O documento discute a origem e a natureza do espiritismo, afirmando que ele se fundamenta em crenças enganosas sobre a comunicação com os mortos. O autor argumenta que, de acordo com a Bíblia, os mortos estão inconscientes e aguardam a ressurreição, enquanto as manifestações espíritas são decorrentes de espíritos malignos e não de entes falecidos. Conclui-se que o espiritismo deve ser rejeitado, pois contradiz os ensinamentos bíblicos sobre a vida após a morte e a realidade da ressurreição.