O documento aborda fraturas, definindo-as como rupturas na continuidade óssea, com epidemiologia variando por gênero e idade. Discute a classificação das fraturas expostas, seu exame clínico e tratamento, incluindo a importância de antibioticoterapia e intervenção cirúrgica. Também menciona complicações associadas e a utilização de tomografia computadorizada e ressonância magnética no planejamento do tratamento.