WORKSHOPS Qualificação Urbana em Cidades-Sede da Copa 2014 8ª Bienal Internacional de Arquitetura | 2009
WORKSHOPS Qualificação Urbana em Cidades-Sede da Copa 2014 8ª Bienal Internacional de Arquitetura | 2009 equipe de coordenação Eduardo Della Manna PPU PLANEJAMENTO E PROJETOS URBANOS LTDA Mariana de Cillo Malufe Fernando Forte FORTE, GIMENES & MARCONDES FERRAZ ARQUITETOS Rodrigo Marcondes Ferraz FORTE, GIMENES & MARCONDES FERRAZ ARQUITETOS
17/11 9h00 | 12h00 objetivos gerais apresentações técnicas sobre a Cidade de Manaus objetivos específicos 14h00 | 18h00 discussões conceituais e sessão de brainstorming 18/11 9h00 | 12h00 e 14h00 | 18h00 desenvolvimento de idéias de projeto urbanístico 19/11 9h00 | 12h00 e 14h00 | 18h00 elaboração das propostas de projetos de qualificação  urbana e conclusões 20/12 9h00 | 12h00  apresentação das conclusões 14h00 | 18h00 debate entre os participantes dos workshops da semana e  o público em geral, no auditório da  8ª BIA
objetivos gerais apresentação da Prefeitura  de Manaus apresentação do Governo do Estado do Amazonas objetivos específicos como pressupostos hipótese WORKSHOPS Qualificação Urbana em Cidades-Sede da Copa 2014 8ª Bienal Internacional de Arquitetura | 2009
explorar  as possibilidades urbanísticas vinculadas à  realização de jogos da Copa do Mundo de 2014 ; apresentar uma ou mais propostas que ampliem,  enriqueçam e/ou consolidem a qualificação urbana  prevista para a área objeto das intervenção públicas  e privadas ; o conteúdo do workshop não deve ser visto como  uma solução única e definitiva para a área no  contexto da cidade, nem uma crítica à ação prevista  do Estado (se bem que críticas poderão ser feitas) ;  objetivos gerais WORKSHOPS Qualificação Urbana em Cidades-Sede da Copa 2014 8ª Bienal Internacional de Arquitetura | 2009
deverá oferecer idéias e alternativas - que poderão ou não  ser consideradas pelo poder público -,  para aspropostas  oficiais, aumentando aparticipação da classe dos ar quitetos  e urbanistas num assunto de destacado interesse público ; a variável fundamental dos trabalhos deve ser o  espaço  tridimensional   como elemento básico estruturador das  propostas ; evidentemente que poderão ser objeto do relatório final,  medidas e diretrizes vinculadas a objetivos políticos,  sociais, econômicos, etc. Apenas, não poderão transbordar o  relatório, minimizando as propostas de natureza espacial.  objetivos gerais WORKSHOPS Qualificação Urbana em Cidades-Sede da Copa 2014 8ª Bienal Internacional de Arquitetura | 2009
apresentação da Prefeitura  de Manaus
apresentação do Governo do Estado do Amazonas
propor novas configurações de uso  para o entorno do estádio; incentivar a mescla de usos para estimular a dinâmica urbana;  induzir a criação de  uma nova centralidade; dinamizar os ativos urbanos da área envoltória ao estádio, reposicionando-a  funcionalmente; articular  um eixo leste-oeste;  melhorar as condições de circulação de pessoas e de distribuição de bens e serviços; requalificar os espaços públicos;  reposicionar a imagem territorial do entorno; dotar a região de equipamentos públicos plenos de significação simbólica e  de  intenso uso  social; potencializar os investimentos públicos municipal, estadual e federal já em curso;  atrair e articular investimentos públicos, privados e institucionais; garantir a sustentabilidade organizacional e financeira das ações. objetivos específicos
objetivos específicos o legado da Copa 2014 O estádio precisa ter um uso pós-evento. A FIFA está preocupada com isso. CARLOS DE LA CORTE REVISTA PROJETO DESIGN ▪ 357 ▪ NOV. 09 ▪ p. 12 Uma nova arena é um fator que irá contribuir para a reurbanização da favela que existe no entorno e também para a requalificação da área como um todo. O estudo de viabilidade propõe a construção de edifícios de escritórios, residenciais e institucionais na região. DANILO CARVALHO | GRUPO STADIA REVISTA PROJETO DESIGN ▪ 357 ▪ NOV. 09 ▪ p. 90
como ATUANDO SELETIVAMENTE  A Lei de Pareto  [ o  princípio 80/20  ou  do mínimo esforço  ] nos explica como, num conjunto de elementos, alguns são muito mais importantes que outros.  Por este princípio, 80% dos resultados são obtidos a partir de 20% das ações.    existem algumas poucas forças ou ações que têm uma extrema  influência sobre os resultados a serem alcançados; são essas forças que precisam ser identificadas e observadas. Isso nos indica que grande parte dos fenômenos pode ser explicada, ou ocasionada, por um número muito pequeno de ações, ou seja, poucas  ações são importantes e a grande maioria é desprezível.
como ATUANDO SOBRE SISTEMAS DE INTERFACES COMPEXAS     Sistemas de interfaces complexas podem ser caracterizados como setores da cidade onde articulam-se, de forma “colisiva”, grandes infra-estruturas, equipamentos e instituições, mesclando escalas diversificadas de apropriação.  Caracterizam-se por apresentar uma configuração diferenciada no tecido urbano, adaptadas a um leque amplo de funções. Tratam-se de espaços urbanos que, seja por sua importância simbólica e social, seja por sua localização territorial particular e pelas funções que exercem na estruturação da cidade, mostram-se preferenciais à ação projetual e capazes de alavancar mudanças significativas na estrutura urbana. projetos motores   
Projetos urbanos e planos de ação de escala intermediária  minimizam a incerteza e favorecem a capacidade de governabilidade [”governance”] da gestão operacional na esfera do planejamento urbano. Quanto mais circunscrito o contexto, mais fácil a obtenção de consensos, mais rápidos os resultados e ageração de externalidades.
pressupostos Áreas de nova centralidade devem articular-se com a cidade através de um novo sistema de acessibilidade. [ reforçar a acessibilidade] [grandes vias de transporte, novas conexões de transporte] [ recuperação do espaço “através”] circulação + espaço público | fluxo + territórios FLUXOS E LUGARES CONECTORES URBANOS
pressupostos O sistema viário é um elemento importante e fortemente estruturador dos processos de reurbanização. [estruturador dos espaços públicos]   Saber como se atua e, principalmente, “onde” se atua. [saber selecionar] [saber eleger corretamente os locais de intervenção, mesmo porque os recursos são escassos] [locais onde se pode produzir mais efeitos] [como atuar num ponto físico e gerar externalidades para a macro-região]   cidade compacta | cidade sustentável [desenvolvimento sustentável]  
pressupostos Permitir que o plano incorpore novas oportunidades que surgem e que não estavam inicialmente previstas. [saber combinar oportunidades com objetivos] [reconhecer oportunidades no território]   Criar condições para a garantia, de fato, da qualidade do espaço público.   Aproveitamento dos nós viários como receptáculos de espaços públicos qualificados.   Garantir condições reais de financiamento do plano.   Garantir a polivalência da operação. [operações monofuncionais são totalmente indesejáveis]   Seleção estratégica das áreas a serem pensadas.
REM KOOLHAAS MÉLUN SENART | 1987 A essência deste projeto é um sistema de vazios que atravessa toda a área de intervenção. A idéia básica é a de  que, se esse complexo de vazios for respeitado, as qualidades de beleza, serenidade e acesso aos serviços urbanos serão garantidas, apesar da arquitetura que eventualmente os venha a rodear. Como lidar com os elementos mutáveis do plano ?
REM KOOLHAAS MÉLUN SENART | 1987 É preciso um certo tipo de inocência para acreditar, neste fim de século, que o desenvolvimento urbano pode ser projetado e depois mantido razoavelmente sob controle. A construção, os “cheios”, são incontrolaveis, sujeitos às forças políticas, financeiras e culturais, em perpétua transformação. Já para os vazios, isso não é igualmente verdade: talvez seja nos vazios onde as certezas arquitetônicas são ainda convincentes.
Parece lógico que a cidade possa se estruturar  com apoio em três sistemas de eixos básicos, que se superpõe com frequência: o sistema viário estrutural garantir melhor desempenho vias que ligam Manaus com os outros municípios do Estado e do País; vias que ligam São Paulo com os municípios vizinhos; vias que ligam o centro de Manaus com todos os seus bairros. os sistemas de transportes públicos maior adensamento de sua vizinhança mais próxima instalações fixas de todos os sistemas de transporte público  implantados na cidade  [rodoviário, ferroviário, metroviário, aeroviário e hidroviário] os cursos d’água e os talvegues ampliação dos espaços abertos elementos estruturadores naturais do tecido urbano e da paisagem  que poderiam ser recuperados de forma a se configurarem como  parques lineares contínuos ou interligados.
inspiração | referências
TOYO ITO  PROJETO URBANO PARA XANGAI CHINA | 1993 170 ha
TOYO ITO  PROJETO URBANO PARA XANGAI CHINA | 1993 170 ha
TOYO ITO PROJETO URBANO PARA XANGAI CHINA | 1993 170 ha edifícios de escritórios hotéis centros de congressos habitações  instalações comerciais e de lazer
FOSTER + PARTNERS SANTA GIULIA MASTERPLAN MILÃO | ITÁLIA | 2003 1 200 000 m2 | 120ha a city within a city
FOSTER + PARTNERS SANTA GIULIA MASTERPLAN MILÃO | ITÁLIA | 2003 1 200 000 m2 | 120ha
FOSTER + PARTNERS SANTA GIULIA MASTERPLAN MILÃO | ITÁLIA | 2003 1 200 000 m2 | 120ha
FOSTER + PARTNERS SANTA GIULIA MASTERPLAN MILÃO | ITÁLIA | 2003 1 200 000 m2 | 120ha
STEVEN HOLL HUDSON YARDS NOVA IORQUE | 2007
STEVEN HOLL HUDSON YARDS NOVA IORQUE | 2007
STEVEN HOLL HUDSON YARDS NOVA IORQUE | 2007
STEVEN HOLL HUDSON YARDS NOVA IORQUE | 2007
STEVEN HOLL HUDSON YARDS NOVA IORQUE | 2007
STEVEN HOLL HUDSON YARDS NOVA IORQUE | 2007
STEVEN HOLL HUDSON YARDS NOVA IORQUE | 2007
ROLAND CASTRO LE GRAND PARIS | 2009
 
MMBB Fernando de Melllo Franco III BIENAL DE ARQUITETURA DE ROTERDÃ | 2007 Marta Moreira Milton Braga
O trabalho investiga a idéia de que a construção da rede dos reservatórios de retenção de água pluvial em São Paulo, conhecida como rede de “piscinões”, pode ser convertida em uma oportunidade de difusão de um sistema de vazios urbanos estruturador das periferias, caso articulada com as demais políticas setoriais.
MMBB BAIRRO NOVO | SÃO PAULO | 2004
MMBB BAIRRO NOVO | SÃO PAULO | 2004 http://www.mmbb.com.br/projeto.php
Lua Nitsche | Pedro Nitsche Héctor Vigliecca Christian de Portzamparc Bruno Padovano CONCURSO BAIRRO NOVO SÃO PAULO | 2004
apresentação
apresentação

Manaus 2014 11 11 09

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    WORKSHOPS Qualificação Urbanaem Cidades-Sede da Copa 2014 8ª Bienal Internacional de Arquitetura | 2009
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    WORKSHOPS Qualificação Urbanaem Cidades-Sede da Copa 2014 8ª Bienal Internacional de Arquitetura | 2009 equipe de coordenação Eduardo Della Manna PPU PLANEJAMENTO E PROJETOS URBANOS LTDA Mariana de Cillo Malufe Fernando Forte FORTE, GIMENES & MARCONDES FERRAZ ARQUITETOS Rodrigo Marcondes Ferraz FORTE, GIMENES & MARCONDES FERRAZ ARQUITETOS
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    17/11 9h00 |12h00 objetivos gerais apresentações técnicas sobre a Cidade de Manaus objetivos específicos 14h00 | 18h00 discussões conceituais e sessão de brainstorming 18/11 9h00 | 12h00 e 14h00 | 18h00 desenvolvimento de idéias de projeto urbanístico 19/11 9h00 | 12h00 e 14h00 | 18h00 elaboração das propostas de projetos de qualificação urbana e conclusões 20/12 9h00 | 12h00 apresentação das conclusões 14h00 | 18h00 debate entre os participantes dos workshops da semana e o público em geral, no auditório da 8ª BIA
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    objetivos gerais apresentaçãoda Prefeitura de Manaus apresentação do Governo do Estado do Amazonas objetivos específicos como pressupostos hipótese WORKSHOPS Qualificação Urbana em Cidades-Sede da Copa 2014 8ª Bienal Internacional de Arquitetura | 2009
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    explorar aspossibilidades urbanísticas vinculadas à realização de jogos da Copa do Mundo de 2014 ; apresentar uma ou mais propostas que ampliem, enriqueçam e/ou consolidem a qualificação urbana prevista para a área objeto das intervenção públicas e privadas ; o conteúdo do workshop não deve ser visto como uma solução única e definitiva para a área no contexto da cidade, nem uma crítica à ação prevista do Estado (se bem que críticas poderão ser feitas) ; objetivos gerais WORKSHOPS Qualificação Urbana em Cidades-Sede da Copa 2014 8ª Bienal Internacional de Arquitetura | 2009
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    deverá oferecer idéiase alternativas - que poderão ou não ser consideradas pelo poder público -, para aspropostas oficiais, aumentando aparticipação da classe dos ar quitetos e urbanistas num assunto de destacado interesse público ; a variável fundamental dos trabalhos deve ser o espaço tridimensional como elemento básico estruturador das propostas ; evidentemente que poderão ser objeto do relatório final, medidas e diretrizes vinculadas a objetivos políticos, sociais, econômicos, etc. Apenas, não poderão transbordar o relatório, minimizando as propostas de natureza espacial. objetivos gerais WORKSHOPS Qualificação Urbana em Cidades-Sede da Copa 2014 8ª Bienal Internacional de Arquitetura | 2009
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    apresentação do Governodo Estado do Amazonas
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    propor novas configuraçõesde uso para o entorno do estádio; incentivar a mescla de usos para estimular a dinâmica urbana; induzir a criação de uma nova centralidade; dinamizar os ativos urbanos da área envoltória ao estádio, reposicionando-a funcionalmente; articular um eixo leste-oeste; melhorar as condições de circulação de pessoas e de distribuição de bens e serviços; requalificar os espaços públicos; reposicionar a imagem territorial do entorno; dotar a região de equipamentos públicos plenos de significação simbólica e de intenso uso social; potencializar os investimentos públicos municipal, estadual e federal já em curso; atrair e articular investimentos públicos, privados e institucionais; garantir a sustentabilidade organizacional e financeira das ações. objetivos específicos
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    objetivos específicos olegado da Copa 2014 O estádio precisa ter um uso pós-evento. A FIFA está preocupada com isso. CARLOS DE LA CORTE REVISTA PROJETO DESIGN ▪ 357 ▪ NOV. 09 ▪ p. 12 Uma nova arena é um fator que irá contribuir para a reurbanização da favela que existe no entorno e também para a requalificação da área como um todo. O estudo de viabilidade propõe a construção de edifícios de escritórios, residenciais e institucionais na região. DANILO CARVALHO | GRUPO STADIA REVISTA PROJETO DESIGN ▪ 357 ▪ NOV. 09 ▪ p. 90
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    como ATUANDO SELETIVAMENTE A Lei de Pareto [ o princípio 80/20 ou do mínimo esforço ] nos explica como, num conjunto de elementos, alguns são muito mais importantes que outros. Por este princípio, 80% dos resultados são obtidos a partir de 20% das ações.   existem algumas poucas forças ou ações que têm uma extrema influência sobre os resultados a serem alcançados; são essas forças que precisam ser identificadas e observadas. Isso nos indica que grande parte dos fenômenos pode ser explicada, ou ocasionada, por um número muito pequeno de ações, ou seja, poucas ações são importantes e a grande maioria é desprezível.
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    como ATUANDO SOBRESISTEMAS DE INTERFACES COMPEXAS   Sistemas de interfaces complexas podem ser caracterizados como setores da cidade onde articulam-se, de forma “colisiva”, grandes infra-estruturas, equipamentos e instituições, mesclando escalas diversificadas de apropriação. Caracterizam-se por apresentar uma configuração diferenciada no tecido urbano, adaptadas a um leque amplo de funções. Tratam-se de espaços urbanos que, seja por sua importância simbólica e social, seja por sua localização territorial particular e pelas funções que exercem na estruturação da cidade, mostram-se preferenciais à ação projetual e capazes de alavancar mudanças significativas na estrutura urbana. projetos motores  
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    Projetos urbanos eplanos de ação de escala intermediária minimizam a incerteza e favorecem a capacidade de governabilidade [”governance”] da gestão operacional na esfera do planejamento urbano. Quanto mais circunscrito o contexto, mais fácil a obtenção de consensos, mais rápidos os resultados e ageração de externalidades.
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    pressupostos Áreas denova centralidade devem articular-se com a cidade através de um novo sistema de acessibilidade. [ reforçar a acessibilidade] [grandes vias de transporte, novas conexões de transporte] [ recuperação do espaço “através”] circulação + espaço público | fluxo + territórios FLUXOS E LUGARES CONECTORES URBANOS
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    pressupostos O sistemaviário é um elemento importante e fortemente estruturador dos processos de reurbanização. [estruturador dos espaços públicos]   Saber como se atua e, principalmente, “onde” se atua. [saber selecionar] [saber eleger corretamente os locais de intervenção, mesmo porque os recursos são escassos] [locais onde se pode produzir mais efeitos] [como atuar num ponto físico e gerar externalidades para a macro-região]   cidade compacta | cidade sustentável [desenvolvimento sustentável]  
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    pressupostos Permitir queo plano incorpore novas oportunidades que surgem e que não estavam inicialmente previstas. [saber combinar oportunidades com objetivos] [reconhecer oportunidades no território]   Criar condições para a garantia, de fato, da qualidade do espaço público.   Aproveitamento dos nós viários como receptáculos de espaços públicos qualificados.   Garantir condições reais de financiamento do plano.   Garantir a polivalência da operação. [operações monofuncionais são totalmente indesejáveis]   Seleção estratégica das áreas a serem pensadas.
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    REM KOOLHAAS MÉLUNSENART | 1987 A essência deste projeto é um sistema de vazios que atravessa toda a área de intervenção. A idéia básica é a de que, se esse complexo de vazios for respeitado, as qualidades de beleza, serenidade e acesso aos serviços urbanos serão garantidas, apesar da arquitetura que eventualmente os venha a rodear. Como lidar com os elementos mutáveis do plano ?
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    REM KOOLHAAS MÉLUNSENART | 1987 É preciso um certo tipo de inocência para acreditar, neste fim de século, que o desenvolvimento urbano pode ser projetado e depois mantido razoavelmente sob controle. A construção, os “cheios”, são incontrolaveis, sujeitos às forças políticas, financeiras e culturais, em perpétua transformação. Já para os vazios, isso não é igualmente verdade: talvez seja nos vazios onde as certezas arquitetônicas são ainda convincentes.
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    Parece lógico quea cidade possa se estruturar com apoio em três sistemas de eixos básicos, que se superpõe com frequência: o sistema viário estrutural garantir melhor desempenho vias que ligam Manaus com os outros municípios do Estado e do País; vias que ligam São Paulo com os municípios vizinhos; vias que ligam o centro de Manaus com todos os seus bairros. os sistemas de transportes públicos maior adensamento de sua vizinhança mais próxima instalações fixas de todos os sistemas de transporte público implantados na cidade [rodoviário, ferroviário, metroviário, aeroviário e hidroviário] os cursos d’água e os talvegues ampliação dos espaços abertos elementos estruturadores naturais do tecido urbano e da paisagem que poderiam ser recuperados de forma a se configurarem como parques lineares contínuos ou interligados.
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    TOYO ITO PROJETO URBANO PARA XANGAI CHINA | 1993 170 ha
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    TOYO ITO PROJETO URBANO PARA XANGAI CHINA | 1993 170 ha
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    TOYO ITO PROJETOURBANO PARA XANGAI CHINA | 1993 170 ha edifícios de escritórios hotéis centros de congressos habitações instalações comerciais e de lazer
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    STEVEN HOLL HUDSONYARDS NOVA IORQUE | 2007
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    ROLAND CASTRO LEGRAND PARIS | 2009
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    MMBB Fernando deMelllo Franco III BIENAL DE ARQUITETURA DE ROTERDÃ | 2007 Marta Moreira Milton Braga
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    O trabalho investigaa idéia de que a construção da rede dos reservatórios de retenção de água pluvial em São Paulo, conhecida como rede de “piscinões”, pode ser convertida em uma oportunidade de difusão de um sistema de vazios urbanos estruturador das periferias, caso articulada com as demais políticas setoriais.
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    MMBB BAIRRO NOVO| SÃO PAULO | 2004
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    MMBB BAIRRO NOVO| SÃO PAULO | 2004 http://www.mmbb.com.br/projeto.php
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    Lua Nitsche |Pedro Nitsche Héctor Vigliecca Christian de Portzamparc Bruno Padovano CONCURSO BAIRRO NOVO SÃO PAULO | 2004
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