Dr. Luis María Palma
O mundo globalizado
A independência judicial
América Latina
Argentina
As perspectivas
 Tecnologia, espaço e tempo
 Os avanços no conhecimento, ciência e tecnologia
 Estados nacionais e sistemas judiciários
 Judiciário e rigidez reguladora
 Descompassos entre oferta de serviços e demanda social
 Dessincronização
 Dificuldades de comunicação e linguagem
É a ausência de interferência entre o
juiz e outros atores, públicos e privados
 Atores públicos: poder executivo,
legislativo, organizações internacionais
 Atores privados: partidos, mídia, grupos
empresariais, ONGs, sociedade em geral
(a opinião pública e publicada)
 The Federalist Papers: a separação de poderes é
essencial para a liberdade
 Os juízes têm a última palavra para o poder
político honrar as suas promessas
 Garantias
 Mecanismo de seleção
 inamovibilidade
 Intangibilidade das remunerações
 Requisitos
 Imparcialidade
 Ética: ser e parecer
 Precisa: financiamento adequado
Estado de Direito
 As relações entre governantes e
governados são regidas por normas legais
 A atividade do juiz não é mecânica, mas
acrescenta substância em as regras
 A independência judicial o legitima
Exclusividade do autoridade judiciária
Imparcialidade
Respeito do sistema legal
 Inamovibilidade
 A independência económica
 Incompatibilidades e proibições
 Influências dos órgãos políticos
 Influências sociais, políticas e econômicas
 Parcialidade
 Externa
 Poderes políticos
 Outros atores: mídia, sindicatos, sociedade,
etc.
 Interna
 Órgano do governo judicial
 Outros órganos do poder judiciário
 Poder executivo
 Recíproca falta de interferência
 Poder legislativo
 Subordinação a regras que dita
 A independência externa é afetada
quando o Judiciário depende em seu
orçamento dos poderes políticos
(especialmente o executivo)
 Não é um fim em si
 Meio para assegurar a igualdade perante
a lei em um estado de direito
 Não há nivéis
 Ferramenta para a imparcialidade
A INDEPENDÊNCIA
A GESTÃO
A GESTÃO À
INDEPENDÊNCIA
Estrutura piramidal
 Procedimentos burocráticos e lentos
 Métodos de trabalho ultrapassados
 Mínimo processamento e utilização de informações
Magistrado (juiz, promotor, defensor)
 Concentração de actividade judicial e administrativa
 Confusão entre independência e gestão judicial
Causas Profundas
 Educação legal e limitações
 Papel do juiz na visão clássica
 A linguagem jurídica
Modelo Tradicional e Problemas
 Desenho constitucional com base no
sistema anglo-saxão
 Carreira judicial sui generis
 A reforma constitucional de 1994:
 Introdução do Conselho da Magistratura
(sistema continental)
Corte Suprema Federal e outros tribunais
 Até 1853: a influência hispânica
 1853-1930: organização nacional
 1930-1983: instabilidade institucional
 1983-1989: estado de direito
 1989-1999: desequilíbrios políticos
 Expansão do Corte Suprema
 Justiça Federal
 Conselho da Magistratura e órgãos judiciais extrapoder
 1999-2001: continuidade judicial e colapso político
 2002-2003: fraqueza política
 2003: relegitimação judicial
 2006: reforma do Conselho da Magistratura
 2013-2015: tentativa de controle político,
"democratização”, casos atuais…
 Liderança inicial dos poderes políticos
 Variedade de estudos de diagnóstico
 Papel das organizações internacionais
 Propostas variadas e abrangentes
 Baixa participação dos atores internos
 Decisões baseadas em informações limitadas
 Falta de executoriedade
 Falta de continuidade na execução
Evolução
Com a consolidação do
governação democrática
-especialmente após a crise de 2001-
cresceu decisivamente a participação
dos atores do sistema judicial
 Organizações públicas, associações profissionais,
ONG, instituições educacionais e indivíduos
 19 reuniões plenárias (fevereiro de 2002 a
fevereiro de 2006)
 Comissões de Trabalho
 Workshops para a construção de cenários
futuros
 Rede de Formação Federal: 66
videoconferências, 4200 participantes
 Livro Todos da Justiça (fevereiro de 2002 a maio
de 2003)
 Livro A Cultura do Diálogo (2011)
Acordo de Cooperação Técnica: Corte Suprema de
Justiça da Nação - Argenjus (2004)
 18 comissões de trabalho
 Os projectos e propostas de regras internas
 Conferências Nacionais de Juizes
 Santa Fe, 2006
 Salta, 2007
 Córdoba, 2008
 Buenos Aires, 2010
 Mendoza, 2012
 Mar del Plata, 2014
 Políticas de Estado
 Comissão Nacional de Acesso à Justiça
 Escritório de Violência Doméstica
 Mapa de Acesso à Justiça
 Escritório de Mulheres
 Mapa de Gênero
 Comissão Nacional sobre Gestão Judicial
 Consciência, diálogo e construção de consenso
 Cooperação com comissões de gestão de outras jurisdições
 Preparação de manuais
 Elaboração e implementação de experiências piloto
 Formação contínua de atores
 Formação de formadores
 Crescente utilização de novas tecnologias
 Ajuste e multiplicação de boas práticas
 Melhoria baseada no já existente
 Desenvolvimento gradual de novos modelos de unidades judiciais
 Três tempos
 Perceber
 Querer
 Encontrar maneiras
 O que é necessário
 Disposição para começar
 Responsabilidade
 Persistência
 Resultados
 Mais ativismo judicial
 Melhoria contínua da gestão
 Defesa do Independência judicial
Condição essencial
The Challenges of the Judiciary in 2015 /  Os Desafios do Poder Judiciário no Ano de 2015

The Challenges of the Judiciary in 2015 / Os Desafios do Poder Judiciário no Ano de 2015

  • 1.
  • 2.
    O mundo globalizado Aindependência judicial América Latina Argentina As perspectivas
  • 3.
     Tecnologia, espaçoe tempo  Os avanços no conhecimento, ciência e tecnologia  Estados nacionais e sistemas judiciários  Judiciário e rigidez reguladora  Descompassos entre oferta de serviços e demanda social  Dessincronização  Dificuldades de comunicação e linguagem
  • 4.
    É a ausênciade interferência entre o juiz e outros atores, públicos e privados  Atores públicos: poder executivo, legislativo, organizações internacionais  Atores privados: partidos, mídia, grupos empresariais, ONGs, sociedade em geral (a opinião pública e publicada)
  • 5.
     The FederalistPapers: a separação de poderes é essencial para a liberdade  Os juízes têm a última palavra para o poder político honrar as suas promessas  Garantias  Mecanismo de seleção  inamovibilidade  Intangibilidade das remunerações  Requisitos  Imparcialidade  Ética: ser e parecer  Precisa: financiamento adequado
  • 6.
    Estado de Direito As relações entre governantes e governados são regidas por normas legais  A atividade do juiz não é mecânica, mas acrescenta substância em as regras  A independência judicial o legitima
  • 7.
    Exclusividade do autoridadejudiciária Imparcialidade Respeito do sistema legal  Inamovibilidade  A independência económica  Incompatibilidades e proibições
  • 8.
     Influências dosórgãos políticos  Influências sociais, políticas e econômicas  Parcialidade
  • 9.
     Externa  Poderespolíticos  Outros atores: mídia, sindicatos, sociedade, etc.  Interna  Órgano do governo judicial  Outros órganos do poder judiciário
  • 10.
     Poder executivo Recíproca falta de interferência  Poder legislativo  Subordinação a regras que dita  A independência externa é afetada quando o Judiciário depende em seu orçamento dos poderes políticos (especialmente o executivo)
  • 11.
     Não éum fim em si  Meio para assegurar a igualdade perante a lei em um estado de direito  Não há nivéis  Ferramenta para a imparcialidade
  • 12.
    A INDEPENDÊNCIA A GESTÃO AGESTÃO À INDEPENDÊNCIA
  • 13.
    Estrutura piramidal  Procedimentosburocráticos e lentos  Métodos de trabalho ultrapassados  Mínimo processamento e utilização de informações Magistrado (juiz, promotor, defensor)  Concentração de actividade judicial e administrativa  Confusão entre independência e gestão judicial Causas Profundas  Educação legal e limitações  Papel do juiz na visão clássica  A linguagem jurídica Modelo Tradicional e Problemas
  • 14.
     Desenho constitucionalcom base no sistema anglo-saxão  Carreira judicial sui generis  A reforma constitucional de 1994:  Introdução do Conselho da Magistratura (sistema continental)
  • 15.
    Corte Suprema Federale outros tribunais  Até 1853: a influência hispânica  1853-1930: organização nacional  1930-1983: instabilidade institucional  1983-1989: estado de direito  1989-1999: desequilíbrios políticos  Expansão do Corte Suprema  Justiça Federal  Conselho da Magistratura e órgãos judiciais extrapoder  1999-2001: continuidade judicial e colapso político  2002-2003: fraqueza política  2003: relegitimação judicial  2006: reforma do Conselho da Magistratura  2013-2015: tentativa de controle político, "democratização”, casos atuais…
  • 16.
     Liderança inicialdos poderes políticos  Variedade de estudos de diagnóstico  Papel das organizações internacionais  Propostas variadas e abrangentes  Baixa participação dos atores internos  Decisões baseadas em informações limitadas  Falta de executoriedade  Falta de continuidade na execução
  • 17.
    Evolução Com a consolidaçãodo governação democrática -especialmente após a crise de 2001- cresceu decisivamente a participação dos atores do sistema judicial
  • 19.
     Organizações públicas,associações profissionais, ONG, instituições educacionais e indivíduos  19 reuniões plenárias (fevereiro de 2002 a fevereiro de 2006)  Comissões de Trabalho  Workshops para a construção de cenários futuros  Rede de Formação Federal: 66 videoconferências, 4200 participantes  Livro Todos da Justiça (fevereiro de 2002 a maio de 2003)  Livro A Cultura do Diálogo (2011)
  • 20.
    Acordo de CooperaçãoTécnica: Corte Suprema de Justiça da Nação - Argenjus (2004)  18 comissões de trabalho  Os projectos e propostas de regras internas  Conferências Nacionais de Juizes  Santa Fe, 2006  Salta, 2007  Córdoba, 2008  Buenos Aires, 2010  Mendoza, 2012  Mar del Plata, 2014
  • 21.
     Políticas deEstado  Comissão Nacional de Acesso à Justiça  Escritório de Violência Doméstica  Mapa de Acesso à Justiça  Escritório de Mulheres  Mapa de Gênero  Comissão Nacional sobre Gestão Judicial
  • 22.
     Consciência, diálogoe construção de consenso  Cooperação com comissões de gestão de outras jurisdições  Preparação de manuais  Elaboração e implementação de experiências piloto  Formação contínua de atores  Formação de formadores  Crescente utilização de novas tecnologias  Ajuste e multiplicação de boas práticas  Melhoria baseada no já existente  Desenvolvimento gradual de novos modelos de unidades judiciais
  • 23.
     Três tempos Perceber  Querer  Encontrar maneiras  O que é necessário  Disposição para começar  Responsabilidade  Persistência  Resultados
  • 24.
     Mais ativismojudicial  Melhoria contínua da gestão  Defesa do Independência judicial Condição essencial