O primeiro poema é um soneto no qual o autor se dirige à figura de Cristo crucificado, pedindo perdão e buscando refúgio nos braços, olhos e ferimentos de Cristo. O segundo poema é também um soneto que reflete sobre a Quarta-Feira de Cinzas, lembrando os homens de que são feitos de terra e devem se humilhar diante de Deus.