O CIDAD ÃO E O DIGITAL Associação  Portuguesa para a  Gestão  da Informação Endereço electrónico:  [email_address]   http:// www.incite.pt / Edifício M1 – INETI Estrada do Paço do Lumiar 1700 LISBOA
Sumário A INCITE e o acesso do cidadão à informação Informação de e para a Cidadania na Era Digital
DESTINATÁR IOS Fundada em 1984, como Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Informação Científica e Técnica, tomou  em 2000,  com a revis ão dos Estatutos, a designação :  Associação Portuguesa para a Gest ão da Informação Profissionais da informaç ão e documentação Trabalhadores do conhecimento ligados à informação e  comunicação Profissionais das indústrias da informação que se ocupam  das tecnologias da informação e da sua utilização Formadores, gestores, agentes económicos e decisores políticos
OBJECTIVOS ESTRAT ÉGICOS Contribuir para o desenvolvimento do estudo e investigaç ão na área da Ciência da Informação Promover os princípios, as metodologias e as ferramentas próprias da Gestão da Informação e a aplicaç ão adequada das TICs Desenvolver padr ões de excelência na criação, gestão e partilha de recursos de informação e do conhecimento Contribuir para o desenvolvimento e valorização dos profissionais ligados à área da Gestão de Informação Contribuir para a promoção do princípio de igualdade de acesso à informação e ao conhecimento indispensável ao exercício da cidadania numa sociedade democrática
INICIATIVAS mais relevantes 1998 / 2001- projecto DECIDoc  ( desenvolver as Eurocompet ências para a Informação e Document.)  com 7 parceiros europeus -financiado pelo Programa Leonardo da Vinci 2001 -  Trad. / Edição   do   Referencial das Competências dos prof. europeus de informação e documentação ( 1ª Edição ) 2002/2004 -   projecto CERTIDoc  ( Para um Sistema de Certificaç ão a Nível Europeu ) 2003, 11 Nov.-   WORKSHOP  " Referencial das Competências dos Profissionais Europeus de Informação e Documentação ” 2004,15 Nov .-  WORKSHOP  " Euro-Certificação dos Profissionais de Informação e de Documentação ”
Euro-Referencial I- D 2004 ,  Junho a Dezembro .-Tradução/ Revis ão/Edição  2005 ,  11Abril  -  apresentação pública   no  seminário  ” O Valor dos Profissionais de Informação-Documentação "  Vol I - Competências e aptidões dos profissionais europeus de I-D *  Grupo I- Informação * Grupo T - Tecnologias * Grupo C - Comunicação * Grupo M – Gestão * Grupo S - Outros saberes   Vol II - Níveis de qualificação dos profis.europeus de I-D *  Nível 1 - Assistente de informação-documentação * Nível 2 - Técnico de informação-documentação * Nível 3 - Gestor de informação-documentação * Nível 4 - Perito de informação-documentação
Destinatários do  Euro-Referencial I-D O profissional em actividade  Quem deseje mudar de emprego ou melhorar a qualificação O empregador para definir o perfil do colaborador O jovem à procura de orientação profissional  O profissional que pretenda melhorar o seu estatuto O responsável pelo ensino / formação que queira melhorar os seus programas  O profissional que deseje desenvolver as competências dos utilizadores
Actualização/Revisão do  Euro-Referencial I- D (3ª ed.) 2006 – Preparação de equipa de trabalho para integrar o o grupo euroGUIDE 2007, 15 Jun. – Reunião, na ADBS, do Grupo CERTIdoc com representantes dos países membros (12 Associações), para elaboração de Carta de Princípios ( Charter )
Actualização/Revisão do  Euro-Referencial I- D (3ª ed.) 2008 – Assinatura da Carta de Princípios pela INCITE Questionário à comunidade de prática e de docência em I-D para estudo e análise da utilização e impacto do Euro-Referencial, com vista à revisão. Troca de Informações com os congéneres europeus.
Actualização/Revisão do  Euro-Referencial I- D (3ª ed.) 2009 - Trabalhos conjuntos do Grupo EuroGuide coordenado pela ADBS para publicação do  Euro-Referencial I- D (3ª ed.) Tradução e publicação da edição portuguesa pela INCITE
Grupo Técnico Especializado 2003 Dossiê “Referencial de Formação” para saída profissional de técnicos de informação, documentação e comunicação (NIVEL III) (Disponível em  www.iefp.pt ) Manual Organizativo de Aprendizagem de 3 Itinerários de Qualificação: 2 de Técnicas de Informação, Documentação e Comunicação 1 de Técnicas de Gestão de Informação -  Com base no Referencial das Competências dos Profissionais Europeus de Informação e Documentação (1ª Edição)
Grupo Técnico Especializado 2006 Ajustes segundo o Euro Referencial I-D (2ª Edição) 2007/8 Concepção e Validação dos Instrumentos de RVCC para de Técnico de Informação, Documentação e Comunicação (NÍVEL III), para a ANQ a fim de  integrar o Catálogo Nacional de Qualifações
Marketing da Profissão  Sitio Web da INCITE Divulgação aberta de iniciativas, estudos e eventos de interesse para a comunidade I-D Ciências da Informação Sociedade da Informação Gestão da Informação Difusão Directa de Informação aos Associados e outros interessados
Informação  de e para  a Cidadania na Era Digital A Informação no Sector Público e Informação de Cidadania
Informação do sector público  Toda a informação recolhida, tratada, utilizada e detida pelo sector público, incluindo o Governo,  Vital para a concretização dos direitos de cidadania Para uma relação saudável e transparente inter-administrações, administração-empresas e administração-cidadãos
Informação do sector público O acesso a esta informação pelo cidadão é um direito constitucional (artº 267º, nº 1 e 268º, nºs 1 e 2 da Constituição) O acesso a esta informação pelas empresas é um factor crucial para a definição de estratégias e tomada de decisões para o seu desenvolvimento A melhoria do acesso à informação do sector público é a chave do reforço dos direitos de cidadania e do desenvolvimento individual e profissional
A Informação de Cidadania  O cidadão tem acesso livre, directo e gratuito  Este acesso é vital para a sua participação na sociedade e para a satisfação das suas necessidades essenciais com vista ao exercício pleno dos seus direitos democráticos Graças aos meios de comunicação electrónicos a “informação de cidadania”, é um novo “bem público” (como a educação, saúde e cultura)
CIDADANIA  E ACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL  Marcos 1993 – “Crescimento, Competitividade, Emprego – Os Desafios e as Pistas para entrar no Século XXI”  da CE 1994 Relatório Bangemann “A Europa e a sociedade global da informação”
CIDADANIA  E ACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL Objectivos principais dos Programas, Planos de Acção Projectos e Iniciativas nacionais e comunitárias: Promover uma cidadania moderna, em que as TIC são um instrumento normal de acesso à informação, à educação, ao trabalho cooperativo, e à discussão pública; Assegurar a eficiência, simplicidade e transparência da AP em todos os seus actos …
CIDADANIA  E ACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL … Mobilizar a sociedade e estimular redes de colaboração Promover a inclusão social Simplificar e melhorar a prestação de serviços públicos aos cidadãos e às empresas  Disseminar informação de interesse público generalizado UMIC
CIDADANIA  E ACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL Com o  desenvolvimento científico e tecnológico é imparável o caminho que se abre para disponibilizar aos cidadãos, aos serviços e às empresas os instrumentos necessários à construção de uma “Democracia Informada”. Mas o exercício de cidadania pressupõe uma relação de participação do cidadão na “função administrativa” e vontade de se integrar como “cidadão” nas estruturas do Estado em que vive.
CIDADANIA  E ACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL Medidas imprescindíveis directas  para reduzir  a franja populacional dos info-excluídos e combater a desigualdade de condições de acesso à informação, ao conhecimento e à cultura  mobilização dos cidadãos   para o exercício  dos Direitos Humanos, da  Democracia e da Cidadania na era digital  formação dos cidadãos  sobre os seus direitos  e deveres de cidadania, ética e TIC’s
CIDADANIA  E ACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL Medidas imprescindíveis (Cont.) apetrechamento  dos órgãos  e serviços públicos com os meios para o tratamento e acesso aberto à informação elaboração de conteúdos digitais  que proporcionem e facilitem o acesso  à informação - Administração “digital” mais próxima, útil, informativa e formativa para o cidadão.
CIDADANIA  E ACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL Às  Administrações e Governo   compete  o planeamento e a organização da transição para a Cidadania Digital A toda  a comunidade de cidadãos e empresas  (produtores, distribuidores e clientes/utilizadores )  compete  a observância de uma vivência e ética própria para a Sociedade de Informação
Para terminar O acesso ao conteúdo da informação de cidadania está inserido no conceito lato de “serviço universal” que, com o desenvolvimento da Sociedade de Informação, inclui o acesso às redes e  aos meios electrónicos  de informação e comunicação
Obrigada pela atenção Odete Santos Secretária Geral  INCITE 2008

O Cidadão e o Digital

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    O CIDAD ÃOE O DIGITAL Associação Portuguesa para a Gestão da Informação Endereço electrónico: [email_address] http:// www.incite.pt / Edifício M1 – INETI Estrada do Paço do Lumiar 1700 LISBOA
  • 2.
    Sumário A INCITEe o acesso do cidadão à informação Informação de e para a Cidadania na Era Digital
  • 3.
    DESTINATÁR IOS Fundadaem 1984, como Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Informação Científica e Técnica, tomou em 2000, com a revis ão dos Estatutos, a designação : Associação Portuguesa para a Gest ão da Informação Profissionais da informaç ão e documentação Trabalhadores do conhecimento ligados à informação e comunicação Profissionais das indústrias da informação que se ocupam das tecnologias da informação e da sua utilização Formadores, gestores, agentes económicos e decisores políticos
  • 4.
    OBJECTIVOS ESTRAT ÉGICOSContribuir para o desenvolvimento do estudo e investigaç ão na área da Ciência da Informação Promover os princípios, as metodologias e as ferramentas próprias da Gestão da Informação e a aplicaç ão adequada das TICs Desenvolver padr ões de excelência na criação, gestão e partilha de recursos de informação e do conhecimento Contribuir para o desenvolvimento e valorização dos profissionais ligados à área da Gestão de Informação Contribuir para a promoção do princípio de igualdade de acesso à informação e ao conhecimento indispensável ao exercício da cidadania numa sociedade democrática
  • 5.
    INICIATIVAS mais relevantes1998 / 2001- projecto DECIDoc ( desenvolver as Eurocompet ências para a Informação e Document.) com 7 parceiros europeus -financiado pelo Programa Leonardo da Vinci 2001 - Trad. / Edição do Referencial das Competências dos prof. europeus de informação e documentação ( 1ª Edição ) 2002/2004 - projecto CERTIDoc ( Para um Sistema de Certificaç ão a Nível Europeu ) 2003, 11 Nov.- WORKSHOP " Referencial das Competências dos Profissionais Europeus de Informação e Documentação ” 2004,15 Nov .- WORKSHOP " Euro-Certificação dos Profissionais de Informação e de Documentação ”
  • 6.
    Euro-Referencial I- D2004 , Junho a Dezembro .-Tradução/ Revis ão/Edição 2005 , 11Abril - apresentação pública no seminário ” O Valor dos Profissionais de Informação-Documentação " Vol I - Competências e aptidões dos profissionais europeus de I-D * Grupo I- Informação * Grupo T - Tecnologias * Grupo C - Comunicação * Grupo M – Gestão * Grupo S - Outros saberes Vol II - Níveis de qualificação dos profis.europeus de I-D * Nível 1 - Assistente de informação-documentação * Nível 2 - Técnico de informação-documentação * Nível 3 - Gestor de informação-documentação * Nível 4 - Perito de informação-documentação
  • 7.
    Destinatários do Euro-Referencial I-D O profissional em actividade Quem deseje mudar de emprego ou melhorar a qualificação O empregador para definir o perfil do colaborador O jovem à procura de orientação profissional O profissional que pretenda melhorar o seu estatuto O responsável pelo ensino / formação que queira melhorar os seus programas O profissional que deseje desenvolver as competências dos utilizadores
  • 8.
    Actualização/Revisão do Euro-Referencial I- D (3ª ed.) 2006 – Preparação de equipa de trabalho para integrar o o grupo euroGUIDE 2007, 15 Jun. – Reunião, na ADBS, do Grupo CERTIdoc com representantes dos países membros (12 Associações), para elaboração de Carta de Princípios ( Charter )
  • 9.
    Actualização/Revisão do Euro-Referencial I- D (3ª ed.) 2008 – Assinatura da Carta de Princípios pela INCITE Questionário à comunidade de prática e de docência em I-D para estudo e análise da utilização e impacto do Euro-Referencial, com vista à revisão. Troca de Informações com os congéneres europeus.
  • 10.
    Actualização/Revisão do Euro-Referencial I- D (3ª ed.) 2009 - Trabalhos conjuntos do Grupo EuroGuide coordenado pela ADBS para publicação do Euro-Referencial I- D (3ª ed.) Tradução e publicação da edição portuguesa pela INCITE
  • 11.
    Grupo Técnico Especializado2003 Dossiê “Referencial de Formação” para saída profissional de técnicos de informação, documentação e comunicação (NIVEL III) (Disponível em www.iefp.pt ) Manual Organizativo de Aprendizagem de 3 Itinerários de Qualificação: 2 de Técnicas de Informação, Documentação e Comunicação 1 de Técnicas de Gestão de Informação - Com base no Referencial das Competências dos Profissionais Europeus de Informação e Documentação (1ª Edição)
  • 12.
    Grupo Técnico Especializado2006 Ajustes segundo o Euro Referencial I-D (2ª Edição) 2007/8 Concepção e Validação dos Instrumentos de RVCC para de Técnico de Informação, Documentação e Comunicação (NÍVEL III), para a ANQ a fim de integrar o Catálogo Nacional de Qualifações
  • 13.
    Marketing da Profissão Sitio Web da INCITE Divulgação aberta de iniciativas, estudos e eventos de interesse para a comunidade I-D Ciências da Informação Sociedade da Informação Gestão da Informação Difusão Directa de Informação aos Associados e outros interessados
  • 14.
    Informação dee para a Cidadania na Era Digital A Informação no Sector Público e Informação de Cidadania
  • 15.
    Informação do sectorpúblico Toda a informação recolhida, tratada, utilizada e detida pelo sector público, incluindo o Governo, Vital para a concretização dos direitos de cidadania Para uma relação saudável e transparente inter-administrações, administração-empresas e administração-cidadãos
  • 16.
    Informação do sectorpúblico O acesso a esta informação pelo cidadão é um direito constitucional (artº 267º, nº 1 e 268º, nºs 1 e 2 da Constituição) O acesso a esta informação pelas empresas é um factor crucial para a definição de estratégias e tomada de decisões para o seu desenvolvimento A melhoria do acesso à informação do sector público é a chave do reforço dos direitos de cidadania e do desenvolvimento individual e profissional
  • 17.
    A Informação deCidadania O cidadão tem acesso livre, directo e gratuito Este acesso é vital para a sua participação na sociedade e para a satisfação das suas necessidades essenciais com vista ao exercício pleno dos seus direitos democráticos Graças aos meios de comunicação electrónicos a “informação de cidadania”, é um novo “bem público” (como a educação, saúde e cultura)
  • 18.
    CIDADANIA EACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL Marcos 1993 – “Crescimento, Competitividade, Emprego – Os Desafios e as Pistas para entrar no Século XXI” da CE 1994 Relatório Bangemann “A Europa e a sociedade global da informação”
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    CIDADANIA EACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL Objectivos principais dos Programas, Planos de Acção Projectos e Iniciativas nacionais e comunitárias: Promover uma cidadania moderna, em que as TIC são um instrumento normal de acesso à informação, à educação, ao trabalho cooperativo, e à discussão pública; Assegurar a eficiência, simplicidade e transparência da AP em todos os seus actos …
  • 20.
    CIDADANIA EACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL … Mobilizar a sociedade e estimular redes de colaboração Promover a inclusão social Simplificar e melhorar a prestação de serviços públicos aos cidadãos e às empresas Disseminar informação de interesse público generalizado UMIC
  • 21.
    CIDADANIA EACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL Com o desenvolvimento científico e tecnológico é imparável o caminho que se abre para disponibilizar aos cidadãos, aos serviços e às empresas os instrumentos necessários à construção de uma “Democracia Informada”. Mas o exercício de cidadania pressupõe uma relação de participação do cidadão na “função administrativa” e vontade de se integrar como “cidadão” nas estruturas do Estado em que vive.
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    CIDADANIA EACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL Medidas imprescindíveis directas para reduzir a franja populacional dos info-excluídos e combater a desigualdade de condições de acesso à informação, ao conhecimento e à cultura mobilização dos cidadãos para o exercício dos Direitos Humanos, da Democracia e da Cidadania na era digital formação dos cidadãos sobre os seus direitos e deveres de cidadania, ética e TIC’s
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    CIDADANIA EACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL Medidas imprescindíveis (Cont.) apetrechamento dos órgãos e serviços públicos com os meios para o tratamento e acesso aberto à informação elaboração de conteúdos digitais que proporcionem e facilitem o acesso à informação - Administração “digital” mais próxima, útil, informativa e formativa para o cidadão.
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    CIDADANIA EACESSO À INFORMAÇÃO DIGITAL Às Administrações e Governo compete o planeamento e a organização da transição para a Cidadania Digital A toda a comunidade de cidadãos e empresas (produtores, distribuidores e clientes/utilizadores ) compete a observância de uma vivência e ética própria para a Sociedade de Informação
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    Para terminar Oacesso ao conteúdo da informação de cidadania está inserido no conceito lato de “serviço universal” que, com o desenvolvimento da Sociedade de Informação, inclui o acesso às redes e aos meios electrónicos de informação e comunicação
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    Obrigada pela atençãoOdete Santos Secretária Geral INCITE 2008