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Eu, você, nós
Em 08 de junho de 2013
Nós somos as pessoas comuns
Nós somos as pessoas comuns
Nós não somos os anônimos. Somos aqueles que
têm muitos nomes.
E temos nossos próprios rostos.
Não somos mais um indivíduo numa massa
uniforme de mascarados com a mesma máscara.
Não queremos ser mais uma parte em qualquer
coletivo: queremos ser o todo naquela parte que
somos porque cada um de nós é unique.
Não queremos substituir o velho mundo por outro
que também seja único.
Sabemos que muitos mundos são possíveis, desde
que consigamos construí-los em nossa
convivência.
Nós somos as pessoas comuns
Somos muitos, sim, mas um-a-um: nada de
rebanho, nada de seguimento de lideranças, nada
de caminhos pré-traçados para um porvir radiante,
nada de revoluções épicas, nada de
transformações cósmicas capazes de produzir um
novo céu e uma nova terra.
O novo céu será a composição fractal de muitas
terras, de muitas redes tecidas por nós:
liricamente!
Nós somos as pessoas comuns
Nós somos os que desobedecem, no dia a dia, nos
pequenos gestos, salvando os mundos em que
interagimos um instante de cada vez e não em
formidáveis batalhas episódicas.
Nós não achamos que todo mal que nos assola
será redimido quando vencermos algum grande
inimigo.
Sabemos que o único inimigo que existe é aquele
que constrói inimigos para lutar contra eles.
Nós somos as pessoas comuns
Não somos nem queremos ser heróis ou santos,
que fugiram da humanidade porque não se
achavam bons o bastante.
Heroísmo ou santidade não convêm a seres
humanos.
Nós somos as pessoas comuns
Não temos mais raízes: temos antenas.
Não pertencemos a grupos e não erigimos
organizações, não construímos diques e não
lançamos âncoras para nos proteger da correnteza,
para escapar do fluxo caudaloso...
Não temos medo do abismo da interação.
Quando o abismo nos olha, pulamos nele.
Nós somos as pessoas comuns
Nós somos as pessoas comuns.

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  • 1. Eu, você, nós Em 08 de junho de 2013 Nós somos as pessoas comuns
  • 2. Nós somos as pessoas comuns Nós não somos os anônimos. Somos aqueles que têm muitos nomes. E temos nossos próprios rostos. Não somos mais um indivíduo numa massa uniforme de mascarados com a mesma máscara. Não queremos ser mais uma parte em qualquer coletivo: queremos ser o todo naquela parte que somos porque cada um de nós é unique.
  • 3. Não queremos substituir o velho mundo por outro que também seja único. Sabemos que muitos mundos são possíveis, desde que consigamos construí-los em nossa convivência. Nós somos as pessoas comuns
  • 4. Somos muitos, sim, mas um-a-um: nada de rebanho, nada de seguimento de lideranças, nada de caminhos pré-traçados para um porvir radiante, nada de revoluções épicas, nada de transformações cósmicas capazes de produzir um novo céu e uma nova terra. O novo céu será a composição fractal de muitas terras, de muitas redes tecidas por nós: liricamente! Nós somos as pessoas comuns
  • 5. Nós somos os que desobedecem, no dia a dia, nos pequenos gestos, salvando os mundos em que interagimos um instante de cada vez e não em formidáveis batalhas episódicas. Nós não achamos que todo mal que nos assola será redimido quando vencermos algum grande inimigo. Sabemos que o único inimigo que existe é aquele que constrói inimigos para lutar contra eles. Nós somos as pessoas comuns
  • 6. Não somos nem queremos ser heróis ou santos, que fugiram da humanidade porque não se achavam bons o bastante. Heroísmo ou santidade não convêm a seres humanos. Nós somos as pessoas comuns
  • 7. Não temos mais raízes: temos antenas. Não pertencemos a grupos e não erigimos organizações, não construímos diques e não lançamos âncoras para nos proteger da correnteza, para escapar do fluxo caudaloso... Não temos medo do abismo da interação. Quando o abismo nos olha, pulamos nele. Nós somos as pessoas comuns
  • 8. Nós somos as pessoas comuns.