Grupo ead neia e jorge
1parte Educação a distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente.
2parte Publicado em  19/04/2005  -  02:00   Durante o seminário está sendo lançado o Anuário Nacional Estatístico de Educação Aberta e a Distância (ANAED). A edição pode ser vista como um balanço neste ano em que se comemoram os 100 anos de EAD no Brasil. O primeiro "curso" a distância do qual se tem notícia foi veiculado em páginas de jornais no Rio de Janeiro, justamente há um século. Aliás, a ABED está reunindo informações sobre cursos de EAD do passado para ter um levantamento exato do que já foi realizado a fim de apresentar como comemoração ao centenário. Informações podem ser enviadas para a  ABED .  Segundo Fábio Sanchez, da companhia Baú de Idéias, 1.137.908 alunos se formaram através de Educação a Distância em diferentes níveis. Destes, 309.957 em formação do Básico até Pós-Graduação (em 166 instituições cadastradas), 393.442 em Telecurso 2000 e 132.223 participaram de cursos de formação de professores e reforço escolar só no estado de São Paulo. O SENAC e o SESI formaram em 2004 mais de 48 mil em cursos profissionalizantes.  Levando-se em conta apenas as 166 instituições cadastradas formalmente no Brasil, no Sudeste estão 53% dos alunos e 54% das instituições de EAD do país. É seguido pela região Sul, com 17% e 37% respectivamente. Depois vem o Nordeste, com 18,7% e 6% , o Centro-oeste, com 7,6% e 11,4% e, por último, a região Norte, com 3,7% e 6,6%.  A mídia mais usada pelas instituições ainda é a impressa (84%), e-learning (63%), CD-ROM (56%), vídeo (39%), TV (23%), rádio (3%) e outros (18%). O auxílio mais oferecido como suporte aos alunos é o e-mail (66%), telefone (82%), professor presencial (76%), professor online (66%), fax (58%), carta (50%), reunião presencial (45%) e reunião virtual (44%).
3parte O interessado em fazer um curso a distância não pode ser dependente do professor e precisa ter disciplina.  O presidente da Abed diz que, antes de iniciar um curso não-presencial, o interessado deve avaliar se possui essas características, para evitar perda de dinheiro e de tempo. "As taxas de evasão são maiores na educação a distância do que na presencial. Nos telecursos, por exemplo, às vezes é de 60%. Na internet há redução [nesse número], porque há contato entre os alunos nos fóruns, o que estimula o estudante a continuar".  Mas há poucos dados no Brasil sobre a evasão. Litto cita uma pesquisa da PUC de Campinas, que tem mestrado em Ciência da Computação. Segundo o professor, a taxa de desistência é de 4%.  Diante de todos estes aspectos, pode-se perceber que o professor é  o agente fundamental de mudanças e interações, que precisam ser articuladas e entendidas, possibilitando que o  conhecimento seja uma constante nesta relação de EAD.  Diante destes aspectos, gostaríamos de investigar quais são os papéis desempenhados por professores que participam das fases de planejamento, desenvolvimento e avaliação de cursos de EAD, buscando analisar como se dá a integração destes diferentes papéis em ambiente semipresencial e a distância.
4parte qual o papel do professor em EAD, salientando o que muda em relação à educação presencial
5parte O que muda basicamente, é: • Espaço físico; • Horários; • Cronograma; • Recursos; • Proximidade física.

Grupo Ead

  • 1.
  • 2.
    1parte Educação adistância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente.
  • 3.
    2parte Publicado em 19/04/2005  -  02:00 Durante o seminário está sendo lançado o Anuário Nacional Estatístico de Educação Aberta e a Distância (ANAED). A edição pode ser vista como um balanço neste ano em que se comemoram os 100 anos de EAD no Brasil. O primeiro "curso" a distância do qual se tem notícia foi veiculado em páginas de jornais no Rio de Janeiro, justamente há um século. Aliás, a ABED está reunindo informações sobre cursos de EAD do passado para ter um levantamento exato do que já foi realizado a fim de apresentar como comemoração ao centenário. Informações podem ser enviadas para a ABED . Segundo Fábio Sanchez, da companhia Baú de Idéias, 1.137.908 alunos se formaram através de Educação a Distância em diferentes níveis. Destes, 309.957 em formação do Básico até Pós-Graduação (em 166 instituições cadastradas), 393.442 em Telecurso 2000 e 132.223 participaram de cursos de formação de professores e reforço escolar só no estado de São Paulo. O SENAC e o SESI formaram em 2004 mais de 48 mil em cursos profissionalizantes. Levando-se em conta apenas as 166 instituições cadastradas formalmente no Brasil, no Sudeste estão 53% dos alunos e 54% das instituições de EAD do país. É seguido pela região Sul, com 17% e 37% respectivamente. Depois vem o Nordeste, com 18,7% e 6% , o Centro-oeste, com 7,6% e 11,4% e, por último, a região Norte, com 3,7% e 6,6%. A mídia mais usada pelas instituições ainda é a impressa (84%), e-learning (63%), CD-ROM (56%), vídeo (39%), TV (23%), rádio (3%) e outros (18%). O auxílio mais oferecido como suporte aos alunos é o e-mail (66%), telefone (82%), professor presencial (76%), professor online (66%), fax (58%), carta (50%), reunião presencial (45%) e reunião virtual (44%).
  • 4.
    3parte O interessadoem fazer um curso a distância não pode ser dependente do professor e precisa ter disciplina. O presidente da Abed diz que, antes de iniciar um curso não-presencial, o interessado deve avaliar se possui essas características, para evitar perda de dinheiro e de tempo. "As taxas de evasão são maiores na educação a distância do que na presencial. Nos telecursos, por exemplo, às vezes é de 60%. Na internet há redução [nesse número], porque há contato entre os alunos nos fóruns, o que estimula o estudante a continuar". Mas há poucos dados no Brasil sobre a evasão. Litto cita uma pesquisa da PUC de Campinas, que tem mestrado em Ciência da Computação. Segundo o professor, a taxa de desistência é de 4%. Diante de todos estes aspectos, pode-se perceber que o professor é o agente fundamental de mudanças e interações, que precisam ser articuladas e entendidas, possibilitando que o conhecimento seja uma constante nesta relação de EAD. Diante destes aspectos, gostaríamos de investigar quais são os papéis desempenhados por professores que participam das fases de planejamento, desenvolvimento e avaliação de cursos de EAD, buscando analisar como se dá a integração destes diferentes papéis em ambiente semipresencial e a distância.
  • 5.
    4parte qual opapel do professor em EAD, salientando o que muda em relação à educação presencial
  • 6.
    5parte O quemuda basicamente, é: • Espaço físico; • Horários; • Cronograma; • Recursos; • Proximidade física.