Boletim informativo
.Acesse www.adufms.org.br
9830 0281
em resposta concreta do governo federal às reivindicações, não nos resta outra
Salternativa, senão a mobilização forte e decisiva da nossa categoria! Para tanto, a
ADUFMS convoca Assembleia Geral para o dia 26 de maio de 2015, às 8h, na sede
do Sindicato em Campo Grande e nos campi da UFMS no interior, com o objetivo de deliberar
sobre a decretação do ESTADO DE GREVE.
Neste dia 14 de maio, convidamos tod@s @s docentes para a promoção da Aula Pública,
momento em que explicaremos à comunidade universitária nossas reivindicações sobre a
reestruturação da carreira, reposição das perdas salariais e contra a cassação dos direitos
trabalhistas pelo governo federal.
Entendemos que o movimento paredista não é bom para ninguém, em razão do
contratempo que traz às nossas atividades de rotina e do prejuízo causado na vida dos alunos e
das alunas da UFMS. No entanto, diante do silêncio governamental, não resta outra alternativa.
Vamos ao embate contra a concepção financista e os cortes de gastos promovidos pelo Poder
Central que afeta toda a sociedade, incluindo a Educação.
Não podemos – e não vamos aceitar ! –, mais uma vez, que o preço do descontrole da
máquina pública seja pago pelos/pelas servidores/as públicos/as federais, enquanto os
banqueiros ganham dinheiro fácil com juros exorbitantes que só agravam a dívida pública do
Estado.
O governo comprometido com os/as trabalhadores/as e a população mais pobre não pode
sacrificar a Educação, instrumento eficiente de igualdade de oportunidades para todos e todas.
Há outros caminhos para ajustar a economia: combater a corrupção, taxar as grandes
fortunas, a terra improdutiva, o sistema financeiro, revisar a política de incentivo aos grandes
grupos econômicos e punir com rigor a sonegação fiscal. Basta coragem política para enfrentar
aqueles que sempre se beneficiaram com o enxugamento do Estado.
CAMPANHA SALARIAL 2015/2016
ASSEMBLEIA GERAL 26/05/2015 (a confirmar)
SEDE DA ADUFMS CAMPO GRANDE E
‘CAMPI’ DO INTERIOR
PAUTA: AVALIAÇÃO DO INDICATIVO
GREVE
MOTIVO: DESCASO DO GOVERNO COM AS
NOSSAS REIVINDICAÇÕES SALARIAIS
E DE MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO
Vamos defender nossa carreira e nossos direitos!
EDIÇÃO
EXTRA
PL 4.330 - @s servidor@s públic@s federais estão mobilizad@s contra o PL 4.330 que em primeira
instância parece voltado apenas à iniciativa privada. É um equívoco! A terceirização, da forma como vem
sendo proposta, pode atingir também o serviço público, inclusive com a contratação de docentes sem
concurso público. Apesar da afirmativa do governo de que isso não ocorrerá é bom ficar alerta, pois é
permanente.
MPs 664 e 665 - Somos radicalmente contra a retirada de direitos d@s trabalhador@s. Podemos até dizer
que não temos nada a ver com seguro-desemprego previsto na MP 665, mas a retirada de direitos de uns
abre precedentes para novas investidas contra os direitos trabalhistas. Esse é o caso da MP 664, que
altera critérios de benefícios a pensionistas no Serviço Público Federal. Se há fraudes e abusos, eles
devem ser apurados e os responsáveis punid@s. Não admitimos punição a quem nada deve: @s
trabalhador@s.
Desfiliação doProifes - Por reivindicação de divers@s filiad@s, iniciamos a discussão sobre nosso
vínculo com o Proifes. Na Assembleia Geral do dia 15 de abril foi definido que os representantes da
ADUFMS na direção, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal do Proifes deveriam solicitar afastamento
de seus cargos e os repasses deveriam ser suspensos. Em breve será convocada assembleia específica
para discutir a desfiliação ou não da citada Federação e os encaminhamentos necessários conforme
decisão da categoria.
Plano de Atividades Docentes (Padoc) - Mais uma vez repudiamos a forma como processos tão
relevantes para a vida d@s docentes são decididos de forma arbitrária, sem a devida representatividade
dos segmentos que compõem a Universidade. A aprovação ad referendum da Resolução 34/2015 é um
acinte à democracia. Se o controle é necessário queremos que seja amplamente discutido. Não se pode
fazer diferenciação de profissionais que exercem a mesma função. A Universidade se orienta pelo tripé
ensino,pesquisa e extensão, sendo que todas essas atribuições devem ter o mesmo nível de importância.
Contra consulta pública on-line para decisões na UFMS; em defesa do fortalecimento dos processos
participativos e pelo voto paritário para legitimação de eleições na UFMS – Em outras oportunidades,
chamamos a atenção para o enfraquecimento das instâncias de decisão coletiva da Universidade. A
adoção de consultas públicas on-line revela uma forma de distanciamento que consideramos prejudicial à
Instituição. A gestão democrática não é apenas desejo de determinados grupos. É também dispositivo
constitucional. A autonomia da Universidade está vinculada a um processo coletivo de gestão, com
colegiados fortes, em que todos os segmentos têm voz, decidem e executam. Sem essas características,
superdimensiona-se poder personalista e autoritário. Reivindicamos ampla participação da comunidade
universitária por meio de seus representantes nos colegiados. Essa prática começa por uma eleição com
representação paritária desses segmentos, que escolhem com igual poder seus dirigentes e são
coautores do projeto desenvolvido pela IES, com fins de garantir a universidade pública, gratuita e de
qualidade para tod@s.
Paralisação como estratégia de pressionar – Apesar da disposição do governo em se sentar com as
representações sindicais d@s servidor@s públic@s federais, ainda não foi apresentada nenhuma
proposta. Já estamos vislumbrando dias difíceis. Por isso já tiramos indicativo de greve e hoje estamos
mobilizad@s, conclamando a tod@s para que fiquem atent@s. Unid@s somos fortes e conseguiremos
avançar nas conquistas. Não vamos nos intimidar! Não estamos fazendo movimento isolado e sem
motivação. Já perdemos no último período, desde 2012, pelo menos 5% do poder de compra de nossos
salários. A inflação tem perspectiva de atingir a marca de 8% em 2015. Portanto, a nossa luta garantirá a
reposição dessas perdas e ganho real. Sem luta, não teremos vitória!
Políticas de assistência estudantil visando à permanência d@s alun@s, à contenção da evasão e à
qualidade do ensino – Muito se tem falado da preocupação com as vagas ociosas na universidade
pública a partir dos programas implementados nos últimos anos, como o Reuni, ingresso por meio do
Enem, cotas, entre outros.Aplaudimos a oportunidade de acesso d@s jovens filh@s d@s trabalhador@s
a instituições de excelência, como é o caso da universidade pública. A permanência não depende apenas
de boa vontade. É preciso que se implemente de fato e de direito uma política de assistência estudantil que
permita a ess@ alun@ moradia adequada, alimentação, acesso aos recursos necessários a seus
estudos, incluindo as tecnologias existentes, entre outros aspectos que contribuem para a qualidade da
aprendizagem dess@s alun@s.
AULA PÚBLICA
NOSSAS REIVINDICAÇÕES

Informativo Adufms edição extra aula pública

  • 1.
    Boletim informativo .Acesse www.adufms.org.br 98300281 em resposta concreta do governo federal às reivindicações, não nos resta outra Salternativa, senão a mobilização forte e decisiva da nossa categoria! Para tanto, a ADUFMS convoca Assembleia Geral para o dia 26 de maio de 2015, às 8h, na sede do Sindicato em Campo Grande e nos campi da UFMS no interior, com o objetivo de deliberar sobre a decretação do ESTADO DE GREVE. Neste dia 14 de maio, convidamos tod@s @s docentes para a promoção da Aula Pública, momento em que explicaremos à comunidade universitária nossas reivindicações sobre a reestruturação da carreira, reposição das perdas salariais e contra a cassação dos direitos trabalhistas pelo governo federal. Entendemos que o movimento paredista não é bom para ninguém, em razão do contratempo que traz às nossas atividades de rotina e do prejuízo causado na vida dos alunos e das alunas da UFMS. No entanto, diante do silêncio governamental, não resta outra alternativa. Vamos ao embate contra a concepção financista e os cortes de gastos promovidos pelo Poder Central que afeta toda a sociedade, incluindo a Educação. Não podemos – e não vamos aceitar ! –, mais uma vez, que o preço do descontrole da máquina pública seja pago pelos/pelas servidores/as públicos/as federais, enquanto os banqueiros ganham dinheiro fácil com juros exorbitantes que só agravam a dívida pública do Estado. O governo comprometido com os/as trabalhadores/as e a população mais pobre não pode sacrificar a Educação, instrumento eficiente de igualdade de oportunidades para todos e todas. Há outros caminhos para ajustar a economia: combater a corrupção, taxar as grandes fortunas, a terra improdutiva, o sistema financeiro, revisar a política de incentivo aos grandes grupos econômicos e punir com rigor a sonegação fiscal. Basta coragem política para enfrentar aqueles que sempre se beneficiaram com o enxugamento do Estado. CAMPANHA SALARIAL 2015/2016 ASSEMBLEIA GERAL 26/05/2015 (a confirmar) SEDE DA ADUFMS CAMPO GRANDE E ‘CAMPI’ DO INTERIOR PAUTA: AVALIAÇÃO DO INDICATIVO GREVE MOTIVO: DESCASO DO GOVERNO COM AS NOSSAS REIVINDICAÇÕES SALARIAIS E DE MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO Vamos defender nossa carreira e nossos direitos! EDIÇÃO EXTRA
  • 2.
    PL 4.330 -@s servidor@s públic@s federais estão mobilizad@s contra o PL 4.330 que em primeira instância parece voltado apenas à iniciativa privada. É um equívoco! A terceirização, da forma como vem sendo proposta, pode atingir também o serviço público, inclusive com a contratação de docentes sem concurso público. Apesar da afirmativa do governo de que isso não ocorrerá é bom ficar alerta, pois é permanente. MPs 664 e 665 - Somos radicalmente contra a retirada de direitos d@s trabalhador@s. Podemos até dizer que não temos nada a ver com seguro-desemprego previsto na MP 665, mas a retirada de direitos de uns abre precedentes para novas investidas contra os direitos trabalhistas. Esse é o caso da MP 664, que altera critérios de benefícios a pensionistas no Serviço Público Federal. Se há fraudes e abusos, eles devem ser apurados e os responsáveis punid@s. Não admitimos punição a quem nada deve: @s trabalhador@s. Desfiliação doProifes - Por reivindicação de divers@s filiad@s, iniciamos a discussão sobre nosso vínculo com o Proifes. Na Assembleia Geral do dia 15 de abril foi definido que os representantes da ADUFMS na direção, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal do Proifes deveriam solicitar afastamento de seus cargos e os repasses deveriam ser suspensos. Em breve será convocada assembleia específica para discutir a desfiliação ou não da citada Federação e os encaminhamentos necessários conforme decisão da categoria. Plano de Atividades Docentes (Padoc) - Mais uma vez repudiamos a forma como processos tão relevantes para a vida d@s docentes são decididos de forma arbitrária, sem a devida representatividade dos segmentos que compõem a Universidade. A aprovação ad referendum da Resolução 34/2015 é um acinte à democracia. Se o controle é necessário queremos que seja amplamente discutido. Não se pode fazer diferenciação de profissionais que exercem a mesma função. A Universidade se orienta pelo tripé ensino,pesquisa e extensão, sendo que todas essas atribuições devem ter o mesmo nível de importância. Contra consulta pública on-line para decisões na UFMS; em defesa do fortalecimento dos processos participativos e pelo voto paritário para legitimação de eleições na UFMS – Em outras oportunidades, chamamos a atenção para o enfraquecimento das instâncias de decisão coletiva da Universidade. A adoção de consultas públicas on-line revela uma forma de distanciamento que consideramos prejudicial à Instituição. A gestão democrática não é apenas desejo de determinados grupos. É também dispositivo constitucional. A autonomia da Universidade está vinculada a um processo coletivo de gestão, com colegiados fortes, em que todos os segmentos têm voz, decidem e executam. Sem essas características, superdimensiona-se poder personalista e autoritário. Reivindicamos ampla participação da comunidade universitária por meio de seus representantes nos colegiados. Essa prática começa por uma eleição com representação paritária desses segmentos, que escolhem com igual poder seus dirigentes e são coautores do projeto desenvolvido pela IES, com fins de garantir a universidade pública, gratuita e de qualidade para tod@s. Paralisação como estratégia de pressionar – Apesar da disposição do governo em se sentar com as representações sindicais d@s servidor@s públic@s federais, ainda não foi apresentada nenhuma proposta. Já estamos vislumbrando dias difíceis. Por isso já tiramos indicativo de greve e hoje estamos mobilizad@s, conclamando a tod@s para que fiquem atent@s. Unid@s somos fortes e conseguiremos avançar nas conquistas. Não vamos nos intimidar! Não estamos fazendo movimento isolado e sem motivação. Já perdemos no último período, desde 2012, pelo menos 5% do poder de compra de nossos salários. A inflação tem perspectiva de atingir a marca de 8% em 2015. Portanto, a nossa luta garantirá a reposição dessas perdas e ganho real. Sem luta, não teremos vitória! Políticas de assistência estudantil visando à permanência d@s alun@s, à contenção da evasão e à qualidade do ensino – Muito se tem falado da preocupação com as vagas ociosas na universidade pública a partir dos programas implementados nos últimos anos, como o Reuni, ingresso por meio do Enem, cotas, entre outros.Aplaudimos a oportunidade de acesso d@s jovens filh@s d@s trabalhador@s a instituições de excelência, como é o caso da universidade pública. A permanência não depende apenas de boa vontade. É preciso que se implemente de fato e de direito uma política de assistência estudantil que permita a ess@ alun@ moradia adequada, alimentação, acesso aos recursos necessários a seus estudos, incluindo as tecnologias existentes, entre outros aspectos que contribuem para a qualidade da aprendizagem dess@s alun@s. AULA PÚBLICA NOSSAS REIVINDICAÇÕES