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TÉCNICO DE TURISMO AMBIENTAL E
RURAL
Turismo: evolução, conceitos e classificações
OBJECTIVOS
 Descrever a evolução de turismo.
 Definir os conceitos fundamentais do turismo.
 Identificar as diferentes classificações do turismo.
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CONTEÚDOS
Conceito de lazer, recreio e turismo
 Classificação do sujeito turístico
 Evolução do Turismo e suas
caraterísticas
 Perspetivas de evolução do turismo
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TURISMO, LAZER E RECREIO
 Lazer
 Corresponde ao tempo realmente livre
 Recreio
 Conjunto de atividades exercidas durante o tempo livre
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LAZER
 “Atividade à qual as pessoas se entregam
livremente, fora das necessidades e obrigações
profissionais, familiares e sociais, para descontrair,
divertir, aumentar os seus conhecimentos e a sua
espontânea participação social, livre exercício e
capacidade criativa”. Segundo Dumazdier (citado em Cunha,
2007)
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RECREIO
 O recreio, por sua vez, pode entender-se como
sendo o conjunto das ações e atividades que as
pessoas desenvolvem livremente, de forma positiva
e agradável durante o lazer, incluindo as
participações ativas e passivas em desporto,
cultura, educação informal, entretenimento,
diversão e visitas.
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TURISMO
 Turismo: “Deslocação temporária e de curta duração de pessoas para
locais fora do seu local de residência, bem como as suas atividades
durante a sua estadia nesses mesmos locais” (BurKitt e Mendley,
Tourism, Past, Present & Future, Heineman, 1974).
 Dá-se o nome de turismo ao conjunto de atividades realizadas pelos
indivíduos durante as suas viagens e estadias em lugares diferentes
daqueles do seu ambiente habitual por um período de tempo
consecutivo inferior a um ano. Geralmente, a atividade turística é
realizada com fins de lazer, embora também exista o turismo por razões
de negócios (mais conhecido por viagens de negócios) e outros motivos.
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TURISTA
 Indivíduo ou grupo de indivíduos que
se deslocam para fora do seu lugar
de origem (morada) para realizar
uma viagem superior a 24h,
usufruindo das infraestruturas do
local visitado, sem fixar residência
ou renda, motivados por situações
diversas (lazer, descanso, eventos,
atividades culturais, desportivas,
entre outras).
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 Viajante – qualquer pessoa que viaje entre dois ou
mais países e entre duas ou mais localidades no
seu país de residência habitual
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Visitante
Viajante
relacionado
com turismo
Trabalhadores de fronteira
Imigrantes temporários e permanentes
Nómadas
Refugiados
Membros da força armada
Corpo consular
Diplomatas
Outros
Turista Excursionista
TURISMO
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EVOLUÇÃO
 O anseio pelas viagens, o desejo de conhecer
outros povos e estabelecer relações com outras
civilizações foi sempre uma constante na história
do Homem. Por diversas razões, religiosas,
comerciais, políticas, de expansão territorial ou por
simples curiosidade, a história do homem está
profundamente ligada às deslocações e às
viagens.
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 A história das viagens confunde-se com a própria
história da humanidade, pois as deslocações
sempre acompanharam o desenvolvimento
humano. O homem pré-histórico deslocava-se em
busca de alimentos e proteção, respondendo ao
instinto natural de sobrevivência e de defesa.
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 Mas na Antiguidade Clássica o maior destaque
deve ser dado para a Grécia e Roma, pelo conjunto
de fatores importantes e pelo grande papel que
esses dois povos tiveram na organização das
viagens e dos meios de transportes. Numa visão
planeada foram construídas obras viárias de
infraestrutura que até hoje permanecem desafiando
o tempo. São estradas, pontes, viadutos que
permitiram deslocamentos cada vez mais longos.
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 De acordo com as caraterísticas da evolução
registada ao longo dos tempos podemos identificar
três épocas históricas do turismo:
 idade clássica
 idade moderna
 idade contemporânea
 Nota: Estas datas não coincidem com as idades
históricas do mesmo nome.
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Idade Clássica Idade Moderna Idade Contemporânea
Séc. XVIII
Primórdios da
civilização ao
séc. XVIII
Séc. XIX
Antiguidade e
Idade Média
Séc. XX
COMO EVOLUIU A DEFINIÇÃO DE TURISMO?
“teoria e a prática de viajar por prazer”
1881 – Dicionário inglês Oxford
“conceito que compreende todos os processos, especialmente económicos,
que se manifestam na afluência, permanência e regresso do turista,
dentro e fora de um determinado território”
1911 – Herman von Schullern zu Schattenhofen
“superação do espaço por pessoas que afluem a um lugar onde não
possuem residência fixa”
1929 – Robert Glucksmann
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 “movimento de pessoas que abandonam temporariamente o lugar da
sua residência permanente por qualquer motivo relacionado com o
espírito, o seu corpo ou a sua profissão”
1929 – Schwink
 “conjunto de viagens cujo o objectivo é o prazer, motivos comerciais ou
profissionais, e durante os quais a ausência da residência habitual é
temporária”
1930 – Artur Bormann
 “tráfego de viajantes de luxo que visitam lugares fora de residência fixa
e procuram apenas a satisfação de uma necessidade de luxo”
1930 – Josef Stradner 17
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 “tráfego de pessoas que se afastam temporariamente
do seu lugar fixo de residência para outro lugar com o
objetivo de satisfazer as suas necessidades vitais e de
cultura ou para levar a cabo desejos de diversa índole,
unicamente como consumidores de bens económicos e
culturais”
1930 – Morgenroth
 Nota: “quem interpreta o turismo como um problema de
transporte confunde-o com o tráfego de turistas. O
tráfego de viajantes conduz ao turismo, mas não é
turismo”
 “soma das relações existentes entre pessoas que se
encontram passageiramente num local de estadia e os
seus habitantes”
1935 – Glucksmann
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 … em 1937 o Comité de estatística da Liga
das Nações propôs a seguinte definição:
 “viagem durante 24 horas ou mais por qualquer país que não aquele da
sua residência habitual”
 … por isso, turistas eram aqueles que:
– Efetuavam uma viagem por razões de prazer, família, saúde
– Por razões de trabalho (cientifico, religioso, desportivo, …)
– Por razões de negócios
– Os visitantes dos cruzeiros marítimos (inclusive os com estadia < 24h)
 … não são turistas aqueles que:
– Fazem viagens no país de residência habitual
– Vão ocupar um emprego ou atividade profissional no país
– Fixar residência
– Estudantes
– Vivem na fronteira
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 1942 - “soma de fenómenos e relações que surgem das viagens e da
permanência de não residentes, desde que não estejam ligados a uma
atividade remunerada” - Krapf
 … em 1945 a ONU adotou a seguinte definição:
 “viagem superior a 24 horas e até 1 ano, por qualquer país que não
aquele da sua residência habitual”
 Nestas primeiras definições, enquanto o turismo não é um
movimento de massas, privilegiou-se o tráfego, pela importância
que se dava à supressão das distâncias (turismo é um privilegio
apenas para quem consegue pagar os elevados custos de transporte).
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EVOLUÇÃO DO CONCEITO - TURISTA
 Na segunda metade do século XVIII, passou a ser normal os
jovens aristocratas ingleses fazerem uma viagem a que se
chamou a Grand Tour, uma viagem de aproximadamente três
anos pelo continente europeu com fins educativos.
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 Desta viagem nasce o termo touriste designando as
pessoas que faziam a Tour, introduzido em França por
Stendhal nas suas “Mèmoires d’un Touriste”.
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 Muitas outras línguas adotaram posteriormente as
palavras francesas tourisme e touriste com o
sentido restrito de viagem feita sem fim lucrativo,
por distração, repouso ou satisfação da curiosidade
de conhecer outros locais e outras pessoas,
embora a viagem não fosse encarada como um
mero capricho, mas antes uma forma de
aprendizagem ou um meio complementar de
educação.
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 De acordo com o conteúdo inicial da expressão, os
doentes de uma estância termal, os comerciantes que
visitam uma feira ou uma exposição, ou os crentes que
se deslocam à Terra Santa, entre outros, não são
turistas.
 No entanto, todos eles ao deslocarem-se para fora da
sua residência habitual utilizam os mesmos meios, que
aqueles que viajam por puro prazer. A única diferença
existente entre ambos é a motivação que originou a
viagem, porém os efeitos sociais e económicos são
idênticos. 24
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 Existem quatro elementos que têm de se ter em
conta naquela que é a definição moderna do termo
turista:
 Deslocação
 Residência
 Duração da permanência
 Remuneração
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INTERVENIENTES DO TURISMO
 Turista: Visitante que permanece, pelo menos, uma noite
no local visitado, ou que passam a noite fora do seu local
de residência por um período igual ou superior a 24
horas. Pode ser nacional ou internacional.
 Visitante: Toda a pessoa que se desloca para fora do seu
lugar habitual de residência com um objetivo que não seja
o de realizar uma atividade remunerada. Pode ser
nacional ou Internacional.
 Excursionista (visitante de um dia): Todo o visitante
que não pernoita no local visitado isto é, num alojamento
coletivo ou privado 26
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CLASSIFICAÇÃO DO TURISMO: CRITÉRIOS
 Segundo a origem dos visitantes:
 Turismo doméstico ou interno: resulta das deslocações
dos residentes de um país, quer tenham a
nacionalidade ou não desse país, viajando apenas
dentro do próprio país isto é, realizado dentro das
fronteiras de um país;
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 Turismo recetor (inbound tourism): abrange as
visitas a um país por não residentes.
 Turismo emissor (outbound tourism): resulta das
visitas de residentes de um país a outro ou outros
países.
 Turismo interior: abrange o turismo realizado dentro
das fronteiras de um país e compreende o turismo
doméstico e o recetor. 28
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2015
 Turismo nacional: refere-se aos movimentos dos
residentes de um dado país e compreende o
turismo doméstico e emissor.
 Turismo Internacional: abrange unicamente as
deslocações que obrigam atravessar uma fronteira,
consiste no turismo recetor adicionado do emissor.
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 Segundo a duração da permanência
 Turismo de Passagem: realizado apenas pelo período de
tempo necessário para se alcançar uma outra localidade ou
país, objetivo da viagem. Estadia curta (n.º reduzido de
noites);
 Turismo de Permanência: efetuado numa localidade ou
num país, objetivo da viagem, por um período de tempo
variável que, porém, exigirá, pelo menos uma dormida.
Estadia com maior duração. 30
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2015
 Segundo as repercussões na balança de
pagamentos
 As entradas de visitantes estrangeiros contribuem para
o ativo da balança de pagamentos de um país, na
medida em que provocam a entrada de divisas. As
saídas de residentes nesse país têm um efeito passivo
sobre a balança por provocarem a saída de divisas.
31
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2015
 Turismo de Importação: turismo de residentes
praticado no estrangeiro (outgoing). Os turistas
saem para o estrangeiro e levam para lá o dinheiro
nacional - Outcoming.
 Turismo de Exportação: turismo de residentes no
estrangeiro praticado no país visitado. Venda de
bens e produtos turísticos a turistas estrangeiros
(entrada de divisas externas) -Incoming.
32
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2015
 Segundo a organização da viagem
 Turismo Individual: quando uma pessoa ou um grupo de pessoas parte
para uma viagem cujo programa é por elas próprias fixado, podendo
modificá-lo livremente, com ou sem intervenção de uma agência de
viagens. O plano de viagem é feito pelo viajante;
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2015
 Turismo coletivo ou de grupo (forfait ou package): quando um
operador turístico ou uma agência de viagens oferece a qualquer
pessoa, contra o pagamento de uma importância que cobre a
totalidade do programa oferecido, a participação numa viagem
para um determinado destino, segundo um programa
previamente fixado para todo o grupo. Com intervenção de uma
entidade distribuidora de viagens.
34
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 Segundo a qualidade e caraterização socioeconómica
 Turismo de minorias –turismo individual ou formado por
pequenos grupos e caraterizando-se por um princípio de seleção
económica ou cultural;
 Turismo de massas –realizado por pessoas com menor nível de
rendimentos viajando, na maioria, em grupos. O turismo de
massas é mais barato porque se atingem economias de escala.
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 Segundo a natureza dos meios de viagem
utilizados
 Turismo Terrestre –automóvel, autocarro ou comboio
 Turismo Náutico –barco, navio ou cruzeiro
 Turismo Aéreo -avião
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 Segundo o grau de liberdade administrativa
 Os países emissores, em situações de dificuldade das
respetivas balanças de pagamentos ou por razões políticas,
podem limitar as saídas dos seus nacionais por vários meios:
limitações na aquisição de divisas, lançamento de impostos,
obrigação da constituição, à saída, depósito de uma certa
quantia de dinheiro, obrigação de vistos, restrições na
concessão de passaportes, etc.
 Os países emissores também limitam, sobretudo por razões
políticas, as entradas de estrangeiros ou as suas
deslocações no interior do país.
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 Turismo dirigido: Está relacionado com as
regulamentações existentes nos países quando
limitam a liberdade das deslocações de turistas;
 Turismo livre: quando concedem inteira liberdade
de movimentos.
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TIPOS DE TURISMO
 Turismo de Recreio
 Este tipo de turismo é praticado pelas pessoas que
viajam para «mudar de ares», por curiosidade, ver
coisas novas, desfrutar de belas paisagens, das
distrações que oferecem as grandes cidades ou os
grandes centros turísticos.
39
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2015
 Turismo de Repouso
 A deslocação dos viajantes incluídos neste grupo é
originada pelo facto de pretenderem obter um
relaxamento físico e mental, de obterem um benefício
para a saúde ou de recuperarem fisicamente dos
desgastes provocados pelo «stress».
40
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2015
 Turismo Cultural
 As viagens das pessoas incluídas neste grupo são
provocadas pelo desejo de ver coisas novas, de
aumentar os conhecimentos, de conhecer as
particularidades e os hábitos doutras populações, de
conhecer civilizações e culturas diferentes, de participar
em manifestações artísticas ou, ainda, por motivos
religiosos. 41
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 Turismo Desportivo
 Por um lado tem como objetivo da viagem é o de
assistir às manifestações desportivas como os jogos
olímpicos, os campeonatos de futebol, os jogos de
inverno por outro lado, centra-se nas práticas de
atividades desportivas como a caça, a pesca, os
desportos náuticos, o alpinismo, o ski, o ténis, o golfe,
etc. 42
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2015
 Turismo de Negócios
 Incluem-se neste grupo as deslocações organizadas
pelas empresas para os seus colaboradores, quer como
prémio, quer para participarem em reuniões de contacto
com outros que trabalham em locais ou países
diferentes: as chamadas «viagens de incentivo».
43
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 Turismo Político
 A participação em acontecimentos ou reuniões políticas
provocam uma movimentação significativa de pessoas,
quer se trate de ocasiões esporádicas, quer de reuniões
ou acontecimentos regulares.
44
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2015
 Turismo de Saúde
 (Por Ex.º Termalismo) A permanência, durante um certo
período de tempo, nas termas, oferece a imagem
tranquilizadora de cuidados sérios com a saúde,
fazendo, atualmente, as termas um esforço para se
adaptarem às novas exigências científicas e
tecnológicas da nossa época.
45
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2015
 Turismo Religioso
 As peregrinações, faz parte da prática religiosa dos
católicos, muçulmanos e budistas e as religiões em que
a peregrinação não existe, mas cujos crentes praticam
pelo menos uma forma de turismo ligada à religião – os
judeus e os protestantes que visitam locais que
guardam marcas dos seus antepassados.
46
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2015
 Turismo étnico e de caráter social
 Incluem-se neste grupo as viagens realizadas para
visitar amigos, parentes e organizações, para
participar na vida em comum com as populações
locais, as viagens de núpcias ou por razões de
prestígio social.
47
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Lopes
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2015

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  • 1. TÉCNICO DE TURISMO AMBIENTAL E RURAL Turismo: evolução, conceitos e classificações
  • 2. OBJECTIVOS  Descrever a evolução de turismo.  Definir os conceitos fundamentais do turismo.  Identificar as diferentes classificações do turismo. Aurea Lopes - TAR - 2015 2
  • 3. CONTEÚDOS Conceito de lazer, recreio e turismo  Classificação do sujeito turístico  Evolução do Turismo e suas caraterísticas  Perspetivas de evolução do turismo 3 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 4. TURISMO, LAZER E RECREIO  Lazer  Corresponde ao tempo realmente livre  Recreio  Conjunto de atividades exercidas durante o tempo livre Aurea Lopes - TAR - 2015 4
  • 5. LAZER  “Atividade à qual as pessoas se entregam livremente, fora das necessidades e obrigações profissionais, familiares e sociais, para descontrair, divertir, aumentar os seus conhecimentos e a sua espontânea participação social, livre exercício e capacidade criativa”. Segundo Dumazdier (citado em Cunha, 2007) Aurea Lopes - TAR - 2015 5
  • 6. RECREIO  O recreio, por sua vez, pode entender-se como sendo o conjunto das ações e atividades que as pessoas desenvolvem livremente, de forma positiva e agradável durante o lazer, incluindo as participações ativas e passivas em desporto, cultura, educação informal, entretenimento, diversão e visitas. Aurea Lopes - TAR - 2015 6
  • 7. TURISMO  Turismo: “Deslocação temporária e de curta duração de pessoas para locais fora do seu local de residência, bem como as suas atividades durante a sua estadia nesses mesmos locais” (BurKitt e Mendley, Tourism, Past, Present & Future, Heineman, 1974).  Dá-se o nome de turismo ao conjunto de atividades realizadas pelos indivíduos durante as suas viagens e estadias em lugares diferentes daqueles do seu ambiente habitual por um período de tempo consecutivo inferior a um ano. Geralmente, a atividade turística é realizada com fins de lazer, embora também exista o turismo por razões de negócios (mais conhecido por viagens de negócios) e outros motivos. 7 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 8. TURISTA  Indivíduo ou grupo de indivíduos que se deslocam para fora do seu lugar de origem (morada) para realizar uma viagem superior a 24h, usufruindo das infraestruturas do local visitado, sem fixar residência ou renda, motivados por situações diversas (lazer, descanso, eventos, atividades culturais, desportivas, entre outras). 8 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 9.  Viajante – qualquer pessoa que viaje entre dois ou mais países e entre duas ou mais localidades no seu país de residência habitual 9 Aurea Lopes - TAR - 2015 Visitante Viajante relacionado com turismo Trabalhadores de fronteira Imigrantes temporários e permanentes Nómadas Refugiados Membros da força armada Corpo consular Diplomatas Outros Turista Excursionista
  • 11. EVOLUÇÃO  O anseio pelas viagens, o desejo de conhecer outros povos e estabelecer relações com outras civilizações foi sempre uma constante na história do Homem. Por diversas razões, religiosas, comerciais, políticas, de expansão territorial ou por simples curiosidade, a história do homem está profundamente ligada às deslocações e às viagens. 11 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 12.  A história das viagens confunde-se com a própria história da humanidade, pois as deslocações sempre acompanharam o desenvolvimento humano. O homem pré-histórico deslocava-se em busca de alimentos e proteção, respondendo ao instinto natural de sobrevivência e de defesa. 12 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 13.  Mas na Antiguidade Clássica o maior destaque deve ser dado para a Grécia e Roma, pelo conjunto de fatores importantes e pelo grande papel que esses dois povos tiveram na organização das viagens e dos meios de transportes. Numa visão planeada foram construídas obras viárias de infraestrutura que até hoje permanecem desafiando o tempo. São estradas, pontes, viadutos que permitiram deslocamentos cada vez mais longos. 13 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 14.  De acordo com as caraterísticas da evolução registada ao longo dos tempos podemos identificar três épocas históricas do turismo:  idade clássica  idade moderna  idade contemporânea  Nota: Estas datas não coincidem com as idades históricas do mesmo nome. 14 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 15. 15 Aurea Lopes - TAR - 2015 Idade Clássica Idade Moderna Idade Contemporânea Séc. XVIII Primórdios da civilização ao séc. XVIII Séc. XIX Antiguidade e Idade Média Séc. XX
  • 16. COMO EVOLUIU A DEFINIÇÃO DE TURISMO? “teoria e a prática de viajar por prazer” 1881 – Dicionário inglês Oxford “conceito que compreende todos os processos, especialmente económicos, que se manifestam na afluência, permanência e regresso do turista, dentro e fora de um determinado território” 1911 – Herman von Schullern zu Schattenhofen “superação do espaço por pessoas que afluem a um lugar onde não possuem residência fixa” 1929 – Robert Glucksmann 16 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 17.  “movimento de pessoas que abandonam temporariamente o lugar da sua residência permanente por qualquer motivo relacionado com o espírito, o seu corpo ou a sua profissão” 1929 – Schwink  “conjunto de viagens cujo o objectivo é o prazer, motivos comerciais ou profissionais, e durante os quais a ausência da residência habitual é temporária” 1930 – Artur Bormann  “tráfego de viajantes de luxo que visitam lugares fora de residência fixa e procuram apenas a satisfação de uma necessidade de luxo” 1930 – Josef Stradner 17 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 18.  “tráfego de pessoas que se afastam temporariamente do seu lugar fixo de residência para outro lugar com o objetivo de satisfazer as suas necessidades vitais e de cultura ou para levar a cabo desejos de diversa índole, unicamente como consumidores de bens económicos e culturais” 1930 – Morgenroth  Nota: “quem interpreta o turismo como um problema de transporte confunde-o com o tráfego de turistas. O tráfego de viajantes conduz ao turismo, mas não é turismo”  “soma das relações existentes entre pessoas que se encontram passageiramente num local de estadia e os seus habitantes” 1935 – Glucksmann 18 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 19.  … em 1937 o Comité de estatística da Liga das Nações propôs a seguinte definição:  “viagem durante 24 horas ou mais por qualquer país que não aquele da sua residência habitual”  … por isso, turistas eram aqueles que: – Efetuavam uma viagem por razões de prazer, família, saúde – Por razões de trabalho (cientifico, religioso, desportivo, …) – Por razões de negócios – Os visitantes dos cruzeiros marítimos (inclusive os com estadia < 24h)  … não são turistas aqueles que: – Fazem viagens no país de residência habitual – Vão ocupar um emprego ou atividade profissional no país – Fixar residência – Estudantes – Vivem na fronteira 19 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 20.  1942 - “soma de fenómenos e relações que surgem das viagens e da permanência de não residentes, desde que não estejam ligados a uma atividade remunerada” - Krapf  … em 1945 a ONU adotou a seguinte definição:  “viagem superior a 24 horas e até 1 ano, por qualquer país que não aquele da sua residência habitual”  Nestas primeiras definições, enquanto o turismo não é um movimento de massas, privilegiou-se o tráfego, pela importância que se dava à supressão das distâncias (turismo é um privilegio apenas para quem consegue pagar os elevados custos de transporte). 20 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 21. EVOLUÇÃO DO CONCEITO - TURISTA  Na segunda metade do século XVIII, passou a ser normal os jovens aristocratas ingleses fazerem uma viagem a que se chamou a Grand Tour, uma viagem de aproximadamente três anos pelo continente europeu com fins educativos. 21 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 22.  Desta viagem nasce o termo touriste designando as pessoas que faziam a Tour, introduzido em França por Stendhal nas suas “Mèmoires d’un Touriste”. 22 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 23.  Muitas outras línguas adotaram posteriormente as palavras francesas tourisme e touriste com o sentido restrito de viagem feita sem fim lucrativo, por distração, repouso ou satisfação da curiosidade de conhecer outros locais e outras pessoas, embora a viagem não fosse encarada como um mero capricho, mas antes uma forma de aprendizagem ou um meio complementar de educação. 23 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 24.  De acordo com o conteúdo inicial da expressão, os doentes de uma estância termal, os comerciantes que visitam uma feira ou uma exposição, ou os crentes que se deslocam à Terra Santa, entre outros, não são turistas.  No entanto, todos eles ao deslocarem-se para fora da sua residência habitual utilizam os mesmos meios, que aqueles que viajam por puro prazer. A única diferença existente entre ambos é a motivação que originou a viagem, porém os efeitos sociais e económicos são idênticos. 24 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 25.  Existem quatro elementos que têm de se ter em conta naquela que é a definição moderna do termo turista:  Deslocação  Residência  Duração da permanência  Remuneração 25 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 26. INTERVENIENTES DO TURISMO  Turista: Visitante que permanece, pelo menos, uma noite no local visitado, ou que passam a noite fora do seu local de residência por um período igual ou superior a 24 horas. Pode ser nacional ou internacional.  Visitante: Toda a pessoa que se desloca para fora do seu lugar habitual de residência com um objetivo que não seja o de realizar uma atividade remunerada. Pode ser nacional ou Internacional.  Excursionista (visitante de um dia): Todo o visitante que não pernoita no local visitado isto é, num alojamento coletivo ou privado 26 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 27. CLASSIFICAÇÃO DO TURISMO: CRITÉRIOS  Segundo a origem dos visitantes:  Turismo doméstico ou interno: resulta das deslocações dos residentes de um país, quer tenham a nacionalidade ou não desse país, viajando apenas dentro do próprio país isto é, realizado dentro das fronteiras de um país; 27 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 28.  Turismo recetor (inbound tourism): abrange as visitas a um país por não residentes.  Turismo emissor (outbound tourism): resulta das visitas de residentes de um país a outro ou outros países.  Turismo interior: abrange o turismo realizado dentro das fronteiras de um país e compreende o turismo doméstico e o recetor. 28 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 29.  Turismo nacional: refere-se aos movimentos dos residentes de um dado país e compreende o turismo doméstico e emissor.  Turismo Internacional: abrange unicamente as deslocações que obrigam atravessar uma fronteira, consiste no turismo recetor adicionado do emissor. 29 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 30.  Segundo a duração da permanência  Turismo de Passagem: realizado apenas pelo período de tempo necessário para se alcançar uma outra localidade ou país, objetivo da viagem. Estadia curta (n.º reduzido de noites);  Turismo de Permanência: efetuado numa localidade ou num país, objetivo da viagem, por um período de tempo variável que, porém, exigirá, pelo menos uma dormida. Estadia com maior duração. 30 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 31.  Segundo as repercussões na balança de pagamentos  As entradas de visitantes estrangeiros contribuem para o ativo da balança de pagamentos de um país, na medida em que provocam a entrada de divisas. As saídas de residentes nesse país têm um efeito passivo sobre a balança por provocarem a saída de divisas. 31 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 32.  Turismo de Importação: turismo de residentes praticado no estrangeiro (outgoing). Os turistas saem para o estrangeiro e levam para lá o dinheiro nacional - Outcoming.  Turismo de Exportação: turismo de residentes no estrangeiro praticado no país visitado. Venda de bens e produtos turísticos a turistas estrangeiros (entrada de divisas externas) -Incoming. 32 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 33.  Segundo a organização da viagem  Turismo Individual: quando uma pessoa ou um grupo de pessoas parte para uma viagem cujo programa é por elas próprias fixado, podendo modificá-lo livremente, com ou sem intervenção de uma agência de viagens. O plano de viagem é feito pelo viajante; 33 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 34.  Turismo coletivo ou de grupo (forfait ou package): quando um operador turístico ou uma agência de viagens oferece a qualquer pessoa, contra o pagamento de uma importância que cobre a totalidade do programa oferecido, a participação numa viagem para um determinado destino, segundo um programa previamente fixado para todo o grupo. Com intervenção de uma entidade distribuidora de viagens. 34 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 35.  Segundo a qualidade e caraterização socioeconómica  Turismo de minorias –turismo individual ou formado por pequenos grupos e caraterizando-se por um princípio de seleção económica ou cultural;  Turismo de massas –realizado por pessoas com menor nível de rendimentos viajando, na maioria, em grupos. O turismo de massas é mais barato porque se atingem economias de escala. 35 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 36.  Segundo a natureza dos meios de viagem utilizados  Turismo Terrestre –automóvel, autocarro ou comboio  Turismo Náutico –barco, navio ou cruzeiro  Turismo Aéreo -avião 36 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 37.  Segundo o grau de liberdade administrativa  Os países emissores, em situações de dificuldade das respetivas balanças de pagamentos ou por razões políticas, podem limitar as saídas dos seus nacionais por vários meios: limitações na aquisição de divisas, lançamento de impostos, obrigação da constituição, à saída, depósito de uma certa quantia de dinheiro, obrigação de vistos, restrições na concessão de passaportes, etc.  Os países emissores também limitam, sobretudo por razões políticas, as entradas de estrangeiros ou as suas deslocações no interior do país. 37 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 38.  Turismo dirigido: Está relacionado com as regulamentações existentes nos países quando limitam a liberdade das deslocações de turistas;  Turismo livre: quando concedem inteira liberdade de movimentos. 38 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 39. TIPOS DE TURISMO  Turismo de Recreio  Este tipo de turismo é praticado pelas pessoas que viajam para «mudar de ares», por curiosidade, ver coisas novas, desfrutar de belas paisagens, das distrações que oferecem as grandes cidades ou os grandes centros turísticos. 39 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 40.  Turismo de Repouso  A deslocação dos viajantes incluídos neste grupo é originada pelo facto de pretenderem obter um relaxamento físico e mental, de obterem um benefício para a saúde ou de recuperarem fisicamente dos desgastes provocados pelo «stress». 40 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 41.  Turismo Cultural  As viagens das pessoas incluídas neste grupo são provocadas pelo desejo de ver coisas novas, de aumentar os conhecimentos, de conhecer as particularidades e os hábitos doutras populações, de conhecer civilizações e culturas diferentes, de participar em manifestações artísticas ou, ainda, por motivos religiosos. 41 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 42.  Turismo Desportivo  Por um lado tem como objetivo da viagem é o de assistir às manifestações desportivas como os jogos olímpicos, os campeonatos de futebol, os jogos de inverno por outro lado, centra-se nas práticas de atividades desportivas como a caça, a pesca, os desportos náuticos, o alpinismo, o ski, o ténis, o golfe, etc. 42 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 43.  Turismo de Negócios  Incluem-se neste grupo as deslocações organizadas pelas empresas para os seus colaboradores, quer como prémio, quer para participarem em reuniões de contacto com outros que trabalham em locais ou países diferentes: as chamadas «viagens de incentivo». 43 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 44.  Turismo Político  A participação em acontecimentos ou reuniões políticas provocam uma movimentação significativa de pessoas, quer se trate de ocasiões esporádicas, quer de reuniões ou acontecimentos regulares. 44 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 45.  Turismo de Saúde  (Por Ex.º Termalismo) A permanência, durante um certo período de tempo, nas termas, oferece a imagem tranquilizadora de cuidados sérios com a saúde, fazendo, atualmente, as termas um esforço para se adaptarem às novas exigências científicas e tecnológicas da nossa época. 45 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 46.  Turismo Religioso  As peregrinações, faz parte da prática religiosa dos católicos, muçulmanos e budistas e as religiões em que a peregrinação não existe, mas cujos crentes praticam pelo menos uma forma de turismo ligada à religião – os judeus e os protestantes que visitam locais que guardam marcas dos seus antepassados. 46 Aurea Lopes - TAR - 2015
  • 47.  Turismo étnico e de caráter social  Incluem-se neste grupo as viagens realizadas para visitar amigos, parentes e organizações, para participar na vida em comum com as populações locais, as viagens de núpcias ou por razões de prestígio social. 47 Aurea Lopes - TAR - 2015