O Brasil enfrenta desafios significativos de governabilidade sob a presidência de Dilma Roussef, já que 60% dos eleitores não a escolheram, e a oposição da burguesia e de setores da pequena burguesia aumenta devido à estagnação econômica. A dependência do apoio do lumpemproletariado e do proletariado pode não ser suficiente se a inflação e o desemprego continuarem a crescer, comprometendo a redistribuição de renda. A ingovernabilidade pode surgir como resultado da incapacidade do governo de equilibrar os interesses das classes sociais em um país dividido.