Mundo de provas e expiações
Boa noite queridos irmãos, mais uma vez é um grande prazer voltar aqui.
As imagens que estão sendo exibidas não fazem parte de nenhum arquivo da 2ª
Guerra ou de qualquer outro campo de concentração, não, trata-se de imagens captadas
por lentes de fotógrafos brasileiros em diversas épocas retratando o horror vivido por
centenas de pessoas nos hospícios brasileiros e mais precisamente em Barbacena, isto
mesmo aqui pertinho de nós em solo mineiro. Presume-se que pelo menos 60 mil
pessoas morreram entre os murros do Colônia. Eram todos loucos? Não. Muitos não
tinham diagnósticos de doença mental. Cerca de 70 % eram epiléticos, alcoólatras,
homossexuais, prostitutas, mulheres solteiras grávidas, meninas violentadas e grávidas
dos patrões, pessoas que haviam se rebelado contra uma situação ou que se tornava
incomoda para alguém.
Chegando no Colônia, a pessoa perdia sua identidade, ganhava um apelido era
mais um número no meio dos outros, manter a sanidade era difícil, muitos
tentavam manter a sanidade, mas eram consideradas rebeldes e para amansar
eram submetidas a sessões de eletrochoques. O que aliás era muito comum e
feito sem nenhum critério e por qualquer pessoa. Uma das funcionárias ,
Francisca Moreira dos Reis , decidiu passar p
Hoje nós vamos falar a respeito dos mundos de provas e expiações. Jesus no Evangelho
de João (14; 1-3) nos diz: “Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assimnão fosse,
já Eu vo-lo teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar. Depois que me tenha ido e
que vos houver preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, a fim de que onde
Eu estiver, também vós aí estejais. (João, 14:1 a 3). Nesta fala de Jesus ele nos dá
esperança e a certeza de que não estamos sozinhos.

Mundo de provas e expiações

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    Mundo de provase expiações Boa noite queridos irmãos, mais uma vez é um grande prazer voltar aqui. As imagens que estão sendo exibidas não fazem parte de nenhum arquivo da 2ª Guerra ou de qualquer outro campo de concentração, não, trata-se de imagens captadas por lentes de fotógrafos brasileiros em diversas épocas retratando o horror vivido por centenas de pessoas nos hospícios brasileiros e mais precisamente em Barbacena, isto mesmo aqui pertinho de nós em solo mineiro. Presume-se que pelo menos 60 mil pessoas morreram entre os murros do Colônia. Eram todos loucos? Não. Muitos não tinham diagnósticos de doença mental. Cerca de 70 % eram epiléticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, mulheres solteiras grávidas, meninas violentadas e grávidas dos patrões, pessoas que haviam se rebelado contra uma situação ou que se tornava incomoda para alguém. Chegando no Colônia, a pessoa perdia sua identidade, ganhava um apelido era mais um número no meio dos outros, manter a sanidade era difícil, muitos tentavam manter a sanidade, mas eram consideradas rebeldes e para amansar eram submetidas a sessões de eletrochoques. O que aliás era muito comum e feito sem nenhum critério e por qualquer pessoa. Uma das funcionárias , Francisca Moreira dos Reis , decidiu passar p Hoje nós vamos falar a respeito dos mundos de provas e expiações. Jesus no Evangelho de João (14; 1-3) nos diz: “Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assimnão fosse, já Eu vo-lo teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar. Depois que me tenha ido e que vos houver preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, a fim de que onde Eu estiver, também vós aí estejais. (João, 14:1 a 3). Nesta fala de Jesus ele nos dá esperança e a certeza de que não estamos sozinhos.