O documento discute a papiloscopia forense, que trata da identificação humana por meio das impressões digitais, palmares e plantares. Apresenta os princípios da papiloscopia como variabilidade, perenidade e imutabilidade das impressões digitais. Descreve técnicas como o pó, vapor de iodo, ninidrina e nitrato de prata para revelar impressões digitais ocultas em uma cena do crime.