O documento analisa identidades coletivas e conflitos sociais, abordando a perspectiva histórica e teórica de sociólogos como Marx, Durkheim, Weber e Simmel. Discute a transição para uma sociedade pós-industrial e os novos movimentos sociais, especialmente na Amazônia, onde a ambientalização dos conflitos sociais destaca a luta por direitos e autonomia. Conclui que a compreensão das identidades coletivas é essencial para entender as dinâmicas sociais contemporâneas, marcadas por novas formas de opressão e resistência.