Antônio Frederico de Castro Alves  ( Curralinho ,  14 de      março  de  1847  —  Salvador ,  6 de julho  de  1871 , com 24 anos) foi um  poeta   brasileiro .
Nasceu na fazenda Cabaceiras, a sete lagunas (42 km) da vila de Nossa Senhora da Conceição de "Curralinho", hoje  Castro Alves , Estado da  Bahia . Suas poesias mais conhecidas são marcadas pelo combate à escravidão, motivo pelo qual é conhecido como "Poeta dos Escravos".
Os poemas de castro Alves
biografia No período em que viveu (1847-1871), ainda existia a  escravidão no Brasil . O jovem baiano, simpático e gentil, apesar de possuir gosto sofisticado para roupas e de levar uma vida relativamente confortável, foi capaz de compreender as dificuldades dos negros escravizados.      Manifestou toda sua sensibilidade escrevendo versos de protesto contra a situação a qual os negros eram submetidos. Este seu estilo contestador o tornou conhecido como o “Poeta dos Escravos”.    Aos 21 anos de idade, mostrou toda sua coragem ao recitar, durante uma comemoração cívica, o  “Navio Negreiro” . A contra gosto, os fazendeiros ouviram-no clamar versos que denunciavam os maus tratos aos quais os negros eram submetidos.    Além de poesia de caráter social, este grande escritor também escreveu versos líricos-amorosos, de acordo com o estilo de Vítor Hugo. Pode-se dizer que Castro Alves foi um poeta de transição entre o  Romantismo  e o  Parnasianismo
  Castro Alves (1847 - 1871) Antônio de Castro Alves nasceu numa fazenda de Muritiba, Bahia, em 1847, e faleceu em Salvador, em 1871. Fez os estudos secundários na capital baiana e ingressou na Faculdade de Direito do Recife. Transferiu-se para São Paulo, retornando daí ao estado natal, sem que chegasse a concluir os estudos.  Sua vida triparte-se nas aventuras do amante fogoso, no sentimento da natureza brasileira e no amor das grandes causas humanas e sociais, notadamente o abolicionismo. Derivam daí as coordenadas principais do seu lirismo, impregnado de sensualidade ardente, de colorido e de arroubos épicos .
Direção JEFERSON ANDERSON RODRIGO EDUARDO

Poesia

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    Antônio Frederico deCastro Alves ( Curralinho , 14 de março de 1847 — Salvador , 6 de julho de 1871 , com 24 anos) foi um poeta brasileiro .
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    Nasceu na fazendaCabaceiras, a sete lagunas (42 km) da vila de Nossa Senhora da Conceição de "Curralinho", hoje Castro Alves , Estado da Bahia . Suas poesias mais conhecidas são marcadas pelo combate à escravidão, motivo pelo qual é conhecido como "Poeta dos Escravos".
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    Os poemas decastro Alves
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    biografia No períodoem que viveu (1847-1871), ainda existia a escravidão no Brasil . O jovem baiano, simpático e gentil, apesar de possuir gosto sofisticado para roupas e de levar uma vida relativamente confortável, foi capaz de compreender as dificuldades dos negros escravizados.   Manifestou toda sua sensibilidade escrevendo versos de protesto contra a situação a qual os negros eram submetidos. Este seu estilo contestador o tornou conhecido como o “Poeta dos Escravos”.   Aos 21 anos de idade, mostrou toda sua coragem ao recitar, durante uma comemoração cívica, o “Navio Negreiro” . A contra gosto, os fazendeiros ouviram-no clamar versos que denunciavam os maus tratos aos quais os negros eram submetidos.   Além de poesia de caráter social, este grande escritor também escreveu versos líricos-amorosos, de acordo com o estilo de Vítor Hugo. Pode-se dizer que Castro Alves foi um poeta de transição entre o Romantismo e o Parnasianismo
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      Castro Alves(1847 - 1871) Antônio de Castro Alves nasceu numa fazenda de Muritiba, Bahia, em 1847, e faleceu em Salvador, em 1871. Fez os estudos secundários na capital baiana e ingressou na Faculdade de Direito do Recife. Transferiu-se para São Paulo, retornando daí ao estado natal, sem que chegasse a concluir os estudos. Sua vida triparte-se nas aventuras do amante fogoso, no sentimento da natureza brasileira e no amor das grandes causas humanas e sociais, notadamente o abolicionismo. Derivam daí as coordenadas principais do seu lirismo, impregnado de sensualidade ardente, de colorido e de arroubos épicos .
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