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O Jeito do Juquinha                         1)   Que fato provocou a reação nervosa de Juquinha?

                                                   2) Juquinha aceitou a correção feita pela mãe? Comprove com uma passagem do texto.
Bastou o seu Justo implicar com a “juba” do
Juquinha, que ele logo deu o troco:                3) Explique o significado das expressões, no texto:
- Vá lamber sabão, seu Justo!                      a) “lamber sabão” :
- Juca, isso é jeito de falar com os mais          b) “levar na esportiva:”:
velhos? – ralhou dona Judite.                      c) “atirar pedras”:
- Ora, mãe! Os mais velhos também devem            d) “Não fico engasgado”:
respeitar as crianças.
- Meu anjo! Não foi assim que te ensinei.          4) Faça um comentário expressando sua opinião a respeito da atitude do Juquinha.
Não se pode atirar pedras por qualquer             5) Escreva como se leem as expressões em destaque:
coisa. Às vezes, preciso levar na esportiva.       a) Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil no século XVI.
- Mãe! O meu jeito é esse.                         b) A Independência do Brasil foi proclamada por D. Pedro I no século X.
- O que é que você ganha com isso?                 c) Não gostei dos capítulos II e VI do livro que li. Amei os capítulos X e XIII.
- Não fico engasgado.                              d) O Brasil está em 72º lugar na classificação de 177 países e territórios do Relatório de
                      (Hardy Guedes)               Desenvolvimento Humano de 2004.

                                                   6) Escreva por extenso:
                                                   a) 1.655 -______________________
                                                   b) 253.819 - ____________________
                                                   c) 47º ___________________________
                                                   d) 56º __________________________
                                                   e) 3 ___________________________
                                                       5
                                                   f) 10 ________________________




                                            O Homem Dignifica o Trabalho
       Fui professora primária e aprendi numa escola rural uma das mais maravilhosas lições de vida. Era uma classe anexada formada por
crianças cinzentas que não sabiam brincar no recreio. No final de abril recebi instruções do Inspetor Escolar – era obrigatório comemorar o
“Dia do Trabalho”. Achei que não ia dar tempo para conseguir poesias, nem para preparar o canto; o trabalho era feito às pressas, no
desconforto da inexperiência pessoal e dos meios, a lousa deste tamanhinho, giz contado. Enquanto o segundo ano tinha leitura, o terceiro
resolvia problemas. E eu corria aflita de uma turma a outra, apavorada no despreparo para ser uma, quanto mais duas. Resolvi fazer uma
preleção sobre as profissões para liqüidar a tarefa. A dedicação, apliquei passando a noite em cima de três cativantes cartazes sobre o
médico, o engenheiro, o advogado . . . No dia primeiro cheguei na escolinha, as três obras-primas pintadas a lápis de cor. Que fiz
acompanhar por comprido blablabá sobre o tema: O TRABALHO DIGNIFICA O HOMEM. Com cinco minutos de discurso notei que meu
ibope estava baixo. Tive a decência de recolher os cartazes e de virar a mesa:
- Hoje é o Dia do Trabalho. Quem de vocês trabalha?
Gritaria geral. Todos trabalhavam. Não é um servicinho maneiro como o meu, de giz na mão e ditado no bico. Na enxada. O Zé Honório,
comumente mudo, gritou:
-Eu até tenho calo!
Fui lá, apalpei-lhe a mãozinha, magra e fria. Dura, meu Deus, dura como a tábua de minha mesa!
Fiquei morta de vergonha. Todo o tempo da festa passei apalpando mãos, todos tinham calos. Como se fosse pouco, quando, extenuada,
esperava a jardineira na sombra do entre-café, chegou correndo Gentil, que tinha faltado à aula. Suado, a mão escura e falou aliviado:
- Eu vim mostrar. Também tenho calo, de horta.
Aí eu chorei. Por minha ignorância, pela Escola Normal, pelas crianças calejadas do Brasil, pelo DIA DO TRABALHO . . . E aprendi o
óbvio: O homem dignifica o trabalho!                   (Dinorah do Vale)
Vocabulário:                                                       Gramática
Sala anexada – duas séries dirigidas por uma professora (no        8) Complete com os verbos indicados no modo indicativo.
texto).                                                            a) Os alunos _________________o problema. (compreender – pretérito
Estudo do texto                                                    perfeito)
1) Em que local se passa a história?                               b) Nós não _________________ nada com aquela preleção. (aprender –
                                                                   futuro do pretérito)
2) Pelo texto podemos concluir que se trata de um                  c) Eles _________________muito e tinham suas mãos calejadas.
ambiente pobre. Indique palavra ou expressões que                  (trabalhar – pretérito imperfeito)
comprovem o fato                                                   d) A professora ______________ profundamente abatida. (sair –
3) Aponte as personagens principais do texto.                      pretérito perfeito)
                                                                   e) A escola ainda ______________ a realidade do aluno. (alcançar –
4) a) Cite as características físicas que a                        futuro do presente)
professora indica de seus alunos.
 b) Cite as características interiores que a professora            9) Observando o tempo verbal, modifique as frases de acordo com o que
indica de seus alunos.                                             se pede.
5) O que a professora quis dizer quando chamou                     a) A professora aprende uma grande lição.
                                                                   Pretérito perfeito:_____________________________
seus alunos de “cinzentos”?                                        Pretérito imperfeito:______________________________
6) A professora preparou uma palestra sobre o                      Futuro do presente:______________________________
médico, o engenheiro e o advogado. Você acha que                   Futuro do pretérito:______________________________
ali alguém estava interessado nessas profissões?                   b) Os meninos ensinam uma grande lição de vida.
Por quê? Justifique sua resposta.                                  Pretérito perfeito:________________________________
                                                                   Pretérito imperfeito:_____________________________
7) Você acha que há trabalhos mais importantes e                   Futuro do presente:_____________________________
outros menos importantes? Justifique.                              Futuro do pretérito:_____________________________
1) Na segunda estrofe, o menino descreve um tipo de herói. Que herói é
                           O Herói                                   esse?
- “Papai, o que é um herói?
                                                                     2) De acordo com o texto, que dificuldades o pai do menino enfrentou?
 Eu pergunto porque tenho grande vontade                             3) O trabalho do pai tem um objetivo. Retire do texto o verso que o
 De ser herói também . . .Será que posso ser herói sem entrar
                                                                     apresenta.
numa guerra? Será que posso ser herói sem odiar os homens
                                                                     4) O objetivo do herói descrito pelo menino e o objetivo do pai são
E sem matar alguém?” O homem que já sofrera as mais fundas
                                                                     semelhantes? Justifique sua resposta.
angústias. E as mais feias misérias. Trabalhando a aridez de
                                                                     5) O pai respondeu à pergunta do filho? Justifique sua resposta.
uma terra fecunda. Para que não faltasse o pão no pequenino
                                                                     6) Identifique o sujeito e o predicado das orações abaixo. Não se esqueça
lar; O homem que as mais humildes ilusões perdera
                                                                     de nomear o tipo de sujeito e o tipo de predicado.
 No seu cotidiano e ingrato labutar;
                                                                     a) Aquele homem trabalha como lavrador.
 Aquele homem, ao ouvir a pergunta do filho:
                                                                     b) Muitos heróis permaneceram pacíficos durante toda sua vida.
 - “Papai, o que é um herói?”
                                                                     c) Homens e mulheres, crianças e jovens, realizam grandes ações no seu
  Nada soube dizer, nada pôde explicar ...
                                                                     dia-a-dia.
 Tomou de uma peneira. E cantando saiu, outra vez a semear!
                                                                     d) Muitas pessoas andam assustadas com tanta violência.
O Inventor de Imaginações
       Perto da casa de Gastão morava o Orlando, um meninão esnobe que se julgava a pessoa mais importante do mundo. Vivia de nariz
empinado, botando a maior banca. E o Gastão não gostava nada disso. Mas o que irritava o Gastão era ver o Orlando desfilando com seu
canzarrão. Ele já havia pedido um grande pastor alemão para sua mãe, mas ela só aceitava em casa um cachorrinho pequeno. Certa manhã
Gastão se pôs a imaginar como seria bom ter um cachorro muito, mas muito grande, só para fazer pouco de Orlando
        Ele desfilaria noite e dia com aquele cachorrão feroz. Ia comprar-lhe uma coleira de couro, cheia de pontas, e uma correia de cobre.
E ia dar de comer ao cachorro quatro vezes ao dia para ele ir crescendo cada vez mais. O cachorro do Gastão já estava tão grande que
quase não cabia mais em seu pensamento. Mas, frustrado do jeito que estava, Gastão continuava alimentando o cachorro e inchando a
imaginação. E aí começaram a surgir os problemas. A casinha do cachorro já não servia mais, e Gastão teve que sair do seu quarto para o
bichão dormir lá. Este cachorro das ideias, assim como os cachorros de verdade, também não gostava de banho.
 Então o seu pobre dono esperava ele dormir, e subia no seu barrigão com rodos, escovas, um balde de água e muito sabão.
        Aí era aquela escovação danada, e o bicho virava uma montanha de espuma roncando lá no meio do quintal.
        No final do banho, Gastão ficava cansado só de imaginar. Mas continuava com aquelas idéias loucas que já não estavam mais
agradando muito. E a coisa piorou. Quando saíam para passear, aquele mascote altíssimo não parava de babar bem na calça do Gastão. E
todos os dias ele tinha que comprar um boné novo.        Esta imaginação masoquista foi chateando o Gastão. E ele resolveu não dar mais bola
para as besteiras do Orlando, e arranjou um cachorrinho pequeno mesmo, pra querer bem e mais nada.
        O cachorrão gigante do pensamento do Gastão foi diminuindo de tamanho e, de verde inveja que era, foi ficando branquinho,
branquinho. E veio morar no Tobi, que era pequenininho no tamanho, mas um grande amigão. (O inventor de imaginações. Rogério Borges.)
     Responda:
1) A princípio, Gastão queria ter um cão. Mas era por vontade e amor ao bicho? Justifique.      11) Leia: Orlando, um meninão, vivia de
2) Por que começaram a surgir problemas com o cachorro da fantasia de Gastão?                   nariz empinado.
3) O que fez Gastão mudar de ideia em relação ao cão de Orlando?                                 A. Esta oração tem como sujeito: Orlando.
4) Gastão era um menino invejoso ou criativo? Justifique sua opinião.                            B. Esta oração tem como sujeito: Orlando, um
5) De repente o cão que Gastão imaginava começou a ficar branquinho. O que indica a cor         meninão.
branca?                                                                                          C. O predicado desta oração é: “vivia de nariz
6) Leia com atenção as afirmativas abaixo relacionadas ao texto e escreva à frente de           empinado”.
cada uma, CERTO ou ERRADO.                                                                       D. Os verbos desta oração são: “vivia” e
a) Quando Gastão via Orlando com seu canzarrão, era dominado pelo sentimento da                 “empinado”.
inveja. _______________
b) O dia-a-dia de Gastão sofreu mudanças. Ele teve que sair do quarto para seu cão              12)om relação às afirmativas acima
dormir lá. ________________                                                                     podemos dizer que:
c) Gastão não gostou da experiência de ter um cachorro gigante e devolveu-o ao antigo             ( a ) Apenas a afirmativa A está correta.
dono._______________                                                                              ( b ) Apenas a afirmativa B está correta.
d) A inveja de Gastão ficou menor e ele arranjou o Tobi. ______________                           ( c ) Apenas a afirmativa D está correta.
e) Gastão libertou-se da inveja e arranjou um cachorrinho de verdade, pequeno___                  ( d ) Estão corretas as afirmativas A e C.
                                                                                                 ( e ) Estão corretas as afirmativas B e C.
7) Assinale a alternativa em que a palavra mal está empregada corretamente.
( a ) Um mal comportamento pode ser prejudicial.
( b ) Gastão começou a se sentir mal com a inveja que o dominava.
 ( c ) Orlando, no fundo, era um pouco mal.
 ( d ) Ele tornou-se um mal elemento quando envolveu-se com traficantes.
 ( e ) O seu mau-caráter não o ajuda em nada.
8) Na oração: “Ele desfilaria noite e dia com aquele cachorrão feroz.”
 ( a ) O predicado é verbal: “ele desfilaria noite e dia com aquele cachorrão feroz” .
( b ) O predicado é nominal: “ele desfilaria noite e dia com aquele cachorrão feroz”. ( c ) O
predicado é verbal: “desfilaria noite e dia com aquele cachorrão feroz”.
( d ) O sujeito é “cachorrão feroz”
 ( e ) O sujeito é “ele desfilaria”.
9) O cachorro do Gastão ficou muito grande.
 ( a ) Sujeito: cachorro / Predicado verbal: do Gastão ficou muito grande.
 ( b ) Sujeito: O cachorro / Predicado nominal: do Gastão ficou muito grande.
 ( c ) Sujeito: O cachorro do Gastão / Predicado verbal: ficou muito grande.
 ( d ) Sujeito: O cachorro do Gastão / Predicando nominal: ficou muito grande.
 ( e ) Sujeito: O cachorro / Predicado nominal: ficou muito grande.

10) Assinale a alternativa em que a palavra mau está empregada de forma incorreta.
 ( a ) Orlando, no fundo era um pouco mau.
( b ) Não sabia que ele era um mau-caráter.
( c ) Dizem que o grande mau entre pais e filhos é a falta de diálogo.
( d ) Não seja tão mau. Afinal, você também pode precisar de ajuda.
 ( e ) Estou tendo um mau pressentimento.
Lição de amizade
Um homem, seu cavalo e seu cão, caminhavam por uma estrada.
Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo e seu cão haviam
morrido num acidente.
Às vezes os mortos levam tempo para se dar conta de sua nova condição...
A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com muita
sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva do caminho, avistaram um portão
magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da
qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que
numa guarita, guardava a entrada.
* Bom dia, ele disse.
* Bom dia, respondeu o homem.
* Que lugar é este, tão lindo? Ele perguntou.
* Isto aqui é o céu, foi a resposta..
* Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem.
* O senhor pode entrar e beber água à vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
* Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
* Lamento muito, disse o guarda. Aqui não se permite a entrada de animais.
O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando
seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho.
Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um
sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semiaberta. A porteira se abria para um
caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra.
À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu,
parecia que estava dormindo.
* Bom dia, disse o caminhante.
* Bom dia, disse o homem.
* Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
* Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar. Podem beber à vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
* Muito obrigado, ele disse ao sair.
* Voltem quando quiserem, respondeu o homem.
* A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar?
* Céu, respondeu o homem.
* Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!
* Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno.
O caminhante ficou perplexo.
* Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões.
* De forma alguma, respondeu o homem. Na verdade, eles nos fazem um grande favor. “Porque lá
ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos, por puro egoísmo...”




1. Por que o homem disse que as pessoas poderiam fazer confusão entre o céu e o inferno?
2. Por que o Senhor disse que o inferno fazia um favor ao céu?
3. Por que o homem não quis tomar agua sem seus animais?
4. Que lição a história nos da?
5. Que sentimentos fizeram com que o homem encontrasse o paraíso?
A minhoquinha dorminhoca
A minhoquinha Filomena morava num belo jardim, cheio de flores. Sua casinha ficava no pé da roseira azul, e era muito
arrumadinha. No inverno fez tanto frio, mas tanto frio, que a minhoquinha fechou as portas e as janelas da casa e foi pra
caminha. Cobriu-se com todos os cobertores que tinha, e ficou tão quentinha, mas tão quentinha, que acabou dormindo o
inverno inteiro. Foi-se o inverno e veio a primavera. As flores do jardim se abriram para o sol e a vida ficou mais feliz. As
abelhas vieram colher o pólen das flores. As formigas saíram do formigueiro para pegar folhas verdinhas. Os passarinhos
cantavam nas árvores e faziam seus ninhos.           Foi quando Titi, o beija-flor, sentiu falta da minhoquinha.
- Onde está a Filomena? – perguntou ele.
Mas ninguém tinha visto ainda a minhoquinha nessa primavera.
Titi foi até a casa dela e viu portas e janelas fechadas.
Então Titi teve uma idéia: fazer uma serenata para acordar a minhoquinha.
Combinou tudo com os amigos do jardim. O grilo trouxe o violino.
A borboleta trouxe a trombeta. O castor trouxe o tambor. E o beija-flor cantou uma linda música.
A minhoquinha acordou, se espreguiçou, saiu da cama e foi ver o que era aquilo.
Quando abriu a janela o sol entrou em sua casa e ela pode ouvir a linda cantoria da primavera.
Emílio Carlos
1- Responda:                                                  2- O que Filomena fez no inverno? R: __________
    a) Qual é o título do texto?
                                                              3-   Quem sentiu a falta da minhoquinha? R: __________
    b) Qual é o autor do texto?
                                                              4- Qual a ideia do beija-flor para acordar a minhoquinha Filomena?
    c) Qual é o personagem principal do texto?                R: ______________________

    d) Quantos parágrafos há no texto?                        5- E o que fez o beija –flor? R: __________________
      6- Marque um X na resposta correta:
 A - Qual palavra está no plural?        B - Qual palavra está no diminutivo?    I - A minhoquinha Filomena morava :
  ( ) flores                              ( ) jardim                             ( ) Num buraquinho do jardim
  ( ) casa                                ( ) ninhos                             ( ) numa casinha no pé da roseira azul
  ( ) formigueiro                         ( ) casinha                            ( ) num jardim feio e sem flores
 C - Qual palavra é feminina?            D - Qual palavra é masculina?           J - No inverno :           L- Quais bichinhos ajudaram o beija-
  ( ) passarinhos                         ( ) tambor                             ( ) ventou muito.          flor?
  ( ) primavera                           ( ) abelhas                            ( ) estava muito quente. ( ) gato             ( ) borboleta
  ( ) inverno                             ( ) música                             ( ) fez muito frio.        ( ) formiga        ( ) cigarra
                                                                                                            ( ) grilo          ( ) passarinho
                                                                                                            ( ) castor
 E-   Qual palavra é dissílaba?          F-   Qual palavra é monossílaba?
  (   ) janelas                           (   ) amigos
  (   ) borboleta                         (   ) sol
  (   ) jardim                            (   ) primavera
 G-    Qual palavra é polissílaba?       H-   Qual palavra é trissílaba?
  (   ) violino                           (   ) arrumadinha
  (   ) ninguém                           (   ) azul
  (   ) quentinha                         (   ) trombeta
                                               Por que alguns animais comem pedras?
   Alguns animais têm hábitos que podemos considerar curiosos... Os gatos, por exemplo, se lambem para limpar o pelo. Já os
cachorros instintivamente procuram comer certas ervas quando estão sentindo algum mal-estar. Mas tem bicho com hábitos
ainda mais intrigantes, como comer pedras! É isso aí! E olha que, em vez de fazê-los passar mal, as pedras exercem funções
úteis dentro do organismo. As pedras engolidas por certos animais são chamadas gastrólitos, que quer dizer 'pedras do
estômago'. É dentro deste órgão que elas ficam armazenadas e ajudam a triturar os alimentos e a limpar as paredes
estomacais dos parasitos que a infestam. Além disso, as pedras aliviam a sensação de fome durante longos períodos em que
os bichos precisam ficar sem comer, já que ocupam um bom lugar em seu organismo.
   Crocodilos, pinguins, focas e leões-marinhos, entre outros animais aquáticos, estão na lista dos engolidores de pedra.
   Mas não pensem que os bichos engolem qualquer pedra que veem pela frente. Eles escolhem com muito cuidado as que
vão para sua barriga. Valem as mais lisinhas e bem arredondadas. (SALVATORE, S. Por que alguns animais comem pedra? Ciência Hoje das
Crianças, Rio de Janeiro, n. 141, nov. 2003. Adaptação.)
01. Os animais que comem pedras escolhem             04. Esse texto que você leu
as que são                                           (A) descreve como alimentar os animais doentes.
(A) arredondadas.        (B) macias.                 (B) informa curiosidades sobre alimentação de alguns animais.
(C) grandes.            (D) pontudas.                (C) apresenta animais que precisam comer ervas todo o tempo.
                                                     (D) explica como os gatos e cachorros se alimentam.
02. Em “em vez de fazê-los passar mal”, o
termo destacado refere-se a                          05. Além de triturar os alimentos, as pedras também são úteis porque
(A) animais que comem pedras.                        (A) limpam as paredes do estômago e aliviam a sensação de fome.
(B) cachorros que comem certas ervas.                (B) limpam o pelo e absorvem vitaminas.
(C) gatos que se lambem para limpar o pelo.          (C) aliviam o mal-estar e limpam as paredes do estômago.
(D) parasitos que infestam os animais.               (D) ajudam a digerir ervas e matam a fome.

03. Em "Mas tem bicho com hábitos ainda              06. O texto "Por que alguns animais comem pedras?" serve para
mais intrigantes, como comer pedras!",               (A) contar uma história de animais.
apalavra "intrigante" quer dizer                     (B) informar sobre os hábitos curiosos de alguns animais.
(A) ruim.                     (B) estranho.          (C) dar uma notícia sobre animais em extinção.
(C) saudável.                 (D) doentio.           (D) informar sobre animais de estimação.
Estava um rato prestes a ser devorado por um gato faminto quando um leão que passava por perto, comovido com seu
desespero, espantou o gato pra longe. Refeito do susto, o ratinho agradeceu:
– Muito obrigado por salvar minha vida, majestade. O senhor é o rei da floresta e não precisaria se incomodar com um ser tão
insignificante como eu. Mas um dia eu hei de lhe retribuir este favor.
O leão, que não havia feito aquilo pensando em recompensa, seguiu o seucaminho:
– Pobre ratinho, como poderia ele retribuir um favor ao rei dos animais?
No dia seguinte, o leão estava andando distraído quando pisou numa rede estendida para aprisioná-lo. Assim que pôs a pata na
armadilha, a rede se fechou sobre o seu corpo.
        – Ai de mim. Ficarei aqui a noite inteira até que cheguem os caçadores e me matem sem dó nem piedade.
Eis que pela estrada vem passando o ratinho seu amigo. Ao ver o leão naquela situação, prontificou-se no mesmo instante:
       – É já que vou retribuir o favor que você me fez.
       E pôs-se a roer as cordas até livrar o leão da rede dos caçadores. Fábulas de Esopo. Adapt. de Ivana Arruda Leite. São Paulo:
Escala Educacional. 2004.
QUESTÃO 01                                                      QUESTÃO 08
A fábula recebeu esse título porque:                            No texto, a palavra que significa próximo de acontecer é:
a) indica que o leão é o rei dos animais.                       a) prestes.
b) indica quem são os personagens principais.                   b) retribuir.
c) indica que o leão e o rato são os personagens                c) comovido.
secundários.                                                    d) prontificou-se.
d) nega os fatos importantes acontecidos com todos os
personagens.                                                    QUESTÃO 09
                                                                O verbo refazer foi empregado no texto como sinônimo de:
QUESTÃO 02                                                      a) reparar, arrumar.
A atitude do leão para salvar o rato demonstra:                 b) reorganizar, reformar.
a) inveja do gato.                                              c) fazer de novo, corrigir.
b) piedade pelo rato.                                           d) restaurar as forças, revigorar-se.
c) desprezo pelo rato.
d) egoísmo por ser mais forte.                                  QUESTÃO 10
                                                                A fala do leão preso na armadilha confirma o sentimento de:
QUESTÃO 03                                                      a) falta de esperança em ser salvo.
O sentimento do rato em relação à atitude do leão indica:       b) surpresa com a atitude dos caçadores.
a) astúcia.                                                     c) esperança de chegar um amigo e salvá-lo.
b) vaidade.                                                     d) certeza de que ia livrar-se sozinho da armadilha.
c) gratidão.
d) liberdade.

QUESTÃO 04
O leão foi aprisionado por causa:
a) da sua distração.
b) da mata fechada.
c) do desejo de vingança do gato.
d) do seu desconhecimento do ambiente.

QUESTÃO 05
O ensinamento coerente com os fatos dessa fábula é:
a) O orgulho leva à morte.
b) É melhor confiar desconfiando.
c) Quando a sorte muda, os fortes necessitam dos fracos.
d) Aos poderosos, tudo se desculpa; aos miseráveis, nada
se perdoa.
QUESTÃO 06
O trecho “[...] quando pisou numa rede estendida para
aprisioná-lo” comprova que
os caçadores pretendiam:
a) caçar o leão.
b) ajudar o rato.
c) testar a armadilha.
d) caçar qualquer animal.

QUESTÃO 07
O adjetivo pobre, empregado no 4º parágrafo, expressa:
a) posição social.
b) falta de dinheiro.
c) motivo de orgulho.
d) digno de compaixão.
03 – Podemos afirmar, observando os verbos,
                                                                que a história está escrita no:
                                                                A) presente;
                                                                B) passado;
                                                                C) futuro;
Era uma vez um cão, que ia atravessando um rio. Levava na       D) nenhuma das alternativas.
boca um suculento pedaço de carne. Porém, viu na água do
rio a sombra da carne, que era muito maior.                     04 – Que motivo levou o cão a deixar seu pedaço de
Prontamente ele largou seu pedaço de carne e mergulhou no       carne e se jogar na água em busca de outro pedaço?
rio para pegar o maior.                                         A) queria dar um mergulho;
Nadou, nadou e não achou nada, e ainda perdeu o pedaço          B) achou que sua carne estava grande e quis pegar uma
que levava.                                                     menor;
       Moral da história: Nunca deixes o certo pelo duvidoso.   C) viu na água o retrato de um cão amigo;
De todas as fraquezas humanas, a cobiça é a mais comum, e       D) a gula e a cobiça.
é todavia a mais castigada.                                     05 – Assinale a alternativa onde todos os verbos estejam
                                                                no passado.
                                    Fábula de Esopo             A) mergulhou, nadou, achou;
01- O personagem principal da história é:                       B) pedaço, carne, rio;
A) o cão;                                                       C) cão, ele, fraquezas;
B) a carne;                                                     D) duvidoso, história, suculento.
C) o rio;
D) a cobiça.                                                    06 – Há no texto adjetivos, ou seja, palavras que exercem
                                                                a função de atribuir qualidades boas ou ruins. Assinale a
02 - Há uma marca temporal que nos indica                       alternativa que contém apenas qualidades.
quando o fato aconteceu. Assinale essa marca.                   A) pedaço, cobiça, fraqueza;
A) porém;                                                       B) suculento, maior, duvidoso;
B) era uma vez;                                                 C) cão, levava, atravessando;
C) todavia;                                                     D) duvidoso, história, rio.
D) prontamente.
                                                                07. Não deixes o certo pelo duvidoso.” Que outro ditado
                                                                popular poderia substituir o da história? Assinale a
                                                                alternativa correta.
                                                                A) Mais vale um pássaro na mão do que dois voando;
                                                                B) Antes pingar do que secar;
                                                                C) Quem tudo quer tudo perde;
                                                                D) Todas as alternativas estão corretas.

                                                                08 – O texto lido possui:
                                                                A) personagem;
                                                                B) espaço (lugar onde acontece o fato);
                                                                C) conflito (motivo que desencadeia a história,
                                                                caracterizando-a como narrativa);
                                                                D) Todas as alternativas estão corretas.

                                                                09 – Podemos afirmar que o conflito, o problema que
                                                                desencadeia toda a narrativa é:
                                                                A) a carne suculenta que o cão tinha;
                                                                B) a gulodice, o desejo de conseguir um pedaço maior de
                                                                carne;
                                                                C) o cão estava com calor e quis dar um mergulho;
                                                                D) o desejo de perder tudo que tinha.

                                                                10 – Observe os pares de antônimos que há no texto.
                                                                Assinale a alternativa correta.
                                                                A) perdeu – achou;
                                                                B) maior – menor;
                                                                C) certo – duvidoso;
                                                                D) Todas as alternativas estão corretas.
                                                                11 – “... Nadou, nadou e não achou nada, e ainda perdeu
                                                                o pedaço que levava...” Esse trecho do texto expressa:
                                                                A) desânimo;
                                                                B) alegria;
                                                                C) fracasso;
                                                                D) As alternativas A e C estão corretas.
                                                                12 – “Cobiça” significa:
                                                                A) desejar;              B) mentir;
                                                                C) enganar;             D) respeitar.

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  • 1. O Jeito do Juquinha 1) Que fato provocou a reação nervosa de Juquinha? 2) Juquinha aceitou a correção feita pela mãe? Comprove com uma passagem do texto. Bastou o seu Justo implicar com a “juba” do Juquinha, que ele logo deu o troco: 3) Explique o significado das expressões, no texto: - Vá lamber sabão, seu Justo! a) “lamber sabão” : - Juca, isso é jeito de falar com os mais b) “levar na esportiva:”: velhos? – ralhou dona Judite. c) “atirar pedras”: - Ora, mãe! Os mais velhos também devem d) “Não fico engasgado”: respeitar as crianças. - Meu anjo! Não foi assim que te ensinei. 4) Faça um comentário expressando sua opinião a respeito da atitude do Juquinha. Não se pode atirar pedras por qualquer 5) Escreva como se leem as expressões em destaque: coisa. Às vezes, preciso levar na esportiva. a) Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil no século XVI. - Mãe! O meu jeito é esse. b) A Independência do Brasil foi proclamada por D. Pedro I no século X. - O que é que você ganha com isso? c) Não gostei dos capítulos II e VI do livro que li. Amei os capítulos X e XIII. - Não fico engasgado. d) O Brasil está em 72º lugar na classificação de 177 países e territórios do Relatório de (Hardy Guedes) Desenvolvimento Humano de 2004. 6) Escreva por extenso: a) 1.655 -______________________ b) 253.819 - ____________________ c) 47º ___________________________ d) 56º __________________________ e) 3 ___________________________ 5 f) 10 ________________________ O Homem Dignifica o Trabalho Fui professora primária e aprendi numa escola rural uma das mais maravilhosas lições de vida. Era uma classe anexada formada por crianças cinzentas que não sabiam brincar no recreio. No final de abril recebi instruções do Inspetor Escolar – era obrigatório comemorar o “Dia do Trabalho”. Achei que não ia dar tempo para conseguir poesias, nem para preparar o canto; o trabalho era feito às pressas, no desconforto da inexperiência pessoal e dos meios, a lousa deste tamanhinho, giz contado. Enquanto o segundo ano tinha leitura, o terceiro resolvia problemas. E eu corria aflita de uma turma a outra, apavorada no despreparo para ser uma, quanto mais duas. Resolvi fazer uma preleção sobre as profissões para liqüidar a tarefa. A dedicação, apliquei passando a noite em cima de três cativantes cartazes sobre o médico, o engenheiro, o advogado . . . No dia primeiro cheguei na escolinha, as três obras-primas pintadas a lápis de cor. Que fiz acompanhar por comprido blablabá sobre o tema: O TRABALHO DIGNIFICA O HOMEM. Com cinco minutos de discurso notei que meu ibope estava baixo. Tive a decência de recolher os cartazes e de virar a mesa: - Hoje é o Dia do Trabalho. Quem de vocês trabalha? Gritaria geral. Todos trabalhavam. Não é um servicinho maneiro como o meu, de giz na mão e ditado no bico. Na enxada. O Zé Honório, comumente mudo, gritou: -Eu até tenho calo! Fui lá, apalpei-lhe a mãozinha, magra e fria. Dura, meu Deus, dura como a tábua de minha mesa! Fiquei morta de vergonha. Todo o tempo da festa passei apalpando mãos, todos tinham calos. Como se fosse pouco, quando, extenuada, esperava a jardineira na sombra do entre-café, chegou correndo Gentil, que tinha faltado à aula. Suado, a mão escura e falou aliviado: - Eu vim mostrar. Também tenho calo, de horta. Aí eu chorei. Por minha ignorância, pela Escola Normal, pelas crianças calejadas do Brasil, pelo DIA DO TRABALHO . . . E aprendi o óbvio: O homem dignifica o trabalho! (Dinorah do Vale) Vocabulário: Gramática Sala anexada – duas séries dirigidas por uma professora (no 8) Complete com os verbos indicados no modo indicativo. texto). a) Os alunos _________________o problema. (compreender – pretérito Estudo do texto perfeito) 1) Em que local se passa a história? b) Nós não _________________ nada com aquela preleção. (aprender – futuro do pretérito) 2) Pelo texto podemos concluir que se trata de um c) Eles _________________muito e tinham suas mãos calejadas. ambiente pobre. Indique palavra ou expressões que (trabalhar – pretérito imperfeito) comprovem o fato d) A professora ______________ profundamente abatida. (sair – 3) Aponte as personagens principais do texto. pretérito perfeito) e) A escola ainda ______________ a realidade do aluno. (alcançar – 4) a) Cite as características físicas que a futuro do presente) professora indica de seus alunos. b) Cite as características interiores que a professora 9) Observando o tempo verbal, modifique as frases de acordo com o que indica de seus alunos. se pede. 5) O que a professora quis dizer quando chamou a) A professora aprende uma grande lição. Pretérito perfeito:_____________________________ seus alunos de “cinzentos”? Pretérito imperfeito:______________________________ 6) A professora preparou uma palestra sobre o Futuro do presente:______________________________ médico, o engenheiro e o advogado. Você acha que Futuro do pretérito:______________________________ ali alguém estava interessado nessas profissões? b) Os meninos ensinam uma grande lição de vida. Por quê? Justifique sua resposta. Pretérito perfeito:________________________________ Pretérito imperfeito:_____________________________ 7) Você acha que há trabalhos mais importantes e Futuro do presente:_____________________________ outros menos importantes? Justifique. Futuro do pretérito:_____________________________
  • 2. 1) Na segunda estrofe, o menino descreve um tipo de herói. Que herói é O Herói esse? - “Papai, o que é um herói? 2) De acordo com o texto, que dificuldades o pai do menino enfrentou? Eu pergunto porque tenho grande vontade 3) O trabalho do pai tem um objetivo. Retire do texto o verso que o De ser herói também . . .Será que posso ser herói sem entrar apresenta. numa guerra? Será que posso ser herói sem odiar os homens 4) O objetivo do herói descrito pelo menino e o objetivo do pai são E sem matar alguém?” O homem que já sofrera as mais fundas semelhantes? Justifique sua resposta. angústias. E as mais feias misérias. Trabalhando a aridez de 5) O pai respondeu à pergunta do filho? Justifique sua resposta. uma terra fecunda. Para que não faltasse o pão no pequenino 6) Identifique o sujeito e o predicado das orações abaixo. Não se esqueça lar; O homem que as mais humildes ilusões perdera de nomear o tipo de sujeito e o tipo de predicado. No seu cotidiano e ingrato labutar; a) Aquele homem trabalha como lavrador. Aquele homem, ao ouvir a pergunta do filho: b) Muitos heróis permaneceram pacíficos durante toda sua vida. - “Papai, o que é um herói?” c) Homens e mulheres, crianças e jovens, realizam grandes ações no seu Nada soube dizer, nada pôde explicar ... dia-a-dia. Tomou de uma peneira. E cantando saiu, outra vez a semear! d) Muitas pessoas andam assustadas com tanta violência. O Inventor de Imaginações Perto da casa de Gastão morava o Orlando, um meninão esnobe que se julgava a pessoa mais importante do mundo. Vivia de nariz empinado, botando a maior banca. E o Gastão não gostava nada disso. Mas o que irritava o Gastão era ver o Orlando desfilando com seu canzarrão. Ele já havia pedido um grande pastor alemão para sua mãe, mas ela só aceitava em casa um cachorrinho pequeno. Certa manhã Gastão se pôs a imaginar como seria bom ter um cachorro muito, mas muito grande, só para fazer pouco de Orlando Ele desfilaria noite e dia com aquele cachorrão feroz. Ia comprar-lhe uma coleira de couro, cheia de pontas, e uma correia de cobre. E ia dar de comer ao cachorro quatro vezes ao dia para ele ir crescendo cada vez mais. O cachorro do Gastão já estava tão grande que quase não cabia mais em seu pensamento. Mas, frustrado do jeito que estava, Gastão continuava alimentando o cachorro e inchando a imaginação. E aí começaram a surgir os problemas. A casinha do cachorro já não servia mais, e Gastão teve que sair do seu quarto para o bichão dormir lá. Este cachorro das ideias, assim como os cachorros de verdade, também não gostava de banho. Então o seu pobre dono esperava ele dormir, e subia no seu barrigão com rodos, escovas, um balde de água e muito sabão. Aí era aquela escovação danada, e o bicho virava uma montanha de espuma roncando lá no meio do quintal. No final do banho, Gastão ficava cansado só de imaginar. Mas continuava com aquelas idéias loucas que já não estavam mais agradando muito. E a coisa piorou. Quando saíam para passear, aquele mascote altíssimo não parava de babar bem na calça do Gastão. E todos os dias ele tinha que comprar um boné novo. Esta imaginação masoquista foi chateando o Gastão. E ele resolveu não dar mais bola para as besteiras do Orlando, e arranjou um cachorrinho pequeno mesmo, pra querer bem e mais nada. O cachorrão gigante do pensamento do Gastão foi diminuindo de tamanho e, de verde inveja que era, foi ficando branquinho, branquinho. E veio morar no Tobi, que era pequenininho no tamanho, mas um grande amigão. (O inventor de imaginações. Rogério Borges.) Responda: 1) A princípio, Gastão queria ter um cão. Mas era por vontade e amor ao bicho? Justifique. 11) Leia: Orlando, um meninão, vivia de 2) Por que começaram a surgir problemas com o cachorro da fantasia de Gastão? nariz empinado. 3) O que fez Gastão mudar de ideia em relação ao cão de Orlando? A. Esta oração tem como sujeito: Orlando. 4) Gastão era um menino invejoso ou criativo? Justifique sua opinião. B. Esta oração tem como sujeito: Orlando, um 5) De repente o cão que Gastão imaginava começou a ficar branquinho. O que indica a cor meninão. branca? C. O predicado desta oração é: “vivia de nariz 6) Leia com atenção as afirmativas abaixo relacionadas ao texto e escreva à frente de empinado”. cada uma, CERTO ou ERRADO. D. Os verbos desta oração são: “vivia” e a) Quando Gastão via Orlando com seu canzarrão, era dominado pelo sentimento da “empinado”. inveja. _______________ b) O dia-a-dia de Gastão sofreu mudanças. Ele teve que sair do quarto para seu cão 12)om relação às afirmativas acima dormir lá. ________________ podemos dizer que: c) Gastão não gostou da experiência de ter um cachorro gigante e devolveu-o ao antigo ( a ) Apenas a afirmativa A está correta. dono._______________ ( b ) Apenas a afirmativa B está correta. d) A inveja de Gastão ficou menor e ele arranjou o Tobi. ______________ ( c ) Apenas a afirmativa D está correta. e) Gastão libertou-se da inveja e arranjou um cachorrinho de verdade, pequeno___ ( d ) Estão corretas as afirmativas A e C. ( e ) Estão corretas as afirmativas B e C. 7) Assinale a alternativa em que a palavra mal está empregada corretamente. ( a ) Um mal comportamento pode ser prejudicial. ( b ) Gastão começou a se sentir mal com a inveja que o dominava. ( c ) Orlando, no fundo, era um pouco mal. ( d ) Ele tornou-se um mal elemento quando envolveu-se com traficantes. ( e ) O seu mau-caráter não o ajuda em nada. 8) Na oração: “Ele desfilaria noite e dia com aquele cachorrão feroz.” ( a ) O predicado é verbal: “ele desfilaria noite e dia com aquele cachorrão feroz” . ( b ) O predicado é nominal: “ele desfilaria noite e dia com aquele cachorrão feroz”. ( c ) O predicado é verbal: “desfilaria noite e dia com aquele cachorrão feroz”. ( d ) O sujeito é “cachorrão feroz” ( e ) O sujeito é “ele desfilaria”. 9) O cachorro do Gastão ficou muito grande. ( a ) Sujeito: cachorro / Predicado verbal: do Gastão ficou muito grande. ( b ) Sujeito: O cachorro / Predicado nominal: do Gastão ficou muito grande. ( c ) Sujeito: O cachorro do Gastão / Predicado verbal: ficou muito grande. ( d ) Sujeito: O cachorro do Gastão / Predicando nominal: ficou muito grande. ( e ) Sujeito: O cachorro / Predicado nominal: ficou muito grande. 10) Assinale a alternativa em que a palavra mau está empregada de forma incorreta. ( a ) Orlando, no fundo era um pouco mau. ( b ) Não sabia que ele era um mau-caráter. ( c ) Dizem que o grande mau entre pais e filhos é a falta de diálogo. ( d ) Não seja tão mau. Afinal, você também pode precisar de ajuda. ( e ) Estou tendo um mau pressentimento.
  • 3. Lição de amizade Um homem, seu cavalo e seu cão, caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente. Às vezes os mortos levam tempo para se dar conta de sua nova condição... A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada. * Bom dia, ele disse. * Bom dia, respondeu o homem. * Que lugar é este, tão lindo? Ele perguntou. * Isto aqui é o céu, foi a resposta.. * Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem. * O senhor pode entrar e beber água à vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte. * Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede. * Lamento muito, disse o guarda. Aqui não se permite a entrada de animais. O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho. Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semiaberta. A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra. À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo. * Bom dia, disse o caminhante. * Bom dia, disse o homem. * Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro. * Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar. Podem beber à vontade. O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede. * Muito obrigado, ele disse ao sair. * Voltem quando quiserem, respondeu o homem. * A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar? * Céu, respondeu o homem. * Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu! * Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno. O caminhante ficou perplexo. * Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões. * De forma alguma, respondeu o homem. Na verdade, eles nos fazem um grande favor. “Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos, por puro egoísmo...” 1. Por que o homem disse que as pessoas poderiam fazer confusão entre o céu e o inferno? 2. Por que o Senhor disse que o inferno fazia um favor ao céu? 3. Por que o homem não quis tomar agua sem seus animais? 4. Que lição a história nos da? 5. Que sentimentos fizeram com que o homem encontrasse o paraíso?
  • 4. A minhoquinha dorminhoca A minhoquinha Filomena morava num belo jardim, cheio de flores. Sua casinha ficava no pé da roseira azul, e era muito arrumadinha. No inverno fez tanto frio, mas tanto frio, que a minhoquinha fechou as portas e as janelas da casa e foi pra caminha. Cobriu-se com todos os cobertores que tinha, e ficou tão quentinha, mas tão quentinha, que acabou dormindo o inverno inteiro. Foi-se o inverno e veio a primavera. As flores do jardim se abriram para o sol e a vida ficou mais feliz. As abelhas vieram colher o pólen das flores. As formigas saíram do formigueiro para pegar folhas verdinhas. Os passarinhos cantavam nas árvores e faziam seus ninhos. Foi quando Titi, o beija-flor, sentiu falta da minhoquinha. - Onde está a Filomena? – perguntou ele. Mas ninguém tinha visto ainda a minhoquinha nessa primavera. Titi foi até a casa dela e viu portas e janelas fechadas. Então Titi teve uma idéia: fazer uma serenata para acordar a minhoquinha. Combinou tudo com os amigos do jardim. O grilo trouxe o violino. A borboleta trouxe a trombeta. O castor trouxe o tambor. E o beija-flor cantou uma linda música. A minhoquinha acordou, se espreguiçou, saiu da cama e foi ver o que era aquilo. Quando abriu a janela o sol entrou em sua casa e ela pode ouvir a linda cantoria da primavera. Emílio Carlos 1- Responda: 2- O que Filomena fez no inverno? R: __________ a) Qual é o título do texto? 3- Quem sentiu a falta da minhoquinha? R: __________ b) Qual é o autor do texto? 4- Qual a ideia do beija-flor para acordar a minhoquinha Filomena? c) Qual é o personagem principal do texto? R: ______________________ d) Quantos parágrafos há no texto? 5- E o que fez o beija –flor? R: __________________ 6- Marque um X na resposta correta: A - Qual palavra está no plural? B - Qual palavra está no diminutivo? I - A minhoquinha Filomena morava : ( ) flores ( ) jardim ( ) Num buraquinho do jardim ( ) casa ( ) ninhos ( ) numa casinha no pé da roseira azul ( ) formigueiro ( ) casinha ( ) num jardim feio e sem flores C - Qual palavra é feminina? D - Qual palavra é masculina? J - No inverno : L- Quais bichinhos ajudaram o beija- ( ) passarinhos ( ) tambor ( ) ventou muito. flor? ( ) primavera ( ) abelhas ( ) estava muito quente. ( ) gato ( ) borboleta ( ) inverno ( ) música ( ) fez muito frio. ( ) formiga ( ) cigarra ( ) grilo ( ) passarinho ( ) castor E- Qual palavra é dissílaba? F- Qual palavra é monossílaba? ( ) janelas ( ) amigos ( ) borboleta ( ) sol ( ) jardim ( ) primavera G- Qual palavra é polissílaba? H- Qual palavra é trissílaba? ( ) violino ( ) arrumadinha ( ) ninguém ( ) azul ( ) quentinha ( ) trombeta Por que alguns animais comem pedras? Alguns animais têm hábitos que podemos considerar curiosos... Os gatos, por exemplo, se lambem para limpar o pelo. Já os cachorros instintivamente procuram comer certas ervas quando estão sentindo algum mal-estar. Mas tem bicho com hábitos ainda mais intrigantes, como comer pedras! É isso aí! E olha que, em vez de fazê-los passar mal, as pedras exercem funções úteis dentro do organismo. As pedras engolidas por certos animais são chamadas gastrólitos, que quer dizer 'pedras do estômago'. É dentro deste órgão que elas ficam armazenadas e ajudam a triturar os alimentos e a limpar as paredes estomacais dos parasitos que a infestam. Além disso, as pedras aliviam a sensação de fome durante longos períodos em que os bichos precisam ficar sem comer, já que ocupam um bom lugar em seu organismo. Crocodilos, pinguins, focas e leões-marinhos, entre outros animais aquáticos, estão na lista dos engolidores de pedra. Mas não pensem que os bichos engolem qualquer pedra que veem pela frente. Eles escolhem com muito cuidado as que vão para sua barriga. Valem as mais lisinhas e bem arredondadas. (SALVATORE, S. Por que alguns animais comem pedra? Ciência Hoje das Crianças, Rio de Janeiro, n. 141, nov. 2003. Adaptação.) 01. Os animais que comem pedras escolhem 04. Esse texto que você leu as que são (A) descreve como alimentar os animais doentes. (A) arredondadas. (B) macias. (B) informa curiosidades sobre alimentação de alguns animais. (C) grandes. (D) pontudas. (C) apresenta animais que precisam comer ervas todo o tempo. (D) explica como os gatos e cachorros se alimentam. 02. Em “em vez de fazê-los passar mal”, o termo destacado refere-se a 05. Além de triturar os alimentos, as pedras também são úteis porque (A) animais que comem pedras. (A) limpam as paredes do estômago e aliviam a sensação de fome. (B) cachorros que comem certas ervas. (B) limpam o pelo e absorvem vitaminas. (C) gatos que se lambem para limpar o pelo. (C) aliviam o mal-estar e limpam as paredes do estômago. (D) parasitos que infestam os animais. (D) ajudam a digerir ervas e matam a fome. 03. Em "Mas tem bicho com hábitos ainda 06. O texto "Por que alguns animais comem pedras?" serve para mais intrigantes, como comer pedras!", (A) contar uma história de animais. apalavra "intrigante" quer dizer (B) informar sobre os hábitos curiosos de alguns animais. (A) ruim. (B) estranho. (C) dar uma notícia sobre animais em extinção. (C) saudável. (D) doentio. (D) informar sobre animais de estimação.
  • 5. Estava um rato prestes a ser devorado por um gato faminto quando um leão que passava por perto, comovido com seu desespero, espantou o gato pra longe. Refeito do susto, o ratinho agradeceu: – Muito obrigado por salvar minha vida, majestade. O senhor é o rei da floresta e não precisaria se incomodar com um ser tão insignificante como eu. Mas um dia eu hei de lhe retribuir este favor. O leão, que não havia feito aquilo pensando em recompensa, seguiu o seucaminho: – Pobre ratinho, como poderia ele retribuir um favor ao rei dos animais? No dia seguinte, o leão estava andando distraído quando pisou numa rede estendida para aprisioná-lo. Assim que pôs a pata na armadilha, a rede se fechou sobre o seu corpo. – Ai de mim. Ficarei aqui a noite inteira até que cheguem os caçadores e me matem sem dó nem piedade. Eis que pela estrada vem passando o ratinho seu amigo. Ao ver o leão naquela situação, prontificou-se no mesmo instante: – É já que vou retribuir o favor que você me fez. E pôs-se a roer as cordas até livrar o leão da rede dos caçadores. Fábulas de Esopo. Adapt. de Ivana Arruda Leite. São Paulo: Escala Educacional. 2004. QUESTÃO 01 QUESTÃO 08 A fábula recebeu esse título porque: No texto, a palavra que significa próximo de acontecer é: a) indica que o leão é o rei dos animais. a) prestes. b) indica quem são os personagens principais. b) retribuir. c) indica que o leão e o rato são os personagens c) comovido. secundários. d) prontificou-se. d) nega os fatos importantes acontecidos com todos os personagens. QUESTÃO 09 O verbo refazer foi empregado no texto como sinônimo de: QUESTÃO 02 a) reparar, arrumar. A atitude do leão para salvar o rato demonstra: b) reorganizar, reformar. a) inveja do gato. c) fazer de novo, corrigir. b) piedade pelo rato. d) restaurar as forças, revigorar-se. c) desprezo pelo rato. d) egoísmo por ser mais forte. QUESTÃO 10 A fala do leão preso na armadilha confirma o sentimento de: QUESTÃO 03 a) falta de esperança em ser salvo. O sentimento do rato em relação à atitude do leão indica: b) surpresa com a atitude dos caçadores. a) astúcia. c) esperança de chegar um amigo e salvá-lo. b) vaidade. d) certeza de que ia livrar-se sozinho da armadilha. c) gratidão. d) liberdade. QUESTÃO 04 O leão foi aprisionado por causa: a) da sua distração. b) da mata fechada. c) do desejo de vingança do gato. d) do seu desconhecimento do ambiente. QUESTÃO 05 O ensinamento coerente com os fatos dessa fábula é: a) O orgulho leva à morte. b) É melhor confiar desconfiando. c) Quando a sorte muda, os fortes necessitam dos fracos. d) Aos poderosos, tudo se desculpa; aos miseráveis, nada se perdoa. QUESTÃO 06 O trecho “[...] quando pisou numa rede estendida para aprisioná-lo” comprova que os caçadores pretendiam: a) caçar o leão. b) ajudar o rato. c) testar a armadilha. d) caçar qualquer animal. QUESTÃO 07 O adjetivo pobre, empregado no 4º parágrafo, expressa: a) posição social. b) falta de dinheiro. c) motivo de orgulho. d) digno de compaixão.
  • 6. 03 – Podemos afirmar, observando os verbos, que a história está escrita no: A) presente; B) passado; C) futuro; Era uma vez um cão, que ia atravessando um rio. Levava na D) nenhuma das alternativas. boca um suculento pedaço de carne. Porém, viu na água do rio a sombra da carne, que era muito maior. 04 – Que motivo levou o cão a deixar seu pedaço de Prontamente ele largou seu pedaço de carne e mergulhou no carne e se jogar na água em busca de outro pedaço? rio para pegar o maior. A) queria dar um mergulho; Nadou, nadou e não achou nada, e ainda perdeu o pedaço B) achou que sua carne estava grande e quis pegar uma que levava. menor; Moral da história: Nunca deixes o certo pelo duvidoso. C) viu na água o retrato de um cão amigo; De todas as fraquezas humanas, a cobiça é a mais comum, e D) a gula e a cobiça. é todavia a mais castigada. 05 – Assinale a alternativa onde todos os verbos estejam no passado. Fábula de Esopo A) mergulhou, nadou, achou; 01- O personagem principal da história é: B) pedaço, carne, rio; A) o cão; C) cão, ele, fraquezas; B) a carne; D) duvidoso, história, suculento. C) o rio; D) a cobiça. 06 – Há no texto adjetivos, ou seja, palavras que exercem a função de atribuir qualidades boas ou ruins. Assinale a 02 - Há uma marca temporal que nos indica alternativa que contém apenas qualidades. quando o fato aconteceu. Assinale essa marca. A) pedaço, cobiça, fraqueza; A) porém; B) suculento, maior, duvidoso; B) era uma vez; C) cão, levava, atravessando; C) todavia; D) duvidoso, história, rio. D) prontamente. 07. Não deixes o certo pelo duvidoso.” Que outro ditado popular poderia substituir o da história? Assinale a alternativa correta. A) Mais vale um pássaro na mão do que dois voando; B) Antes pingar do que secar; C) Quem tudo quer tudo perde; D) Todas as alternativas estão corretas. 08 – O texto lido possui: A) personagem; B) espaço (lugar onde acontece o fato); C) conflito (motivo que desencadeia a história, caracterizando-a como narrativa); D) Todas as alternativas estão corretas. 09 – Podemos afirmar que o conflito, o problema que desencadeia toda a narrativa é: A) a carne suculenta que o cão tinha; B) a gulodice, o desejo de conseguir um pedaço maior de carne; C) o cão estava com calor e quis dar um mergulho; D) o desejo de perder tudo que tinha. 10 – Observe os pares de antônimos que há no texto. Assinale a alternativa correta. A) perdeu – achou; B) maior – menor; C) certo – duvidoso; D) Todas as alternativas estão corretas. 11 – “... Nadou, nadou e não achou nada, e ainda perdeu o pedaço que levava...” Esse trecho do texto expressa: A) desânimo; B) alegria; C) fracasso; D) As alternativas A e C estão corretas. 12 – “Cobiça” significa: A) desejar; B) mentir; C) enganar; D) respeitar.