O texto apresenta dois trechos que discutem a natureza humana. O primeiro trecho fala sobre a capacidade de aperfeiçoamento do homem, chamada de "perfectibilidade" por Rousseau, que o diferencia dos animais e permite que mudem e progridam culturalmente ao longo do tempo. O segundo trecho expande essa ideia, afirmando que enquanto os animais são determinados por instintos naturais, os seres humanos podem fazer escolhas que vão contra a natureza e inventar novas tecnologias.