O QUE É GEOGRAFIA?
O QUE É GEOGRAFIA?
 Conhecimento científico onde reina
polêmica;
 Controvérsia sobre a matéria tratada;
 Indefinição do objeto de estudo;
 Múltiplas definições que lhe são
atribuídas;
 Estudo da superfície terrestre (muito
usada e muito vaga).
 Significado etimológico do termo:
GEO (Terra) + GRAFIA (estudo);
 Estudo geográfico, descrever todos os
fenômenos manifestados na superfície do
planeta;
 Síntese de todas as ciências;
 Formulações de Kant.
CIÊNCIAS PARA KANT
 Especulativas: apoiadas na razão;
 Empíricas: apoiadas na observação e nas
sensações;
 Duas disciplinas de síntese: Antropologia
(conhecimentos relativos ao homem) e
Geografia (síntese dos conhecimentos
sobre a natureza).
A GEOGRAFIA NA TRADIÇÃO
KANTIANA
 Ciência sintética – que trabalha com
dados de todas as demais ciências;
 Descritiva – que enumera os fenômenos
abarcados;
 Visa abranger uma visão de conjunto do
planeta.
SUPERFÍCIE TERRESTRE
 Biosfera – esfera do planeta, que apresenta
formas viventes;
 Crosta terrestre – camada inferior da
atmosfera, mais a camada inferior da
litosfera.
“ [...] a ideia de descrição da superfície Terra
alimenta a corrente majoritária do
pensamento geográfico.” (MORAES, 2007, p.
32)
LEITURA DA
PAISAGEM
 Análise geográfica restrita aos aspectos
visíveis do real;
 Objeto específico da Geografia: paisagem;
 É vista como uma associação de múltiplos
fenômenos ( o que mantém a concepção de
ciência de síntese).
APREENSÃO DA
PAISAGEM
 Morfológica – descritiva, enumera os
elementos presentes e discute as formas;
 Apresenta em sua gênese, fundamentos
oriundos da estética;
 Valorização da intuição, nos
procedimentos de análise;
 Decorrendo assim uma considerável carga
irracional no pensamento geográfico.
APREENSÃO DA
PAISAGEM
 Fisiológica – se preocuparia com a relação
entre os elementos e a dinâmica destes;
 Fundamenta-se na biologia, em particular
na ideia de organismo;
 Organismo, com funções vitais e com
elementos que interagem;
 As inter-relações entre os fenômenos
distintos que coabitam numa determinada
porção do espaço terrestre:
 Introduz a Ecologia no domínio geográfico.
GEOGRAFIA COMO
ESTUDO DA
INDIVIDUALIDADE DOS
LUGARES
 Deveria abarcar todos os fenômenos que estão
presentes numa determinada área;
 Compreender o caráter singular de cada porção
do planeta;
 Descrição exaustiva ou visão ecológica, até
encontrar um elemento de singularização;
 A individualidade do local é o que importa;
 Raízes em autores da Antiguidade Clássica:
Heródoto ou Estrabão.
DIFERENCIAÇÃO DE
ÁREAS
 Traz uma visão comparativa para o
universo da análise geográfica;
 A explicação é buscada acima (se bem que
por intermédio) dos casos singulares;
 Propõe uma perspectiva mais
generalizadora e explicativa;
 Busca as regularidades da distribuição e
das inter-relações dos fenômenos;
 É mais restritiva, em termos de
abrangência.
GEOGRAFIA COMO
ESTUDO DO ESPAÇO
 O espaço seria passível de uma abordagem
específica, a qual qualificaria a análise
geográfica;
 Pouco desenvolvida pelos geógrafos;
 Vaga e encerra aspectos problemáticos;
 O que se entende por espaço?
ESPAÇO
 O espaço concebido como uma categoria de
entendimento – além de ser destituído de
sua existência empírica, seria um dado de
toda forma de conhecimento;
 O espaço concebido como atributo dos
seres (tudo precisa ocupar um espaço para
existir), o estudo do atributo espacial de
qualquer fenômeno, assim o mesmo vai
permitir seu estudo;
 Espaço concebido como um ser específico
do real, com características e com uma
dinâmica própria;
 Poderia ser pensado como objeto da
Geografia(depois de demonstrar a
afirmação efetuada);
 A Geografia como estudo do espaço,
enfatiza a busca da lógica da distribuição
e da localização dos fenômenos ( a qual
seria a essência da dimensão espacial);
 No entanto essa Geografia que propõe a
dedução, só consegui efetivar à custa de
artifícios estatísticos e da quantificação.
GEOGRAFIA COMO O
ESTUDO DAS RELAÇÕES
ENTRE O HOMEM E O
MEIO
 Explicar o domínio entre os dois domínios da
realidade;
 Disciplina de contato entre as ciências naturais e
as humanas;
 Três visões distintas do objeto.
 Influência da natureza sobre o
desenvolvimento do homem (verdade
inquestionável) à Geografia caberia
explicar as formas e os mecanismos pelos
quais esta ação se manifesta;
 Homem como ser passivo, cuja história é
determinada pelas condições naturais;
 O limite da ação humana sempre estaria
no máximo da adaptação ao meio;
 Os fenômenos humanos seriam sempre
efeitos de causas naturais;
 Imposição da própria definição do objeto.
 O objeto seria a ação do homem na
transformação do meio;
 Peso da explicação aos fenômenos
humanos;
 Estudar como o homem se apropria dos
recursos oferecidos pela natureza e os
transforma, como resultado de sua ação.
 O objeto como a relação, dados humanos e
naturais possuindo o mesmo peso;
 O estudo buscaria compreender o
estabelecimento, a manutenção e a
ruptura do equilíbrio entre homem e
natureza;
 A concepção ecológica informaria
diretamente essa visão.
“A discussão, entre estas três visões do objeto,
expressa o mais intenso debate do pensamento
geográfico. Entretanto em qualquer uma delas
encontra-se a ideia de que a Geografia trabalha
unitariamente com os fenômenos naturais e
humanos” (MORAES, 1997, p. 35 e 36)
O POSITIVISMO COMO
FUNDAMENTO DA GEOGRAFIA
TRADICIONAL
 É no positivismo (corrente filosófica) que os
geógrafos vão buscar suas orientações gerais;
 Os postulados do positivismo (entendido com o
conjunto das correntes não-dialéticas) vão ser o
patamar sobre o qual se ergue o pensamento
geográfico tradicional, dando-lhe unidade;
 No positivismo, os estudos devem se restringir
aos aspectos visíveis do real, mensuráveis e
palpáveis;
 A indução, posta como a única via de qualquer
explicação científica.
 “ A Geografia empírica, pautada na
observação”, máxima presente em todas as
correntes da disciplina;
 O referir-se ao real é comum a todas as
ciências e não apenas um elemento específico
da Geografia;
 A descrição, a enumeração e classificação dos
fatos referentes ao espaço são momentos de
sua apreensão, e não cumprem toda a tarefa de
um trabalho científico;
 A Geografia Geral se restringiu aos
compêndios enumerativos e exaustivos.
 “ a Geografia é uma ciência de contato
entre o domínio da natureza e o da
humanidade”
 A ideia da existência de um único método
de interpretação, comum a todas as
ciências;
 O método seria originário dos estudos da
natureza, pelas quais as outras deveriam
se orientar;
 Incide na mais grave naturalização dos
fenômenos humanos;
 O homem vai aparecer como um elemento
a mais da paisagem, a Geografia vai usar
o termo população (numérico).
 “ A Geografia como ciência de síntese”
 Afã classificatório do positivismo,
hierarquizando as ciências;
 Imodéstia da Geografia, como ciência capaz de
relacionar e ordenar os conhecimentos
produzidos por todas as demais ciências;
 A ideia de ciência de síntese serviu para
encobrir a vaguidade do objeto;
 A Geografia se valeu desse atributo de ser uma
disciplina excepcional, para legitimar o estudo
geográfico com base no fundamento do não
cumpria uma exigência central: a definição do
objeto de estudo.
 Princípio da unidade terrestre- a Terra é um
todo que só pode ser compreendido numa visão
de conjunto;
 Princípio da individualidade – cada lugar tem
uma feição que lhe é própria e que não se
reproduz de modo igual em outro lugar;
 Princípio da atividade – tudo na natureza está
em constante dinamismo;
 Princípio da conexão – todos os elementos da
superfície terrestre e todos os elementos se
inter-relacionam;
 Princípio da comparação- a diversidade dos
lugares só pode ser apreendida pela
contraposição das individualidades;
 Princípio da extensão – todo fenômeno
manifesta-se numa porção variável do planeta;
 Princípio da localização – a manifestação de
todo fenômeno é passível de ser delimitada.
 As máximas e princípios veiculam formulações
gerais e vagas, permitindo que se englobem
propostas díspares e mesmo antagônicas;
 Dualismos que perpassam o pensamento
geográfico tradicional: Geografia Física –
Geografia Humana. Geografia Geral –
Geografia Regional, Geografia Sintética –
Geografia Tópica e Geografia Unitária –
geografias Especializadas;
 As máximas e os princípios vão sendo
incorporados e transmitidos, de uma forma não
crítica.
As máximas , os temários e o trabalho de pesquisa,
engendrado em anos de atividades (quase dois
séculos) acabam por constituir um temário geral ao
que se associa a desiguinação de Geografia;
Pelo temário geral da Geografia, a disciplina discute
os fatores referentes ao espaço, e mais a espaço
concreto, finito e delimitável – a superfície terrestre.
Só será geográfico um estudo que aborde a forma, ou
a formação, ou a organização, ou a organização, ou
a transformação do espaço terrestre.
“ Seria vã toda tentativa de buscar um consenso que
não fosse vago” (MORAES, 1997, p.45)
O QUE É GEOGRAFIA?
 É apenas um rótulo, referindo a um temário
geral;
 Dependerá da postura política, do engajamento
social de quem a faz;
 Pode ser de dominação ou libertação.

O que é geografia slide

  • 1.
    O QUE ÉGEOGRAFIA?
  • 2.
    O QUE ÉGEOGRAFIA?  Conhecimento científico onde reina polêmica;  Controvérsia sobre a matéria tratada;  Indefinição do objeto de estudo;  Múltiplas definições que lhe são atribuídas;  Estudo da superfície terrestre (muito usada e muito vaga).
  • 3.
     Significado etimológicodo termo: GEO (Terra) + GRAFIA (estudo);  Estudo geográfico, descrever todos os fenômenos manifestados na superfície do planeta;  Síntese de todas as ciências;  Formulações de Kant.
  • 4.
    CIÊNCIAS PARA KANT Especulativas: apoiadas na razão;  Empíricas: apoiadas na observação e nas sensações;  Duas disciplinas de síntese: Antropologia (conhecimentos relativos ao homem) e Geografia (síntese dos conhecimentos sobre a natureza).
  • 5.
    A GEOGRAFIA NATRADIÇÃO KANTIANA  Ciência sintética – que trabalha com dados de todas as demais ciências;  Descritiva – que enumera os fenômenos abarcados;  Visa abranger uma visão de conjunto do planeta.
  • 6.
    SUPERFÍCIE TERRESTRE  Biosfera– esfera do planeta, que apresenta formas viventes;  Crosta terrestre – camada inferior da atmosfera, mais a camada inferior da litosfera. “ [...] a ideia de descrição da superfície Terra alimenta a corrente majoritária do pensamento geográfico.” (MORAES, 2007, p. 32)
  • 7.
    LEITURA DA PAISAGEM  Análisegeográfica restrita aos aspectos visíveis do real;  Objeto específico da Geografia: paisagem;  É vista como uma associação de múltiplos fenômenos ( o que mantém a concepção de ciência de síntese).
  • 8.
    APREENSÃO DA PAISAGEM  Morfológica– descritiva, enumera os elementos presentes e discute as formas;  Apresenta em sua gênese, fundamentos oriundos da estética;  Valorização da intuição, nos procedimentos de análise;  Decorrendo assim uma considerável carga irracional no pensamento geográfico.
  • 9.
    APREENSÃO DA PAISAGEM  Fisiológica– se preocuparia com a relação entre os elementos e a dinâmica destes;  Fundamenta-se na biologia, em particular na ideia de organismo;  Organismo, com funções vitais e com elementos que interagem;  As inter-relações entre os fenômenos distintos que coabitam numa determinada porção do espaço terrestre:  Introduz a Ecologia no domínio geográfico.
  • 10.
    GEOGRAFIA COMO ESTUDO DA INDIVIDUALIDADEDOS LUGARES  Deveria abarcar todos os fenômenos que estão presentes numa determinada área;  Compreender o caráter singular de cada porção do planeta;  Descrição exaustiva ou visão ecológica, até encontrar um elemento de singularização;  A individualidade do local é o que importa;  Raízes em autores da Antiguidade Clássica: Heródoto ou Estrabão.
  • 11.
    DIFERENCIAÇÃO DE ÁREAS  Trazuma visão comparativa para o universo da análise geográfica;  A explicação é buscada acima (se bem que por intermédio) dos casos singulares;  Propõe uma perspectiva mais generalizadora e explicativa;  Busca as regularidades da distribuição e das inter-relações dos fenômenos;  É mais restritiva, em termos de abrangência.
  • 12.
    GEOGRAFIA COMO ESTUDO DOESPAÇO  O espaço seria passível de uma abordagem específica, a qual qualificaria a análise geográfica;  Pouco desenvolvida pelos geógrafos;  Vaga e encerra aspectos problemáticos;  O que se entende por espaço?
  • 13.
    ESPAÇO  O espaçoconcebido como uma categoria de entendimento – além de ser destituído de sua existência empírica, seria um dado de toda forma de conhecimento;  O espaço concebido como atributo dos seres (tudo precisa ocupar um espaço para existir), o estudo do atributo espacial de qualquer fenômeno, assim o mesmo vai permitir seu estudo;
  • 14.
     Espaço concebidocomo um ser específico do real, com características e com uma dinâmica própria;  Poderia ser pensado como objeto da Geografia(depois de demonstrar a afirmação efetuada);  A Geografia como estudo do espaço, enfatiza a busca da lógica da distribuição e da localização dos fenômenos ( a qual seria a essência da dimensão espacial);  No entanto essa Geografia que propõe a dedução, só consegui efetivar à custa de artifícios estatísticos e da quantificação.
  • 15.
    GEOGRAFIA COMO O ESTUDODAS RELAÇÕES ENTRE O HOMEM E O MEIO  Explicar o domínio entre os dois domínios da realidade;  Disciplina de contato entre as ciências naturais e as humanas;  Três visões distintas do objeto.
  • 16.
     Influência danatureza sobre o desenvolvimento do homem (verdade inquestionável) à Geografia caberia explicar as formas e os mecanismos pelos quais esta ação se manifesta;  Homem como ser passivo, cuja história é determinada pelas condições naturais;  O limite da ação humana sempre estaria no máximo da adaptação ao meio;  Os fenômenos humanos seriam sempre efeitos de causas naturais;  Imposição da própria definição do objeto.
  • 17.
     O objetoseria a ação do homem na transformação do meio;  Peso da explicação aos fenômenos humanos;  Estudar como o homem se apropria dos recursos oferecidos pela natureza e os transforma, como resultado de sua ação.
  • 18.
     O objetocomo a relação, dados humanos e naturais possuindo o mesmo peso;  O estudo buscaria compreender o estabelecimento, a manutenção e a ruptura do equilíbrio entre homem e natureza;  A concepção ecológica informaria diretamente essa visão. “A discussão, entre estas três visões do objeto, expressa o mais intenso debate do pensamento geográfico. Entretanto em qualquer uma delas encontra-se a ideia de que a Geografia trabalha unitariamente com os fenômenos naturais e humanos” (MORAES, 1997, p. 35 e 36)
  • 19.
    O POSITIVISMO COMO FUNDAMENTODA GEOGRAFIA TRADICIONAL  É no positivismo (corrente filosófica) que os geógrafos vão buscar suas orientações gerais;  Os postulados do positivismo (entendido com o conjunto das correntes não-dialéticas) vão ser o patamar sobre o qual se ergue o pensamento geográfico tradicional, dando-lhe unidade;  No positivismo, os estudos devem se restringir aos aspectos visíveis do real, mensuráveis e palpáveis;  A indução, posta como a única via de qualquer explicação científica.
  • 20.
     “ AGeografia empírica, pautada na observação”, máxima presente em todas as correntes da disciplina;  O referir-se ao real é comum a todas as ciências e não apenas um elemento específico da Geografia;  A descrição, a enumeração e classificação dos fatos referentes ao espaço são momentos de sua apreensão, e não cumprem toda a tarefa de um trabalho científico;  A Geografia Geral se restringiu aos compêndios enumerativos e exaustivos.
  • 21.
     “ aGeografia é uma ciência de contato entre o domínio da natureza e o da humanidade”  A ideia da existência de um único método de interpretação, comum a todas as ciências;  O método seria originário dos estudos da natureza, pelas quais as outras deveriam se orientar;  Incide na mais grave naturalização dos fenômenos humanos;  O homem vai aparecer como um elemento a mais da paisagem, a Geografia vai usar o termo população (numérico).
  • 22.
     “ AGeografia como ciência de síntese”  Afã classificatório do positivismo, hierarquizando as ciências;  Imodéstia da Geografia, como ciência capaz de relacionar e ordenar os conhecimentos produzidos por todas as demais ciências;  A ideia de ciência de síntese serviu para encobrir a vaguidade do objeto;  A Geografia se valeu desse atributo de ser uma disciplina excepcional, para legitimar o estudo geográfico com base no fundamento do não cumpria uma exigência central: a definição do objeto de estudo.
  • 23.
     Princípio daunidade terrestre- a Terra é um todo que só pode ser compreendido numa visão de conjunto;  Princípio da individualidade – cada lugar tem uma feição que lhe é própria e que não se reproduz de modo igual em outro lugar;  Princípio da atividade – tudo na natureza está em constante dinamismo;
  • 24.
     Princípio daconexão – todos os elementos da superfície terrestre e todos os elementos se inter-relacionam;  Princípio da comparação- a diversidade dos lugares só pode ser apreendida pela contraposição das individualidades;  Princípio da extensão – todo fenômeno manifesta-se numa porção variável do planeta;  Princípio da localização – a manifestação de todo fenômeno é passível de ser delimitada.
  • 25.
     As máximase princípios veiculam formulações gerais e vagas, permitindo que se englobem propostas díspares e mesmo antagônicas;  Dualismos que perpassam o pensamento geográfico tradicional: Geografia Física – Geografia Humana. Geografia Geral – Geografia Regional, Geografia Sintética – Geografia Tópica e Geografia Unitária – geografias Especializadas;  As máximas e os princípios vão sendo incorporados e transmitidos, de uma forma não crítica.
  • 26.
    As máximas ,os temários e o trabalho de pesquisa, engendrado em anos de atividades (quase dois séculos) acabam por constituir um temário geral ao que se associa a desiguinação de Geografia; Pelo temário geral da Geografia, a disciplina discute os fatores referentes ao espaço, e mais a espaço concreto, finito e delimitável – a superfície terrestre.
  • 27.
    Só será geográficoum estudo que aborde a forma, ou a formação, ou a organização, ou a organização, ou a transformação do espaço terrestre. “ Seria vã toda tentativa de buscar um consenso que não fosse vago” (MORAES, 1997, p.45)
  • 28.
    O QUE ÉGEOGRAFIA?  É apenas um rótulo, referindo a um temário geral;  Dependerá da postura política, do engajamento social de quem a faz;  Pode ser de dominação ou libertação.