Quem era D. Inês de Castro… A vida, o romance com D. Pedro, a sua morte e a homenagem.
Quem era? Inês de Castro era a filha natural de Pedro Fernandes de Castro, que era mordomo do rei Afonso XI de Castela, e de uma dama portuguesa, Aldonça Lourenço de Valadares. O seu pai, neto por via ilegítima de Sancho IV de Castela, era um dos fidalgos mais vigorosos do reino de Castela.
O Romance com D.Pedro Em Outubro do ano sequente, Constança morreu ao dar à luz o futuro rei Fernando I de Portugal. Desamparado, Pedro mandou Inês regressar do banimento e os dois foram viver juntos em sua casa, o que provocou grande alvoroço na corte, para enorme desgosto de El-Rei seu pai. Começou então uma desavença entre o rei e o infante.
No entanto, fruto dos seus amores, Inês foi tendo filhos de D. Pedro: Afonso, João, Dinis e Beatriz. A nascença destes veio piorar a situação: Duradouro o reinado de D. Dinis, D. Afonso IV sentira-se em risco de ser preterido na sucessão ao trono devido aos filhos bastardos do seu pai. Haviam rumores de que o príncipe tinha se casado secretamente com Inês. O rei D. Afonso IV decidiu que a melhor solução seria matar a soberana galega.
A morte de D. Inês de Castro A 7 de Janeiro de 1355, o rei cedeu às pressões dos seus conselheiros e do povo e, aproveitando a ausência de Pedro numa jornada de caça, enviou Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco para matarem Inês de Castro em Santa Clara. A morte de Inês provocou a revolta de D. Pedro contra D. Afonso IV.
Pedro tornou-se no oitavo rei de Portugal em 1357. As palavras do rei e do seu capelão foram as únicas provas desse casamento. De seguida perseguiu os assassinos de Inês, que tinham fugido para o reino de Castela. Pêro Coelho e Álvaro Gonçalves foram presos e executados.
A Homenagem A tétrica cerimónia da coroação e do beija mão à rainha morta, que D. Pedro teria imposto à sua corte e tornar-se-ia numa das imagens mais ardentes no imaginário popular, terá provavelmente sido inserida nas narrativas do final do século XVI, depois da popularização do episódio dos Lusíadas.
Feito por: George Teodorescu, nº6 Lúcia Marques, nº15

Ines De Castro George E Lucia

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    Quem era D.Inês de Castro… A vida, o romance com D. Pedro, a sua morte e a homenagem.
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    Quem era? Inêsde Castro era a filha natural de Pedro Fernandes de Castro, que era mordomo do rei Afonso XI de Castela, e de uma dama portuguesa, Aldonça Lourenço de Valadares. O seu pai, neto por via ilegítima de Sancho IV de Castela, era um dos fidalgos mais vigorosos do reino de Castela.
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    O Romance comD.Pedro Em Outubro do ano sequente, Constança morreu ao dar à luz o futuro rei Fernando I de Portugal. Desamparado, Pedro mandou Inês regressar do banimento e os dois foram viver juntos em sua casa, o que provocou grande alvoroço na corte, para enorme desgosto de El-Rei seu pai. Começou então uma desavença entre o rei e o infante.
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    No entanto, frutodos seus amores, Inês foi tendo filhos de D. Pedro: Afonso, João, Dinis e Beatriz. A nascença destes veio piorar a situação: Duradouro o reinado de D. Dinis, D. Afonso IV sentira-se em risco de ser preterido na sucessão ao trono devido aos filhos bastardos do seu pai. Haviam rumores de que o príncipe tinha se casado secretamente com Inês. O rei D. Afonso IV decidiu que a melhor solução seria matar a soberana galega.
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    A morte deD. Inês de Castro A 7 de Janeiro de 1355, o rei cedeu às pressões dos seus conselheiros e do povo e, aproveitando a ausência de Pedro numa jornada de caça, enviou Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco para matarem Inês de Castro em Santa Clara. A morte de Inês provocou a revolta de D. Pedro contra D. Afonso IV.
  • 6.
    Pedro tornou-se nooitavo rei de Portugal em 1357. As palavras do rei e do seu capelão foram as únicas provas desse casamento. De seguida perseguiu os assassinos de Inês, que tinham fugido para o reino de Castela. Pêro Coelho e Álvaro Gonçalves foram presos e executados.
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    A Homenagem Atétrica cerimónia da coroação e do beija mão à rainha morta, que D. Pedro teria imposto à sua corte e tornar-se-ia numa das imagens mais ardentes no imaginário popular, terá provavelmente sido inserida nas narrativas do final do século XVI, depois da popularização do episódio dos Lusíadas.
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    Feito por: GeorgeTeodorescu, nº6 Lúcia Marques, nº15