenho
PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010
Influência da Nutrição
Vitamina A vs Qualidade
PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010
Influência da Nutrição
Vitamina A vs Qualidade
PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010
Influência da Nutrição
Vitamina A vs Qualidade
A suplementação de Vitamina A na dieta de codornas japonesas não
influencia o desempenho e qualidade dos ovos, exceto a concentração de Vit
A nas gemas
PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010
Influência da Nutrição
Vitamina D vs Qualidade
PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010
Influência da Nutrição
Vitamina E vs Qualidade
PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010
A suplementação das Vitaminas A, D e E na dieta de codornas japonesas é eficaz na
incorporação destas na gema dos ovos, visto que aumentaram 536,3
13,43 e 479% suas concentrações, respectivamente
Exigências Nutricionais
Codornas Japonesas
Nutriente
NRC, 1994 Silva & Costa, 2009
Crescimento Postura 1-21 dias 22-42 dias 1 - 42 dias Postura 1 Postura 2
PB, % 24 20 25 22 23 20 22
EM, kcal/kg 2900 2900 2900 3050 2950 2800 2850
Cálcio, % 0,80 2,50 0,85 0,75 0,80 3,05 3,15
P disponível, % 0,30 0,35 0,32 0,30 0,31 0,28 0,30
Sódio, % 0,15 0,15 0,24 0,24 0,24 0,23 0,25
Cloro, % 0,14 0,14 0,15 0,15 0,15 0,24 0,26
Potássio, % 0,40 0,40 0,45 0,45 0,45 0,46 0,50
Magnésio, ppm 300 500 300 300 300 500 550
BE, mEq/kg 128,0 128,0 177,0 177,0 177,0 150,1 163,3
Arginina 1,25 1,26 1,16 1,05 1,11 1,26 1,38
Isoleucina 0,98 0,90 0,89 0,74 0,77 0,87 0,96
Lisina 1,30 1,00 1,19 1,05 1,10 1,03 1,05
Metionina 0,50 0,45 0,46 0,41 0,43 0,39 0,42
Metionina + Cistina 0,75 0,70 0,80 0,74 0,77 0,70 0,72
Treonina 1,02 0,74 0,87 0,82 0,86 0,67 0,73
Triptofano 0,22 0,19 0,20 0,15 0,16 0,18 0,20
Valina 0,95 0,92 0,84 0,74 0,77 0,87 0,94
Considerações Finais
• Diferenças anatômicas e fisiológicas das codornas
• Dietas específicas ao nosso ambiente de criação
• Exigências nutricionais
– Manejo nutricional adequado
• Mudanças climáticas e flexibilização das dietas
• Avanços em pesquisas
• Manutenção da sustentabilidade do ecossistema
• Nutrição + Manejo = Produção de Alimento
saudável
Obrigado!
Matheus Ramalho de Lima
mrlmatheus@ufersa.edu.br

Produção de Codornas.pptx

  • 1.
    – Produção deCodornas – Matheus Ramalho de Lima mrlmatheus@ufersa.edu.br
  • 2.
    Resumo • Introdução • Objetivo •Formação dos ovos • Avaliação da qualidade dos ovos • Exigências nutricionais • Influência da nutrição • Considerações Finais
  • 3.
    Introdução • Crescimento dacoturnicultura – Aumento de 20% da produção de ovos destinado ao consumo humano (IBGE, 2009) – Crescimento devido • Novas tecnologias – Genética, nutrição, manejo, sanidade • Infra-estrutura – Instalações, Ambiência, Profissionais... • Estabelecimentos comerciais – Fasf Food, Self Service...
  • 4.
    Introdução 2000 2004 20052006 2007 2008 2009 5.78 6.24 6.84 7.13 7.59 7.98 8.19 Cabeças de Codornas, em milhões Fonte: Avicultura Industrial, 2010
  • 5.
    Introdução • Criação atrativa –Rápido crescimento – Elevada prolificidade – Pequeno consumo de ração – Baixo investimento inicial e retorno rápido – Mas há um detalhe primordial... • As formulações utilizam recomendações equivocadas – NRC, 1994 – Silva & Costa, 2009
  • 6.
    Introdução • Dietas equivocadaspromovem – Desvios metabólicos de nutrientes – Redução de desempenho – Alteração da qualidade dos produtos – Prejuízos econômicos e ambientais – Torna a produção inviável! • Estudar mais e usar nossas recomendações
  • 7.
    Objetivo Relatar as influênciasda nutrição sobre a qualidade dos ovos de codornas japonesas
  • 8.
    Formação e Composiçãodos Ovos • Inicialmente há uma enorme diferença – Galinhas vs Codornas Peso do ovo: 63g 3% em relação ao PV Pico de postura entre 7-10h Peso do ovo: 10g 8% em relação ao PV Pico de postura entre 16-20h
  • 9.
    Formação e Composiçãodos Ovos 0 10 20 30 Galinhas Codornas 27 23 15 14 Gema Gordura Proteína
  • 10.
    Formação e Composiçãodos Ovos • Diferenças entre as espécies – Anatomia semelhante, mas fisiologia não – Função semelhante, mas exigência não – O que nós podemos fazer? • Separar as espécies • Avaliar necessidades nutricionais • Formular rações específicas às codornas • Melhorar a qualidade das instalações de criação • Utilizar recomendações que representem nosso ambiente
  • 11.
    Avaliação da Qualidadedo Ovo Partes de um ovo de galinha
  • 12.
    Avaliação da Qualidadedo Ovo • Quando pensamos em qualidade...? – O que é qualidade? – O que é um ovo com qualidade? • Qualidade de um ovo – Externa • Peso e massa dos ovos • Densidade da casca • Espessura da casca • Resistência à quebra, etc – Interna • Unidades Haugh • Sólidos totais da gema e albúmen • Composição química • Percentual das partes dos ovos, etc Precisamos entender quais os melhores índices que um ovo de codorna pode atingir para obter a máxima qualidade Quem determina a “QUALIDADE” é o mercado consumidor...
  • 13.
  • 14.
    CORRELAÇÕES FENOTÍPICAS ENTREAS CARACTERISTICAS QUALITATIVAS EXTERNAS DE OVOS DE CODORNAS JAPONESAS Correlação positiva entre peso da casca e espessura média da casca dos ovos Os autores sugerem que a qualidade da casca dos ovos pode ser estimada usando-se apenas a avaliação do peso da casca, não sendo necessária a espessura da casca dos ovos
  • 15.
    Exigências Nutricionais • Estimadasatravés de funções básicas da ave – Funções produtivas • Avaliações mais eficientes – Equações matemáticas – Ponto de máximo ou de mínimo para cada variável • Variam com a idade, sexo, ambiente, energia e aminoácidos... – Avaliação intermitente das necessidades nutricionais
  • 16.
    Exigências Nutricionais Tabelas deRecomendações • NRC, 1994 – Dados antigos – Dados obtidos com aves de genética ultrapassada – Condições ambientais diferentes da nossa • Silva & Costa, 2009 – Dados recentes – Dados obtidos com aves de genética atual – Experimentos realizados no Brasil
  • 17.
    Exigências Nutricionais Comparações entreRecomendações de Codornas em Postura Lit. Nacional e Internacional • Proteína Bruta – 18 a 23% • Energia Metabolizável – 2700 a 3150kcal/kg • Cálcio – 2,5% • Fósforo Disponível – 0,35% Silva & Costa • Proteína Bruta – 20% • Energia Metabolizável – 2800 a 2900kcal/kg • Cálcio – 3,05% • Fósforo Disponível – 0,28% Dados diferentes para codornas em postura: Variação genética, climática e até mesmo, condições experimentais Esses fatos promovem ainda mais a importância da utilização das recomendações feitas por Silva & Costa, 2009
  • 18.
    Influência da Nutrição Qualidadedos Ovos • Energia – Produto da oxidação dos nutrientes durante o metabolismo – Três destinos: • Gasto com atividade normal • Gasto com a manutenção da homeotermia • Gasto com a deposição ou perda de nutrientes
  • 19.
    Influência da Nutrição EnergiaMetabolizável ENERGIA METABOLIZÁVEL
  • 20.
    Influência da Nutrição EnergiaMetabolizável vs Desempenho Tabela - Valores médios de consumo de ração (CR) e de energia metabolizável (CEM), produção total de ovos (PRO) e de ovos comercializáveis (PROC), peso (PO) e massa de ovo (MO) e conversão alimentar por massa de ovo (CAMO) e por dúzia de ovos (CADZ) de codornas européias alimentadas com rações com diferentes níveis de EM Barreto et al., 2007 PB = 20%; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35% 3 Efeito Linear 4 Efeito Linear 5 Efeito Linear
  • 21.
    Influência da Nutrição EnergiaMetabolizável vs Qualidade Segundo os autores: Para um melhor peso dos ovos e da casca, as codornas japonesas em postura necessitam de uma dieta com 2905 kcal/kg de EM Reis et al., 2007
  • 22.
    Influência da Nutrição Proteínae Aminoácidos • Proteína e Aminoácidos – Proteína bruta – avaliação ultrapassada – Proteína Ideal • Lisina – Aminoácido PADRÃO – Aminoácidos essenciais • Relação Aminoácidos:Lisina – Pesquisas mostram que a relação entre os aminoácidos é mais importante que o aminoácido avaliado individualmente
  • 23.
    Influência da Nutrição Lisinavs Produção de Ovos • Lisina para codornas em postura PINTO et al., 2003 PB = 19,556% EM = 2900 kcal/kg Cálcio = 2,5% P disp. = 0,35%
  • 24.
    Influência da Nutrição Lisinavs Massa de Ovos • Lisina para codornas em postura PINTO et al., 2003 PB = 19,556% EM = 2900 kcal/kg Cálcio = 2,5% P disp. = 0,35%
  • 25.
    Influência da Nutrição Lisinavs Percentagem de Casca • Lisina para codornas em postura PINTO et al., 2003 PB = 19,556% EM = 2900 kcal/kg Cálcio = 2,5% P disp. = 0,35%
  • 26.
    Influência da Nutrição Lisinavs Desempenho e Qualidade Ovos • Lisina em função da PB para codornas em postura RIBEIRO et al., 2003 EM = 3000 kcal/kg Cálcio = 2,55% P disp. = 0,35% Lisina = 0,80% PRODUÇÃO de OVOS foi afetada pela PB e LISINA A LISINA não afetou o peso, massa, conversão em massa e em dúzia de ovos, apenas a PROTEÍNA BRUTA
  • 27.
    Influência da Nutrição Lisinavs Produção de Ovos • Lisina em função da PB para codornas em postura EM = 3000 kcal/kg Cálcio = 2,55% P disp. = 0,35% Lisina = 0,80% 20% PB 23% PB RIBEIRO et al., 2003
  • 28.
    Influência da Nutrição Lisinavs Desempenho/Qualidade Ramalho Lima et al., 2008 Os níveis de LISINA afetaram o consumo de ração e a produção de ovos Os níveis de LISINA não afetaram as variáveis de qualidade dos ovos PB= 19,9%; EM = 2830 kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35%
  • 29.
    Influência da Nutrição Lisinavs Desempenho/Qualidade PB= 19,9%; EM = 2830 kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35% A exigência nutricional de LISINA para codornas japonesas em postura é de 1,03% na ração, o que corresponde a um consumo de 292 mg/ave/dia Ramalho Lima et al., 2008
  • 30.
    Influência da Nutrição Metionina+ Cistina vs Produção de Ovos • Met + Cistina para codornas em postura PB = 19,29% EM = 2900 kcal/kg Cálcio = 2,55% P disp. = 0,35% Lisina = 0,910% PINTO et al., 2003
  • 31.
    Influência da Nutrição Metionina+ Cistina vs Peso dos Ovos • Met + Cistina para codornas em postura PB = 19,29% EM = 2900 kcal/kg Cálcio = 2,55% P disp. = 0,35% Lisina = 0,910% PINTO et al., 2003
  • 32.
    Influência da Nutrição Metionina+ Cistina vs Desempenho Os níveis avaliados influenciaram o desempenho das codornas em postura As estimativas demonstram uma maior exigência em relação ao NRC(1994) PB= 20%; EM = 2850 kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35% Ramalho Lima et al., 2009
  • 33.
    Influência da Nutrição Metionina+ Cistina vs Qualidade dos Ovos O peso absoluto do albúmen e o peso relativo da casca foram influenciados linearmente pelos níveis avaliados A exigência de Met+Cist digestível é 0,696% para codornas japonesa em postura Equivalente a um consumo diário de 186,7 mg/ave PB= 20%; EM = 2850 kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35% Ramalho Lima et al., 2009
  • 34.
    Influência da Nutrição Treoninavs Desempenho Os níveis de Treonina digestível afetaram apenas o consumo de treonina, o que já era esperado, pois os níveis foram crescentes e o consumo de ração foi semelhante (P>0,05) entre os tratamentos Umigi et al., 2007 PB= 20%; EM = 2910kcal/kg; Cálcio = 3,2%; P disp. = 0,40%
  • 35.
    Influência da Nutrição Treoninavs Qualidade Os níveis de Treonina digestível não afetaram os pesos absoluto e relativo dos constituintes dos ovos Os autores concluíram que a codorna japonesa em postura não exige mais que 0,65% de treonina digestível Umigi et al., 2007 PB= 20%; EM = 2910kcal/kg; Cálcio = 3,2%; P disp. = 0,40%
  • 36.
    Influência da Nutrição Treoninavs Desempenho Treonina digestível (%) CR (g/ave/dia) PR (%) PMO (g) MO (g/ave/dia) CAMO (g/g) CADZ (kg/dz) 0,55 25,9 79,3 11,1 8,8 2,962 0,392 0,61 25,9 82,4 11,8 9,7 2,659 0,379 0,67 25,3 84,3 11,2 9,4 2,688 0,360 0,73 25,0 83,0 11,8 9,8 2,555 0,362 0,79 24,7 76,5 11,2 8,6 2,879 0,388 Média 25,36 81,1 11,42 9,26 2,7486 0,3762 Efeito NS Q* NS NS NS NS CV (%) 4,54 2,51 3,70 4,17 5,90 3,92 Os níveis crescentes de TREONINA influenciaram apenas a PRODUÇÃO DE OVOS das codornas japonesas y = -444,44x2 + 587,22x - 109,63 R² = 0,96 76 78 80 82 84 86 0.55 0.61 0.67 0.73 0.79 Treonina digestível, % Produção de Ovos, % 0,66% Ramalho Lima et al., 2010 (Dados não publicados)
  • 37.
    Ramalho Lima etal., 2010 (Dados não publicados) Influência da Nutrição Treonina vs Qualidade Treonina digestível (%) Peso absoluto (g) Peso relativo (%) GE Albúmen Gema Casca Albúmen Gema Casca 0,55 6,31 3,52 0,91 57,03 31,88 8,2 1,0665 0,61 6,79 3,76 0,93 57,39 31,73 7,9 1,0664 0,67 6,17 3,66 0,90 55,30 32,86 8,0 1,0661 0,73 6,70 3,54 0,92 56,83 30,01 7,8 1,0681 0,79 6,44 3,30 1,09 57,38 29,39 9,7 1,0675 Efeito NS NS NS NS NS Q** NS C.V. (%) 4,86 6,65 7,11 3,43 6,49 6,16 0,13 Os níveis crescentes de TREONINA influenciaram apenas o peso relativo da CASCA DOS OVOS y = 81.349x2 - 104.17x + 41.014 R² = 0.8273 7.0 7.5 8.0 8.5 9.0 9.5 10.0 0.55 0.61 0.67 0.73 0.79 Treonina digestível, % Peso relativo da Casca dos Ovos, % 0,64% Tal variável teve resultados semelhantes entre os níveis 0,55 e 0,73% de TRE, contudo o nível mais elevado (0,79%) aumentou o peso relativo, gerando um efeito Q* Após derivação da equação, o nível de 0,64% surgiu como o ponto de mínimo desta variável A TREONINA influencia beneficamente na produção de ovos e mantém a qualidade externa e interna dos ovos de codornas japonesas
  • 38.
    Influência da Nutrição Treonina:Lisinavs Desempenho REL CR PR PO MO CMO CDZ 66 20,859 78,451 9,712 7,620 2,739 0,319 70 20,700 79,863 9,745 7,779 2,662 0,311 74 20,448 81,559 9,761 7,958 2,571 0,305 78 21,015 82,388 9,774 8,052 2,610 0,304 82 20,581 81,936 9,755 7,992 2,576 0,302 86 20,761 79,079 9,748 7,707 2,694 0,309 Efeito NS Q** Q** Q** Q** Q** Exigência 77,13 75,12 78,22 79,61 81 C.V(%) 3,764 3,210 1,554 3,189 4,420 4,404 0.0 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0 PR PO MO CMO CDZ 4.23 1.52 5.70 7.58 9.46 A exigência de TREONINA digestível é 78% do nível de lisina digestível A exigência obtida nesse estudo é 5,41% maior que as recomendações do NRC (1994) Percentual das estimativas obtidas no estudo acima das recomendações do NRC, (1994) A alteração na relação Treonina:Lisina promoveu uma influência direta no desempenho das codornas em postura PB= 18,63%; EM = 2950kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35% Ramalho Lima et al., 2010
  • 39.
    Influência da Nutrição Treonina:Lisinavs Desempenho Trat Rel PALB PGEM PCAS PIG GE ESP 1 66 57,45 30,39 8,24 5,96 1,073 0,233 2 70 57,46 29,26 8,58 6,11 1,071 0,241 3 74 57,11 28,78 8,45 6,07 1,073 0,238 4 78 56,76 29,66 8,55 6,11 1,073 0,243 5 82 56,87 29,57 8,73 6,06 1,075 0,242 6 86 57,86 28,38 8,51 6,18 1,073 0,241 EXIG1 - - - - - - C.V.2 2,17 4,42 3,34 2,46 0,203 3,39 EFEITO NS3 NS3 NS3 NS3 NS3 NS3 A alteração na relação Treonina:Lisina não influenciou a qualidade dos ovos das codornas Ramalho Lima et al., 2010 Os resultados deste estudo mostram que a treonina melhora o desempenho das codornas em postura mas não influencia na qualidade interna e externa dos ovos PB= 18,63%; EM = 2950kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35%
  • 40.
    Influência da Nutrição Triptofanovs Desempenho Os níveis crescentes de Triptofano não influenciaram o desempenho das codornas em postura Os autores concluíram que 0,21% de Triptofano na dieta de codornas japonesas possibilita melhores resultados De acordo com a estimativa, a relação Triptofano:Lisina foi de 21% Pinheiro et al., 2008 PB= 20%; EM = 2900kcal/kg; Cálcio = 3,2%; P disp. = 0,40%
  • 41.
    Ramalho Lima etal., 2011(Dados não publicados) PB= 19,03%; EM = 2900kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35% Influência da Nutrição Arginina vs Desempenho Arginina digestível (%) CR (g/ave/dia) PR (%) PO (g) MO (g/ave/dia) CAMO (g/g) CADZ (kg/dz) 1,01 24,4 85,3 11,2 9,5 2,575 0,343 1,09 25,0 86,7 11.5 9,9 2,514 0,346 1,17 26,2 88,9 11,3 10,1 2,603 0,353 1,25 25,1 87,6 10,9 9,6 2,602 0,343 1,33 24,9 84,3 11,2 9,5 2,615 0,356 Regressão Q** Q* NS Q* NS NS C.V. (%) 2,35 2,96 1,64 4,12 3,94 4,09 Equação de regressão Nível de melhor desempenho CR Y = -35,286 + 102,88X -43,412X2 (R2 = 0,69) 1,185 % PR Y = -109,09 + 338,84X –145,32X2 (R2 = 0,90) 1,166% MO Y = -15,998 + 44,67X – 19,205X2 (R2 = 0,80) 1,163 % Níveis crescentes de Arginina melhoraram o desempenho das codornas em postura
  • 42.
    Influência da Nutrição Argininavs Desempenho 1,166% PB= 19,03%; EM = 2900kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35% Ramalho Lima et al., 2011 (Dados não publicados)
  • 43.
    Influência da Nutrição Argininavs Desempenho y = - 15,998 + 44,67x -19,205x2 R2 = 0,80 9,4 9,5 9,6 9,7 9,8 9,9 10,0 10,1 1,01 1,09 1,17 1,25 1,33 Massa de ovo (g/ave/dia) Arginina digestível (%) 1,163% PB= 19,03%; EM = 2900kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35% Ramalho Lima et al., 2011 (Dados não publicados)
  • 44.
    PB= 19,03%; EM= 2900kcal/kg; Cálcio = 2,5%; P disp. = 0,35% Influência da Nutrição Arginina vs Qualidade Arginina digestível (%) Peso absoluto (g) Peso relativo (%) Cor Gravidade Albúme n Gema Casca Albúmen Gema Casc a Gema Específica 1,01 6,666 3,770 0,327 55,68 31,50 8,240 5,9 1,0685 1,09 7,192 3,583 0,331 58,77 29,20 8,163 5,7 1,0710 1,17 6,854 3,614 0,328 57,04 30,05 7,834 5,6 1,0683 1,25 6,880 3,532 0,320 58,32 29,84 8,102 5,6 1,0715 1,33 6,750 3,718 0,326 56,07 30,98 8,252 5,7 1,0756 Regressão NS NS NS Q** NS NS NS NS C.V. (%) 5,82 6,75 6,16 2,27 4,95 3,35 4,75 0,497 y = - 59,595+ 201,07x - 85,745x2 R2 = 0,57 55 56 57 58 59 1,01 1,09 1,17 1,25 1,33 Arginina digestível (%) Peso relativo do albúmen (%) Recomenda-se 1,166% ou 299mg/ave de Arginina digestível para codornas japonesas em postura Níveis crescentes de Arginina digestível influenciaram apenas o peso relativo do albúmen Ramalho Lima et al., 2011 (Dados não publicados)
  • 45.
    Influência da Nutrição Argininavs Desempenho/Qualidade Reis et al., 2009 Os autores concluíram que as codornas japonesas em postura não exigem mais que 1,16% de Arginina digestível na dieta
  • 46.
    Influência da Nutrição AminoácidosTotais vs Digestíveis 60.0 61.0 62.0 63.0 64.0 65.0 AAT AAD FS FSFCO FSFCOFP 63,4 63.3 62,1 B 63,3 AB 64,7 A Ganho de Peso, Codornas 1 a 21d Rodrigues et al., 2010
  • 47.
    Influência da Nutrição AminoácidosTotais vs Digestíveis 2.35 2.40 2.45 2.50 2.55 2.60 AAT AAD FS FSFCO FSFCOFP 2,569 A 2,450 B 2,572 2,467 2,489 Conversão Alimentar, Codornas 1 a 21d Rodrigues et al., 2010
  • 48.
    Influência da Nutrição Minerais •Minerais – Pesquisas concentradas em temas relevantes, mas pouco diversificado, especialmente MINERAIS – Sódio, cloro e potássio • Fácil atendimento das recomendações • Baixo custo no atendimento • PROBLEMA?? – Esses minerais controlam quase tudo no organismo da ave – Balanço eletrolítico – Absorção de nutrientes, desenvolvimento das aves
  • 49.
    Influência da Nutrição Na,Cl, K e BE vs Qualidade Lobato et al, 2009
  • 50.
    Influência da Nutrição Na,Cl, K e BE vs Qualidade Lobato et al, 2009 Os níveis de Cl não influenciam a qualidade dos ovos de codornas japonesas A proporção entre K e Na tem maior influência na UH que o Balanço Eletrolítico
  • 51.
    Influência da Nutrição BEvs Desempenho e Qualidade Ovos Moraes, 2010 PB = 20%; EM = 2701 kcal/kg; Cálcio = 3,10%; P disp. = 0,48%; Lisina = 1,07% O BE interfere no desempenho das Codornas em japonesas em fase de postura criadas durante um inverno com temperatura variando entre 11,5 e 19,2°C
  • 52.
    Influência da Nutrição BEvs Desempenho e Qualidade Ovos Moraes, 2010 PB = 20%; EM = 2701 kcal/kg; Cálcio = 3,10%; P disp. = 0,48%; Lisina = 1,07% O BE interfere na qualidade dos ovos Dietas com 196 à 286 mEq/kg proporcionam melhores resultados de desempenho e qualidade dos ovos para aves criadas em temperatura variando de 11,5 a 19,2°C
  • 53.
    Influência da Nutrição Cálciovs Qualidade dos Ovos Os níveis de Cálcio influenciaram a gravidade específica, peso e espessura da casca do ovos de codornas japonesas em postura Os níveis de Cálcio influenciaram a gravidade específica, peso e espessura da casca do ovos de codornas japonesas em postura Os níveis de Cálcio influenciaram a gravidade específica, peso e espessura da casca do ovos de codornas japonesas em postura Barreto et al., 2007 PB = 20%; EM = 2860 kcal/kg; P disp. = 0,35%
  • 54.
    PB = 20%;EM = 2860 kcal/kg; P disp. = 0,35% Influência da Nutrição Cálcio vs Qualidade dos Ovos Os níveis de Cálcio não afetaram o teor de cinzas e cálcio na casca dos ovos das codornas Os níveis de Cálcio influenciaram as cinzas na tíbia e o cálcio das tíbias Os níveis de Cálcio influenciaram as cinzas na tíbia e o cálcio das tíbias Os resultados mostram que o cálcio foi utilizado para repor as reservas deste mineral nos ossos após a formação da casca dos ovos O melhor nível de cálcio variou de 3,0 a 3,6% Recomenda-se 3,2% de Cálcio para codornas japonesas em postura, o equivalente a um consumo diário de 882 mg/ave ou 87 mg de Cálcio/g de ovo Barreto et al., 2007
  • 55.
    Influência da Nutrição Cálciovs Desempenho/Qualidade PB = 19,31%; EM = 2800kcal/kg; Lisina = 1,08% Costa, 2010
  • 56.
    Influência da Nutrição Cálciovs Desempenho/Qualidade PB = 19,31%; EM = 2800kcal/kg; Lisina = 1,08% Costa, 2010 De acordo com os resultados: 3,5% de Cálcio melhoram o desempenho das codornas japonesas em postura (45 a 57 sem)
  • 57.
    Influência da Nutrição Fósforovs Desempenho PB = 19,31%; EM = 2800kcal/kg; Lisina = 1,08% Costa, 2010 De acordo com os resultados: 0,15% de fósforo disponível melhoram o desempenho das codornas japonesas em postura (45 a 57 sem)
  • 58.
    Influência da Nutrição Cálcio& Fósforo vs Gravidade Específica • Cálcio – Proporciona a dureza da casca dos ovos • Fósforo – Proporciona a elasticidade, resistência à quebra • Qualidade da casca dos ovos – Altamente dependente da relação ótima dos dois – Possibilita ovos resistentes e duráveis
  • 59.
    Influência da Nutrição Cálcio& Fósforo vs Gravidade Específica De acordo com os resultados: Os melhores resultados para a gravidade específica são observados na dieta com: 3,5% de Cálcio 0,45% de Fósforo disponível PB = 18%; EM = 2700kcal/kg Pedroso et al., 1999
  • 60.
    Influência da Nutrição Sódiovs Qualidade Os níveis de Na influenciaram a espessura de casca e as unidades Haugh de forma quadrática Os níveis de Na influenciaram a espessura de casca e as unidades Haugh de forma quadrática Os níveis de Na influenciaram a gravidade específica dos ovos O nível de 0,281% de Na na dieta melhora a qualidade dos ovos das codornas japonesas em pico de postura Os autores concluíram que, com base no desempenho e no percentual de ovos comercializáveis, o melhor nível de Na na dieta de codornas japonesas em postura é de 0,149% Barreto et al., 2007
  • 61.
    Influência da Nutrição Sódiovs Qualidade Perazzo Costa et al., 2008 Os níveis crescentes de Na na dieta promoveu um aumento no consumo de água e melhorou o desempenho até o nível de 0,24% de Na Os autores concluíram que, para um melhor desempenho e qualidade dos ovos, as codornas japonesas necessitam de uma dieta com 0,231% de Na
  • 62.
    Influência da Nutrição Clvs Qualidade Levels of chlorine (%) PA (%) PG (%) PC (%) GE (g/mL) EC (mm) 0,08 58,0 29,2 7,8 1,1 0,466 0,16 57,0 30,3 7,8 1,1 0,489 0,24 56,8 29,6 8,0 1,1 0,492 0,32 59,4 28,1 8,0 1,1 0,493 0,40 57,0 30,1 7,7 1,1 0,485 Effect NS NS NS NS Q* CV (%) 2,71 5,40 2,19 0,08 2,77 Ramalho Lima et al, 2011 (Dados não publicados) Os níveis de Cl influenciaram apenas a espessura da casca Parameters Equation Set point R2 Skin thickness y = 0,4395 + 0,4009x - 0,7239x2 0,277 0,96 Estimativa da equação com base na espessura de casca
  • 63.
    Influência da Nutrição Kvs Qualidade Os níveis de K influenciaram todas as variáveis avaliadas no desempenho, exceto peso médio dos ovos Costa et al, 2008 O nível de 0,458% de K melhora o desempenho das codornas japonesas em postura e mantém a qualidade dos ovos produzidos
  • 64.
    Influência da Nutrição Aditivos •Podem ser de diversos tipos e funções – Aditivos nutricionais • Emulsificantes • Estabilizantes • Quelatos • Antioxidantes • Enzimas • Etc... – Aditivos diversos...
  • 65.
    Influência da Nutrição Fitasevs Aproveitamento da EM PB = 18,95%; EM = 2755kcal/kg; Lisina = 1,07% Lima et al, 2010 A FITASE melhora o aproveitamento da energia e a retenção de N da ração de codornas japonesas Recomenda-se 368 UF/kg de Fitase na dieta de codornas japonesas em postura
  • 66.
    Influência da Nutrição BioMose BioPlex vs Desempenho Tratamentos CR (g/ave) PR (%) PO (g) MO (g/ave/dia) CADZ (kg/dz.) CAMO (kg/kg) T1 – Controle 24,5 b 72,3b 12,4 9,0b 0,405 2,714 T2 – 0,05% BioMos 26,5a 79,8a 12,7 10,2a 0,399 2,628 T3 – 0,10% BioMos 25,6 ab 75,6ab 12,9 9,8ab 0,407 2,627 T4 – 0,05% BioMos + BioPlex Repro 25,7 ab 78,5ab 12,9 10,1ab 0,393 2,542 T5 – 0,10% BioMos + BioPlex Repro 25,4 ab 77,7ab 12,9 10,1ab 0,393 2,537 Média 25,5 76,8 12,8 9,8 0,399 2,609 Contrastes Controle vs tratamentos 0,0098 0,0084 0,1032 0,0026 0,2918 0,0581 Controle vs BioMos 0,0048 0,0184 0,1968 0,0090 0,7582 0,2398 0,05% BioMos vs 0,10% BioMos 0,1404 0,1363 0,5373 0,4329 0,5554 0,9619 Sem BioPlex vs Adição de BioPlex 0,1791 0,8026 0,5899 0,5624 0,1132 0,1426 CV (%) 3,47 4,81 3,82 5,37 3,88 5,31 Perazzo Costa et al, 2011 (Dados não publicados) B A A B A B A B B A A B A B A B B A A B A B A B T1 = Controle T2 = 0,05% BioMos T3 = 0,10% BioMos T4 = 0,05% BioMos + Bioplex Repro T5 = 0,10% BioMos + Bioplex Repro A utilização do BioMos e BioPlex Influencia o desempenho de codornas japonesas Os melhores resultados são 0,05% de BioMos + BioPlex Repro CR PR PO MO
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    Influência da Nutrição BioMose BioPlex vs Qualidade dos Ovos Tratamentos PA (g) PG (g) PC (g) %A (%) %G (%) %C (g) GE (g/cm3) T1 – Controle 7,17 3,75 1,02 56,9 29,9 8,1 1,0672 T2 – 0,05% BioMos 7,33 3,89 1,03 56,7 30,2 8,0 1,0717 T3 – 0,10% BioMos 7,45 4,09 1,05 56,7 31,2 8,0 1,1549 T4 – 0,05% BioMos + Bioplex Repro 7,52 3,88 1,05 57,4 29,6 8,0 1,0663 T5 – 0,10% BioMos + Bioplex Repro 7,39 4,01 1,03 56,8 30,7 8,0 1,0667 Média 7,37 3,93 1,04 56,9 30,3 8,0 1,0853 Contrastes Controle vs tratamentos 0,0985 0,1136 0,5014 0,9842 0,4776 0,2386 0,6201 Controle vs BioMos 0,5280 0,4619 0,2222 0,7360 0,9035 0,9425 0,3679 0,05% BioMos vs 0,10% BioMos 0,9812 0,2030 0,8788 0,6346 0,1318 0,7314 0,3120 Sem Bioplex vs Adição de Bioplex 0,6386 0,4559 0,8943 0,5139 0,4044 0,8981 0,2594 CV (%) 4,30 6,58 4,78 2,32 5,28 3,39 9,10 A utilização do BioMos e BioPlex Repro Não influencia a qualidade dos ovos de codornas japonesas Perazzo Costa et al, 2011 (Dados não publicados)
  • 68.
    Influência da Nutrição BioMos,BioPlex e SelPlex Tratamentos PA PG PC %A %G %C PIG GE UH EPCAS GRAV T1 – Controle 5,75 2,92ab 1,01 59,3 30,2 10,5 4,8 1,0697 71,5 0,27 1,07 T2 – Bio Mos 5,66 2,64b 0,99 60,9 28,4 10,8 4,7 1,0666 73,9 0,26 1,06 T3 – Sel Plex 5,92 2,93ab 0,99 60,1 29,8 10,1 4,4 1,0664 71,1 0,25 1,06 T4 – Bio Plex 5,64 2,76ab 0,99 60,0 29,4 10,6 4,6 1,0672 71,6 0,27 1,07 T5 – Bio Mos + Sel Plex 5,89 3,13a 1,05 58,6 31,0 10,4 4,6 1,0667 74,7 0,27 1,06 T6 – Bio Mos + Bio Plex 5,83 2,95ab 1,00 59,6 30,2 10,2 4,6 1,0668 71,6 0,27 1,06 Média 5,78 2,88 1,00 59,7 29,8 10,4 4,6 1,0672 72,4 0,26 1,06 CV (%) 6,73 8,4 6,14 3,9 6,1 6,5 4,9 0,4 4,2 6,7 0,4 A utilização do BioMos, BioPlex e SelPlex A utilização influencia apenas o peso das gemas dos ovos Perazzo Costa et al, 2011 (Dados não publicados)
  • 69.
    Influência da Nutrição Vitaminas •Vitaminas – Catalisadores orgânicos – Presentes em pequenas quantidades nos alimentos – Essenciais para o desenvolvimento normal das funções metabólicas – Importância para a fase de postura • Vitamina A • Vitamina D • Vitamina E • Vitamina C
  • 70.
    Influência da Nutrição Vitaminas •Vitamina A – Manutenção da integridade celular • Olhos • Tratos respiratório, digestório e urinário
  • 71.
    Influência da Nutrição Vitaminas •Vitamina D – Importante na formação da casca – Homeostase do Cálcio • Vitamina C – Suplementação em período de estresse por calor – Necessária para a hidroxilação do 25(OH)D3 em 1,25(OH)D3 – Ativação da Vitamina D3
  • 72.
    Influência da Nutrição Vitaminas •Vitamina E – Importante na qualidade do ovo – Antioxidante natural – Suplementação em períodos de estresse por calor melhoram a condição dos ovos – Suplementada junto com Vit C promove uma maior resistência ao estresse pelo frio das aves
  • 73.
    Influência da Nutrição VitaminaA vs Desempenho PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010
  • 74.
    Influência da Nutrição VitaminaA vs Qualidade PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010
  • 75.
    Influência da Nutrição VitaminaA vs Qualidade PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010
  • 76.
    Influência da Nutrição VitaminaA vs Qualidade A suplementação de Vitamina A na dieta de codornas japonesas não influencia o desempenho e qualidade dos ovos, exceto a concentração de Vit A nas gemas PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010
  • 77.
    Influência da Nutrição VitaminaD vs Qualidade PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010
  • 78.
    Influência da Nutrição VitaminaE vs Qualidade PB = 18%; EM = 2800kcal/kg; Cálcio=2,5%; Fósforo=0,55% Marques, 2010 A suplementação das Vitaminas A, D e E na dieta de codornas japonesas é eficaz na incorporação destas na gema dos ovos, visto que aumentaram 536,3 13,43 e 479% suas concentrações, respectivamente
  • 79.
    Exigências Nutricionais Codornas Japonesas Nutriente NRC,1994 Silva & Costa, 2009 Crescimento Postura 1-21 dias 22-42 dias 1 - 42 dias Postura 1 Postura 2 PB, % 24 20 25 22 23 20 22 EM, kcal/kg 2900 2900 2900 3050 2950 2800 2850 Cálcio, % 0,80 2,50 0,85 0,75 0,80 3,05 3,15 P disponível, % 0,30 0,35 0,32 0,30 0,31 0,28 0,30 Sódio, % 0,15 0,15 0,24 0,24 0,24 0,23 0,25 Cloro, % 0,14 0,14 0,15 0,15 0,15 0,24 0,26 Potássio, % 0,40 0,40 0,45 0,45 0,45 0,46 0,50 Magnésio, ppm 300 500 300 300 300 500 550 BE, mEq/kg 128,0 128,0 177,0 177,0 177,0 150,1 163,3 Arginina 1,25 1,26 1,16 1,05 1,11 1,26 1,38 Isoleucina 0,98 0,90 0,89 0,74 0,77 0,87 0,96 Lisina 1,30 1,00 1,19 1,05 1,10 1,03 1,05 Metionina 0,50 0,45 0,46 0,41 0,43 0,39 0,42 Metionina + Cistina 0,75 0,70 0,80 0,74 0,77 0,70 0,72 Treonina 1,02 0,74 0,87 0,82 0,86 0,67 0,73 Triptofano 0,22 0,19 0,20 0,15 0,16 0,18 0,20 Valina 0,95 0,92 0,84 0,74 0,77 0,87 0,94
  • 80.
    Considerações Finais • Diferençasanatômicas e fisiológicas das codornas • Dietas específicas ao nosso ambiente de criação • Exigências nutricionais – Manejo nutricional adequado • Mudanças climáticas e flexibilização das dietas • Avanços em pesquisas • Manutenção da sustentabilidade do ecossistema • Nutrição + Manejo = Produção de Alimento saudável
  • 81.
    Obrigado! Matheus Ramalho deLima mrlmatheus@ufersa.edu.br

Notas do Editor

  • #39 A tabela mostra as exigências obtidas no estudo, já o gráfico, o quanto, em %, cada variável estatisticamente diferente foi superior ao recomendado por NRC (1994), já que recomendam a relação de 74%.
  • #47 AAT=aminoácidos totais; AAD= aminoácidos digestíveis; FS= AAD+ farelo de Soja; FSFCO= FS + Farinha de carne e ossos; FSFCOFP= FSFCO + farinha de penas; NÃO TENHO A TABELA DAS DIETAS NO EXPERIMENTO
  • #48 AAT=aminoácidos totais; AAD= aminoácidos digestíveis; FS= AAD+ farelo de Soja; FSFCO= FS + Farinha de carne e ossos; FSFCOFP= FSFCO + farinha de penas
  • #67 NÃO TENHO AS DIETAS
  • #68 NÃO TENHO AS DIETAS
  • #69 NÃO TENHO AS DIETAS