O diálogo entre um pai e seu filho sobre a profissão de Deus levou o pai a argumentar que Deus era na verdade um Escritor, e não um Arquiteto, pois só um Escritor poderia conceber o mundo de forma tão complexa, com o bem e o mal coexistindo. O filho inicialmente discordou, mas acabou concordando com a lógica do pai. Ao final, o pai reflete que um mundo sem a mão de um Escritor seria como um espantalho, disseminando absurdos.