O documento explora a interseccionalidade entre raça, classe e gênero, destacando as experiências únicas das mulheres negras frente à opressão e exploração histórica. Discute como o feminismo negro busca transcender as categorias tradicionais de análise social, evidenciando a necessidade de abordar essas questões em sua complexidade interligada. Através de exemplos históricos e contemporâneos, aponta que as desigualdades persistentes estão enraizadas em sistemas de racismo e sexismo que ainda afetam desproporcionalmente as mulheres negras e lésbicas na América Latina.