O MAR
           Concurso de poesia
Escola Básica de Moure e Ribeira de Neiva
  Grupos de português do 2.º e 3.º ciclos
MAR
O Mar
O “Mar”,                              Vários descobrimentos
Uma palavra normal,                   Foram feitos a navegar,
Mas vais reparar                      Por grandes aventureiros,
Que pode ser algo fora do habitual!   Amantes do mar.

No fundo do mar,                      Por vezes, o mar
Há tanto por descobrir:               Ajuda a pensar...
Espécies por encontrar,               As suas ondas calmas,
E motivo para sorrir.                 Aliviam as nossas almas.


                                      Catarina Macedo, nº10, 7ºD
Doçura das manhãs salgadas,
Gestos e braços no azul do mar.
Sou poema líquido do infinito,
A máscara do homem polvo
que navega na brisa do mar.
Sereias navegam incessantemente sentido ao sol,
Eu sou homem, percorro as marítimas águas sem fim…

Riacho, rio, lago vêm a mim parar
Algas frias e soltas correm para mim chegar.
Sol brilha nos peixes no mar a saltar ,
Olhos postos em tudo isso
pois eu sou homem,
E chego ao infinito…


                                               Daniela Silva 9ºD nº11
MAR

É como se me prendesse,
me prendesse numa teia                 É como se o mar           Para uns é um assunto
e me fizesse escutar                   compusesse uma canção     sem nenhum rodeio.
o bater da onda e o grito da sereia.   ou como se as ondas       Para uns é lindo
                                       estivessem em invasão.    para outros feio.
É como se num pensamento                                         Para uns é um
o mar me dissesse “escuta”,            Mas pedem com o mar       copo de água cheio.
e eu escutava a onda                   que eu rime,              Para os mais apressados
e o vento em luta.                     mas não há melhor tema,   é um transporte, é um meio.
                                       tema tão sublime.         Para mim é uma dádiva
E a onda de sublime branco                                       quando veio,
como se um véu                         É com fantasia,           ou como um abrigo de um bebé
e o mar azul,                          é com segredo.            na sua mãe, no seu seio.
tão azul como o do céu.                Para uns é assim,
                                       para outos é medo.        E se canta
É como se o pôr-do-sol                                           então, que cante.
iluminasse o mar como uma tocha,                                 Para mim é só um
enquanto eu escutava                                             lugar reconfortante.
a música dos “Soja” numa rocha.
                                                                            Bruno Duarte, nº5, 8ºD
Escritores portugueses
O mar
O mar
O mar
O mar
O mar

O mar

  • 1.
    O MAR Concurso de poesia Escola Básica de Moure e Ribeira de Neiva Grupos de português do 2.º e 3.º ciclos
  • 2.
  • 3.
    O Mar O “Mar”, Vários descobrimentos Uma palavra normal, Foram feitos a navegar, Mas vais reparar Por grandes aventureiros, Que pode ser algo fora do habitual! Amantes do mar. No fundo do mar, Por vezes, o mar Há tanto por descobrir: Ajuda a pensar... Espécies por encontrar, As suas ondas calmas, E motivo para sorrir. Aliviam as nossas almas. Catarina Macedo, nº10, 7ºD
  • 4.
    Doçura das manhãssalgadas, Gestos e braços no azul do mar. Sou poema líquido do infinito, A máscara do homem polvo que navega na brisa do mar. Sereias navegam incessantemente sentido ao sol, Eu sou homem, percorro as marítimas águas sem fim… Riacho, rio, lago vêm a mim parar Algas frias e soltas correm para mim chegar. Sol brilha nos peixes no mar a saltar , Olhos postos em tudo isso pois eu sou homem, E chego ao infinito… Daniela Silva 9ºD nº11
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    MAR É como seme prendesse, me prendesse numa teia É como se o mar Para uns é um assunto e me fizesse escutar compusesse uma canção sem nenhum rodeio. o bater da onda e o grito da sereia. ou como se as ondas Para uns é lindo estivessem em invasão. para outros feio. É como se num pensamento Para uns é um o mar me dissesse “escuta”, Mas pedem com o mar copo de água cheio. e eu escutava a onda que eu rime, Para os mais apressados e o vento em luta. mas não há melhor tema, é um transporte, é um meio. tema tão sublime. Para mim é uma dádiva E a onda de sublime branco quando veio, como se um véu É com fantasia, ou como um abrigo de um bebé e o mar azul, é com segredo. na sua mãe, no seu seio. tão azul como o do céu. Para uns é assim, para outos é medo. E se canta É como se o pôr-do-sol então, que cante. iluminasse o mar como uma tocha, Para mim é só um enquanto eu escutava lugar reconfortante. a música dos “Soja” numa rocha. Bruno Duarte, nº5, 8ºD
  • 21.