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Vocação Sacerdotal
“A colheita é grande, mas os trabalhado-
res são poucos. Pedi, pois, ao Senhor que
mande trabalhadores para sua colheita”.
(Lc 10,2)
Desde a antiguidade, Deus sempre pro-
videnciou líderes para amar e orientar seu
povo. Revestindo-os com Sua força e consti-
tuindo alguns como sacerdotes, como foi no
Antigo Testamento com Aarão e seus filhos,
que foi uma prefiguração do Sacerdócio de-
finitivo na Nova Aliança realizada no Sangue
de Cristo. Jesus é o Único e Eterno Sacerdo-
te que se oferece ao Pai pela salvação.
Jesus Cristo bondosamente escolhe ho-
mens para que tomem parte em Seu Sacer-
dócio, os primeiros escolhidos foram os Doze
Apóstolos, e continua ainda hoje escolhendo
sucessores com a mesma graça, para conti-
nuarem presentes em sua Igreja.
Vocação sacerdotal é um “chamado
para ser sacerdote”. Quem chama é Deus,
a escolha é feita por Ele, como Jesus diz no
Evangelho: “Não foste vós que me escolhes-
tes; fui eu que vos escolhi”. ( Jo 15,16). O sacerdote é a presença viva de Cristo na igreja, ele age
na pessoa de Cristo, ou seja através dele Jesus continua a: acolher, perdoar, unir a comunidade,
motivar a fé e santificar. Toda a vida do sacerdote é de serviço, doação, entrega e gratuidade, ele
não vive para si, mas para a comunidade, ele conduz as pessoas ao encontro com Jesus, ajuda as
pessoas a se libertarem do pecado e recolocá-las no caminho do bem, no caminho do evangelho,
no caminho de Jesus Cristo.
Pela graça de Deus o sacerdote tem a missão de formar comunidades e fazer celebrarem e vi-
verem sua fé. Ele ajuda com sabedoria, sensibilidade e dedicação as comunidades e a igreja a serem
o segundo lar para as famílias, acolhendo, aconselhando, abençoando e enviando a todos em missão.
Mesmo revestido de tão Grande dignidade, o sacerdote é uma pessoa humana como as outras,
sujeito a falhas e imperfeições. Numa sociedade tão materialista como vivemos nos dias de hoje, onde o
dinheiro, o poder, a fama são fortes armas de sedução, o sacerdote tem de ser firme em sua vocação, e
nunca se esquecer do convite de Cristo: “Vem e segue-me” (Mc 1,17). O sacerdote é chamado a libertar-
-se de tudo que o prende, que o amarra ou escraviza para na liberdade, colocar-se a serviço do evangelho
e do povo de Deus. O sacerdócio não é merecimento de ninguém, e sim puro e grandioso Dom de Deus,
pois, todo o bem realizado pelo sacerdote não vem dele, mas sim do Senhor Deus.
Caro leitor, rezemos hoje e sempre para que os sacerdotes do mundo inteiro, vivam com alegria o seu
sacerdócio e sejam fiéis à missão a eles confiada. Rezemos pelo nosso querido Papa Francisco, pelo nosso
pároco Pe. Jeferson. Rezemos para que os jovens se deixem cativar por Jesus e se coloquem à disposição
dele, assumindo com generosidade a vocação sacerdotal. Precisamos de sacerdotes que sejam continuadores
de Jesus Cristo no mundo para que o mundo seja melhor para todos!
Um forte abraço a todos!
Norma R. Lima Mazochi
Pascom
MENSAGEM DO MÊS
Queridos irmãos e irmãs em Cristo.
O mês de agosto na Igreja é dedicado às vocações. A palavra vocação vem do
latim “vocare” que significa chamado. Ser pai, é chamado de Deus, é uma vocação.
No segundo domingo desse mês comemoramos o “Dia dos Pais” lembrando sua voca-
ção familiar, pedindo e agradecendo a Deus pela sua vida. Nesses tempos de violência
e perda de valores, a valorização da família é essencial, pois é chamada por Deus a
ser testemunha do amor e da fraternidade. A vocação se descobre na oração, na escuta
atenta de Deus que nos fala através de sua Palavra. Que Deus nos conceda durante esse
mês Vocacional amadurecer em nós essa tarefa a qual somos chamados. Que o Senhor
nos abençoe e guarde. Amém!
PASCOM
ASemente
ParóquiaSãoJosé
BragançaPaulista/SP
AnoX-Ediçãonº102-Agosto/2015
EDITORIAL
NESTA EDIÇÃO
Página 2
Página 7
Página 8
Página 3 e 4
Página 5 e 6
Cajado do Pastor e Palavra do Papa
Coluna Jovem e Artigos Diversos
Outros Artigos
Dizimistas Aniversariantes,
Convites e Agenda
Aconteceu na Matriz e nas Comunidades
“Se alguém pedir uma palavra de ordem, sempre dare-
mos esta e não outra: restaurar todas as coisas em Cris-
to.”: São Pio X (Memória 21 de Agosto)
Amigos paroquianos de São José, há um século subia ao
Trono pontifício um Papa santo. Em 4 de agosto de 1903, o
Cardeal Giuseppe Sarto foi eleito para o Sumo Pontificado,
como sucessor de São Pedro, sendo coroado no dia 9 do
mesmo mês. São Pio X, um dos maiores Pontífices de todos
os tempos, um Papa que mereceu ser reconhecido por santo,
embora na humildade típica das almas abençoadas, José Sar-
to respondia àqueles que o chamavam de santo: “Não santo,
mas Sarto”.
Nascido em 1835 ao norte da Itália e de família muito sim-
ples e religiosa, o pequeno José, com muito esforço e sacrifí-
cio conseguiu – com o apoio dos pais – estudar e entrar para
o Seminário. Com sua permanente auto definição: “um pobre
vigário da roça”, José Sarto percorreu com simplicidade o ca-
minho que o Espírito Santo traçou da responsabilidade de vi-
gário de uma pequena aldeia até o Papado.
Tomando o nome de Pio X, chamava a atenção pela mo-
déstia e vpobreza que o possibilitava à vivência da sua ideia-
-força: “Restaurar todas as coisas em Cristo”. São Pio X foi
Papa de 1903 a 1914. Ocupado com a pastoral, São Pio X rea-
lizou reformas na liturgia, favoreceu a comunhão diária e a co-
munhão das crianças (se vocês leram meu artigo sobre Santa
Maria Goretti com certeza se lembrarão), sendo que no campo
doutrinal rebateu por amor à Verdade o relativismo moderno.
Durante os 11 anos desse glorioso, árduo e fecundo ponti-
ficado foram lançados mais de 3.000 documentos oficiais, com
o objetivo de “Instaurare Omnia in Christo”— conforme seu
lema. E tem estreita analogia com esta sua afirmação: “Se
alguém pedir uma palavra de ordem, sempre daremos esta e
não outra: Restaurar todas as coisas em Cristo”. Nesse senti-
do de restaurar todas as coisas em Cristo, foram numerosas e
admiráveis as obras empreendidas pelo Santo Pontífice para
defender a Civilização Cristã gravemente ameaçada.
Uma palavra, a respeito de uma característica em que se
destacou no mais alto grau São Pio X: sua extrema bonda-
de. Ao lado dessa bondade, e de modo feliz combinada com
a ternura de seu coração paternal, possuía uma indomável
energia de caráter e uma força de vontade que podiam tes-
temunhar, sem vacilação, os que realmente o conheceram,
embora em mais de uma ocasião surpreendesse, e até cau-
sasse estranheza àqueles que somente haviam tido ocasião
de experimentar sua delicadeza e reservas habituais. Quando
surgia alguma questão na qual se fazia necessário definir e
manter os direitos e liberdade da Igreja, quando a pureza e
integridade da verdade católica requeriam afirmação e defesa,
ou era preciso sustentar a disciplina eclesiástica contra o rela-
xamento ou influência mundanas, Pio X revelava então toda a
força e energia de seu caráter e o intrépido valor de um grande
Pontífice consciente da responsabilidade de seu sagrado mi-
nistério e dos deveres que julgava ter que cumprir a todo cus-
to.Era inútil, em tais ocasiões, que alguém tratasse de dobrar
sua constância; toda tentativa de intimidá-lo com ameaças, ou
de afagá-lo com sedutores pretextos ou recursos meramente
sentimentais, estava condenada ao fracasso.
Pio X não foi apenas um teólogo. Foi um pastor dedicado
e, sobretudo, extremamente devoto, que sentia satisfação em
definir-se como “um simples pároco do campo”. Ficou muito
amargurado quando previu a Primeira Guerra Mundial e sentiu
a impotência de nada poder fazer para que ela não aconteces-
se. Possuindo o dom da cura, ainda em vida intercedeu em
vários milagres. Consta dos relatos que as pessoas doentes
que tinham contato com ele se curavam. Discorrendo sobre tal
fato, ele mesmo explicava como sendo “o poder das chaves
de São Pedro”.
Sorridente, pai e pastor, São Pio X entrou no Céu com 79
anos, no dia 20 de agosto de 1914, deixando para a Igreja o
seu testemunho de pobreza, pois conta-se o fato, tomou di-
nheiro emprestado para comprar as passagens de ida e volta
rumo ao conclave que o teria escolhido Papa, pois não acredi-
tava num erro do Espírito Santo. O seu testamento assim se
inicia:”Nasci pobre, vivi pobre e desejo morrer pobre”.O povo,
de imediato, passou a venerá-lo como um santo. Foi beatifica-
do em 1951 e canonizado em 3 de Setembro de 1954 por Pio
XII. A Igreja celebra a sua memória litúrgica no dia 21 de Agos-
to. É atualmente o patrono dos peregrinos enfermos e é con-
siderado por alguns estudiosos,como o maior dos Papas do
século XX, disputando tal título com o Papa São João Paulo
II.Ficou conhecido como o “Papa da Eucaristia” e foi o primei-
ro Papa a ser canonizado desde Pio V (1566–72). Na lápide
do seu túmulo na Basílica de São Pedro no Vaticano, lê-se:
Asua tiara era formada por três coroas: pobreza,humildadee
bondade.
São Pio X, rogai por nós!
Padre Jeferson Flávio Mengali
Pároco
RIQUEZA E POBREZA
Foi a «teologia da pobreza» o
nó central da homilia do Papa Fran-
cisco na missa celebrada na
terça-feira, 16 de Junho, em
Santa Marta. A reflexão do
Pontífice partiu do trecho
da segunda carta aos Co-
ríntios (8, 1-9), no qual são
Paulo «está a organizar na
Igreja de Corinto uma coleta
para a Igreja de Jerusalém,
que vive momentos difíceis
de pobreza». Para evitar que
a coleta se verificasse de forma errada, o apósto-
lo «faz algumas considerações», uma espécie de
«teologia da pobreza». Especificações necessárias
porque, explicou Francisco, «pobreza» é uma pala-
vra «que causa sempre perplexidade». Com efeito,
quantas vezes ouvimos dizer: «Mas este sacerdote
fala demasiado sobre a pobreza, este bispo fala de
pobreza, este cristão, esta religiosa falam de pobre-
za...”. Mas são um pouco comunistas, não é?». E,
ao contrário, sublinhou o Papa, «a pobreza está
precisamente no centro do Evangelho», a ponto
que «se nós tirássemos a pobreza do Evangelho,
nada se entenderia da mensagem de Jesus»...
«E dado que vós sois ricos, pensai neles, na Igre-
ja de Jerusalém». Mas, perguntou o Papa, de qual
riqueza fala Paulo? A resposta lê-se imediatamente
depois: «Sois ricos em todas as coisas: na fé, na
palavra, no conhecimento, em cada zelo e na ca-
ridade que vos ensinamos».
Segue-se uma exortação: «Assim, dado que
sois ricos, abundai também nesta obra de gene-
rosidade». «Ou seja, com que, esta riqueza tão
grande – o zelo, a caridade, a palavra de Deus,
o conhecimento de Deus – chegue aos bolsos».
Porque, acrescentou, «quando a fé não chega aos
bolsos, não é uma fé genuína»; e esta é «uma regra
de ouro» que deve ser recordada. Do trecho pauli-
no sobressai, portanto, uma «contraposição entre a
riqueza e a pobreza. A Igreja de Jerusalém é pobre,
está em dificuldade econômica, mas é rica, porque
tem o tesouro do anúncio evangélico». E foi precisa-
mente «esta Igreja de Jerusalém, pobre», que enri-
queceu a Igreja de Corinto «com o anúncio evangéli-
co: deu-lhe a riqueza do Evangelho». Quem era rico
economicamente, na realidade, era pobre «sem o
anúncio do Evangelho». Há, disse o Pontífice, «um
intercâmbio recíproco» e assim «da pobreza vem a
riqueza». É neste ponto, explicou o Papa, que «Pau-
lo com o seu pensamento, chega ao fundamento da-
quilo a que podemos chamar “teologia da pobreza”,
porque a pobreza está no centro do Evangelho». Lê-
-se na epístola: «De fato, conheceis a graça do nos-
so Senhor Jesus Cristo: era rico e fez-se pobre por
nós, a fim de que vos torneis ricos por meio da sua
pobreza». Portanto, «foi precisamente o Verbo de
Deus que se fez carne, o Verbo de Deus nesta con-
descendência, neste abaixamento, neste empobre-
cimento, que nos tornou ricos nos dons da salvação,
da palavra, da graça». Este «é o centro da teologia
da pobreza» que, de resto, se encontra na primeira
bem-aventurança: «Felizes os pobres de espírito».
«Ser pobre é deixar-se enriquecer pela pobreza
de Cristo e não querer ser rico com outras rique-
zas exceto as de Cristo, é fazer o que Cristo fez».
Não é só fazer-se pobre, mas é «dar mais um
passo», porque, disse, «o pobre me enriquece». O
Papa explicou que «quando oferecemos uma ajuda
aos pobres, não fazemos de modo cristão obras de
beneficência». Estamos diante de um ato «bom»,
«humano», mas «não é a pobreza cristã que Paulo
menciona e prega». Porque pobreza cristã significa
«que eu ofereço ao pobre do que é meu e não do
que é supérfluo, também do necessário, porque sei
que ele me enriquece». E por que me enriquece o
pobre? «Porque Jesus disse que ele próprio está no
pobre»...
A pobreza «não é uma ideologia». A pobreza
«está no centro do Evangelho». Na «teologia da po-
breza» encontramos «o mistério de Cristo que se
abaixou, se humilhou e se empobreceu para nos en-
riquecer». Assim, compreende-se «porque a primei-
ra das bem-aventuranças é: “Bem-aventurados os
pobres de espírito”». E «ser pobre de espírito – fri-
sou o Pontífice – é ir por este caminho do Senhor»,
o qual «se abaixou» a ponto de se fazer «pão por
nós» no sacrifício eucarístico. Isto é, Jesus «conti-
nua a abaixar-se na história da Igreja, no memorial
da sua paixão, no memorial da sua humilhação, no
memorial do seu abaixamento, no memorial da sua
pobreza, e enriquece-nos com este “pão”». Eis a
sugestão final para a oração: «Que o Senhor nos
faça entender o caminho da pobreza cristã e a
atitude que devemos assumir quando ajudamos
os pobres».
2
O CAJADO
DO PASTOR
SÃO PIO X
(MEMÓRIA 21 DE AGOSTO)
PALAVRA DO PAPA
2
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O frio estava intenso, mas nossa festa Julina foi regada de muitas bênçãos e alegrias. Na sexta feira dia 03 de julho tivemos o show de Rico e Ruan, no sábado
Ricardo Bertin e Banda e no domingo encerramos com os Violeiros do Rio Jaguari. Muito obrigada à todos que festejaram conosco esses três dias. Sua presença
com certeza fez a diferença. Que Deus os abençoe!
E no dia 09 de Julho aconteceu a procissão em louvor a Santa Paulinia: 9h com saída da Capela da Santa Casa de Misericórdia de Bragança Paulista, em
direção ao Asilo São Vicente de Paulo (ao lado do Jardim Público), trajeto que Santa Paulinia fazia todos os dias. Em seguida celebração campal, presidida por
D. Sérgio Aparecido Colombo, bispo da Diocese de Bragança Paulista que em sua homilia deixou como reflexão: “Foi sendo humilhada que ela foi exaltada.”
3
ACONTECEU NA PARÓQUIA
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ACONTECEU NA COMUNIDADE BIRIÇA DO CAMPINHO
No dia 19 de Julho as 15h aconteceu o encerramento das festividades em comemoração aos 90 anos da nossa Diocese de Bragança Paulista com a Santa
Missa presidida pelo Arcebispo de Campinas Dom Airton José. A Diocese de Bragança Paulista compreende dezoito municípios e sessenta paróquias, num terri-
tório de 4.400 quilômetros quadrados. Desde a sua criação, a diocese foi governada por seis bispos diocesanos e um administrador apostólico.
Legendas:RitadeCássiaAlmeida–PASCOM
André Luis Kawahala e Rita M. Kawahala
A Pastoral Familiar da Paróquia de São José viven-
ciou no dia 21 de junho momentos de formação, ale-
gria e oração, com a realização no espaço de Eventos,
de um Encontro denominado “E A FAMÍLIA, COMO
VAI ?”. O casal cristão André Luis e Ritinha veio refletir
conosco sobre o tema, das 9h30 às 17h00. Às 8h00
participamos da Missa Dominical, carregando “as ba-
terias”.
Extraímos das
mensagens de An-
dré Luis o que segue
abaixo:
“Para um casa-
mento dar certo não
basta convidar Jesus
e Maria para a festa.
É preciso que o ca-
sal faça a sua parte...
pois um dia o vinho velho vai acabar...”
“É preciso que o casal, como nas Bodas de Caná,
ofereça um ao outro o Vinho Novo, a Atitude Nova,
retirando e jogando fora o vinho velho e enchendo as
talhas com a nova Água do Amor de Deus que será
transformada no Vinho Novo.”
“No peito eu levo uma Cruz, no meu coração o que
disse Jesus. É preciso que o casal reveja e releia o
Evangelho, SEMPRE!”
É preciso que o casal volte a namorar, revivendo
como se conheceram, como se admiraram, o primeiro
encontro, os primeiros propósitos, como se compro-
missaram, para que ambos não se sintam solitários,
mesmo vivendo a dois, para que o casamento não ter-
mine no crepúsculo amargo dos sonhos, para que
o casal, ou um ou outro, não enverede pelo beco sem
saída da resignação, do abandono, do rancor, dos
projetos fracassados.”
“Nós encontramos Deus na pessoa com quem ca-
samos, quando procuramos manter acesa a chama
do Amor, quando nos tratamos com Carinho, quando
envolvemos o matrimônio com Oração, Carinho, Aten-
ção constantes. É esse o Vinho Novo !
Palavras que o casal deve aprender e trocar, SEM-
PRE: “Por favor.”; “Me desculpe.”; “Você está linda (o)”;
“Você está fantástico (a),”; “Obrigado, você fez isso por
mim.”; “Bom Dia Amor.”; “Boa Noite, Amor.”; Você pre-
cisa de ajuda?”; “Bem-vindo (a).” As mesmas palavras
devem ser dirigidas e trocadas entre pais e filhos.
“No Matrimônio Cristão é preciso de dois para ser
UM.”
“É nas diferenças entre o Homem e a Mulher que
ambos se completam. Aí reside a diferença e o cres-
cimento do casal.” “Foi por isso e para isso que Deus
nos criou Homem e Mulher, pois somente ambos po-
dem salvar a Família”.
“O Matrimônio Cristão se celebra todo dia, pois Je-
sus o elevou a um patamar superior.”
“O que segura um Matrimônio? É o Amor do Casal,
quando este Amor é reflexo do Amor de Deus!”
“O que um Agente da Pastoral Familiar deve fazer?
Orar continuamente, ser alegre, procurar sempre o
bem, não retribuir o mal com o mal, ser paciente com
todos, chamar a atenção dos que levam vida desorde-
nada, animar os tímidos, sustentar os fracos...”
Quando ouvimos alguém dizer: “Não sei mais se
amo a minha esposa” ou “Não sei mais se amo o meu
marido”. É sinal de que ali nunca houve amor de ver-
dade. Criar interesse depende do casal. SEMPRE !”
“O sacramento do Matrimônio é uma Consagração.”
“Coisas que destroem um casamento: a INFIDELI-
DADE, a VIOLÊNCIA, o ALCOOLISMO, o QUE ESTÁ
MAL ENCAIXADO NO RELACIONAMENTO, a FALTA
DE DIÁLOGO, o TRATAMENTO QUE DAMOS AOS
(ÀS) AMIGOS (AS) QUANDO SOLTEIROS (AS), a
ACOMODAÇÃO (dos dois ou de um só), o DESCUI-
DAR DE SI E DO OUTRO.
“Algumas soluções que podem salvar um Matrimô-
nio: é preciso voltar a namorar, voltar a admirar o ou-
tro, reconquistar a pessoa com quem você se casou,
ou se valer de um agente da Pastoral Familiar para
pedir ajuda.”
“A educação dos filhos para o Amor passa pelo
testemunho do Amor Conjugal de maneira clara, ex-
plícita, doce e profunda. O casal não deve deixar de
demonstrar carinho e atenção um para com o outro,
mesmo na presença dos filhos. É preciso que os filhos
percebam nos pais a mesma imagem que acontecia
nos primeiros tempos do cristianismo: “VEJAM COMO
SE AMAM” e isso lhes servirá de exemplo para a vida
toda.”
“Transmitir aos filhos valores como Honestidade,
Honra, Justiça, Respeito, Fraternidade, Caridade,
Crença, Partilha, Amor, Dedicação, Solidariedade, é
dever dos pais, pois esses ensinamentos (e testemu-
nhos) jamais serão esquecidos por eles.”
“Nós, casais cristãos, somos os primeiros arautos
do Evangelho para nossos Filhos. É preciso jogar a
semente, o Senhor é que fará o trabalho “durante a
noite” e a semente vai germinar e gerar frutos, no tem-
po de Deus”.
À tarde, André Luis passou a falar sobre o Setor
Pré-Matrimonial, o Setor Pós-Matrimonial e o Setor de
Casos Especiais. Explicando o que significa cada um
e quais as tarefas que devem desenvolver, dentro de
uma Pastoral de Família.
O Encontro de Formação deixou, em todos os par-
ticipantes – 70 pessoas – várias certezas:
“É POSSÍVEL EXISTIR UMA RELAÇÃO DURA-
DOURA DE AMOR E CARINHO A VIDA INTEIRA,
QUANDO O MATRIMÔNIO SE TRANSFORMA EM
VINHO NOVO, COM JESUS E MARIA ATUANTE NA
VIDA DO CASAL.”
“NA MEDIDA EM QUE A FAMÍLIA CRISTÃ ACO-
LHE E AMADURECE NA FÉ, TORNA-SE, PARA O
MUNDO, UMA COMUNIDADE EVANGELIZADORA”.
É o que diz a Exortação Apostólica (de São João Paulo
II) chamada: Familiaris Consortio (nr. 52).
“SÃO QUATRO AS METAS DE ATUAÇÃO DE UMA
FAMÍLIA CRISTÃ TRANSFORMADORA: (1) VIVER,
CRESCER E APERFEIÇOAR-SE COMO COMUNI-
DADE DE PESSOAS; (2) SER SANTUÁRIO DA VIDA
E VIDA PLENA; (3) SER A PRIMEIRA CÉLULA VITAL
DA SOCIEDADE, CHAMADA QUE É A SER PROMO-
TORA DO DESENVOLVIMENTO E (4) SER IGREJA
DOMÉSTICA.”
Bom demais! Obrigado, André e Ritinha pelo teste-
munho!
Obrigado, Senhor pelo dia de formação e oração.
Pastoral Familiar
E A FAMÍLIA, COMO VAI?
Na Santa Missa presidida por Pe. Jeferson Mengali, do dia 19 de julho às 10h30 na Comunidade Biriça do Campinho, aconteceu a Consagração a Nossa Se-
nhora e ao final da celebração os jovens foram consagrados com carinho e devoção a Nossa Senhora.
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A origem da data é desconhecida, mas já que
existe o Dia dos Namorados, alguém achou que
seria importante existir também um Dia do Solteiro,
que é comemorado anualmente no dia 15 de agosto.
A quantidade de pessoas que não estão dispos-
tas ou não se interessam em investir em relaciona-
mentos duradouros tem crescido no Brasil. Segundo
dados do IBGE, 74 milhões de pessoas com mais de
18 anos estão solteiras. Isto se deve ao fato de que
as prioridades de hoje são outras, como se formar
na faculdade e ser independente financeiramente, o
que acaba deixando a vida amorosa de lado. Porém,
muitos ainda podem se encontrar o amor e se casa-
rem. Mas aqueles que não encontram ficam soltei-
ros. E isso não tem problema nenhum.
A cultura social mostra que casar-se é garantia
de felicidade, como se a vida só começasse depois
do casamento. Mas não é bem assim. Solteiros
também podem ser felizes e ter uma vida plena. A
própria Bíblia fala de homens e mulheres solteiros
que levaram uma vida muito satisfatória, como por
exemplo, o próprio Jesus. A missão dele aqui na Ter-
ra não incluía um casamento e isso não o impediu
de cumprir seu papel e ser feliz.
Quantas pessoas nós não vemos por aí sofren-
do por um amor inexistente e esquecendo-se de vi-
ver? É importante aceitar a situação “da solteirice”
e aprender com ela. Pode ser que no futuro Deus
tenha preparado alguém para entrar na nossa vida e
muda-la. Mas e se esse “alguém” não fizer parte dos
planos de Deus para a gente? Iremos ficar esperan-
do eternamente? Não podemos fazer isso, a vida é
curta demais.
Ter uma vida completa é ser feliz. Você pode ser
feliz sendo quem você é, mesmo na sua vida de sol-
teiro. O plano de Deus para você pode ou não incluir
um cônjuge. Mas uma coisa é certa: Seu plano inclui
a satisfação Nele.
Assim, sendo solteiro, devemos nos concentrar
na nossa missão e agradecer a Deus por não ter
nenhuma distração (liberdade é um dom e deve ser
usado sabiamente); livrar-se das relações doentias
e pensamentos dolorosos do nosso passado (ter a
mente livre e positiva para se viver bem e ser feliz);
e concentrar-se em deixar a nossa marca no mundo
(cumprir o propósito que Deus nos deu).
Então, veja o termo solteiro de duas formas. Um:
um estado passageiro, em que se aprende sobre si
mesmo e te prepara para aquele alguém que vai en-
trar na sua vida e muda-la. E dois: um estado per-
manente, em que se procura realizar a missão dada
por Deus e que se é feliz. Mas o mais importante é
saber que tudo isso faz parte dos planos de Deus
para cada um de nós e que Ele sabe o que é melhor
para gente.
Maynara Furquim
Grupo de Jovens IGNIS
O dia 12 de agosto foi escolhido como o Dia In-
ternacional da Juventude na Conferência Mundial
de Ministros Responsáveis pela Juventude, realiza-
da em agosto de 1998, em Lisboa. Neste dia vá-
rias instituições públicas oferecem acesso gratuito
e descontos a todos os jovens em diversos bens e
serviços, como museus, galerias de arte e exposi-
ções, de forma a celebrar o Dia Internacional da Ju-
ventude (também conhecido como Dia Mundial da
Juventude).
A Juventude é considerada pelo ser humano,
como sendo a etapa entre a infância e a maturidade,
que possui variações de idade e ocorre de acordo
com a cultura de cada local.
Em nossa sociedade, os jovens desejam muito,
sonham muito, querem muito. Eles estão certos, por-
que esse querer faz parte dos sonhos que não é um
simples desejo, mas sim, um fazer constante perme-
ado pela persistência. Os sonhos nunca perecem,
eles sempre se renovam. Sabemos que a juventude
está muito ansiosa, porque é preciso acompanhar
as exigências do mundo moderno, acelerado, glo-
balizado.
É com criatividade que os jovens têm o poder de
concentração das decisões de nosso país e do nos-
so mundo, com o respaldo dos valores adquiridos
na convivência da família e nos exemplos dados pe-
los pais. Basta olharmos nas ruas, em ocasiões dos
eventos democráticos, para entendermos que os jo-
vens estão cada vez mais politizados, mais atentos
ao futuro do país e do mundo. Percebo que esses
jovens estão buscando em seus ideais, também a
serenidade. É uma procura constante e talvez difí-
cil, exatamente pelo contexto da globalização: Uma
vasta possibilidade de informações que pode deixar
o jovem confuso. Neste contexto, não só as escolas,
mas as igrejas estão envolvidas na orientação dos
nossos jovens para que possam persistir em seus
sonhos com mais tranquilidade e paz
Devemos crescer envolvidos com a alegria dos
jovens que estão a nossa volta e com eles aprender-
mos que a vida pode ter grandes surpresas, quando
os ideais de jovem se concretizam em atitudes de
seriedade, verdade, força, cumprimento com as leis
dos homens e de Deus.
Não é por acaso que o nosso querido papa Fran-
cisco se envolve tanto com as questões dos jovens.
Parabéns, aos jovens pelo ”Dia Internacional da
Juventude” desejo que todos se realizem nos so-
nhos e na vontade de fazer parte das decisões do
nosso país, mas voltados pela coerência e pela li-
berdade, nos parâmetros da Justiça e da paz.
Até breve....Fiquem com Deus.
Dulcineia Monichetti
Paroquiana de São José
COLUNA JOVEM - 15 AGOSTO DIA DO SOLTEIRO
AUGUSTO ALBERTO ROSSI
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PABX: 4033-2021
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ESCRITÓRIO: (11) 4035-1878
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FÁBRICA: (11) 4031-8295
Depósito: AV. DOS IMIGRANTES 4289 - JD. SÃO LOURENÇO - BRAGANÇA PAULISTA - SP
Matriz: SÍTIO SÃO CLEMENTE - BAIRRO BIRIÇÁ DO VALADO - BRAGANÇA PAULISTA - SP
LAJES CONVENCIONAL E TRELIÇADA
56
Catequese vem do Grego KATECHEIN que quer
dizer FAZER ECO.
O chamado a SER CATEQUISTA não é algo pes-
soal ,mas obra divina .Não precisa ser sábio, mas
requer coração forte e vontade firme.
“Não fostes vós que me escolhestes, mas fui Eu
que vos escolhi” (João 15,16)
Vocação é um chamado que Deus faz a cada pes-
soa. Abraão foi chamado a sair de si mesmo para
construir um mundo melhor. Deus o chamou para
liderar o projeto da formação do seu povo. Moisés
foi chamado para animar e libertar o povo escraviza-
do. Jonas foi chamado para converter uma cidade.
João Batista recebeu a missão de preparar a vinda
do Senhor. Os apóstolos foram chamados, pelo pró-
prio Jesus, para a propagação do Reino. Maria foi
chamada para cooperar no plano salvífico de Deus.
Ser catequista não é diferente. É um chamado
que Deus faz às pessoas que se comprometem com
o trabalho de construção do seu Reino. Um chama-
do a sair de si mesmo e ir ao encontro do outro, fa-
zendo-o se encantar por Jesus Cristo e sua proposta
de vida plena. O catequista é alguém que recebeu
o chamado para exercer este ministério. É um pas-
so a mais no seguimento e no testemunho a Jesus
Cristo.
O catequista se revela com o atendimento a esse
chamado para assumir, verdadeiramente, o batismo
e anunciar, com alegria, o Reino de Deus. O cate-
quista é alguém chamado a conhecer Jesus Cristo,
amá-lo e levar sua mensagem a todos por meio do
testemunho de vida.
A missão do catequista é atrair as pessoas ao se-
guimento de Jesus e fazer experiência do amor de
Deus. Portanto é uma pessoa escolhida por Deus,
através da Igreja e, por ela, encarregada para ser
sinal-instrumento eficaz, para transmitir, com a pró-
pria vida e pela Palavra, a Boa Nova do Reino de
Deus que se revelou plenamente em Jesus Cristo.
Diante desse chamado para ser encantador de
pessoas por Jesus, o catequista precisa ser uma
pessoa que ama e se sente realizada; pessoa de
maturidade humana e de equilíbrio psicológico; pes-
soa de espiritualidade, que deseja crescer na san-
tidade; que alimenta sua vida na força do Espírito
Santo, para transmitir a mensagem com coragem,
com entusiasmo e ardor; que se nutre da Palavra de
Deus, da vida de oração, da Eucaristia e da devoção
Mariana.
O catequista é pessoa que descobre o rosto de
Deus nas pessoas, nos pobres, na comunidade, no
gesto de justiça e de partilha e nas realidades do
mundo. É pessoa integrada no seu tempo e identi-
ficada com sua gente. “Olha o mundo com os mes-
mos olhos com que Jesus contemplava a sociedade
de seu tempo” (Diretório Geral para catequese 16).
O catequista é ainda uma pessoa em processo
de crescimento e de aprendizado, desde a infância
até a velhice. É alguém que sabe que não basta boa
vontade: é preciso atualização. É pessoa de comu-
nicação, capaz de construir comunhão e cultivar
amizades; pessoa capaz de conviver e de fazer a
experiência da partilha em comunidade.
Ser catequista é assumir a missão de Jesus Cris-
to, ser verdadeiramente outro Cristo, ser sinal visível
de Deus, fazer ressoar a Palavra de Deus por meio
da vida e dos ensinamentos. Ser catequista é ser
Igreja, assumir a identidade de Igreja e testemunhar
a graça e o amor de Deus em comunhão com a Igre-
ja, Sacramento de salvação. Assim, para desempe-
nhar bem este bonito ministério e exercer bem a mis-
são, o catequista deve ser pessoa simples, capaz de
receber a todos. Deve ser pessoa atenciosa e sensí-
vel para escutar conforme as necessidades de cada
catequizando; disponível para o serviço; pessoa de
fé e de bons exemplos; autêntica e honesta consigo
mesma e com os outros. Deve ser ponto de união e
de comunhão; um animador que leve a comunidade
a crescer no caminho de Jesus Cristo.
Jesus nos pede para que amemos uns aos ou-
tros, assim como ele nos amou ! O amor de Cristo
é o que nos move, o que nos sustenta. Tiremos as
vendas dos olhos para enxergarmos o quão grande
é esse amor e espalha- lo a todos.
Vale a pena continuar a SER catequista, e vale
muito mais quando temos a certeza de que estamos
plantando a arvore do amor, da justiça da liberdade
e também a luta . Como Ele mesmo diz: EU NÃO
VIM TRAZER A PAZ MAS , A ESPADA ....( Mat 10
, 34).
SER catequista ! NÃO TRABALHAR como cate-
quista ( Papa Francisco)
Parabéns catequistas pelo seu dia e que pos-
samos todos juntos aprender uns com os outros e
crescer juntos e unidos para honra e glória do Se-
nhor Jesus.
Pricila Fagundes
Catequista da Paróquia de São José
Começou quando eu falei algo parecido com
“gosto tanto de você que queria te colocar num
potinho”. Era só um comentário sobre querer cuidar
e te ter sempre por perto, mas aí as coisas foram
mudando.
Passei a não me reconhecer mais direito. Sem
algum motivo aparente, pouco a pouco vi o meu cari-
nho se transformar num desejo incontrolável de algo
parecido com posse. Eu precisava saber com quem
você estava e o que estava falando; eu precisava
ler suas mensagens recebidas; eu precisava saber
dos seus horários e me colocar acima de tudo; eu
precisava saber quem estava perto de você quando
eu não estava. Eu não sei, que saco! Eu comecei a
me desesperar só de pensar na possibilidade de te
perder, então encontrava maneiras para saber quais
seriam seus passos para que eu pudesse estar per-
to de cada um deles. Já me perdi em quantas vezes
investiguei os “ likes” em suas fotos e quantas horas
passei vendo as fotos das pessoas que curtem as
suas. Um lado de mim dizia que tudo isso era uma
loucura desenfreada, o outro, porém, repetia dentro
da minha cabeça que a única maneira para eu não
me machucar era identificar o quanto antes qualquer
ameaça sobre nós dois.
E eu nunca me orgulhei disso. Sempre me senti
idiota ao sentir o coração explodir quando seu celu-
lar recebia alguma notificação. Eu nunca gostei de
ver a lista de pessoas que interagem com você. Só
que eu, bem, eu não conseguia fazer diferente. Eu
não conseguia lidar comigo mesmo.
Isso tudo não tem a ver com desconfiança sua,
é sobre mim, é sobre minhas paranoias e minhas
manias de acreditar que o mundo vai conspirar para
as coisas darem errado comigo. Eu que me sentia
inseguro e incapaz de dormir em paz com você ao
meu lado, e o pior, as coisas que me aterrorizaram
eram coisas que só eu via. Perguntava para alguns
amigos se meus motivos para ter essas crises eram
reais, só que antes de qualquer um deles responder
eu argumentava de uma maneira tão convincente
que não cabia chance de eu estar errado; eu nunca
parei pra pensar que eu os vencia pelo cansaço e
não pela razão.
No fundo da minha cegueira eu só enxergava as
coisas que eu queria não as que de fato aconteciam.
“É claro que você vai me largar, ele é tão mais
bonito que eu”, “olha como ele é gentil”, “eu nunca
vou parecer um cara desses”, era o tipo de coisa que
me tirava o sono. Ecoava dentro de mim esses julga-
mentos que eu fazia de mim mesmo. Eu sempre me
comparava com as pessoas que você convivia e, em
quase todas às vezes, eu me sentia pior. Sentia-me
menos bonito, menos inteligente, menos atraente,
menos o suficiente pra você. E o ciclo só piorava dia
após dia. Daí eu voltava a investigar seus amigos na
internet, lia suas mensagens escondido, criava mo-
tivos pra gente brigar; eu nunca percebi como fazia
tudo errado.
Te quis tanto só pra mim que hoje entendo
você não estar mais aqui.
Eu reconheço todos os meus excessos, justifico
as minhas loucuras pelo meu medo injustificável de
sofrer e te perder. Esqueci-me de te admirar, de te
deixar livre pra viver e aproveitar. Esqueci-me de te
ouvir dizer seus planos enquanto eu te ocupava re-
clamando. Esqueci-me de planejar coisas boas pra
gente enquanto fiscalizava perigos que só eu enxer-
gava. Preocupado em te manter por perto, esqueci-
-me de te dizer o quanto você me fazia bem. Come-
çou quando eu falei algo parecido com “gosto tanto
de você que queria te colocar num potinho”. Até que
esse potinho quebrou e hoje me deixa aqui colhendo
os pedaços do que sobrou.
Eu me perdi com medo de te perder.
Márcio Rodrigues
Fonte: http://www.entendaoshomens.com.
br/te-quis-so-para-mim-e-te-perdi/
Dia 28 de agosto foi instituído o dia nacional do
voluntário desde 1985.O trabalho voluntário é cada
vez mais um ato não só de doação mas também de
abertura a novas experiências , de criação de víncu-
lo de pertença e a certeza de que vivemos comuni-
dade.
Os voluntários são pessoas que doam o seu
tempo sem querer receber nada em troca mas
acabam por receber o maior salário que po-
demos esperar; o amor ,um sentido pra vida.
Muitas organizações sobrevivem graças ao traba-
lho voluntário,entre elas a Cruz Vermelha , Médicos
sem Fronteiras entre outras menos conhecidas. Em
nossa paróquia temos a Sociedade São Vicente de
Paulo ,onde homens e mulheres trabalham volun-
tariamente numa rede de caridade para melhorar a
vida de várias famílias .
Passo para vocês o testemunho de um jovem vo-
luntario :”Estar ajudando alguém ou estar colaboran-
do para a realização de algo que você julga impor-
tante é um sentimento que você não compra , nem
sente em um determinado momento. É uma satisfa-
ção que se manifesta no dia a dia e faz você sorrir
para o mundo e sentir que o mundo sorri de volta pra
você.”Quantos de nós se sente vazio e perdido nos
dias atuais ,sente que a vida não tem razão de ser?
Procure ajudar alguém ou alguma instituição que
ajuda gente que precisa. Doe-se faça sua vida ter
sentido , faça a diferença!Seja na vida do outro , o
sorriso de Deus. Seja voluntário!
Inêz Abreu
Pastoral Familiar
DIA NACIONAL DO CATEQUISTA
TE QUIS SÓ PRA MIM E TE PERDI
7
Participei de uma missa presidida pelo nossa pá-
roco Pe. Jeferson Mengali que em sua homilia nos
falou de uma maneira breve sobre a palestra do Ma-
rio Sergio Cortella, filósofo e educador de quem gos-
to muito. Pensei muito sobre essa homilia e achei
que deveria compartilhar com todos.
Padre Jeferson
comentou sobre a
preparação da gos-
tosa e tradicional
pamonha. Comprar
pamonha pronta é
muito mais prático
do que todo o ritu-
al de fazê-la, mas é
despido de significa-
dos. O ato de fazer
pamonha em casa é uma bem-humorada e verda-
deira metáfora sobre o prazeroso ato de conviver, de
estar junto e compartilhar momentos com aqueles a
quem amamos. Porém não temos tempo... Por que
perder tempo se podemos bater papo no intervalo
de uma tarefa e outra pelas redes sociais; se pode-
mos mandar um e-mail ou postar mensagens; ou,
ainda, se podemos curtir comentários e fotos nos
facebooks dos “amigos”? Tudo é e tem que ser ins-
tantâneo. Numa sociedade onde literalmente “tempo
é dinheiro” e, por isso mesmo, não podemos desper-
diçá-lo com “futilidades”. Enfrentamos a crescente
“miojização da vida”:
“A ideia da pamonha é evitar aquilo que chamo
de miojização da vida, a vida miojo. O namoro mio-
jo, o sexo miojo, a pesquisa miojo. Hoje um jovem
imagina que para fazer uma pesquisa ele dá uma
“googleada” e pronto. Não. A internet é um podero-
so meio de começo de pesquisa, não de término. A
ideia do “ficar”, comum entre os jovens, representa
[...] a miojização das relações. Há também casa-
mentos miojo. Relação de casamento e também de
vida. E até relação religiosa miojizada – o sujeito vai
apenas à missa das 10 no domingo, porque é mais
curtinha. Enfim, essa miojização do mundo corres-
ponde a uma despamonhalização da vida, que é
preciso rejeitar .” (CORTELLA, 2012, p. 13).
Na “sociedade da pressa” precisamos encontrar
tempo para parar e refletir sobre a velocidade que
imprimimos ao cotidiano, pois a praticidade da vida
pode torná-la superficial. Devemos lançar mão da
capacidade de pensar, sem indolência e preguiça,
para impedir que a interação virtual substitua as
relações pessoais, o contato, à convivência com
amigos, colegas e familiares. Tudo que fazemos,
consumimos e planejamos é em função desta pe-
quena palavra, pressa, que consegue ser o guia de
milhares de pessoas. Não temos tempo para pensar
ou refletir sobre o que nos é de grande valia ou es-
tima. Não temos tempo para sair com os amigos,
namorar, admirar a vida e / ou ficar à toa curtindo o
ócio criativo. Sempre e sempre, temos muitas coisas
para fazer, muitos planos e metas a cumprir e, prin-
cipalmente, muito dinheiro a ganhar...
Para os jovens, em nosso processo de tornar o
mundo mais rápido, tudo se resolve em poucos mi-
nutos. Explicar pra eles que a terra precisa ser ger-
minada, arada, cultivada, com um razoável período
de espera para que aquilo que desejamos talvez fru-
tifique cria certa angústia. Hoje tudo é instantâneo,
tudo é super rápido. Tudo é drive-thru. Como vamos
explicar a eles que produzir um remédio leva tempo,
que entrar com um produto novo no mercado leva
tempo, dinheiro e muita angústia? Pra se cons-
truir uma família, um time, uma empresa, um prédio,
leva-se tempo. Os jovens estão sendo preparados,
nas organizações e na vida, para o significado real
desse conceito antigo chamado “tempo”? Vale a re-
flexão!
(texto adaptado da jornalista Maria das Graças
Targino e homilia de Pe. Jeferson Flávio Mengali)
Rita de Cassia Almeida
PASCOM
SOBRE A DESPAMONHALIZAÇÃO DA VIDA
A Igreja Católica elegeu o mês de Agosto de
cada ano como o MÊS VOCACIONAL. No dia
02 de agosto – trata da VOCAÇÃO DOS MI-
NISTROS ORDENADOS. No dia 09 de agos-
to – celebramos A VOCAÇÃO DE SER PAI.
No dia 16 de agosto – meditamos sobre A VOCA-
ÇÃO À VIDA CONSAGRADA. A gravura acima nos
remete à letra da música cristã, onde cantamos :
“LÁ NA PRAIA, EU DEIXEI O MEU BARCO.
JUNTO A TI, BUSCAREI OUTRO MAR.”
A vocação cristã, minha gente, é um verdadei-
ro desafio. Um desafio de Amor para o qual somos
chamados, cada um segundo os seus talentos e vir-
tudes. Apesar de nossas fraquezas, de nossos pe-
cados, DEUS NOS CHAMA À SANTIDADE. E essa
convocação divina vai acontecendo em nossa vida
à medida que nos aprofundamos nos mistérios do
sagrado, entendendo a mensagem de serviço que
Cristo nos propõe. SIM, Cristo nos vai cativando
com seu AMOR, com sua mensagem de DOAÇÃO,
com sua doce postura de MISERICÓRDIA, suave-
mente nos ensinando que o caminho para a FELICI-
DADE – a verdadeira e a permanente FELICIDADE
– necessariamente começa, se mantém e termina
em seus braços.
Lembram-se do que ELE disse: “EU SOU O CA-
MINHO A VERDADE E A VIDA”.
VOCAÇÃO DOS MINISTROS ORDENADOS:
Os ministros ordenados são o diácono, o presbíte-
ro e o bispo. O diácono é aquele que serve aos ir-
mãos na caridade e na solidariedade cristã. Assiste
ao bispo e ao presbítero na liturgia e na caridade.
Sua missão é ser sacramento da caridade. O pres-
bítero é enviado a pastorear, presidir, coordenar e
animar os serviços na comunidade. É vocacionado a
ser ministro da Palavra e dos Sacramentos. O bispo
é consagrado para santificar, ensinar e governar o
povo de Deus em uma diocese, sem descuidar da
solicitude pastoral por toda a Igreja. É o presiden-
te da grande assembleia. Devemos, sempre, pedir
a DEUS pela fidelidade e perseverança de nossos
diáconos, presbíteros e bispos, desafiadora missão.
O Papa Francisco num de seus discursos disse:
“QUERO UMA IGREJA EM MISSÃO, EM SAÍDA.”
Para isso, a Igreja conta com seus fervorosos Minis-
tros Ordenados.
VOCAÇÃO DE SER PAI: Como vimos, o gran-
de convite que o Senhor nos faz no mês vocacional
é o de assumirmos nossa vocação, atendendo ao
seu chamado para as nossas vidas, dentro de nos-
sa condição. Ser pai é uma vocação, é dom, é ser
presença de Deus Pai, é ter Deus como modelo de
vida. O cuidado que Deus tem para com seus filhos
é uma verdade, conforme a Palavra que diz: “Ele
tem cuidado de vós” (I Pe 5,7). Assim, também, deve
ser o comportamento dos pais para com seus filhos:
CUIDADO ! ZELO ! PROTEÇÃO ! ORIENTAÇÃO !
MISERICÓRDIA ! RESPEITO E AMOR.
Ter um pai é descobrir a presença de Deus aqui
no mundo. Sublime missão. Desafio de Amor.
VOCAÇÃO À VIDA CONSAGRADA - A vocação
religiosa é um mistério de amor entre um Deus que
chama e um ser humano que lhe responde livre e
conscientemente, por amor. Desafio e dos grandes.
O Papa Emérito nos ensina: “Quem deixa Cristo
entrar na sua vida não perde nada, nada, absolu-
tamente nada, pois sua vida é livre, bela e grande.
Quero servir de todo o coração a Santa Igreja de
Deus, com uma vida consagrada à oração e ao ser-
viço.” (Bento XVI)
Vera Pianho
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- 1ª quarta-feira do mês - missa da saúde, as
15h00’
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- todo dia 19: missa da novena perpétua de São
José, as 20h00’ quando de segunda a sexta-feira.
- toda última terça-feira: reza do terço dos ho-
mens, as 20h00’
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Na Capela de N.Sra. do Bom Parto:
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mento, das 13h00’ às 20h00’
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  • 1. Vocação Sacerdotal “A colheita é grande, mas os trabalhado- res são poucos. Pedi, pois, ao Senhor que mande trabalhadores para sua colheita”. (Lc 10,2) Desde a antiguidade, Deus sempre pro- videnciou líderes para amar e orientar seu povo. Revestindo-os com Sua força e consti- tuindo alguns como sacerdotes, como foi no Antigo Testamento com Aarão e seus filhos, que foi uma prefiguração do Sacerdócio de- finitivo na Nova Aliança realizada no Sangue de Cristo. Jesus é o Único e Eterno Sacerdo- te que se oferece ao Pai pela salvação. Jesus Cristo bondosamente escolhe ho- mens para que tomem parte em Seu Sacer- dócio, os primeiros escolhidos foram os Doze Apóstolos, e continua ainda hoje escolhendo sucessores com a mesma graça, para conti- nuarem presentes em sua Igreja. Vocação sacerdotal é um “chamado para ser sacerdote”. Quem chama é Deus, a escolha é feita por Ele, como Jesus diz no Evangelho: “Não foste vós que me escolhes- tes; fui eu que vos escolhi”. ( Jo 15,16). O sacerdote é a presença viva de Cristo na igreja, ele age na pessoa de Cristo, ou seja através dele Jesus continua a: acolher, perdoar, unir a comunidade, motivar a fé e santificar. Toda a vida do sacerdote é de serviço, doação, entrega e gratuidade, ele não vive para si, mas para a comunidade, ele conduz as pessoas ao encontro com Jesus, ajuda as pessoas a se libertarem do pecado e recolocá-las no caminho do bem, no caminho do evangelho, no caminho de Jesus Cristo. Pela graça de Deus o sacerdote tem a missão de formar comunidades e fazer celebrarem e vi- verem sua fé. Ele ajuda com sabedoria, sensibilidade e dedicação as comunidades e a igreja a serem o segundo lar para as famílias, acolhendo, aconselhando, abençoando e enviando a todos em missão. Mesmo revestido de tão Grande dignidade, o sacerdote é uma pessoa humana como as outras, sujeito a falhas e imperfeições. Numa sociedade tão materialista como vivemos nos dias de hoje, onde o dinheiro, o poder, a fama são fortes armas de sedução, o sacerdote tem de ser firme em sua vocação, e nunca se esquecer do convite de Cristo: “Vem e segue-me” (Mc 1,17). O sacerdote é chamado a libertar- -se de tudo que o prende, que o amarra ou escraviza para na liberdade, colocar-se a serviço do evangelho e do povo de Deus. O sacerdócio não é merecimento de ninguém, e sim puro e grandioso Dom de Deus, pois, todo o bem realizado pelo sacerdote não vem dele, mas sim do Senhor Deus. Caro leitor, rezemos hoje e sempre para que os sacerdotes do mundo inteiro, vivam com alegria o seu sacerdócio e sejam fiéis à missão a eles confiada. Rezemos pelo nosso querido Papa Francisco, pelo nosso pároco Pe. Jeferson. Rezemos para que os jovens se deixem cativar por Jesus e se coloquem à disposição dele, assumindo com generosidade a vocação sacerdotal. Precisamos de sacerdotes que sejam continuadores de Jesus Cristo no mundo para que o mundo seja melhor para todos! Um forte abraço a todos! Norma R. Lima Mazochi Pascom MENSAGEM DO MÊS Queridos irmãos e irmãs em Cristo. O mês de agosto na Igreja é dedicado às vocações. A palavra vocação vem do latim “vocare” que significa chamado. Ser pai, é chamado de Deus, é uma vocação. No segundo domingo desse mês comemoramos o “Dia dos Pais” lembrando sua voca- ção familiar, pedindo e agradecendo a Deus pela sua vida. Nesses tempos de violência e perda de valores, a valorização da família é essencial, pois é chamada por Deus a ser testemunha do amor e da fraternidade. A vocação se descobre na oração, na escuta atenta de Deus que nos fala através de sua Palavra. Que Deus nos conceda durante esse mês Vocacional amadurecer em nós essa tarefa a qual somos chamados. Que o Senhor nos abençoe e guarde. Amém! PASCOM ASemente ParóquiaSãoJosé BragançaPaulista/SP AnoX-Ediçãonº102-Agosto/2015 EDITORIAL NESTA EDIÇÃO Página 2 Página 7 Página 8 Página 3 e 4 Página 5 e 6 Cajado do Pastor e Palavra do Papa Coluna Jovem e Artigos Diversos Outros Artigos Dizimistas Aniversariantes, Convites e Agenda Aconteceu na Matriz e nas Comunidades
  • 2. “Se alguém pedir uma palavra de ordem, sempre dare- mos esta e não outra: restaurar todas as coisas em Cris- to.”: São Pio X (Memória 21 de Agosto) Amigos paroquianos de São José, há um século subia ao Trono pontifício um Papa santo. Em 4 de agosto de 1903, o Cardeal Giuseppe Sarto foi eleito para o Sumo Pontificado, como sucessor de São Pedro, sendo coroado no dia 9 do mesmo mês. São Pio X, um dos maiores Pontífices de todos os tempos, um Papa que mereceu ser reconhecido por santo, embora na humildade típica das almas abençoadas, José Sar- to respondia àqueles que o chamavam de santo: “Não santo, mas Sarto”. Nascido em 1835 ao norte da Itália e de família muito sim- ples e religiosa, o pequeno José, com muito esforço e sacrifí- cio conseguiu – com o apoio dos pais – estudar e entrar para o Seminário. Com sua permanente auto definição: “um pobre vigário da roça”, José Sarto percorreu com simplicidade o ca- minho que o Espírito Santo traçou da responsabilidade de vi- gário de uma pequena aldeia até o Papado. Tomando o nome de Pio X, chamava a atenção pela mo- déstia e vpobreza que o possibilitava à vivência da sua ideia- -força: “Restaurar todas as coisas em Cristo”. São Pio X foi Papa de 1903 a 1914. Ocupado com a pastoral, São Pio X rea- lizou reformas na liturgia, favoreceu a comunhão diária e a co- munhão das crianças (se vocês leram meu artigo sobre Santa Maria Goretti com certeza se lembrarão), sendo que no campo doutrinal rebateu por amor à Verdade o relativismo moderno. Durante os 11 anos desse glorioso, árduo e fecundo ponti- ficado foram lançados mais de 3.000 documentos oficiais, com o objetivo de “Instaurare Omnia in Christo”— conforme seu lema. E tem estreita analogia com esta sua afirmação: “Se alguém pedir uma palavra de ordem, sempre daremos esta e não outra: Restaurar todas as coisas em Cristo”. Nesse senti- do de restaurar todas as coisas em Cristo, foram numerosas e admiráveis as obras empreendidas pelo Santo Pontífice para defender a Civilização Cristã gravemente ameaçada. Uma palavra, a respeito de uma característica em que se destacou no mais alto grau São Pio X: sua extrema bonda- de. Ao lado dessa bondade, e de modo feliz combinada com a ternura de seu coração paternal, possuía uma indomável energia de caráter e uma força de vontade que podiam tes- temunhar, sem vacilação, os que realmente o conheceram, embora em mais de uma ocasião surpreendesse, e até cau- sasse estranheza àqueles que somente haviam tido ocasião de experimentar sua delicadeza e reservas habituais. Quando surgia alguma questão na qual se fazia necessário definir e manter os direitos e liberdade da Igreja, quando a pureza e integridade da verdade católica requeriam afirmação e defesa, ou era preciso sustentar a disciplina eclesiástica contra o rela- xamento ou influência mundanas, Pio X revelava então toda a força e energia de seu caráter e o intrépido valor de um grande Pontífice consciente da responsabilidade de seu sagrado mi- nistério e dos deveres que julgava ter que cumprir a todo cus- to.Era inútil, em tais ocasiões, que alguém tratasse de dobrar sua constância; toda tentativa de intimidá-lo com ameaças, ou de afagá-lo com sedutores pretextos ou recursos meramente sentimentais, estava condenada ao fracasso. Pio X não foi apenas um teólogo. Foi um pastor dedicado e, sobretudo, extremamente devoto, que sentia satisfação em definir-se como “um simples pároco do campo”. Ficou muito amargurado quando previu a Primeira Guerra Mundial e sentiu a impotência de nada poder fazer para que ela não aconteces- se. Possuindo o dom da cura, ainda em vida intercedeu em vários milagres. Consta dos relatos que as pessoas doentes que tinham contato com ele se curavam. Discorrendo sobre tal fato, ele mesmo explicava como sendo “o poder das chaves de São Pedro”. Sorridente, pai e pastor, São Pio X entrou no Céu com 79 anos, no dia 20 de agosto de 1914, deixando para a Igreja o seu testemunho de pobreza, pois conta-se o fato, tomou di- nheiro emprestado para comprar as passagens de ida e volta rumo ao conclave que o teria escolhido Papa, pois não acredi- tava num erro do Espírito Santo. O seu testamento assim se inicia:”Nasci pobre, vivi pobre e desejo morrer pobre”.O povo, de imediato, passou a venerá-lo como um santo. Foi beatifica- do em 1951 e canonizado em 3 de Setembro de 1954 por Pio XII. A Igreja celebra a sua memória litúrgica no dia 21 de Agos- to. É atualmente o patrono dos peregrinos enfermos e é con- siderado por alguns estudiosos,como o maior dos Papas do século XX, disputando tal título com o Papa São João Paulo II.Ficou conhecido como o “Papa da Eucaristia” e foi o primei- ro Papa a ser canonizado desde Pio V (1566–72). Na lápide do seu túmulo na Basílica de São Pedro no Vaticano, lê-se: Asua tiara era formada por três coroas: pobreza,humildadee bondade. São Pio X, rogai por nós! Padre Jeferson Flávio Mengali Pároco RIQUEZA E POBREZA Foi a «teologia da pobreza» o nó central da homilia do Papa Fran- cisco na missa celebrada na terça-feira, 16 de Junho, em Santa Marta. A reflexão do Pontífice partiu do trecho da segunda carta aos Co- ríntios (8, 1-9), no qual são Paulo «está a organizar na Igreja de Corinto uma coleta para a Igreja de Jerusalém, que vive momentos difíceis de pobreza». Para evitar que a coleta se verificasse de forma errada, o apósto- lo «faz algumas considerações», uma espécie de «teologia da pobreza». Especificações necessárias porque, explicou Francisco, «pobreza» é uma pala- vra «que causa sempre perplexidade». Com efeito, quantas vezes ouvimos dizer: «Mas este sacerdote fala demasiado sobre a pobreza, este bispo fala de pobreza, este cristão, esta religiosa falam de pobre- za...”. Mas são um pouco comunistas, não é?». E, ao contrário, sublinhou o Papa, «a pobreza está precisamente no centro do Evangelho», a ponto que «se nós tirássemos a pobreza do Evangelho, nada se entenderia da mensagem de Jesus»... «E dado que vós sois ricos, pensai neles, na Igre- ja de Jerusalém». Mas, perguntou o Papa, de qual riqueza fala Paulo? A resposta lê-se imediatamente depois: «Sois ricos em todas as coisas: na fé, na palavra, no conhecimento, em cada zelo e na ca- ridade que vos ensinamos». Segue-se uma exortação: «Assim, dado que sois ricos, abundai também nesta obra de gene- rosidade». «Ou seja, com que, esta riqueza tão grande – o zelo, a caridade, a palavra de Deus, o conhecimento de Deus – chegue aos bolsos». Porque, acrescentou, «quando a fé não chega aos bolsos, não é uma fé genuína»; e esta é «uma regra de ouro» que deve ser recordada. Do trecho pauli- no sobressai, portanto, uma «contraposição entre a riqueza e a pobreza. A Igreja de Jerusalém é pobre, está em dificuldade econômica, mas é rica, porque tem o tesouro do anúncio evangélico». E foi precisa- mente «esta Igreja de Jerusalém, pobre», que enri- queceu a Igreja de Corinto «com o anúncio evangéli- co: deu-lhe a riqueza do Evangelho». Quem era rico economicamente, na realidade, era pobre «sem o anúncio do Evangelho». Há, disse o Pontífice, «um intercâmbio recíproco» e assim «da pobreza vem a riqueza». É neste ponto, explicou o Papa, que «Pau- lo com o seu pensamento, chega ao fundamento da- quilo a que podemos chamar “teologia da pobreza”, porque a pobreza está no centro do Evangelho». Lê- -se na epístola: «De fato, conheceis a graça do nos- so Senhor Jesus Cristo: era rico e fez-se pobre por nós, a fim de que vos torneis ricos por meio da sua pobreza». Portanto, «foi precisamente o Verbo de Deus que se fez carne, o Verbo de Deus nesta con- descendência, neste abaixamento, neste empobre- cimento, que nos tornou ricos nos dons da salvação, da palavra, da graça». Este «é o centro da teologia da pobreza» que, de resto, se encontra na primeira bem-aventurança: «Felizes os pobres de espírito». «Ser pobre é deixar-se enriquecer pela pobreza de Cristo e não querer ser rico com outras rique- zas exceto as de Cristo, é fazer o que Cristo fez». Não é só fazer-se pobre, mas é «dar mais um passo», porque, disse, «o pobre me enriquece». O Papa explicou que «quando oferecemos uma ajuda aos pobres, não fazemos de modo cristão obras de beneficência». Estamos diante de um ato «bom», «humano», mas «não é a pobreza cristã que Paulo menciona e prega». Porque pobreza cristã significa «que eu ofereço ao pobre do que é meu e não do que é supérfluo, também do necessário, porque sei que ele me enriquece». E por que me enriquece o pobre? «Porque Jesus disse que ele próprio está no pobre»... A pobreza «não é uma ideologia». A pobreza «está no centro do Evangelho». Na «teologia da po- breza» encontramos «o mistério de Cristo que se abaixou, se humilhou e se empobreceu para nos en- riquecer». Assim, compreende-se «porque a primei- ra das bem-aventuranças é: “Bem-aventurados os pobres de espírito”». E «ser pobre de espírito – fri- sou o Pontífice – é ir por este caminho do Senhor», o qual «se abaixou» a ponto de se fazer «pão por nós» no sacrifício eucarístico. Isto é, Jesus «conti- nua a abaixar-se na história da Igreja, no memorial da sua paixão, no memorial da sua humilhação, no memorial do seu abaixamento, no memorial da sua pobreza, e enriquece-nos com este “pão”». Eis a sugestão final para a oração: «Que o Senhor nos faça entender o caminho da pobreza cristã e a atitude que devemos assumir quando ajudamos os pobres». 2 O CAJADO DO PASTOR SÃO PIO X (MEMÓRIA 21 DE AGOSTO) PALAVRA DO PAPA 2 Av. Antonio Pires Pimentel, 907 - Bragança Paulista sdomincontabil@uol.com.br Fone / Fax: (11) 4034-3049 SÃO CONTABILIDADE JOÃO ROBERTO CERASOLI ADVOGADO - OAB 137.519 SP CÍVEL - FAMÍLIA - TRABALHISTA PREVIDENCIÁRIO FONES: 2277-6343 / 4033-0843 / 97384-3288 (vivo) R. JOSÉ MATHIAS FARHAT SOBRINHO 11 - SALA 07 (EDIFICIO CAPITAL - AO LADO DA PADARIA VARANDA AMÉRICA - a 50 METROS DO FÓRUM) UNIMAGEM Unidade de Diagnóstico por Imagem Rua Bahia, 342 • Recreio Estoril Atibaia • SP • CEP 12944-060 Ressonância Magnética • Tomografia Computadorizada Mamografia • Densitometria Óssea • Radiologia Ultrassonografia • Angiografia Digital Fones (11) 4414-5029/5030 Fax (11) 4412-3267
  • 3. O frio estava intenso, mas nossa festa Julina foi regada de muitas bênçãos e alegrias. Na sexta feira dia 03 de julho tivemos o show de Rico e Ruan, no sábado Ricardo Bertin e Banda e no domingo encerramos com os Violeiros do Rio Jaguari. Muito obrigada à todos que festejaram conosco esses três dias. Sua presença com certeza fez a diferença. Que Deus os abençoe! E no dia 09 de Julho aconteceu a procissão em louvor a Santa Paulinia: 9h com saída da Capela da Santa Casa de Misericórdia de Bragança Paulista, em direção ao Asilo São Vicente de Paulo (ao lado do Jardim Público), trajeto que Santa Paulinia fazia todos os dias. Em seguida celebração campal, presidida por D. Sérgio Aparecido Colombo, bispo da Diocese de Bragança Paulista que em sua homilia deixou como reflexão: “Foi sendo humilhada que ela foi exaltada.” 3 ACONTECEU NA PARÓQUIA FESTA DE SANTA PAULINA NO ASILO Legendas:AmandaSiqueira–PastoralFamiliar MADEIREIRA BRAGANTINA Av. José Gomes da Rocha Leal, 134 - Taboão - Bragança Paulista Tel.: (11) 4033-4048 - Fax: (11) 4033-2328 Paul Wax LimpPaul Wax Limp AGORA MERCADÃO DA LIMPEZA SUPER ECONOMIA, E NO SEU CARRINHO VÃO PRODUTOS DE LIMPEZA A PREÇOS BARATOS PORQUE SOMOS DIFERENCIADOS Amplo Estacionamento Entrega em Domicílio Rua Alfredo Ortenzi, 133 - Jardim São José (Próximo cabeceira da pista do aeroclube) 4032-3815 / 4033-2638 / 9916-5020 EM NOVO ENDEREÇO Dr. Carlos Eduardo Falleiros Dr. Felipe M. C. V. Falleiros CRO 22762 CRO 76451 Implante Prótese Ortodontia Clínica Geral Cirurgia R. Octaviano Machado, 26 Santa Luzia 4034-0522 ODONTOLOGIA ESPECIALIZADAODONTOLOGIA ESPECIALIZADA Especialista em Implantodontia
  • 4. 44 ACONTECEU NO SANTUÁRIO DE SCHÖENSTATT EM ATIBAIA ACONTECEU NA COMUNIDADE BIRIÇA DO CAMPINHO No dia 19 de Julho as 15h aconteceu o encerramento das festividades em comemoração aos 90 anos da nossa Diocese de Bragança Paulista com a Santa Missa presidida pelo Arcebispo de Campinas Dom Airton José. A Diocese de Bragança Paulista compreende dezoito municípios e sessenta paróquias, num terri- tório de 4.400 quilômetros quadrados. Desde a sua criação, a diocese foi governada por seis bispos diocesanos e um administrador apostólico. Legendas:RitadeCássiaAlmeida–PASCOM André Luis Kawahala e Rita M. Kawahala A Pastoral Familiar da Paróquia de São José viven- ciou no dia 21 de junho momentos de formação, ale- gria e oração, com a realização no espaço de Eventos, de um Encontro denominado “E A FAMÍLIA, COMO VAI ?”. O casal cristão André Luis e Ritinha veio refletir conosco sobre o tema, das 9h30 às 17h00. Às 8h00 participamos da Missa Dominical, carregando “as ba- terias”. Extraímos das mensagens de An- dré Luis o que segue abaixo: “Para um casa- mento dar certo não basta convidar Jesus e Maria para a festa. É preciso que o ca- sal faça a sua parte... pois um dia o vinho velho vai acabar...” “É preciso que o casal, como nas Bodas de Caná, ofereça um ao outro o Vinho Novo, a Atitude Nova, retirando e jogando fora o vinho velho e enchendo as talhas com a nova Água do Amor de Deus que será transformada no Vinho Novo.” “No peito eu levo uma Cruz, no meu coração o que disse Jesus. É preciso que o casal reveja e releia o Evangelho, SEMPRE!” É preciso que o casal volte a namorar, revivendo como se conheceram, como se admiraram, o primeiro encontro, os primeiros propósitos, como se compro- missaram, para que ambos não se sintam solitários, mesmo vivendo a dois, para que o casamento não ter- mine no crepúsculo amargo dos sonhos, para que o casal, ou um ou outro, não enverede pelo beco sem saída da resignação, do abandono, do rancor, dos projetos fracassados.” “Nós encontramos Deus na pessoa com quem ca- samos, quando procuramos manter acesa a chama do Amor, quando nos tratamos com Carinho, quando envolvemos o matrimônio com Oração, Carinho, Aten- ção constantes. É esse o Vinho Novo ! Palavras que o casal deve aprender e trocar, SEM- PRE: “Por favor.”; “Me desculpe.”; “Você está linda (o)”; “Você está fantástico (a),”; “Obrigado, você fez isso por mim.”; “Bom Dia Amor.”; “Boa Noite, Amor.”; Você pre- cisa de ajuda?”; “Bem-vindo (a).” As mesmas palavras devem ser dirigidas e trocadas entre pais e filhos. “No Matrimônio Cristão é preciso de dois para ser UM.” “É nas diferenças entre o Homem e a Mulher que ambos se completam. Aí reside a diferença e o cres- cimento do casal.” “Foi por isso e para isso que Deus nos criou Homem e Mulher, pois somente ambos po- dem salvar a Família”. “O Matrimônio Cristão se celebra todo dia, pois Je- sus o elevou a um patamar superior.” “O que segura um Matrimônio? É o Amor do Casal, quando este Amor é reflexo do Amor de Deus!” “O que um Agente da Pastoral Familiar deve fazer? Orar continuamente, ser alegre, procurar sempre o bem, não retribuir o mal com o mal, ser paciente com todos, chamar a atenção dos que levam vida desorde- nada, animar os tímidos, sustentar os fracos...” Quando ouvimos alguém dizer: “Não sei mais se amo a minha esposa” ou “Não sei mais se amo o meu marido”. É sinal de que ali nunca houve amor de ver- dade. Criar interesse depende do casal. SEMPRE !” “O sacramento do Matrimônio é uma Consagração.” “Coisas que destroem um casamento: a INFIDELI- DADE, a VIOLÊNCIA, o ALCOOLISMO, o QUE ESTÁ MAL ENCAIXADO NO RELACIONAMENTO, a FALTA DE DIÁLOGO, o TRATAMENTO QUE DAMOS AOS (ÀS) AMIGOS (AS) QUANDO SOLTEIROS (AS), a ACOMODAÇÃO (dos dois ou de um só), o DESCUI- DAR DE SI E DO OUTRO. “Algumas soluções que podem salvar um Matrimô- nio: é preciso voltar a namorar, voltar a admirar o ou- tro, reconquistar a pessoa com quem você se casou, ou se valer de um agente da Pastoral Familiar para pedir ajuda.” “A educação dos filhos para o Amor passa pelo testemunho do Amor Conjugal de maneira clara, ex- plícita, doce e profunda. O casal não deve deixar de demonstrar carinho e atenção um para com o outro, mesmo na presença dos filhos. É preciso que os filhos percebam nos pais a mesma imagem que acontecia nos primeiros tempos do cristianismo: “VEJAM COMO SE AMAM” e isso lhes servirá de exemplo para a vida toda.” “Transmitir aos filhos valores como Honestidade, Honra, Justiça, Respeito, Fraternidade, Caridade, Crença, Partilha, Amor, Dedicação, Solidariedade, é dever dos pais, pois esses ensinamentos (e testemu- nhos) jamais serão esquecidos por eles.” “Nós, casais cristãos, somos os primeiros arautos do Evangelho para nossos Filhos. É preciso jogar a semente, o Senhor é que fará o trabalho “durante a noite” e a semente vai germinar e gerar frutos, no tem- po de Deus”. À tarde, André Luis passou a falar sobre o Setor Pré-Matrimonial, o Setor Pós-Matrimonial e o Setor de Casos Especiais. Explicando o que significa cada um e quais as tarefas que devem desenvolver, dentro de uma Pastoral de Família. O Encontro de Formação deixou, em todos os par- ticipantes – 70 pessoas – várias certezas: “É POSSÍVEL EXISTIR UMA RELAÇÃO DURA- DOURA DE AMOR E CARINHO A VIDA INTEIRA, QUANDO O MATRIMÔNIO SE TRANSFORMA EM VINHO NOVO, COM JESUS E MARIA ATUANTE NA VIDA DO CASAL.” “NA MEDIDA EM QUE A FAMÍLIA CRISTÃ ACO- LHE E AMADURECE NA FÉ, TORNA-SE, PARA O MUNDO, UMA COMUNIDADE EVANGELIZADORA”. É o que diz a Exortação Apostólica (de São João Paulo II) chamada: Familiaris Consortio (nr. 52). “SÃO QUATRO AS METAS DE ATUAÇÃO DE UMA FAMÍLIA CRISTÃ TRANSFORMADORA: (1) VIVER, CRESCER E APERFEIÇOAR-SE COMO COMUNI- DADE DE PESSOAS; (2) SER SANTUÁRIO DA VIDA E VIDA PLENA; (3) SER A PRIMEIRA CÉLULA VITAL DA SOCIEDADE, CHAMADA QUE É A SER PROMO- TORA DO DESENVOLVIMENTO E (4) SER IGREJA DOMÉSTICA.” Bom demais! Obrigado, André e Ritinha pelo teste- munho! Obrigado, Senhor pelo dia de formação e oração. Pastoral Familiar E A FAMÍLIA, COMO VAI? Na Santa Missa presidida por Pe. Jeferson Mengali, do dia 19 de julho às 10h30 na Comunidade Biriça do Campinho, aconteceu a Consagração a Nossa Se- nhora e ao final da celebração os jovens foram consagrados com carinho e devoção a Nossa Senhora.
  • 5. 5 COMPRA - VENDA - INCORPORAÇÃO DE IMÓVEIS ALAMEDA POLÔNIA, 34 BRAGANÇA PAULISTA - SP CEP 12916-160 TEL.: (11) 4034-0543 FAX: (11) 4032-0044 CEL.: (11) 9989-1887 CACOCI CONSULTORIA E EMPREENDIMENTOS DE IMÓVEIS LTDA. CRECI 6.414-J www.cacociimoveis.com.br Rua Arthur Siqueira, 29 - Bragança Paulista - SP mecanicabarca@hotmail.com Tel/Fax: 4033-3684 A origem da data é desconhecida, mas já que existe o Dia dos Namorados, alguém achou que seria importante existir também um Dia do Solteiro, que é comemorado anualmente no dia 15 de agosto. A quantidade de pessoas que não estão dispos- tas ou não se interessam em investir em relaciona- mentos duradouros tem crescido no Brasil. Segundo dados do IBGE, 74 milhões de pessoas com mais de 18 anos estão solteiras. Isto se deve ao fato de que as prioridades de hoje são outras, como se formar na faculdade e ser independente financeiramente, o que acaba deixando a vida amorosa de lado. Porém, muitos ainda podem se encontrar o amor e se casa- rem. Mas aqueles que não encontram ficam soltei- ros. E isso não tem problema nenhum. A cultura social mostra que casar-se é garantia de felicidade, como se a vida só começasse depois do casamento. Mas não é bem assim. Solteiros também podem ser felizes e ter uma vida plena. A própria Bíblia fala de homens e mulheres solteiros que levaram uma vida muito satisfatória, como por exemplo, o próprio Jesus. A missão dele aqui na Ter- ra não incluía um casamento e isso não o impediu de cumprir seu papel e ser feliz. Quantas pessoas nós não vemos por aí sofren- do por um amor inexistente e esquecendo-se de vi- ver? É importante aceitar a situação “da solteirice” e aprender com ela. Pode ser que no futuro Deus tenha preparado alguém para entrar na nossa vida e muda-la. Mas e se esse “alguém” não fizer parte dos planos de Deus para a gente? Iremos ficar esperan- do eternamente? Não podemos fazer isso, a vida é curta demais. Ter uma vida completa é ser feliz. Você pode ser feliz sendo quem você é, mesmo na sua vida de sol- teiro. O plano de Deus para você pode ou não incluir um cônjuge. Mas uma coisa é certa: Seu plano inclui a satisfação Nele. Assim, sendo solteiro, devemos nos concentrar na nossa missão e agradecer a Deus por não ter nenhuma distração (liberdade é um dom e deve ser usado sabiamente); livrar-se das relações doentias e pensamentos dolorosos do nosso passado (ter a mente livre e positiva para se viver bem e ser feliz); e concentrar-se em deixar a nossa marca no mundo (cumprir o propósito que Deus nos deu). Então, veja o termo solteiro de duas formas. Um: um estado passageiro, em que se aprende sobre si mesmo e te prepara para aquele alguém que vai en- trar na sua vida e muda-la. E dois: um estado per- manente, em que se procura realizar a missão dada por Deus e que se é feliz. Mas o mais importante é saber que tudo isso faz parte dos planos de Deus para cada um de nós e que Ele sabe o que é melhor para gente. Maynara Furquim Grupo de Jovens IGNIS O dia 12 de agosto foi escolhido como o Dia In- ternacional da Juventude na Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude, realiza- da em agosto de 1998, em Lisboa. Neste dia vá- rias instituições públicas oferecem acesso gratuito e descontos a todos os jovens em diversos bens e serviços, como museus, galerias de arte e exposi- ções, de forma a celebrar o Dia Internacional da Ju- ventude (também conhecido como Dia Mundial da Juventude). A Juventude é considerada pelo ser humano, como sendo a etapa entre a infância e a maturidade, que possui variações de idade e ocorre de acordo com a cultura de cada local. Em nossa sociedade, os jovens desejam muito, sonham muito, querem muito. Eles estão certos, por- que esse querer faz parte dos sonhos que não é um simples desejo, mas sim, um fazer constante perme- ado pela persistência. Os sonhos nunca perecem, eles sempre se renovam. Sabemos que a juventude está muito ansiosa, porque é preciso acompanhar as exigências do mundo moderno, acelerado, glo- balizado. É com criatividade que os jovens têm o poder de concentração das decisões de nosso país e do nos- so mundo, com o respaldo dos valores adquiridos na convivência da família e nos exemplos dados pe- los pais. Basta olharmos nas ruas, em ocasiões dos eventos democráticos, para entendermos que os jo- vens estão cada vez mais politizados, mais atentos ao futuro do país e do mundo. Percebo que esses jovens estão buscando em seus ideais, também a serenidade. É uma procura constante e talvez difí- cil, exatamente pelo contexto da globalização: Uma vasta possibilidade de informações que pode deixar o jovem confuso. Neste contexto, não só as escolas, mas as igrejas estão envolvidas na orientação dos nossos jovens para que possam persistir em seus sonhos com mais tranquilidade e paz Devemos crescer envolvidos com a alegria dos jovens que estão a nossa volta e com eles aprender- mos que a vida pode ter grandes surpresas, quando os ideais de jovem se concretizam em atitudes de seriedade, verdade, força, cumprimento com as leis dos homens e de Deus. Não é por acaso que o nosso querido papa Fran- cisco se envolve tanto com as questões dos jovens. Parabéns, aos jovens pelo ”Dia Internacional da Juventude” desejo que todos se realizem nos so- nhos e na vontade de fazer parte das decisões do nosso país, mas voltados pela coerência e pela li- berdade, nos parâmetros da Justiça e da paz. Até breve....Fiquem com Deus. Dulcineia Monichetti Paroquiana de São José COLUNA JOVEM - 15 AGOSTO DIA DO SOLTEIRO AUGUSTO ALBERTO ROSSI R. Santa Clara, 1017 - Centro PABX: 4033-2021 Estacionamento Privativo para clientes Desde 1972 OAB/SP 27.126 ROSSANO ROSSI OAB/SP 93.560 ADVOGADOS blocos e lajes. ltda. BIRIÇÁ Blocos e Lajes Ltda. IRMÃOS BARLETTA - CREA - 0372392 ESCRITÓRIO: (11) 4035-1878 9989-3388 FÁBRICA: (11) 4031-8295 Depósito: AV. DOS IMIGRANTES 4289 - JD. SÃO LOURENÇO - BRAGANÇA PAULISTA - SP Matriz: SÍTIO SÃO CLEMENTE - BAIRRO BIRIÇÁ DO VALADO - BRAGANÇA PAULISTA - SP LAJES CONVENCIONAL E TRELIÇADA
  • 6. 56 Catequese vem do Grego KATECHEIN que quer dizer FAZER ECO. O chamado a SER CATEQUISTA não é algo pes- soal ,mas obra divina .Não precisa ser sábio, mas requer coração forte e vontade firme. “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui Eu que vos escolhi” (João 15,16) Vocação é um chamado que Deus faz a cada pes- soa. Abraão foi chamado a sair de si mesmo para construir um mundo melhor. Deus o chamou para liderar o projeto da formação do seu povo. Moisés foi chamado para animar e libertar o povo escraviza- do. Jonas foi chamado para converter uma cidade. João Batista recebeu a missão de preparar a vinda do Senhor. Os apóstolos foram chamados, pelo pró- prio Jesus, para a propagação do Reino. Maria foi chamada para cooperar no plano salvífico de Deus. Ser catequista não é diferente. É um chamado que Deus faz às pessoas que se comprometem com o trabalho de construção do seu Reino. Um chama- do a sair de si mesmo e ir ao encontro do outro, fa- zendo-o se encantar por Jesus Cristo e sua proposta de vida plena. O catequista é alguém que recebeu o chamado para exercer este ministério. É um pas- so a mais no seguimento e no testemunho a Jesus Cristo. O catequista se revela com o atendimento a esse chamado para assumir, verdadeiramente, o batismo e anunciar, com alegria, o Reino de Deus. O cate- quista é alguém chamado a conhecer Jesus Cristo, amá-lo e levar sua mensagem a todos por meio do testemunho de vida. A missão do catequista é atrair as pessoas ao se- guimento de Jesus e fazer experiência do amor de Deus. Portanto é uma pessoa escolhida por Deus, através da Igreja e, por ela, encarregada para ser sinal-instrumento eficaz, para transmitir, com a pró- pria vida e pela Palavra, a Boa Nova do Reino de Deus que se revelou plenamente em Jesus Cristo. Diante desse chamado para ser encantador de pessoas por Jesus, o catequista precisa ser uma pessoa que ama e se sente realizada; pessoa de maturidade humana e de equilíbrio psicológico; pes- soa de espiritualidade, que deseja crescer na san- tidade; que alimenta sua vida na força do Espírito Santo, para transmitir a mensagem com coragem, com entusiasmo e ardor; que se nutre da Palavra de Deus, da vida de oração, da Eucaristia e da devoção Mariana. O catequista é pessoa que descobre o rosto de Deus nas pessoas, nos pobres, na comunidade, no gesto de justiça e de partilha e nas realidades do mundo. É pessoa integrada no seu tempo e identi- ficada com sua gente. “Olha o mundo com os mes- mos olhos com que Jesus contemplava a sociedade de seu tempo” (Diretório Geral para catequese 16). O catequista é ainda uma pessoa em processo de crescimento e de aprendizado, desde a infância até a velhice. É alguém que sabe que não basta boa vontade: é preciso atualização. É pessoa de comu- nicação, capaz de construir comunhão e cultivar amizades; pessoa capaz de conviver e de fazer a experiência da partilha em comunidade. Ser catequista é assumir a missão de Jesus Cris- to, ser verdadeiramente outro Cristo, ser sinal visível de Deus, fazer ressoar a Palavra de Deus por meio da vida e dos ensinamentos. Ser catequista é ser Igreja, assumir a identidade de Igreja e testemunhar a graça e o amor de Deus em comunhão com a Igre- ja, Sacramento de salvação. Assim, para desempe- nhar bem este bonito ministério e exercer bem a mis- são, o catequista deve ser pessoa simples, capaz de receber a todos. Deve ser pessoa atenciosa e sensí- vel para escutar conforme as necessidades de cada catequizando; disponível para o serviço; pessoa de fé e de bons exemplos; autêntica e honesta consigo mesma e com os outros. Deve ser ponto de união e de comunhão; um animador que leve a comunidade a crescer no caminho de Jesus Cristo. Jesus nos pede para que amemos uns aos ou- tros, assim como ele nos amou ! O amor de Cristo é o que nos move, o que nos sustenta. Tiremos as vendas dos olhos para enxergarmos o quão grande é esse amor e espalha- lo a todos. Vale a pena continuar a SER catequista, e vale muito mais quando temos a certeza de que estamos plantando a arvore do amor, da justiça da liberdade e também a luta . Como Ele mesmo diz: EU NÃO VIM TRAZER A PAZ MAS , A ESPADA ....( Mat 10 , 34). SER catequista ! NÃO TRABALHAR como cate- quista ( Papa Francisco) Parabéns catequistas pelo seu dia e que pos- samos todos juntos aprender uns com os outros e crescer juntos e unidos para honra e glória do Se- nhor Jesus. Pricila Fagundes Catequista da Paróquia de São José Começou quando eu falei algo parecido com “gosto tanto de você que queria te colocar num potinho”. Era só um comentário sobre querer cuidar e te ter sempre por perto, mas aí as coisas foram mudando. Passei a não me reconhecer mais direito. Sem algum motivo aparente, pouco a pouco vi o meu cari- nho se transformar num desejo incontrolável de algo parecido com posse. Eu precisava saber com quem você estava e o que estava falando; eu precisava ler suas mensagens recebidas; eu precisava saber dos seus horários e me colocar acima de tudo; eu precisava saber quem estava perto de você quando eu não estava. Eu não sei, que saco! Eu comecei a me desesperar só de pensar na possibilidade de te perder, então encontrava maneiras para saber quais seriam seus passos para que eu pudesse estar per- to de cada um deles. Já me perdi em quantas vezes investiguei os “ likes” em suas fotos e quantas horas passei vendo as fotos das pessoas que curtem as suas. Um lado de mim dizia que tudo isso era uma loucura desenfreada, o outro, porém, repetia dentro da minha cabeça que a única maneira para eu não me machucar era identificar o quanto antes qualquer ameaça sobre nós dois. E eu nunca me orgulhei disso. Sempre me senti idiota ao sentir o coração explodir quando seu celu- lar recebia alguma notificação. Eu nunca gostei de ver a lista de pessoas que interagem com você. Só que eu, bem, eu não conseguia fazer diferente. Eu não conseguia lidar comigo mesmo. Isso tudo não tem a ver com desconfiança sua, é sobre mim, é sobre minhas paranoias e minhas manias de acreditar que o mundo vai conspirar para as coisas darem errado comigo. Eu que me sentia inseguro e incapaz de dormir em paz com você ao meu lado, e o pior, as coisas que me aterrorizaram eram coisas que só eu via. Perguntava para alguns amigos se meus motivos para ter essas crises eram reais, só que antes de qualquer um deles responder eu argumentava de uma maneira tão convincente que não cabia chance de eu estar errado; eu nunca parei pra pensar que eu os vencia pelo cansaço e não pela razão. No fundo da minha cegueira eu só enxergava as coisas que eu queria não as que de fato aconteciam. “É claro que você vai me largar, ele é tão mais bonito que eu”, “olha como ele é gentil”, “eu nunca vou parecer um cara desses”, era o tipo de coisa que me tirava o sono. Ecoava dentro de mim esses julga- mentos que eu fazia de mim mesmo. Eu sempre me comparava com as pessoas que você convivia e, em quase todas às vezes, eu me sentia pior. Sentia-me menos bonito, menos inteligente, menos atraente, menos o suficiente pra você. E o ciclo só piorava dia após dia. Daí eu voltava a investigar seus amigos na internet, lia suas mensagens escondido, criava mo- tivos pra gente brigar; eu nunca percebi como fazia tudo errado. Te quis tanto só pra mim que hoje entendo você não estar mais aqui. Eu reconheço todos os meus excessos, justifico as minhas loucuras pelo meu medo injustificável de sofrer e te perder. Esqueci-me de te admirar, de te deixar livre pra viver e aproveitar. Esqueci-me de te ouvir dizer seus planos enquanto eu te ocupava re- clamando. Esqueci-me de planejar coisas boas pra gente enquanto fiscalizava perigos que só eu enxer- gava. Preocupado em te manter por perto, esqueci- -me de te dizer o quanto você me fazia bem. Come- çou quando eu falei algo parecido com “gosto tanto de você que queria te colocar num potinho”. Até que esse potinho quebrou e hoje me deixa aqui colhendo os pedaços do que sobrou. Eu me perdi com medo de te perder. Márcio Rodrigues Fonte: http://www.entendaoshomens.com. br/te-quis-so-para-mim-e-te-perdi/ Dia 28 de agosto foi instituído o dia nacional do voluntário desde 1985.O trabalho voluntário é cada vez mais um ato não só de doação mas também de abertura a novas experiências , de criação de víncu- lo de pertença e a certeza de que vivemos comuni- dade. Os voluntários são pessoas que doam o seu tempo sem querer receber nada em troca mas acabam por receber o maior salário que po- demos esperar; o amor ,um sentido pra vida. Muitas organizações sobrevivem graças ao traba- lho voluntário,entre elas a Cruz Vermelha , Médicos sem Fronteiras entre outras menos conhecidas. Em nossa paróquia temos a Sociedade São Vicente de Paulo ,onde homens e mulheres trabalham volun- tariamente numa rede de caridade para melhorar a vida de várias famílias . Passo para vocês o testemunho de um jovem vo- luntario :”Estar ajudando alguém ou estar colaboran- do para a realização de algo que você julga impor- tante é um sentimento que você não compra , nem sente em um determinado momento. É uma satisfa- ção que se manifesta no dia a dia e faz você sorrir para o mundo e sentir que o mundo sorri de volta pra você.”Quantos de nós se sente vazio e perdido nos dias atuais ,sente que a vida não tem razão de ser? Procure ajudar alguém ou alguma instituição que ajuda gente que precisa. Doe-se faça sua vida ter sentido , faça a diferença!Seja na vida do outro , o sorriso de Deus. Seja voluntário! Inêz Abreu Pastoral Familiar DIA NACIONAL DO CATEQUISTA TE QUIS SÓ PRA MIM E TE PERDI
  • 7. 7 Participei de uma missa presidida pelo nossa pá- roco Pe. Jeferson Mengali que em sua homilia nos falou de uma maneira breve sobre a palestra do Ma- rio Sergio Cortella, filósofo e educador de quem gos- to muito. Pensei muito sobre essa homilia e achei que deveria compartilhar com todos. Padre Jeferson comentou sobre a preparação da gos- tosa e tradicional pamonha. Comprar pamonha pronta é muito mais prático do que todo o ritu- al de fazê-la, mas é despido de significa- dos. O ato de fazer pamonha em casa é uma bem-humorada e verda- deira metáfora sobre o prazeroso ato de conviver, de estar junto e compartilhar momentos com aqueles a quem amamos. Porém não temos tempo... Por que perder tempo se podemos bater papo no intervalo de uma tarefa e outra pelas redes sociais; se pode- mos mandar um e-mail ou postar mensagens; ou, ainda, se podemos curtir comentários e fotos nos facebooks dos “amigos”? Tudo é e tem que ser ins- tantâneo. Numa sociedade onde literalmente “tempo é dinheiro” e, por isso mesmo, não podemos desper- diçá-lo com “futilidades”. Enfrentamos a crescente “miojização da vida”: “A ideia da pamonha é evitar aquilo que chamo de miojização da vida, a vida miojo. O namoro mio- jo, o sexo miojo, a pesquisa miojo. Hoje um jovem imagina que para fazer uma pesquisa ele dá uma “googleada” e pronto. Não. A internet é um podero- so meio de começo de pesquisa, não de término. A ideia do “ficar”, comum entre os jovens, representa [...] a miojização das relações. Há também casa- mentos miojo. Relação de casamento e também de vida. E até relação religiosa miojizada – o sujeito vai apenas à missa das 10 no domingo, porque é mais curtinha. Enfim, essa miojização do mundo corres- ponde a uma despamonhalização da vida, que é preciso rejeitar .” (CORTELLA, 2012, p. 13). Na “sociedade da pressa” precisamos encontrar tempo para parar e refletir sobre a velocidade que imprimimos ao cotidiano, pois a praticidade da vida pode torná-la superficial. Devemos lançar mão da capacidade de pensar, sem indolência e preguiça, para impedir que a interação virtual substitua as relações pessoais, o contato, à convivência com amigos, colegas e familiares. Tudo que fazemos, consumimos e planejamos é em função desta pe- quena palavra, pressa, que consegue ser o guia de milhares de pessoas. Não temos tempo para pensar ou refletir sobre o que nos é de grande valia ou es- tima. Não temos tempo para sair com os amigos, namorar, admirar a vida e / ou ficar à toa curtindo o ócio criativo. Sempre e sempre, temos muitas coisas para fazer, muitos planos e metas a cumprir e, prin- cipalmente, muito dinheiro a ganhar... Para os jovens, em nosso processo de tornar o mundo mais rápido, tudo se resolve em poucos mi- nutos. Explicar pra eles que a terra precisa ser ger- minada, arada, cultivada, com um razoável período de espera para que aquilo que desejamos talvez fru- tifique cria certa angústia. Hoje tudo é instantâneo, tudo é super rápido. Tudo é drive-thru. Como vamos explicar a eles que produzir um remédio leva tempo, que entrar com um produto novo no mercado leva tempo, dinheiro e muita angústia? Pra se cons- truir uma família, um time, uma empresa, um prédio, leva-se tempo. Os jovens estão sendo preparados, nas organizações e na vida, para o significado real desse conceito antigo chamado “tempo”? Vale a re- flexão! (texto adaptado da jornalista Maria das Graças Targino e homilia de Pe. Jeferson Flávio Mengali) Rita de Cassia Almeida PASCOM SOBRE A DESPAMONHALIZAÇÃO DA VIDA A Igreja Católica elegeu o mês de Agosto de cada ano como o MÊS VOCACIONAL. No dia 02 de agosto – trata da VOCAÇÃO DOS MI- NISTROS ORDENADOS. No dia 09 de agos- to – celebramos A VOCAÇÃO DE SER PAI. No dia 16 de agosto – meditamos sobre A VOCA- ÇÃO À VIDA CONSAGRADA. A gravura acima nos remete à letra da música cristã, onde cantamos : “LÁ NA PRAIA, EU DEIXEI O MEU BARCO. JUNTO A TI, BUSCAREI OUTRO MAR.” A vocação cristã, minha gente, é um verdadei- ro desafio. Um desafio de Amor para o qual somos chamados, cada um segundo os seus talentos e vir- tudes. Apesar de nossas fraquezas, de nossos pe- cados, DEUS NOS CHAMA À SANTIDADE. E essa convocação divina vai acontecendo em nossa vida à medida que nos aprofundamos nos mistérios do sagrado, entendendo a mensagem de serviço que Cristo nos propõe. SIM, Cristo nos vai cativando com seu AMOR, com sua mensagem de DOAÇÃO, com sua doce postura de MISERICÓRDIA, suave- mente nos ensinando que o caminho para a FELICI- DADE – a verdadeira e a permanente FELICIDADE – necessariamente começa, se mantém e termina em seus braços. Lembram-se do que ELE disse: “EU SOU O CA- MINHO A VERDADE E A VIDA”. VOCAÇÃO DOS MINISTROS ORDENADOS: Os ministros ordenados são o diácono, o presbíte- ro e o bispo. O diácono é aquele que serve aos ir- mãos na caridade e na solidariedade cristã. Assiste ao bispo e ao presbítero na liturgia e na caridade. Sua missão é ser sacramento da caridade. O pres- bítero é enviado a pastorear, presidir, coordenar e animar os serviços na comunidade. É vocacionado a ser ministro da Palavra e dos Sacramentos. O bispo é consagrado para santificar, ensinar e governar o povo de Deus em uma diocese, sem descuidar da solicitude pastoral por toda a Igreja. É o presiden- te da grande assembleia. Devemos, sempre, pedir a DEUS pela fidelidade e perseverança de nossos diáconos, presbíteros e bispos, desafiadora missão. O Papa Francisco num de seus discursos disse: “QUERO UMA IGREJA EM MISSÃO, EM SAÍDA.” Para isso, a Igreja conta com seus fervorosos Minis- tros Ordenados. VOCAÇÃO DE SER PAI: Como vimos, o gran- de convite que o Senhor nos faz no mês vocacional é o de assumirmos nossa vocação, atendendo ao seu chamado para as nossas vidas, dentro de nos- sa condição. Ser pai é uma vocação, é dom, é ser presença de Deus Pai, é ter Deus como modelo de vida. O cuidado que Deus tem para com seus filhos é uma verdade, conforme a Palavra que diz: “Ele tem cuidado de vós” (I Pe 5,7). Assim, também, deve ser o comportamento dos pais para com seus filhos: CUIDADO ! ZELO ! PROTEÇÃO ! ORIENTAÇÃO ! MISERICÓRDIA ! RESPEITO E AMOR. Ter um pai é descobrir a presença de Deus aqui no mundo. Sublime missão. Desafio de Amor. VOCAÇÃO À VIDA CONSAGRADA - A vocação religiosa é um mistério de amor entre um Deus que chama e um ser humano que lhe responde livre e conscientemente, por amor. Desafio e dos grandes. O Papa Emérito nos ensina: “Quem deixa Cristo entrar na sua vida não perde nada, nada, absolu- tamente nada, pois sua vida é livre, bela e grande. Quero servir de todo o coração a Santa Igreja de Deus, com uma vida consagrada à oração e ao ser- viço.” (Bento XVI) Vera Pianho Pastoral da Liturgia MÊS VOCACIONAL - DESAFIO DE AMOR Rua Cel Assis Gonçalves, 323 Bragança Paulista - SP Tel/Fax: 2473-2555 - 2473-8030 Produtos para sua Saúde! Loja Ampla e Moderna Estacionamento próprio Souza Silva CORRETORA DE SEGUROS Souza Silva Adm. Corr. Seguros Ltda. Rua Tupi, 153 - Sala 04 - Taboão - Brag Pta - SP - CEP 12.900-290 Fone/Fax: (11) 4032-0450 / 4033-7586 e-mail: sscorr@terra.com.br
  • 8. MATRIZ e CAPELA N. S. DO BOM PARTO aniversário de nascimento Aluízio José Rosa Monteiro Fernanda de Oliveira C. dos Santos Filomena Felisberto de Souza Godoy Helena Aparecida Dominici Oliveira Júnia Rosa Freitas Lázaro Vaz dos Santos Luiz Manoel de Araujo Márcia Aparecida Herculano Fagundes Marcos Brandão Barletta Marisa Toledo Ney Neide Aparecida da Silva Splendore Neuza Aparecida de Oliveira Mengali Raiana Martins Queiroz Récio Zago Rita de Cassia Gonçalves de Almeida Rosa América Bigon Giani Wellington Ricardo Sabião aniversário de CASAMENTO Ângela e Canísio Roberto Schuh Fernanda e Daniel Cosmo dos Santos Júlia Cezar e Lázaro Vaz dos Santos Patrícia e Walter Bellini Júnior BIRIÇA DO CAMPINHO aniversário de nascimento Afonso Mazochi Celina Ap. Cavallaro de Souza Cláudia Maria Cavallaro de Godoy Diego Antonio de Camargo Eliane Cássia Nobre da Luz Guiomar Carlos Cypriano de Souza Izabel Izete de Souza Cavallaro José Cláudio Favaron Leonor Soares Ferreira Lucimara Leonel Ferreira Luis Edivaldo Favaron Maria Terezinha Mazochi de Souza Mirian de Lima Furquim Corrêa Orlando de Souza Pereira Tiago Jr Nobre da Luz Maria Ferreira Vicente aniversário de casamento Orlanda Moraes e Estevam Bueno Pinto comunidade SÃO MARCELO aniversário de nascimento Ailton dos Santos Pereira Maria do Carmo Martins Albino Suele Pereira da Silva Faria BIRIÇA DO VALADO aniversário de nascimento Alzemiro Pereira Andrade André Aparecido Silva Aparecida Maria Silva Souza Augusto Franco Diva de Souza Petroni Julia C. Cavallaro Julinho Davi Machado Margarida P. de Souza Roselei Ap. Couto da Rosa aniversário de casamento Sandra Luzia Ortiz e Denilson Donizete Ortiz COMUNIDADE CHÁCARA FERNÃO DIAS aniversário de nascimento Clausevi Pereira aniversário de casamento Maria Dolores Ribeiro e Antonio Silvestre Deise Pereira Martins e Eulicleudo Gonçalves DIZIMISTAS ANIVERSARIANTES ACONTECERÁ NA PARÓQUIA PREZADO DIZIMISTA Caso seu nome não esteja aqui relacionado, favor procurar um agente da Pastoral do Dízimo para atualização de seu cadastro. Obrigado! 8 Na matriz: - Todas as terças-feiras, reza do terço, as 20h00’ - 1ª quarta-feira do mês - missa da saúde, as 15h00’ - 1ª sexta-feira do mês: missa votiva ao Sagrado Coração de Jesus, as 20h00’ - todo dia 19: missa da novena perpétua de São José, as 20h00’ quando de segunda a sexta-feira. - toda última terça-feira: reza do terço dos ho- mens, as 20h00’ - Todos os sábados: Santa Missa as 19h00’ - Todos os domingos: Santa Missa as 08h00’ Na Capela de N.Sra. do Bom Parto: - Todos os dias - Adoração ao Santíssimo Sacra- mento, das 13h00’ às 20h00’ - Últimas quartas-feiras do mês: Hora Santa, as 20h00’ - Todos os domingos: santa missa as 19h30’