O documento discute os desafios financeiros enfrentados pelas organizações filantrópicas de saúde na Bahia, como o subfinanciamento pelo SUS e a dificuldade em captar recursos para manter serviços, estruturas e acervos históricos. Apresenta dados sobre a realização de cirurgias pelo setor e o déficit causado pelos valores reembolsados pelo SUS. Pede dicas sobre como essas organizações, principalmente as de menor porte e em regiões mais pobres, podem captar fundos para se manterem.