Hidrografia
blucomunicação
integrada
Ciclo hidrológico
PRESS, Frank et al. Para entender a Terra. 4 ed. Porto Alegre. Bookman, 2006. p. 315.
Figurailustrativa,representaçãosem
escala.
Divanzir
Padilha
Ciclo hidrológico e a distribuição da água na Terra
PRESS, Frank et al. Para entender a Terra. 4 ed.
Porto Alegre. Bookman, 2006. p. 315.
Divanzir
Padilha
Ciclo hidrológico e a distribuição da água na Terra
©WikimediaCommons/LucaGaluzzi
Glacial Perito Moreno,
Patagônia, Argentina
Figura ilustrativa,
representação
sem escala.
WICANDER, Reed; MONROE, James S. Fundamentos de Geologia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. p. 264.
MarcosGomes
Quantidades relativas de água na Terra
Figura ilustrativa, representação
sem escala.
Distribuição relativa dos recursos hídricos
renováveis na Terra
Figura ilustrativa, representação sem escala.
BORGHETTI, Nádia R. B.; BORGHETTI, José R.; ROSA FILHO, Ernani F. Aquífero Guarani: a verdadeira
integração dos países do Mercosul. Curitiba: Gia, 2004. p. 51.
BORGHETTI, Nádia R. B.; BORGHETTI, José R.; ROSA FILHO, Ernani F. Aquífero Guarani: a verdadeira integração dos países do Mercosul.
Curitiba: Gia, 2004. p. 59. Adaptação.
LucianoDaniel
Tulio
Disponibilidade hídrica social
Águas superficiais
© Creative Commons/autor desconhecido
© Wikimedia Commons/Fakharany
Rio Nilo, Cairo, Egito
Rio Uruguai, São Borja,
Rio Grande do Sul
Classificação dos rios – quanto ao relevo
Rio Nilo
Azul, Etiópia
Usina
hidrelétrica
Perucac, Rio
Drina, Sérvia
©WikimediaCommons/Giustino
©Shutterstock/PavleMarjanovic
Classificação dos rios – quanto ao relevo
Glacial Derretimento da neve das geleiras
Rio de regime glacial. Ilha do
Sul, Nova Zelândia
Shutterstock/DanBreckwoldt
Classificação dos rios – quanto ao regime
Pluvial Rios alimentados pelas chuvas
Rio São Francisco, próximo
a Piaçabuçu, Alagoas
©CreativeCommons/DarioSanches
Classificação dos rios – quanto ao regime
Misto Chuvas e derretimento da neve das geleiras
Rio Apurimac, uma das nascentes
do Rio Amazonas, Peru
©WikimediaCommons/BryanDougherty Classificação dos rios – quanto ao regime
Sempre
possuem água
em seu canal
Permanentes
ou perenes
©CreativeCommons/ReservasdeCoches.com
Rio Vístula, Cracóvia
Classificação dos rios – quanto ao tipo de
escoamento
Região
Nordeste
do Brasil
Região
Nordeste
do Brasil
Formam-se por
um curto
período, devido
às chuvas
intensas –
torrentes
Secam durante
determinado
período do ano
© Wikimedia Commons/Olaf Tausch
Rio intermitente em Pollença,
Maiorca, Espanha
©WikimediaCommons/Raparigaambiciosa
Rio efêmero.
Yosemite
National Park,
Califórnia
Classificação dos rios – quanto ao tipo de
escoamento
Intermitentes Efêmeros
Temporários
Rios caudalosos e
perenes = clima úmido
Rios caudalosos e
perenes = clima úmido
Foz do tipo “estuário”Foz do tipo “estuário”
Regimes pluviaisRegimes pluviais
Rios de planalto = grande
potencial hidráulico
Rios de planalto = grande
potencial hidráulico
Predomínio
Características da hidrografia brasileira
Bacias hidrográficas
Áreas drenadas por um rio principal,
seus afluentes e subafluentes,
delimitados pelos divisores de água
Áreas drenadas por um rio principal,
seus afluentes e subafluentes,
delimitados pelos divisores de água
Região hidrográfica
Conjunto de bacias
hidrográficas
Conjunto de bacias
hidrográficas
Águas superficiais
AGÊNCIA Nacional de Águas. Disponível em: <http://www.ana.gov.br/pnrh/DOCUMENTOS/5Textos/
2OPlano%20Nacional4_04_03.pdf>. Acesso em: 2 jul. 2009.
LucianoDaniel
Tulio
Regiões hidrográficas brasileiras
Águas
superficiais
Águas oceânicas
Oceano
Pacífico
Oceano
Atlântico
Oceano
Índico
Oceano Glacial
Ártico
Maior de todos e maiores
profundidades
Maior de todos e maiores
profundidades
Mais importante
economicamente
Mais importante
economicamente
Menor em áreaMenor em área
Águas congeladas na
maior parte do ano
Águas congeladas na
maior parte do ano
Águas oceânicas – Oceanos
Grandes
massas de
água salgada
Mar do Norte,
Mar das
Antilhas
Mar do Norte,
Mar das
Antilhas
Mar
Mediterrâneo,
Mar Vermelho
Mar
Mediterrâneo,
Mar Vermelho
Mar Cáspio,
Mar de Aral
Mar Cáspio,
Mar de Aral
Águas oceânicas – Mares
Costeiros
ou abertos
Interiores
ou semi-
-abertos
Fechados
ou Isolados
Comunicação
aberta com o
oceano
Comunicação
por canais
estreitos
Não há
comunicação
com o oceano
Próximos ao
continente,
menor
salinidade e
profundidade
Mar Mediterrâneo,
Cadaqués, Espanha
©WikimediaCommons/NASA/GSFC/JeffSchmaltz Mar Cáspio
©CreativeCommons/GuadalupeCervilla
Mar das Antilhas
próximo à Praia de
Cancun, México
© Wikimedia Commons/Mardetanha
Águas oceânicas – Mares
Movimento de
determinado
volume de água
do oceano com
temperatura,
salinidade,
velocidade e
direção próprias.
Movimento de
determinado
volume de água
do oceano com
temperatura,
salinidade,
velocidade e
direção próprias.
Movimento
regular de subida
e descida das
águas. Atração
do Sol e da Lua
sobre a Terra.
Movimento
regular de subida
e descida das
águas. Atração
do Sol e da Lua
sobre a Terra.
Ação do vento
sobre a superfície
dos oceanos,
profundidade das
águas e forma da
costa continental.
Ação do vento
sobre a superfície
dos oceanos,
profundidade das
águas e forma da
costa continental.
Movimentos das águas oceânicas
Correntes
marítimas
MarésOndas
IBGE. Atlas geográfico escolar. 4. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2007. p. 58. Adaptação.
LucianoDaniel
TulioCorrentes marítimas
Águas
superficiais
Águas subterrâneas
Figura ilustrativa, representação sem escala.PRESS, Frank et al. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. p. 322.
Luis Moura
Águas subterrâneas
©WikimediaCommons/Chrisde
Falmouth
Gêiser, Islândia
Águas subterrâneas – Gêiseres
A água dissolve as
rochas carbonáticas,
como o calcário,
deixando espaços
vagos onde a água irá
circular.
A água dissolve as
rochas carbonáticas,
como o calcário,
deixando espaços
vagos onde a água irá
circular.
Rochas mais
duras, como as
magmáticas e
metamórficas,
apresentam fissuras e
fraturas por onde a
água subterrânea se
movimenta.
Rochas mais
duras, como as
magmáticas e
metamórficas,
apresentam fissuras e
fraturas por onde a
água subterrânea se
movimenta.
A água circula
entre os poros de
rochas
sedimentares.
A água circula
entre os poros de
rochas
sedimentares.
Aquífero poroso ou
sedimentar
Aquífero cárstico
(Karst)
Águas subterrâneas – Aquíferos – Porosidade
Aquífero fraturado ou
fissural
BORGHETTI, Nádia R.B.;
BORGHETTI, José R.;
ROSA FILHO, Ernani F.
Aquífero Guarani:
a verdadeira integração
dos países do Mercosul.
Curitiba: Gia, 2004. p.
131. Adaptação.
LucianoDaniel
Tulio
Aquífero Guarani

Hidrografia

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4.
    PRESS, Frank etal. Para entender a Terra. 4 ed. Porto Alegre. Bookman, 2006. p. 315. Figurailustrativa,representaçãosem escala. Divanzir Padilha Ciclo hidrológico e a distribuição da água na Terra
  • 5.
    PRESS, Frank etal. Para entender a Terra. 4 ed. Porto Alegre. Bookman, 2006. p. 315. Divanzir Padilha Ciclo hidrológico e a distribuição da água na Terra ©WikimediaCommons/LucaGaluzzi Glacial Perito Moreno, Patagônia, Argentina
  • 6.
    Figura ilustrativa, representação sem escala. WICANDER,Reed; MONROE, James S. Fundamentos de Geologia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. p. 264. MarcosGomes Quantidades relativas de água na Terra Figura ilustrativa, representação sem escala.
  • 7.
    Distribuição relativa dosrecursos hídricos renováveis na Terra Figura ilustrativa, representação sem escala. BORGHETTI, Nádia R. B.; BORGHETTI, José R.; ROSA FILHO, Ernani F. Aquífero Guarani: a verdadeira integração dos países do Mercosul. Curitiba: Gia, 2004. p. 51.
  • 8.
    BORGHETTI, Nádia R.B.; BORGHETTI, José R.; ROSA FILHO, Ernani F. Aquífero Guarani: a verdadeira integração dos países do Mercosul. Curitiba: Gia, 2004. p. 59. Adaptação. LucianoDaniel Tulio Disponibilidade hídrica social
  • 9.
  • 10.
    © Creative Commons/autordesconhecido © Wikimedia Commons/Fakharany Rio Nilo, Cairo, Egito Rio Uruguai, São Borja, Rio Grande do Sul Classificação dos rios – quanto ao relevo
  • 11.
    Rio Nilo Azul, Etiópia Usina hidrelétrica Perucac,Rio Drina, Sérvia ©WikimediaCommons/Giustino ©Shutterstock/PavleMarjanovic Classificação dos rios – quanto ao relevo
  • 12.
    Glacial Derretimento daneve das geleiras Rio de regime glacial. Ilha do Sul, Nova Zelândia Shutterstock/DanBreckwoldt Classificação dos rios – quanto ao regime
  • 13.
    Pluvial Rios alimentadospelas chuvas Rio São Francisco, próximo a Piaçabuçu, Alagoas ©CreativeCommons/DarioSanches Classificação dos rios – quanto ao regime
  • 14.
    Misto Chuvas ederretimento da neve das geleiras Rio Apurimac, uma das nascentes do Rio Amazonas, Peru ©WikimediaCommons/BryanDougherty Classificação dos rios – quanto ao regime
  • 15.
    Sempre possuem água em seucanal Permanentes ou perenes ©CreativeCommons/ReservasdeCoches.com Rio Vístula, Cracóvia Classificação dos rios – quanto ao tipo de escoamento
  • 16.
    Região Nordeste do Brasil Região Nordeste do Brasil Formam-sepor um curto período, devido às chuvas intensas – torrentes Secam durante determinado período do ano © Wikimedia Commons/Olaf Tausch Rio intermitente em Pollença, Maiorca, Espanha ©WikimediaCommons/Raparigaambiciosa Rio efêmero. Yosemite National Park, Califórnia Classificação dos rios – quanto ao tipo de escoamento Intermitentes Efêmeros Temporários
  • 17.
    Rios caudalosos e perenes= clima úmido Rios caudalosos e perenes = clima úmido Foz do tipo “estuário”Foz do tipo “estuário” Regimes pluviaisRegimes pluviais Rios de planalto = grande potencial hidráulico Rios de planalto = grande potencial hidráulico Predomínio Características da hidrografia brasileira
  • 18.
    Bacias hidrográficas Áreas drenadaspor um rio principal, seus afluentes e subafluentes, delimitados pelos divisores de água Áreas drenadas por um rio principal, seus afluentes e subafluentes, delimitados pelos divisores de água Região hidrográfica Conjunto de bacias hidrográficas Conjunto de bacias hidrográficas Águas superficiais
  • 19.
    AGÊNCIA Nacional deÁguas. Disponível em: <http://www.ana.gov.br/pnrh/DOCUMENTOS/5Textos/ 2OPlano%20Nacional4_04_03.pdf>. Acesso em: 2 jul. 2009. LucianoDaniel Tulio Regiões hidrográficas brasileiras
  • 20.
  • 21.
    Oceano Pacífico Oceano Atlântico Oceano Índico Oceano Glacial Ártico Maior detodos e maiores profundidades Maior de todos e maiores profundidades Mais importante economicamente Mais importante economicamente Menor em áreaMenor em área Águas congeladas na maior parte do ano Águas congeladas na maior parte do ano Águas oceânicas – Oceanos Grandes massas de água salgada
  • 22.
    Mar do Norte, Mardas Antilhas Mar do Norte, Mar das Antilhas Mar Mediterrâneo, Mar Vermelho Mar Mediterrâneo, Mar Vermelho Mar Cáspio, Mar de Aral Mar Cáspio, Mar de Aral Águas oceânicas – Mares Costeiros ou abertos Interiores ou semi- -abertos Fechados ou Isolados Comunicação aberta com o oceano Comunicação por canais estreitos Não há comunicação com o oceano Próximos ao continente, menor salinidade e profundidade
  • 23.
    Mar Mediterrâneo, Cadaqués, Espanha ©WikimediaCommons/NASA/GSFC/JeffSchmaltzMar Cáspio ©CreativeCommons/GuadalupeCervilla Mar das Antilhas próximo à Praia de Cancun, México © Wikimedia Commons/Mardetanha Águas oceânicas – Mares
  • 24.
    Movimento de determinado volume deágua do oceano com temperatura, salinidade, velocidade e direção próprias. Movimento de determinado volume de água do oceano com temperatura, salinidade, velocidade e direção próprias. Movimento regular de subida e descida das águas. Atração do Sol e da Lua sobre a Terra. Movimento regular de subida e descida das águas. Atração do Sol e da Lua sobre a Terra. Ação do vento sobre a superfície dos oceanos, profundidade das águas e forma da costa continental. Ação do vento sobre a superfície dos oceanos, profundidade das águas e forma da costa continental. Movimentos das águas oceânicas Correntes marítimas MarésOndas
  • 25.
    IBGE. Atlas geográficoescolar. 4. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2007. p. 58. Adaptação. LucianoDaniel TulioCorrentes marítimas
  • 26.
  • 27.
    Figura ilustrativa, representaçãosem escala.PRESS, Frank et al. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. p. 322. Luis Moura Águas subterrâneas
  • 28.
  • 29.
    A água dissolveas rochas carbonáticas, como o calcário, deixando espaços vagos onde a água irá circular. A água dissolve as rochas carbonáticas, como o calcário, deixando espaços vagos onde a água irá circular. Rochas mais duras, como as magmáticas e metamórficas, apresentam fissuras e fraturas por onde a água subterrânea se movimenta. Rochas mais duras, como as magmáticas e metamórficas, apresentam fissuras e fraturas por onde a água subterrânea se movimenta. A água circula entre os poros de rochas sedimentares. A água circula entre os poros de rochas sedimentares. Aquífero poroso ou sedimentar Aquífero cárstico (Karst) Águas subterrâneas – Aquíferos – Porosidade Aquífero fraturado ou fissural
  • 32.
    BORGHETTI, Nádia R.B.; BORGHETTI,José R.; ROSA FILHO, Ernani F. Aquífero Guarani: a verdadeira integração dos países do Mercosul. Curitiba: Gia, 2004. p. 131. Adaptação. LucianoDaniel Tulio Aquífero Guarani

Notas do Editor

  • #2 Objetivos que deverão ser atingidos com o estudo da unidade: - Compreender o ciclo da água. - Distinguir as diferentes fases do ciclo da água. - Perceber a irregular distribuição da água na superfície terrestre. - Identificar as diferentes partes que compõem um rio. - Avaliar as condições ambientais do rio que abastece a sua cidade. - Entender que as águas oceânicas possuem diferentes características. Compreender a importância das águas subterrâneas. A escala dos mapas que estão sendo apresentados nos slides foi calculada para a versão impressa do livro didático, segundo um tamanho predefinido. Quando o mapa é projetado em meio digital, não há como recalcular e ajustar automaticamente essa proporção. Assim, é importante explicar aos alunos que, conforme o tamanho da tela utilizada na projeção, a escala gráfica poderá estar com mais ou com menos de um centímetro de intervalo, o que não é o correto. Os alunos poderão visualizar o mapa no livro didático para que tenham noção da escala utilizada.
  • #3 Usar perguntas do livro (página 48): Você concorda com a ideia transmitida no cartaz? Por quê? De onde vem a água que você consome? Você conhece o local em que a água é captada? Você concorda com as estimativas que mostram a questão da água como preocupante, uma vez que existe a possibilidade de ela vir a faltar?
  • #9 Mapa com escala calculada para a versão impressa do material didático.
  • #20 Mapa com escala calculada para a versão impressa do material didático.
  • #26 Mapa com escala calculada para a versão impressa do material didático.
  • #29 São fontes termais que jorram água quente. Indicam que a região é ígnea (ou magmática). A água que se infiltra na rocha vulcânica, ainda não totalmente resfriada, é aquecida e, quando atinge o ponto de ebulição, a pressão faz com que ela seja ejetada.
  • #30 Rochas impermeáveis que armazenam água em seus poros e/ou fissuras.
  • #33 Mapa com escala calculada para a versão impressa do material didático.