Grau Técnico
CURSO TÉCNICO DE RADIOLOGIA
Hemodinâmica
Introdução
A radiografia na sala de cirurgia tem um função importante nos serviços cirúrgicos.
As circunstancias a seguir são exemplos típicos de onde se impõe a presença do
técnico/tecnólogo de radiologia.
Cirurgia ortopédica corretiva sem traumatismo
Cirurgia ortopédica para traumatismo
Urologia interventiva
Colangiografia peroperatória
Procedimentos especializados de histerossalpingografia
Procedimentos vasculares periféricos de emergência.
Comunicação
O tecnólogo em radiologia deve, ao chegar, procurar o responsável pela sala
cirúrgica e manter uma comunicação direta com todas as pessoas que
participam da cirurgia, trabalhando como parte da equipe multidisciplinar.
O tecnólogo deve conhecer bem a disposição e os protocolos da sala de cirurgia
em que vai trabalhar, demonstrar conhecimento prático das obrigações de cada
pessoa ali presente e avaliar as necessidades específicas do cirurgião que estiver
operando.
Preparo da equipe
O preparo da equipe é a primeira preocupação do tecnólogo antes de entrar em
uma área asséptica controlada.
O tecnólogo retira o uniforme( e quaisquer adereços) e põe o avental do centro
cirúrgico. Os cabelos são inteiramente cobertos com uma touca descartável. São
usadas sapatilhas e máscara facial. Além disso, um dosímetro é fixado ao avental
de chumbo.
Lavagem de mãos atenção especial.
Equipamento
É selecionada uma unidade de raios X móvel ou um intensificador de imagem
móvel, dependendo da exigência do procedimento radiográfico.
Pode-se usar, por exemplo:
Uma unidade de raios X móvel para uma radiografia tórax simples ou então um
intensificador de imagem móvel para o rastreamento de procedimentos
ortopédicos como a colocação de pinos no quadril.
Antes do uso, um intensificador de imagem deve ser montado e testado para
verificar se está funcionando perfeitamente, antes do posicionamento do
paciente.
 Para a prevenção de infecção, a unidade selecionada deve ser limpa e seca
após o atendimento a cada paciente. Quando necessário podem ser utilizados
plásticos protetores para reduzir a contaminação por sangue durante
procedimentos cirúrgicos. Quando o sangue ou outros líquidos corporais entram
em contato com o equipamento de imagem, deve-se usar uma solução de
limpeza apropriada, conforme orientação do controle de infecção local.
Em seguida, os parâmetros de exposição são ajustados para o que se fizer
necessário ao rastreamento ou registro da imagem.
Instalações de câmara escura/conectividade PACS
É habitual que nos centros cirúrgicos que o equipamento para processar os
filmes a câmara escura fiquem dentro do complexo.
A processadora deve ser ligada e testada antes.
Devem ser preparados os químicos e filmes bem como os chassis
Já para o PACS DICOM deve ser estabelecida uma rede conexão perfeita para
que seja capaz de armazenar, salvar, enviar e recuperar imagens prévias.
Equipamento acessório
Porta-chassis, grades fixas, túneis para chassi e dispositivos de troca seriados
devem ser limpos e avaliados, se necessário.
Os movimentos da mesa da sala de cirurgia com bandeja de chassi ajustável
devem ser avaliados e o tecnólogo deve conhecer bem a função e se capaz de
posicionar os chassis, quando solicitado, com o mínimo de transtornos.
Meios de contraste, se necessários, também devem ser fornecidos para a
equipe da sala de cirurgia.
Proteção Radiológica
 A proteção radiológica é responsabilidade do tecnólogo em radiologia que opera o
equipamento de raios X. Cabe a ele, portanto, sempre que possível, assegurar que
toda a equipe use dosímetros, aventais de proteção de chumbo e protetores de
tireóide. Além disso, assim que o equipamento de imagem for acionado, haverá
uma área controlada. Assim todas as portas com acesso a esta área devem exibir
avisos de advertência sobre a radiação.
 O princípio da lei do inverso do quadrado da distancia deve ser aplicado no
ambiente da sala de cirurgia. A equipe deve, por isso, ficar na distancia máxima da
fonte de radiação e fora do trajeto do campo de radiação durante a exposição.
 O campo de radiação deve ser colimado pelo menos no tamanho do filme ou
intensificador, e os dispositivos de suporte do chassi devem ser usados para segurar
os chassis.
 O tecnólogo deve usar a combinação filme/tela mais rápida compatível com o
exame para reduzir a dose de radiação, ou deve tentar maximizar o uso de recursos
de redução da dose enquanto usa um intensificador de imagem.
A identificação do paciente deve ser confirmada com o anestesista, ou com um
membro credenciado da equipe cirúrgica, antes de qualquer exposição à radiação.
 Devem ser mantidos registros dos detalhes do paciente, tempo de exposição e
dose de radiação, ao fazer o rastreamento.
 O tecnólogo deve dar instruções claras à equipe antes de falar sobre sua função na
redução do risco de exposição acidental
Áreas estéreis
O tecnólogo deve evitar a contaminação de áreas estéreis. Em condições
ideais, o equipamento deve ser posicionado antes da colocação de campos
estéreis, com cuidado para não tocar nas áreas estéreis ao posicionar os chassis
ou movimentar o equipamento durante a cirurgia.
Bibliografia
Tratado de Posicionamento Radiográfico e Anatomia Associada 8 edição
Kenneth L. Bontragner
John P. Lampignano
Obrigada!!

Introdução radioterapia e seus estudos..

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    Introdução A radiografia nasala de cirurgia tem um função importante nos serviços cirúrgicos. As circunstancias a seguir são exemplos típicos de onde se impõe a presença do técnico/tecnólogo de radiologia. Cirurgia ortopédica corretiva sem traumatismo Cirurgia ortopédica para traumatismo Urologia interventiva Colangiografia peroperatória Procedimentos especializados de histerossalpingografia Procedimentos vasculares periféricos de emergência.
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    Comunicação O tecnólogo emradiologia deve, ao chegar, procurar o responsável pela sala cirúrgica e manter uma comunicação direta com todas as pessoas que participam da cirurgia, trabalhando como parte da equipe multidisciplinar. O tecnólogo deve conhecer bem a disposição e os protocolos da sala de cirurgia em que vai trabalhar, demonstrar conhecimento prático das obrigações de cada pessoa ali presente e avaliar as necessidades específicas do cirurgião que estiver operando.
  • 5.
    Preparo da equipe Opreparo da equipe é a primeira preocupação do tecnólogo antes de entrar em uma área asséptica controlada. O tecnólogo retira o uniforme( e quaisquer adereços) e põe o avental do centro cirúrgico. Os cabelos são inteiramente cobertos com uma touca descartável. São usadas sapatilhas e máscara facial. Além disso, um dosímetro é fixado ao avental de chumbo. Lavagem de mãos atenção especial.
  • 6.
    Equipamento É selecionada umaunidade de raios X móvel ou um intensificador de imagem móvel, dependendo da exigência do procedimento radiográfico. Pode-se usar, por exemplo: Uma unidade de raios X móvel para uma radiografia tórax simples ou então um intensificador de imagem móvel para o rastreamento de procedimentos ortopédicos como a colocação de pinos no quadril. Antes do uso, um intensificador de imagem deve ser montado e testado para verificar se está funcionando perfeitamente, antes do posicionamento do paciente.
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     Para aprevenção de infecção, a unidade selecionada deve ser limpa e seca após o atendimento a cada paciente. Quando necessário podem ser utilizados plásticos protetores para reduzir a contaminação por sangue durante procedimentos cirúrgicos. Quando o sangue ou outros líquidos corporais entram em contato com o equipamento de imagem, deve-se usar uma solução de limpeza apropriada, conforme orientação do controle de infecção local. Em seguida, os parâmetros de exposição são ajustados para o que se fizer necessário ao rastreamento ou registro da imagem.
  • 8.
    Instalações de câmaraescura/conectividade PACS É habitual que nos centros cirúrgicos que o equipamento para processar os filmes a câmara escura fiquem dentro do complexo. A processadora deve ser ligada e testada antes. Devem ser preparados os químicos e filmes bem como os chassis Já para o PACS DICOM deve ser estabelecida uma rede conexão perfeita para que seja capaz de armazenar, salvar, enviar e recuperar imagens prévias.
  • 9.
    Equipamento acessório Porta-chassis, gradesfixas, túneis para chassi e dispositivos de troca seriados devem ser limpos e avaliados, se necessário. Os movimentos da mesa da sala de cirurgia com bandeja de chassi ajustável devem ser avaliados e o tecnólogo deve conhecer bem a função e se capaz de posicionar os chassis, quando solicitado, com o mínimo de transtornos. Meios de contraste, se necessários, também devem ser fornecidos para a equipe da sala de cirurgia.
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    Proteção Radiológica  Aproteção radiológica é responsabilidade do tecnólogo em radiologia que opera o equipamento de raios X. Cabe a ele, portanto, sempre que possível, assegurar que toda a equipe use dosímetros, aventais de proteção de chumbo e protetores de tireóide. Além disso, assim que o equipamento de imagem for acionado, haverá uma área controlada. Assim todas as portas com acesso a esta área devem exibir avisos de advertência sobre a radiação.  O princípio da lei do inverso do quadrado da distancia deve ser aplicado no ambiente da sala de cirurgia. A equipe deve, por isso, ficar na distancia máxima da fonte de radiação e fora do trajeto do campo de radiação durante a exposição.
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     O campode radiação deve ser colimado pelo menos no tamanho do filme ou intensificador, e os dispositivos de suporte do chassi devem ser usados para segurar os chassis.  O tecnólogo deve usar a combinação filme/tela mais rápida compatível com o exame para reduzir a dose de radiação, ou deve tentar maximizar o uso de recursos de redução da dose enquanto usa um intensificador de imagem. A identificação do paciente deve ser confirmada com o anestesista, ou com um membro credenciado da equipe cirúrgica, antes de qualquer exposição à radiação.  Devem ser mantidos registros dos detalhes do paciente, tempo de exposição e dose de radiação, ao fazer o rastreamento.  O tecnólogo deve dar instruções claras à equipe antes de falar sobre sua função na redução do risco de exposição acidental
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    Áreas estéreis O tecnólogodeve evitar a contaminação de áreas estéreis. Em condições ideais, o equipamento deve ser posicionado antes da colocação de campos estéreis, com cuidado para não tocar nas áreas estéreis ao posicionar os chassis ou movimentar o equipamento durante a cirurgia.
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    Bibliografia Tratado de PosicionamentoRadiográfico e Anatomia Associada 8 edição Kenneth L. Bontragner John P. Lampignano
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