O documento analisa a crescente mortalidade de motociclistas nas ruas do Rio de Janeiro, destacando que, entre 1997 e 2009, a taxa de mortalidade entre motociclistas e pedestres é alarmante. Apresenta dados sobre lesões, complicações e a falta do uso de capacetes que contribuem para os óbitos, assim como a desigualdade na ocupação do espaço urbano, onde motociclistas enfrentam maior risco. A pesquisa enfatiza que a infraestrutura e a conscientização são cruciais para mitigar os acidentes e suas consequências.