O documento relata que novos diálogos entre membros da força-tarefa da Lava Jato corroboram a prática de lavrar "depoimentos" que na verdade não ocorreram. Os diálogos mostram que um "depoimento" mencionado anteriormente não foi de fato tomado pela delegada Érika Marena, e sim consistiu na impressão de "termos prontos" sem o depoente ser ouvido. Além disso, os procuradores reconheceram a necessidade de "proteger" a delegada Érika devido a essa situação, e o ex-