O documento "Deus e o Estado" de Mikhail Bakunin discute a relação entre a divindade e a autoridade estatal, argumentando que todas as formas de governo têm origem humana, não divina. Bakunin critica tanto a ideia de governo pelo direito divino quanto a noção de que a ciência pode governar a sociedade, defendendo a revolta e a liberdade como princípios fundamentais da humanidade. O texto é reconhecido como uma contribuição significativa para o pensamento revolucionário e social, refletindo as ideias de Bakunin sobre a liberdade individual e a crítica da opressão.