O poema descreve a criação de poemas como um processo de "invenção" semelhante à criação de vasos de cerâmica pelo ceramista. O poeta "escreve por dentro" e dá forma à matéria, assim como o ceramista molda a argila. Ambos criam obras que revelam mais do que apenas o que está explícito, da mesma forma que um vaso pode guardar flores invisíveis.