Este documento introduz o livro "Clínica do Esquecimento" e discute a abordagem clínica proposta no livro. A autora descreve como sua prática clínica mudou ao se afastar da ênfase na história do paciente e passar a valorizar mais o presente. Ela também critica como a ênfase na história pode produzir uma subjetividade interiorizada. A autora defende uma abordagem clínica transdisciplinar, experimental e construtivista.