O documento discute a relação entre teoria e prática no serviço social, afirmando que a instrumentalidade se refere à capacidade constitutiva da profissão construída historicamente, não aos instrumentos em si. A intervenção profissional exige definir os objetivos, ações e meios para passar da intenção à prática competente e compromissada com valores emancipatórios. Na verdade, a teoria só pode ser a mesma que na prática, uma vez que busca conhecer a realidade.