Manoel de Oliveira




 Produção Audiovisual I - UTAD
    Carla Teixeira nº 52622
Sinopse

• Ao longo deste trabalho referi a vida e carreira de
  Manoel de Oliveira.

• Manoel é o cineasta mais velho do mundo, e a sua
  carreira profissional teve um grande impacto na sua vida
  pois a esse nível exerceu um grande sucesso.

• Centenário, dotado de uma resistência e saúde física e
  mental inigualáveis, é o mais velho realizador do mundo
  em atividade, e ainda com planos futuros.
Biografia

• Nome completo: Manoel Cândido Pinto de Oliveira

• Nascimento: 11 de Dezembro de 1908 (104 anos)
  Porto, Portugal

•   Nacionalidade: Portuguesa

• Atividade: Cineasta
Biografia

• Realizador mais velho do mundo em atividade, autor de
  trinta e duas longas-metragens, Manoel de Oliveira
  nasceu no seio de uma família da alta burguesia
  nortenha, com origens na pequena fidalguia.

• Aos vinte anos vai para a escola de atores fundada no
  Porto por Rino Lupo, o cineasta italiano ali radicado, e
  um dos pioneiros do cinema português de ficção.
Biografia

• Teve também a ideia de rodar uma curta-metragem
  sobre a faina no Rio Douro — Douro, Faina Fluvial
  (1931) foi o seu primeiro filme, que suscitou a admiração
  da crítica estrangeira e o desagrado dos críticos
  nacionais. Seria o primeiro documentário de muitos que
  abordariam, de um ponto de vista etnográfico, o tema da
  vida marítima da costa de Portugal.
• Adquiriu entretanto alguma formação técnica nos
  estúdios da Kodak, na Alemanha.
Biografia

• Só mais tarde, em 1942, se aventuraria na ficção como
  realizador: adaptado do conto Os Meninos
  Milionários, de João Rodrigues de Freitas, filma Aniki-
  Bobó (1942), um enternecedor retrato da infância no cru
  ambiente neo-realista da Ribeira do Porto. O filme foi um
  fracasso comercial, mas com o tempo daria que falar.
  Oliveira decidiu, talvez por isso, abandonar outros
  projetos, envolvendo-se nos negócios da família. Só
  voltaria ao cinema catorze anos depois, com O Pintor e
  a Cidade, em 1956.
Biografia

• Manoel de Oliveira insiste em dizer que só cria filmes
  pelo gozo de os fazer, independente da reação dos
  críticos. Apesar dos múltiplos condecorações em alguns
  dos festivais mais prestigiados do mundo, tais como o
  Festival de Cannes, Festival de Veneza ou o Festival de
  Montreal, leva uma vida retirada e longe das luzes da
  ribalta. Durante o Festival de Cannes em 2008, foi
  congratulado e felicitado pessoalmente pelo ator norte-
  americano Clint Eastwood.
Biografia

• Em 2008 completou cem anos de vida, tendo, entre
  outras, comemorações, sido condecorado pelo
  Presidente da República, e assistido à produção de um
  sem número de documentários sobre a sua vida e obra.
  e ainda com planos futuros.
Portefólio



 Amor de Perdição é um filme
 português (uma longa-
 metragem), realizado por Manoel de
 Oliveira, estreado em 1979. O filme
 foi
 apresentado, primeiramente, como
 série televisiva de seis episódios, na
 RTP, com 287 minutos no total.
 Embora o filme tenha sido rodado a
 cores a série televisiva foi
 apresentada a preto e branco, dado
 não haver à época televisão a cores
 em Portugal.
Portefólio


  •   O Passado e o Presente (1971) é um
      filme português de Manoel de Oliveira. A
      obra assinala o seu regresso aos
      ecrãs, seis anos depois da sua última
      passagem, com O Pão, de 1966.
  •   O filme estreou nos cinemas Condes e
      Apolo 70, em Lisboa, a 26 de Fevereiro
      de 1972.
Portefólio

     O Pintor e a Cidade é um
     documentário de Manoel de
     Oliveira, lançado em 1956.
     O filme funciona como uma
     simbiose artística entre dois
     gigantes das artes visuais. Neste
     filme o realizador Manoel de
     Oliveira (nome incontornável da
     sétima arte) apresenta a cidade do
     Porto contrapondo a sua visão
     cinematográfica à do pintor António
     Cruz - referência maior da arte
     nacional (nas palavras de Abel
     Salazar: "sem contestação possível
     o maior aguarelista português dos
     tempos modernos").
Filmografia (alguns filmes)

• 1937 - Os Últimos Temporais: Cheias do Tejo
  (documentário)
• 1958 - O Coração (documentary, 1958)
• 1964 - Villa Verdinho: Uma Aldeia Transmontana
  (documentário)
• 1987 - Mon Cas (1987)
• 1987 - A Propósito da Bandeira Nacional (1987)
• 2002 - Momento (2002)
• 2005 - Do Visível ao Invisível (2005)
• 2006 - O Improvável não é Impossível (2006)
Webgrafia

• http://pt.wikipedia.org/wiki/Manoel_de_Oliveira

• http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Pintor_e_a_Cidade

• http://pt.wikipedia.org/wiki/Amor_de_Perdi%C3%A7%C3
  %A3o_%281979%29

• http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Passado_e_o_Presente

Manoel de oliveira

  • 1.
    Manoel de Oliveira Produção Audiovisual I - UTAD Carla Teixeira nº 52622
  • 2.
    Sinopse • Ao longodeste trabalho referi a vida e carreira de Manoel de Oliveira. • Manoel é o cineasta mais velho do mundo, e a sua carreira profissional teve um grande impacto na sua vida pois a esse nível exerceu um grande sucesso. • Centenário, dotado de uma resistência e saúde física e mental inigualáveis, é o mais velho realizador do mundo em atividade, e ainda com planos futuros.
  • 3.
    Biografia • Nome completo:Manoel Cândido Pinto de Oliveira • Nascimento: 11 de Dezembro de 1908 (104 anos) Porto, Portugal • Nacionalidade: Portuguesa • Atividade: Cineasta
  • 4.
    Biografia • Realizador maisvelho do mundo em atividade, autor de trinta e duas longas-metragens, Manoel de Oliveira nasceu no seio de uma família da alta burguesia nortenha, com origens na pequena fidalguia. • Aos vinte anos vai para a escola de atores fundada no Porto por Rino Lupo, o cineasta italiano ali radicado, e um dos pioneiros do cinema português de ficção.
  • 5.
    Biografia • Teve tambéma ideia de rodar uma curta-metragem sobre a faina no Rio Douro — Douro, Faina Fluvial (1931) foi o seu primeiro filme, que suscitou a admiração da crítica estrangeira e o desagrado dos críticos nacionais. Seria o primeiro documentário de muitos que abordariam, de um ponto de vista etnográfico, o tema da vida marítima da costa de Portugal. • Adquiriu entretanto alguma formação técnica nos estúdios da Kodak, na Alemanha.
  • 6.
    Biografia • Só maistarde, em 1942, se aventuraria na ficção como realizador: adaptado do conto Os Meninos Milionários, de João Rodrigues de Freitas, filma Aniki- Bobó (1942), um enternecedor retrato da infância no cru ambiente neo-realista da Ribeira do Porto. O filme foi um fracasso comercial, mas com o tempo daria que falar. Oliveira decidiu, talvez por isso, abandonar outros projetos, envolvendo-se nos negócios da família. Só voltaria ao cinema catorze anos depois, com O Pintor e a Cidade, em 1956.
  • 7.
    Biografia • Manoel deOliveira insiste em dizer que só cria filmes pelo gozo de os fazer, independente da reação dos críticos. Apesar dos múltiplos condecorações em alguns dos festivais mais prestigiados do mundo, tais como o Festival de Cannes, Festival de Veneza ou o Festival de Montreal, leva uma vida retirada e longe das luzes da ribalta. Durante o Festival de Cannes em 2008, foi congratulado e felicitado pessoalmente pelo ator norte- americano Clint Eastwood.
  • 8.
    Biografia • Em 2008completou cem anos de vida, tendo, entre outras, comemorações, sido condecorado pelo Presidente da República, e assistido à produção de um sem número de documentários sobre a sua vida e obra. e ainda com planos futuros.
  • 9.
    Portefólio Amor dePerdição é um filme português (uma longa- metragem), realizado por Manoel de Oliveira, estreado em 1979. O filme foi apresentado, primeiramente, como série televisiva de seis episódios, na RTP, com 287 minutos no total. Embora o filme tenha sido rodado a cores a série televisiva foi apresentada a preto e branco, dado não haver à época televisão a cores em Portugal.
  • 10.
    Portefólio • O Passado e o Presente (1971) é um filme português de Manoel de Oliveira. A obra assinala o seu regresso aos ecrãs, seis anos depois da sua última passagem, com O Pão, de 1966. • O filme estreou nos cinemas Condes e Apolo 70, em Lisboa, a 26 de Fevereiro de 1972.
  • 11.
    Portefólio O Pintor e a Cidade é um documentário de Manoel de Oliveira, lançado em 1956. O filme funciona como uma simbiose artística entre dois gigantes das artes visuais. Neste filme o realizador Manoel de Oliveira (nome incontornável da sétima arte) apresenta a cidade do Porto contrapondo a sua visão cinematográfica à do pintor António Cruz - referência maior da arte nacional (nas palavras de Abel Salazar: "sem contestação possível o maior aguarelista português dos tempos modernos").
  • 12.
    Filmografia (alguns filmes) •1937 - Os Últimos Temporais: Cheias do Tejo (documentário) • 1958 - O Coração (documentary, 1958) • 1964 - Villa Verdinho: Uma Aldeia Transmontana (documentário) • 1987 - Mon Cas (1987) • 1987 - A Propósito da Bandeira Nacional (1987) • 2002 - Momento (2002) • 2005 - Do Visível ao Invisível (2005) • 2006 - O Improvável não é Impossível (2006)
  • 13.
    Webgrafia • http://pt.wikipedia.org/wiki/Manoel_de_Oliveira • http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Pintor_e_a_Cidade •http://pt.wikipedia.org/wiki/Amor_de_Perdi%C3%A7%C3 %A3o_%281979%29 • http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Passado_e_o_Presente