PROGRAMA DA DISCIPLINA
NOFINAL DA AULA O ESTUDANTE SERÁ CAPAZ DE:
• GERAL: conhecer os métodos usados e técnicas usadas na citologia.
• ESPECÍFICOS
a) Analisar a célula como unidade estrutural, funcional e de origem dos seres
vivos, destacando o plano unificado de organização molecular.
b)Desenvolver habilidades de observação e descrição de fenómenos biológicos através
de modelos teóricos e experimentais.
c)Interpretar os resultados experimentais e da ciência com um censo crítico e
compreender os princípios da hereditariedade.
A história damicroscopia é muito antiga, voltando até o início do século 17,
quando a palavra “microscópio” foi usada pela primeira vez. Essa palavra tem
origem do grego, da junção de mikros (pequeno) e skopein (examinar).
De maneira simples, a principal função de qualquer microscópio é tornar
visível ao olho nu o que for muito pequeno para tal. A microscopia, por sua
vez, é o uso interpretativo do microscópio.
A magnificação de um microscópio é o grau de aumento da imagem obtida
em comparação com o objeto analisado, enquanto seu poder de resolução é
definido como a menor distância entre dois pontos, os quais podem ser
diferenciados na amostra em análise.
INTRODUÇÃO
7.
• As célulassão as unidades morfológicas e fisiológicas de todos os
organismos vivos;
• As propriedades de um dado organismo dependem daquelas de cada
uma de suas células;
• As células originam-se somente de outras células, das quais herdam
suas características;
• A menor unidade da vida é a célula.
TEORIA CELULAR
• Quando osraios de luz passam através da amostra, muitos sofrem
refração, promovendo um espalhamento. A luz refratada de
ponto próximos sofrerão interações positivas e negativas,
gerando regiões de alta e baixa luminosidade.
MAGNIFICAÇÃO DA IMAGEM
10.
• A capacidadeque uma lente possui de distinhuir dos pontos
(resolução) é dada por sua capacidade de captar raios refratados.
Quando mais raios uma lente captar, maior será sua abertura
numérica e consequentemente resolução.
RESOLUÇÃO
11.
• A resoluçãoé a capacidade de distinguir dois pontos próximos. A
resolução máxima de nossos olhos fica em torno de 200 µm (0,2
mm). O que quer dizer que dois pontos separados por uma
distância menor que são observados por um único ponto.
• A resolução é definida pela OBJECTIVA, sendo que cada uma
apresenta resolução especifica. Os demais elementos ópticos
do microscópio são importantes e podem até actuar
corrigindo ou modificando o padrão de luz, mas, de facto,
servem mesmo para ampliar e manter a qualidade da imagem
gerada pelas objectivas.
AUMENTO X RESOLUÇÃO
12.
• Entende-se porlente um dispositivo habitualmente feito de vidro,
capaz de produzir convergência de raios luminosos que por ele
passem. As objectivas modernas, na verdade, são compostas por
vários desses elementos. Existem objectivas de diversas
especificações e, portanto, destinadas a aplicações e aplicações
mais gerais ou mais especificas.
OBJECTIVAS
13.
Microscópia de luz
•Utilização de iluminação
• composto por doi jogos de lentes
• potencial limitado até 1500
vezes
Microscópia Eletrônica
• Utilização de feixes de elétrons
• Observação mais nítida.
CLASSIFICAÇÃO DOS MÉTODOS DE
ESTUDO DA CÉLULA
• Campo escuro e Claro
• Contraste de fases e interferencial
• Polarização
• confocal a lazer
• Fluorescência
• Transmissão
• alta voltagem
• Varredura
15.
ETAPAS DA PREPARAÇÃODA LÂMINA
1. Fixação
O material é tratado com substâncias químicas, como formol, álcool ou
ácido acético, para matar as células e conservar a estrutura. Inibir a
degeneração dos tecidos. Fixadores: Formol, álcool absoluto.
2. Inclusão
Mergulho do material em solvente de parafina para im-
pregná- lo com a mesma.
3. Corte
Corte do bloco de parafina com o material biológico no
micrótomo
4. Coloração
Utilização de co- rantes seletivos, para evidênciar
substâncias ou estruturas
5. Lavagem
Retirada do exces-
so de corante. Banho com água e álcool.
16.
MICROSCÓPIA DE CONTRASTEDE FASE
🞄 Para a observação de amostras muito
finas que não podem ser coradas, deve-se
utilizar técnicas microscópicas de alto
contraste. A microscopia de contraste de
fase e baseia no atraso que raios
difratados apresentam em relação a raios
não difratados.
17.
MICROSCÓPIA DE CONTRASTEDIFERENCIAL
🞄 Em uma amostra, diferenças de composição e
espessura entre regiões geram índices de
refração ligeiramente diferentes. O contrate de
Nomarski consiste na utilização de um
analisador, semelhante ao da microscópia de
polarização, que seleciona a luz em uma única
direcção.
🞄 Em seguida, a luz é dividida em dois feixes
ligeiramente afastados por um prisma. Depois
de interagir com a amostra, esses feixes são
reunidos por um segundo prisma e, em
seguida, passam por um analisador que
seleciona os feixes que sofreram mudança de
angulação.
18.
MICROSCÓPIA DE POLARIZAÇÃO
🞄O microscópio de polarização possui um
funcionamento semelhante ao campo claro.
São adicionados apenas um plano cristal
polariador, que selecionará apenas um plano
incidente, e um cristal analisador, que irá
bloquear a passagem da luz incidente que
não sofreu desvios e selecionar apenas a luz
que foi desviada por uma substância
aniotrópica.
19.
MICROSCÓPIA DE POLARIZAÇÃO
🞄Aplicações
A microscopia de polarização é muito utilizada em geologia e petrografia
para estudar minerais e rochas. Também é usada em biologia, medicina, química,
metalografia e ciência dos materiais.
🞄 Informações obtidas
A microscopia de polarização permite obter informações sobre a
composição, estrutura, absorção de cor, refração da luz e outras propriedades dos
materiais.
🞄 Amostras analisadas
Podem ser analisadas amostras de minerais
20.
FLUORESCÈNCIA
🞄 A amostramarcada recebe um feixe de luz de excitação, e a
amotra é dectada. Trazem informação biologicas que só
seriam possiveis com radiação.
21.
FLUORESCÈNCIA
A fluorescência temvárias aplicações, como:
🞄 Sinalização de trânsito: placas que se iluminam
quando os faróis do carro se aproximam
Análise de composição de produtos: a luz
fluorescente emitida por um produto ao ser
iluminado com raios X ou radiação ultravioleta é
caracterizada por um espectro de comprimento
de onda específico para cada molécula
🞄
🞄
🞄 Fluorescência de raios X: técnica não destrutiva
que permite identificar a composição e
concentração de elementos em uma amostra
22.
MICROSCOPIA CONFOCAL
🞄 Namicroscópia confocal, o
microscópio gera “planosópticos” ao
longo da espessura da
amostra, gerando uma imagem tri-
dimensional de maior resolução.
23.
MICROSCOPIA CONFOCAL
A microscopiaconfocal funciona da seguinte forma:
🞄 O microscópio utiliza um sistema óptico complexo para focar em um plano específico da
amostra
🞄 Um sistema de pinhole rejeita a luz fora de foco, resultando em imagens mais nítidas
🞄 A amostra emite fluorescência após ser excitada pelo laser
🞄 Os detectores leem a fluorescência emitida
🞄 As imagens são combinadas para formar uma reconstrução tridimensional
🞄 A microscopia confocal foi inventada nos anos 1950 e é uma ferramenta essencial em
diversas áreas de pesquisa.
24.
MICROSCÓPIA ELETRÔNICA
🞄 Emprincípio similar ao
microscópio de luz. Mais utiliza feixes
de elétrons no lugar do feixe de luz. A
amostra é analisada no vácuo. O
contraste é dado por tratamento da
amostra com metais pesados
eletrondensos.
🞄 Ambo utilizam feixes de elétrons por bobinas eletromagnéticas no
lugar da luz/lentes.
DE TRANSMISSÃO DE VARREDURA
🞄 A amotra após ser recoberta com metal
pesado, é varrida por um feixe de elétrons.
Um detector recebe os elétrons após
interação com a amotra e gera imagens
tridimensionais de amostras com tamanhos
manométricos.
25.
MICROSCÓPIA ELETRÔNICA DETRANSMISSÃO
🞄 Os feixes de elétron podem ser controlados por
campos magnéticos gerados por bobinas elétrica
🞄
assim como os raios da luz o são pelas lentes de vidro.
Os elétrons são liberados por um filamento metálico e
submetidos a voltagem, acelarados, criando um feixe.
🞄 A microscopia eletrônica de transmissão
(MET) é uma técnica que permite a formação de
imagens de alta resolução de uma amostra, através
da interação de um feixe de elétrons de alta
voltagem com a amostra:
🞄 A amostra deve ser uma camada fina e transparente
ao feixe de elétrons
🞄 O feixe de elétrons é gerado por um gerador de alta
tensão, que o converte em um feixe fino através de
uma lente eletromagnética
🞄 O feixe de elétrons atravessa a amostra e atinge uma
tela fluorescente na parte inferior do equipamento
A imagem da amostra é formada na tela em diferentes
tons, de acordo com a densidade, espessura e difração
da amostra
26.
MICROSCÓPIA ELETRÔNICA DEVARREDURA
🞄 Na MEV os elétrons não passam através da amostra.
O feixe de elétrons é movido ao longo (varredura) da
amotra. E reflete ou emite elétrons. Estes elétrons
são capturados por um detector e amplificados para
projeção em um monitor.
🞄 A microscopia de varredura, também conhecida
como Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), é
uma técnica que permite obter imagens de alta
resolução da superfície de amostras.
🞄
O MEV funciona da seguinte forma:
🞄 A amostra é colocada numa câmara de vácuo;
🞄 Um feixe de elétrons é direcionado para a amostra;
🞄 Os elétrons interagem com a amostra, gerando sinais
que são detectados por um detector;
Os sinais gerados são utilizados para produzir uma
imagem em 3D da amostra.
27.
CONCLUSÃO
A microscopia ópticae eletrônica são ferramentas essenciais para a biologia, pois permitem a
obtenção de imagens detalhadas de amostras biológicas, o que possibilita o estudo de células
e microrganismos.
A microscopia revolucionou o conhecimento científico, permitindo a exploração de áreas até
então desconhecidas. A sua influência na biologia é evidente, pois:
1. Possibilitou o estudo dos microrganismos, refutando a teoria da abiogênese
2. Permitiu a identificação de estruturas celulares
3. Contribuiu para o desenvolvimento da Biologia Celular
4. É utilizada na medicina para diagnosticar doenças, permitindo a visualização de células
cancerígenas, bactérias e vírus
28.
1. faça oresumo detalha do artigo sobre microscópia de luz e eletrônica.
Resumo
TAREFA