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Queridos irmãos e irmãs em Cristo!
Estamos no mês de abril e celebramos a Páscoa do Senhor. Mas o que significa
celebrar a Páscoa do Senhor? Jesus ressuscitado é e sempre será o crucificado,
pois as marcas em suas mãos, em seus pés e em seu lado, não se apagaram com a
sua ressurreição. Assim amados irmãos, nos vemos provocados a dar razões maiores
de nossa fé em Jesus Cristo. Viver a Páscoa é perceber que Jesus agora está vivo
conosco todos os dias, em todos os momentos. Peçamos que a sua ressurreição reno-
ve nossos sonhos, nossa a vida em comunidade e todo seu entusiasmo pastoral. Feliz
Páscoa para todos!
PASCOM
PÁSCOA... JESUS RESSUSCITADO
Mas quando Jesus ressuscita? Mas o que é a Páscoa?
Páscoa, Santa Páscoa! Quando permito Jesus ressuscitar, quando deixo Jesus tomar forma na minha alma e
assim caminhar.
Páscoa, Santa Páscoa! É quando coloco a disposição meus ouvidos, para Jesus ouvir o lamento do irmão
no leito ou na prisão.
Páscoa, Santa Páscoa! O que é mesmo ressurreição? É consagrar a Jesus minha boca e por onde eu
passar deixar Jesus falar e assim restaurar o coração do meu desesperado irmão.
Páscoa, Santa Páscoa! Que se não cuidar, o dia passa e o vento vai levar, sem sequer deixar Jesus
nos tocar.
Páscoa, Santa Páscoa! Quando deixo Jesus ressuscitar e assim consagro meus pés, para que por
onde eu passar não tenha medo de ladeira descer ou morro subir, pois é lá que meu irmão pobre não
tem forças para lutar.
Páscoa, Santa Páscoa! Amor de Cristo que não se cansa de velar, fazendo de nós homens novos,
para ter coragem de recomeçar.
Páscoa, Santa Páscoa! De que valeria se meu coração a ti não se abrir para amar.
Páscoa, Santa Páscoa! É nesse dia que meu coração se consagra a ti, então, eu não sei onde
começa meu, onde termina o seu, pois juntos estaremos para servir nossos amados irmãos.
Páscoa, Santa Páscoa! Jesus ressuscita em nosso coração!
Rosemary C. Fukakusa
Paróquia São Francisco
Blumenau/SC
ASemente
ParóquiaSãoJosé
BragançaPaulista/SP
AnoX-Ediçãonº98-Abril/2015
EDITORIAL
MENSAGEM DO MÊS
NESTA EDIÇÃO
Página 2
Página 8
Página 9
Página 10
Página 3 e 4
Página 5, 6 e 7
Cajado do Pastor e Palavra do Papa
Coluna Jovem, Dicas de Saúde e
Artigos Diversos
Santos do Mês e Outros Artigos
Convites e Outros Artigos
Dizimistas Aniversariantes e
Agenda
Aconteceu na Matriz e nas Comunidades
Pastoral da Comunicacão
PASCOM
Paróquia São José
Pelo 2º ano de Pontificado
do Papa Francisco, no site da
Santa Sé, encontramos uma
montagem contendo uma
mensagem que vamos
conhecer em duas
partes, metade nes-
ta edição e a outra
parte na próxima edi-
ção.
1ª Parte: O amor
de Deus vem sempre
antes do nosso! Ele
toma sempre a iniciativa.
Ele espera-nos convida-
-nos, a iniciativa é sempre sua. / ... a misericórdia
é profecia de um mundo novo, no qual os bens da
terra e do trabalho serão distribuídos igualmente e
ninguém será privado do necessário, porque a soli-
dariedade e a partilha são a consequência concreta
da fraternidade. / A mensagem que todos espera-
vam, que todos procuravam nas profundezas da
própria alma, mais não era que a ternura de Deus:
Deus que nos fixa com olhos cheios de afeto, que
aceita a nossa miséria, Deus enamorado da nossa
pequenez. / Construir a paz é difícil, mas viver sem
paz é um tormento. / Deus é amor. Quanto a nós,
caminhemos rumo à luz para encontrar o amor de
Deus. Mas encontra-se o amor de Deus dentro de
nós, inclusive nos momentos obscuros? Está o amor
de Deus ali, escondido? Sim, sempre! O amor de
Deus nunca nos deixa. Permanece sempre conos-
co. Temos confiança neste amor? / Como cristãos
e como cidadãos, somos chamados a imaginar, com
fantasia e sapiência, os caminhos para enfrentar
este desafio. Um povo que não guarda os avós e
não os trata bem é um povo que não tem futuro! / A
cultura do encontro requer que estejamos dispostos
não só a dar, mas também a receber de outros / Ten-
de confiança na força da cruz de Cristo; acolhei nos
vossos corações a sua graça reconciliadora e parti-
lhai-a com os outros. / ... temos necessidade de ver
cada criança como um dom que deve ser acolhido,
amado e protegido. E devemos cuidar dos jovens,
não permitindo que lhes seja roubada a esperança
e sejam condenados a viver pela estrada. / Em to-
dos vós existe um cofre, uma caixa, e dentro dela
há um tesouro. A vossa tarefa consiste em abrir o
cofre do qual haveis de tirar o tesouro para o fazer
crescer, oferecer aos outros e receber também o te-
souro dos demais. / […] a vida cristã é caminhar,
permanecendo atento, incansável e corajoso. / Os
pobres estão no centro do Evangelho, são o coração
do Evangelho; se tirarmos os pobres do Evangelho,
não podemos compreender plenamente a mensa-
gem de Jesus Cristo. / ... esta é a Igreja que eu amo:
uma mãe que tem a peito o bem dos seus filhos e
é capaz de dar a própria vida por eles. No entanto,
não devemos esquecer que a Igreja não é composta
só por sacerdotes, nem por nós bispos, não, somos
todos nós! A Igreja somos todos! / Quão grande é a
necessidade que o mundo tem hoje de ternura! Pa-
ciência de Deus, proximidade de Deus, ternura de
Deus. / Misericórdia significa, antes de tudo, curar
as feridas… A verdadeira misericórdia interessa-se
pela pessoa, ouve-a atentamente, aproxima-se com
respeito e com verdade da sua situação, acompa-
nhando-a no caminho da reconciliação. / O amor de
Deus precede tudo. Deus é sempre o primeiro, che-
ga antes de nós, precede-nos. / A Igreja é commu-
nio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os
Santos mas também porque é comunhão de coisas
santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em
Cristo, e todos os seus dons. / Quando sinto que
um jovem ou uma jovem tem inquietação, sinto que
é meu dever servir estes jovens, prestar um serviço
a tal inquietação, porque esta inquietação é como
uma semente, que depois progredirá e dará frutos. /
O Evangelho é palavra de vida: não oprime as pes-
soas, ao contrário, liberta quantos são escravos de
muitos espíritos malignos deste mundo: o espírito da
vaidade, o apego ao dinheiro, o orgulho, a sensuali-
dade... O Evangelho muda o coração, muda a vida,
transforma as inclinações ao mal em propósitos de
bem. O Evangelho é capaz de mudar as pessoas! É
portanto tarefa dos cristãos difundir em toda a parte
a sua força redentora, tornando-se missionários e
arautos da Palavra de Deus. / Não é possível uma
família sem o sonho. Numa família, quando se per-
de a capacidade de sonhar, os filhos não crescem,
o amor não cresce; a vida debilita-se e apaga-se. /
Ninguém pense em poder tomar a Deus por escu-
do, enquanto projecta e comete actos de violência
e vexação! Ninguém tome a religião como pretex-
to para as suas acções contrárias à dignidade do
homem e aos seus direitos humanos fundamentais,
principalmente o direito de todos à vida e à liberdade
religiosa! / … Esta nossa terra tem necessidade de
cuidados e atenções contínuos e é responsabilidade
de cada um preservar a criação, dom precioso que
Deus colocou nas mãos dos homens. / A caridade de
Cristo, acolhida com o coração aberto, muda-nos,
transforma-nos, torna-nos capazes de amar não
segundo a medida humana, sempre limitada, mas
segundo a medida de Deus. E qual é a medida de
Deus? Sem medida! A medida de Deus é sem medi-
da. Tudo! Tudo! Não se pode medir o amor de Deus:
é sem medida! / … como é bonita esta missão de le-
var a luz ao mundo! É uma missão nossa. É bela! É
também muito bom conservar a luz que recebemos
de Jesus, guardá-la e preservá-la. O cristão deveria
ser uma pessoa luminosa, que dá luz, que dá sem-
pre luz! Uma luz que não é sua, mas é a prenda
de Deus, é a prenda de Jesus. / … aqueles poucos
pães e peixes, compartilhados e abençoados por
Deus, foram suficientes para todos. […] é um «si-
nal»: um sinal que nos convida a ter fé em Deus, Pai
providente, que não nos faz faltar o «pão nosso de
cada dia», se nós soubermos compartilhá-lo como
irmãos. / Nós podemos experimentar e saborear a
ternura deste amor em cada fase da vida: no tempo
da alegria e da tristezas, no tempo da saúde e da
enfermidade e da doença. / A alegria do sacerdote
é um bem precioso tanto para si mesmo como para
todo o povo fiel de Deus.
Queridos irmãos e amigos paroquianos de São José, na
sagrada liturgia, o homem através da linguagem corporal
demonstra seus sentimentos e convicções acerca das ver-
dades da fé. Na liturgia, o corpo é nossa linguagem funda-
mental, sendo assim, em determinados momentos, com o
beijo, durante o rito litúrgico o homem expressa de maneira
perceptível, o seu interior.
O beijo é um dos gestos universalmente mais usados em
nossa vida social. Muitas pessoas se saúdam e se despedem
com um beijo. Os vencedores de alguma competição beijam
o troféu que conquistaram, bem como os apaixonados ex-
primem seus afetos com o beijo. O beijo antropologicamente
pode ser um simples cumprimento ou expressão de amor,
intimidade, pertença a um determinado grupo, reverência,
respeito. Desde os tempos mais remotos que na Liturgia da
Igreja o beijo tem sido usado como sinal de respeito e de
amor pelas coisas sagradas, e como uma espécie de selo,
para cada coisa a que está ligada uma oração própria. Era
assim para as vestes sacerdotais da Missa, como para os
utensílios que iam ser usados na celebração. Beijavam-se
as galhetas, beijavam-se as velas e todos os objetos com
significado religioso, cruzes, medalhas, estampas, etc.
Na Bíblia encontramos diversas passagens onde o beijo
é sinal de veneração, como em 1 Samuel 10,1 quando Sa-
muel beija Saul recém eleito rei. No Salmo 2,11-12, beijar os
pés significa sujeição incondicional. Saudação de paz como
vemos em Romanos 16,16; 1 Coríntios 16,20; 2 Coríntios
13,12; 1 Pedro 5,14. Com um beijo Paulo se despede da
comunidade de Éfeso (At 20,37).
Na Liturgia da Missa, o Sacerdote, à chegada e à des-
pedida, beija sempre o Altar. Para nós, os católicos, o Altar
não é apenas uma peça do mobiliário da Igreja. Ele está
carregado com uma enorme quantidade de símbolos pre-
ciosos de toda a espécie. Juntamente com o púlpito o Altar
é o lugar onde se proclama a Palavra de Deus, e o ponto
focal do nosso encontro com Deus Pai, através de Seu Filho
Jesus Cristo. Se a Liturgia da Eucaristia é o acontecimento
central que nos traz o Pai, através de Seu Filho - Por Ele e
com Ele - o Altar, à volta do qual tudo isto acontece, é para
nós, o lugar de maior honra e dignidade.
As Instruções Gerais do Missal Romano, dizem:
255.- O Altar, em que se torna presente o sacrifício da
cruz sob os sinais sacramentais, é também a mesa do Se-
nhor, na qual o povo de Deus, na Missa, é convidado a
participar. É ainda o centro da ação de graças celebrada na
Eucaristia.
É por esta razão que as Instruções Gerais do Missal Ro-
mano nos indicam :
27. Em sinal de veneração, o sacerdote e o diácono bei-
jam o Altar...
85. O sacerdote sobe ao Altar e beija-o em sinal de re-
verência...
Como sinal de respeito e veneração pela Palavra de
Deus, antes de ler o Santo Evangelho o celebrante, acom-
panhado pelos fiéis, fazem com a sua mão direita, três cru-
zes, respectivamente na fronte, nos lábios e no peito. E no
fim ao ler o Evangelho, o celebrante beija o Missal. O sig-
nificado das três cruzes é o de que Deus, cuja palavra nós
vamos ouvir, nos ilumine a mente, nos purifique os lábios e
nos santifique o coração. O beijar o Missal, no fim, é um ato
público de reverência e respeito pela Palavra de Deus. É
assim como uma espécie de juramento sobre a autoridade
da Palavra de Deus, a quem nós adoramos através de um
gesto que nos sai bem do fundo coração e em quem nós
pomos todo o nosso amor.
Ainda na liturgia o beijo é dado, mesmo que hoje com
pouca frequência, na saudação da paz, costume antigo e
que nos primeiros séculos era chamado “ósculo da paz”. É
mais que um simples gesto de saudação ou amizade, é um
desejo de unidade com Cristo e com os irmãos, que na co-
munhão constrói um compromisso de fraternidade. Beija-se
na sexta-feira santa a Cruz no rito de adoração lembrando
com carinho o instrumento pelo qual fomos salvos. Os mais
piedosos costumam beijar as imagens dos santos.
Enfim, o beijo na liturgia é sinal da nossa fé, e dado com
dignidade e autenticidade tem endereço próprio: Cristo, Sa-
cerdote, Altar e Cordeiro de seu sacrifício, Verbo encarnado
revelado nas Escrituras e refletido na Igreja, pedras vivas,
templos do Espírito Santo.
Que Deus vos abençoe e até que nos tornemos a encon-
trar de novo que Deus te guarde no calor do teu abraço e no
carinho do beijo. Amém.
Padre Jeferson F. Mengali
Pároco
2
O CAJADO
DO PASTOR
o beijo na liturgia
PALAVRA DO PAPA
2
MADEIREIRA
BRAGANTINA
Av. José Gomes da Rocha Leal, 134 - Taboão - Bragança Paulista
Tel.: (11) 4033-4048 - Fax: (11) 4033-2328
NOVENA DE SÃO JOSÉ – 1º DIA - “Não vim para
ser servido, mas para servir”. No dia 10 de Março
tivemos a Santa Missa, com o 1º dia de Novena de
São José onde Pe. Osvaldo da Igreja São Sebas-
tião, Atibaia nos convidou a meditar sobre o perdão:
“Não devias tu também ter compaixão do teu com-
panheiro, como eu tive compaixão de ti?”(Mt 18,33)
NOVENA DE SÃO JOSÉ – 4º DIA – No 4º dia de
Novena Pe. Natanael (Igreja Nossa Senhora do Re-
tiro, São Paulo) nos convidou a refletir sobre o tema:
“Rasgai o coração e não as vestes”. Não basta ape-
nas rezar se não abrirmos o coração ao irmão.
NOVENA DE SÃO JOSÉ – 7º DIA - No 7º dia
de novena a São José, Pe. Mário da Diocese de
São João da Boa Vista nos deixa como mensagem
3 conselhos: 1º Nunca tome atalhos em sua vida,
caminhos mais curtos e desconhecidos podem cus-
tar a sua vida; 2º Nunca seja curioso para aquilo que
é mal, pois a curiosidade para mal pode ser fatal;
3º Nunca tome decisões em momentos de ódio ou
de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde
demais. “Em ti serão abençoadas todas as famílias
da terra.”
NOVENA DE SÃO JOSÉ – 8º DIA - Hoje no 8º
dia de Novena de São José, Pe. Claudio da Dioce-
se de São Miguel Paulista nos mostra os sinais de
Jesus Cristo. E um dos sinais mais belos é: “Levan-
ta-te”. Essa mensagem que deve ficar gravada no
nosso coração. Não podemos ficar prostrados, der-
rotados. Levanta-te. A cada desafio que a vida nos
coloca: “Levanta-te”. “Não perturbe vosso coração,”
Nada deve perturbá-lo. Levanta-te. “Eu, o Senhor, te
chamei para o serviço da justiça, tomei-te pela mão
e te modelei.”
NOVENA DE SÃO JOSÉ – 9º DIA - Chegamos
ao último dia de nossa novena em honra ao nosso
querido São José. Pe. Licio De Araujo, da Diocese de
São Miguel Paulista encerrou nossa novena se apro-
fundando na experiência de São José. De como ele
foi capaz de carregar sua cruz. Não há amor sem dor,
mas existe dor sem amor. Não há ressurreição sem
morte, mas existe morte sem ressurreição. São José
carregou sua cruz por amor e aceitou tudo em silên-
cio. “Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mes-
mo, tome a sua cruz e siga-me.” Terminamos a No-
vena pela intercessão de São José: 9 dias, 9 padres:
Padre Marcos, Padre Mario, Pe. Cláudio Francisco,
Pe. Natanael, Pe. Hunaldo, Pe Licio, Pe. Edson, Pe.
Oswaldo, Pe. Jeferson. Agora é a hora de testemu-
nhar as maravilhas que Deus fez em nossa vida por
intermédio de São José. O que nos encanta é que em
nenhum destes dias ele nos deixou desamparados,
mesmo que tenha ficado em silêncio. Silenciar, ou-
vir Deus e agir foi o que fez São José. Foram missas
belíssimas com muita espiritualidade, momentos de
grande emoção e paz. Que São José interceda por
cada pedido e oração.
NOVENA DE SÃO JOSÉ – 5º DIA - No 5o dia da
novena em Louvor a São José Pe. José Hunaldo
da Diocese de São Miguel refletiu sobre fazermos o
deserto- silêncio. Momento de deixarmos os exces-
sos e encontrarmos um equilíbrio. ‘Convertei-vos e
vivereis.’
NOVENA DE SÃO JOSÉ – 6º DIA – No 6º dia da
novena a São José, Pe. Jeferson nos convida a vi-
ver verdadeiramente o Amor que Jesus nos deixou.
Viver a dinâmica do Amor sem preconceitos. “Aju-
dai-vos uns aos outros a carregar os vossos fardos.”
NOVENA DE SÃO JOSÉ – 2º DIA - No dia 11 de
Março as 20h aconteceu a Santa Missa com o 2º dia
de Novena em Louvor a São José. Padre Marcos
(Igreja Santo Agostinho-São Miguel Paulista/SP)
nos convidou a refletir sobre o gesto da maior prova
de amor: “Laveis os pés uns dos outros”. (Jo 13,14)
NOVENA DE SÃO JOSÉ – 3º DIA - No 3º dia
de Novena São José (12/03) Pe. Edson (Igreja São
João Batista-Joanópolis) nos faz um convite - estar-
mos juntos de Deus : “Ficai aqui e vigiai!” . Vigiar e
estar atento aquilo que nos tira da graça de Deus.
Ao final da missa agradecemos a Maria com o canto
Regina Coeli (Rainha do Céu em latim)
3
Legenda:RitadeCássiaAlmeida–PASCOM
ACONTECEU NA PARÓQUIA - NOVENA DE SÃO JOSÉ
44
MISSA EM LOUVOR A SÃO JOSÉ
FESTA DE SÃO JOSÉ
PADRE JEFERSON NO CORINTHIANS
BOLO DE SÃO JOSÉ
MOTO CARREATA
Legenda:RitadeCássiaAlmeida–PASCOM
Legenda:RitadeCássiaAlmeida–PASCOM
Dom Sérgio, Bispo da Diocese de Bragança celebrou a missa em louvor a São José, no dia 19 de março as 8h e concelebrada pelo pároco Pe. Jeferson onde
se exaltou a vida de São José. Contemplamos São José um homem justo e fiel. E entender esse homem justo é compreender o projeto de Deus. — Monsenhor
Eugenio, Vigário Geral da Diocese de Bragança celebrou a missa das 12h em louvor a São José, e Pe. Jeferson Mengali, pároco da Igreja Matriz de São José
celebrou a missa das 19h. Pe. Jeferson Mengali nos convidou a colocar aos pés de São José nossas famílias. José abriu mão de todos seus projetos para fazer
a vontade de Deus, que nós tenhamos essa coragem.
Que a festa ia ser maravilhosa, nós não tínhamos dúvidas, mas mesmo assim superou nossas expecta-
tivas. Foram 04 dias de festas com muita tranquilidade e em um ambiente familiar. A alegria estava estam-
pada em cada detalhe tanto da equipe de festa quanto dos participantes. Tivemos os shows dos Violeiros
do Rio Jaguari no dia 19 de março, do Du e Michel no dia 20, de Zé Rubens e Guilherme no dia 21 e no
último dia, 22 de março Banda Jack Steel veio abrilhantar nossa festa. Queremos agradecer o empenho
de todos que se envolveram na liturgia, na acolhida, na divulgação, nas barracas, no preparo da festa….
Enfim, todos que doaram seu tempo e alegria para nossa grandiosa festa. Não podemos esquecer nossos
patrocinadores, benfeitores que contribuíram com doações que nos proporcionaram várias realizações,
Muito obrigado a cada um de vocês. Que Deus os abençoe.
Na véspera da partida contra o Bragantino,
pelo Paulistão, sábado, dia 28 de março, os jo-
gadores e funcionários do Centro de Treinamento
do Corinthians receberam uma benção concedi-
da pelo Padre Jeferson Mengali, da paróquia São
José. A visita do Pe. Jeferson, amigo do treinador,
à capela ecumênica do CT Joaquim Grava foi uma
ideia do técnico Tite , que nunca escondeu sua
forte ligação com o catolicismo. Segundo Tite, Pe.
Jeferson Mengali conversou com os jogadores
“a pedido da direção”. “Eles (padres) fazem uma
benção para a saúde”, disse Tite em uma entrevista coletiva. “Padre e Deus não jogam, para deixar bem claro.
Eles não fazem gol. Eles dão um dom a cada um”, acrescentou. Essa não foi a primeira vez que padre Jefer-
son foi ao local de treinos do Timão. Após o título paulista, conquistado em meio de 2013, o treinador levou o
sacerdote que celebrou uma missa para agradecer o título.
Terminada as missas do dia 19 de Março, todos
se encaminharam para o pátio da Igreja , onde o
Bolo de São José foi bento e vendido aos pedaços
aos fiéis presentes.
Na tarde de domingo 22 de março tivemos nossa tão es-
perada Moto Carreata pelas ruas de Bragança Paulista. O
evento religioso organizado pelo nosso pároco Pe. Jeferson
foi uma homenagem ao dia de São José, celebrado no último
dia 19 de Março. A moto carreata teve início às 15h30 com
concentração no novo Espaço de Eventos da paróquia e per-
correu diversas ruas da cidade. Carros e motos participaram
da carreata numa verdadeira demonstração de fé e devoção a
São José, modelo de pai, esposo e protetor da Sagrada Famí-
lia. Padre Jeferson que também percorreu todo percurso em
sua moto afirmou: “Escolhemos a moto carreata para chamar
atenção dos bragantinos e divulgar o amor que nós temos pelo
nosso padroeiro e protetor São José.” “Então, por essa fé, vo-
cês receberão louvor, glória e honra.” (I Pedro 1, 7).
5
Carta de São Paulo ao Timóteo 4,12-16. ‘Nin-
guém te despreze por seres jovem. Ao contrário,
torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e
de viver, na caridade, na fé, na castidade. Enquanto
eu não chegar, aplica-te à leitura, à exortação, ao
ensino. Não negligencies o carisma que está em ti
e que te foi dado por profecia, quando a assembleia
dos anciãos te impôs as mãos. Põe nisto toda a dili-
gência e empenho, de tal modo que se torne mani-
festo a todos o teu aproveitamento. Olha por ti e pela
instrução dos outros. E persevera nestas coisas. Se
isto fizeres, salvar-te-ás a ti mesmo e aos que te ou-
virem’.
Quero meditar com vocês a ação do Espírito San-
to em nós, que nos convida a ser santo. Santidade
geralmente é compreendida como algo longe, às
vezes, pensamos que nosso jeito de viver não nos
levará à santidade, porque estamos ancorados nos
santos antigos. Muitas vezes, ligamos a santidade
ao sofrimento.
A santidade é fei-
ta de momentos, eu
escolho como vou
viver o dia de hoje
e a partir de minha
escolha a santida-
de pode acontecer
ou não.Devemos
pensar a santidade
dessa forma em qualquer situação de nossa vida:
trabalho, faculdade, namoro e lazer. É a forma como
escolho viver meus momentos que me faz mais san-
to ou não.
São Paulo também diz que posso estar no mundo
sem pertencer ao mundo. Ele se referia a isto, as
minhas escolhas. Uma reunião saudável entre ami-
gos já é uma espécie de oração, porque a saudável
convivência regida por boas conversas, harmonia e
fraternidade nos leva a presença de Deus. Os mo-
mentos de forte conversão em que Jesus levou seus
discípulos não foram nos momentos de oração,
onde realizou curas e milagres e sim nos momentos
de entretenimento e diálogo com eles.
O quero dizer com isso, jovem, é que buscar
momentos de oração, grupos de intercessão,
retiros… é muito importante, pois, nos levam ao
encontro com Deus, a reconciliação,a uma nova
aproximação com minha verdadeira essência a
de “Filho Amado de Deus”, porém, nada disso
terá algum efeito sobre mim se eu não escolher
viver como Jesus viveu. Ele não vivia de orações
apenas, viveu grande parte de sua vida praticando
a santidade, a caridade e a verdade no dia-a-dia da
humanidade.
Quero encerrar este texto com a síntese de uma
pregação do Padre Fábio que fala justamente disso:
“Santidade é feita de instantes, é feita do agora. Mas
você precisa estar atento ao seu coração, vigiar so-
bre si mesmo para não sair da graça. Não negligen-
cie a felicidade que Deus lhe concede, e felicidade
é santidade; não estou falando desta felicidade pas-
sageira. Cada vez eu me convenço mais de que o
ateísmo no mundo é pelo cristianismo mal vivido por
nós. Nada pode nos garantir a santidade se o nosso
coração não estiver disposto a vivê-la. Fique atento
como você está passando os seus dias, tire a raiva,
o rancor da sua vida! Magoe-se menos, seja mais
leve. Dê uma chance a Deus, pois Ele lhe oferece o
altar; suba ao altar, não para aparecer, mas é para
ser feliz. E ser feliz não é fazer barulho, mas é ser
santo”.
Ligia Spina
Ignis – Grupo de Jovens
No dia 13 de
abril comemora-
-se o dia da cria-
ção do Hino Na-
cional Brasileiro.
Sua música foi
criada em 1822,
por Francisco
Manuel da Silva
(1795-1865), re-
cebendo inicial-
mente o nome de
“Marcha Triunfa”.
Nessa época, o Brasil passava por uma crise contra
o governo de Portugal, buscando sua independência
diante desse país. Dom Pedro I apresentava dúvi-
das em suas decisões, a fim de dar a liberdade ao
Brasil, deparava-se autoritário e temeroso às pres-
sões da corte portuguesa. Em meio a esses proble-
mas, as tentativas de compor uma letra para o hino
não caiam bem, pois vinham cheias de insultos e
ressentimentos aos portugueses ou com excesso de
lisonjeio ao soberano rei de Portugal. A escolha da
data foi em razão de uma manifestação em desa-
cato ao ex-imperador, quando o mesmo embarcava
para Portugal, no dia 13 de abril de 1831, data na
qual aconteceu a primeira execução do hino. Den-
tre tantas tentativas, somente em 1909 que a linda
composição ganhou uma letra poética, elaborada
pelo então poeta e jornalista Joaquim Osório Duque
Estrada (1870-1927), sendo muito elogiada pelas
referências que fazia às belezas de nosso país. Em
1922 a oficialização do hino, por Deodoro da Fon-
seca, foi para a letra de Francisco Manoel da Silva,
oficializada pela lei nº 5.700, de 1 de setembro de
1971 e publicada no Diário Oficial de 2 de setembro
do mesmo ano. O hino nacional é um instrumento de
homenagem à nação, deve ser executado nas aber-
turas das festividades cívicas, patrióticas, escolares,
esportivas internacionais, onde a população deve
contemplá-lo cantando em uma só voz.
Texto adaptado de Jussara de Barros.
Fonte: http://www.brasilescola.com/datas-come-
morativas/dia-do-hino-nacional-brasileiro.htm
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56
AS SOGRAS TAMBÉM SÃO GENTE DIA 26 DE ABRIL - DIA
NACIONAL DE COMBATE E
PREVENÇÃO À HIPERTENSÃODiz a lenda que PEDRO negou CRISTO três vezes
porque o Mestre havia curado a sogra dele. Seria
uma “vingança”! É ridícula essa invencionice popular.
Evidente, não é lenda e muito menos verdade, é
crendice besta, desprovida de qualquer fundamento
em virtude da seriedade dos personagens envolvidos
e das mensagens de Amor e Tolerância que eles nos
transmitiram no Livro Sagrado: o Filho de Deus e o
primeiro Papa da Igreja. Dizem as más línguas que
as melhores sogras “estão debaixo da terra.” Sim,
um dia, elas morrem – e deixam saudades. São
gente!
Afirmam outros que é melhor morar longe delas,
até aconselham mesmo que façamos isso para
que elas não arrumem as malas e “venham passar
uns dias (meses) conosco.” Também alegam que
sogra nunca deve morar tão perto da gente, pois
corre o risco dela nos visitar “de chinelinhos”, de
repente, com a desculpa de querer ver os netos.
Para alguns a sogra é “um anjo”, para outros, “o
próprio capeta vestido de mulher.” E como diz um
pastor evangélico, o melhor é dizer “lapeta” ao
invés de “capeta” pois é sempre melhor que o diabo
permaneça LÁ e não CÁ. Brincadeiras à parte, muita
gente não abre mão da companhia da sogra. Em
que pesem os adjetivos, o preconceito idiota e as
inúmeras piadinhas infames que cercam esse tema
tão polêmico, há muitos genros que não dispensam
sua presença e sempre abrem espaço para um
relacionamento mais harmonioso e divertido com
a sogra. São genros e noras inteligentes, pois não
se dispensa a sabedoria delas. O certo é que a
simples menção da data em que se comemora o Dia
da Sogra, em 28 de abril, traz à mente da maioria
das pessoas centenas, senão milhares de piadinhas
ou tiradas sem graça do tipo: “Feliz foi Adão, que
não teve sogra...e nem caminhão”. Adão estava
no paraíso com Deus, onde a felicidade já era
completa.Mito ou, em raríssimas vezes realidade,
essa relação com as mães dos cônjuges é sempre
um tema polêmico. Essa personagem, querendo ou
não, segundo especialistas, é destaque na relação
de um casal. E, apesar dos adjetivos maldosos
que dão a elas, há muitos que não vivem sem
elas e dizem que, em vez de bruxa, encontram
em seus caminhos, na sogra, verdadeiras fadas.
E por falar nisso, como fui casado duas vezes
(fiquei viúvo muito cedo e me casei de novo, com
uma viúva que Deus – bondosamente - colocou
na minha vida) vou falar de “minhas du s sogras”.
A primeira sogra, Dona Nina, tinha 1,50 metros
de altura, tão frágil ela era que dava vontade de
carregá-la no colo, religiosa, amorosa, sincera
e acolhedora. Boas lembranças. Bons papos.
A segunda sogra, Dona Rosa, não a conheci
pessoalmente (ela já havia falecido antes de eu
conhecer a filha dela). Cinco filhos bem criados,
um marido amoroso e exemplar, religiosa, mãe de
primeira linha, muito sincera também, prendada,
foram os filhos e filhas que me contaram um
pouco da convivência feliz com ela e o muito que a
admiravam, estimavam e a falta que ela faz. Ah! Que
pena não conhecê-la mais de perto, nos daríamos
bem e eu poderia agradecer-lhe pessoalmente
pela filha maravilhosa que ela me entregou e lhe
diria, inúmeras vezes: “Dona Rosa, fique tranquila
vou fazer sua filha feliz.”. “AI DE VOCÊ SE NÃO
CUMPRIR A PALAVRA!”, seria a inevitável resposta.
Sim, irmãos e irmãs, nossa esposa, nosso esposo,
tem muito de nossa sogra, “são um pedaço dela”,
como se diz. Por isso sejamos sempre agradecidos
à mãe de nossa companheira ou à mãe de nosso
esposo pelo presente que nos deram.
Todavia, de tanto ser criticada e vista como um
fardo na vida das noras e genros, ou das namoradas
e namorados, a sogra virou objeto de estudo. O meio
acadêmico já busca entender que tipo de relação é
essaquedespertatantaspiadasecontrovérsias.Para
a surpresa daqueles com um repertório de gracinhas
prontas sobre elas, os pesquisadores descobriram
que quem mais tem a reclamar dessa relação são
as noras e namoradas. Ou seja, os homens, que
replicam as frases feitas contra sogra para arrancar
gargalhadas, têm relações melhores do que as
mulherescomasmãesdeseusmaridosenamorados.
Prova disso está pelo mundo. Entre 1985 e
2008, a psicóloga Terri Apter, da Universidade
de Cambridge, no Reino Unido, analisou o
comportamento de 156 pessoas (49 esposas, 40
maridos, 49 sogras, 18 sogros e 10 enteados).
Resultado: elas reclamavam mais das sogras, e
não eles (60% contra 15%, acreditem!). A pesquisa
resultou no livro “O que você quer de mim?”, que
procura esmiuçar tais relacionamentos e propor
sugestões para melhorá-los. No ano passado, cerca
de duas mil mulheres responderam a pesquisa
de um site britânico, e acusaram suas sogras de
sempre criticarem suas habilidades como mães,
inclusive na frente do parceiro e dos filhos. Quase
um terço das pesquisadas disse que as sogras as
faziam se sentir como não merecedoras do marido.
É claro que você deve conhecer alguém com as
mesmas reclamações. Também conheço. Mas,
os novos tempos têm mudado, cada vez mais,
essas relações. Apesar de ainda haver conflitos,
são muitos os genros e noras que encontram
um caminho respeitoso e agradável para esse
relacionamento. Isso é cristão, isso é viver em casa
o que se ouve e está escrito no Evangelho: “Amai-
vos uns aos outros!”. São muitas histórias bonitas
que conheço por esse mundão de Deus, envolvendo
sogra, genro ou nora: por exemplo, o genro se dar
tão bem com a sogra a ponto de ser sócio dela em
um restaurante, já viram isso? Ou, então, uma
sogra com quatro genros que disputam, às vezes
até com ciúmes, a sua atenção. Um deles até mora
com ela e não se importa, pelo contrário, adora a
avó dos filhos dele. E qual o grande segredo da
sogra amada e querida pelo genro ou pela nora? Ela
não interfere em nada, eis o segredo. Pois ela está
consciente de que já fez a sua parte e entregou para
o genro ou para a nora o melhor que pode fazer pela
filha, pelo filho. Hoje, é só curtir os netos! Alguém
se lembra daquela música: “Eu gosto da minha
sogra, deixa falar quem quiser, é minha segunda
mãe, é mãe da minha mulher!”? Procurando viver
em harmonia, a sogra descomplica a relação e vive
feliz. E deixa viver... Feliz do casal que ao formar
uma nova família descobre – e aceita – o pacote
completo: sogro, cunhado, cachorro, papagaio e a
sogra. Quem começa um relacionamento a dois e
pretende levá-lo a sério sabe bem que essa relação
não se restringe a apenas duas pessoas. Vai muito
além disso. “Quando se namora, se namora a família
inteira”, dizem por aí. Não sem razão. Ter um bom
relacionamento com a figura materna é peça-chave.
Sabe-se que, muitas vezes, por ciúmes, ignorância,
apego à cria ou simplesmente por implicância, a
sogra acaba virando uma cobra. Existem sogras e
são muitas que sabem ser amigas e companheiras,
cúmplices da felicidade do novo casal. Deu para
entender? Sogras que sabem ser nossa “segunda
mãe”, sempre solidárias, sábias e solícitas.
Bendigamos a Deus pelas nossas sogras.
Obrigado Dona Nina. Obrigado Dona Rosa. Amo
vocês!
João Cerasoli
Pastoral Familiar.
Não podemos falar dessa doença sem antes fa-
larmos um pouco sobre as doenças cardiovascula-
res (DVC) que afetam anualmente, no Brasil, cer-
ca de 17,1 milhões de vidas. Registramos no país
mais de 300 mil mortes por ano decorrentes dessas
doenças, que podem se manifestar principalmente
como infartos, derrames e mortes súbitas. Existem
diversos fatores de risco modificáveis e não modifi-
cáveis. Dos 11 fatores de risco apenas 3 não podem
ser controlados. Prevenir as doenças cardiovascu-
lares, e dentre elas a hipertensão, é fácil e o foco
é sempre voltado para o controle dos fatores. Os
não modificáveis são: hereditariedade, idade e gê-
nero (masculino ou feminino); e os modificáveis são:
além da hipertensão; o tabagismo; colesterol altera-
do; inatividade física e ou sedentarismo; sobrepeso
ou obesidade; elevada circunferência abdominal;
presença de diabetes e alimentação inadequada.
A pressão alta é o principal fator de risco para as
doenças cardiovasculares e cerca de 80% das pes-
soas que sofrem derrame são hipertensas; e de 40
a 60% dos pacientes com infarto apresentam hiper-
tensão associada.
Portanto, seu controle é fundamental e além des-
sas medidas acima citadas, quando necessário, a
classe médica dispõe de um vasto arsenal terapêu-
tico. Lembrando que sempre deve ser tratada de
forma individualizada e, muitas vezes, por equipe
multiprofissional; e que a aquisição de medicamen-
tos anti-hipertensivos de baixo custo é suficiente
para o tratamento na maioria dos casos; só não tra-
ta quem não quer!!!
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Dar voz a quem
não tem. Essa é
(ou deveria ser) a
essência do jorna-
lismo, uma profis-
são antiga, mas em
constante evolução.
Vivemos uma época
em que as notícias
correm mais rápido
do que nunca – e
muitas vezes são mentirosas -, fazendo com que
as grandes empresas jornalísticas tenham que se
adaptar.
Nós jornalistas temos a responsabilidade de in-
formar as pessoas sobre tudo que está acontecen-
do, seja na política, no estilo de vida, na moda, no
esporte, etc. Por isso, estamos deixando um pouco
de lado a qualidade da informação para priorizar a
famosa audiência.
Isso me leva a parafrasear o saudoso Nelson Ro-
drigues: “só eu sei o trabalho que me dá empobrecer
os meus diálogos...”. O jornalismo de hoje em dia
deixou de lado a principal essência para bombar-
dear o chamado “consumidor” (por que não leitor?)
com fofocas sobre celebridades, sensacionalismo e
coisas do gênero.
Neste dia do jornalista, a pergunta que não quer
calar é: como podemos fazer um jornalismo mais
verdadeiro? A reflexão em torno do questionamento
deveria ser levada em conta por todos, jornalistas ou
não. As redes sociais fazem de cada um de nós um
pouco jornalista, basta observamos a quantidade de
notícias e informações que compartilhamos a todo
instante.
Todos vivem um pouco dessa profissão. Portanto,
podemos sim fazer um jornalismo cristão. Checando
informações, compartilhando verdades e buscando
sempre prestar um serviço quando o assunto é no-
tícia.
Felipe Oliveira é jornalista, apaixonado por
futebol e pela vida – não necessariamente
nessa ordem.
Desde 2011 é repórter do Portal Terra e já
foi a trabalho para países como Argentina,
Uruguai e Coreia do Sul.
7
UMA CAPITAL QUE É UM LUGAR À PARTE
Brasília, a capital do Brasil, inaugurada em 21 de
abril 1960, continua sendo uma das mais belas e a
mais moderna cidade do país. Mas a sua história co-
meça há mais tempo do que a maioria das pessoas
imaginam.
Quando voltamos um pouco a nossa história, lá
no Brasil Colônia, já se pensava em construir uma
nova capital, com uma enorme extensão do nosso
território era alvo de piratas e contrabando princi-
palmente de pau-brasil, desafiando a Coroa Portu-
guesa. Apesar de todos os esforços de D. João III
em criar um sistema de policiamento da costa, os
ataques de estrangeiros eram frequentes e revela-
vam a intenção de algumas nações em ocupar parte
do nosso território. Muitos invasores foram expulsos
como os piratas ingleses e holandeses. Aos pouco
alguns brasileiros começaram a perceber que o Bra-
sil estava de costa para o Brasil, surgiram, então as
primeiras vozes a defender a interiorização do país.
Uma nova capital, no interior, com mais segurança
e longe do litoral. Essa idéia foi defendida pelo Mar-
quês de Pombal, depois pela Inconfidência Mineira,
que já demonstrava a insatisfação dos brasileiros
com a Coroa portuguesa e um anseio latente por um
processo de interiorização do Brasil, como a trans-
ferência da capital do Rio de Janeiro Para São João
Del Rei.
Muitos outros movimentos a partir da Indepen-
dência do Brasil trouxeram mais ânimo para os de-
fensores da interiorização. Em 1823, José Bonifácio
defendeu a construção de uma nova capital, que ele
imaginou no Planalto Central, além de outros. Em
1891, na elaboração da primeira constituição repu-
blicana, a transferência da capital voltou a ser dis-
cutida e também cogitava a construção no Planalto
Central, mas a jornada só estava começando, com
a missão “Cruls “que partiram de trem com o objeti-
vo de demarcar a área da futura capital no Planalto
Central. No arquivo Público do Distrito Federal man-
tém os documentos originais dessa pioneira expedi-
ção. Em 1891 o então presidente Epitácio Pessoa,
amparado pela constituição, lança a pedra funda-
mental da nova capital do Brasil, no Morro do Cente-
nário, em Planaltina, no estado de Goiás. Mas nada
aconteceu durante um longo tempo, até que em 02
de outubro de 1956 pousou no Planalto Central, um
avião da FAB trazendo a bordo o então Presidente
Juscelino Kubitschek.
Olhando as fotografias daquele ensolarado dia,
dá para imaginar o desafio que se apresentava aos
olhos do Presidente: o vasto e imenso horizonte de
um cerrado virgem, longe de tudo e de todos, sem
estradas, sem energia ou sistema de comunicação.
Sonho realizado, a nova capital nascia sob o sig-
no de uma grande aventura e havia expectativa de
se encontrar um projeto que imprimisse a contem-
poraneidade e a ousadia esperada de Brasília, e
em 11 de março de 1957, a comissão julgadora do
concurso tinha recebido 26 projetos, num total de
63 inscritos. O projeto escolhido foi o de Lúcio Cos-
ta, que nasceu do gesto primário de quem assinala
um lugar, promovendo o encontro de dois eixos, Um
conceito simples e universal, com uma concepção
urbanista e pela fantástica descrição de seu estudo.
Lúcio Costa planejou uma Brasília moderna, voltada
para o futuro, mas ao mesmo tempo “bucólica e ur-
bana, lírica e funcional”.
Nascida do meio de uma pastagem em um pla-
nalto de 3.800 pés em 1956 e inaugurada em 1960,
Brasília foi inventada por políticos e burocratas para
políticos e burocratas, esquecendo do principal par-
ticipante dessa história o seu povo. Projetada para
ser uma grande cidade, atualmente é a quarta maior
cidade do Brasil. O conceito iniciado pelo presiden-
te Juscelino Kubitschek era transferir a capital do
Rio para uma cidade que significasse o impulso do
Brasil para a modernidade e incorporasse igualdade
social, tendo todas as classes vivendo lado a lado.
Muitos dos residentes pobres e da classe trabalha-
dora, no entanto, foram relegados para a periferia
da cidade, em cidades-satélites bem menos organi-
zadas. Brasília inventada para ser o marco de uma
nova era de um país.
O plano piloto do centro da cidade em um for-
mato de X iniciado de um centro, estando à cidade
dividida em superquadras e blocos menores, que
contém edifícios residenciais modernistas. Estes
projetados por Neimeyer para proporcionar espaços
abertos, com muito verde e árvores importadas de
outras partes do país. Brasília, uma cidade relativa-
mente jovem, tem em seu coração uma vitrine para
o modernismo brasileiro. Ela também é conhecida
por suas largas avenidas, cujo trânsito flui livremen-
te e pelas chamadas superquadras.
Hoje o Distrito Federal, que gira em torno da ca-
pital do país, é uma síntese nacional, uma região
com muitas riquezas, mas profundamente desigual,
que também é conhecida como a “Ilha da Fantasia”,
assim chamada por não levar em consideração os
desejos e aspirações do país, destacando-se por
uma história de divórcio entre Estado e Sociedade,
gerando uma estrutura feita de clientelismo e cor-
rupção que atravessou e continua atravessando,
quase intocados 500 anos de história dessa nação.
Vivemos uma época em que a corrupção e a bu-
rocracia estão na pauta do dia, principalmente em
virtude dos recentes escândalos como da Petrobras,
desvios de verbas, mensalão da vida e por ai a fora,
e de outros escândalos que invadem os jornais, os
noticiários das TVs. Estes fatos nos leva refletir so-
bre as raízes do problema. Estamos todos na es-
quina entre o ordinário e o extremo. Moramos no
Brasil. Assistimos a decadência ética e moral. E por
quê? Simplesmente o Estado e a Sociedade estão
divorciados. A distância entre Brasília e o Brasil é
tão gigantesca que a capital passou a ser essa “Ilha
da Fantasia”.
A nossa história está assim, repleta de grupos
que se organizam à revelia do Estado e do seu povo,
e cujo objetivo ora foi ocupar o seu lugar, e seus in-
teresses como fizeram os senhores de engenho no
passado, ora apropriar-se de seu espaço, caso dos
economistas hoje.
Alguns dos resultados dessa longa estrutura his-
tórica estão ai, as revelações constantes surgidas
nos alicerces de Brasília, das roubalheiras, no go-
verno e fora dele, a impunidade explícita, a partici-
pação de funcionários públicos e policiais em esque-
mas ilícitos. O mais triste de tudo é que compete a
cada um de nós mostrar e explicar aos nossos filhos
e netos, os cinquenta e quatro anos de uma melan-
cólica história de total desinteresse e abandono a
que somos submetidos pelos nossos representan-
tes, e que talvez nos ajude a mudar os próximos 500
anos.
Fico a imaginar como o idealizador de Brasília,
Juscelino Kubistchek que projetou - ... “Deste Pla-
nalto Central, desta solidão em que breve se trans-
formará em cérebro das mais altas decisões nacio-
nais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã
do meu país e antevejo esta alvorada, com uma fé
inquebrantável e uma confiança sem limites no seu
grande destino”.
Qual seria na visão de Juscelino da Brasília utó-
pica por ele projetada nesses 55 anos, e a Brasília
da Ilha da Fantasia, o seu lado B, nos dias de hoje.
Pense nisso.
Wagner Raposo Pimentel
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21 DE ABRIL - ANIVERSÁRIO DE BRASÍLIA 07 DE ABRIL
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SÃO
CONTABILIDADE
88
No dia 21 de abril o Brasil comemora o Dia Na-
cional da Paz no Trânsito. Para tornar-se um mo-
torista consciente deve-se estar atento às leis e às
medidas de segurança no trânsito. O bom senso e
o respeito também são soluções para muitos proble-
mas e se forem usados com frequencia, com cer-
teza muitos acidentes serão evitados e vidas serão
poupadas!
	 É muito triste observar como as pessoas an-
dam ocupadas, correndo como loucas, deixando de
lado valores tão importantes, desrespeitando pesso-
as e até a própria vida.
	 Se refletissem por um instante e se cons-
cientizassem que um ação irresponsável pode inter-
romper uma vida, deixar uma família desamparada,
causar dor, sofrimentos... acredito que a agiriam
de maneira diferente. Pois a vida vale infinitamente
mais do que qualquer minuto de atraso, pois quem
tem muita pressa, mas é inconseqüente, nem sem-
pre chega onde deseja! Pense nisso, respeite o dom
maior que nos foi dado por Deus, respeite a Vida!
Ricardo C. Bertin
Dízimo é gratuidade, é partilha, é dar sem querer
nada em troca.
Dízimo é compromisso, é fidelidade, é fazer parte
da vida da comunidade.
Dízimo é retribuição, é reconhecimento, é devolver
a Deus em sinal de agradecimento.
Dízimo é envolvimento, é participação, é gesto
concreto do cristão.
Dízimo é fraternidade, é união, é ver o outro como
irmão.
Dízimo é liberdade, é desapego, é superar o
egoísmo, é um exercício de humildade.
Dízimo é consciência, é superação, nunca deve ser
superstição.
Dízimo é resposta, é decisão, é um belo gesto de
amor que brota do coração.
Dízimo é ação de graça, é oração, é um sinal do
cristão.
Dízimo é ato de fé, de confiança, é maturidade
cristã que não depende só de finança.
Dízimo é catequese, é missão, é uma forma
concreta de contribuir com a evangelização.
Dízimo é participação, é envolvimento, é fruto do
engajamento.
Dízimo é testemunho, é exemplo, é a partilha vivida
dentro e fora do templo.
Dízimo é ação, é reação, é um poderoso remédio
contra a ambição.
Dízimo é ser Igreja, é ser Comunidade, é dar ao
mundo um exemplo de verdade.
Dízimo é amor ao próximo, é solidariedade, é
ajudar e acolher os esquecidos da sociedade.
Dízimo é retidão, é honestidade, é um gesto para
ser vivido sem vaidade.
Dízimo é o rumo, é a direção, é mostrar ao mundo
que só a partilha pode mudar a situação.
Arthur J. Missionário.
Todos os anos, os calendários apontam para o
dia 22 de abril como o Dia do Descobrimento do Bra-
sil.
Pensando bem, o que foi esse descobrimento? E
hoje esta data nos questiona?
Comemoramos e fazemos festa porque um povo
do velho mundo chegou ao nosso continente, “nos
descobriu” e fez-se dono do país, por ser o primeiro
que aqui chegou. Certamente o lema que impulsio-
nou esta grande aventura: “Dilatar a fé e o império”
não justifica a forma como foi se concretizando nos-
sa chamada colonização.
Mas, enfim, apesar de sermos o resultado de
anos de dominação, e longo período de espoliação,
onde nossas riquezas naturais foram a fonte que
abasteceu aqueles que por primeiro aqui chegaram,
conseguimos algum grau de amadurecimento e des-
pertamos para a conquista de certa independência.	
Fomos crescendo como um país que busca a
independência, conquistamos a forma de governo
que melhor condiz com a dignidade humana. Atra-
vessamos períodos de turbulência nacional, em que
forças estranhas quase engoliram nossa liberdade a
duras penas conquistada.
E chegaram novos tempos, novas propostas para
alçar nossa pátria ao mais alto pedestal, junto com
as demais nações do nosso mundo. Afinal, devemos
nos orgulhar, pois somos: “gigante pela própria na-
tureza”.
Mas, com o passar dos anos, nós brasileiros sen-
timos que a verdadeira riqueza de nossa pátria está
sendo menosprezada; nosso civismo enfraquecido;
há carência de patrióticas lideranças, deixando-nos
levar por promessas descartáveis. Contudo, o que
mais nos preocupa é que as negras nuvens da des-
confiança, da violência, do descrédito de um Brasil
maior e melhor não vêm de fora. Infelizmente, cons-
tatamos: a situação que ameaça nossa independên-
cia está se construindo a partir de brasileiros, sem
compromisso enquanto cidadãos; da ganância e
interesse individual que vai configurando um Brasil
dependente e atrelado a forças de maus brasileiros
que colocam por terra os ideais de uma nação gran-
de, forte, rica, solidária, independente e feliz.
Portanto, é hora de juntos, redescobrirmos o Bra-
sil que ainda é possível. Pois, se, nas circunstâncias
do passado, quis o destino fôssemos descobertos
há 515 anos, por um povo que, embora nos tenha
dominado, conformou-se com nossa libertação,
cabe hoje, a cada brasileiro, levantar deste “berço
esplêndido” e dar sua contribuição para redescobrir
o Brasil que queremos.
Conrado Vasselai
DIA NACIONAL DE
PAZ NO TRÂNSITO
DÍZIMO, O QUE É...
REDESCOBRINDO O BRASIL
9
Os vicentinos da Paróquia São José,
convidam você para a festa regulamentar que
acontecerá dia 26 de Abril às 08h00 após a
missa. Venha tomar um café conosco, conhecer
o nosso trabalho e quem sabe se tornar um de
nós. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
Geraldo
Vamos tentar fazer você querer participar
conosco dessa pastoral que cuida do bem
maior da nossa sociedade. A FAMÍLIA.
Estudamos a palavra da Igreja sobre as
responsabilidades, direitos e deveres da famí-
lia. Temos reuniões quinzenais às vinte horas
no salão paroquial da matriz as terças feiras.
Não somos só casais ; jovens , viúvas, soltei-
ros podem também participar. Fazemos sem-
pre que possível, atos concretos para ajudar
quem necessita de nós. O nosso lema é: ” O
mundo pode ser melhor, comece em casa” .
Atuamos também com os namorados, atra-
vés dos encontros de namorados tentando fa-
zer os futuros casais conseguirem decidir de
forma correta e consciente a escolha do futuro
esposo ou esposa. Enfim, queremos convidar
você a se juntar a nós nesse trabalho árduo
mas maravilhoso. Estamos a sua espera !!!!!
Informações na secretaria da paróquia.
PARTICIPE DA PASTORAL
DA NOSSA PARÓQUIA
O Santo de cada dia - Mês de Abril.
Dia
> 1. São Hugo de Grénoble, São Valério, B. Ludovico Pavoni.
> 2. São Francisco de Paula, Santa Maria do Egito "A Egípcia", S. Abôndio.
> 3. São Ricardo de Chichester, São Luís Scrosoppi, São Xisto I.
> 4. Santo Isidoro de Sevilha, B. Francisco Marto, São Caetano Catanoso.
> 5. São Vicente Ferrer, Santa Maria Crescencia Hoss, Santa Irene.
> 6. São Marcelino de Cartago, Mártir, Juliana de Liège Bem-aventurada.
> 7. São João Batista de La Salle, São Germano José.
> 8. Santa Júlia Billiart, São Guálter, Confessor.
> 9. Santa Valdetrudes, Viúva - Santa Maria de Cléofas.
> 10. Stos Terêncio .., Sta Madalena de Canossa, S. Macário da Antioquia
> 11. Santa Gema Galgani, Santo Estanislau, B. Helena Guerra.
> 12. São Vítor de Braga, Mártir, São Júlio I Papa, São José Moscati.
> 13. São Hermenegildo, Mártir, Santa Ida, São Martinho I Papa.
> 14. Santa Ardalião, Mártir, Santa Liduína (Lidvina), São Benezet .
> 15. São Crescêncio, Mártir, César de Bus Bem-aventurado.
> 16. São Benedito José Labre, Santa Bernadete Soubirous.
> 17. Santo Aniceto, Papa , São Roberto de Turlande.
> 18. Santo Apolônio, São Galdino, B. Maria da Encarnação.
> 19. São Leão IX Papa, Santo Expedito, Santa Ema da Saxônia
> 20. Santa Inês de Montepulciano, São Teoldoro.
> 21. Santo Anselmo, Santo Apolônio, São Conrado de Parzham.
> 22. São Sotero, Papa e Mártir - São Caio, Papa.
> 23. São Jorge, Mártir e Santo Adalberto.
> 24. São Fidelis de Sigmaringa, São Bento Menni, Sta Maria Eufrásia Pell.,
> 25. São Marcos Evangelista.
> 26. Nossa Senhora do Bom Conselho e Santo Anacleto Papa e Mártir.
> 27. Santa Zita, Virgem.
> 28. São Luís Maria Grignion de Montfort, Santo Agapito I Papa, Santa Joana Baretta Molla,
São Pedro Chanel
> 29. Santa Catarina de Sena, São Pedro de Verona.
> 30. São Pio V, Papa e Confessor, São José Benedito Cotolengo.
Dia 01 – sexta-feira
- 08:00 horas – Missa de São José
Operário e votiva ao Sagrado Coração de
Jesus
Dia 06 – quarta-feira
- 15:00 horas – Missa da saúde
Dia 26 – terça-feira
- 20:00 horas, reza do terço dos homens,
na matriz.
Dia 27– quarta-feira
- 20:00 - Hora Santa na Capela de N.Sra.
do Bom Parto
MATRIZ e CAPELA N. S. DO BOM PARTO
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Anésia Cristina Farhat Marques
Antonia de Lima Oliveira
Aparecida de Fátima Santos Mateus
Avani Franco de Moraes
Canísio Roberto Schuh
Carina M. H. Honnel
Elaine Aparecida de Mattos
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Marialice Vasconcelos Falleiros
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Tainanda Melissa Honnel
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Elisabete e Washington Luis Romagnoli
Marialice e Carlos Eduardo Falleiros
Neide e Pedro Splendore
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Cínthia Helena Pannunzio de Souza
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Marco Maria Cypriano de Souza
Monica Penha Nobre da Luz Brandino
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Jornal abril 2015

  • 1. Queridos irmãos e irmãs em Cristo! Estamos no mês de abril e celebramos a Páscoa do Senhor. Mas o que significa celebrar a Páscoa do Senhor? Jesus ressuscitado é e sempre será o crucificado, pois as marcas em suas mãos, em seus pés e em seu lado, não se apagaram com a sua ressurreição. Assim amados irmãos, nos vemos provocados a dar razões maiores de nossa fé em Jesus Cristo. Viver a Páscoa é perceber que Jesus agora está vivo conosco todos os dias, em todos os momentos. Peçamos que a sua ressurreição reno- ve nossos sonhos, nossa a vida em comunidade e todo seu entusiasmo pastoral. Feliz Páscoa para todos! PASCOM PÁSCOA... JESUS RESSUSCITADO Mas quando Jesus ressuscita? Mas o que é a Páscoa? Páscoa, Santa Páscoa! Quando permito Jesus ressuscitar, quando deixo Jesus tomar forma na minha alma e assim caminhar. Páscoa, Santa Páscoa! É quando coloco a disposição meus ouvidos, para Jesus ouvir o lamento do irmão no leito ou na prisão. Páscoa, Santa Páscoa! O que é mesmo ressurreição? É consagrar a Jesus minha boca e por onde eu passar deixar Jesus falar e assim restaurar o coração do meu desesperado irmão. Páscoa, Santa Páscoa! Que se não cuidar, o dia passa e o vento vai levar, sem sequer deixar Jesus nos tocar. Páscoa, Santa Páscoa! Quando deixo Jesus ressuscitar e assim consagro meus pés, para que por onde eu passar não tenha medo de ladeira descer ou morro subir, pois é lá que meu irmão pobre não tem forças para lutar. Páscoa, Santa Páscoa! Amor de Cristo que não se cansa de velar, fazendo de nós homens novos, para ter coragem de recomeçar. Páscoa, Santa Páscoa! De que valeria se meu coração a ti não se abrir para amar. Páscoa, Santa Páscoa! É nesse dia que meu coração se consagra a ti, então, eu não sei onde começa meu, onde termina o seu, pois juntos estaremos para servir nossos amados irmãos. Páscoa, Santa Páscoa! Jesus ressuscita em nosso coração! Rosemary C. Fukakusa Paróquia São Francisco Blumenau/SC ASemente ParóquiaSãoJosé BragançaPaulista/SP AnoX-Ediçãonº98-Abril/2015 EDITORIAL MENSAGEM DO MÊS NESTA EDIÇÃO Página 2 Página 8 Página 9 Página 10 Página 3 e 4 Página 5, 6 e 7 Cajado do Pastor e Palavra do Papa Coluna Jovem, Dicas de Saúde e Artigos Diversos Santos do Mês e Outros Artigos Convites e Outros Artigos Dizimistas Aniversariantes e Agenda Aconteceu na Matriz e nas Comunidades Pastoral da Comunicacão PASCOM Paróquia São José
  • 2. Pelo 2º ano de Pontificado do Papa Francisco, no site da Santa Sé, encontramos uma montagem contendo uma mensagem que vamos conhecer em duas partes, metade nes- ta edição e a outra parte na próxima edi- ção. 1ª Parte: O amor de Deus vem sempre antes do nosso! Ele toma sempre a iniciativa. Ele espera-nos convida- -nos, a iniciativa é sempre sua. / ... a misericórdia é profecia de um mundo novo, no qual os bens da terra e do trabalho serão distribuídos igualmente e ninguém será privado do necessário, porque a soli- dariedade e a partilha são a consequência concreta da fraternidade. / A mensagem que todos espera- vam, que todos procuravam nas profundezas da própria alma, mais não era que a ternura de Deus: Deus que nos fixa com olhos cheios de afeto, que aceita a nossa miséria, Deus enamorado da nossa pequenez. / Construir a paz é difícil, mas viver sem paz é um tormento. / Deus é amor. Quanto a nós, caminhemos rumo à luz para encontrar o amor de Deus. Mas encontra-se o amor de Deus dentro de nós, inclusive nos momentos obscuros? Está o amor de Deus ali, escondido? Sim, sempre! O amor de Deus nunca nos deixa. Permanece sempre conos- co. Temos confiança neste amor? / Como cristãos e como cidadãos, somos chamados a imaginar, com fantasia e sapiência, os caminhos para enfrentar este desafio. Um povo que não guarda os avós e não os trata bem é um povo que não tem futuro! / A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros / Ten- de confiança na força da cruz de Cristo; acolhei nos vossos corações a sua graça reconciliadora e parti- lhai-a com os outros. / ... temos necessidade de ver cada criança como um dom que deve ser acolhido, amado e protegido. E devemos cuidar dos jovens, não permitindo que lhes seja roubada a esperança e sejam condenados a viver pela estrada. / Em to- dos vós existe um cofre, uma caixa, e dentro dela há um tesouro. A vossa tarefa consiste em abrir o cofre do qual haveis de tirar o tesouro para o fazer crescer, oferecer aos outros e receber também o te- souro dos demais. / […] a vida cristã é caminhar, permanecendo atento, incansável e corajoso. / Os pobres estão no centro do Evangelho, são o coração do Evangelho; se tirarmos os pobres do Evangelho, não podemos compreender plenamente a mensa- gem de Jesus Cristo. / ... esta é a Igreja que eu amo: uma mãe que tem a peito o bem dos seus filhos e é capaz de dar a própria vida por eles. No entanto, não devemos esquecer que a Igreja não é composta só por sacerdotes, nem por nós bispos, não, somos todos nós! A Igreja somos todos! / Quão grande é a necessidade que o mundo tem hoje de ternura! Pa- ciência de Deus, proximidade de Deus, ternura de Deus. / Misericórdia significa, antes de tudo, curar as feridas… A verdadeira misericórdia interessa-se pela pessoa, ouve-a atentamente, aproxima-se com respeito e com verdade da sua situação, acompa- nhando-a no caminho da reconciliação. / O amor de Deus precede tudo. Deus é sempre o primeiro, che- ga antes de nós, precede-nos. / A Igreja é commu- nio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os Santos mas também porque é comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons. / Quando sinto que um jovem ou uma jovem tem inquietação, sinto que é meu dever servir estes jovens, prestar um serviço a tal inquietação, porque esta inquietação é como uma semente, que depois progredirá e dará frutos. / O Evangelho é palavra de vida: não oprime as pes- soas, ao contrário, liberta quantos são escravos de muitos espíritos malignos deste mundo: o espírito da vaidade, o apego ao dinheiro, o orgulho, a sensuali- dade... O Evangelho muda o coração, muda a vida, transforma as inclinações ao mal em propósitos de bem. O Evangelho é capaz de mudar as pessoas! É portanto tarefa dos cristãos difundir em toda a parte a sua força redentora, tornando-se missionários e arautos da Palavra de Deus. / Não é possível uma família sem o sonho. Numa família, quando se per- de a capacidade de sonhar, os filhos não crescem, o amor não cresce; a vida debilita-se e apaga-se. / Ninguém pense em poder tomar a Deus por escu- do, enquanto projecta e comete actos de violência e vexação! Ninguém tome a religião como pretex- to para as suas acções contrárias à dignidade do homem e aos seus direitos humanos fundamentais, principalmente o direito de todos à vida e à liberdade religiosa! / … Esta nossa terra tem necessidade de cuidados e atenções contínuos e é responsabilidade de cada um preservar a criação, dom precioso que Deus colocou nas mãos dos homens. / A caridade de Cristo, acolhida com o coração aberto, muda-nos, transforma-nos, torna-nos capazes de amar não segundo a medida humana, sempre limitada, mas segundo a medida de Deus. E qual é a medida de Deus? Sem medida! A medida de Deus é sem medi- da. Tudo! Tudo! Não se pode medir o amor de Deus: é sem medida! / … como é bonita esta missão de le- var a luz ao mundo! É uma missão nossa. É bela! É também muito bom conservar a luz que recebemos de Jesus, guardá-la e preservá-la. O cristão deveria ser uma pessoa luminosa, que dá luz, que dá sem- pre luz! Uma luz que não é sua, mas é a prenda de Deus, é a prenda de Jesus. / … aqueles poucos pães e peixes, compartilhados e abençoados por Deus, foram suficientes para todos. […] é um «si- nal»: um sinal que nos convida a ter fé em Deus, Pai providente, que não nos faz faltar o «pão nosso de cada dia», se nós soubermos compartilhá-lo como irmãos. / Nós podemos experimentar e saborear a ternura deste amor em cada fase da vida: no tempo da alegria e da tristezas, no tempo da saúde e da enfermidade e da doença. / A alegria do sacerdote é um bem precioso tanto para si mesmo como para todo o povo fiel de Deus. Queridos irmãos e amigos paroquianos de São José, na sagrada liturgia, o homem através da linguagem corporal demonstra seus sentimentos e convicções acerca das ver- dades da fé. Na liturgia, o corpo é nossa linguagem funda- mental, sendo assim, em determinados momentos, com o beijo, durante o rito litúrgico o homem expressa de maneira perceptível, o seu interior. O beijo é um dos gestos universalmente mais usados em nossa vida social. Muitas pessoas se saúdam e se despedem com um beijo. Os vencedores de alguma competição beijam o troféu que conquistaram, bem como os apaixonados ex- primem seus afetos com o beijo. O beijo antropologicamente pode ser um simples cumprimento ou expressão de amor, intimidade, pertença a um determinado grupo, reverência, respeito. Desde os tempos mais remotos que na Liturgia da Igreja o beijo tem sido usado como sinal de respeito e de amor pelas coisas sagradas, e como uma espécie de selo, para cada coisa a que está ligada uma oração própria. Era assim para as vestes sacerdotais da Missa, como para os utensílios que iam ser usados na celebração. Beijavam-se as galhetas, beijavam-se as velas e todos os objetos com significado religioso, cruzes, medalhas, estampas, etc. Na Bíblia encontramos diversas passagens onde o beijo é sinal de veneração, como em 1 Samuel 10,1 quando Sa- muel beija Saul recém eleito rei. No Salmo 2,11-12, beijar os pés significa sujeição incondicional. Saudação de paz como vemos em Romanos 16,16; 1 Coríntios 16,20; 2 Coríntios 13,12; 1 Pedro 5,14. Com um beijo Paulo se despede da comunidade de Éfeso (At 20,37). Na Liturgia da Missa, o Sacerdote, à chegada e à des- pedida, beija sempre o Altar. Para nós, os católicos, o Altar não é apenas uma peça do mobiliário da Igreja. Ele está carregado com uma enorme quantidade de símbolos pre- ciosos de toda a espécie. Juntamente com o púlpito o Altar é o lugar onde se proclama a Palavra de Deus, e o ponto focal do nosso encontro com Deus Pai, através de Seu Filho Jesus Cristo. Se a Liturgia da Eucaristia é o acontecimento central que nos traz o Pai, através de Seu Filho - Por Ele e com Ele - o Altar, à volta do qual tudo isto acontece, é para nós, o lugar de maior honra e dignidade. As Instruções Gerais do Missal Romano, dizem: 255.- O Altar, em que se torna presente o sacrifício da cruz sob os sinais sacramentais, é também a mesa do Se- nhor, na qual o povo de Deus, na Missa, é convidado a participar. É ainda o centro da ação de graças celebrada na Eucaristia. É por esta razão que as Instruções Gerais do Missal Ro- mano nos indicam : 27. Em sinal de veneração, o sacerdote e o diácono bei- jam o Altar... 85. O sacerdote sobe ao Altar e beija-o em sinal de re- verência... Como sinal de respeito e veneração pela Palavra de Deus, antes de ler o Santo Evangelho o celebrante, acom- panhado pelos fiéis, fazem com a sua mão direita, três cru- zes, respectivamente na fronte, nos lábios e no peito. E no fim ao ler o Evangelho, o celebrante beija o Missal. O sig- nificado das três cruzes é o de que Deus, cuja palavra nós vamos ouvir, nos ilumine a mente, nos purifique os lábios e nos santifique o coração. O beijar o Missal, no fim, é um ato público de reverência e respeito pela Palavra de Deus. É assim como uma espécie de juramento sobre a autoridade da Palavra de Deus, a quem nós adoramos através de um gesto que nos sai bem do fundo coração e em quem nós pomos todo o nosso amor. Ainda na liturgia o beijo é dado, mesmo que hoje com pouca frequência, na saudação da paz, costume antigo e que nos primeiros séculos era chamado “ósculo da paz”. É mais que um simples gesto de saudação ou amizade, é um desejo de unidade com Cristo e com os irmãos, que na co- munhão constrói um compromisso de fraternidade. Beija-se na sexta-feira santa a Cruz no rito de adoração lembrando com carinho o instrumento pelo qual fomos salvos. Os mais piedosos costumam beijar as imagens dos santos. Enfim, o beijo na liturgia é sinal da nossa fé, e dado com dignidade e autenticidade tem endereço próprio: Cristo, Sa- cerdote, Altar e Cordeiro de seu sacrifício, Verbo encarnado revelado nas Escrituras e refletido na Igreja, pedras vivas, templos do Espírito Santo. Que Deus vos abençoe e até que nos tornemos a encon- trar de novo que Deus te guarde no calor do teu abraço e no carinho do beijo. Amém. Padre Jeferson F. Mengali Pároco 2 O CAJADO DO PASTOR o beijo na liturgia PALAVRA DO PAPA 2 MADEIREIRA BRAGANTINA Av. José Gomes da Rocha Leal, 134 - Taboão - Bragança Paulista Tel.: (11) 4033-4048 - Fax: (11) 4033-2328
  • 3. NOVENA DE SÃO JOSÉ – 1º DIA - “Não vim para ser servido, mas para servir”. No dia 10 de Março tivemos a Santa Missa, com o 1º dia de Novena de São José onde Pe. Osvaldo da Igreja São Sebas- tião, Atibaia nos convidou a meditar sobre o perdão: “Não devias tu também ter compaixão do teu com- panheiro, como eu tive compaixão de ti?”(Mt 18,33) NOVENA DE SÃO JOSÉ – 4º DIA – No 4º dia de Novena Pe. Natanael (Igreja Nossa Senhora do Re- tiro, São Paulo) nos convidou a refletir sobre o tema: “Rasgai o coração e não as vestes”. Não basta ape- nas rezar se não abrirmos o coração ao irmão. NOVENA DE SÃO JOSÉ – 7º DIA - No 7º dia de novena a São José, Pe. Mário da Diocese de São João da Boa Vista nos deixa como mensagem 3 conselhos: 1º Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem cus- tar a sua vida; 2º Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade para mal pode ser fatal; 3º Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais. “Em ti serão abençoadas todas as famílias da terra.” NOVENA DE SÃO JOSÉ – 8º DIA - Hoje no 8º dia de Novena de São José, Pe. Claudio da Dioce- se de São Miguel Paulista nos mostra os sinais de Jesus Cristo. E um dos sinais mais belos é: “Levan- ta-te”. Essa mensagem que deve ficar gravada no nosso coração. Não podemos ficar prostrados, der- rotados. Levanta-te. A cada desafio que a vida nos coloca: “Levanta-te”. “Não perturbe vosso coração,” Nada deve perturbá-lo. Levanta-te. “Eu, o Senhor, te chamei para o serviço da justiça, tomei-te pela mão e te modelei.” NOVENA DE SÃO JOSÉ – 9º DIA - Chegamos ao último dia de nossa novena em honra ao nosso querido São José. Pe. Licio De Araujo, da Diocese de São Miguel Paulista encerrou nossa novena se apro- fundando na experiência de São José. De como ele foi capaz de carregar sua cruz. Não há amor sem dor, mas existe dor sem amor. Não há ressurreição sem morte, mas existe morte sem ressurreição. São José carregou sua cruz por amor e aceitou tudo em silên- cio. “Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mes- mo, tome a sua cruz e siga-me.” Terminamos a No- vena pela intercessão de São José: 9 dias, 9 padres: Padre Marcos, Padre Mario, Pe. Cláudio Francisco, Pe. Natanael, Pe. Hunaldo, Pe Licio, Pe. Edson, Pe. Oswaldo, Pe. Jeferson. Agora é a hora de testemu- nhar as maravilhas que Deus fez em nossa vida por intermédio de São José. O que nos encanta é que em nenhum destes dias ele nos deixou desamparados, mesmo que tenha ficado em silêncio. Silenciar, ou- vir Deus e agir foi o que fez São José. Foram missas belíssimas com muita espiritualidade, momentos de grande emoção e paz. Que São José interceda por cada pedido e oração. NOVENA DE SÃO JOSÉ – 5º DIA - No 5o dia da novena em Louvor a São José Pe. José Hunaldo da Diocese de São Miguel refletiu sobre fazermos o deserto- silêncio. Momento de deixarmos os exces- sos e encontrarmos um equilíbrio. ‘Convertei-vos e vivereis.’ NOVENA DE SÃO JOSÉ – 6º DIA – No 6º dia da novena a São José, Pe. Jeferson nos convida a vi- ver verdadeiramente o Amor que Jesus nos deixou. Viver a dinâmica do Amor sem preconceitos. “Aju- dai-vos uns aos outros a carregar os vossos fardos.” NOVENA DE SÃO JOSÉ – 2º DIA - No dia 11 de Março as 20h aconteceu a Santa Missa com o 2º dia de Novena em Louvor a São José. Padre Marcos (Igreja Santo Agostinho-São Miguel Paulista/SP) nos convidou a refletir sobre o gesto da maior prova de amor: “Laveis os pés uns dos outros”. (Jo 13,14) NOVENA DE SÃO JOSÉ – 3º DIA - No 3º dia de Novena São José (12/03) Pe. Edson (Igreja São João Batista-Joanópolis) nos faz um convite - estar- mos juntos de Deus : “Ficai aqui e vigiai!” . Vigiar e estar atento aquilo que nos tira da graça de Deus. Ao final da missa agradecemos a Maria com o canto Regina Coeli (Rainha do Céu em latim) 3 Legenda:RitadeCássiaAlmeida–PASCOM ACONTECEU NA PARÓQUIA - NOVENA DE SÃO JOSÉ
  • 4. 44 MISSA EM LOUVOR A SÃO JOSÉ FESTA DE SÃO JOSÉ PADRE JEFERSON NO CORINTHIANS BOLO DE SÃO JOSÉ MOTO CARREATA Legenda:RitadeCássiaAlmeida–PASCOM Legenda:RitadeCássiaAlmeida–PASCOM Dom Sérgio, Bispo da Diocese de Bragança celebrou a missa em louvor a São José, no dia 19 de março as 8h e concelebrada pelo pároco Pe. Jeferson onde se exaltou a vida de São José. Contemplamos São José um homem justo e fiel. E entender esse homem justo é compreender o projeto de Deus. — Monsenhor Eugenio, Vigário Geral da Diocese de Bragança celebrou a missa das 12h em louvor a São José, e Pe. Jeferson Mengali, pároco da Igreja Matriz de São José celebrou a missa das 19h. Pe. Jeferson Mengali nos convidou a colocar aos pés de São José nossas famílias. José abriu mão de todos seus projetos para fazer a vontade de Deus, que nós tenhamos essa coragem. Que a festa ia ser maravilhosa, nós não tínhamos dúvidas, mas mesmo assim superou nossas expecta- tivas. Foram 04 dias de festas com muita tranquilidade e em um ambiente familiar. A alegria estava estam- pada em cada detalhe tanto da equipe de festa quanto dos participantes. Tivemos os shows dos Violeiros do Rio Jaguari no dia 19 de março, do Du e Michel no dia 20, de Zé Rubens e Guilherme no dia 21 e no último dia, 22 de março Banda Jack Steel veio abrilhantar nossa festa. Queremos agradecer o empenho de todos que se envolveram na liturgia, na acolhida, na divulgação, nas barracas, no preparo da festa…. Enfim, todos que doaram seu tempo e alegria para nossa grandiosa festa. Não podemos esquecer nossos patrocinadores, benfeitores que contribuíram com doações que nos proporcionaram várias realizações, Muito obrigado a cada um de vocês. Que Deus os abençoe. Na véspera da partida contra o Bragantino, pelo Paulistão, sábado, dia 28 de março, os jo- gadores e funcionários do Centro de Treinamento do Corinthians receberam uma benção concedi- da pelo Padre Jeferson Mengali, da paróquia São José. A visita do Pe. Jeferson, amigo do treinador, à capela ecumênica do CT Joaquim Grava foi uma ideia do técnico Tite , que nunca escondeu sua forte ligação com o catolicismo. Segundo Tite, Pe. Jeferson Mengali conversou com os jogadores “a pedido da direção”. “Eles (padres) fazem uma benção para a saúde”, disse Tite em uma entrevista coletiva. “Padre e Deus não jogam, para deixar bem claro. Eles não fazem gol. Eles dão um dom a cada um”, acrescentou. Essa não foi a primeira vez que padre Jefer- son foi ao local de treinos do Timão. Após o título paulista, conquistado em meio de 2013, o treinador levou o sacerdote que celebrou uma missa para agradecer o título. Terminada as missas do dia 19 de Março, todos se encaminharam para o pátio da Igreja , onde o Bolo de São José foi bento e vendido aos pedaços aos fiéis presentes. Na tarde de domingo 22 de março tivemos nossa tão es- perada Moto Carreata pelas ruas de Bragança Paulista. O evento religioso organizado pelo nosso pároco Pe. Jeferson foi uma homenagem ao dia de São José, celebrado no último dia 19 de Março. A moto carreata teve início às 15h30 com concentração no novo Espaço de Eventos da paróquia e per- correu diversas ruas da cidade. Carros e motos participaram da carreata numa verdadeira demonstração de fé e devoção a São José, modelo de pai, esposo e protetor da Sagrada Famí- lia. Padre Jeferson que também percorreu todo percurso em sua moto afirmou: “Escolhemos a moto carreata para chamar atenção dos bragantinos e divulgar o amor que nós temos pelo nosso padroeiro e protetor São José.” “Então, por essa fé, vo- cês receberão louvor, glória e honra.” (I Pedro 1, 7).
  • 5. 5 Carta de São Paulo ao Timóteo 4,12-16. ‘Nin- guém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade. Enquanto eu não chegar, aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino. Não negligencies o carisma que está em ti e que te foi dado por profecia, quando a assembleia dos anciãos te impôs as mãos. Põe nisto toda a dili- gência e empenho, de tal modo que se torne mani- festo a todos o teu aproveitamento. Olha por ti e pela instrução dos outros. E persevera nestas coisas. Se isto fizeres, salvar-te-ás a ti mesmo e aos que te ou- virem’. Quero meditar com vocês a ação do Espírito San- to em nós, que nos convida a ser santo. Santidade geralmente é compreendida como algo longe, às vezes, pensamos que nosso jeito de viver não nos levará à santidade, porque estamos ancorados nos santos antigos. Muitas vezes, ligamos a santidade ao sofrimento. A santidade é fei- ta de momentos, eu escolho como vou viver o dia de hoje e a partir de minha escolha a santida- de pode acontecer ou não.Devemos pensar a santidade dessa forma em qualquer situação de nossa vida: trabalho, faculdade, namoro e lazer. É a forma como escolho viver meus momentos que me faz mais san- to ou não. São Paulo também diz que posso estar no mundo sem pertencer ao mundo. Ele se referia a isto, as minhas escolhas. Uma reunião saudável entre ami- gos já é uma espécie de oração, porque a saudável convivência regida por boas conversas, harmonia e fraternidade nos leva a presença de Deus. Os mo- mentos de forte conversão em que Jesus levou seus discípulos não foram nos momentos de oração, onde realizou curas e milagres e sim nos momentos de entretenimento e diálogo com eles. O quero dizer com isso, jovem, é que buscar momentos de oração, grupos de intercessão, retiros… é muito importante, pois, nos levam ao encontro com Deus, a reconciliação,a uma nova aproximação com minha verdadeira essência a de “Filho Amado de Deus”, porém, nada disso terá algum efeito sobre mim se eu não escolher viver como Jesus viveu. Ele não vivia de orações apenas, viveu grande parte de sua vida praticando a santidade, a caridade e a verdade no dia-a-dia da humanidade. Quero encerrar este texto com a síntese de uma pregação do Padre Fábio que fala justamente disso: “Santidade é feita de instantes, é feita do agora. Mas você precisa estar atento ao seu coração, vigiar so- bre si mesmo para não sair da graça. Não negligen- cie a felicidade que Deus lhe concede, e felicidade é santidade; não estou falando desta felicidade pas- sageira. Cada vez eu me convenço mais de que o ateísmo no mundo é pelo cristianismo mal vivido por nós. Nada pode nos garantir a santidade se o nosso coração não estiver disposto a vivê-la. Fique atento como você está passando os seus dias, tire a raiva, o rancor da sua vida! Magoe-se menos, seja mais leve. Dê uma chance a Deus, pois Ele lhe oferece o altar; suba ao altar, não para aparecer, mas é para ser feliz. E ser feliz não é fazer barulho, mas é ser santo”. Ligia Spina Ignis – Grupo de Jovens No dia 13 de abril comemora- -se o dia da cria- ção do Hino Na- cional Brasileiro. Sua música foi criada em 1822, por Francisco Manuel da Silva (1795-1865), re- cebendo inicial- mente o nome de “Marcha Triunfa”. Nessa época, o Brasil passava por uma crise contra o governo de Portugal, buscando sua independência diante desse país. Dom Pedro I apresentava dúvi- das em suas decisões, a fim de dar a liberdade ao Brasil, deparava-se autoritário e temeroso às pres- sões da corte portuguesa. Em meio a esses proble- mas, as tentativas de compor uma letra para o hino não caiam bem, pois vinham cheias de insultos e ressentimentos aos portugueses ou com excesso de lisonjeio ao soberano rei de Portugal. A escolha da data foi em razão de uma manifestação em desa- cato ao ex-imperador, quando o mesmo embarcava para Portugal, no dia 13 de abril de 1831, data na qual aconteceu a primeira execução do hino. Den- tre tantas tentativas, somente em 1909 que a linda composição ganhou uma letra poética, elaborada pelo então poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927), sendo muito elogiada pelas referências que fazia às belezas de nosso país. Em 1922 a oficialização do hino, por Deodoro da Fon- seca, foi para a letra de Francisco Manoel da Silva, oficializada pela lei nº 5.700, de 1 de setembro de 1971 e publicada no Diário Oficial de 2 de setembro do mesmo ano. O hino nacional é um instrumento de homenagem à nação, deve ser executado nas aber- turas das festividades cívicas, patrióticas, escolares, esportivas internacionais, onde a população deve contemplá-lo cantando em uma só voz. Texto adaptado de Jussara de Barros. Fonte: http://www.brasilescola.com/datas-come- morativas/dia-do-hino-nacional-brasileiro.htm Amanda Siqueira Pastoral Familiar COLUNA JOVEM DIA DO HINO NACIONAL Paul Wax LimpPaul Wax Limp AGORA MERCADÃO DA LIMPEZA SUPER ECONOMIA, E NO SEU CARRINHO VÃO PRODUTOS DE LIMPEZA A PREÇOS BARATOS PORQUE SOMOS DIFERENCIADOS Amplo Estacionamento Entrega em Domicílio Rua Alfredo Ortenzi, 133 - Jardim São José (Próximo cabeceira da pista do aeroclube) 4032-3815 / 4033-2638 / 9916-5020 EM NOVO ENDEREÇO COMPRA - VENDA - INCORPORAÇÃO DE IMÓVEIS ALAMEDA POLÔNIA, 34 BRAGANÇA PAULISTA - SP CEP 12916-160 TEL.: (11) 4034-0543 FAX: (11) 4032-0044 CEL.: (11) 9989-1887 CACOCI CONSULTORIA E EMPREENDIMENTOS DE IMÓVEIS LTDA. 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  • 6. 56 AS SOGRAS TAMBÉM SÃO GENTE DIA 26 DE ABRIL - DIA NACIONAL DE COMBATE E PREVENÇÃO À HIPERTENSÃODiz a lenda que PEDRO negou CRISTO três vezes porque o Mestre havia curado a sogra dele. Seria uma “vingança”! É ridícula essa invencionice popular. Evidente, não é lenda e muito menos verdade, é crendice besta, desprovida de qualquer fundamento em virtude da seriedade dos personagens envolvidos e das mensagens de Amor e Tolerância que eles nos transmitiram no Livro Sagrado: o Filho de Deus e o primeiro Papa da Igreja. Dizem as más línguas que as melhores sogras “estão debaixo da terra.” Sim, um dia, elas morrem – e deixam saudades. São gente! Afirmam outros que é melhor morar longe delas, até aconselham mesmo que façamos isso para que elas não arrumem as malas e “venham passar uns dias (meses) conosco.” Também alegam que sogra nunca deve morar tão perto da gente, pois corre o risco dela nos visitar “de chinelinhos”, de repente, com a desculpa de querer ver os netos. Para alguns a sogra é “um anjo”, para outros, “o próprio capeta vestido de mulher.” E como diz um pastor evangélico, o melhor é dizer “lapeta” ao invés de “capeta” pois é sempre melhor que o diabo permaneça LÁ e não CÁ. Brincadeiras à parte, muita gente não abre mão da companhia da sogra. Em que pesem os adjetivos, o preconceito idiota e as inúmeras piadinhas infames que cercam esse tema tão polêmico, há muitos genros que não dispensam sua presença e sempre abrem espaço para um relacionamento mais harmonioso e divertido com a sogra. São genros e noras inteligentes, pois não se dispensa a sabedoria delas. O certo é que a simples menção da data em que se comemora o Dia da Sogra, em 28 de abril, traz à mente da maioria das pessoas centenas, senão milhares de piadinhas ou tiradas sem graça do tipo: “Feliz foi Adão, que não teve sogra...e nem caminhão”. Adão estava no paraíso com Deus, onde a felicidade já era completa.Mito ou, em raríssimas vezes realidade, essa relação com as mães dos cônjuges é sempre um tema polêmico. Essa personagem, querendo ou não, segundo especialistas, é destaque na relação de um casal. E, apesar dos adjetivos maldosos que dão a elas, há muitos que não vivem sem elas e dizem que, em vez de bruxa, encontram em seus caminhos, na sogra, verdadeiras fadas. E por falar nisso, como fui casado duas vezes (fiquei viúvo muito cedo e me casei de novo, com uma viúva que Deus – bondosamente - colocou na minha vida) vou falar de “minhas du s sogras”. A primeira sogra, Dona Nina, tinha 1,50 metros de altura, tão frágil ela era que dava vontade de carregá-la no colo, religiosa, amorosa, sincera e acolhedora. Boas lembranças. Bons papos. A segunda sogra, Dona Rosa, não a conheci pessoalmente (ela já havia falecido antes de eu conhecer a filha dela). Cinco filhos bem criados, um marido amoroso e exemplar, religiosa, mãe de primeira linha, muito sincera também, prendada, foram os filhos e filhas que me contaram um pouco da convivência feliz com ela e o muito que a admiravam, estimavam e a falta que ela faz. Ah! Que pena não conhecê-la mais de perto, nos daríamos bem e eu poderia agradecer-lhe pessoalmente pela filha maravilhosa que ela me entregou e lhe diria, inúmeras vezes: “Dona Rosa, fique tranquila vou fazer sua filha feliz.”. “AI DE VOCÊ SE NÃO CUMPRIR A PALAVRA!”, seria a inevitável resposta. Sim, irmãos e irmãs, nossa esposa, nosso esposo, tem muito de nossa sogra, “são um pedaço dela”, como se diz. Por isso sejamos sempre agradecidos à mãe de nossa companheira ou à mãe de nosso esposo pelo presente que nos deram. Todavia, de tanto ser criticada e vista como um fardo na vida das noras e genros, ou das namoradas e namorados, a sogra virou objeto de estudo. O meio acadêmico já busca entender que tipo de relação é essaquedespertatantaspiadasecontrovérsias.Para a surpresa daqueles com um repertório de gracinhas prontas sobre elas, os pesquisadores descobriram que quem mais tem a reclamar dessa relação são as noras e namoradas. Ou seja, os homens, que replicam as frases feitas contra sogra para arrancar gargalhadas, têm relações melhores do que as mulherescomasmãesdeseusmaridosenamorados. Prova disso está pelo mundo. Entre 1985 e 2008, a psicóloga Terri Apter, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, analisou o comportamento de 156 pessoas (49 esposas, 40 maridos, 49 sogras, 18 sogros e 10 enteados). Resultado: elas reclamavam mais das sogras, e não eles (60% contra 15%, acreditem!). A pesquisa resultou no livro “O que você quer de mim?”, que procura esmiuçar tais relacionamentos e propor sugestões para melhorá-los. No ano passado, cerca de duas mil mulheres responderam a pesquisa de um site britânico, e acusaram suas sogras de sempre criticarem suas habilidades como mães, inclusive na frente do parceiro e dos filhos. Quase um terço das pesquisadas disse que as sogras as faziam se sentir como não merecedoras do marido. É claro que você deve conhecer alguém com as mesmas reclamações. Também conheço. Mas, os novos tempos têm mudado, cada vez mais, essas relações. Apesar de ainda haver conflitos, são muitos os genros e noras que encontram um caminho respeitoso e agradável para esse relacionamento. Isso é cristão, isso é viver em casa o que se ouve e está escrito no Evangelho: “Amai- vos uns aos outros!”. São muitas histórias bonitas que conheço por esse mundão de Deus, envolvendo sogra, genro ou nora: por exemplo, o genro se dar tão bem com a sogra a ponto de ser sócio dela em um restaurante, já viram isso? Ou, então, uma sogra com quatro genros que disputam, às vezes até com ciúmes, a sua atenção. Um deles até mora com ela e não se importa, pelo contrário, adora a avó dos filhos dele. E qual o grande segredo da sogra amada e querida pelo genro ou pela nora? Ela não interfere em nada, eis o segredo. Pois ela está consciente de que já fez a sua parte e entregou para o genro ou para a nora o melhor que pode fazer pela filha, pelo filho. Hoje, é só curtir os netos! Alguém se lembra daquela música: “Eu gosto da minha sogra, deixa falar quem quiser, é minha segunda mãe, é mãe da minha mulher!”? Procurando viver em harmonia, a sogra descomplica a relação e vive feliz. E deixa viver... Feliz do casal que ao formar uma nova família descobre – e aceita – o pacote completo: sogro, cunhado, cachorro, papagaio e a sogra. Quem começa um relacionamento a dois e pretende levá-lo a sério sabe bem que essa relação não se restringe a apenas duas pessoas. Vai muito além disso. “Quando se namora, se namora a família inteira”, dizem por aí. Não sem razão. Ter um bom relacionamento com a figura materna é peça-chave. Sabe-se que, muitas vezes, por ciúmes, ignorância, apego à cria ou simplesmente por implicância, a sogra acaba virando uma cobra. Existem sogras e são muitas que sabem ser amigas e companheiras, cúmplices da felicidade do novo casal. Deu para entender? Sogras que sabem ser nossa “segunda mãe”, sempre solidárias, sábias e solícitas. Bendigamos a Deus pelas nossas sogras. Obrigado Dona Nina. Obrigado Dona Rosa. Amo vocês! João Cerasoli Pastoral Familiar. Não podemos falar dessa doença sem antes fa- larmos um pouco sobre as doenças cardiovascula- res (DVC) que afetam anualmente, no Brasil, cer- ca de 17,1 milhões de vidas. Registramos no país mais de 300 mil mortes por ano decorrentes dessas doenças, que podem se manifestar principalmente como infartos, derrames e mortes súbitas. Existem diversos fatores de risco modificáveis e não modifi- cáveis. Dos 11 fatores de risco apenas 3 não podem ser controlados. Prevenir as doenças cardiovascu- lares, e dentre elas a hipertensão, é fácil e o foco é sempre voltado para o controle dos fatores. Os não modificáveis são: hereditariedade, idade e gê- nero (masculino ou feminino); e os modificáveis são: além da hipertensão; o tabagismo; colesterol altera- do; inatividade física e ou sedentarismo; sobrepeso ou obesidade; elevada circunferência abdominal; presença de diabetes e alimentação inadequada. A pressão alta é o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares e cerca de 80% das pes- soas que sofrem derrame são hipertensas; e de 40 a 60% dos pacientes com infarto apresentam hiper- tensão associada. Portanto, seu controle é fundamental e além des- sas medidas acima citadas, quando necessário, a classe médica dispõe de um vasto arsenal terapêu- tico. Lembrando que sempre deve ser tratada de forma individualizada e, muitas vezes, por equipe multiprofissional; e que a aquisição de medicamen- tos anti-hipertensivos de baixo custo é suficiente para o tratamento na maioria dos casos; só não tra- ta quem não quer!!! Roberto Bauab Isolato Médico Cardiologista Rua Cel Assis Gonçalves, 323 Bragança Paulista - SP Tel/Fax: 2473-2555 - 2473-8030 Produtos para sua Saúde! Loja Ampla e Moderna Estacionamento próprio UNIMAGEM Unidade de Diagnóstico por Imagem Rua Bahia, 342 • Recreio Estoril Atibaia • SP • CEP 12944-060 Ressonância Magnética • Tomografia Computadorizada Mamografia • Densitometria Óssea • Radiologia Ultrassonografia • Angiografia Digital Fones (11) 4414-5029/5030 Fax (11) 4412-3267
  • 7. Dar voz a quem não tem. Essa é (ou deveria ser) a essência do jorna- lismo, uma profis- são antiga, mas em constante evolução. Vivemos uma época em que as notícias correm mais rápido do que nunca – e muitas vezes são mentirosas -, fazendo com que as grandes empresas jornalísticas tenham que se adaptar. Nós jornalistas temos a responsabilidade de in- formar as pessoas sobre tudo que está acontecen- do, seja na política, no estilo de vida, na moda, no esporte, etc. Por isso, estamos deixando um pouco de lado a qualidade da informação para priorizar a famosa audiência. Isso me leva a parafrasear o saudoso Nelson Ro- drigues: “só eu sei o trabalho que me dá empobrecer os meus diálogos...”. O jornalismo de hoje em dia deixou de lado a principal essência para bombar- dear o chamado “consumidor” (por que não leitor?) com fofocas sobre celebridades, sensacionalismo e coisas do gênero. Neste dia do jornalista, a pergunta que não quer calar é: como podemos fazer um jornalismo mais verdadeiro? A reflexão em torno do questionamento deveria ser levada em conta por todos, jornalistas ou não. As redes sociais fazem de cada um de nós um pouco jornalista, basta observamos a quantidade de notícias e informações que compartilhamos a todo instante. Todos vivem um pouco dessa profissão. Portanto, podemos sim fazer um jornalismo cristão. Checando informações, compartilhando verdades e buscando sempre prestar um serviço quando o assunto é no- tícia. Felipe Oliveira é jornalista, apaixonado por futebol e pela vida – não necessariamente nessa ordem. Desde 2011 é repórter do Portal Terra e já foi a trabalho para países como Argentina, Uruguai e Coreia do Sul. 7 UMA CAPITAL QUE É UM LUGAR À PARTE Brasília, a capital do Brasil, inaugurada em 21 de abril 1960, continua sendo uma das mais belas e a mais moderna cidade do país. Mas a sua história co- meça há mais tempo do que a maioria das pessoas imaginam. Quando voltamos um pouco a nossa história, lá no Brasil Colônia, já se pensava em construir uma nova capital, com uma enorme extensão do nosso território era alvo de piratas e contrabando princi- palmente de pau-brasil, desafiando a Coroa Portu- guesa. Apesar de todos os esforços de D. João III em criar um sistema de policiamento da costa, os ataques de estrangeiros eram frequentes e revela- vam a intenção de algumas nações em ocupar parte do nosso território. Muitos invasores foram expulsos como os piratas ingleses e holandeses. Aos pouco alguns brasileiros começaram a perceber que o Bra- sil estava de costa para o Brasil, surgiram, então as primeiras vozes a defender a interiorização do país. Uma nova capital, no interior, com mais segurança e longe do litoral. Essa idéia foi defendida pelo Mar- quês de Pombal, depois pela Inconfidência Mineira, que já demonstrava a insatisfação dos brasileiros com a Coroa portuguesa e um anseio latente por um processo de interiorização do Brasil, como a trans- ferência da capital do Rio de Janeiro Para São João Del Rei. Muitos outros movimentos a partir da Indepen- dência do Brasil trouxeram mais ânimo para os de- fensores da interiorização. Em 1823, José Bonifácio defendeu a construção de uma nova capital, que ele imaginou no Planalto Central, além de outros. Em 1891, na elaboração da primeira constituição repu- blicana, a transferência da capital voltou a ser dis- cutida e também cogitava a construção no Planalto Central, mas a jornada só estava começando, com a missão “Cruls “que partiram de trem com o objeti- vo de demarcar a área da futura capital no Planalto Central. No arquivo Público do Distrito Federal man- tém os documentos originais dessa pioneira expedi- ção. Em 1891 o então presidente Epitácio Pessoa, amparado pela constituição, lança a pedra funda- mental da nova capital do Brasil, no Morro do Cente- nário, em Planaltina, no estado de Goiás. Mas nada aconteceu durante um longo tempo, até que em 02 de outubro de 1956 pousou no Planalto Central, um avião da FAB trazendo a bordo o então Presidente Juscelino Kubitschek. Olhando as fotografias daquele ensolarado dia, dá para imaginar o desafio que se apresentava aos olhos do Presidente: o vasto e imenso horizonte de um cerrado virgem, longe de tudo e de todos, sem estradas, sem energia ou sistema de comunicação. Sonho realizado, a nova capital nascia sob o sig- no de uma grande aventura e havia expectativa de se encontrar um projeto que imprimisse a contem- poraneidade e a ousadia esperada de Brasília, e em 11 de março de 1957, a comissão julgadora do concurso tinha recebido 26 projetos, num total de 63 inscritos. O projeto escolhido foi o de Lúcio Cos- ta, que nasceu do gesto primário de quem assinala um lugar, promovendo o encontro de dois eixos, Um conceito simples e universal, com uma concepção urbanista e pela fantástica descrição de seu estudo. Lúcio Costa planejou uma Brasília moderna, voltada para o futuro, mas ao mesmo tempo “bucólica e ur- bana, lírica e funcional”. Nascida do meio de uma pastagem em um pla- nalto de 3.800 pés em 1956 e inaugurada em 1960, Brasília foi inventada por políticos e burocratas para políticos e burocratas, esquecendo do principal par- ticipante dessa história o seu povo. Projetada para ser uma grande cidade, atualmente é a quarta maior cidade do Brasil. O conceito iniciado pelo presiden- te Juscelino Kubitschek era transferir a capital do Rio para uma cidade que significasse o impulso do Brasil para a modernidade e incorporasse igualdade social, tendo todas as classes vivendo lado a lado. Muitos dos residentes pobres e da classe trabalha- dora, no entanto, foram relegados para a periferia da cidade, em cidades-satélites bem menos organi- zadas. Brasília inventada para ser o marco de uma nova era de um país. O plano piloto do centro da cidade em um for- mato de X iniciado de um centro, estando à cidade dividida em superquadras e blocos menores, que contém edifícios residenciais modernistas. Estes projetados por Neimeyer para proporcionar espaços abertos, com muito verde e árvores importadas de outras partes do país. Brasília, uma cidade relativa- mente jovem, tem em seu coração uma vitrine para o modernismo brasileiro. Ela também é conhecida por suas largas avenidas, cujo trânsito flui livremen- te e pelas chamadas superquadras. Hoje o Distrito Federal, que gira em torno da ca- pital do país, é uma síntese nacional, uma região com muitas riquezas, mas profundamente desigual, que também é conhecida como a “Ilha da Fantasia”, assim chamada por não levar em consideração os desejos e aspirações do país, destacando-se por uma história de divórcio entre Estado e Sociedade, gerando uma estrutura feita de clientelismo e cor- rupção que atravessou e continua atravessando, quase intocados 500 anos de história dessa nação. Vivemos uma época em que a corrupção e a bu- rocracia estão na pauta do dia, principalmente em virtude dos recentes escândalos como da Petrobras, desvios de verbas, mensalão da vida e por ai a fora, e de outros escândalos que invadem os jornais, os noticiários das TVs. Estes fatos nos leva refletir so- bre as raízes do problema. Estamos todos na es- quina entre o ordinário e o extremo. Moramos no Brasil. Assistimos a decadência ética e moral. E por quê? Simplesmente o Estado e a Sociedade estão divorciados. A distância entre Brasília e o Brasil é tão gigantesca que a capital passou a ser essa “Ilha da Fantasia”. A nossa história está assim, repleta de grupos que se organizam à revelia do Estado e do seu povo, e cujo objetivo ora foi ocupar o seu lugar, e seus in- teresses como fizeram os senhores de engenho no passado, ora apropriar-se de seu espaço, caso dos economistas hoje. Alguns dos resultados dessa longa estrutura his- tórica estão ai, as revelações constantes surgidas nos alicerces de Brasília, das roubalheiras, no go- verno e fora dele, a impunidade explícita, a partici- pação de funcionários públicos e policiais em esque- mas ilícitos. O mais triste de tudo é que compete a cada um de nós mostrar e explicar aos nossos filhos e netos, os cinquenta e quatro anos de uma melan- cólica história de total desinteresse e abandono a que somos submetidos pelos nossos representan- tes, e que talvez nos ajude a mudar os próximos 500 anos. Fico a imaginar como o idealizador de Brasília, Juscelino Kubistchek que projetou - ... “Deste Pla- nalto Central, desta solidão em que breve se trans- formará em cérebro das mais altas decisões nacio- nais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada, com uma fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino”. Qual seria na visão de Juscelino da Brasília utó- pica por ele projetada nesses 55 anos, e a Brasília da Ilha da Fantasia, o seu lado B, nos dias de hoje. Pense nisso. Wagner Raposo Pimentel AUGUSTO ALBERTO ROSSI R. Santa Clara, 1017 - Centro PABX: 4033-2021 Estacionamento Privativo para clientes Desde 1972 OAB/SP 27.126 ROSSANO ROSSI OAB/SP 93.560 ADVOGADOS Souza Silva CORRETORA DE SEGUROS Souza Silva Adm. Corr. Seguros Ltda. Rua Tupi, 153 - Sala 04 - Taboão - Brag Pta - SP - CEP 12.900-290 Fone/Fax: (11) 4032-0450 / 4033-7586 e-mail: sscorr@terra.com.br 21 DE ABRIL - ANIVERSÁRIO DE BRASÍLIA 07 DE ABRIL DIA DO JORNALISTA Av. Antonio Pires Pimentel, 907 - Bragança Paulista sdomincontabil@uol.com.br Fone / Fax: (11) 4034-3049 SÃO CONTABILIDADE
  • 8. 88 No dia 21 de abril o Brasil comemora o Dia Na- cional da Paz no Trânsito. Para tornar-se um mo- torista consciente deve-se estar atento às leis e às medidas de segurança no trânsito. O bom senso e o respeito também são soluções para muitos proble- mas e se forem usados com frequencia, com cer- teza muitos acidentes serão evitados e vidas serão poupadas! É muito triste observar como as pessoas an- dam ocupadas, correndo como loucas, deixando de lado valores tão importantes, desrespeitando pesso- as e até a própria vida. Se refletissem por um instante e se cons- cientizassem que um ação irresponsável pode inter- romper uma vida, deixar uma família desamparada, causar dor, sofrimentos... acredito que a agiriam de maneira diferente. Pois a vida vale infinitamente mais do que qualquer minuto de atraso, pois quem tem muita pressa, mas é inconseqüente, nem sem- pre chega onde deseja! Pense nisso, respeite o dom maior que nos foi dado por Deus, respeite a Vida! Ricardo C. Bertin Dízimo é gratuidade, é partilha, é dar sem querer nada em troca. Dízimo é compromisso, é fidelidade, é fazer parte da vida da comunidade. Dízimo é retribuição, é reconhecimento, é devolver a Deus em sinal de agradecimento. Dízimo é envolvimento, é participação, é gesto concreto do cristão. Dízimo é fraternidade, é união, é ver o outro como irmão. Dízimo é liberdade, é desapego, é superar o egoísmo, é um exercício de humildade. Dízimo é consciência, é superação, nunca deve ser superstição. Dízimo é resposta, é decisão, é um belo gesto de amor que brota do coração. Dízimo é ação de graça, é oração, é um sinal do cristão. Dízimo é ato de fé, de confiança, é maturidade cristã que não depende só de finança. Dízimo é catequese, é missão, é uma forma concreta de contribuir com a evangelização. Dízimo é participação, é envolvimento, é fruto do engajamento. Dízimo é testemunho, é exemplo, é a partilha vivida dentro e fora do templo. Dízimo é ação, é reação, é um poderoso remédio contra a ambição. Dízimo é ser Igreja, é ser Comunidade, é dar ao mundo um exemplo de verdade. Dízimo é amor ao próximo, é solidariedade, é ajudar e acolher os esquecidos da sociedade. Dízimo é retidão, é honestidade, é um gesto para ser vivido sem vaidade. Dízimo é o rumo, é a direção, é mostrar ao mundo que só a partilha pode mudar a situação. Arthur J. Missionário. Todos os anos, os calendários apontam para o dia 22 de abril como o Dia do Descobrimento do Bra- sil. Pensando bem, o que foi esse descobrimento? E hoje esta data nos questiona? Comemoramos e fazemos festa porque um povo do velho mundo chegou ao nosso continente, “nos descobriu” e fez-se dono do país, por ser o primeiro que aqui chegou. Certamente o lema que impulsio- nou esta grande aventura: “Dilatar a fé e o império” não justifica a forma como foi se concretizando nos- sa chamada colonização. Mas, enfim, apesar de sermos o resultado de anos de dominação, e longo período de espoliação, onde nossas riquezas naturais foram a fonte que abasteceu aqueles que por primeiro aqui chegaram, conseguimos algum grau de amadurecimento e des- pertamos para a conquista de certa independência. Fomos crescendo como um país que busca a independência, conquistamos a forma de governo que melhor condiz com a dignidade humana. Atra- vessamos períodos de turbulência nacional, em que forças estranhas quase engoliram nossa liberdade a duras penas conquistada. E chegaram novos tempos, novas propostas para alçar nossa pátria ao mais alto pedestal, junto com as demais nações do nosso mundo. Afinal, devemos nos orgulhar, pois somos: “gigante pela própria na- tureza”. Mas, com o passar dos anos, nós brasileiros sen- timos que a verdadeira riqueza de nossa pátria está sendo menosprezada; nosso civismo enfraquecido; há carência de patrióticas lideranças, deixando-nos levar por promessas descartáveis. Contudo, o que mais nos preocupa é que as negras nuvens da des- confiança, da violência, do descrédito de um Brasil maior e melhor não vêm de fora. Infelizmente, cons- tatamos: a situação que ameaça nossa independên- cia está se construindo a partir de brasileiros, sem compromisso enquanto cidadãos; da ganância e interesse individual que vai configurando um Brasil dependente e atrelado a forças de maus brasileiros que colocam por terra os ideais de uma nação gran- de, forte, rica, solidária, independente e feliz. Portanto, é hora de juntos, redescobrirmos o Bra- sil que ainda é possível. Pois, se, nas circunstâncias do passado, quis o destino fôssemos descobertos há 515 anos, por um povo que, embora nos tenha dominado, conformou-se com nossa libertação, cabe hoje, a cada brasileiro, levantar deste “berço esplêndido” e dar sua contribuição para redescobrir o Brasil que queremos. Conrado Vasselai DIA NACIONAL DE PAZ NO TRÂNSITO DÍZIMO, O QUE É... REDESCOBRINDO O BRASIL
  • 9. 9 Os vicentinos da Paróquia São José, convidam você para a festa regulamentar que acontecerá dia 26 de Abril às 08h00 após a missa. Venha tomar um café conosco, conhecer o nosso trabalho e quem sabe se tornar um de nós. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Geraldo Vamos tentar fazer você querer participar conosco dessa pastoral que cuida do bem maior da nossa sociedade. A FAMÍLIA. Estudamos a palavra da Igreja sobre as responsabilidades, direitos e deveres da famí- lia. Temos reuniões quinzenais às vinte horas no salão paroquial da matriz as terças feiras. Não somos só casais ; jovens , viúvas, soltei- ros podem também participar. Fazemos sem- pre que possível, atos concretos para ajudar quem necessita de nós. O nosso lema é: ” O mundo pode ser melhor, comece em casa” . Atuamos também com os namorados, atra- vés dos encontros de namorados tentando fa- zer os futuros casais conseguirem decidir de forma correta e consciente a escolha do futuro esposo ou esposa. Enfim, queremos convidar você a se juntar a nós nesse trabalho árduo mas maravilhoso. Estamos a sua espera !!!!! Informações na secretaria da paróquia. PARTICIPE DA PASTORAL DA NOSSA PARÓQUIA O Santo de cada dia - Mês de Abril. Dia > 1. São Hugo de Grénoble, São Valério, B. Ludovico Pavoni. > 2. São Francisco de Paula, Santa Maria do Egito "A Egípcia", S. Abôndio. > 3. São Ricardo de Chichester, São Luís Scrosoppi, São Xisto I. > 4. Santo Isidoro de Sevilha, B. Francisco Marto, São Caetano Catanoso. > 5. São Vicente Ferrer, Santa Maria Crescencia Hoss, Santa Irene. > 6. São Marcelino de Cartago, Mártir, Juliana de Liège Bem-aventurada. > 7. São João Batista de La Salle, São Germano José. > 8. Santa Júlia Billiart, São Guálter, Confessor. > 9. Santa Valdetrudes, Viúva - Santa Maria de Cléofas. > 10. Stos Terêncio .., Sta Madalena de Canossa, S. Macário da Antioquia > 11. Santa Gema Galgani, Santo Estanislau, B. Helena Guerra. > 12. São Vítor de Braga, Mártir, São Júlio I Papa, São José Moscati. > 13. São Hermenegildo, Mártir, Santa Ida, São Martinho I Papa. > 14. Santa Ardalião, Mártir, Santa Liduína (Lidvina), São Benezet . > 15. São Crescêncio, Mártir, César de Bus Bem-aventurado. > 16. São Benedito José Labre, Santa Bernadete Soubirous. > 17. Santo Aniceto, Papa , São Roberto de Turlande. > 18. Santo Apolônio, São Galdino, B. Maria da Encarnação. > 19. São Leão IX Papa, Santo Expedito, Santa Ema da Saxônia > 20. Santa Inês de Montepulciano, São Teoldoro. > 21. Santo Anselmo, Santo Apolônio, São Conrado de Parzham. > 22. São Sotero, Papa e Mártir - São Caio, Papa. > 23. São Jorge, Mártir e Santo Adalberto. > 24. São Fidelis de Sigmaringa, São Bento Menni, Sta Maria Eufrásia Pell., > 25. São Marcos Evangelista. > 26. Nossa Senhora do Bom Conselho e Santo Anacleto Papa e Mártir. > 27. Santa Zita, Virgem. > 28. São Luís Maria Grignion de Montfort, Santo Agapito I Papa, Santa Joana Baretta Molla, São Pedro Chanel > 29. Santa Catarina de Sena, São Pedro de Verona. > 30. São Pio V, Papa e Confessor, São José Benedito Cotolengo.
  • 10. Dia 01 – sexta-feira - 08:00 horas – Missa de São José Operário e votiva ao Sagrado Coração de Jesus Dia 06 – quarta-feira - 15:00 horas – Missa da saúde Dia 26 – terça-feira - 20:00 horas, reza do terço dos homens, na matriz. Dia 27– quarta-feira - 20:00 - Hora Santa na Capela de N.Sra. do Bom Parto MATRIZ e CAPELA N. S. DO BOM PARTO aniversário de nascimento Amélia Maria da Conceição Anésia Cristina Farhat Marques Antonia de Lima Oliveira Aparecida de Fátima Santos Mateus Avani Franco de Moraes Canísio Roberto Schuh Carina M. H. Honnel Elaine Aparecida de Mattos Eliete Aparecida Aguiar Ercílio Antonio Domingues Alonso José Roberto Rodrigues Pardo Luís Otávio Mollica Barelli Marcelino de Moraes Antunes Mara de Oliveira Maria Gorete da Cruz Barboza Marialice Vasconcelos Falleiros Pedro Splendore Raphael Wohlers de Freitas Tainanda Melissa Honnel Veneranda Aparecida Pereira Walter Bellini Júnior aniversário de CASAMENTO Conceição Aparecida e Hélio de Godoy Santos Elisabete e Washington Luis Romagnoli Marialice e Carlos Eduardo Falleiros Neide e Pedro Splendore Terezinha Fátima e Luís Otávio Mollica Barelli BIRIÇA DO CAMPINHO aniversário de nascimento Afonso Luis Cypriano de Souza Benedito João Cavallaro Cínthia Helena Pannunzio de Souza Fabiana Santos Nobre da Luz Francisco Alves Marinho Jailton da Conceição Reis Luis Gustavo Delchiaro Luis de Moraes Márcia Cristina Ferro Favaron Marco Maria Cypriano de Souza Monica Penha Nobre da Luz Brandino Orlanda Mores Pinto Rodrigo Brandino Valentim Fonte Basso Filho Aline Ap. Caetano de Moraes Prado Paulo Augusto Favaron aniversário de casamento Cláudia Maria e Marcos Antonio Moraes de Godoi Maria de Lourdes e Marcelino Cypriano de Souza Ana Lucia e Hernandes Cosme D. Bandeira Leonor e Orlando Julio Ferreira comunidade chácara fernão dias aniversário de nascimento Cesar Gomes de Lima Maria Rios Juiz Maria da Conceição Martins Jeronimo Delgado BIRIÇA DO VALADO aniversário de nascimento Antonio Aparecido da Costa Benedito Leme de Souza Celso Antonio Cavallaro Cleide Maria de Souza Elci Queiroz dos Santos Irene Cunha Cavallaro João Roberto de Lima Jorge Lopes de Oliveira Lucas José de Oliveira Luzinete Maria da Conceição Silva Maria Lurdes Castilho Cavallaro Paulo Celso Cipriano de Souza Renato dos Santos Sandra Luzia Ortiz Wanderley Pereira dos Santos aniversário de casamento Celso Antonio e Maria Salete de Souza Cavallaro Ana Paula e Flavio Donizete da Silva COMUNIDADE SÃO MARCELO aniversário de nascimento Alda Cristina Felix da Silva Aparecida Gonçalves da Silva José Edson Puga Wilson Albino Zenaide Domingues de Camargo aniversário de casamento Tereza de Fátima e Renato Martins de Oliveira DIZIMISTAS ANIVERSARIANTES PREZADO DIZIMISTA Caso seu nome não esteja aqui relacionado, favor procurar um agente da Pastoral do Dízimo para atualização de seu cadastro. Obrigado! AGENDA DE MAIO 10