O documento discute a necessidade de mecanismos que ajudem pessoas físicas endividadas no Brasil. Atualmente, a única opção legal é a declaração de falência, um processo longo e radical que pode levar o devedor a ficar 20 anos sem acesso a serviços bancários. O autor defende a criação de um instrumento semelhante à recuperação judicial para empresas, que permita renegociar dívidas de forma mais amigável.