Marcos Rogger
DANÇA PARA TUPAN
DANÇA DA CHUVA
DANÇA SAGRADA
A FORÇA DA MULHER ---- DANÇA AFRO
TRAÇOS  NEGREIROS
BUSCA DAS ESPECIARIAS
AMOR CEGO
BRA ZIS
ELO DOS CONTINENTES
ANCESTRAIS
PROVOCAÇÕES ANCESTRAIS
RAÍZES ÉTNICAS
AMORES PROIBIDOS
SONHOS
Apresentação do artista O ser humano cria a sociedade ao mesmo tempo em que esta o cria. O homem recebe durante toda a sua vida, a influência dos agentes culturais, sejam eles externos ou internos e um destes agentes são as nossas raízes culturais. Resgata–las nos mais diversos ângulos tem dado ao ser humano a possibilidade de conhecer e refletir sobre a sua cultura por meio das mais variadas formas de arte.  A exposição Traços Negreiros traz ao público uma das facetas da nossa história que é a nossa própria identidade. De onde realmente vimos e herdamos toda essa colcha de retalhos: índios, negros e europeus, toda esta miscigenação prova que a nossa cultura foi e é uma verdadeira doação entre povos e nações.                 Desde os primórdios, as fotografias estiveram associadas à pintura e a descoberta de novas expressões plásticas. Foi na fotografia o meio que o artista Fotoplástico Marcos Rogger encontrou para resgatar as nossas raízes, em imagens que retratam os povos habitantes do Brasil com suas crenças, costumes e uma grande influência na culinária e seus trajes de épocas, seus santos, ritos e cantigas.                Marcos Rogger constrói um território visual, metódico e pessoal, captando em instantes, mas construindo a sua própria realidade para nos transmitir o inconsciente. O trabalho propõe uma transformação da realidade repleta de significados, a luminosidade que refletem as suas obras Fotoplásticas transporta-nos para emoções de um mundo fulgaz e em mudança. Uma das suas características de autenticidade é consagrar a sua Obra Foto-plástica com um cristal sobre o papel fotográfico e sua numeração A lua cheia não só inspirava o artista, como o ajudava em seus estudos na busca da luz ideal na construção de suas obras, dando uma tonalidade prateada especial às pessoas e objetos que estavam sendo fotografados. Após inúmeras experiências, ele acabou adquirindo a sua própria identidade, o que o torna único no que faz.               Recuando às pinturas rupestres, as tribos Indígenas ou Africanas, os europeus ou os yuppies Nova-iorquinos. As imagens representam os arquétipos e todo um inconsciente coletivo.              Rogger já dedicou uma década ao estudo de técnicas fotoplásticas, que ele define como a obra criada a partir de um universo já existente, o Ser humano representando as suas figuras mais notáveis.
Metodologia   O trabalho de Marcos Rogger é reconhecidamente inovador. O seu suporte é a pesquisa antropológica que encontra influências na era colonial, nas sociedades da selva amazônica e na africanidade importada do outro lado do atlântico-sul. Uma visão sobre a cultura Afro-descendente, indígena e a cultura européia que faz de suas coleções um resgate cultural na mais avançada e sofisticada estética em Mono–bi cromático. É através deste trabalho que o artista transmite sua mensagem à sociedade: a valiosa contribuição destes povos para formar a identidade do que somos hoje, o povo brasileiro.
Principais Eventos realizados Agosto – setembro de 2007: Uma obra exposta na Feira Internacional African, organizada pela African Market Place. Esta foi escolhida para representar a Bahia e o Brasil em Los Angeles (Califórnia - EUA) Dezembro de 2006: Exposição Traços Negreiros. No Centro Cultural Alumni. SãoPaulo – SP. Exposição permanente: Rua Ordem terceira, 05 – Pelourinho – Salvador / BA http://www.marcosrogger.com.br
 
 
 
 

Marcos Rogger

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    Apresentação do artistaO ser humano cria a sociedade ao mesmo tempo em que esta o cria. O homem recebe durante toda a sua vida, a influência dos agentes culturais, sejam eles externos ou internos e um destes agentes são as nossas raízes culturais. Resgata–las nos mais diversos ângulos tem dado ao ser humano a possibilidade de conhecer e refletir sobre a sua cultura por meio das mais variadas formas de arte. A exposição Traços Negreiros traz ao público uma das facetas da nossa história que é a nossa própria identidade. De onde realmente vimos e herdamos toda essa colcha de retalhos: índios, negros e europeus, toda esta miscigenação prova que a nossa cultura foi e é uma verdadeira doação entre povos e nações.                Desde os primórdios, as fotografias estiveram associadas à pintura e a descoberta de novas expressões plásticas. Foi na fotografia o meio que o artista Fotoplástico Marcos Rogger encontrou para resgatar as nossas raízes, em imagens que retratam os povos habitantes do Brasil com suas crenças, costumes e uma grande influência na culinária e seus trajes de épocas, seus santos, ritos e cantigas.               Marcos Rogger constrói um território visual, metódico e pessoal, captando em instantes, mas construindo a sua própria realidade para nos transmitir o inconsciente. O trabalho propõe uma transformação da realidade repleta de significados, a luminosidade que refletem as suas obras Fotoplásticas transporta-nos para emoções de um mundo fulgaz e em mudança. Uma das suas características de autenticidade é consagrar a sua Obra Foto-plástica com um cristal sobre o papel fotográfico e sua numeração A lua cheia não só inspirava o artista, como o ajudava em seus estudos na busca da luz ideal na construção de suas obras, dando uma tonalidade prateada especial às pessoas e objetos que estavam sendo fotografados. Após inúmeras experiências, ele acabou adquirindo a sua própria identidade, o que o torna único no que faz.               Recuando às pinturas rupestres, as tribos Indígenas ou Africanas, os europeus ou os yuppies Nova-iorquinos. As imagens representam os arquétipos e todo um inconsciente coletivo.             Rogger já dedicou uma década ao estudo de técnicas fotoplásticas, que ele define como a obra criada a partir de um universo já existente, o Ser humano representando as suas figuras mais notáveis.
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    Metodologia O trabalho de Marcos Rogger é reconhecidamente inovador. O seu suporte é a pesquisa antropológica que encontra influências na era colonial, nas sociedades da selva amazônica e na africanidade importada do outro lado do atlântico-sul. Uma visão sobre a cultura Afro-descendente, indígena e a cultura européia que faz de suas coleções um resgate cultural na mais avançada e sofisticada estética em Mono–bi cromático. É através deste trabalho que o artista transmite sua mensagem à sociedade: a valiosa contribuição destes povos para formar a identidade do que somos hoje, o povo brasileiro.
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    Principais Eventos realizadosAgosto – setembro de 2007: Uma obra exposta na Feira Internacional African, organizada pela African Market Place. Esta foi escolhida para representar a Bahia e o Brasil em Los Angeles (Califórnia - EUA) Dezembro de 2006: Exposição Traços Negreiros. No Centro Cultural Alumni. SãoPaulo – SP. Exposição permanente: Rua Ordem terceira, 05 – Pelourinho – Salvador / BA http://www.marcosrogger.com.br
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