TURMA:1002
ALUNOS: CAIO, ANA CAROLINA,
HIGOR, JOÃO VITOR,
SOUZA,GUILHERME COSTA,
ÁGUAS DE MARÇO
Saneamento em Teresópolis
 Em Teresópolis, estudos técnicos revelam que o sistema de abastecimento de
água no município utiliza dez mananciais para captação, com 300 km de rede
de distribuição e 18.573 ligações totais, sendo 15.564 (83,8%) com hidrômetro.
Fazem parte do sistema duas Estações de Tratamento de Água (ETA) e 34
reservatórios, com capacidade total de 12.996 m3 e 32 elevatórias.
 Nas áreas rurais da Bacia do Rio Paquequer, constatou-se que
aproximadamente 65% dos domicílios destinam o esgoto para sumidouro;
18,75%, direto para o corpo receptor mais próximo; 12,50% para fossa séptica; e
apenas 3,12% para valas.
 A porcentagem de moradias em Teresópolis sem água, luz, coleta de lixo ou
instalações sanitárias adequadas é de 37%, à frente apenas do município de Rio
das Ostras, com 42%.
 O Plano Municipal de Saneamento deverá ficar pronto no segundo semestre de
2010, após coleta de dados e análise técnica na Câmara Técnica de Saneamento
do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema).
Esgoto Sanitário
 Sob o aspecto sanitário, Teresópolis utiliza-se da rede pluvial para as ligações de
esgoto, além de fossas sépticas, fossas rudimentares, valas, sarjetas e galerias.
Isto ocorre quando há disponibilidade desses meios de ligação – em caso
contrário, é utilizada a superfície do solo ou rios e riachos.
 No município não há sistema público de coleta e tratamento de esgoto, mas a lei
municipal 2.199/2002 determina sua implantação: “As edificações já existentes,
desprovidas de adequadas instalações de tratamento, deverão adaptarse ao que
dispõe esta Lei, no prazo de 12 (doze) meses, a partir da intimação de que trata o
§ 1º do artigo 8º.”Os participantes do processo demonstraram preocupação com
a falta de saneamento básico e tratamento de efluentes, despejados diretamente
nos rios serranos que integram a Bacia do Paraíba do Sul. Observam que a
população está aumentando, mas não há captação e tratamento adequado do
esgoto, e informam que a situação se agrava com a incerteza na definição de
responsabilidade sobre o tema (prefeitura x Cedae). Enquanto isso, em muitos
casos, os efluentes vão direto para os rios in natura, levando à contaminação dos
lençóis freáticos e dos rios.
Abastecimento de Água
 O abastecimento de água está sob a responsabilidade da Companhia Estadual de Água e
Esgoto (Cedae), porém, como o contrato da empresa está vencido, em 2010 haverá
licitação para a prestação dos serviços.
 De acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), a Cedae
atendia, no ano de 2006, 95,55% dos domicílios do município, com cobertura total na
área urbana – informações estas questionadas pelo Fórum. Mas, mesmo onde há acesso
ao abastecimento, há reclamação quanto ao fornecimento de água irregular e sazonal
(ex.: além dos bairros mais altos, Albuquerque, entre outros).
 A necessidade de se promover o uso sustentável da água aparece na menção à falta de
consciência da população, do poder público e de empresas sobre o bom uso dos recursos
hídricos (conservação, acompanhamento popular da qualidade das águas, desperdício na
lavagem de calçadas e automóveis etc.). Os participantes têm consciência de que a falta
de preservação dos recursos ambientais (desmatamento, falta de saneamento básico,
entre outros) é uma ameaça ao abastecimento futuro.
 Além disso, há preocupação com a qualidade da água, uma vez que faltam análises mais
completas para classificar, quantificar e divulgar a contaminação existente (ex.: se há
resíduos de agrotóxicos ou poluição por lançamento de esgotos) que possibilitem futuras
intervenções adequadas. A Cedae informa que atende rigorosamente aos padrões de
potabilidade estabelecidos pela Portaria 518/04 do Ministério da Saúde, realizando o
monitoramento da água na rede de distribuição e apenas nos mananciais utilizados pelas
Estações e Unidades de Tratamento. A companhia informa que também disponibiliza os
resultados das análises da água tratada na conta de água enviada para seus clientes.
Drenagem Pluvial A área urbana conta com uma rede de rios canalizados e/ou
enterrados, bueiros, galerias e manilhas que conduzem as águas
pluviais até os córregos, para finalmente desaguar no Rio
Paquequer. Mas, na época de chuvas mais fortes, Teresópolis
sofre com enchentes e deslizamentos que causam problemas de
erosão, inundação e até mortes. A área rural tem problemas
similares, agravados pela deficiência de infraestrutura.
 Devido ao mau dimensionamento de alguns condutores, lixo nos
bueiros, impermeabilização das superfícies urbanizadas e
assoreamento dos rios, a condução de grandes quantidades de
água é inadequada. Além das águas da chuva, a rede de
drenagem pluvial também recebe esgotos, o que, entre outros
problemas, aumenta o risco de doenças durante enchentes. A
Câmara Técnica de Saneamento do Comdema (Conselho
Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente) já está
analisando possíveis ações corretivas no Córrego Meudon,
baseadas num projeto da antiga Serla.
Resíduos Sólidos Teresópolis já conta com um Plano Diretor de Resíduos Sólidos em
implantação e a cobertura da coleta é de 100%. O município dispõe de um
aterro sanitário e consórcio intermunicipal para destinação de resíduos,
possibilitando o aumento do repasse do ICMS-Verde. O projeto de aterro
sanitário já foi licenciado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Outra
importante iniciativa local é o recolhimento de óleo usado, de baterias e de
garrafas PET.
 Durante a etapa de levantamento de percepções, foi informado que falta coleta
seletiva de lixo e reciclagem. Posteriormente, no entanto, foi informado que em
2010 está em implantação o serviço de coleta seletiva “Teresópolis Recicla”, que
atenderá a 20% das residências. Há preocupação com o depósito indevido de
resíduos, apesar de já haver um programa-piloto (“Fazendo a Diferença”) a
partir de educação ambiental em cinco escolas do município e alguns projetos
de compostagem em curso, que podem se articular com as iniciativas de
agricultura orgânica.
 Os participantes lamentaram a inadequação dos depósitos de lixo (locais
construídos pela prefeitura e caixas coletoras particulares), permitindo que o
lixo seja indevidamente remexido e o transporte dos detritos seja feito em
caminhões abertos, sem a devida proteção tanto para o material transportado
quanto para os funcionários (o trabalho não segue as normas da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa).
 Outro problema a ser solucionado é a precariedade da coleta na área rural
(destinação ilegal nos rios e queima de resíduos).
Gestão das águas Prioridade: Alta
 Comunicação
 1. Informar a população quanto ao uso dos recursos hídricos.
 2. Realizar campanha de orientação sobre doenças decorrentes de veiculação hídrica.
 3. Criar programa de redução de desperdício de água na irrigação, inclusive com campanhas de
sensibilização da comunidade, empresas e indústrias.
 Fiscalização
 4. Cobrar maior controle e fiscalização dos resíduos jogados nos rios, solicitando a aplicação das
multas previstas.
 Elaboração de programas
 5. Elaborar programas de revitalização das matas ciliares para a proteção das nascentes e
mananciais.
 6. Desenvolver programas de recomposição das matas ciliares através do plantio de espécies
frutíferas de aproveitamento econômico, por meio de incentivos fiscais.
 7. Elaborar programas de despoluição dos rios das bacias hidrográficas do município (Paquequer e
Preto).
 8. Realizar um programa de captação das águas pluviais e aproveitamento do recurso (Lei do Código
de Obras).
 Gestão pública
 9. Assegurar que as águas do município continuem públicas, com contrato de metas e
acompanhamento por meio de mecanismos de controle social.
Plano de tratamento de esgotos
 Articulação
 1. Realizar arranjos regionais, mediante parcerias com os governos
federal, estadual e municipal, implantando programas e projetos de
tratamento de esgotos, recuperação de áreas de matas ciliares
degradadas, diminuição e controle do uso de agrotóxicos.
 Gestão pública
 2. Realizar um projeto-piloto de despoluição do trecho inicial do Rio
Paquequer, a ser replicado nas demais bacias hidrográfificas.
 3. Elaborar um projeto-piloto de biodigestor como forma de dar um
destino ao esgoto, a ser replicado em outras localidades do município.
 4. Cumprir a lei municipal que exige a construção de fossa e filtro para
as novas casas.
 5. Implementar soluções negociadas que permitam o cumprimento da
legislação municipal sobre fossas e filtros, solicitando a adequação de
infraestrutura às construções já existentes.
Plano de gestão de resíduos
sólidos Planejamento
 1. Ampliar a coleta seletiva de resíduos sólidos (inclusive pilhas, baterias e óleos) para todos os
bairros do município.
 2. Replicar o projeto de coleta seletiva “Fazendo a Diferença” em todas as escolas do município.
 3. Aplicar tecnologias alternativas para a destinação dos resíduos sólidos.
 Comunicação
 4. Informar a população sobre a importância da compostagem, capacitando-a para a instalação de
canteiros.
 Infraestrutura
 5. Construir ecopontos de coleta planejados em locais estratégicos e adequados à coleta seletiva.
 6. Criar uma central de aproveitamento de resíduos da construção civil e afins.
 Articulação
 7. Realizar parcerias para aproveitamento do gás metano, proveniente do aterro sanitário (biogás).
 Gestão pública
 8. Realizar a gestão do aterro controlado.
 9. Revisar o Plano Diretor de Resíduos Sólidos.
 10. Assegurar a universalização da coleta de lixo, realizada com maior frequência.
 11. Adequar a frota às normas de proteção da Anvisa.
 A Fazenda Itatyba possui dez milhões de metros quadrados
de área preservada, com diversos rios encachoeirados, mata,
flora e fauna nativas. A reserva florestal da Itatyba é uma
das mais belas regiões de mata atlântica e vizinha a
importantes unidades de preservação ambiental.
O moderno complexo industrial ali construído é o
coadjuvante perfeito para a grandiosidade do relevo e
exuberância da natureza da Fazenda Itatyba
 Fábrica
 Com área construída de aproximadamente três mil metros
quadrados a unidade envasadora compreende a
administração, vestiários, refeitório e moderno laboratório.
As fontes foram construídas observando-se todas as normas
sanitárias estabelecidas pelo DNPM.
São totalmente revestidas de azulejos branco. Tubulões em
aço inox fazem a captação da ÁGUA DE SURGÊNCIA. Foram
demarcadas áreas de proteção no entorno das fontes, onde a
mata nativa foi preservada
Produtos
Da captação até o ênfase, a prioridade da
Água Mineral Teresópolis
é a preservação da natureza.
Captada por surgência, e sem agredir o meio
ambiente, você, consumidor consciente,
colabora com a preservação da mata nativa e
da
reserva florestal da Itatiba.
A água mineral Teresópolis é tão pura que
não necessita de tratamento, sai da fonte
pronta para o consumo.
Procuramos trazer para você o que há de
mais moderno em embalagens, tanto na
forma como nos materiais, que são
recicláveis e mais leves.
Ajude-nos a preservar o meio ambiente,
beba água mineral Teresópolis. É puríssima
Águas de Março Teresópolis

Águas de Março Teresópolis

  • 1.
    TURMA:1002 ALUNOS: CAIO, ANACAROLINA, HIGOR, JOÃO VITOR, SOUZA,GUILHERME COSTA, ÁGUAS DE MARÇO
  • 2.
    Saneamento em Teresópolis Em Teresópolis, estudos técnicos revelam que o sistema de abastecimento de água no município utiliza dez mananciais para captação, com 300 km de rede de distribuição e 18.573 ligações totais, sendo 15.564 (83,8%) com hidrômetro. Fazem parte do sistema duas Estações de Tratamento de Água (ETA) e 34 reservatórios, com capacidade total de 12.996 m3 e 32 elevatórias.  Nas áreas rurais da Bacia do Rio Paquequer, constatou-se que aproximadamente 65% dos domicílios destinam o esgoto para sumidouro; 18,75%, direto para o corpo receptor mais próximo; 12,50% para fossa séptica; e apenas 3,12% para valas.  A porcentagem de moradias em Teresópolis sem água, luz, coleta de lixo ou instalações sanitárias adequadas é de 37%, à frente apenas do município de Rio das Ostras, com 42%.  O Plano Municipal de Saneamento deverá ficar pronto no segundo semestre de 2010, após coleta de dados e análise técnica na Câmara Técnica de Saneamento do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema).
  • 4.
    Esgoto Sanitário  Sobo aspecto sanitário, Teresópolis utiliza-se da rede pluvial para as ligações de esgoto, além de fossas sépticas, fossas rudimentares, valas, sarjetas e galerias. Isto ocorre quando há disponibilidade desses meios de ligação – em caso contrário, é utilizada a superfície do solo ou rios e riachos.  No município não há sistema público de coleta e tratamento de esgoto, mas a lei municipal 2.199/2002 determina sua implantação: “As edificações já existentes, desprovidas de adequadas instalações de tratamento, deverão adaptarse ao que dispõe esta Lei, no prazo de 12 (doze) meses, a partir da intimação de que trata o § 1º do artigo 8º.”Os participantes do processo demonstraram preocupação com a falta de saneamento básico e tratamento de efluentes, despejados diretamente nos rios serranos que integram a Bacia do Paraíba do Sul. Observam que a população está aumentando, mas não há captação e tratamento adequado do esgoto, e informam que a situação se agrava com a incerteza na definição de responsabilidade sobre o tema (prefeitura x Cedae). Enquanto isso, em muitos casos, os efluentes vão direto para os rios in natura, levando à contaminação dos lençóis freáticos e dos rios.
  • 6.
    Abastecimento de Água O abastecimento de água está sob a responsabilidade da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae), porém, como o contrato da empresa está vencido, em 2010 haverá licitação para a prestação dos serviços.  De acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), a Cedae atendia, no ano de 2006, 95,55% dos domicílios do município, com cobertura total na área urbana – informações estas questionadas pelo Fórum. Mas, mesmo onde há acesso ao abastecimento, há reclamação quanto ao fornecimento de água irregular e sazonal (ex.: além dos bairros mais altos, Albuquerque, entre outros).  A necessidade de se promover o uso sustentável da água aparece na menção à falta de consciência da população, do poder público e de empresas sobre o bom uso dos recursos hídricos (conservação, acompanhamento popular da qualidade das águas, desperdício na lavagem de calçadas e automóveis etc.). Os participantes têm consciência de que a falta de preservação dos recursos ambientais (desmatamento, falta de saneamento básico, entre outros) é uma ameaça ao abastecimento futuro.  Além disso, há preocupação com a qualidade da água, uma vez que faltam análises mais completas para classificar, quantificar e divulgar a contaminação existente (ex.: se há resíduos de agrotóxicos ou poluição por lançamento de esgotos) que possibilitem futuras intervenções adequadas. A Cedae informa que atende rigorosamente aos padrões de potabilidade estabelecidos pela Portaria 518/04 do Ministério da Saúde, realizando o monitoramento da água na rede de distribuição e apenas nos mananciais utilizados pelas Estações e Unidades de Tratamento. A companhia informa que também disponibiliza os resultados das análises da água tratada na conta de água enviada para seus clientes.
  • 8.
    Drenagem Pluvial Aárea urbana conta com uma rede de rios canalizados e/ou enterrados, bueiros, galerias e manilhas que conduzem as águas pluviais até os córregos, para finalmente desaguar no Rio Paquequer. Mas, na época de chuvas mais fortes, Teresópolis sofre com enchentes e deslizamentos que causam problemas de erosão, inundação e até mortes. A área rural tem problemas similares, agravados pela deficiência de infraestrutura.  Devido ao mau dimensionamento de alguns condutores, lixo nos bueiros, impermeabilização das superfícies urbanizadas e assoreamento dos rios, a condução de grandes quantidades de água é inadequada. Além das águas da chuva, a rede de drenagem pluvial também recebe esgotos, o que, entre outros problemas, aumenta o risco de doenças durante enchentes. A Câmara Técnica de Saneamento do Comdema (Conselho Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente) já está analisando possíveis ações corretivas no Córrego Meudon, baseadas num projeto da antiga Serla.
  • 10.
    Resíduos Sólidos Teresópolisjá conta com um Plano Diretor de Resíduos Sólidos em implantação e a cobertura da coleta é de 100%. O município dispõe de um aterro sanitário e consórcio intermunicipal para destinação de resíduos, possibilitando o aumento do repasse do ICMS-Verde. O projeto de aterro sanitário já foi licenciado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Outra importante iniciativa local é o recolhimento de óleo usado, de baterias e de garrafas PET.  Durante a etapa de levantamento de percepções, foi informado que falta coleta seletiva de lixo e reciclagem. Posteriormente, no entanto, foi informado que em 2010 está em implantação o serviço de coleta seletiva “Teresópolis Recicla”, que atenderá a 20% das residências. Há preocupação com o depósito indevido de resíduos, apesar de já haver um programa-piloto (“Fazendo a Diferença”) a partir de educação ambiental em cinco escolas do município e alguns projetos de compostagem em curso, que podem se articular com as iniciativas de agricultura orgânica.  Os participantes lamentaram a inadequação dos depósitos de lixo (locais construídos pela prefeitura e caixas coletoras particulares), permitindo que o lixo seja indevidamente remexido e o transporte dos detritos seja feito em caminhões abertos, sem a devida proteção tanto para o material transportado quanto para os funcionários (o trabalho não segue as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa).  Outro problema a ser solucionado é a precariedade da coleta na área rural (destinação ilegal nos rios e queima de resíduos).
  • 12.
    Gestão das águasPrioridade: Alta  Comunicação  1. Informar a população quanto ao uso dos recursos hídricos.  2. Realizar campanha de orientação sobre doenças decorrentes de veiculação hídrica.  3. Criar programa de redução de desperdício de água na irrigação, inclusive com campanhas de sensibilização da comunidade, empresas e indústrias.  Fiscalização  4. Cobrar maior controle e fiscalização dos resíduos jogados nos rios, solicitando a aplicação das multas previstas.  Elaboração de programas  5. Elaborar programas de revitalização das matas ciliares para a proteção das nascentes e mananciais.  6. Desenvolver programas de recomposição das matas ciliares através do plantio de espécies frutíferas de aproveitamento econômico, por meio de incentivos fiscais.  7. Elaborar programas de despoluição dos rios das bacias hidrográficas do município (Paquequer e Preto).  8. Realizar um programa de captação das águas pluviais e aproveitamento do recurso (Lei do Código de Obras).  Gestão pública  9. Assegurar que as águas do município continuem públicas, com contrato de metas e acompanhamento por meio de mecanismos de controle social.
  • 14.
    Plano de tratamentode esgotos  Articulação  1. Realizar arranjos regionais, mediante parcerias com os governos federal, estadual e municipal, implantando programas e projetos de tratamento de esgotos, recuperação de áreas de matas ciliares degradadas, diminuição e controle do uso de agrotóxicos.  Gestão pública  2. Realizar um projeto-piloto de despoluição do trecho inicial do Rio Paquequer, a ser replicado nas demais bacias hidrográfificas.  3. Elaborar um projeto-piloto de biodigestor como forma de dar um destino ao esgoto, a ser replicado em outras localidades do município.  4. Cumprir a lei municipal que exige a construção de fossa e filtro para as novas casas.  5. Implementar soluções negociadas que permitam o cumprimento da legislação municipal sobre fossas e filtros, solicitando a adequação de infraestrutura às construções já existentes.
  • 16.
    Plano de gestãode resíduos sólidos Planejamento  1. Ampliar a coleta seletiva de resíduos sólidos (inclusive pilhas, baterias e óleos) para todos os bairros do município.  2. Replicar o projeto de coleta seletiva “Fazendo a Diferença” em todas as escolas do município.  3. Aplicar tecnologias alternativas para a destinação dos resíduos sólidos.  Comunicação  4. Informar a população sobre a importância da compostagem, capacitando-a para a instalação de canteiros.  Infraestrutura  5. Construir ecopontos de coleta planejados em locais estratégicos e adequados à coleta seletiva.  6. Criar uma central de aproveitamento de resíduos da construção civil e afins.  Articulação  7. Realizar parcerias para aproveitamento do gás metano, proveniente do aterro sanitário (biogás).  Gestão pública  8. Realizar a gestão do aterro controlado.  9. Revisar o Plano Diretor de Resíduos Sólidos.  10. Assegurar a universalização da coleta de lixo, realizada com maior frequência.  11. Adequar a frota às normas de proteção da Anvisa.
  • 18.
     A FazendaItatyba possui dez milhões de metros quadrados de área preservada, com diversos rios encachoeirados, mata, flora e fauna nativas. A reserva florestal da Itatyba é uma das mais belas regiões de mata atlântica e vizinha a importantes unidades de preservação ambiental. O moderno complexo industrial ali construído é o coadjuvante perfeito para a grandiosidade do relevo e exuberância da natureza da Fazenda Itatyba
  • 20.
     Fábrica  Comárea construída de aproximadamente três mil metros quadrados a unidade envasadora compreende a administração, vestiários, refeitório e moderno laboratório. As fontes foram construídas observando-se todas as normas sanitárias estabelecidas pelo DNPM. São totalmente revestidas de azulejos branco. Tubulões em aço inox fazem a captação da ÁGUA DE SURGÊNCIA. Foram demarcadas áreas de proteção no entorno das fontes, onde a mata nativa foi preservada
  • 22.
    Produtos Da captação atéo ênfase, a prioridade da Água Mineral Teresópolis é a preservação da natureza. Captada por surgência, e sem agredir o meio ambiente, você, consumidor consciente, colabora com a preservação da mata nativa e da reserva florestal da Itatiba. A água mineral Teresópolis é tão pura que não necessita de tratamento, sai da fonte pronta para o consumo. Procuramos trazer para você o que há de mais moderno em embalagens, tanto na forma como nos materiais, que são recicláveis e mais leves. Ajude-nos a preservar o meio ambiente, beba água mineral Teresópolis. É puríssima