LAODICEIA,
A IGREJA APÓSTATA
Alvo da lição
                 O aluno será capaz de

saber reconhecer o objetivo do Senhor e sempre a
       restauração do crente; e que não é possível ser
       crente “mais ou menos”;


sentir ter  prazer em       submeter-se       a   Jesus,
       completamente;
  agir lutar para ser um crente verdadeiro.
Introdução
                  JESUS E AS SETE IGREJAS
Éfeso        “o que tem nas mãos as sete estrelas”

Esmirna      “o primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver”

Pérgamo      “aquele que tem a espada afiada de dois gumes”
             ”que tem os olhos como chama de fogo e os pés semelhantes
Tiatira      ao bronze polido”
Sardes       “aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas”
             “o santo, o verdadeiro, aquele que tema chave de Davi”
Filadélfia
Laodiceia    “o Amém, a testemunha fiel e verdadeira”
Introdução
  Chegamos à última e a mais triste das cartas,
  porque foi escrita a uma igreja apóstata da
  qual Cristo nada tem de bom a dizer. No
  entanto, é nesta carta que encontramos o
  apelo mais comovente de Cristo e as palavras
  mais doces e meigas do Senhor Jesus, tão
  cheias de amor e carinho.
I. A cidade de Laodiceia

1. Era uma cidade bancária e uma das mais ricas do
   mundo de então. Quando foi arrasada em 61 d.C. por
   um terremoto, ela recusou o auxílio do governo
   romano, tão rica e independente se sentia... “não
   preciso de cousa alguma” (3.17). Mas na verdade,
   era pobre (v.17).
I. A cidade de Laodiceia

2. Era um grande centro comercial, especialmente
   famosa pelas suas túnicas chamadas trimita, feitas da
   lustrosa lã preta das ovelhas da região. Orgulhando-
   se das túnicas que exportavam, os laodicenses não
   desconfiavam que estavam nus (v.17).
I. A cidade de Laodiceia

3. Era um grande centro médico, famoso especialmente
   por um unguento para os olhos feito de pófrígio
   misturado com óleo. Mandando o seu colírio pelo
   mundo afora, o povo de Laodiceia não desconfiava
   que era cego (v.17).
II. A apresentação de Cristo
   (Ap 3.14)

1. O Amém
 Cristo Se apresenta como o “Amém”. Essa palavra nos
 chega diretamente do hebraico, sem ser traduzida, e
 expressa algo que já é estabelecido e positivo. Ela nos
 fala portanto de uma estabilidade e autoridade
 absoluta.
II. A apresentação de Cristo
    (Ap 3.14)

2. O Princípio da criação
  Ele é o “Princípio da criação” – não o começo, não o
  primeiro a ser criado, mas a causa movedora, o
  dínamo da criação. Nas palavras de João 1.3 – “Todas
  as cousas foram feitas por intermédio dele, e, sem Ele,
  nada do que foi feito se fez”. Assim também
  Colossenses 1.15 fala de Cristo como o “primogênito
  de toda a criação”, declarando Sua posição e
  privilégio.
III. As acusações de Cristo
   (Ap 3.15-17)

1. Indiferentismo (Ap 3.15-16)

2. Presunção (Ap 3.17)
IV. O conselho de Cristo
   (Ap 3.18-19)

1. Ricos, mas pobres
2. Vestidos, mas nus
3. De boa visão, mas cegos
4. Compres de mim, disse Jesus, porque
  a. só de Cristo recebemos a fé viva, sem a qual estamos
     perdidos;
  b. só de Cristo recebemos as vestes brancas da Sua
     justiça;
  c. só por Ele podemos ter a unção do Espírito Santo.
IV. O conselho de Cristo
   (Ap 3.18-19)
1. Ricos, mas pobres

2. Vestidos, mas nus

3. De boa visão, mas cegos

4. Compres de mim, disse Jesus, porque

5. Repreensão e disciplina (Ap 3.9)
V. O apelo de Cristo
  (Ap 3.20)


   Chegamos a um dos versículos mais usados
   em sermões. Basta ressaltar aqui apenas
   alguns aspectos dele. O primeiro, que nos
   estarrece, é que Cristo, o Senhor da Igreja,
   está à porta da igreja, mas do lado de fora!
VI. A promessa de Cristo
  (Ap 3.21)
   Mesmo em uma igreja como a de Laodiceia,
   havia a possibilidade de alguém abrir a porta
   e entrar, mas como aquilo seria realmente
   uma coisa muito difícil, Cristo oferece ao
   vencedor uma das Suas mais extraordinárias
   promessas: “dar-lhe-ei sentar-se comigo no
   meu trono”! Isso é, Ele promete ao vencedor
   participar com Ele no Seu reino Messiânico,
   participando assim de toda a Sua glória.
Revisão e aplicação
1. A minha igreja é fria, quente, ou morna? O que
   evidencia o estado dela?

2. O que Jesus diria, diante da situação em que ela se
   encontra?

3. O que minha igreja necessita adquirir com mais
   urgência? Ouro refinado, vestiduras brancas ou
   colírio?
Conclusão
 A igreja em Laodiceia reflete tristemente o
 estado calamitoso de tantas igrejas da nossa
 época, igrejas com Cristo do lado de fora.
 Cristo está batendo à porta. Ele está pedindo
 entrada, e é o indivíduo que pode atender ao
 Seu apelo, é a ele que Cristo faz a Sua mais
 gloriosa promessa.
Aplicações para hoje
1. Por que ser “morno” é mais perigoso do
   que ser completamente “frio”? O que eu
   sou?
2. Explicar as duas acusações que Cristo fez
   contra a igreja.
3. Pensar no significado de “ouro refinado”,
   “vestiduras brancas” e “colírio” no v.18.

Lição 08 - Laodicéia a igreja apóstata

  • 2.
  • 3.
    Alvo da lição O aluno será capaz de saber reconhecer o objetivo do Senhor e sempre a restauração do crente; e que não é possível ser crente “mais ou menos”; sentir ter prazer em submeter-se a Jesus, completamente; agir lutar para ser um crente verdadeiro.
  • 4.
    Introdução JESUS E AS SETE IGREJAS Éfeso “o que tem nas mãos as sete estrelas” Esmirna “o primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver” Pérgamo “aquele que tem a espada afiada de dois gumes” ”que tem os olhos como chama de fogo e os pés semelhantes Tiatira ao bronze polido” Sardes “aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas” “o santo, o verdadeiro, aquele que tema chave de Davi” Filadélfia Laodiceia “o Amém, a testemunha fiel e verdadeira”
  • 5.
    Introdução Chegamosà última e a mais triste das cartas, porque foi escrita a uma igreja apóstata da qual Cristo nada tem de bom a dizer. No entanto, é nesta carta que encontramos o apelo mais comovente de Cristo e as palavras mais doces e meigas do Senhor Jesus, tão cheias de amor e carinho.
  • 6.
    I. A cidadede Laodiceia 1. Era uma cidade bancária e uma das mais ricas do mundo de então. Quando foi arrasada em 61 d.C. por um terremoto, ela recusou o auxílio do governo romano, tão rica e independente se sentia... “não preciso de cousa alguma” (3.17). Mas na verdade, era pobre (v.17).
  • 7.
    I. A cidadede Laodiceia 2. Era um grande centro comercial, especialmente famosa pelas suas túnicas chamadas trimita, feitas da lustrosa lã preta das ovelhas da região. Orgulhando- se das túnicas que exportavam, os laodicenses não desconfiavam que estavam nus (v.17).
  • 8.
    I. A cidadede Laodiceia 3. Era um grande centro médico, famoso especialmente por um unguento para os olhos feito de pófrígio misturado com óleo. Mandando o seu colírio pelo mundo afora, o povo de Laodiceia não desconfiava que era cego (v.17).
  • 9.
    II. A apresentaçãode Cristo (Ap 3.14) 1. O Amém Cristo Se apresenta como o “Amém”. Essa palavra nos chega diretamente do hebraico, sem ser traduzida, e expressa algo que já é estabelecido e positivo. Ela nos fala portanto de uma estabilidade e autoridade absoluta.
  • 10.
    II. A apresentaçãode Cristo (Ap 3.14) 2. O Princípio da criação Ele é o “Princípio da criação” – não o começo, não o primeiro a ser criado, mas a causa movedora, o dínamo da criação. Nas palavras de João 1.3 – “Todas as cousas foram feitas por intermédio dele, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez”. Assim também Colossenses 1.15 fala de Cristo como o “primogênito de toda a criação”, declarando Sua posição e privilégio.
  • 11.
    III. As acusaçõesde Cristo (Ap 3.15-17) 1. Indiferentismo (Ap 3.15-16) 2. Presunção (Ap 3.17)
  • 12.
    IV. O conselhode Cristo (Ap 3.18-19) 1. Ricos, mas pobres 2. Vestidos, mas nus 3. De boa visão, mas cegos 4. Compres de mim, disse Jesus, porque a. só de Cristo recebemos a fé viva, sem a qual estamos perdidos; b. só de Cristo recebemos as vestes brancas da Sua justiça; c. só por Ele podemos ter a unção do Espírito Santo.
  • 13.
    IV. O conselhode Cristo (Ap 3.18-19) 1. Ricos, mas pobres 2. Vestidos, mas nus 3. De boa visão, mas cegos 4. Compres de mim, disse Jesus, porque 5. Repreensão e disciplina (Ap 3.9)
  • 14.
    V. O apelode Cristo (Ap 3.20) Chegamos a um dos versículos mais usados em sermões. Basta ressaltar aqui apenas alguns aspectos dele. O primeiro, que nos estarrece, é que Cristo, o Senhor da Igreja, está à porta da igreja, mas do lado de fora!
  • 15.
    VI. A promessade Cristo (Ap 3.21) Mesmo em uma igreja como a de Laodiceia, havia a possibilidade de alguém abrir a porta e entrar, mas como aquilo seria realmente uma coisa muito difícil, Cristo oferece ao vencedor uma das Suas mais extraordinárias promessas: “dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono”! Isso é, Ele promete ao vencedor participar com Ele no Seu reino Messiânico, participando assim de toda a Sua glória.
  • 16.
    Revisão e aplicação 1.A minha igreja é fria, quente, ou morna? O que evidencia o estado dela? 2. O que Jesus diria, diante da situação em que ela se encontra? 3. O que minha igreja necessita adquirir com mais urgência? Ouro refinado, vestiduras brancas ou colírio?
  • 17.
    Conclusão A igrejaem Laodiceia reflete tristemente o estado calamitoso de tantas igrejas da nossa época, igrejas com Cristo do lado de fora. Cristo está batendo à porta. Ele está pedindo entrada, e é o indivíduo que pode atender ao Seu apelo, é a ele que Cristo faz a Sua mais gloriosa promessa.
  • 18.
    Aplicações para hoje 1.Por que ser “morno” é mais perigoso do que ser completamente “frio”? O que eu sou? 2. Explicar as duas acusações que Cristo fez contra a igreja. 3. Pensar no significado de “ouro refinado”, “vestiduras brancas” e “colírio” no v.18.