O documento discute a baixa representação feminina no meio editorial da saúde coletiva e a persistência de desigualdades de gênero, mesmo com o aumento da participação de mulheres em publicações desde 2012. São apresentados dados sobre a presença de pesquisadoras em diferentes disciplinas, além de propostas para promover a equidade de gênero na pesquisa e na publicação científica. A importância de monitorar a distribuição de gêneros entre autores e revisores, assim como a adoção de diretrizes como as SAGER, também é destacada.