ABDOME AGUDO PEDIÁTRICO
Intussuscepção
intestinal
Etiologia
Classificação
Manifestações clínicas
90-95% idiopática
5% por lesão anatômica
Outras causas: neoplasia, divertículo
de Meckel, duplicações intestinais,
pólipos, fibrose cística, púrpura
henoch-scholein, vacina do rotavírus.
Íleo-cecal
Íleo-ileais
Colo-cólicas
Tríade: cólica+ sinal da salsicha+
fezes em geleia de framboesa
Outros sintomas: vômitos,
ausência de evacuação/diarreia
Principal causa de abdome
agudo em crianças
menores de 12 meses.
Diagnóstico Exame físico + raio-x + USG
Tratamento
Redução hidrostática
Redução pneumática
Cirúrgico
Quando sinais de peritonite
Tratamento conservador falho
Recorrência
Maiores de 2 anos
Invaginação ileo-ileal
Sem sinais de peritonite
e perfuração
Malformação Anorretal
Levemente mais comum no
sexo masculino
A classificação é realizada conforme
a necessidade ou não de colostomia
no momento do diagnóstico.
Manifestações clínicas
Ausência da abertura anal
Ausência de evacuação de mecônio
Distensão abdominal
Tratamento
Diagnóstico
clínica + exame físico (anuscopia)
Fístula perineal, mal formação em
"alça de balde", estenose anal e
membrana anal não necessitam de
colostomia -> Anoplastia
Nádegas achatadas ou mecônio na urina
--> colostomia com abaixamento
intestinal realizado com 6-12 meses de
idade
Período neonatal
Atresia de esôfago
Falha na comunicação
do esôfago
Associação com defeitos
congênitos
Mal formação
Do rádio
Renal
Fístula traqueal
Coração
Ânus
Vértebra
Principais atresias de esôfago
Tipo C
Tipo A
Tipo E
Tipo B
Tipo D
atresia de esôfago + fistula distal
somente atresia
não tem atresia, apenas fístula
atresia de esôfago + fistula duodenal
atresia + fistula proximal e distal
Diagnóstico USG em pre-natal
Polidramnio
Bolha gástrica fetal ausente
Tratamento Cirúrgico
Megacolon congênito
Ausência de células
ganglionares
mioentericas na parte
distal do tubo digestivo
Manifestações clínicas
Não eliminação
espontânea em 24
horas, vômitos biliosos,
distensão abdominal,
peristalse visível
Toque retal: eliminação
explosiva de fezes
Diagnóstico
Raio-x, enema opaco,
manometria anorretal,
histoquímica, biópsia retal
Complicações
megacolon tóxico
vômitos esverdeados, fezes
líquidas/fétidas/sangue
Tratamento
Ressecção de segmento
aganglionar + anastomose
coloanal do segmento ganglionar
Reposição volêmica,
Antibiótico de amplo
espectro,
descompressão com
sonda nasogástrica
Estenose hipertrófica do piloro
Mais comum de 2 a 8 semanas de vida
Manifestações clínicas
vômito não bilioso em jato (30-60
minutos após alimentação)
Desidratação
Distúrbios metabólicos
(alcalose metabólica -
hipocloremia, hipocalcemia)
Perda de peso
Hipoventilação
diminuição da FR, aumento
da pressão de CO2
Exame físico
Oliva pilórica no quadrante
superior direito, peristalse visível
Diagnostico
Imagem
Raio-x
distensão
USG
piloro > 3-4 mm de espessura e
> 15-18 mm de comprimento
Tomografia
computadorizada
Seriografia
Sinal do duplo trilho
Sinal do ombro
Sinal do barbante
Sinal do cogumelo
PTS
Hidratação
Jejum
Sonda vesical de
demora- SVD
Tratamento
cirúrgico

Mapa mental abdome agudo em pediatria.pdf

  • 1.
    ABDOME AGUDO PEDIÁTRICO Intussuscepção intestinal Etiologia Classificação Manifestaçõesclínicas 90-95% idiopática 5% por lesão anatômica Outras causas: neoplasia, divertículo de Meckel, duplicações intestinais, pólipos, fibrose cística, púrpura henoch-scholein, vacina do rotavírus. Íleo-cecal Íleo-ileais Colo-cólicas Tríade: cólica+ sinal da salsicha+ fezes em geleia de framboesa Outros sintomas: vômitos, ausência de evacuação/diarreia Principal causa de abdome agudo em crianças menores de 12 meses. Diagnóstico Exame físico + raio-x + USG Tratamento Redução hidrostática Redução pneumática Cirúrgico Quando sinais de peritonite Tratamento conservador falho Recorrência Maiores de 2 anos Invaginação ileo-ileal Sem sinais de peritonite e perfuração Malformação Anorretal Levemente mais comum no sexo masculino A classificação é realizada conforme a necessidade ou não de colostomia no momento do diagnóstico. Manifestações clínicas Ausência da abertura anal Ausência de evacuação de mecônio Distensão abdominal Tratamento Diagnóstico clínica + exame físico (anuscopia) Fístula perineal, mal formação em "alça de balde", estenose anal e membrana anal não necessitam de colostomia -> Anoplastia Nádegas achatadas ou mecônio na urina --> colostomia com abaixamento intestinal realizado com 6-12 meses de idade Período neonatal Atresia de esôfago Falha na comunicação do esôfago Associação com defeitos congênitos Mal formação Do rádio Renal Fístula traqueal Coração Ânus Vértebra Principais atresias de esôfago Tipo C Tipo A Tipo E Tipo B Tipo D atresia de esôfago + fistula distal somente atresia não tem atresia, apenas fístula atresia de esôfago + fistula duodenal atresia + fistula proximal e distal Diagnóstico USG em pre-natal Polidramnio Bolha gástrica fetal ausente Tratamento Cirúrgico Megacolon congênito Ausência de células ganglionares mioentericas na parte distal do tubo digestivo Manifestações clínicas Não eliminação espontânea em 24 horas, vômitos biliosos, distensão abdominal, peristalse visível Toque retal: eliminação explosiva de fezes Diagnóstico Raio-x, enema opaco, manometria anorretal, histoquímica, biópsia retal Complicações megacolon tóxico vômitos esverdeados, fezes líquidas/fétidas/sangue Tratamento Ressecção de segmento aganglionar + anastomose coloanal do segmento ganglionar Reposição volêmica, Antibiótico de amplo espectro, descompressão com sonda nasogástrica Estenose hipertrófica do piloro Mais comum de 2 a 8 semanas de vida Manifestações clínicas vômito não bilioso em jato (30-60 minutos após alimentação) Desidratação Distúrbios metabólicos (alcalose metabólica - hipocloremia, hipocalcemia) Perda de peso Hipoventilação diminuição da FR, aumento da pressão de CO2 Exame físico Oliva pilórica no quadrante superior direito, peristalse visível Diagnostico Imagem Raio-x distensão USG piloro > 3-4 mm de espessura e > 15-18 mm de comprimento Tomografia computadorizada Seriografia Sinal do duplo trilho Sinal do ombro Sinal do barbante Sinal do cogumelo PTS Hidratação Jejum Sonda vesical de demora- SVD Tratamento cirúrgico