Glossáriodo Ministério da Saúde
Projeto de Terminologia em Saúde
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Brasília – DF
2004
Série F. Comunicação e Educação em Saúde
© 2004. Ministério da Saúde.
É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte.
Série F. Comunicação e Educação em Saúde
Tiragem: 1.000 exemplares
Elaboração, distribuição e informações:
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria-Executiva
Subsecretaria de Assuntos Administrativos
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Elaboração:
Marília de Souza Mello
Colaborador:
Celso José Roque
Impresso no Brasil / Printed in Brazil
Ficha Catalográfica
Brasil. Ministério da Saúde.
Glossário do Ministério da Saúde: projeto de terminologia em saúde / Ministério da Saúde –
Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
142 p. – (Série F. Comunicação e Educação em Saúde)
ISBN 85-334-0762-9
1. Terminologia. 2. Serviços de informação. 3. Disseminação da informação. I. Brasil. Ministério
da Saúde. II. Título. III. Série.
NLM WA 15
Catalogação na fonte – Editora MS
Equipe editorial:
Normalização: Leninha Silvério
Revisão: Mara Pamplona
Lilian Assunção
Capa, projeto gráfico e diagramação: Fabiano Bastos
EDITORA MS
Documentação e Informação
SIA, Trecho 4, Lotes 540 / 610
CEP: 71200-040, Brasília – DF
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Siglas 5
Apresentação 11
Introdução 13
Glossário 15
Áreas temáticas da BVS Saúde Pública 107
Descritores organizados por categorias 113
Administração e planejamento em saúde 113
Acidentes e violência 114
Alimentação e nutrição 115
Ambiente e saúde 116
Atenção à saúde 116
Ciência e tecnologia em saúde 117
Ciências sociais em saúde 118
Comunicação em saúde 118
Demografia 118
Direito sanitário 118
Doenças 119
Drogas de uso terapêutico e social 120
Economia de saúde 121
Epidemiologia 121
Eqüidade em saúde e social 121
Ética e bioética 122
História da saúde pública 122
Medicamentos, vacinas e insumos 122
Políticas públicas e saúde 123
Promoção e educação em saúde 123
Saúde animal 123
Vigilância em saúde 123
Recursos humanos em saúde 124
Vocabulário Controlado do Ministério da Saúde 125
Categoria de Administração e Planejamento em
saúde do Vocabulário Controlado do Ministério da Saúde 125
Bibliografia consultada 131
Formulário de colaboração 143
Sumário
5
AB – Atenção Básica
ABEn – Associação Brasileira de
Enfermagem
ADT – Assistência Domiciliar Terapêutica
AFE – Autorização de Funcionamento de
Empresa
AIDPI – Atenção Integrada às Doenças
Prevalentes na Infância
AIDS – Síndrome da Imunodeficiência
Adquirida
AIH – Autorização de Internação Hospitalar
AIS – Ações Integradas de Saúde
ANCED – Associação Nacional de Centros
de Defesa
ANS – Agência Nacional de Saúde
ANVISA – Agência Nacional de Vigilância
Sanitária
APAC – Autorização de Procedimentos de
Alto Custo
APH – Assistência Pré-Hospitalar
ASAJ – Área de Saúde do Adolescente e do
Jovem
BD-SIA/SUS – Banco de Dados Nacional
do Sistema de Informações Ambulatoriais
do SUS
BLH – Banco de Leite Humano
BPF – Boas Práticas de Fabricação
BPPH – Banco de Preços Praticados na Área
Hospitalar
BPS – Banco de Preços em Saúde
BVS – Biblioteca Virtual em Saúde
CAF – Cirurgia de alta Freqüência
CAPS – Centro de Assistência Psicossocial
CAT – Comunicação de Acidente de
Trabalho
CBO – Conselho Brasileiro de Oftalmologia
CCIH – Comissão de Controle de Infecção
Hospitalar
CCPDM – Controle de Cadeia Produtiva e
de Distribuição de Medicamentos
CCPDS – Controle de Cadeia Produtiva e
de Distribuição de Substâncias
CDMS – Comitê de Desburocratização do
Ministério da Saúde
CENADI – Centro Nacional de
Armazenagem e Distribuição de
Imunobiológicos
CENEPI – Centro Nacional de
Epidemiologia
CES – Conselho Estadual de Saúde
CFT – Comissão de Farmácia e Terapêutica
CIB – Comissão Intergestores Bipartite
CID – Classificação Internacional de
Doenças
CIRH – Comissão Intersetorial de Recursos
Humanos
CIST – Comissão Intersetorial de Saúde do
Trabalhador
CIT – Comissão Intergestores Tripartite
CMC – Sistema Central de Marcação de
Consultas
CMDCA – Conselho Municipal de Direitos
da Criança e do Adolescente
CMS – Conselho Municipal de Saúde
Siglas
6
CNAIDS – Comissão Nacional de Aids
CNCDO – Centrais de Notificação,
Captação e Distribuição de Órgãos
CN-DST/AIDS – Coordenação Nacional
de Doenças Sexualmente Transmissíveis e
Aids
CNEN – Comissão Nacional de Energia
Nuclear
CNES – Cadastro Nacional dos
Estabelecimentos de Saúde
CNMM – Centro Nacional de
Monitoramento de Medicamentos
CNRAC – Central Nacional de Regulação
de Alta Complexidade
CNS – Conselho Nacional de Saúde
CNSP – Conselho Nacional de Seguros
Privados
CNTS – Confederação Nacional dos
Trabalhadores em Saúde
COC – Casa de Oswaldo cruz
COFINS – Contribuição Social para o
Financiamento da Seguridade Social
COMAD – Conselhos Municipais Antidrogas
CONASEMS – Conselho Nacional de
Secretários Municipais de Saúde
CONASS – Conselho Nacional de
Secretários Estaduais de Saúde
CONEN – Conselhos Estaduais de
Entorpecentes
CONEP – Comissão Nacional de Ética em
Pesquisa
CONFEN – Conselho Federal de
Entorpecentes
CONSU – Conselho de Saúde Suplementar
CPMF – Contribuição Provisória sobre
Movimentação Financeira
CpqAM – Centro de Pesquisa Aggeu
Magalhães
CPqGM – Centro de Pesquisa Gonçalo
Moniz
CPqHEC – Centro de Pesquisa Hospital
Evandro Chagas
CPqRR – Centro de Pesquisa René Rachou
CRN-Aids – Centros de Referência
Nacional de Aids
CST – Comissão de Saúde do trabalhador
CT-DST – Centros de Treinamento em
Doenças Sexualmente Transmissíveis
DATASUS – Departamento de Informática
do SUS
DCB – Denominação Comum Brasileira
DCI – Denominação Comum Internacional
DIPAF – Divisão Nacional de Vigilância
Sanitária de Portos, Aeroportos e Fronteiras
DSEI – Distrito Sanitários Especiais
Indígenas
DST – Doenças Sexualmente Transmissíveis
ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente
ENSP – Escola Nacional de Saúde Pública
EPBA – Elenco de Procedimentos Básicos
Ampliado
EPSJV – Escola Politécnica de Saúde
Joaquim Venâncio
ESB – Equipes de Saúde Bucal
ESF – Equipes de Saúde da Família
EUM – Estudos de Utilização de
Medicamentos
FAE – Fração Assistencial Especializada
FAEC – Fundo de Ações Estratégicas e
Compensação
FCT – Ficha Cadastral de Terceiro
FENAM – Federação Nacional dos Médicos
FENAPSI – Federação Nacional dos
Psicólogos
FETRAMS – Federação das Entidades e dos
Trabalhadores do Ministério da Saúde
7
FIDEPS – Fator de Incentivo ao
Desenvolvimento do Ensino e da Pesquisa
em Saúde
FNE – Federação Nacional dos Enfermeiros
FNS – Fundo Nacional de Saúde
FUNAD – Fundo Nacional Antidrogas
FUNASA – Fundação Nacional de Saúde
FUST – Fundo de Universalização de
Serviços de Telecomunicações
GEISAT – Grupo Executivo Interministerial
de Saúde do Trabalhador
GESCON – Sistema de Gestão Financeira e
de Convênios
GPAB – Gestão Plena da Atenção Básica
GPABA – Gestão Plena da Atenção Básica
Ampliada
GPSM – Gestão Plena do Sistema Municipal
HIV – Vírus da Imunodeficiência Humana
HOSPUB – Sistema de Gerenciamento de
Unidade Hospitalar
IAPI – Incentivo de Apoio e Diagnóstico
Ambulatorial e Hospitalar à População
Indígena
IBAM – Instituto Brasileiro de
Administração Municipal
IFF – Instituto Fernandes Figueira
IHAC – Iniciativa Hospital Amigo da
Criança
INCA – Instituto Nacional de Câncer
INCQS – Instituto Nacional de Controle e
Qualidade
INSS – Instituto Nacional de Seguridade
Social
INTERGRASUS – Incentivo de Integração
no Sistema Único de Saúde
IOC – Instituto Oswaldo Cruz
IVH-E – Índice de Valorização Hospitalar
de Emergência
IVISA – Índice de Valorização do Impacto
em Vigilância Sanitária
IVR – Índice de Valorização de Resultado
LCMC – Levantamento da Comercialização
de Medicamentos
LDNC – Lista de Doenças de Notificação
Compulsória
LF – Licença de Funcionamento
MP – Medida Provisória
MS – Ministério da Saúde
NAPS – Núcleo de Assistência Psicossocial
NOAS – Norma Operacional da Assistência
à Saúde
NOB – Norma Operacional Básica
NOB/RH-SUS – Norma Operacional
Básica de Recursos Humanos para o SUS
NR – Norma Regulamentadora
OGM – Organismos Geneticamente
Modificados
OMS – Organização Mundial da Saúde
OPAS – Organização Pan-Americana da Saúde
PAB – Piso da Atenção Básica
PABA – Piso de Atenção Básica Ampliado
PACS – Programa de Agentes Comunitários
de Saúde
PAISM – Assistência Integral à Saúde da
Mulher
PASNI – Programa Nacional de Auto-
Suficiência Nacional em Imunobiológicos
PBVS – Piso Básico de Vigilância Sanitária
PCCN – Programa de Combate às
Carências Nutricionais
PCCS – Plano de Carreira, Cargos e Salários
PCE – Piso para Consultas Especializadas
PCMSO – Programa de Controle Médico
de Saúde Ocupacional
PCT – Plano Nacional de Controle da
Tuberculose
8
PDAVS – Programa Desconcentrado de
Ações de Vigilância Sanitária
PDI – Plano Diretor de Investimentos
PDR – Plano Diretor de Regionalização
PHPN – Programa de Humanização no Pré-
Natal e Nascimento
PMS – Plano Municipal de Saúde
PNASH – Programa Nacional de Avaliação
dos Serviços Hospitalares
PNHAH – Programa Nacional de
Humanização da Assistência Hospitalar
PNTN – Programa Nacional de Triagem
Neonatal
PNI – Programa Nacional de Imunizações
POP – Procedimento Operacional Padrão
PPI – Programação Pactuada e Integrada
PPRA – Programa de Prevenção de Riscos
Ambientais
PRD – Projeto Redução de Danos
PROESF – Projeto de Expansão e
Consolidação da Saúde da Família
PROFAE – Projeto de Profissionalzação dos
Trabalhadores da Área de Enfermagem
PROMED – Projeto de Incentivo a Mudanças
Curriculares no Curso de Medicina
PROSAD – Programa Saúde do Adolescente
PSF – Programa Saúde da Família
RAM – Reação Adversa a Medicamentos
RCA – Repasse do Custeio Ambulatorial
RDC – Resolução de Diretoria Colegiada
RE – Resolução Específica
REBLAS – Rede Brasileira de Laboratórios
Analíticos em Saúde
REDOME – Registros de Doadores de
Medula Óssea
REFORSUS – Reforço à Reorganização do
Sistema Único de Saúde
RENAGENO – Rede Nacional de
Genotipagem
RENAME – Relação Nacional de
Medicamentos Essenciais
RENAST – Rede Nacional de Atenção
Integral à Saúde do Trabalhador
RIPSA – Rede Interagencial de Informações
para a Saúde
RNIS – Rede Nacional de Informações em
Saúde
SADE – Serviço de Atendimento de
Demanda Espontânea
SADT – Serviços de Apoio Diagnóstico
Terapêutico
SAMU – Serviços de Atendimento Móvel de
Urgência
SAS – Secretaria de Atenção à Saúde
SBAC – Sistema Brasileiro de Avaliação de
Conformidade
SBP – Sociedade Brasileira de Pediatria
SES – Secretaria Estadual de Saúde
SIAB – Sistema de Informação da Atenção
Básica
SIA-SUS – Sistema de Informações
Ambulatoriais do SUS
SIFAB – Sistema de Acompanhamento do
Incentivo à Assistência Farmacêutica Básica
SIGAB – Sistema de Gerenciamento de
Unidade Ambulatorial Básica
SIGAE – Sistema de Gerenciamento de
Unidade Ambulatorial Especializada
SIG-CAP – Sistema de Informação para
Gestão de Processos de Capacitação
SIH-SUS – Sistema de Informações
Hospitalares do SUS
SIM – Sistema de Informações sobre
Mortalidade
SIMAC – Sistema de Informações de Alta e
Média Complexidade
SINAN – Sistema de Informações sobre
Agravos de Notificação
9
SINASC – Sistema de Informações sobre
Nascidos Vivos
SINAVISA – Sistema Nacional de Vigilância
Sanitária
SIOPS – Sistema de Informações sobre
Orçamentos Públicos em Saúde
SIPAD – Sistema Integrado de Passagens e
Diárias Relatório de Viagens
SIPAR – Sistema Integrado de Protocolo e
Arquivo do Ministério da Saúde
SI-PNI – Sistema de Informações do
Programa Nacional de Imunização
SIS – Secretaria de Gestão de Investimentos
em Saúde (extinta)
SISAV – Sistema de Informações em Saúde
para Acidentes e Violência
SISCOLO – Sistema de Informações do
Combate ao Câncer do Colo do Útero
SISCOMEX – Sistema Integrado de
Comércio Exterior
SISFAF – Sistema de Transferência Fundo a
Fundo
SISHIPERDIA – Sistema de Informação
de Cadastramento e Acompanhamento de
Hipertensos e Diabéticos
SISMAMA – Sistema de informação do
Câncer de Mama
SISPRENATAL – Sistema de Informação
do Programa de Humanização do Pré-natal
e Nascimento
SISREG – Sistema de Centrais de Regulação
SISVAN – Sistema de Vigilância Alimentar
e Nutricional
SMS – Secretaria Municipal de Saúde
SNA – Sistema Nacional de Auditoria
SNDC – Sistema de Doenças de Notificação
Compulsória
SNGPC – Sistema Nacional de
Gerenciamento de Produtos Controlados
SNT – Sistema Nacional de Transplante
SNVE – Sistema Nacional de Vigilância
Epidemiológica
SPS – Secretaria de Políticas da Saúde
(extinta)
SUS – Sistema Único de Saúde
SUSEP – Superintendência de Seguros
Privados
SVS – Secretaria de Vigilância em Saúde
TAS – Terminal de Atendimento do SUS
TARV – Terapia Anti-Retroviral
TFA – Tetos Financeiros da Assistência
TFAE – Teto Financeiro da Assistência do
Estado
TFAM – Teto Financeiro da Assistência do
Município
TFD – Tratamento Fora do Domicílio
TFECD – Tetos Financeiros da
Epidemiologia e Controle de Doenças
TFG – Teto Financeiro Global
TFGE – Teto Financeiro Global do Estado
TFGM – Teto Financeiro Global do
Município
TFVS – Teto Financeiro da Vigilância
Sanitária
TMI – Taxa de Mortalidade Infantil
UBS – Unidade Básica de Saúde
UCOFI – Unidade de Medicamentos
Controlados, Similares, Fitoterápicos e
Isentos
UDI – Usuário de Drogas Injetáveis
UPS – Unidades Prestadoras de Serviços
11
Este Glossário é o primeiro produto do
Projeto de Terminologia em Saúde, que tem
por objetivos sistematizar a atualização da
Categoria de Saúde Pública dos Descritores
de Ciências da Saúde (DeCS) e estruturar a
indexação e a recuperação da informação do
Ministério da Saúde. Tal ação foi iniciada a
partir da implantação da Biblioteca Virtual
em Saúde Pública desenvolvida pelo Centro
Latino-Americano e do Caribe de Informa-
ção em Ciências da Saúde, centro especializa-
do da Organização Pan-Americana da Saúde
(BIREME/OPAS), por meio da cooperação
técnico-financeira do Ministério da Saúde
(MS). Essa iniciativa, no âmbito do MS, é de
responsabilidade da Coordenação-Geral de
Documentação e Informação/Subsecretaria
de Assuntos Administrativos/Secretaria-Exe-
cutiva (CGDI/SAA/SE).
No decorrer dessa parceria, a equipe do
MS constatou a necessidade de desenvolver
um vocabulário controlado próprio, o qual
englobasse não só os termos técnicos em Saú-
de, mas principalmente a terminologia per-
tencente aos atos normativos do Ministério e
entidades vinculadas. Assim, iniciou-se o pro-
cesso de construção do Vocabulário Contro-
lado do Ministério da Saúde (VCMS).
Os termos inicialmente coletados foram
organizados em um glossário com os respec-
tivos conceitos. Tais definições foram identi-
ficadas no universo de atos e documentos pu-
blicados pela instituição. A próxima etapa é
obter a participação das áreas técnicas do MS
e entidades vinculadas para a certificação, a
contribuição ou revisão e a adequação de ter-
mos. A finalidade é aperfeiçoar o Glossário e
consolidar a estruturação de um vocabulário
controlado de qualidade que apresente o es-
copo conceitual da saúde pública brasileira.
A colaboração dos profissionais do setor
Saúde, em especial da área federal, para su-
gerir, excluir e modificar termos ou concei-
tos deste Glossário, pode ser feita por meio
do formulário que se encontra no site www.
saude.gov.br/bvs/terminologia.htm ou ao fi-
nal desta publicação.
A oportunidade é de sistematizar, rever e
introduzir novos conceitos, de desenvolver,
de forma dinâmica e estruturada, o VCMS e
o Glossário e de ampliar a disseminação desse
projeto junto aos gestores, conselheiros, espe-
cialistas, pesquisadores, profissionais e usuá-
rios do setor Saúde.
Equipe de documentação e
informação do Ministério da Saúde
1
DeCS (Descritores em Ciências da Saúde): Vocabulário estruturado e trilingüe desenvolvido pela BIREME, a partir do MeSH
– Medical Subject Headings da U.S. National Library of Medicine, para uso na indexação de artigos de revistas científicas, livros,
anais de congressos, relatórios técnicos, e outros tipos de materiais, assim como para ser usado na pesquisa e recuperação de as-
suntos da literatura científica nas bases de dados LILACS, MEDLINE e outras.
Apresentação
13
Introdução
O Projeto Terminologia em Saúde visa à
padronização e ao aperfeiçoamento dos ter-
mos e siglas utilizados para representar e re-
cuperar a produção técnico-científica da es-
fera federal do SUS. Tem como principais
eixos, descrever de maneira eficiente qual-
quer documento do Ministério da Saúde no
ato da indexação (representação da informa-
ção por meio de palavras-chave); agilizar a re-
cuperação da informação nas bases de dados
bibliográficas; disseminar a terminologia para
o tratamento da informação especializada em
Saúde Pública no Brasil; e promover o inter-
câmbio para o aperfeiçoamento da termino-
logia no setor Saúde.
No âmbito do Ministério da Saúde, uti-
liza-se os Descritores de Ciências da Saúde
(DeCS/BIREME) para a representação te-
mática das fontes de informação que são dia-
riamente cadastradas nas bases de dados da
Biblioteca MS e disponibilizadas por meio
da Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde
(BVS MS), www.saude.gov.br/bvs. Nesse sen-
tido, espera-se favorecer a recuperação dessas
fontes de informação também nas bases de
dados em Saúde para a América-Latina e Ca-
ribe, a exemplo da LILACS e do LIS1
, que se
evidencia a partir construção do Vocabulário
Controlado do Ministério da Saúde (VCMS),
onde os termos e siglas cadastrados nessa es-
trutura serão inseridos no DeCS e favorecen-
do o entendimento da saúde pública brasi-
leira por meio de sua literatura. Outro fator
determinante para a implantação do VCMS
é a organização temática dos atos normativos
editados pelo MS e entidades vinculadas, que
eram indexados por meio de vocabulários ge-
neralistas e que por sua vez não retratavam as
especificidades do Sistema Único de Saúde.
A intenção do VCMS é suprir a necessi-
dade dos trabalhos de indexação e recupera-
ção de qualquer documento institucional de
maneira que a descrição da informação seja a
mais adequada e atualizada possível. O usuá-
rio será beneficiado no ato de pesquisar a in-
formação mediante a possibilidade de seleção
de termos autorizados no VCMS disponível
nas bases de dados. Será possível, também,
conhecer melhor a linguagem e os conceitos
utilizados pelo setor de Saúde Pública.
O projeto prevê, ainda, a utilização do
VCMS e do Glossário como instrumentos fa-
cilitadores no desempenho dos serviços e ativi-
dades institucionais, tais como no atendimento
1
As bases de dados “Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS)” e o “Localizador de Informa-
ções em Ciências da Saúde (LIS)” são operados de forma cooperativa e descentralizada pelos centros cooperantes que integram o
Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, registrando a literatura técnico-científica em saúde
produzida por autores latino-americanos e do Caribe.
14
no Disque Saúde, na administração dos Siste-
mas de Informações e, também, para somar
novos conceitos ao Código de Classificação de
Documentos de Arquivo, em vigência no MS.
Na primeira fase do projeto foram en-
volvidos profissionais da área de Biblioteco-
nomia e especialistas em Saúde Pública, que
elaboraram a metodologia de identificação e
coleta de termos. Consiste na leitura de pu-
blicações e atos normativos do MS em bus-
ca de termos que contenham seus respectivos
conceitos, sendo inseridos no Vocabulário tal
como figuram no texto, e com as respectivas
referências bibliográficas, garantindo sua le-
gitimidade.
Tanto os descritores da categoria de Saú-
de Pública do DeCS, quanto os novos ter-
mos coletados, foram analisados, organizados
e hierarquizados a partir de 24 subcategorias
estruturadas por especialistas coordenados
pela Faculdade de Saúde Pública de São Pau-
lo, e que servem de estrutura temática para a
BVS Saúde Pública – Brasil (www.saudepu-
blica.bvs.br). Para exemplificar a proposta do
VCMS, apresenta-se ao final desta publica-
ção, o conjunto inicial das categorias de Saú-
de Pública utilizado e o detalhamento da ca-
tegoria de Administração e Planejamento em
Saúde, organizado de forma hierárquica.
Para a adaptação às necessidades da inde-
xação nas bases de dados específicas, foi feita
apenas uma modificação nessas áreas temá-
ticas e/ou categorias: os temas DOENÇAS
CRÔNICAS E DEGENERATIVAS e
DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁ-
RIAS foram substituídos por uma área temá-
tica e/ou categoria denominada DOENÇAS
possibilitando, nesse primeiro momento, a
inserção de doenças que não se encaixariam
nessas duas opções, bem como outros descri-
tores relacionados a esse mesmo tema.
No processo de pesquisa, foram identifica-
dos e analisados 672 termos num prazo de 12
meses a partir da leitura de mais de 200 fon-
tes de informação, entre publicações e atos
normativos. Paralelamente, durante a análi-
se dos documentos, foram coletadas, aleato-
riamente, siglas utilizadas no âmbito do Mi-
nistério da Saúde e entidades vinculadas, as
quais figuram também nessa publicação.
A intenção inicial era validar os termos
selecionados, de forma imediata pelas áreas
técnicas do MS. Nessa experiência, a equipe
de análise terminológica observou que essas
áreas questionavam parte dos conceitos re-
gistrados nas publicações técnicas (muitas
vezes de sua própria autoria), não apresen-
tando outras fontes publicadas e institucio-
nais sobre tais termos, o que tornou inviável
essa consolidação ainda nas primeiras etapas
do Projeto.
Dessa forma, optou-se por organizar os
termos coletados em um glossário para que
as áreas técnicas possam se manifestar e au-
xiliar no processo de construção e validação
do VCMS bem como no aperfeiçoamento e
expansão deste Glossário, fazendo do Proje-
to de Terminologia, uma iniciativa de todo
o Ministério da Saúde. As contribuições po-
dem ser direcionadas à Biblioteca Virtual do
MS por meio do “Formulário de Colabora-
ção”, página destacável e disponível ao final
deste Glossário, ou por meio do link www.
saude.gov.br/bvs/terminologia.htm.
15
Abordagem médica tradicional do adulto
hospitalizado
Categoria: Atenção à Saúde
Focada em uma queixa principal e o hábito
médico de tentar explicar todas as queixas
e os sinais por um único diagnóstico, que é
adequada no adulto jovem – não se aplica em
relação ao idoso.
Abuso financeiro dos idosos
Categoria: Acidentes e Violência
Exploração imprópria ou ilegal e/ou uso não
consentido de recursos financeiros dos idosos.
Abuso incestuoso
Categoria: Acidentes e Violência
Consiste no abuso sexual envolvendo pais ou
outro parente próximo, os quais se encon-
tram em uma posição de maior poder em re-
lação à vítima.
Abuso sexual na adolescência
Ver Abuso sexual na infância.
Abuso sexual na infância
Categoria: Acidentes e Violência
É todo ato ou jogo sexual, relação heterosse-
xual ou homossexual, cujo agressor está em
estágio de desenvolvimento psicossexual mais
adiantado que a criança ou adolescente. Tem
por intenção estimulá-la sexualmente ou uti-
lizá-la para obter satisfação sexual. Essas prá-
ticas eróticas e sexuais são impostas à criança
ou adolescente pela violência física, por amea-
ças ou pela indução de sua vontade.
Ação racional
Categoria: Atenção à Saúde
Modelo de intervenção centrado no indiví-
duo no qual permite a relação entre a epide-
miologia e a dimensão sociocultural do tra-
balho de prevenção.
Acidentes ampliados
Categoria: Acidentes e Violência
Acidentes relacionados a indústrias de proces-
sos contínuos; não se restringem ao ambiente
de trabalho, afetando comunidades do entor-
no e produzindo efeitos adversos ao longo do
tempo.
Acidentes de trabalho
Categoria: Acidentes e Violência Atenção à
Saúde
Refere-se a todos os acidentes que ocorrem no
exercício da atividade laboral, ou no percurso
de casa para o trabalho e vice-versa, podendo
o trabalhador estar inserido tanto no mercado
formal como informal de trabalho. São tam-
bém considerados como acidentes de trabalho
aqueles que, embora não tenham sido causa
única, constituíram diretamente para a ocor-
rência do agravo. São eventos agudos, poden-
do ocasionalmente causar morte ou lesão, a
qual poderá levar à redução temporária ou
permanente da capacidade para o trabalho.
Acidentes de trabalho fatais
Categoria: Acidentes e Violência
Acidente de trabalho que leva o trabalhador
à morte.
A
16 ACI
Acidentes de trabalho graves
Categoria: Acidentes e Violência
Acidentes com trabalhador menor de 18 anos
independentemente da gravidade; acidente
ocular; fratura fechada; fratura aberta ou ex-
posta; fratura múltipla; traumatismo cranio-
encefálico; traumatismo de nervos e medula
espinhal; eletrocussão; asfixia traumática ou
estrangulamento; politraumatismo; afoga-
mento; traumatismo de tórax/abdome/bacia,
com lesão; ferimento com menção de lesão
visceral ou de músculo ou de tendão; ampu-
tação traumática; lesão por esmagamento;
queimadura de terceiro grau; traumatismo de
nervos e da medula espinhal e intoxicações
agudas.
Acidentes de trânsito
Categoria: Acidentes e Violência
Acidentes com veículos, ocorridos na via pú-
blica.
Acidentes de transporte
Categoria: Acidentes e Violência
Todo acidente que envolve veículo destinado
ao transporte de pessoas ou mercadorias de
um lugar para outro.
Ácidos graxos
Categoria: Alimentação e Nutrição
Produtos da digestão das gorduras. A menor
unidade da gordura ou lipídeos.
Ações estratégicas
Categoria: Atenção à Saúde
Procedimentos para os quais o Ministério da
Saúde tem políticas de indução para amplia-
ção da oferta de serviços, tais como trans-
plantes – incluindo os medicamentos –, ci-
rurgias eletivas, prevenção do câncer do colo
do útero, entre outros, bem como os proce-
dimentos, que ao serem incorporados na ta-
bela, não apresentam série histórica definida
para dimensionar o seu impacto financeiro
nos estados e municípios.
Acompanhamento do crescimento e
desenvolvimento infantil
Categoria: Atenção à Saúde
Garantir a melhoria da qualidade de vida das
crianças, permitindo pôr em evidência, pre-
cocemente, qualquer transtorno que afete
sua saúde e, fundamentalmente, sua nutrição
e sua capacidade mental.
Aconselhamento
Categoria: Atenção à Saúde
Processo de escuta ativa, individualizado e
centrado no cliente. Pressupõe a capacidade
de estabelecer uma relação de confiança entre
os interlocutores, visando ao resgate dos re-
cursos internos do cliente para que ele mesmo
tenha possibilidade de reconhecer-se como
sujeito de sua própria saúde e transformação.
Aconselhamento coletivo
Categoria: Atenção à Saúde
Objetiva oferecer aos usuários a oportunida-
des de redimensionar as dificuldades ao com-
partilhar dúvidas, sentimentos e conheci-
mentos. A dinâmica grupal também favorece
o indivíduo a perceber sua própria demanda,
a reconhecer o que sabe e sente, estimulan-
do sua participação nos atendimentos indivi-
duais subseqüentes.
Acreditação hospitalar
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Promoção e Educação em Saúde
Método de consenso, racionalização e orde-
nação das instituições hospitalares e, princi-
palmente, de educação permanente dos seus
profissionais e que se expressa pela realização
de um procedimento de avaliação dos recur-
Acreditação hospitalar
Acidentes de trabalho graves
17
sos institucionais, voluntário, periódico e re-
servado, que tende a garantir a qualidade de
assistência por meio de padrões previamente
estabelecidos.
Adjuvante farmacêutico
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Substância adicionada ao medicamento com
a finalidade de prevenir alterações, corrigir e/
ou melhorar as características organolépticas,
biofarmacotécnicas e tecnológicas do medi-
camento.
Adolescente
Categoria: Ciências Sociais em Saúde
Considera-se adolescente a pessoa entre 12 e
18 anos de idade.
Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS)
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
Autarquia sob regime especial, vinculada ao
MS, com sede e foro na cidade do Rio de Ja-
neiro, prazo de duração indeterminado e atu-
ação em todo território nacional, como órgão
de regulação, normatização, controle e fiscali-
zação das atividades que garantem a assistên-
cia suplementar à saúde.
Agenda de saúde
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Instrumento de gestão pelo qual os governos
federal, estaduais e municipais estabelecem,
justificam e detalham as prioridades da po-
lítica de saúde. É um instrumento participa-
tivo, resultante da negociação e do consenso
entre órgãos gestores, conselhos de saúde e
comissões intergestores. Exerce papel impor-
tante no planejamento integrado das ações de
saúde, pois prima pela clareza e simplicidade
dos objetivos e indicadores escolhidos.
Agentes comunitários de saúde
Categoria: Atenção à Saúde
Pessoas escolhidas dentro da própria comuni-
dade para atuarem junto à população. Aten-
dem de 400 e 750 pessoas, dependendo das
necessidades locais. Desenvolvem atividades
de prevenção de doenças e promoção da saú-
de por meio de ações educativas individuais
e coletivas, nos domicílios e na comunidade,
sob supervisão competente.
Aids
Categoria: Doenças
A aids é uma doença clínica decorrente de
um quadro de imunodeficiência causado pelo
HIV (HIV-1 e HIV-2, esse último sem rele-
vância epidemiológica no Brasil). Caracteri-
za-se por supressão profunda da imunidade
mediada, principalmente, por células T, resul-
tando em infecções oportunistas, neoplasias
secundárias e doenças neurológicas. A trans-
missão do HIV (vírus da aids) ocorre por:
contato sexual, pela transmissão do vírus de
mães infectadas para fetos ou recém-nascidos
e pelo sangue (como em transfusões, de san-
gue e hemoderivados ou uso compartilhado
de drogas injetáveis).
AIDS II
Categoria: Economia de Saúde
Designação simplificada do segundo emprés-
timo do Banco Mundial para o Programa de
Controle da aids no Brasil. O primeiro em-
préstimo foi denominado AIDS I, e em julho
de 2003, foi negociado o terceiro emprésti-
mo, denominado AIDS III.
Aids pediátrica
Categoria: Doenças
Síndrome clínica causada pela infecção pelo
HIV na criança, também caracterizada pela
ADJ
Adjuvante farmacêutico
Aids pediátrica
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supressão profunda da imunidade mediada,
principalmente, por células T, resultando em
infecções oportunistas, neoplasias secundárias
e doenças neurológicas.
Alcoólatra
Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social
Este termo refere-se tanto aos bebedores-pro-
blema quanto aos dependentes do álcool.
Alcoolismo
Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social
Significa dependência do álcool e/ou proble-
mas relacionados ao consumo de bebidas al-
coólicas.
Alimentação equilibrada
Ver Alimentação saudável.
Alimentação saudável
Categoria: Alimentação e Nutrição
É o mesmo que dieta equilibrada ou balancea-
da e pode ser resumida por três princípios:
variedade, moderação e equilíbrio. Variedade
significa comer diferentes tipos de alimentos
pertencentes aos diversos grupos. Moderação
é não exagerar nas quantidades de alimentos
ingeridas. Equilíbrio engloba as suas caracte-
rísticas citadas anteriormente, ou seja, consu-
mir alimentos variados, respeitando a quan-
tidade de porções recomendadas para cada
grupo de alimentos.
Alimento artificial
Categoria: Alimentação e Nutrição
Todo alimento preparado com o objetivo de
imitar o alimento natural e em cuja compo-
sição entre, preponderantemente, substância
não encontrada no alimento a ser imitado.
Alimento complementar
Categoria: Alimentação e Nutrição
Aqueles que se oferecem à crianças em com-
plementação ao leite materno, a partir dos 4-6
meses de vida e que são preparados de modo
a oferecer uma dieta de consistência grada-
tivamente maior até que ela possa receber a
dieta da família, junto com o leite materno.
Alimento dietético
Categoria: Alimentação e Nutrição
São alimentos isentos de algum tipo de nu-
triente, preparados para atender a restrições
dietéticas específicas de várias doenças. Ex.:
produtos sem açúcar, para diabéticos; sem
sal, para hipertensos; sem colesterol, para
portadores de colesterol sangüíneo alto; e as-
sim por diante.
Alimento in natura
Categoria: Alimentação e Nutrição
Todo alimento de origem vegetal ou animal,
para cujo consumo imediato se exija, apenas,
a remoção da parte não comestível e os trata-
mentos indicados para a sua perfeita higieni-
zação e conservação.
Alimento integral
Categoria: Alimentação e Nutrição
Alimentos que possuem um processamen-
to diferenciado com o objetivo de manter o
conteúdo de fibras e nutrientes presentes nas
camadas mais superficiais do grão.
Alta complexidade
Categoria: Atenção à Saúde
A Atenção de Alta Complexidade é composta
por procedimentos que exigem incorporação
de altas tecnologias e alto custo e que não são
ofertadas por todas unidades de federação.
Amamentação exclusiva
Categoria: Alimentação e Nutrição Atenção
à Saúde
Uso de leite materno habitualmente até aos 6
meses de vida, como único alimento da criança,
não sendo admitido chás ou água como exceção.
ALC
Alcoólatra
Amamentação exclusiva
19
Amebíase
Categoria: Doenças
Termo genérico para qualquer infecção cau-
sada por Entamoeba histolytica. Doença cos-
mopolita, transmitida pelos indivíduos para-
sitados que eliminam cistos desta espécie em
suas fezes, quer estejam doentes, quer sejam
portadores-sãos. A transmissão pode ter lugar
por via direta, através das mãos sujas dos pa-
cientes, ou por via indireta quando há polui-
ção ambiental (adubação com fezes humanas,
contaminação fecal das águas por efluentes de
esgotos não tratados, etc.)
Analgésico adjuvante
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Qualquer medicação que tem outras indica-
ções primárias além da dor, porém, é analgé-
sica em algumas condições dolorosas.
Análise de controle
Categoria: Vigilância em Saúde
Análise efetuada em produtos sob o regime
de vigilância sanitária, após sua entrega ao
consumo, e destinada a comprovar a confor-
midade do produto com a fórmula que deu
origem ao produto.
Análise fiscal
Categoria: Vigilância em Saúde
Análise efetuada, em caráter de rotina, para
apuração de infração ou verificação de ocor-
rência de desvio quanto à qualidade, seguran-
ça e eficácia dos produtos ou matérias-primas.
Análise prévia
Categoria: Vigilância em Saúde
Análise efetuada em determinados produtos
sob o regime de vigilância sanitária, a fim de ser
verificado se podem eles ser objeto de registro.
Análogos de nucleosídeos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Classe de medicamentos anti-retrovirais usa-
dos no tratamento da infecção pelo HIV.
Pertencem a essa classe o ddI, ddC, 3TC e
o AZT. Todos esses agentes inibem a enzima
transcriptase reversa, por um mecanismo de
criação de cópias virais com estrutura altera-
da e não funcionais.
Anemia
Categoria: Doenças
Define-se genericamente anemia como a situ-
ação clínica onde ocorre a diminuição do nú-
mero de eritrócitos circulantes e/ou da quan-
tidade de hemoglobina neles contidas.
Anemia falciforme
Categoria: Doenças
Faz parte do grupo das hemoglobinopatias,
cujo portador, em certas condições, possuem
glóbulos vermelhos (hemáceas) que são al-
teradas em sua formação, ficando parecidas
com uma foice, daí o nome falciforme. Os
glóbulos vermelhos em forma de foice se
agregam e dificultam a circulação do sangue
nos pequenos vasos do corpo. Com a dimi-
nuição da circulação ocorrem lesões nos ór-
gãos atingidos, causando dor, destruição dos
glóbulos, icterícia (olhos amarelos) e anemia.
Anorexia nervosa
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Distúrbio alimentar caracterizado pela recusa
à alimentação, perda excessiva de peso, medo
de engordar, distorção da imagem corpórea,
além de distúrbios sociais e emocionais.
Antibiótico
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Antimicrobianosproduzidospormicrorganismos.
Antibioticoterapia
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
É o tratamento de pacientes com sinais e sin-
AME
Amebíase
Antibioticoterapia
20
tomas clínicos de infecção pela administração
de antimicrobianos.
Anticoncepção
Ver Métodos contraceptivos.
Anticoncepção de emergência
Categoria: Atenção à Saúde
Uso de alguns tipos de pílula anticoncepcio-
nal, em situações de emergência, para im-
pedir que ocorra gravidez após uma relação
sexual desprotegida – onde a mulher tem
chance de engravidar.
Antimicrobiano
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
São produtos capazes de destruir microrga-
nismos ou de suprimir sua multiplicação ou
crescimento.
Anti-retroviral
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Denominação genérica para os medicamen-
tos atualmente utilizados no tratamento da
infecção pelo HIV, que é um retrovírus.
Antraz
Categoria: Doenças
Toxiinfecção causada pelo Bacillus antracis,
bactéria do solo e da vegetação (família Ba-
cillaceae), formadora de esporos que podem
contaminar herbívoros e, a partir, destes, in-
fectar acidentalmente os homens que manipu-
lam carneiros, cabras, suas peles, lã ou produ-
tos derivados, seja por inoculação ou ingestão,
o que condiciona diferentes formas clínicas.
Aprendizagem social
Categoria: Ciências Sociais em Saúde
Esta teoria fundamenta as ações de prevenção
no conhecimento e no processo de aprendi-
zagem sobre a situação de risco e na possibi-
lidade de adoção de práticas sexuais seguras.
Constitui um modelo de intervenção centra-
do no indivíduo.
ARC
Categoria: Doenças
Sigla originada da expressão em inglês Aids
Related Complex (Complexo Relacionado à
Aids). Esta expressão foi muito utilizada na
década de 80 para caracterizar os estágios clí-
nicos intermediários da infecção pelo HIV e
denominava o conjunto de sinais, sintomas e
alterações laboratoriais freqüentemente pre-
sentes em pacientes portadores de imunode-
ficiência induzida pelo HIV, mas que ainda
não apresentam diagnóstico para as doenças
oportunistas mais graves, principalmente in-
dicativas de aids.
Artrite reumatóide
Categoria: Doenças
Doença inflamatória poliarticular crônica, in-
cidindo principalmente nas articulações dos
dedos e dos punhos, com caráter extensivo,
deformante e anquilosante.
Asbestose
Categoria: Doenças
Pneumoconiose associada ao asbesto ou
amianto, sendo uma doença eminentemente
ocupacional. É progressiva e irreversível, po-
dendo se manifestar alguns anos após cessada
a exposição.
Asma
Categoria: Doenças
Doença crônica idiopática, em que há hiper-
sensibilidade da traquéia e brônquios a estí-
mulos que induzem constrição da musculatu-
ra lisa das vias aéreas, espessamento do epitélio
e presença de líquido na luz dos brônquios.
Assistência à saúde
Categoria: Atenção à Saúde
O campo da assistência à saúde encerra um
conjunto de ações levadas a efeito pelo SUS,
em todos os níveis de governo, para o aten-
ANT
Anticoncepção
Assistência à saúde
21
dimento das demandas pessoais, individuais
e coletivas, e que é prestada no âmbito am-
bulatorial e hospitalar, bem como em outros
espaços, especialmente no domiciliar.
Assistência ambulatorial
Categoria: Atenção à Saúde
Conjunto de procedimentos médicos e tera-
pêuticos de baixa complexidade, possíveis de
realização em ambulatórios e postos de saúde.
Assistência aos trabalhadores
Categoria: Atenção à Saúde Vigilância em
Saúde
Considera o trabalhador como sujeito a um
adoecimento específico que exige estratégias,
também específicas, de promoção, proteção e
recuperação da saúde.
Assistência farmacêutica
Categoria: Atenção à Saúde Medicamentos,
Vacinas e Insumos
Grupo de atividades relacionadas com o me-
dicamento, destinada a apoiar ações de saúde
demandadas por uma comunidade. Envolve
o abastecimento de medicamentos em todas
e em cada uma de suas etapas constitutivas, a
conservação e controle de qualidade, a segu-
rança e a eficácia terapêutica dos medicamen-
tos, o acompanhamento e a avaliação da uti-
lização, a obtenção e a difusão de informação
sobre medicamentos e a educação permanen-
te dos profissionais de saúde, do paciente e da
comunidade para assegurar o uso racional de
medicamentos.
Assistência farmacêutica básica
Categoria: Atenção à Saúde Medicamentos,
Vacinas e Insumos
Compreende um conjunto de atividades rela-
cionadas ao acesso e ao uso racional de medi-
camentos, destinado a complementar e apoiar
as ações da Atenção Básica à Saúde.
Atenção à saúde
Categoria: Atenção à Saúde
Conjunto de ações levadas a efeito pelo SUS,
em todos os níveis de governo, para o atendi-
mento às demandas pessoais e das exigências
ambientais, compreende três grandes cam-
pos, a saber: o da assistência, o das interven-
ções ambientais e o das políticas externas no
setor Saúde.
Atenção básica
Categoria: Atenção à Saúde
É um conjunto de ações, de caráter indivi-
dual e coletivo, situadas no primeiro nível de
atenção dos sistemas de saúde, voltadas para
a promoção da saúde, a prevenção de agra-
vos, o tratamento e a reabilitação.
Atenção de alta complexidade
Ver Alta complexidade.
Atenção humanizada ao recém-nascido de
baixo peso
Categoria: Atenção à Saúde
Humanização do atendimento ao bebê pre-
maturo e de baixo peso, melhorando o vín-
culo entre a mãe, pai e bebê, diminuindo o
tempo de separação, estimulando a prática de
amamentação, diminuindo a infecção hospi-
talar e a permanência do bebê no hospital.
Atendimento de recuperação e reabilitação
Categoria: Atenção à Saúde
Atendimento oferecido após a alta do pacien-
te, geralmente em ambiente ambulatorial.
Atendimento pré-hospitalar
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
O sistema de atendimento pré-hospitalar tem
a finalidade de atender vítimas em situação
de urgências e emergências, antes de sua che-
gada ao hospital.
ASS
Assistência ambulatorial
Atendimento pré-hospitalar
22
Atendimento pré-hospitalar fixo
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
É aquela assistência prestada, num primeiro
nível de atenção, aos pacientes portadores de
quadros agudos, de natureza clínica, traumá-
tica ou ainda psiquiátrica, que possa levar ao
sofrimento, seqüelas ou mesmo à morte, pro-
movendo um atendimento e/ou transporte
adequado a um integrante do Sistema Esta-
dual de Urgência e Emergência.
Atendimento pré-hospitalar móvel
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Considera-se como nível pré-hospitalar mó-
vel na área de urgência, o atendimento que
procura chegar precocemente à vítima, após
ter ocorrido um agravo à saúde (de natureza
clínica, cirúrgica, traumática, inclusive as psi-
quiátricas), que possa levar ao sofrimento, se-
qüelas ou mesmo à morte, sendo necessário,
portanto prestar-lhe atendimento e/ou trans-
porte adequado a um serviço de saúde devi-
damente hierarquizado e integrado ao Siste-
ma Único de Saúde.
Atividade de Apoio Diagnóstico e Terapêutico
Categoria: Atenção à Saúde
Abrange as diversas atividades de apoio diag-
nóstico e terapêutico, tais como: laboratórios
de análises clínicas, anatomia patológica, ra-
diologia, endoscopia, fisioterapia, provas fun-
cionais, hemoterapias, traçados diagnósticos
(EEG, ECG) e os atendimentos individuais e
em grupos realizados pelas diversas categorias
profissionais nas unidades de saúde.
Auditoria analítica
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
A auditoria analítica é planejada e realizada a
partir de relatórios gerados do SIA e do SIH,
fornecidos pelo DATASUS, compreendendo to-
dos os serviços produzidos por prestador e com-
parando-os com parâmetros preestabelecidos.
Auditoria operacional
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Consiste no desenvolvimento de atividades
no local onde os serviços são prestados. Deve
ser progamada como rotina e em casos de de-
núncia ou em decorrência de distorções de-
tectadas nas ações políticas.
Automedicação
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Uso de medicamento sem a prescrição, orien-
tação e ou acompanhamento do médico ou
dentista.
Autonegligência
Categoria: Acidentes e Violência Atenção à
Saúde
Conduta de pessoa idosa que ameaça sua
própria saúde ou segurança, com a recusa ou
fracasso de prover a si mesmo um cuidado
adequado.
Autoridade sanitária
Categoria: Vigilância em Saúde
Autoridade que tem diretamente a seu car-
go, em sua demarcação territorial, a aplicação
das medidas sanitárias apropriadas de acordo
com as leis e regulamentos vigentes no terri-
tório nacional e tratados e outros atos inter-
nacionais dos quais o Brasil é signatário.
Autorização de exportação
Categoria: Direito Sanitário
Documento expedido pela Secretaria de Vi-
gilância em Saúde do Ministério da Saú-
de (SVS/MS), que consubstancia a exporta-
ATE
Atendimento pré-hospitalar fixo
Autorização de exportação
23
ção de substâncias constantes na Portaria n.º
344/98, ou de suas atualizações, bem como
os medicamentos que a contenham.
Autorização de importação
Categoria: Direito Sanitário
Documento expedido pela Secretaria de Vi-
gilância Sanitária do Ministério da Saúde
(SVS/MS), que consubstancia a importa-
ção de substâncias constantes na Portaria n.º
344/98, ou de suas atualizações, bem como
os medicamentos que a contenham.
Autorização de Internação Hospitalar (AIH)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Este é o principal formulário usado pelo SIH
(Sistema de Informação Hospitalar) que per-
mite o diagnóstico da produção de serviços.
Este instrumento apresenta diversos modelos:
a AIH1, que dispõe de dados de identificação
do paciente, registro do conjunto de procedi-
mentos médicos e serviços de diagnose e tera-
pia realizados; e a AIH5, que dispõe de dados
referentes a pacientes crônicos ou psiquiátri-
cos que necessitam de continuidade no tra-
tamento.
Autorização de modelo
Categoria: Vigilância em Saúde
Autorização concedida pela Anvisa para que
o fornecedor de um equipamento eletromé-
dico, em processo de ensaio e ratificação pelo
Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformi-
dade (SBAC), possa ser fabricado, importa-
do, exposto à venda e entregue ao consumo,
pelo período de ano, até a conclusão do re-
querido processo, n.º 444/99.
Autorização sanitária
Categoria: Vigilância em Saúde
Ato privativo do órgão ou da entidade com-
petente do Ministério da Saúde, incumbido
da vigilância sanitária dos produtos de que
trata o Decreto n.º 3.961, de 10 de outu-
bro de 2001, contendo permissão para que
as empresas exerçam as atividades sob regime
de vigilância sanitária, instituído pela Lei n.º
6.360 de 1976, mediante comprovação de re-
quisitos técnicos e administrativos específicos.
Avaliação
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
O controle e avaliação a serem exercidos
pelos gestores do SUS compreendem o co-
nhecimento global dos estabelecimentos de
saúde localizados em seu território, o cadas-
tramento de serviços, a condução de proces-
sos de compra e contratualização de serviços
de acordo com as necessidades identificadas e
legislação específica, o acompanhamento do
faturamento, quantidade e qualidade dos ser-
viços prestados, entre outras atribuições.
Avaliação antropométrica
Categoria: Alimentação e Nutrição
Uso de medidas (principalmente peso e altu-
ra) como critério para avaliar o crescimento
físico e, por extensão, o estado nutricional.
Avaliação da saúde mental
Categoria: Atenção à Saúde
Testes de função cognitiva e de humor.
Azitodimidina
Ver AZT.
AZT
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Sigla do composto farmacológico azitotimi-
dina. Também conhecida como zidovudina, é
uma droga anti-retroviral do grupo dos inibi-
dores da transcriptase reversa utilizada no tra-
tamento da infecção pelo HIV. Foi o primei-
ro medicamento a ser utilizado no tratamento
de pacientes com infecção pelo HIV/aids.
AUT
Autorização de importação
AZT
25
Baixo peso ao nascer
Categoria: Alimentação e Nutrição Aten-
ção à Saúde Epidemiologia
Classificação de recém-nascidos com menos
de 2.500g.
Banco de leite humano
Categoria: Alimentação e Nutrição Aten-
ção à Saúde
Centro especializado responsável pela pro-
moção do incentivo ao aleitamento materno
e execução das atividades de coleta, proces-
samento, estocagem e controle de qualida-
des do leite humano extraído artificialmente,
para posterior distribuição, sob prescrição do
médico ou do nutricionista.
Banco de preços em saúde-aids
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
O banco de preços visa garantir uma políti-
ca global de acesso a medicamentos para a
aids ao maior número de pessoas, com preços
justos e adequados à realidade econômica de
cada país.
Banco de preços praticados na área
hospitalar
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Registra e divulga pela internet os preços de
medicamentos, material médico-hospitalar,
insumos e serviços praticados junto aos hos-
pitais.
Banco de preservativos
Categoria: Atenção à Saúde Promoção e
Educação em Saúde
São centros de educação e saúde organiza-
dos pela própria comunidade com apoio da
unidade de saúde local e tem o objetivo de
ampliar o acesso da população não apenas ao
preservativo, mas também a informações so-
bre prevenção.
Bancos de órgãos e tecidos
Categoria: Atenção à Saúde
São responsáveis pela retirada, processamento
e conservação de órgãos e tecidos para fins de
transplantes.
Bebedor moderado
Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social
Pessoa que utiliza a bebida alcoólica sem de-
pendência e sem problemas decorrentes de
seu uso.
Bebedor-problema
Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social
Pessoa que apresenta qualquer tipo de pro-
blema (físico, psíquico ou social) decorrente
do consumo do álcool, sem dependência.
Bem-estar nutricional
Categoria: Alimentação e Nutrição
Estado orgânico em que as funções do con-
sumo e utilização de energia alimentar e de
nutrientes se fazem de acordo com as necessi-
dades biológicas do indivíduo.
Benzenismo
Categoria: Doenças
Nome dado às manifestações clínicas ou alte-
rações hematológicas compatíveis com a ex-
posição ao benzeno.
B
26
Benzeno
Categoria: Ambiente e Saúde
Considerado uma substância mielotóxica,
pois nas exposições crônicas atua sobre a me-
dula óssea, produzindo quadros de hipoplasia
ou de displasia. Vários estudos epidemiológi-
cos demonstram a relação do benzeno com a
leucemia linfocítica crônica, com a doença de
Hodking e com a hemoglobinúria paroxísti-
ca noturna.
Biblioteca Virtual em Saúde
Categoria: Comunicação em Saúde
Objetiva cooperar na coleta, organização e
disseminação de informações do setor Saúde.
Permite que usuários possam interatuar e na-
vegar no espaço de uma ou várias fontes de
informação geradas, atualizadas e armazena-
das na internet obedecendo a metodologias
comuns que integram uma rede de entidades
afins à Biblioteca Virtual em Saúde Pública.
Biblioteca viva
Categoria: Atenção à Saúde Comunicação
em Saúde
Humanização da assistência à criança hospi-
talizada através da melhoria da qualidade da
atenção nos períodos em que as crianças e seus
familiares passam nas unidades hospitalares.
Biodisponibilidade
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Indica a velocidade e a extensão de absorção
de um princípio ativo de uma forma de dosa-
gem, a partir de sua curva concentração/tem-
po na circulação sistêmica ou sua excreção na
urina.
Bioequivalência
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Condição que se dá entre dois produtos far-
macêuticos e que mostram uma mesma ou
similar biodisponibilidade segundo uma série
de critérios. Para tanto, dois produtos farma-
cêuticos devem considerar-se como equiva-
lentes terapêuticos.
Bioética
Categoria: Ética e Bioética
Ramo da filosofia que estuda os avanços das
ciências da vida e da saúde, com ênfase nas
implicações éticas das pesquisas científicas e
das ações de saúde.
Biossegurança
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Condição de segurança alcançada por um
conjunto de ações destinadas a prevenir, con-
trolar e, reduzir ou eliminar riscos inerentes às
atividades que possam comprometer à saúde
humana, animal e vegetal e o meio ambiente.
Biotecnologia
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Qualquer aplicação tecnológica que utilize
sistema biológicos, organismos vivos ou seus
derivados, para fabricar ou modificar produ-
tos ou processos para utilização específica.
Bócio
Categoria: Doenças
Aumento de volume da glândula tireóide,
seja ele nodular ou difuso.
Bulimia
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Distúrbio alimentar caracterizado pelo impul-
so irresistível de comer, excessivamente, segui-
dos por sentimentos de culpa e vergonha, pro-
vocando o vômito ou utilizando laxativos e/ou
diuréticos de maneira exagerada.
BEN
Benzeno
Bulimia
27
Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de
Saúde (CNES)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
É a base para operacionalizar os Sistemas de
Informações em Saúde, sendo estes impres-
cindíveis a um gerenciamento eficaz e eficien-
te. Visa disponibilizar informações sobre as
atuais condições de infra-estrutura de funcio-
namento dos Estabelecimentos de Saúde.
Camisinha
Ver Preservativo masculino.
Câncer de esôfago
Categoria: Doenças
O câncer de esôfago mais freqüente é o carci-
noma epidermoíde escamoso, responsável por
96% dos casos. O adenocarcinoma vem ten-
do um aumento significativo principalmente
nos casos de esôfago de BAPRET, quando há
crescimento anormal de células do tipo gás-
trico para dentro do esôfago. É mais inciden-
te a partir dos 40 anos e está associado ao alto
consumo de bebidas alcoólicas e de produtos
derivados do tabaco (tabagismo).
Câncer de estômago
Categoria: Doenças
O câncer de estômago (também denomina-
do câncer gástrico) é a doença em que célu-
las malignas são encontradas nos tecidos do
estômago. Os tumores do câncer do estôma-
go se apresentam, predominante, sob a forma
de três tipos histológicos: o adenocarcinoma,
responsável por 95% dos tumores gástricos, o
linfoma, diagnosticado em cerca de 3% dos
casos, e o leiomiossarcoma.
Câncer de mama
Categoria: Doenças
Neoplasia maligna responsável por 1/5 das
mortes por câncer do sexo feminino. Nos
EUA, o risco global é de uns 10% (5 vezes
mais que o Japão ou China) e o de morrer
dele 3,6%. É raro antes dos 25 anos, mas, o
grupo etário mais exposto (65-85 anos), o
risco não vai além de 5,5%. A causa é des-
conhecida e, nos últimos 30 ou 40 anos, não
houve mudança sensível na situação mundial
(cerca de 90 mil casos e 376 mil óbitos por
ano). Fatores que aumentam o risco são geo-
gráficos, genéticos, idade, duração do perío-
do reprodutivo, nuliparidade, idade do pri-
meiro parto, obesidade e, talvez a dieta com
alto conteúdo lipídico e de álcool.
Câncer de pâncreas
Categoria: Doenças
Neoplasias malignas da porção exócrina da
glândula, derivadas quase sempre do epitélio
ductal – adenocarcinomas –, que produzem
tumores insidiosos e altamente fatais, mani-
festando-se, em países como EUA, aumen-
tos de três vezes nas últimas décadas, senão
a causa atribuída ao tabagismo, à dieta e aos
carcinógenos químicos.
Câncer de pele
Categoria: Doenças
C
28
Como a pele é um órgão heterogêneo, esse
tipo de câncer pode apresentar neoplasias de
diferentes linhagens. Os mais freqüentes são:
carcinoma basocelular, responsável por 70%
dos diagnósticos de câncer de pele, o carci-
noma epidermoíde com 25% dos casos e o
melanoma, detectado em 4% dos pacientes.
Felizmente o carcinoma basecular, mais fre-
qüente, é também o menos agressivo. Esse
tipo e o carcinoma epidermóide são também
chamados de câncer de pele não melanoma,
enquanto o melanoma e outros tipos, com
origem nos melanócitos são denominados de
câncer de pele melanoma.
Câncer de próstata
Categoria: Doenças
Raro antes dos 50 anos, sua freqüência cres-
ce depois rapidamente. Costuma ter início na
zona periférica, posterior da glândula, o que
o torna acessível ao toque retal. Cresce como
massa compacta invasiva (em direção as vesí-
culas seminais e base da bexiga) e metastati-
zante, tanto por via sangüínea como linfática.
A disseminação hematogênica faz-se principal-
mente para os ossos, parte proximal ao fêmur,
pelve, coluna toráxica e costelas, por ordem
decrescente de seqüências, podendo a metás-
tase ser osteolítica ou osteoblástica. A sinto-
malogia, que aparece tardiamente, compreen-
de disúria, hematúria ou dor; algumas vezes
dor nas costas produzidas pelas metástases.
Câncer do colo do útero
Categoria: Doenças
Neoplasia do colo do útero, mais freqüentes
em mulheres com idade entre 40 e 45 anos,
geralmente associado à presença de Papilo-
mavírus de tipo 16 ou 18 (raramente outros).
A infecção é transmitida sexualmente e de-
termina alterações celulares detectáveis pelo
método de Papanicolau.
Câncer gástrico
Ver Câncer de estômago
Cancerologia
Categoria: Doenças
Setor especializado da medicina que se ocupa
do estudo e do tratamento dos tumores.
Cancro duro
Categoria: Doenças
Lesão primária causada pelo Treponema pallidum
que é a bactéria causadora da sífilis. Normal-
mente não causa dor e surge na glande ou na ca-
mada interna do prepúcio. Tem forma arredon-
dada ou oval, com as bordas levemente salientes.
O cancro duro é o primeiro sinal da sífilis.
Cancro mole
Categoria: Doenças
É uma doença sexualmente transmissível –
DST que se caracteriza pelo aparecimento,
nos órgãos genitais, de vesículas que vão se
enchendo de pus e se transformam em feri-
das que passam a purgar abundantemente, ao
contrário do que ocorre com o cancro duro,
as ulcerações causadas pelo cancro mole cos-
tuma ser dolorosas e aparecem em lesões múl-
tiplas. Esta DST é causada por uma bactéria
denominada Haemophilus ducreyi.
Candidíase
Categoria: Doenças
Tradicionalmente denominada monilíase ou
“sapinho”, é uma infecção da vagina ou da
vulva, causada pelo fungo Candida Albicans.
Caracteriza-se por corrimento vaginal esbran-
quiçado, coceira e inflamação das mucosas,
que ficam avermelhadas e cobertas por placas.
Embora a via sexual não seja a única forma de
transmissão, a candidíase é considerada uma
CAN
Câncer de próstata
Candidíase
29
doença sexualmente transmissível. Nos casos
de imunodepressão, pode aparecer também
no pênis, no êsofago, e mesmo se tornar uma
infecção disseminada por todo o organismo
(nos casos de imunodeficiência avançada).
Carga viral
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Teste de qualificação da carga viral é uma
metodologia que permite a determinação da
qualidade de HIV circulante no organismo
de uma pessoa infectada.
Cartão Nacional de Saúde
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Sistema informatizado de base nacional que
possibilita a vinculação dos procedimen-
tos realizados pelo Sistema Único de Saúde
(SUS) ao usuário, ao profissional que o reali-
zou e também à unidade de saúde.
Casas de Apoio para Mulheres em Situação
de Risco
Categoria: Acidentes e Violência
São locais que acolhem mulheres vítimas de
violência doméstica e sexual, com seus filhos
e filhas menores. O local é sigiloso e eles po-
dem permanecer por um período determina-
do, recebendo assistência médica, psicológica
e capacitação profissional.
Catarata
Categoria: Doenças
Segundo a OMS (Organização Mundial da
Saúde) a catarata é a opacificação do crista-
lino, que quando avançada dificulta a pene-
tração dos raios luminosos na retina, pro-
vocando deficiência visual e cegueira. Cerca
de 85% das cataratas são classificadas como
senis, acometendo pessoas com mais de 60
anos de idade, entretanto existem outras for-
mas de catarata como, por exemplo, as cata-
ratas congênitas, que acomentem crianças re-
cém-nascidas cujas mães apresentam alguma
patologia (como a rubéola, sífilis ou toxoplas-
mose) durante a gravidez e as cataratas decor-
rentes de enfermidades como o diabetes e o
glaucoma ou de doenças genéticas e acidentes
envolvendo trauma no globo ocular.
CD4
Categoria: Doenças
É um receptor presente, principalmente, nos
linfócitos T-auxiliares (denominados por isso
de Linfócitos-T CD4+) onde o HIV se liga
para iniciar a infecção dessas células. Outras
moléculas presentes na membrana dos linfó-
citos-T desempenham um papel auxiliar, mas
relevante, nesse processo de ligação HIV/Lin-
fócito-T, e são denominadas co-receptores.
Célula T4
Categoria: Doenças
Linfócito auxiliar, também chamado de célu-
la T-auxiliar. É nele que se localiza a partícula
CD4, pela qual o HIV se liga à célula, enfra-
quecendo o sistema imunológico.
Célula T8
Categoria: Doenças
Tipo de linfócito também chamado de T-su-
pressor, que apresenta funções de citoxidade
e controle da resposta imunológica.
Centrais de Regulação Médica de Urgências
Categoria: Atenção à Saúde
As centrais, estruturadas nos níveis estadual,
regional e/ou municipal, organizam a relação
entre os vários serviços, qualificando o fluxo
dos pacientes no sistema e geram uma porta
de comunicação aberta ao público em geral,
através da qual os pedidos de socorro são re-
cebidos, avaliados e hierarquizados.
CAR
Carga viral
Centrais de Regulação Médica de Urgências
30
Centrais Farmacêuticas
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Almoxarifados centrais de medicamentos, ge-
ralmente na esfera estadual, onde é feita a es-
tocagem e distribuição para hospitais, ambu-
latórios e postos de saúde.
Central Nacional de Transplante
Categoria: Atenção à Saúde
Articula o trabalho das Centrais Estaduais e
provê os meios para as transferências de ór-
gãos entre estados com vistas a contemplar as
situações de urgência e evitar os desperdícios
de órgãos sem condições de aproveitamento
da sua origem.
Centro de Atenção Psicossocial
Categoria: Atenção à Saúde
Serviço de atendimento aos pacientes por-
tadores de transtornos mentais, alternativos
à hospitalização convencional, que prestam
atendimento por 8 ou 12 horas, ou mes-
mo por 24 horas. Faz parte da rotina deste
serviço oficinas terapêuticas e de prevenção
das DST/HIV/aids, contando inclusive com
aconselhamento e oferecimento do teste anti-
HIV, além de auxiliar no monitoramento da
adesão aos anti-retrovirais para aqueles usuá-
rios portadores do HIV/aids.
Centro de Referência em Assistência à
Saúde do Idoso
Categoria: Atenção à Saúde
Hospital que dispõe de condições técnicas,
instalações físicas, equipamentos e recursos
humanos adequados para prestar assistência à
saúde dos idosos, de forma integral e integra-
da. Deve dispor, além de internação hospi-
talar, ambulatório especializado em saúde do
idoso, hospital dia-geriátrico e assistência do-
miciliar de média complexidade, para a Rede
Estadual de Assistência à Saúde do idoso.
Centro de Orientação e Apoio Sorológico
Categoria: Atenção à Saúde
Unidade pública de saúde com a finalidade
específica de oferecer testagem anônima para
o vírus da aids e, ao mesmo tempo, desen-
volver um processo de prevenção e orientação
aos seus usuários.
Centro de Saúde
Categoria: Atenção à Saúde
Unidade destinada a prestar assistência à saú-
de de uma população determinada, contando
com uma equipe de saúde interdisciplinar em
caráter permanente, com médicos generalistas
e ou especialistas. Sua complexidade e dimen-
sões físicas variam em função das característi-
cas da população a ser atendida, dos proble-
mas de saúde a serem resolvidos e de acordo
com o seu tamanho e capacidade resolutiva.
Centro de Testagem e Aconselhamento
em Aids
Categoria: Atenção à Saúde
Unidades da rede básica do Sistema Único
de Saúde (SUS) que têm como objetivo es-
timular a adoção de práticas sexuais seguras
(prevenção primária) e incentivar que pessoas
infectadas pelo HIV procurem e sejam acom-
panhadas pelos Serviços de Assistência Espe-
cializada (SAE) (prevenção secundária).
Centro Nacional de Epidemiologia (Cenepi)
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Responsável pela definição de normas, pro-
cedimentos técnicos e diretrizes operacionais
do Sistema Nacional de Vigilância Epidemio-
lógica. Deve promover a cooperação técnica
e assessorar as Secretarias Estaduais e Muni-
cipais de Saúde. Trabalha para a promoção e
disseminação do uso da metodologia epide-
miológica em todos os níveis do SUS.
CEN
Centrais Farmacêuticas
Centro Nacional de Epidemiologia (Cenepi)
31
Centro Nacional de Regulação de
Alta Complexidade
Categoria: Atenção à Saúde
Destina-se a organizar o fluxo de referência inte-
restadual, de pacientes que necessitem de assis-
tência hospitalar de alta complexidade eletiva, e
a garantir o financiamento desses atendimentos.
Centro Regional de Especialidade
Categoria: Atenção à Saúde
Estabelecimento de saúde instalado em agru-
pamentos populacionais superiores a 30.000
habitantes que desenvolve atividades nas áreas
médicas definidas através do perfil epidemio-
lógico e recursos existentes em cada região.
Para pequena cirurgia e leitos de repouso.
Certificação de Conformidade
Categoria: Vigilância em Saúde
Ato em que um terceiro demonstra existir ga-
rantia adequada de que um produto, proces-
so ou serviço devidamente identificado, está
em conformidade com uma norma ou regu-
lamento técnico.
Certificado de Boas Práticas de Fabricação
Categoria: Direito Sanitário
Documento legal emitido pela autoridade sa-
nitária competente, atestando que determina-
da linha de produção da empresa cumpre com
os requisitos de Boas Práticas de Fabricação
(BPF) estabelecidos pela legislação vigente.
Certificado de Registro de Produto
Categoria: Direito Sanitário
Documento legal emitido pela Autoridade
Sanitária competente, no qual consta a for-
mulação qualitativa e quantitativa do produ-
to incluindo detalhes sobre embalagem, rotu-
lagem e prazo de validade.
Chlamydia trachomatis
Categoria: Doenças
Bactéria responsável por várias doenças sexual-
mente transmissíveis, entre elas o linfogranu-
loma venéreo e uretrites não gonocócicas.
Este organismo também pode causar outras
doenças graves como salpingite, tracoma,
conjuntivite do recém-nascido, proctite e es-
terilidade permanente.
Chumbo
Categoria: Ambiente e Saúde
É um dos metais mais presentes na Terra,
podendo ser encontrado, praticamente, em
qualquer ambiente ou sistema biológico, in-
clusive no homem. As principais fontes de
contaminação ocupacional e/ou ambiental
são as atividades de mineração e indústria, es-
pecialmente fundição e refino.
Ciência e tecnologia
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Conceito amplo que compreende ações co-
nexas de geração, difusão e aplicação de co-
nhecimentos em todos os campos do saber,
inclusive educação, gestão, informação, nor-
malização, patentes, estudos e outras ativida-
des ligadas à inovação e difusão tecnológica.
Citomegalovírus
Categoria: Doenças
Vírus pertencente ao grupo dos herpesvírus,
que pode acometer vários órgãos. A infecção
pelo citomegalovírus ocorre, muitas vezes, pela
via sexual. Nas pessoas sem transtornos imu-
nitários geralmente é assintomática, mas pode
provocar aumento de volume do fígado e/ou
do baço, erupções, irritação na garganta, dores
e mal-estar generalizado de evolução autolimi-
tada. Quando a infecção se dá ainda no útero
materno as conseqüências podem ser graves,
podendo fazer com que o bebê apresente re-
tardamento mental, cegueira, surdez e/ou pa-
CEN
Centro Nacional de Regulação de Alta Complexidade
Citomegalovírus
32
ralisia cerebral. Nos indivíduos imunocom-
prometidos, pode provocar doenças grave, o
que, por sua vez, pode levar à cegueira e mes-
mo à morte. Nos pacientes com aids são mais
comuns o comprometimento da retina, do
trato digestivo e do sistema nervoso central.
Citopatologia
Categoria: Doenças
Ramo da patologia que estuda as doenças e as
alterações patológicas do organismo em seu
aspecto celular.
Clamidiose
Categoria: Doenças
Também chamada de clamidíase, é uma doen-
ça sexualmente transmissível causada pela
bactéria clamydia trachomatis, que afeta ho-
mens e mulheres. Se não for adequadamente
tratada poderá provocar infertilidade perma-
nente e, em casos de gravidez, haverá riscos
de infecção nos olhos ou nos pulmões para o
feto ou para o recém-nascido.
Climatério
Categoria: Atenção à Saúde
Fase da vida da mulher que marca a transição
do período reprodutivo para o não-reprodu-
tivo. Esta fase pode estender-se por longo e
variável período de tempo.
Cobertura de serviços de saúde
Categoria:AdministraçãoePlanejamentoemSaúde
Oferta sistematizada de serviços básicos de
saúde que satisfaçam às necessidades de uma
população determinada, proporcionada de
forma contínua, em lugares geograficamente
acessíveis e que garantam o acesso da popula-
ção aos diferentes níveis de atendimento aos
sistemas de serviços de saúde.
Coeficiente de morbidade
Categoria: Epidemiologia
Tem por função relacionar pessoas doentes
com a população de onde estas advêm, den-
tro de um intervalo de tempo determinado.
Representam a tentativa de expressar uma
idéia acerca da doença (no caso da morbida-
de) ou até morte (neste caso, os coeficientes
de mortalidade) e temporalmente definida.
Coeficiente de natalidade
Categoria: Epidemiologia
Medida de freqüência de nascimentos, em
uma determinada população, durante um pe-
ríodo de tempo especificado.
Cólera
Categoria: Doenças
Doença infecciosa aguda diarréica e grave,
causada por Vibrio cholerae sorogrupo O1.
A infecção tem lugar pela ingestão de águas
com poluição fecal ou de produtos alimen-
tícios contaminados por essas águas, ou ori-
ginários delas (crustáceos, ostras, mexilhões,
etc.) e consumidos crus ou malcozidos.
Colesterol
Categoria: Doenças
Substância semelhante à gordura, encontra-
da no sangue e nas membranas das células.
Fundamental ao organismo humano para a
produção de hormônios sexuais, produtos da
digestão (bile), vitamina D, etc. No entanto,
um nível elevado de colesterol sangüíneo tem
mostrado ser o principal fator de risco para o
desenvolvimento de cardiopatias.
Comando único
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
É uma diretriz do SUS que visa à integração
da gestão das ações e serviços de saúde em
cada esfera de governo, em seus respectivos
âmbitos de competência política e adminis-
CIT
Citopatologia
Comando único
33
trativa. O objetivo final é que cada esfera de
governo seja capaz de assumir a responsabili-
dade sanitária plena para melhorar a qualida-
de de vida e saúde da população.
Comissão Intergestores Bipartite
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Comissão integrada paritariamente por diri-
gentes da Secretaria Estadual de Saúde e do
órgão de representação dos Secretários Muni-
cipais de Saúde do estado, deverá ser criada e
formalizada através de portaria do Secretário
Estadual de Saúde, sendo a instância privile-
giada de negociação e decisão quanto aos as-
pectos operacionais do SUS.
Comissão Intergestores Tripartite
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Comissão integrada paritariamente por diri-
gentes da Secretaria Estadual de Saúde e dos
órgãos de representação dos Secretários Es-
taduais de Saúde/Conass e do conjunto dos
Secretários Municipais de Saúde/Conasems,
tem por finalidade assistir ao Ministério da
Saúde na elaboração de propostas para a im-
plantação e operacionalização do SUS, sub-
mentendo-se ao poder deliberativo e fiscaliza-
dor do Conselho Nacional de Saúde.
Comissões Intergestores
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Tem o objetivo de assegurar a gestão com-
partilhada entre os governos municipais, es-
taduais e federal para: evitar a duplicidade ou
omissão na execução de ações e criar um es-
paço onde gestores do sistema técnico de saú-
de possam permanentemente negociar, deci-
dir e firmar pactos.
Comissões Intersetoriais
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
As comissões intersetoriais tem como finalida-
de articular políticas e programas de interesse
para a saúde, cuja execução envolva áreas não
compreendidas no âmbito do Sistema Único
de Saúde.
Componente
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Qualquer substância ou material a ser utili-
zado na fabricação de um produto farmacêu-
tico.
Comportamento sexual
Categoria: Ciências Sociais e Saúde
É a forma pela qual os indivíduos exercem
sua sexualidade. O comportamento sexual
desenvolve-se a partir das experiências de re-
lacionamento familiar, social e amoroso, as
quais também sofrem influência de fatores
educacionais, socioculturais, psicológicos e
biológicos.
Composição dos alimentos
Categoria: Alimentação e Nutrição
Valor nutritivo dos alimentos, ou seja, o seu
conteúdo em substâncias específicas, como
vitaminas, minerais e outros princípios.
Composição populacional
Categoria: Demografia
Porcentagem de cada grupo etário em relação
à população total.
Comunicação de Acidente do Trabalho
Categoria: Acidentes e Violência Atenção
à Saúde
Instrumento de notificação de acidente ou
doença relacionada ao trabalho, de acordo
com o INSS (Instituto Nacional de Seguro
Social).
COM
Comissão Intergestores Bipartite
Comunicação de Acidente do Trabalho
34
Comunidades terapêuticas
Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social
Serviços de atenção a pessoas com problemas
decorrentes do uso ou abuso de substâncias
psicoativas.
Concentração
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Quantidade de substância(s) ativa(s) ou
inativa(s) em determinada unidade de massa
ou volume do produto.
Condiloma acuminado
Categoria: Doenças
Doença sexualmente transmissível causada
pelo Papiloma Vírus Humano. Causa apare-
cimento de verrugas e/ou inchações rosadas
e úmidas que formam na pele dos órgãos ge-
nitais, superfície semelhante a uma crista de
gado. O condiloma acuminado pode aparecer
juntamente como os sintomas de gonorréia.
Pode parecer também no ânus e no reto.
Conselho de Secretários Municipais
de Saúde (Cosems)
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
Entidade que reúne e representa o conjunto
dos secretários de saúde dos estados. As fun-
ções dos Cosems consistem em participar, em
nome dos municípios, das articulações em
torno da política de saúde, defender seus in-
teresses junto às demais esferas de governo e
aos prestadores de serviços ao SUS.
Conselho Estadual de Saúde
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
São órgãos colegiados integrantes da estrutu-
ra básica da Secretaria de Saúde. Tem com-
posição paritária: 50% usuários, 25% de
prestadores de serviços público e privado. É
a instância que tem poder deliberativo no ní-
vel estadual. Focaliza e conclui as questões
encaminhadas pela Comissão Intergestores
Bipartite.
Conselho Municipal de Saúde
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
Instância permanente e deliberativa, atua na
formulação de estratégias e no controle da
execução da Política Municipal de Saúde,
com composição e atribuições previstas em
lei municipal, observado o disposto na Lei
8.142, de 1990.
Conselho Nacional de Saúde (CNS)
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
Órgão específico do Ministério da Saúde for-
mado por 32 conselheiros titulares com seus
respectivos suplentes, representantes de enti-
dades e instituições dos segmentos governo,
prestadores de serviços privados de saúde,
profissionais de saúde e usuários. Tem como
objetivo atuar na formulação e controle da
execução da política nacional de saúde, inclu-
sive nos aspectos econômicos e financeiros,
nas estratégias e na promoção do processo
de controle social em toda a sua amplitude,
no âmbito dos setores público e privado. As
entidades com representação no CNS foram
definidas no Decreto 1.448, de 6 de abril
de 1995. A composição é paritária a fim de
manter equilíbrio dos interesses envolvidos.
Conselho Nacional de Secretários Estaduais
de Saúde (Conass)
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
Organismo de representação dos secretários
estaduais de saúde que serve de interlocutor
oficial do Ministério da Saúde com relação à
política de saúde.
Conselho Nacional de Secretários
Municipais de Saúde (Conasems)
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
COM
Comunidades terapêuticas
Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass)
35
Organização não-governamental que repre-
senta potencialmente todos os secretários
municipais de saúde do País e serve de in-
terlocutor oficial do Ministério da Saúde
com relação à política de saúde. A Lei 8.142,
de 1990, ao tratar da participação social no
SUS define o Conasems como representan-
te dos municípios no Conselho Nacional de
Saúde. O Conasems é membro da Comissão
Intergestores Tripartite. A fundação do Co-
nasems é fruto do movimento municipalista
da saúde, no próprio contexto que originou
o SUS. Este movimento é precedido de di-
versos encontros nacionais e regionais de Se-
cretários Municipais de Saúde desde 1978,
acompanhando o processo de redemocrati-
zação do País.
Conselho Tutelar
Categoria: Acidentes e Violência
São responsáveis por acolher denúncias, ave-
riguar, encaminhar e orientar, nos casos de
violação dos direitos da criança e do adoles-
cente. Pode agir tanto quando existe ameaça,
risco ou quando a violência já aconteceu.
Conselhos de Defesa dos Direitos da Criança
e do Adolescente
Categoria: Acidentes e Violência
São instrumentos para deliberar e acompa-
nhar a política de enfrentamento da violência
praticada contra crianças e adolescentes.
Conselho de Saúde
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
O Conselho de Saúde tem caráter permanente
e deliberativo. É um órgão colegiado compos-
to por representantes do governo, prestadores
de serviços, profissionais de saúde e usuários,
atua na formulação de estratégias e no con-
trole de execução da política de saúde na ins-
tância correspondente, inclusive nos aspectos
econômicos e financeiros, cujas decisões serão
homologadas pelo chefe do poder legalmente
constituído em cada esfera do governo.
Conselhos dos Direitos da Mulher
Categoria: Acidentes e Violência Direito
Sanitário
São formados a partir da iniciativa de mulhe-
res do município, ou estado, juntamente com
o governo. Elaboram propostas e promovem
políticas para eliminar discriminações, cons-
trangimentos à mulher e superar as desigual-
dades de oportunidades entre homens e mu-
lheres.
Consórcios Intermunicipais
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Servem para ratear investimentos imprescin-
díveis para uma região: reduzem custos em
diversos municípios; ampliam a oferta e a
qualidade de serviços numa mesma região;
evitam a concentração de recursos em alguns
municípios e implantam definitivamente o
SUS em todo o território nacional.
Consulta geriátrica
Categoria: Atenção à Saúde
Base da assistência ao idoso no âmbito am-
bulatorial, deve ser fundamentado na coleta e
no registro de informações que possam orien-
tar o diagnóstico a partir da caracterização de
problemas e o tratamento adequado, com a
utilização rotineira de escalas de rastreamento
para depressão, perda cognitiva e avaliação da
capacidade funcional, assim como o correto
encaminhamento para a equipe multiprofis-
sional e interdisciplinar.
Contágio
Categoria: Doenças
CON
Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems)
Consulta geriátrica
36
Transferência do agente etiológico, sem a in-
terferência de veículos.
Contra-referência
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Ato formal de encaminhamento de um pa-
ciente ao estabelecimento de origem (que o
referiu) após resolução da causa responsável
pela referência.
Contrato de compra de serviços
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Modalidade a ser estabelecida com os presta
dores privados, segundo uma lógica de paga-
mento por produção.
Contrato de gestão
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Instrumento de acompanhamento que define
os compromissos do prestador com o siste-
ma, devendo ser avaliado anualmente.
Controle assistencial
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
O controle e avaliação a serem exercidos
pelos gestores do SUS compreendem o co-
nhecimento global dos estabelecimentos de
saúde localizados em seu território, o cadas-
tramento de serviços, a condução de proces-
sos de compra e contratualização de serviços
de acordo com as necessidades identificadas e
legislação específica, o acompanhamento do
faturamento, quantidade e qualidade dos ser-
viços prestados, entre outras atribuições.
Controle de endemias
Categoria: Epidemiologia
O Controle de Endemias, conforme imple-
mentado na Portaria n.º 1.339, de 15 de de-
zembro de 1999, trata de uma nova estra-
tégia para reduzir e até eliminar as doenças
endêmicas do Brasil. São descentralizadas da
Fundação Nacional de Saúde (Funasa/MS)
para os estados, municípios e Distrito Fede-
ral, as ações de epidemiologia e controle de
doenças, compreendendo, inclusive o contro-
le das seguintes endemias: malária, leishma-
niose, esquistossomose, tracoma, doença de
chagas, peste, filariose, bócio, febre amarela
e dengue.
Controle de qualidade
Categoria: Vigilância em Saúde
Conjunto de medidas destinadas a verificar a
qualidade de cada lote de medicamentos in-
sumos farmacêuticos, drogas correlatos, cos-
méticos, produtos de higiene, perfumes.
Controle químico
Categoria: Ambiente e Saúde
O controle químico representa o uso de al-
gum tipo de substância química para elimi-
nar ou controlar vetores ou pragas agrícolas.
Controle social
Categoria: Políticas Públicas e Saúde Pro-
moção e Educação em Saúde
Participação popular na fiscalização e con-
trole sobre as ações, no respectivo nível de
governo, destacando-se na área da Saúde, as
Conferências e os Conselhos de Saúde.
Convênios
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Os convênios são projetos financiados pelo
Ministério da Saúde, voltados para constru-
ções, reformas, aquisição de equipamentos,
unidades móveis e/ou manutenção de hos-
pitais. Esses convênios são firmados entre o
ministério e entidades, fundações, hospitais,
CON
Contágio
Convênios
37
instituições filantrópicas, universidades, pre-
feituras e órgãos federais. Podem originar-se
de Emenda Parlamentar ou de programas es-
pecíficos do Ministério da Saúde.
Cooperativas médicas
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
Os médicos (e outros profissionais de saúde)
cooperados são, simultaneamente, sócios da
cooperativas e prestadores de serviços. Nas
cooperativas médicas, a vinculação dos usu-
ários também se faz mediante pré-pagamen-
to a planos individuais, familiares e empre-
sariais.
Coorte
Categoria: Epidemiologia
Grupo ou grupos de indivíduos definidos
com base na presença ou na ausência de um
ou mais atributos e seguidos através de um
período estabelecido de tempo.
Coqueluche
Categoria: Doenças
Termo descritivo para um quadro clínico de
doença respiratória que pode ser causado por
três espécies das bactérias Gram-negativas do
gênero Bordetella: B. pertussis, que é a causa
mais freqüente e mais grave, B. parapertussis,
mais benigna; e B. bronchiseptica, a mais rara.
Coquetel anti-aids
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Termo popularmente empregado para o uso
de dois ou três medicamentos anti-retrovirais
associados, e que se caracteriza pela tomada
de um grande número de cápsulas ou com-
primidos por dia. Em geral, a combinação é
feita com dois inibidores de transcriptase re-
versa e um inibidor de protease.
Corantes de medicamentos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Substâncias adicionais aos medicamentos,
produtos dietéticos, cosméticos, perfumes,
produtos de higiene e similares, com o efeito
de lhes conferir cor e, em determinados tipos
de cosméticos, transferi-la para a superfície
cutânea e anexos da pele.
Correlato
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Correlato é a substância, produto, aparelho
ou acessório não enquadrados nos conceitos
de droga, medicamento e insumo farmacêu-
tico, cujo uso ou aplicação esteja ligado à de-
fesa e proteção da saúde individual ou cole-
tiva, à higiene pessoal ou de ambientes, ou a
fins diagnósticos e analíticos, os cosméticos
e perfumes e, ainda, os produtos dietéticos,
óticos, de acústica médica, odontológicos e
veterinários.
Corrimento
Categoria: Doenças
Secreção (líquido) anormal, que pode sair da
uretra, da vagina ou do colo do útero. O cor-
rimento pode ser amarelado, acidentado com
pus ou esbranquiçado, dependendo do tipo
de agente causador (microorganismo).
Crenças em saúde
Categoria: Promoção e Educação em Saúde
Baseia-se nas atitudes e crenças do indiví-
duo sobre sua condição de saúde, sobretudo
quanto à sua percepção da suscetibilidade e
severidade da condição de saúde, a percep-
ção dos benefícios dos recursos disponíveis e
a percepção das barreiras de acesso aos ser-
viços.
Crescimento
Categoria: Alimentação e Nutrição Aten-
ção à Saúde
Processo dinâmico e contínuo que ocorre
CRE
Cooperativas médicas
Crescimento
38
desde a concepção até o final da vida, con-
siderando-se os fenômenos de substituição
e regeneração de tecidos e órgãos. É consi-
derado como um dos melhores indicadores
de saúde da criança, em razão de sua estreita
dependência de fatores ambientais, tais como
alimentação, ocorrência de doenças, cuida-
dos gerais e de higiene, condições de vida da
criança, no passado e no presente.
Crescimento compensatório
Categoria: Alimentação e Nutrição Atenção
à Saúde
Aumento da velocidade de crescimento supe-
rior ao esperado para a idade após uma desa-
celeração no ritmo de crescimento devido a
doenças infecciosas e/ou problema social.
Cretinismo
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Retardo mental resultante da ação adversa da
deficiência de iodo na maturação do sistema
nervoso da criança.
Cuidado comunitário do idoso
Categoria: Atenção à Saúde
Baseia-se, fundamentalmente, na família e na
atenção básica à saúde, através das Unidades
Básicas de Saúde, em especial daquelas sob a
Estratégia de Saúde da Família, as quais de-
vem representar para o idoso o vínculo com o
sistema de saúde.
Cuidados paliativos
Categoria: Direito Sanitário
Assistência ativa e integral a pacientes cuja
doença não responde mais ao tratamento
curativo. Controle da dor, de outros sintomas
e solução de problemas psicológico, social e
espiritual é soberano. A meta do cuidado pa-
liativo é de proporcionar a melhor qualidade
de vida ao paciente e seus familiares. Institui
no âmbito do Sistema Único de Saúde o Pro-
grama Nacional de Assistência à Dor e Cuida-
dos Paliativos, por meio da PRT-000019, de
3 de janeiro 2002.
CRE
Crescimento compensatório
Cuidados paliativos
39
D4T
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Também conhecida como estavudina, é uma
droga anti-retroviral do grupo dos inibidores
da trascriptase reversa (semelhante ao AZT,
DDC e DDI), utilizada no tratamento da in-
fecção pelo HIV.
Data de vencimento
Categoria: Vigilância em Saúde
Data indicada pelo fabricante de maneira ex-
pressa, que se baseia nos estudos de estabili-
dade do produto e depois da qual o produto
não deve ser usado.
DDC
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Sigla do composto farmacológico dideoxiti-
dina. Também conhecida como zalcitabina,
é uma droga anti-retroviral do grupo dos ini-
bidores da transcriptase reversa (com ação se-
melhante ao AZT), utilizada no tratamento
de pacientes com infecção pelo HIV/aids.
DDI
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Sigla do composto farmacológico dideoxii-
nosine. Também conhecida como didanosi-
na, é uma droga anti-retroviral do grupo dos
inibidores da transcriptase reversa (com ação
semelhante ao AZT e DDC), utilizada no
tratamento de pacientes com infecção pelo
HIV/aids.
Declaração de saúde do viajante
Categoria: Vigilância em Saúde
Instrumento declaratório e de coleta de dados
para identificação do viajante, sintomatologia
clínica, contato, procedência, destino e meios de
transporte utilizados, com vistas ao acompanha-
mento e controle epidemiológico e sanitário.
Declaração marítima de saúde
Categoria: Vigilância em Saúde
Documento a ser emitido em conformidade
com o Regulamento Sanitário Internacional
contendo informações sobre a identificação da
embarcação, a viagem e a saúde dos viajantes.
Deficiência de ferro
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Estado orgânico de carência deste micro-
nutriente, que ocorre quando o consumo
alimentar de ferro biodisponível é baixo,
quando as perdas de sangue são elevadas, o
aumento dos requerimentos por processos
infecciosos e ou febris, ou, ainda, quando
ocorrem simultaneamente as duas condições,
diminuindo o estoque corporal de ferro, po-
dendo resultar no aparecimento de anemia.
Deficiência de micronutrientes
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Estado orgânico de carência de princípios nu-
tritivos cujas exigências são muito pequenas,
medindo-se em miligramas diárias, como a
vitamina A, o ferro, o iodo e o zinco.
Deficiência energético-protéica
Ver Desnutrição energético-protéica.
Deficiência nutricional
Categoria: Alimentação e Nutrição
D
40
Resultado de um processo onde as necessida-
des fisiológicas de nutrientes não estão sen-
do atingidas. Podem ser decorrentes tanto de
problemas alimentares, como baixa ingestão
de fontes de ferro, que resulta em anemia, ou
de problemas orgânicos, como não absorção
intestinal.
Deficiência primária de iodo
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
É a deficiência de iodo, inicialmente atribuí-
da à baixa ingestão deste micronutriente.
Deficit de altura
Categoria: Alimentação e Nutrição Atenção
à Saúde
Atraso do crescimento estatural, quando
comparado com os padrões de normalidade
por sexo e idade.
Delegacia
Categoria: Acidentes e Violência
Executam atividades de proteção, prevenção
e vigilância às vítimas de qualquer tipo de
violência, e responsabilização dos agressores.
Dengue
Categoria: Doenças
A dengue é uma doença febril aguda, de etio-
logia viral e de evolução benigna na forma
clássica, e grave quando se apresenta na for-
ma hemorrágica. A dengue é hoje a mais im-
portante arbovirose (doença transmitida por
artrópodes) que afeta o homem e constitui-se
em sério problema de saúde pública no mun-
do, especialmente nos países tropicais, onde
as condições do meio ambiente favorecem o
desenvolvimento e a proliferação do Aedes ae-
gypti, principal mosquito vetor.
Denominação comum brasileira
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Denominação do fármaco ou princípio far-
macologicamente ativo aprovada pelo órgão
federal responsável pela vigilância sanitária.
Departamento de Informática do SUS
(Datasus)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Departamento do Ministério da Saúde que
tem a responsabilidade de coletar, processar e
disseminar informações sobre saúde. Consti-
tui uma enorme base de dados e fornece ser-
viços de tecnologia.
Depressão
Categoria: Doenças
Caracteriza-se pelo humor depressivo, pela
perda de interesse e prazer nas atividades habi-
tuais, pela diminuição da energia, com sensa-
ção de cansaço, que leva a uma diminuição das
atividades. Podem estar presentes outros sin-
tomas, como falta de concentração e atenção;
a baixa auto-estima, sentimentos de culpa ou
inutilidade, pessimismo, alterações de apetite
e do peso corporal, alterações no padrão do
sono. As idéias e os atos suicidas não são raros.
Dermatite atópica
Categoria: Doenças
Inflamação crônica da pele observada em pes-
soas com predisposição hereditária para baixo
limiar cutâneo ao prurido, caracterizada por
intensa coceira que leva o paciente a coçar-
se e arranhar-se até produzir lesões típicas de
eczema.
Dermatite de contato alérgica
Categoria: Doenças
Reação alérgica retardada tipo IV, desenca-
deada pelo contato da pele com determinada
substância que atua como alergênio, produ-
zindo grau variável de eritema, edema e ve-
siculação.
DEF
Deficiência primária de iodo
Dermatite de contato alérgica
41
Dermatite de contato irritativa
Categoria: Doenças
Inflamação da pele que varia do eritema, com
produção de escamas, até a necrose, causada
pelo contato imediato ou repetitivo com de-
terminada substância não imunológica, atuan-
do como substância química irritante.
Dermatite seborréica
Categoria: Doenças
É a afecção crônica, freqüente, recorrente, não
contagiosa que ocorre em regiões como sulco
nasogeneano, sobrancelhas, região retroauricu-
lar, couro cabeludo e em áreas intertriginosas.
Dermatofitose
Categoria: Doenças
Termo geral para infecções micóticas que afetam
a superfície epidérmica, devida a fungos derma-
tófitos. Atacam tecidos queratinizados (unhas).
Dermatoses ocupacionais
Categoria: Atenção à Saúde Doenças
Embora benignas, em sua maioria, consti-
tuem problema de avaliação difícil e com-
plexa. Referem-se a toda alteração da pele,
mucosas e anexos, direta ou indiretamente
causada, condicionada, mantida ou agravada
pela atividade de trabalho.
Desburocratização
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Procedimentos burocráticos para eliminar os ex-
cessos e propor medidas de desburocratização em
suas respectivas áreas, com o objetivo de melhor
atender o cidadão, reduzir a interferência do go-
verno na sua vida e abreviar a solução dos casos
em que essa interferência é necessária.
Descentralização
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Redistribuição de recursos e responsabilida-
des entre os entes federados com base no en-
tendimento de que o nível central, a União,
só deve executar aquilo que o nível local, os
municípios e estados, não podem ou não
conseguem. A gestão do Sistema (SUS) passa
a ser de responsabilidade da União, dos esta-
dos e dos municípios, agora entendidos como
os gestores do SUS.
Desenvolvimento tecnológico
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Desenvolvimento de produtos e processos
por intermédio de um processo autônomo ou
pela efetiva absorção de tecnologias desenvol-
vidas em outros países.
Desidratação
Categoria: Doenças
É a deficiência de água e eletrólitos corpó-
reos por perdas superiores à ingestão devido
a ingestão reduzida (anorexia, coma e restri-
ção hídrica), perda aumentada gastrointesti-
nal (vômitos e diarréias), perda aumentada
urinária (diurese osmótica, administração de
diuréticos, insuficiência renal crônica e da su-
pra-renal), perda aumentada cutânea e respi-
ratória (queimaduras e exposição ao calor).
Desinfetante
Categoria: Ambiente e Saúde Vigilância em
Saúde
Saneante domissanitário destinado a destruir,
indiscriminada ou seletivamente, microrga-
nismos, quando aplicado em objetos inani-
mados ou ambientes.
Desmame
Categoria: Alimentação e Nutrição Atenção
à Saúde
Processo que se inicia com a introdução de
qualquer alimento na dieta da criança que
Desmame
Dermatite de contato irritativa
DER
42
não seja o leite materno – incluindo os chás
e a água – e que termina com a suspensão
completa do leite materno.
Desnutrição
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Termo genérico usualmente empregado para
discriminar deficiências nutritivas, referindo-
se, principalmente, à desnutrição energético-
protéica.
Desnutrição crônica
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Processo carencial de longa duração, expres-
so, ilustrativamente, no déficit de altura.
Desnutrição energético-protéica
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Refere-se ao estado nutricional que ressalta a
deficiência de calorias e proteínas. Ocorre so-
bretudo em crianças.
Detergente
Categoria: Ambiente e Saúde Vigilância em
Saúde
Saneante domissanitário destinado a dissolver
gorduras e à higiene de recipientes e vasilhas
e à aplicação de uso doméstico.
Diabetes
Categoria: Doenças
Grupo de doenças com causas múltiplas e ca-
racterizada por deficiência absoluta ou relativa
de insulina ou por anomalia funcional da in-
sulina e, conseqüentemente, hiperglicemia.
Diarréia
Categoria: Doenças
Alteração do hábito intestinal normal, em
que uma evacuação por dia ou três vezes na
semana é substituída por inúmeras dejeções
líquidas.
Diarréia aguda
Categoria: Doenças
Diarréia aguda é uma doença caracterizada
pela perda de água e eletrólitos, que resulta
no aumento do volume e da freqüência das
evacuações e diminuição da consistência das
fezes, apresentando algumas vezes muco e
sangue (disenteria). A maioria dos episódios
de diarréia aguda é provocada por um agente
infeccioso e dura menos de duas semanas.
Didanosina
Ver DDI
Dideoxiinosine
Ver DDI
Dideoxitidina
Ver DDC
Dieta
Categoria: Alimentação e Nutrição
Genericamente, corresponde aos padrões ali-
mentares dos indivíduos. Especificamente,
pode representar uma combinação recomen-
dada de alimentos em determinadas propor-
ções para atender necessidades terapêuticas.
Difteria
Categoria: Doenças
Doença transmissível aguda, toxiinfecciosa,
causada pelo bacilo toxicogênico gram-posi-
tivo, denominado Corybebacterium diphthe-
rial. Aloja-se freqüentemente nas amígdalas,
na faringe, na laringe, no nariz e, ocasional-
mente, em outras mucosas e na pele. É carac-
terizada por placas pseudomembranosas.
Digestão
Categoria: Alimentação e Nutrição
Engloba todo o processo de redução da estra-
da física e química do alimento durante a sua
passagem pelas vias digestivas, convertendo-o
em formas, que passam ser absorvidos pelo
corpo através da corrente sangüínea.
DES
Desnutrição
Digestão
43
Direção única
Ver Comando único.
Direitos civis e políticos
Categoria: Direito Sanitário
São aqueles que asseguram o direito à igual-
dade perante a lei, garantindo que nenhuma
pessoa pode ser discriminada ou impedida de
gozar dos direitos previstos na Constituição
Federal. Compreendem: direito ao registro
civil; direito dos presos; direito a um julga-
mento justo; proibição de tortura, de escravi-
dão; direito de ir e vir, à liberdade de opinião
e de pensamento; direito de se associar e de
participar da vida política; direito a votar, fa-
zer parte de partidos políticos, de candidatar-
se a cargos públicos.
Dislipidemia
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Termo que se refere a alterações, quase sem-
pre por excessos nos teores de lipídeos ou
gorduras de sangue, como o colesterol.
Dispensação
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
É o ato profissional farmacêutico de pro-
porcionar um ou mais medicamentos a um
paciente, geralmente como resposta à apre-
sentação de uma receita elaborada por um
profissional autorizado. Neste ato, o farma-
cêutico informa e orienta o paciente sobre o
uso adequado do medicamento.
Dispensário de medicamentos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Setor de fornecimento de medicamentos in-
dustrializados, privativo de pequena unidade
hospitalar ou equivalente.
Distritalização
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Atenção à Saúde
Espaço descentralizado de construção do
SUS, considerado território estratégico para
estruturação das ações de saúde do traba-
lhador. Distritos devem ser compreendidos
como processo social de mudanças de práti-
cas sanitárias, tem dimensão política e ideoló-
gica (microespaço social) na estruturação de
uma nova lógica de atenção, pautada no pa-
radigma da concepção ampliada do processo
saúde-doença, o que implica mudança cultu-
ral da abordagem sanitária.
Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao
Trabalho (Dort)
Categoria: Doenças
São afecções decorrentes das relações e da or-
ganização do trabalho existentes no moderno
mundo do trabalho, onde as atividades são
relacionadas com movimentos repetitivos em
posturas inadequadas, trabalho muscular es-
tático, conteúdo pobre das tarefas, monoto-
nia e sobrecarga mental, associadas à ausên-
cia de controle sobre a execução das tarefas,
ritmo intenso de trabalho, pressão por pro-
dução, relações conflituosas com as chefias e
estímulo à competitividade exarcebada. Vi-
bração e frio intenso também estão relaciona-
dos com o surgimento de quadros da doença.
Distúrbios alimentares
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Comportamentos anormais relacionados ao
alimento e à nutrição.
Doença de Alzheimer
Categoria: Doenças
Processo degenerativo progressivo, com perda
de células na parte basal do pró-encéfalo, ao
córtex cerebral, principalmente da formação
hipocampal e área corticais associativas, bem
como de outras regiões encefálicas.
DIR
Direção única
Doença de Alzheimer
44
Doença de Chagas
Categoria: Doenças
Doença que na fase aguda, manifesta-se ge-
ralmente por febre, tumefação local (chago-
ma) ou edema bipalpebral unilateral, adeni-
te regional (complexo oftalmoganglionar),
podendo acompanhar-se de anemia tóxica,
hepatomegalia, miocardite aguda e, eventual-
mente, meningite. O início costuma ser dis-
creto ou assintomático, caracterizando uma
fase indeterminada da doença, de duração
muito variável.
Doença de Parkinson
Categoria: Doenças
Síndrome degenerativa do Sistema Nervo-
so Central, de etiologia desconhecida, len-
tamente evolutiva e caracterizada por: a) re-
dução e lentidão dos movimentos; b) rigidez
muscular; c) tremor em repouso; d) instabili-
dade postural.
Doença de Wilson
Categoria: Doenças
Distúrbio autossômico recessivo do metabo-
lismo do cobre, que se caracteriza pelo acú-
mulo de níveis tóxicos de cobre no fígado, no
cérebro e nos olhos.
Doença profissional
Categoria: Atenção à Saúde Doenças
Doença produzida ou desencadeada pelo
exercício do trabalho peculiar a determina-
da atividade e constante da respectiva relação
elaborada pelo Ministério do Trabalho e da
Previdência Social.
Doenças cardiovasculares
Categoria: Doenças Drogas de Uso Tera-
pêutico e Social
Doenças que afetam o coração, o sistema vas-
cular ou ambos, podendo ser de natureza ge-
nética ou adquiridas antes ou depois do nas-
cimento.
Doenças crônico-degenerativas
Categoria: Doenças
Doenças que apresentam evolução de longa
duração, acompanhada de alterações degene-
rativas em tecidos do corpo humano.
Doenças da nutrição
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Terminologia para uma grande variedade de
doenças que resultam do baixo consumo, do
consumo excessivo ou do desequilíbrio pro-
longado da ingestão e utilização de princípios
nutritivos que devem ser harmonicamente
combinados.
Doenças degenerativas
Categoria: Doenças
Patologias que provocam a transformação de
um órgão de seu estado normal para um esta-
do alterado, tornando-o incapaz ou deficien-
te em exercer suas atividades.
Doenças do trabalho
Categoria: Atenção à Saúde Doenças
Doença adquirida ou desencadeada em fun-
ção de condições especiais em que o trabalho
é realizado.
Doenças dos idosos
Categoria: Doenças
Em geral são crônicas e múltiplas, perduram
por vários anos e exigem acompanhamento
médico e de equipes multidisciplinares per-
manentes, além de intervenções contínuas.
Doenças falciformes
Categoria: Doenças
Termo genérico usado para determinar um
grupo de alterações genéticas caracterizadas
pelo predomínio da hemoglobina S (HbS).
No Brasil, a doença distribui-se heterogenea-
DOE
Doença de Chagas
Doenças falciformes
45
mente, sendo mais freqüente onde a proporção
de antepassados negros da população é maior
(Nordeste). Além das manifestações de ane-
mia crônica, o quadro é dominado por episó-
dios de dores osteoarticulares, dores abdomi-
nais, infecções e enfartes pulmonares, retardo
do crescimento e maturação sexual, acidente
vascular cerebral e comprometimento crônico
de múltiplos órgãos, sistemas ou aparelhos.
Doenças oportunistas
Categoria: Doenças
Doenças causadas por agentes de baixa capa-
cidade patogênica – que geralmente não cau-
sam doenças –, mas que ocorrem devido à
diminuição da capacidade imunitária do pa-
ciente.
Doenças prevalentes
Categoria: Doenças
Doenças com maior número de casos exis-
tentes em função da população de uma re-
gião geográfica determinada.
Doenças renais
Categoria: Doenças
As doenças renais são tradicionalmente di-
vididas em quatro categorias, que obedecem
aos quatro compartimentos anatômicos bá-
sicos: glomérulos, túbilos, interstício e vasos
sangüíneos. Entretanto, muitos distúrbios
afetam mais de uma estrutura e a interdepen-
dência anatômica desses compartimentos sig-
nifica que a lesão de um deles afeta secunda-
riamente, os outros.
Doenças sexualmente transmissíveis
Categoria: Doenças
São doenças infecciosas adquiridas por con-
tágio sexual.
Domiciliação do risco
Categoria: Atenção à Saúde
Execução de atividades de trabalho no espaço
familiar que acarreta a transferência de riscos/
fatores de risco ocupacionais para o fundo
dos quintais, ou mesmo para dentro de casa.
Donovanose
Categoria: Doenças
Doença crônica progressiva que acomete pre-
ferencialmente pele e mucosas das regiões ge-
nitais, perianais e inguinais. A donovanose é
freqüentemente associada à transmissão se-
xual, embora os mecanismos de transmissão
não sejam ainda bem conhecidos.
Drogas
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Substância ou matéria-prima que tenha fina-
lidade medicamentosa ou sanitária.
Drogas ilícitas
Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social
Produtos contendo substâncias psicoativas
cuja produção, promoção, comercialização e
consumo são criminalizadas.
Drogas injetáveis
Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social
São substâncias injetadas por via intravenosa
(a mais freqüentemente utilizada), intramus-
cular, ou, mais raramente, subcutânea. Em
nosso País, as drogas ilícitas mais freqüente-
mente injetadas são a cocaína, a heroína e al-
gumas preparações das anfetaminas.
Drogas lícitas
Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social
Produtos contendo substâncias psicoativas
cuja produção, comercialização e uso não é
criminalizado. No nosso meio, as drogas lí-
citas mais consumidas são as bebidas alcoóli-
cas, o tabaco e os medicamentos.
DOE
Doenças oportunistas
Drogas lícitas
47
Eczema
Categoria: Doenças
É uma doença inflamatória da pele caracteri-
zada por eritema, edema, vesículas, escomas,
crostas e liquenificação. Associada a prurido e
saudada por fatores exógenos ou endógenos.
Educação continuada
Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pú-
blica
Constitui-se no processo de permanente
aquisição de informações pelo trabalhador,
de todo e qualquer conhecimento, por meio
de escolarização formal, de vivências, de ex-
periências laborais e emocionais, no âmbito
institucional ou fora dele.
Educação permanente
Ver Educação continuada
Educação sexual
Categoria: Promoção e Educação em Saúde
Ação educativa realizada pela família, pela es-
cola, pelos serviços de saúde e por outros ato-
res sociais, cujo objetivo é a preparação para
uma vida sexual mais prazerosa, sadia e se-
gura.
Eficácia dos medicamentos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
A capacidade de o medicamento atingir o
efeito terapêutico visado.
Elisa
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Sigla de Enzyme Linked Immunosorbent As-
say que significa ensaios imuno-enzimáticos
que permitem verificar se uma pessoa está in-
fectada por um agente.
Embriaguez
Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social
Quando os efeitos imediatos do uso do álcool
tornam-se mais intensos caracteriza-se um
caso de embriaguez cujas peculiaridades es-
senciais são as mudanças de comportamento
que podem incluir agressividade incapacida-
de de julgamento, euforia, depressão, labi-
lidade emocional e outras manifestações de
comprometimento social ou ocupacional do
indivíduo.
Endemia
Categoria: Epidemiologia
É a presença contínua de uma enfermidade
ou de um agente infeccioso em uma zona geo-
gráfica determinada; pode também expressar
a prevalência usual de uma doença particular
numa zona geográfica.
Endemias carenciais
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Endemias carenciais, como a anemia ferro-
priva, a desnutrição energético-protéica e o
bócio, ocorrem com uma freqüência regular
e praticamente constante e prevalência acima
dos limites tolerados como “normais”.
Enriquecimento alimentar
Categoria: Alimentação e Nutrição
Adição de determinados nutrientes (vitami-
nas, sais minerais ou outros) a alimentos com
baixo conteúdo em relação a determinados
E
48
princípios nutritivos.
Ensaio terapêutico
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Experimentação científica conduzida em se-
res humanos, que tem como objetivo de-
monstrar o benefício (eficácia, interesse prá-
tico, inocuidade relativa...) de uma droga ou
de uma estratégia terapêutica. Essa metodo-
logia traz uma dupla garantia em comparação
com a avaliação intuitiva, não-experimental,
de um novo tratamento.
Ensaios clínicos
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Qualquer pesquisa que, individual ou cole-
tivamente, envolva o ser humano, de forma
direta ou indireta, em sua totalidade ou par-
tes dele, incluindo o manejo de informações
ou materiais.
Ensaios de comunidade
Categoria: Atenção à Saúde Ciência e Tec-
nologia em Saúde
Onde um grupo de indivíduos como um
todo, é usado para determinar a eficácia da
droga ou procedimento que está sendo tes-
tado.
Envelhecimento populacional
Categoria: Demografia
Ocasiona um incremento das doenças crôni-
co-degenerativas no perfil epidemiológico da
população.
Epidemia
Categoria: Epidemiologia
É a manifestação, em uma coletividade ou re-
gião, de um corpo de casos de alguma enfer-
midade que excede claramente a incidência
de uma doença prevista. O número de casos
que indica a existência de uma epidemia va-
ria com o agente infeccioso, o tamanho e as
características da população exposta, sua ex-
periência prévia ou falta de exposição à en-
fermidade, e o local e a época do ano em que
ocorre.
Epidemiologia descritiva
Categoria: Epidemiologia
Inclui a definição de casos potencialmente
causados pelo agente ambiental, visando a
diferenciar os casos epidêmicos daqueles de
ocorrência habitual na população estudada,
tendo como denominador a população sob
risco, ou seja, aquela onde podem ocorrer
os casos. Uma vez estabelecido que os casos
ocorrem com maior freqüência que o espera-
do, deve-se estabelecer um sistema de pesqui-
sa de casos que permita conhecer melhor sua
distribuição na população.
Epilepsia
Categoria: Doenças
É definida como um distúrbio cerebral crôni-
co, de várias etiologias, caracterizado por cri-
ses epiléticas recorrentes e espontâneas.
Eqüidade
Categoria: Eqüidade em Saúde e Social
Igualdade na assistência à saúde, com ações e
serviços priorizados em função de situações de
risco, das condições de vida e da saúde de de-
terminados indivíduos e grupos de população.
Equipamento de diagnóstico
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Equipamento, aparelho ou instrumento de
uso médico, odontológico ou laboratorial,
destinado à detecção de informações do or-
ganismo humano para auxílio a procedimen-
to clínico.
Equipe multiprofissional
Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pú-
blica
ENS
Ensaio terapêutico
Equipe multiprofissional
49
Composta por médico assistente, enfermeiro,
técnico-enfermagem, fisioterapeuta, nutricio-
nista, assistente social, fonoaudióloga, psicó-
logo e terapeuta ocupacional.
Equivalência in vitro
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Condições em que dois ou mais medicamen-
tos ou fármacos, exercem o mesmo efeito far-
macológico, quantitativamente, em cultivos
de células.
Escabiose
Categoria: Doenças
Eczema causado pelo ácaro Sarcoptes scabiei
var hominis. É transmitida pelo contato pes-
soal, sem preferência por idade, sexo ou raça.
O principal sintoma é o prurido noturno.
Estabelecimentos de saúde
Categoria: Atenção à Saúde
Denominação dada a qualquer local destina-
do a realização de ações e/ou serviços de saú-
de, coletiva ou individual, qualquer que seja
o seu porte ou nível de complexidade.
Estrutura de gênero
Categoria: Ciências Sociais em Saúde
Delimita o poder entre os sexos. Mesmo
quando a norma legal é de igualdade, na vida
cotidiana encontramos a desigualdade e a ini-
qüidade na distribuição do poder e da rique-
za entre homens e mulheres.
Estudo de Utilização de Medicamentos (EUM)
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
São aqueles relacionados com a comercializa-
ção, distribuição, prescrição e uso de medica-
mentos em uma sociedade, com ênfase sobre
as conseqüências médicas, sociais e econômi-
cas resultantes; complementarmente, tem-se
os estudos de farmacovigilância e os ensaios
clínicos.
Estudo Terapêutico Ampliado
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
São estudos realizados em grandes e variados
grupos de pacientes, com o objetivo de deter-
minar: o resultado do risco/benefício a curto
e longo prazos das formulações do princípio
ativo de maneira global (geral).
Estudo Terapêutico Piloto
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Visa a demonstrar a atividade e estabelecer a
segurança a curto prazo do princípio ativo,
em pacientes afetados por uma determinada
enfermidade ou condição patológica. As pes-
quisas realizam-se em um número limitado
(pequeno) de pessoas e freqüentemente são
seguidas de um estudo de administração.
Estudos descritivos
Categoria: Epidemiologia
Descrevem como ocorrem os efeitos causados
à saúde segundo variáveis de interesse do pro-
fissional da saúde, ou seja, sexo, idade, ocu-
pação, etc.
Estudos ecológicos
Categoria: Ambiente e Saúde
Estudos voltados a grupos populacionais uti-
lizando índices ou taxas de mortalidade e
morbidade, variáveis ambientais, culturais,
socioeconômicas. São considerados também
como estudo analítico.
Estupro
Categoria: Acidentes e Violência
Ato de penetração oral, anal ou vaginal, utili-
zando o pênis ou objetos e cometido à força
ou sob ameaça, submetendo a vítima ao uso
de drogas, ou ainda quando esta for incapaz
de ter julgamento adequado.
Ética em pesquisa
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
ESC
Equivalência in vitro
Ética em pesquisa
50
Ética e Bioética
Termo utilizado de forma ampla, inclui dife-
rentes assuntos relevantes do ponto de vista
da ética em pesquisa envolvendo seres huma-
nos e demais seres vivos. Inclui o comparti-
lhamento justo dos créditos de autoria en-
tre participantes de um grupo de pesquisa; o
comportamento responsável na submissão ou
revisão de pedidos de bolsas de pesquisa e,
com maior visibilidade, o tratamento respon-
sável de sujeitos de pesquisa.
Evento adverso
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Qualquer ocorrência médica desfavorável ao
paciente ou sujeito da investigação clínica e
que não tem necessariamente relação causal
com o tratamento.
Evento adverso inesperado
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Um evento adverso cuja natureza ou severi-
dade não é consistente com as informações
aplicáveis ou conhecidas do produto, e não
está descrito na bula ou monografia do pro-
duto, brochura do pesquisador ou no proto-
colo do estudo.
Evento adverso sério
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Qualquer ocorrência médica desfavorável que
resulta em: 1 - Morte; 2 - Ameaça ou risco de
vida; 3 - Hospitalização ou prolongamento
de uma hospitalização preexistente, excetu-
ando-se as cirurgias eletivas e as internações
previstas no protocolo; 4 - Incapacidade per-
sistente ou significativa; 5 - Anomalia congê-
nita ou defeito de nascimento; e 6 - Ocorrên-
cia médica significativa.
Exame de genotipagem
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
O exame de genotipagem tem como objeti-
vo pesquisar o padrão de mutações respon-
sáveis pela falha terapêutica de causa viral do
paciente e inferir o perfil de resistência desta
variante.
Expectativa de vida ao nascer
Categoria: Demografia
É o tempo que seria esperado para um recém-
nascido poder viver, em média.
Explosão demográfica
Categoria: Demografia
Aumento da proporção da população de jo-
vens. A taxa de nascimentos aumenta e a
mortalidade diminui consideravelmente, o
que ocasiona um crescimento muito grande
da população às custas, principalmente, da
população jovem.
EVE
Evento adverso
Explosão demográfica
51
Família
Categoria: Ciências Sociais em Saúde
Grupo de pessoas com vínculos afetivos, de
consangüinidade ou de convivência. A famí-
lia é o primeiro núcleo de socialização dos in-
divíduos; quem primeiro transmite os valores,
usos e costumes que irão formar as persona-
lidades e a bagagem emocional das pessoas.
Existem várias formas de organização familiar
– as famílias monoparentais, as reconstruídas,
as uniões estáveis, os casais do mesmo sexo,
as famílias tradicionais. Uma criança pode
ter um pai biológico e pais sociais (que se in-
tegram ao grupo familiar, assumindo papéis
paternos).
Farmácia popular
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
É um programa do MS, para distribuição de
medicamentos à população de todos os mu-
nicípios que tenham equipes do Programa
Saúde da Família implantadas e em funcio-
namento.
Farmácias magistrais
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Farmácias autorizadas a manipular medica-
mento, inclusive o que contém psicotrópicos
ou entorpecentes, cuja atividade requer au-
torização especial de funcionamento expedi-
do pelo órgão competente do Ministério da
Saúde.
Fármaco
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Substância química que é o princípio ativo
do medicamento.
Farmacocinética
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
São todas as modificações que um sistema
biológico produz em um princípio ativo.
Operativamente é o estudo da cinética (re-
lação quantitativamente entre a variável in-
dependente tempo e a variável dependente
concentração) dos processos de absorção, dis-
tribuição, biotransformação e excreção dos
medicamentos (princípios ativos e/ou meta-
bolitos).
Farmacodinâmica
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
São todas as modificações que um princípio
ativo produz em um sistema biológico. Do
ponto de vista prático, é o estudo dos efeitos
bioquímicos e fisiológicos dos medicamentos
e seus mecanismos de ação.
Farmacoepidemiologia
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Aplicação do método e raciocínio epidemio-
lógico no estudo dos efeitos, benéficos e ad-
versos, e do uso de medicamentos em popu-
lações humanas.
Farmacopéia brasileira
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Conjunto de normas e monografias de far-
moquímicos, estabelecido por e para um país.
Farmacoterapia
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
F
52
A aplicação dos medicamentos na prevenção
ou tratamento de doenças.
Farmacovigilância
Categoria: Vigilância em Saúde
É a identificação e avaliação dos efeitos, agu-
dos ou crônicos, do risco do uso dos trata-
mentos farmacológicos no conjunto da po-
pulação ou em grupos de pacientes expostos
a tratamentos específicos.
Farmoquímicos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Todas as substâncias ativas ou inativas que
são empregadas na fabricação de produtos
farmacêuticos.
Fator de Incentivo ao Desenvolvimento de
Ensino e Pesquisa (Fideps)
Categoria: Economia de Saúde
Valor adicional àquele recebido pelo hospital
pela prestação de serviços. Esse valor é men-
sal e definido pelo gestor estadual ou munici-
pal no contrato de gestão.
Febre amarela
Categoria: Doenças
Doença febril aguda de manifestações que vão
desde sintomas inespecíficos até doença ictéri-
ca hemorrágica fatal. A transmissão epidêmi-
ca está relacionada à presença do Aedes aegypti,
vetor que coloniza centros urbanos. Procrian-
do-se em coleções de água no domicílio ou pe-
ridomicílio. Pode apresentar ainda transmissão
silvestre por outro tipo de vetor (Haemagogus)
que mantém o ciclo com macacos.
Febre do nilo ocidental
Categoria: Doenças
Infecção ou doença geralmente benigna cau-
sada pelo Alphavirus do Oeste do Nilo. É ca-
racterizada por um quadro agudo febril, com
linfadenopatia e, por vezes, exantema.
Febre tifóide
Categoria: Doenças
Doença ou infecção causada pelo sorovar Sal-
monella Typhi, um bacilo Gram-negativo da
família Enterobacteriacede, que é eliminado
pelas fezes e urina dos indivíduos infectados.
Ingeridos com água ou alimentos poluídos,
os bacilos que penetram na mucosa do íleo
ou cólon, multiplicam-se aí e invadem a cir-
culação aparecendo de forma insidiosa depois
de 7 a 20 dias de incubação.
Feminilização no envelhecimento
Categoria: Demografia
O número de mulheres com 60 anos ou mais
é superior ao número de idosos homens. Da
mesma forma, a proporção de idosas em re-
lação à população total de mulheres supera
àquela correspondente aos homens idosos.
Feminização da aids
Categoria: Epidemiologia
Conceito oriundo da epidemiologia, que des-
creve uma mudança no padrão de dissemina-
ção do HIV no Brasil (e no mundo), signifi-
cando um aumento (progressivo) do número
de mulheres infectadas e/ou doentes ao longo
do período de observação.
Ferro medicamentoso
Categoria: Alimentação e Nutrição
Composto orgânico ou inorgânico de ferro
usado para tratamento das anemias.
Formação profissional
Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pública
É o processo que sistematiza os conhecimen-
tos técnicos e científicos por meio da edu-
cação profissional de nível básico, técnico e
superior, com o objetivo de propiciar ao indi-
víduo o permanente desenvolvimento de ap-
tidões, habilidades, competências e posturas
FAR
Farmacovigilância
Formação profissional
53
solidárias perante os usuários, para o exercí-
cio do trabalho e da educação a fim de inseri-
lo nos setores profissionais.
Formulação farmacêutica
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Relação quantitativa dos farmoquímicos que
compõe um medicamento.
Formulário terapêutico nacional
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Documento que reúne os medicamentos dis-
poníveis em um país e que apresenta infor-
mações farmacológicas destinadas a promo-
ver o uso efetivo, seguro e econômico desses
produtos.
Fracionamento de alimentos
Categoria: Alimentação e Nutrição
Operações através das quais se divide um ali-
mento, sem modificar sua composição original.
Fração Assistencial Especializada (FAE)
Categoria: Economia de Saúde
É um montante que corresponde a procedi-
mentos ambulatoriais de média complexida-
de, medicamentos e insumos excepcionais,
órteses e próteses ambulatoriais e Tratamen-
to Fora do Domicílio (TFD), sob gestão do
estado.
Franca explosão demográfica
Categoria: História da Saúde Pública
Período que ocorreu a partir da Segunda
Guerra Mundial, onde a mortalidade come-
çava a declinar e a fecundidade permanecia
alta, período que se completou no começo
dos anos 70 com o início da queda acentuada
da fecundidade.
Fundação Nacional de Saúde (Funasa)
Categoria: Epidemiologia
Órgão executivo do Ministério da Saúde,
tendo como missão ser uma agência de pro-
moção e proteção à saúde, mediante ações in-
tegradas de educação e de prevenção e con-
trole de doenças e outros agravos, bem como
em atendimento integral à saúde dos povos
indígenas, visando à melhoria da qualidade
de vida da população.
Fundo Estadual de Saúde
Categoria: Economia da Saúde
Tem por objetivo criar condições financeiras
e de administração de recursos destinados ao
desenvolvimento das ações e serviços de saú-
de executados ou coordenados pela Secretaria
Estadual de Saúde (SES) no âmbito do SUS.
Fundo Municipal de Saúde
Categoria: Economia de Saúde
É a conta onde são depositados todos os re-
cursos repassados ao município pelo Ministé-
rio da Saúde e pelo estado para a saúde, além
daqueles destinados à saúde pelo próprio mu-
nicípio.
Fundo Nacional de Saúde (FNS)
Categoria: Economia da Saúde
É o gestor financeiro, na esfera federal, dos
recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).
Fundos de saúde
Categoria: Economia de Saúde
São contas específicas que englobam todos os
recursos destinados ao setor Saúde federais,
estaduais, municipais, de doações e de ren-
dimentos e que, obrigatoriamente, só podem
ser utilizados em ações e serviços de saúde.
Furúnculo
Categoria: Doenças
É um abscesso estafilocócico perifolicular,
circunscrito, arredondado, doloroso e agudo
que geralmente termina em supuração renal.
FOR
Formulação farmacêutica
Furúnculo
55
Gelados comestíveis
Categoria: Alimentação e Nutrição
Produtos alimentícios obtidos a partir de uma
emulsão de gorduras e proteínas, com ou sem
adição de outros ingredientes e substâncias
que tenham sido submetidas ao congelamen-
to, em condições que garantam a conservação
do produto no estado congelado ou parcial-
mente congelado, durante o armazenamento,
o transporte, a comercialização e a entrega do
consumo.
Gênero
Categoria: Ciências Sociais em Saúde
É a construção cultural coletiva dos atributos
de masculinidade e feminilidade. Esse concei-
to foi proposto para distinguir-se do conceito
de sexo, que define as características biológi-
cas de cada indivíduo.
Gerência em saúde
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Administração de uma unidade ou órgão de
saúde (ambulatório, hospital, instituto, fun-
dação, etc.) que se caracterizam como presta-
dores dos serviços do SUS.
Gestação de alto risco
Categoria: Atenção à Saúde
Por gestação de alto risco entende-se como
sendo aquela na qual a vida ou a saúde da
mãe e/ou do feto tem maiores chances de ser
atingida por complicações que a média das
gestações.
Gestão Avançada do Sistema Estadual
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
As responsabilidades específicas deste tipo de
gestão são: contratação, controle, auditoria
e pagamento do conjunto dos serviços, sob
gestão estadual, contidos na FAE; contra-
tação, controle, auditoria e pagamento dos
prestadores de serviços incluídos no PAB dos
municípios não habilitados; ordenação de
pagamento dos demais serviços hospitalares
e ambulatoriais sob gestão estadual; operação
do SIA-SUS, conforme normas do MS, e ali-
mentação dos bancos de dados de interesse
nacional.
Gestão do SUS
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
É a responsabilidade da União, dos estados,
do Distrito Federal e dos municípios, que,
por meio dos seus órgãos gestores, utilizam
vários instrumentos de gestão objetivando
garantir e aperfeiçoar o funcionamento do
sistema de saúde.
Gestão Estadual de Saúde
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
A habilitação dos estados às diferentes condi-
ções de gestão significa a declaração dos com-
promissos assumidos por parte do gestor pe-
rante os outros gestores e perante a população
sob sua responsabilidade. Os estados poderão
G
56
habilitar-se sob duas condições de gestão: a)
gestão avançada do sistema estadual e b) ges-
tão plena do sistema estadual.
Gestão Federal de Saúde
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Responsável pela formulação de políticas na-
cionais de saúde, planejamento, normaliza-
ção, avaliação e controle do SUS em nível
nacional e pelo financiamento das ações e
serviços de saúde por meio da aplicação/dis-
tribuição de recursos públicos arrecadados.
Gestão Municipal de Saúde
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Responsável pela formulação da política mu-
nicipal de saúde e a provisão das ações e ser-
viços de saúde, financiados com recursos pró-
prios ou transferidos pelo Gestor Federal e/ou
Estadual do SUS.
Gestão Plena da Atenção Básica
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Nesta gestão o município habilita-se a res-
ponder apenas pelas ações básicas de saúde.
Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Os municípios habilitados nesta condição de
gestão devem dispor de condições de ofertar
com suficiência e qualidade todo o elenco
de procedimentos propostos para a Atenção
Básica Ampliada, constantes no anexo 1 e 2
da NOAS/SUS 01/01. Além dos serviços de
média e alta complexidades por meio de refe-
rências de sua população para outros municí-
pios, segundo “pactuação” estabelecida.
Gestão Plena do Sistema Estadual
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
As responsabilidades específicas deste tipo de
gestão são: contratação, controle, auditoria e
pagamento aos prestadores do conjunto dos
serviços sob gestão estadual, conforme de-
finição da CIB; operação do SIA-SUS e do
SIH-SUS, conforme normas do MS, e ali-
mentação dos bancos de dados de interesse
nacional.
Gestão Plena do Sistema Municipal
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
O município habilita-se a responder por to-
das as ações e serviços que garantam o atendi-
mento integral de saúde da sua população.
Gestor de saúde
Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pú-
blica
São os responsáveis pelo SUS em cada esfera
do governo: sistemas municipais, estaduais,
do Distrito Federal e nacional de saúde.
Gonorréia
Categoria: Doenças
Doença infectocontagiosa de transmissão
predominantemente sexual, causada pela
bactéria Neisseria gonorrhoeae ou Gonoco-
co, que se caracteriza por provocar processos
inflamatórios na uretra (uretrite), colo ute-
rino (cervicite) e reto/ânus (proctite). A go-
norréia é bastante prevalente nos países em
desenvolvimento, embora ocorra no mundo
inteiro. Geralmente, o tratamento é simples
e eficaz, mas, recentemente, vêm sendo ob-
servadas variantes resistentes aos antibióticos
tradicionais.
GES
Gestão Federal de Saúde
Gonorréia
57
Gravidez de alto risco
Ver Gestação de alto risco.
Grupo de apoio ao idoso
Categoria: Atenção à Saúde
Grupo que promove ações que visem à me-
lhoria da qualidade de vida dos idosos.
Grupo matricial
Categoria: Ciências Sociais em Saúde
Grupo composto por lideranças lésbicas do
país, filiadas a ONGs que desenvolvem tra-
balhos no âmbito da promoção da saúde, da
visibilidade lésbica e do combate à epidemia
do HIV/DST. Foi criado pela CN-DST/
AIDS em 2001, para ações de prevenção das
DST/aids junto às mulheres que fazem sexo
com mulheres (MSM).
Guias terapêuticos padronizados
Categoria: Doenças
Coleções de roteiros terapêuticos preconiza-
dos para doenças diversas.
GRA
Gravidez de alto risco
Guias terapêuticos padronizados
59
Habilitação
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Declaração dos compromissos assumidos por
parte do gestor perante os outros gestores e
perante a população sob sua responsabilidade.
Hábitos saudáveis
Categoria: Atenção à Saúde
Alimentação adequada e balanceada; a prá-
tica regular de exercícios físicos; a convivên-
cia social estimulante; e a busca, em qualquer
fase da vida, de uma atividade ocupacional
prazerosa e de mecanismos de atenuação do
estresse.
Hanseníase
Categoria: Doenças
Doença infectocontagiosa, crônica, curá-
vel, causada pelo Bacilo de Hansen. O poder
imunogênico do bacilo é responsável pelo alto
potencial incapacitante da hanseníase. Um
caso de hanseníase, definida pela Organização
Mundial da Saúde, é uma pessoa que apresen-
ta um ou mais dos critérios listados a seguir,
com ou sem história epidemiológica e que re-
quer tratamento quimioterápico específico:
lesão(ões) de pele com alteração de sensibili-
dade; espessamento de nervo(s) periférico(s),
acompanhado de alteração de sensibilidade; e
baciloscopia positivo para o bacilo de Hansen.
Hemocad
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Vigilância em Saúde
Tem por objetivo garantir maior controle
nas inspeções de qualidade dos sangues doa-
dos para os hemocentros e cadastramento das
inspeções realizadas nas unidades hemoterá-
picas públicas e privadas.
Hemocentro
Categoria: Atenção à Saúde Vigilância em
Saúde
Órgão executor das atividades hemoterápicas
e hematológicas, em cuja estrutura mantém
instalações apropriadas para o atendimento
completo ao doador de sangue.
Hemoderivados
Categoria: Vigilância em Saúde
São os produtos oriundos do sangue ou do
plasma, obtidos por meio de processamento
físico-químico ou biotecnológico.
Hemofilia
Categoria: Doenças
A hemofilia é definida como uma coagulo-
patia, doença da coagulação do sangue, cujo
portador possui deficiência dos fatores de coa-
gulação sangüínea, os quais são responsáveis
pela coagulação, impedindo que haja hemor-
ragias interna e/ou externa.
Hemoinsp
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Vigilância em Saúde
Tem por objetivo garantir maior controle e
qualidade dos sangues doados, mantendo um
H
60
registro atualizado de todas as unidades he-
moterápicas do País, controlando desde os
serviços fornecidos até os serviços recebidos
de terceiros, além do cadastramento das Uni-
dades Hemoterápicas Públicas e Privadas.
Hemovigilância
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Vigilância em Saúde
Tem por objetivo aumentar a segurança nas
transfusões sangüíneas, com particular ênfase
nos incidentes transfusionais. Busca-se atin-
gir esse objetivo mediante recolhimento e
avaliação de informações sobre os efeitos in-
desejáveis e/ou inesperados da utilização de
hemocomponentes a fim de prevenir o apare-
cimento ou recorrência desses efeitos. O pro-
cesso de recolhimento de informações é feito
por intermédio de notificação de incidentes
transfusionais, por parte de hospitais sentine-
las e hemocentros.
Hepatite
Categoria: Doenças
Termo geral para inflamação do fígado, que
convencionalmente designa também altera-
ções degenerativas ou necróticas dos hepató-
citos. Pode ser aguda ou crônica e ter como
causa uma variedade de agentes infecciosos
ou de outra natureza. As manifestações clí-
nicas variam desde anorexia e mal-estar até
fenômenos hemorrágicos e coma.
Hepatite viral
Categoria: Doenças
Hepatite que tem como característica níveis
elevados de aminotransferases no soro. São
divididas em hepatites virais A e E (transmi-
tidas por via oral) e hepatites virais B, C e D
(adquiridas por via parenteral).
Hepatite viral A
Categoria: Doenças
Doença aguda e autolimitada causada pelo ví-
rus da hepatite A que se acompanha de febre,
em metade dos casos, mas que não progride
para uma fase crônica. A ponte de infecção é
o próprio homem (raramente macacos), e a
transmissão é direta, por mãos sujas (circuito
fecal-oral) ou por água e alimentos contami-
nados (sobretudo ostras e mexilhões).
Hepatite viral B
Categoria: Doenças
Doença aguda ou crônica causada pelo vírus
da hepatite B ou HBV, que infecta especifica-
mente o homem (e o chipanzé). A infecção é
adquirida, em geral, por ocasião de transfu-
sões, de infecções percutâneas com derivados
do sangue, ou do uso de agulhas e seringas
contaminadas (sobretudo entre viciados em
drogas injetáveis).
Hepatite viral C
Categoria: Doenças
Doença causada pelo vírus da hepatite C, ou
Hepacavirus, que responde por 90% ou mais
dos casos de hepatite anteriormente denomi-
nada “não-A não-B”. O vírus pode permane-
cer no sangue durante semanas ou anos, mas
não é encontrado nas fezes.
Hepatite viral D
Categoria: Doenças
Doença causada pelo vírus da hepatite D,
que é um vírus RNA defeituoso, de fita
simples, com 37mm de diâmetro. A in-
fecção pode fazer-se de duas maneiras. A
primeira quando o paciente sofre uma in-
fecção simultânea pelas partículas virais
HBV e HDV e quando a infecção pela
hepatite D se dá em um paciente que já
HEM
Hemovigilância
Hepatite viral D
61
apresentava infecção crônica de hepatite
viral B.
Hepatite viral E
Categoria: Doenças
Doença infecciosa causada pelo vírus da he-
patite E, que possui um RNA de fita simples
e polaridade positiva, semelhante ao dos ca-
licivírus.
Herança genética
Categoria: Atenção à Saúde
É a propriedade dos seres vivos de transmiti-
rem suas características aos descendentes.
Herpes simples
Categoria: Doenças
É comumente associado a lesões de mem-
branas, mucosas e pele, ao redor da cavi-
dade oral (herpes orolabial) e da genitá-
lia (herpes anogenital). O vírus do herpes
simples determina quadros variáveis be-
nignos ou graves. Há dois tipos de vírus:
o Tipo1, responsável por infecções na face
e no tronco, e o tipo 2 relacionadas às in-
fecções na genitália e de transmissão ge-
ralmente sexual.
Hierarquização
Categoria: Atenção à Saúde
Rede de saúde em nível de atenção, nos quais as
ações básicas de saúde absorvem a maior parte
da procura pelos serviços. Apenas os casos mais
graves são encaminhados para a rede hospitalar.
Hipertensão arterial
Categoria: Doenças
Elevação persistente da pressão sangüínea no
sistema circulatório acima de uma linha divi-
sória arbitrária, posto que os valores da pres-
são normal, em uma população, distribuem-
se segundo uma curva de Gauss e para cada
indivíduo varia em função do tempo.
Hipovitaminose A
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Baixa disponibilidade de vitamina A nos de-
pósitos hepáticos e níveis diminuídos no san-
gue, apresentando ou não sintomas e sinais
de deficiência.
História natural das doenças
Categoria: Epidemiologia
Descrição que inclui as características das
funções de infecção, distribuição da doença
segundo os atributos das pessoas, tempo e es-
paço, distribuição e características ecológicas
do(s) reservatório(s) do agente; mecanismos
de transmissão e efeitos da doença sobre o
homem.
Hospital
Categoria: Atenção à Saúde
Estabelecimentos de Saúde destinado a pres-
tar assistência médica e hospitalar a pacientes
em regime de internação.
Hospital de base
Categoria: Atenção à Saúde
Destina-se primordialmente a prestar assis-
tência especializada mais diferenciada a pa-
cientes referidos de áreas ou estabelecimentos
de menor complexidade.
Hospital de capacidade extra
Categoria: Atenção à Saúde
Hospital cuja capacidade está acima de 500
leitos.
Hospital de grande porte
Categoria: Atenção à Saúde
Hospital cuja capacidade é de 151 a 500 leitos.
Hospital de médio porte
Categoria: Atenção à Saúde
Hospital cuja capacidade é de 51 a 150 leitos.
Hospital de pequeno porte
Categoria: Atenção à Saúde
HEP
Hepatite viral E
Hospital de pequeno porte
62
Hospital cuja capacidade é de até 50 leitos.
Hospital-dia geriátrico
Categoria: Atenção à Saúde
Constitui uma forma intermediária de as-
sistência à saúde situado entre a Internação
Hospitalar e a Assistência Domiciliar poden-
do, também, se complementar a esta. Visa a
assistir aqueles idosos, cuja necessidade te-
rapêutica e de orientação para cuidados não
justificam sua permanência contínua em am-
biente hospitalar. Também é indicado para o
auxílio de famílias que não apresentem con-
dições adequadas para assistir às demandas
assistenciais desse idoso.
Hospital especializado
Categoria: Atenção à Saúde
É o estabelecimento de saúde destinado a
prestar assistência médica em uma ou mais
especialidades.
Hospital local
Categoria: Atenção à Saúde
É o que presta assistência médica em quatro
especialidades médicas, para uma população
de área geográfica determinada.
Hospital regional
Categoria: Atenção à Saúde
O que presta assistência própria do hospital
local, além de outras especialidades, a pacien-
tes de sua área programática.
HPV
Categoria: Doenças
Os papilomavírus humanos (HPV, na sigla
em língua inglesa) pertencem à família Pa-
pillomaviridae e são capazes de induzir lesões
de pele ou mucosa. Estas, o mais das vezes,
apresentam um crescimento limitado e re-
gridem espontaneamente, mas, em alguns
casos, podem evoluir para alterações histoló-
gicas (teciduais) importantes, como as displa-
sias e as neoplasias (características dos tumo-
res). Existem mais de 70 subtipos diferentes
de HPV, alguns dos quais oncogênicos (ou
seja, capazes de induzir transformações celu-
lares de natureza cancerígena).
A principal via de transmissão do Papiloma
Vírus Humano (HPV) é a sexual (relação va-
ginal e anal desprotegida), tanto em homens
como em mulheres, mas outras formas de
contágio são descritas na literatura: por via
sangüínea, pelo canal do parto (no momento
do nascimento) e até mesmo pelo beijo.
Humanização
Categoria: Atenção à Saúde
A humanização é entendida como valor, na
medida em que resgata o respeito à vida hu-
mana. Abrange circunstâncias sociais, éticas,
educacionais e psíquicas presentes em todo
relacionamento humano. Esse valor é defini-
do em função do seu caráter complementar
aos aspectos técnicos.
Humanização do atendimento
Categoria: Atenção à Saúde
Responsabilização mútua entre os serviços
de saúde e a comunidade e estreitamento do
vínculo entre as equipes de profissionais e a
população.
HOS
Hospital-dia geriátrico
Humanização do atendimento
63
Identidade sexual
Categoria: Ciências Sociais em Saúde
Refere-se ao sentimento da pessoa em rela-
ção ao fato de pertencer ao sexo feminino ou
masculino.
Idiotia
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Retardo físico, motor e mental ocasionado
pela deficiência grave de iodo no período fe-
tal e nos primeiros meses de vida.
Idoso
Categoria: Ciências Sociais em Saúde
Pessoas com 60 anos de idade ou mais.
Impetigo
Categoria: Doenças
É uma dermatose contagiosa causada por es-
tafilococos plasmo-coagulase positivos. O
mais comum é o Staphylococcus aureus e nos
pacientes imunossuprimidos e o S. epider-
midis. Doença freqüente nas crianças. A le-
são inicial é mácula eritematosa que logo se
transforma em vesico pápula ou mesmo bo-
lha purulenta bastante superficial com forma-
ção de crosta melicérica.
Imunodeprimido
Categoria: Doenças
Diz-se do indivíduo cujo sistema imunológi-
co apresenta-se debilitado.
Imunologia
Categoria: Atenção à Saúde Vigilância em
Saúde
Ramo da biologia que estuda os fenômenos
imunológicos ou a organização e funciona-
mento do sistema imunológico, cujo desen-
volvimento foi marcado desde o índice por
notáveis êxitos práticos, como a produção de
vacinas (primeiros recursos efetivos utilizados
no controle de doenças), a erradicação da va-
ríola e o estabelecimento de grande número
de métodos diagnósticos precisos.
Imunopatogênico
Categoria: Doenças
Fase da infecção pelo HIV. Caracteriza-se
pela taxa de replicação viral bastante elevada,
com níveis sangüíneos geralmente acima de
1.000.000 de cópias/ml e população viral re-
lativamente homogênea do ponto de vista de
genotípico.
Incentivo de Integração ao Sistema Único
de Saúde (Integrasus)
Categoria: Economia de Saúde
Incentivo criado pelo Ministério da Saúde
para os hospitais filantrópicos sem fins lucra-
tivos que atendem as exigências da Portaria
GM/MS n.º 878, de 8 de maio de 2002. É
repassado aos hospitais como valor adicional,
de acordo com os níveis em que os mesmos
se enquadrem.
Incentivos
Categoria: Economia de Saúde
O Ministério da Saúde estabeleceu alguns
incentivos aos hospitais integrantes do SUS,
objetivando o aprimoramento da assistência
prestada, a melhoria da infra-estrutura dos ser-
I
64
viços e o estabelecimento de parcerias na iden-
tificação de prestadores solidários do sistema.
Incidência
Categoria: Epidemiologia
É a expressão do número de casos de uma do-
ença (ou grupo de doenças), numa população
definida, durante um intervalo de tempo es-
pecificado, dividido pelo número de indiví-
duos desta mesma população, para o meio do
intervalo de tempo especificado.
Indicadores demográficos
Categoria: Demografia
Representação dos aspectos não sujeitos à ob-
servação direta relativa a dados populacio-
nais
Índice de Pobreza Humana
Categoria: Alimentação e Nutrição Epide-
miologia
Índice composto pelos indicadores relacio-
nados à esperança de vida, à desnutrição em
menores de 5 anos, à alfabetização, ao acesso
a serviços de saúde e a água potável.
Índice de Valorização de Resultado
Categoria: Economia de Saúde
Consiste na atribuição de valores adicionais
equivalentes até 2% do teto financeiro da
assistência do estado, transferido do Fundo
Nacional de Saúde como incentivo à obten-
ção de resultados de impacto positivo sobre
as condições de saúde da população.
Infecção hospitalar
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Doenças
É qualquer infecção adquirida após a admis-
são do paciente no hospital e que se manifes-
ta durante a internação ou após a alta, quan-
do puder ser relacionada com a internação ou
com os procedimentos hospitalares.
Informação tóxico-farmacológica
Categoria: Acidentes e Violência
Informações sobre envenenamentos por me-
dicamentos, produtos domiciliares, inseti-
cidas, plantas tóxicas, animais peçonhentos,
metais pesados, euforias (cocaína, LSD, etc.)
interações medicamentosas ou de drogas e te-
ratogênese, bem como ações preventivas na
área toxicológica.
Inseticida
Categoria: Vigilância em Saúde
Destinado ao combate, à prevenção e ao con-
trole dos insetos em habitações, recintos e lu-
gares de uso público e suas cercanias.
Inseticidas piretróides
Categoria: Ambiente e Saúde
Inseticidas que causam no homem, principal-
mente, irritação nos olhos, mucosas e pele.
São muito utilizados em detetizações de do-
micílios e prédios de uso público, por firmas
especializadas e têm sido responsabilizados
pelo aumento de casos de alergia em adul-
tos e crianças. Em altas doses podem levar a
neuropatias, uma vez que agem na bainha de
mielina, desorganizando-a e promovendo a
ruptura de oxônios.
Inspeção de qualidade
Categoria: Vigilância em Saúde
Conjunto de medidas destinadas a verificar
a qualquer momento, em qualquer etapa da
cadeia de produção, desde a fabricação até o
cumprimento das boas práticas específicas,
incluindo a comprovação da qualidade, eficá-
cia e segurança dos produtos.
Inspeção sanitária
Categoria: Vigilância em Saúde
Investigação no local da existência ou não de
INC
Incidência
Inspeção sanitária
65
fatores de risco sanitário, que poderão produ-
zir agravo à saúde individual ou coletiva, in-
cluindo a verificação de documentos.
Instituição de pesquisa
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Organização pública ou privada, legitima-
mente constituída e habilitada na qual são
realizadas investigações científicas.
Instituto Nacional de Câncer (INCA)
Categoria: Administração e Planejamento
em Saúde
Órgão do Ministério da Saúde, vinculado à
Secretaria de Assistência à Saúde, responsável
por desenvolver e coordenar ações integradas
para a prevenção e controle do câncer no Bra-
sil. Tais ações são de caráter multidisciplinar
e compreendem a assistência médico-hospi-
talar, prestada direta e gratuitamente aos pa-
cientes com câncer, no âmbito do SUS, e a
atuação em áreas estratégicas como a preven-
ção e a detecção precoce, a formação de pro-
fissionais especializados, o desenvolvimento
da pesquisa e a informação epidemiológica.
Todas as atividades do INCA têm como ob-
jetivo reduzir a incidência e mortalidade cau-
sada pelo câncer no Brasil.
Instrumentos de gestão em saúde
Categoria: Administração e Planejamento
em Saúde
São os mecanismos que garantem o funcio-
namento do Sistema Único de Saúde (SUS)
em todos os seus níveis. Os principais ins-
trumentos de gestão em saúde são: Agenda
de Saúde; Planos de Saúde; Plano Diretor de
Regionalização (PDR); e Programação Pactu-
ada e Integrada (PPI).
Insuficiência renal
Categoria: Doenças
Redução ou suspensão da função excretora
do rim.
Insumo farmacêutico
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Droga ou matéria-prima aditiva ou comple-
mentar de qualquer natureza destinada a em-
prego em medicamentos, quando for o caso,
e seus recipientes.
Integralidade
Categoria: Atenção à Saúde
Um dos princípios constitucionais do SUS
que garante ao cidadão o direito de ser aten-
dido desde a prevenção de doenças até o mais
difícil tratamento de uma patologia, não ex-
cluindo nenhuma doença.
Integrasus
Ver Incentivo de Integração ao Sistema Úni-
co de Saúde.
Intercambialidade
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Significa a possibilidade de troca de um me-
dicamento por outro, obtendo exatamente o
mesmo resultado terapêutico.
Interiorização da aids
Categoria: Epidemiologia
Conceito oriundo da epidemiologia, que
descreve uma mudança no padrão de disse-
minação do HIV no território brasileiro, ao
longo do tempo. Em um país em que, his-
toricamente, os municípios maiores situam-
se no/próximo ao litoral, a interiorização da
epidemia corresponde a um incremento (pro-
gressivo) da disseminação do HIV, ao longo
do tempo, em municípios de médio e peque-
no porte.
Internação hospitalar
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
INS
Instituição de pesquisa
Interiorização da aids
66
Pacientes que são admitidos para ocupar
um leito hospitalar por um período igual ou
maior a 24 horas.
Intersetorialidade
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Desenvolvimento de ações integradas entre
os serviços de saúde e outros órgãos públi-
cos, com a finalidade de articular políticas e
programas de interesse para a saúde, cuja exe-
cução, envolva áreas não compreendidas no
âmbito do Sistema Único de Saúde, poten-
cializando, assim, os recursos financeiros, tec-
nológicos, materiais e humanos disponíveis, e
evitando duplicidade de meios para fins idên-
ticos.
Investigação epidemiológica
Categoria: Epidemiologia
Trabalho de campo realizado a partir de casos
notificados (clinicamente declarados ou sus-
peitos) e seus contatos, que tem como prin-
cipais objetivos: identificar fonte e modo de
transmissão; grupos expostos a maior risco;
fatores determinantes; confirmar o diagnós-
tico; e determinar as principais características
epidemiológicas e seu propósito final é orien-
tar medidas de controle para impedir a ocor-
rência de novos casos.
INT
Internação hospitalar
Investigação epidemiológica
67
Janela imunológica
Categoria: Epidemiologia
Período entre a infecção e o início da forma-
ção de anticorpos específicos contra o agente
causador. Geralmente, este período dura al-
gumas semanas, e o paciente, apesar de ter o
agente infeccioso presente em seu organismo,
apresenta resultados negativos nos testes para
a detecção de anticorpos contra o agente.
J
69
Laboratório oficial
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
O Laboratório Oficial do Ministério da Saú-
de ou congênere da União, dos Estados, do
Distrito federal e dos Territórios com compe-
tência, por convênio, destinado à análise de
drogas, medicamentos, insumos farmacêuti-
cos e correlatos.
Lavanderia hospitalar
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
É o local ou estabelecimento específico para
o processamento da roupa utilizada em ser-
viços de saúde, tais como hospitais e clínicas
em geral.
Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Economia de Saúde
Compreende as metas e prioridades da ad-
ministração pública, incluindo as despesas de
capital para o exercício financeiro subseqüen-
te. Orienta a elaboração da Lei Orçamentária
Anual, dispõe sobre as alterações na legislação
tributária e estabelece a política de aplicação
das agências financeiras oficiais de fomento.
A iniciativa é do Poder Executivo e a periodi-
cidade é anual.
Leito hospitalar
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
É a cama numerada e identificada destinada
à internação de um paciente dentro de um
hospital localizada em um quarto ou enfer-
maria, que se constitui no endereço exclusivo
de um paciente durante sua estadia no hos-
pital e que está vinculada a uma unidade de
internação de serviço.
Leptospirose
Categoria: Doenças
Doença infecciosa sistêmica causada por es-
piroquetas patogênicas do gênero Leptospira.
É antropozoonose, transmitida ao homem,
principalmente através do contato com cole-
ções de água contaminada com urina de ratos
infectados. Pode determinar síndromes clíni-
cas variadas, desde a infecção subclínica até
a forma grave, íctero-hemorrágica, conheci-
da como síndrome de Weil. A leptospirose é
uma agravo de notificação compulsória.
Lesão por Esforço Repetitivo (LER)
Ver Distúrbio osteomuscular relacionado ao
trabalho (DORT)
Licença sanitária
Categoria: Vigilância em Saúde
Ato privativo do órgão de saúde competente
dos estados, do Distrito Federal e dos muni-
cípios, contendo permissão para que as em-
presas exerçam as atividades sob regime de vi-
gilância sanitária.
Licitação
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
É o procedimento administrativo, preliminar,
mediante o qual a Administração, baseada em
L
70
critério prévio, seleciona, entre várias propos-
tas referentes a compras, obras ou serviços, a
que melhor atenda ao interesse público – a fim
de celebrar contrato com o responsável pela
proposta mais vantajosa.
Limite financeiro
Categoria: Economia de Saúde
Montante máximo de recursos federais que
poderá ser gasto com o conjunto de serviços
existentes em cada território municipal, sendo
composto por duas parcelas separadas: recur-
sos destinados ao atendimento da população
própria e recursos destinados ao atendimento
da população referenciada de acordo com as
negociações expressas na PPI.
Linfadenopatia persistente generalizada
Categoria: Doenças
Define-se como a presença em indivíduo so-
ropositivo para o HIV, de linfadenomegalia,
envolvendo duas ou mais regiões extra-ingui-
nais, com duração de pelo menos três meses
desde que sejam excluídas outras doenças ou
uso de drogas que possam causar o aumento
dos gânglios linfáticos.
Linfogranuloma venéreo
Categoria: Doenças
Doença infecciosa de transmissão exclusiva-
mente sexual, conhecida popularmente como
“mula”.
LIM
Limite financeiro
Linfogranuloma venéreo
71
Macronutrientes
Categoria: Alimentação e Nutrição
São os nutrientes dos quais o organismo pre-
cisa em grandes quantidades e que são am-
plamente encontrados nos alimentos. São es-
pecificamente os carboidratos, as gorduras e
as proteínas.
Malária
Categoria: Doenças
Infecção ou doença causada por parasitos do
gênero Plasmodium (família Plasmodiidae).
A transmissão normal é feita por mosquitos,
Anopheles, que inoculam os esporozoítas ao pi-
car para sugar o sangue. Ocasionalmente, pode
ser transmitida congenitamente, por transfu-
são de sangue ou por seringas contaminadas
(consumidores de drogas). O acesso malárico
começa com calafrios intensos, palidez e cio-
nose, o paciente queixando-se de muito frio,
ainda que sua temperatura esteja em elevação.
Mamografia
Categoria: Atenção à Saúde
Exame radiológico dos tecidos moles das ma-
mas, sendo considerado um dos mais impor-
tantes procedimentos para o rastreio do cân-
cer ainda impalpável de mama. É também
chamado de mastografia ou senografia.
Margem terapêutica
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
É a relação entre a dose máxima tolerada, ou
também tóxica, e a dose terapêutica (dose tó-
xica/dose terapêutica). Em farmacologia clí-
nica se emprega como Equivalente de Índice
Terapêutico.
Média complexidade
Categoria: Atenção à Saúde
A Atenção de Média Complexidade com-
preende um conjunto de ações e serviços am-
bulatoriais e hospitalares que visam a atender
os principais problemas de saúde da popula-
ção, cuja prática e clínica demande a dispo-
nibilidade de profissionais especializados e a
utilização de recursos tecnológicos de apoio
diagnóstico e terapêutico, que não justifique
a sua oferta em todos os municípios do País.
Medicamentos bioequivalentes
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
São equivalentes farmacêuticos que, ao se-
rem administrados na mesma dose molar, nas
mesmas condições experimentais, não apre-
sentam diferenças estatisticamente significa-
tivas em relação à biodisponibilidade.
Medicamentos biológicos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Produto farmacêuticos, de origem biológica,
tecnicamente obtido ou elaborado por pro-
cedimento biotecnológicos, com finalidade
profilática, curativa, paliativa ou para fins de
diagnóstico.
Medicamentos biotecnológicos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Medicamento biológico, tecnicamente obti-
do ou elaborado por procedimentos biotec-
nológico, com finalidade profilática, curativa,
M
72
paliativa ou para fins de diagnóstico.
Medicamentos de controle especial
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Medicamentos entorpecentes ou psicotrópi-
cos e outros relacionados pela Agência Nacio-
nal de Vigilância Sanitária capazes de causar
dependência física ou psíquica.
Medicamentos de dispensação em caráter
excepcional
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Medicamentos utilizados em doenças raras,
geralmente de custo elevado, cuja dispensa-
ção atende a casos específicos.
Medicamentos de referência
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Produto inovador registrado no órgão federal
responsável pela vigilância sanitária e comer-
cializado no País, cuja eficácia, segurança e
qualidade foram comprovadas cientificamen-
te junto ao órgão federal competente, por
ocasião do registro.
Medicamentos de saúde mental
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Produto farmacêutico, tecnicamente obtido
ou elaborado, com finalidade profilática, cura-
tiva, paliativa ou para fins de diagnósticos.
Medicamentos de uso contínuo
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
São aqueles empregados no tratamento de
doenças crônicas e ou degenerativas, utiliza-
dos continuamente.
Medicamentos de venda livre
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
São aqueles cuja, dispensação não requerem
autorização, ou seja, receita expedida por
profissional.
Medicamentos estratégicos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
São aqueles utilizados para o tratamento de
doenças de perfil endêmico, como a tuber-
culose, hanseníase, aids, leishmaniose, malá-
ria, esquitossomose, filariose, tracoma e pes-
te, além da insulina destinada ao tratamento
de diabetes e hemoderivados usados para o
tratamento de hemofilia.
Medicamentos excepcionais
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Medicamentos de alto custo, voltados para
o tratamento de doenças neurológicas, auto-
imunes, osteoporose, hepatites e correlatas,
que precisam ser usados por longos períodos.
Também estão inclusos neste programa os
medicamentos para transplantes, os quais são
de alto custo e de uso prolongado.
Medicamentos fitoterápicos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Os fitoterápicos são medicamentos cujos
componentes terapeuticamente ativos são ex-
clusivamente plantas ou derivados vegetais
(extratos, sucos, óleos, ceras, etc.) não poden-
do ter em sua composição, a inclusão de subs-
tâncias ativas isoladas de qualquer origem,
nem associações destas com extratos vegetais.
Medicamentos genéricos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Medicamento similar a um produto de refe-
rência ou inovador, que se pretende ser como
este intercambiável, geralmente produzido
após a expiração ou renúncia da proteção pa-
tentária ou de outros direitos de exclusividade,
comprovada a sua eficácia, segurança e quali-
dade, e designado pela DCB (Denominação
Comum Brasileira) ou na sua ausência pela
DCI (Denominação Comum Internacional).
Medicamentos homeopáticos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
MED
Medicamentos de controle especial
Medicamentos homeopáticos
73
São preparações manipuladas de forma espe-
cífica de acordo com regras farmacotécnicas
bem definidas, descritas na Farmacopéia. Ho-
meopática Brasileira.
Medicamentos para a atenção básica
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Produtos necessários à prestação do elenco
de ações e procedimentos compreendidos na
atenção básica de saúde.
Medicamentos tarjados
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
São os medicamentos cujo uso requer a pres-
crição do médico ou dentista e que apresen-
tam, em sua embalagem, tarja (vermelha ou
preta) indicativa desta necessidade.
Médico regulador
Categoria: Atenção à Saúde
A competência técnica do médico regula-
dor se sintetiza em sua capacidade de julgar,
discernindo o grau presumido de urgência e
prioridade de cada caso, segundo as informa-
ções disponíveis, fazendo ainda o enlace en-
tre os diversos níveis assistenciais do sistema,
visando dar a melhor resposta possível para as
necessidades dos pacientes.
Medida cautelar
Categoria: Acidentes e Violência Direito
Sanitário
É a intervenção imediata da autoridade judi-
cial para evitar a violação de um direito ga-
rantido.
Menopausa
Categoria: Atenção à Saúde
É a última menstruação fisiológica da mu-
lher, decorrente da perda da atividade folicu-
lar ovariana.
Método direto de padronização
Categoria: Demografia
Tipo de padronização de informações para a
interpretação de algumas taxas.
Método epidemiológico
Categoria: Epidemiologia
Compreende a identificação de padrões de
ocorrência de eventos ou danos à saúde,
com a formulação e comprovação de hipó-
tese, elaboração de conclusão e aplicação de
medidas de controle e prevenção.
Métodos contraceptivos
Categoria: Atenção à Saúde Promoção e
Educação em Saúde
Maneiras, instrumentos e conjuntos de meios
cujo objetivo é evitar uma gravidez indesejada.
Métodos de barreiras
Categoria: Atenção à Saúde
São métodos de anticoncepção que colocam
obstáculos mecânicos ou químicos à pene-
tração dos espermatozóides no canal.
Micronutrientes
Categoria: Alimentação e Nutrição
Nutrientes que o organismo necessita em
quantidades pequenas, como as vitaminas e
minerais.
Microrregião de saúde
Categoria: Administração e Planejamento
em Saúde
Unidade territorial mínima para qualifica-
ção na assistência à saúde, que deverá dis-
por de complexidade assistêncial acima do
exigido para os módulos Assistenciais sendo
que esta definição deverá ser feita no âmbito
estadual.
Modelo ecológico
Categoria: Atenção à Saúde
Modelo de intervenção centrado no coletivo
no qual prima a inter-relação entre o indiví-
duo e seu meio ambiente.
MED
Medicamentos para a atenção básica
Modelo ecológico
74
Módulo assistencial
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Base territorial que apresenta resolubilidade
correspondente ao primeiro nível de referên-
cia de média complexidade, constituído por
um ou mais municípios.
Módulo-padrão de suprimento
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Elenco de medicamentos repassado por um
nível de gestão a outro para abastecer os ser-
viços de saúde compreendidos no sistema es-
tadual ou municipal.
Morbimortalidade
Categoria: Demografia
Impacto das doenças e dos óbitos que inci-
dem em uma população.
Município-pólo
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Município que, de acordo com a definição da
estratégia de regionalização de cada estado,
apresente papel de referência para outros mu-
nicípios, em qualquer nível de atenção.
Município-sede do módulo assistencial
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Município existente em um módulo assisten-
cial que apresente a capacidade de ofertar a
totalidade dos serviços constantes no primei-
ro nível de referência com suficiência para a
sua população e para a população de outros
municípios a ele adscritos, conforme definido
no processo de regionalização e na programa-
ção integrada entre gestores.
Mutirão
Categoria: Atenção à Saúde
Destina-se a incrementar a oferta de serviços
em áreas específicas da assistência e, com isso,
reduzir a demanda reprimida existente e as
listas de espera para a realização de determi-
nados procedimentos cirúrgicos eletivos.
MOD
Módulo assistencial
Mutirão
75
Nascido morto
Categoria: Epidemiologia
Óbito antes da expulsão ou extração comple-
ta do corpo materno de um produto da con-
cepção que tenha alcançado vinte e oito se-
manas completas ou mais de gestação.
Nascido vivo
Categoria: Epidemiologia
Expulsão ou extração completa do corpo ma-
terno, independente da duração da gravidez
de um produto da concepção, que depois da
separação, respire e dê qualquer sinal de vida.
Natimorto
Ver Nascido morto.
Nefropatias
Ver Doenças renais.
Negligência
Categoria: Acidentes e Violência
É o ato de omissão do responsável pela crian-
ça ou adolescente em prover as necessidades
básicas para o seu desenvolvimento.
Níveis de complexidade
Categoria: Atenção à Saúde
Limites utilizados para hierarquizar os esta-
belecimentos do sistema de prestação de ser-
viços de saúde, segundo a diversificação das
atividades prestadas, a profundidade de espe-
cialização das mesmas e a freqüência com que
ocorrem.
Norma Operacional de Assistência à
Saúde (NOAS)
Categoria: Direito Sanitário
Esta norma tem como objetivo facilitar a
pactuação e viabilizar procedimentos entre
municípios, fortalecendo assim, a implemen-
tação do SUS.
Norma Operacional Básica
Categoria: Direito Sanitário
Instrumento normativo infralegal maior ela-
borado e aprovado pela comissão Intergesto-
res Tripartite de Operacionalização dos pre-
ceitos da legislação que rege o Sistema Único
de Saúde (SUS).
Notificação de doenças
Categoria: epidemiologia
Comunicação da ocorrência de determinada
doença ou agravo à saúde, feita à autorida-
de sanitária por profissinais da saúde ou qual-
quer cidadão, para fins de adoção de medida
de intervenção pertinentes.
Notificação de maus-tratos
Categoria: Acidentes e Violência
Informação emitida pelo setor Saúde ou por
qualquer outro órgão ou pessoa, para o Con-
selho Tutelar, com a finalidade de promover
cuidados sociossanitários voltados para a pro-
teção da criança e do adolescente, vítimas de
mau-tratos.
Notificação de receita
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Documento padronizado destinado à notifi-
cação da prescrição de medicamentos: a) en-
torpecentes (cor amarela), b) psicotrópicos
N
76
(cor azul) e c) retinóides de uso sistêmico e
imunopressores (cor branca).
Núcleos de educação em urgências
Categoria: Atenção à Saúde
Espaços de saber interstitucional de forma-
ção, capacitação, habilitação e educação con-
tinuada de recursos humanos para as urgên-
cias sob a administração de um conselho
diretivo, coordenado pelo gestor público do
SUS, tendo como integrantes as secretarias
estaduais e municipais de saúde, hospitais e
serviços de referência na área de urgência, es-
colas de bombeiros e polícias, instituições de
ensino superior, de formação e capacitação
de pessoal na área de saúde, escolas técnicas e
outros setores que prestam socorro à popula-
ção, de caráter público ou privado, da abran-
gência municipal, regional e estadual.
Nutrimento
Categoria: Alimentação e Nutrição
Substância constituinte dos alimentos de va-
lor nutricional, incluindo proteínas, gordu-
ras, hidratos de carbono, água, elementos mi-
nerais e vitaminas.
NUC
Núcleos de educação em urgências
Nutrimento
77
Obesidade
Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças
Aumento exagerado do peso em relação à al-
tura. No sinônimo popular, os gordos corres-
pondem aos obesos.
Óbito fetal
Categoria: Epidemiologia
Morte de um produto de concepção, antes
da expulsão ou de sua extração completa do
corpo materno, independente da duração da
gravidez.
Óbito hospitalar
Categoria: Epidemiologia
É aquele que ocorre após o paciente ter dado
entrada no hospital, independente do fato dos
procedimentos administrativos relacionados
à internação já terem sido realizados ou não.
Óbito materno
Categoria: Epidemiologia
Óbito ocorrido em conseqüência de compli-
cações da gravidez, do parto ou do puerpério.
Óbito neonatal
Categoria: Epidemiologia
Óbito ocorrido em crianças menores de 28
dias de vida.
Óbito neonatal precoce
Categoria: Epidemiologia
Óbito ocorrido em crianças menores de 7
dias de vida.
Observação hospitalar
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Pacientes que permanecem no hospital sob
supervisão médica e/ou de enfermagem, para
fins diagnósticos ou terapêuticos, por período
inferior a 24 horas.
Oncologia
Ver Cancerologia.
Operadora de plano de assistência à saúde
Ver Operadora de saúde.
Operadora de saúde
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
Pessoa jurídica constituída sob a modalidade
de sociedade civil ou comercial, cooperativa,
ou entidade de autogestão, que opere produ-
to, serviço ou contrato de Plano Privado de
Assistência à Saúde, assim como descrito na
Lei n.º 9.656, de 3 de junho de 1998.
Orçamento da Seguridade Social
Categoria: Economia de Saúde
A Constituição define que os recursos para fi-
nanciar a saúde, a previdência e a assistência
social devem compor o Orçamento da Seguri-
dade Social. O dinheiro do Orçamento da Se-
guridade Social vem das seguintes fontes: con-
tribuição das empresas sobre os salários pagos,
sobre as vendas, sobre os lucros; contribui-
ção dos trabalhadores, descontados em seus
salários; do resultado da venda das loterias.
Órgão de Vigilância Sanitária Competente
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Vigilância em Saúde
Órgão do Ministério da Saúde dos Estados,
do Distrito Federal e dos Territórios, incum-
O
78
bido da Vigilância Sanitária dos produtos
abrangidos por este Regulamento.
Orientação alimentar
Categoria: Alimentação e Nutrição
Recomendações para a escolha, preparação,
conservação doméstica e consumo de ali-
mentos mediante critérios de consideração
de seu valor nutritivo e indicações específicas,
segundo condições fisiológicas (crescimento,
gravidez, lactação), patológicas (obesidade,
diabetes, doenças carenciais) ou, ainda, por
justificativas socioeconômicas (relação valor
nutritivo X custos).
Ouvidoria da Saúde
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Órgão onde o cidadão, comunidade e enti-
dades podem recorrer caso sejam afetadas por
políticas, normas, procedimentos ou ativida-
des adotadas pelo SUS, assim como decisões,
erros, abusos, omissões ou imprudências prá-
ticas pelos agentes do sistema de saúde.
ORI
Orientação alimentar
Ouvidoria da Saúde
79
Paciente-dia
Categoria: Epidemiologia
Unidade de mensuração da assistência pres-
tada em dia hospitalar a um paciente inter-
nado. O dia de alta somente será computado
quando esse ocorrer no dia da internação.
Papiloma Vírus Humano
Ver HPV.
Pátrio poder
Categoria: Demografia
Aquele que assume a responsabilidade paren-
tal, podendo ser exercido pelo pai ou mãe.
Pauperização da aids
Categoria: Epidemiologia
Conceito oriundo da epidemiologia, que des-
creve uma mudança no padrão de dissemina-
ção do HIV no Brasil (e no mundo), caracteri-
zando-se pela crescente disseminação do HIV
junto às camadas de baixa renda e com bai-
xos níveis de instrução, mais vulneráveis a esta
disseminação em virtude de precariedade de
informações, dificuldade de acesso a meios de
prevenção e investimento concorrente de ener-
gia e tempo em outras prioridades, prementes
e absorventes, como alimentação e moradia.
Pediculoses
Categoria: Doenças
Termo geral para indicar a infestação de qual-
quer parte do corpo pelas espécies de piolhos
do gênero.
Perda auditiva induzida por ruído
Categoria: Atenção à Saúde
É uma diminuição gradual da acuidade au-
ditiva, decorrente da exposição continuada a
níveis elevados de ruído em ambiente de tra-
balho.
Perfil epidemiológico
Categoria: Eqüidade em Saúde e Social
Estado de saúde de uma determinada comu-
nidade.
Perfil nosológico
Categoria: Epidemiologia
Conjunto de doenças prevalentes e ou inci-
dentes em uma determinada comunidade.
Período de incubação
Categoria: Doenças Epidemiologia
Intervalo entre a exposição efetiva do hospe-
deiro suscetível a um agente biológico e o iní-
cio dos sinais e sintomas clínicos da doença
nesse hospedeiro.
Pesquisa em reprodução humana
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
São aquelas que se ocupam com o funciona-
mento do aparelho reprodutor, procriação
e fatores que afetam a saúde reprodutiva da
pessoa humana.
Pesquisa em saúde
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Pesquisas cujos resultados são aplicados no
setor Saúde, voltados, em última instância,
para a melhoria da saúde de indivíduos ou
grupos populacionais. Podem ser categori-
zadas por níveis de atuação científica e com-
preendem os tipos de pesquisa básica, clínica,
P
80
epidemiológica e avaliativa, além de pesquisa
em outras áreas como economia, sociologia,
antropologia, ecologia, demografia e ciências.
Pesquisa envolvendo seres humanos
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Pesquisa que, individual ou coletivamente, en-
volva o ser humano, de forma direta ou indi-
reta, em sua totalidade de partes dele, incluin-
do o manejo de informações ou materiais.
Pesquisador responsável
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Pessoa responsável pela coordenação e reali-
zação da pesquisa e pela integridade e bem-
estar dos sujeitos da pesquisa.
Peste
Categoria: Doenças
Doença infecciosa que é uma zoonose de roe-
dores e suas pulgas, sobretudo ratos, causa-
da por Yersinia pestes (= Pasteurella pestis), da
família. Enterobacteriaceae. É transmitida ao
homem geralmente pela picada da pulga do
rato, Xenopsylla cheopis, infectada. A reação
inicial é comumente uma linfadenite dos nó-
dulos linfáticos regionais, que drenam o local
da picada. Esses nódulos aumentam de volu-
me tornam-se dolorosos, necrosam e podem
supurar (peste bubônica).
Pirâmide alimentar
Categoria: Alimentação e Nutrição
Instrumento educativo em que divide os ali-
mentos em seis grupos básicos, recomendan-
do um número de porções a serem consumi-
dos diariamente para cada um dos grupos.
Piso da Atenção Básica (PAB)
Categoria: Economia de Saúde
É um valor per capita, que somado à transfe-
rências estaduais e ao recursos próprios dos
municípios deverá financiar a atenção básica
à saúde, mediante a garantia de um mínimo
de ações e procedimentos contidos na Porta-
ria GM/MS n.º 182, de 18/12/97.
Plano de saúde
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
O Plano Privado de Assistência à Saú-
de é uma prestação continuada de serviços
ou coberturas de custos assistenciais a pre-
ço pré ou pós-pago, por prazo indetermi-
nado, com a finalidade de garantir, sem li-
mite financeiro, a assistência à saúde, pela
faculdade de acesso e atendimento por pro-
fissionais e serviços de saúde, livremente es-
colhidos, integrantes ou não de rede creden-
ciada, contratada ou referenciada, visando a
assistência médica, hospitalar e odontoló-
gica, a ser paga integral ou parcialmente às
expensas da operadora contratada, median-
te reembolso ou pagamento direto do pres-
tador, por conta e ordem do consumidor.
Plano de Saúde (gestão do SUS)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Instrumento de gestão que consolida, em
cada esfera de governo, o processo de plane-
jamento na área da saúde para um período de
quatro anos, compondo a base das atividades
e da programação de cada nível de gestão do
SUS. É um documento de intenções políti-
cas, de diagnósticos, de estratégias, e de me-
tas. É nos Planos de Saúde que se devem fazer
constar as prioridades estabelecidas nas Agen-
das de Saúde e a previsão dos mecanismos ne-
cessários para a execução dessas prioridades.
Plano Diretor de Regionalização
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Instrumento de ordenamento do processo de
PES
Pesquisa envolvendo seres humanos
Plano Diretor de Regionalização
81
regionalização da da assistência em cada es-
tado e no Distrito Federal, baseado nos ob-
jetivos de definição de prioridades de inter-
venção da população e garantia de acesso dos
cidadãos a todos os níveis de atenção.
Plano Nacional de Saúde do Sistema
Penitenciário
Categoria: Atenção à Saúde Administração
e Planejamento em Saúde
Objetiva assegurar atendimento médico e
ações de promoção e prevenção à população
carcerária do Brasil.
Plano Nacional de Vacinas Anti-HIV/aids
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Medicamentos, Vacinas e Insumos
Compreende estudos virológicos e imunológi-
cos, estudos clínicos e epidemiológicos, estudos
sociocomportamentais, e desenvolvimento e
produção de insumos e vacinas.
Plano Plurianual (PPA)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Economia de Saúde
Estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes,
os objetivos e as metas da administração pública
para as despesas de capital e outras delas decor-
rentes, e para as relativas aos programas de du-
ração continuada. A iniciativa é do Poder Exe-
cutivo e a periodicidade é quadrienal.
Plano privado de assistência à saúde
Ver Plano de saúde
Pneumoconiose
Categoria: Ambiente e Saúde Doenças
São patologias resultantes da deposição de
partículas sólidas no parênquima pulmonar,
levando a um caso de fibrose, ou seja ao en-
durecimento intersticial do tecido pulmonar.
Poder de polícia
Categoria: Vigilância em Saúde
O poder de polícia, como atributo do Estado,
tem função reguladora dos direitos individu-
ais e coletivos para garantir a estes absoluta
predominância sobre aqueles. Impõe-se den-
tro da lei sendo portanto o seu exercício li-
mitado ao permissivo que o acompanha para
balizar a ordem econômica e social.
Política Nacional de Saúde do Idoso
Categoria: Atenção à Saúde
É a política desenvolvida pelo Ministério da
Saúde, no ano de 1999, que assume que o
principal problema que pode afetar o idoso,
como conseqüência da evolução de suas en-
fermidades e de seu estilo de vida, é a perda
de sua capacidade funcional, isto é, a perda
das habilidades físicas e mentais necessárias
para a realização de suas atividades básicas e
instrumentais da vida diária. Apresenta como
propósito basilar a promoção do melhoria,
ao máximo, da capacidade funcional dos ido-
sos, a prevenção das doenças, a recuperação
da saúde dos que adoecem e a reabilitação
daqueles que venham a ter a sua capacidade
funcional restringida, de modo a garantir-
lhes permanência no meio em que vivem, ex-
cedendo de forma independente suas funções
na sociedade.
Pólos de capacitação
Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pú-
blica
Vinculados em geral a universidades, esses
pólos articulam uma ou mais instituições vol-
tadas para a formação, capacitação e educa-
ção permanente dos recursos humanos para
a saúde, em conjunto com as Secretarias de
Saúde dos estados e municípios.
População economicamente ativa
Categoria: Demografia
PLA
Plano Nacional de Saúde do Sistema Penitenciário
População economicamente ativa
82
É definida pelo IBGE como aquela composta
por pessoas de 10 a 65 anos de idade, classi-
ficadas como ocupadas ou desocupadas (mas
procurando emprego) na semana de referên-
cia da pesquisa realizada pelo Instituto.
Porto de controle sanitário
Categoria: Vigilância em Saúde
Porto Organizado, Terminal Aquaviário, Ter-
minal de Uso Privativo, Terminal Retropor-
tuário, Terminal Alfandegário e Terminal de
Carga, estratégicos do ponto de vista epide-
miológico e geográfico, localizados no terri-
tório nacional, sujeitos à vigilância sanitária.
Posto de medicamentos
Categoria: Atenção à Saúde Medicamen-
tos, Vacinas e Insumos
Estabelecimento destinado exclusivamente à
venda de medicamentos industrializados em
suas embalagens originais e constantes de re-
lação elaborada pelo órgão sanitário federal,
publicada na imprensa oficial, para atendi-
mento a localidades desprovidas de farmácia
ou drogaria.
Posto de saúde
Categoria: Administração e Planejamento
em Saúde
É a unidade de saúde que presta assistên-
cia a uma população determinada, estimada
em até 2.000 (dois mil) habitantes, utilizan-
do técnicas apropriadas e esquemas padro-
nizados de atendimento. Esta unidade não
dispõe de profissionais de nível superior no
seu quadro permanente, sendo a assistência
prestada por profissionais de nível médio ou
elementar, com apoio e supervisão dos cen-
tros de saúde de sua articulação.
Preparações farmacêuticas
Ver Drogas
Preservativo feminino
Categoria: Atenção à Saúde
Tubo de poliuretano com uma extremida-
de fechada e a outra aberta, acoplado a dois
anéis flexíveis também de poliuretano. O pri-
meiro que fica solto dentro do tubo, serve
para ajudar na inserção e na fixação de pre-
servativo no interior da vagina. O segundo
anel constitui o reforço externo do preserva-
tivo que, quando corretamente colocado, co-
bre parte da vulva. O produto já vem lubrifi-
cado e deve ser usado uma única vez.
Preservativo masculino
Categoria: Atenção à Saúde
Consiste em um envoltório de látex que reco-
bre o pênis durante o ato sexual e retém o es-
perma por ocasião da ejaculação impedindo
o contato com a vagina, assim como impe-
de que os microorganismos da vagina entrem
em contato com o pênis ou vice-versa.
Prevalência
Categoria: Epidemiologia Eqüidade em
Saúde e Social
É constituído pelo total de casos novos acres-
cidos dos casos antigos da doença em ques-
tão, sendo que o denominador e a base de
multiplicação são análogos aos usados no cál-
culo da incidência.
Princípio ativo
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Substância ou grupo delas, quimicamente
caracterizada, cuja ação farmacológica é co-
nhecida e responsável, total ou parcialmente,
pelos efeitos terapêuticos do medicamento fi-
toterápico.
Procedimento operacional padronizado
Categoria: Vigilância em Saúde
Procedimento escrito de forma objetiva que
POR
Porto de controle sanitário
Procedimento operacional padronizado
83
estabelece instruções seqüenciais para a reali-
zação de operações rotineiras e específicas na
industrialização, armazenamento e transporte
de alimentos. Este procedimento pode apre-
sentar outras nomenclaturas desde que obe-
deça ao conteúdo estabelecido na Resolução
– RDC n.º 267, de 25 de setembro de 2003.
Produção de alimentos
Categoria: Alimentação e Nutrição
É o conjunto de todas as operações e proces-
sos efetuados para obtenção de um alimento
acabado.
Produto a granel
Categoria: Vigilância em Saúde
Material processado que se encontra em sua
forma definitiva, e que só requeira ser acon-
dicionado ou embalado antes de converter-se
em produto terminado.
Produto acabado
Categoria: Vigilância em Saúde
Produto que tenha passado por todas as fa-
ses de produção e acondicionamento, pronto
para venda.
Produto biológico
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Medicamento biológico que contém molécu-
la com atividade biológica conhecida, e que
não tem proteção potentária.
Produto de higiene
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Produtos para uso externo, antissépticos ou
não, destinados ao acesso ou à desinfecção
corporal, compreendendo os sabonetes, xam-
pus, dentifrícios, enxaguatórios bucais, an-
tiperspirantes, produtos para barbear e após
barbear, estípticos e outros.
Produto dietético
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Produto tecnicamente elaborado para aten-
der às necessidades dietéticas de pessoas em
condições fisiológicas especiais.
Produto farmacêutico
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Medicamentos alopáticos, homeopáticos, fi-
toterápicos, drogas ou outras substâncias me-
dicamentosas.
Produto intermediário
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Produto parcialmente processado, que deve
sofrer subseqüentes etapas de produção.
Produto médico estéril
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Produto livre de toda contaminação micro-
biana.
Produto médico invasivo
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Produto médico que penetra total ou parcial-
mente dentro do corpo humano, seja através
de orifício do corpo ou através da superfície
epitelial.
Produto semi-elaborado
Categoria: Vigilância em Saúde
Toda a substância ou mistura de substâncias
que requeira posteriores processos de produção,
a fim de converter-se em produtos a granel.
Produtos médicos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Equipamento, aparelho, instrumento, ma-
terial, artigo, acessório ou sistema de uso ou
aplicação médica, hospitalar, odontológica
ou laboratorial, destinado à prevenção, diag-
nóstico, tratamento ou reabilitação da saúde
individual ou coletiva.
Produto para diagnóstico de uso in vitro
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Regentes, instrumentos e sistemas, junto com
PRO
Produção de alimentos
Produto para diagnóstico de uso in vitro
84
as instruções para seu uso, que contribuam
para realizar uma determinação qualitativa,
quantitativa ou semi-quantitativa de uma
amostra biológica e que não sejam destinados
a cumprir função anatômica, física ou terapêu-
tica alguma, que não sejam ingeridos, injeta-
dos ou inoculados em seres humanos e que são
utilizados unicamente para prover informação
sobre espécimes extraídos do corpo humano.
Produto para diagnóstico de uso in vivo
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Substâncias que ingeridas, injetadas ou ino-
culadas em seres humanos, são destinadas
unicamente a proporcionar informação qua-
litativa ou semi-quantitativa de parte anatô-
mica ou fisiológica do corpo humano.
Profissionais do sexo
Categoria: Ciências Sociais em Saúde
Homens e mulheres que prestam serviços se-
xuais em troca de dinheiro ou objetos de valor.
Programação Pactuada e Integrada (PPI)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Economia de Saúde
Programação feita em acordo entre os gesto-
res dos três níveis de governo com o objeti-
vo de otimizar serviços e resultados e de ra-
cionalizar. A PPI evita a duplicação de gastos
porque o planejamento é feito em conjunto e
com a intermediação dos governos estaduais.
Programa de Combate às Carências
Nutricionais (PCCN)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Alimentação e Nutrição
O PCCN, instituído em 23 de março de
1998 e integrante da parte variável do Piso
da Atenção Básica (PAB), tem por objetivo
reduzir e controlar a desnutrição infantil em
geral e as carências nutricionais específicas.
Programa de Humanização no Pré-Natal e
Nascimento (PHPN)
Categoria: Atenção à Saúde
O objetivo primordial do Programa de
Humanização no Pré-natal e Nascimento
(PHPN) é assegurar a melhoria do acesso, da
cobertura e da qualidade do acompanhamen-
to pré-natal, da assistência ao parto e puerpé-
rio às gestantes e ao recém-nascido, na pers-
pectiva dos direitos de cidadania.
Programa de Interiorização do Trabalho em
Saúde (PITS)
Categoria: Atenção à Saúde
Atende as populações de municípios despro-
vidos ou com precários serviços de saúde, me-
diante a lotação de médicos e enfermeiros
naquelas localidades, por meios de oferta de
incentivos financeiros e de formação profis-
sional aos participantes. A interiorização de
médicos e enfermeiros tem por objetivo im-
pulsionar a reorganização da atenção básica de
saúde no país e fortalecer o Programa de Saúde
da Família, que é a base desta interiorização.
Programa Nacional de Avaliação dos
Serviços Hospitalares (PNASH)
Categoria: Atenção à Saúde
Objetiva possibilitar a melhoria da qualidade
dos serviços hospitalares do SUS, bem como
uniformizar parâmetros de análise para to-
dos os hospitais do País, dentro de padrões
de qualidade e de excelência, que orientem e
priorizem os objetivos e as metas de interna-
ção e ação do Ministério da Saúde.
Programa Nacional de Humanização da
Assistência Hospitalar
Categoria: Atenção à Saúde
O PNHAH propõe um conjunto de ações
integradas que visam mudar substancialmen-
PRO
Produto para diagnóstico de uso in vivo
Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar
85
te o padrão de assistência ao usuário nos hos-
pitais públicos do Brasil, melhorando a qua-
lidade e a eficácia dos serviços hoje prestados
por essas instituições. É seu objetivo funda-
mental aprimorar as relações entre profissio-
nal de saúde e usuário, dos profissionais entre
si e do hospital com a comunidade.
Programa Qualidade do Sangue
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Vigilância em Saúde
O Programa Qualidade do Sangue tem por
objetivo maior assegurar a qualidade e auto-
suficiência em sangue, componentes, deriva-
dos sangüíneos e correlatos, bem como garan-
tir a assistência aos portadores de doenças de
coagulação sangüínea e de má formação das
hemáceas, e elevar o padrão do atendimen-
to dos serviços disponibizados à população.
Programa Saúde da Família (PSF)
Categoria: Atenção à Saúde
O Ministério da Saúde criou, em 1994, o
Programa Saúde da Família (PSF). Seu prin-
cipal propósito: reorganizar a prática da aten-
ção à saúde em novas bases e substituir o mo-
delo tradicional, levando a saúde para mais
perto da família e, com isso, melhorar a qua-
lidade de vida dos brasileiros. A estratégia do
PSF prioriza as ações de prevenção, promo-
ção e recuperação da saúde das pessoas, de
forma integral e contínua. O atendimento é
prestado na unidade básica de saúde ou no
domicílio, pelos profissionais (médicos, en-
fermeiros, auxiliares de enfermagem e agen-
tes comunitários de saúde) que compõem as
equipes de Saúde da Família.
Programas de saúde
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Constitui-se em uma das formas de expressão
da política da saúde, cujo objetivo é produzir
uma mudança na situação atual. O programa
contém objetivo(s), metas (objetivos qualifi-
cados) e indicadores que permitem acompa-
nhar, controlar e avaliar a sua execução.
Projeto Bela Vista
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Pesquisa realizada no Brasil, como resultado
da iniciativa do UNAIDS, em conjunto com
o Ministério da Saúde, visando integrar o
País no processo de desenvolvimento de uma
vacina anti-HIV/aids.
Projeto Carteiro Amigo
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Alimentação e Nutrição
Atividade de incentivo ao aleitamento mater-
no, tendo surgido no Estado do Ceará como
uma estratégia para reverter o quadro de des-
nutrição e mortalidade infantil.
Projeto de Profissionalização dos
Trabalhadores da Área de Enfermagem
(Profae)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Recursos Humanos em Saúde Pública
Projeto desenvolvido pelo Ministério da Saú-
de com vários parceiros para garantir a quali-
dade do atendimento ambulatorial e hospita-
lar das redes públicas e privada de saúde por
meio de cursos de complementação do en-
sino fundamental para aqueles trabalhadores
que não tiveram a oportunidade de concluir
o primeiro grau, atual ensino fundamental.
Projeto Horizonte
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Epidemiologia
Estudo que visa à formação de uma coorte de
homossexuais e bissexuais masculinos para,
primeiramente, determinar a incidência e
PRO
Programa Qualidade do Sangue
Projeto Horizonte
86
prevalência da infecção pelo HIV, avaliar o
impacto de intervenções educativas e acon-
selhamento na incidência desta infecção. O
projeto também tem como objetivos avaliar
a possibilidade de acompanhamento a longo
prazo desta coorte e sua utilização em ensaio
clínico de vacina anti-HIV, como parte inte-
grante do Plano Nacional Vacinas Anti-HIV,
do Ministério da Saúde.
Promoção da saúde
Categoria: Promoção e Educação em Saúde
Nome dado ao processo de capacitação da co-
munidade para atuar na melhoria de sua qua-
lidade de vida e saúde, incluindo uma maior
participação no controle deste processo. Para
atingir um estado de completo bem-estar fí-
sico, mental e social os indivíduos e grupos
devem saber identificar aspirações, satisfazer
necessidades e modificar favoravelmente o
meio ambiente.
Promoção do envelhecimento saudável
Categoria: Atenção à Saúde
Compreende o desenvolvimento de ações
que orientem os idosos e os indivíduos em
processo de envelhecimento quanto à impor-
tância da melhoria constante de suas habili-
dades funcionais, mediante a adoção precoce
de hábitos saudáveis de vida e a eliminação
de comportamentos nocivos à saúde.
Prontuário médico
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Conjunto de documentos padronizados, des-
tinados ao registro da assistência prestada ao
paciente.
Propaganda de produtos farmacêuticos
Categoria: Comunicação em Saúde
É a divulgação do medicamento promovida
pela indústria, com ênfase na marca, e reali-
zada junto aos prescritores, comércio farma-
cêutico e população leiga.
Protocolos clínicos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Estabelece claramente os critérios de diagnós-
ticos de cada doença, o tratamento preconi-
zado com os medicamentos disponíveis nas
respectivas doses corretas, os mecanismos de
controle, o acompanhamento e a verificação
de resultados, e a racionalização da prescrição
e do fornecimento dos medicamentos.
Protocolo de pesquisa
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Documento contemplando a descrição da
pesquisa em seus aspectos fundamentais, in-
formações relativas ao sujeito das pesquisas,
à qualificação dos pesquisadores e a todas as
instâncias responsáveis.
Proposta de concorrência
Ver Licitação.
Psicotrópico
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Substância que pode determinar dependência
física ou psíquica e relacionada, como tal, nas
listas aprovadas pela Convenção sobre Subs-
tâncias Psicotrópicas, reproduzidas nos ane-
xos da Portaria n.º 344/98.
Pureza
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Vigilância em Saúde
Grau em que uma droga determinada não
contém outros materiais estranhos.
PRO
Promoção da saúde
Pureza
87
Quadro de metas
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
São nacional, estaduais e municipais, elabo-
rados na forma de planilhas, nas quais devem
constar as metas físicas e financeiras das ações
traçadas nas Agendas de Saúde e previstas nos
Planos de Saúde, de forma a permitir a men-
suração e o acompanhamento da execução
das ações planejadas.
Qualificação profissional
Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pública
É o processo no qual o trabalhador adquire co-
nhecimentos qualificados para o desempenho
de determinada função visando ao seu me-
lhor aproveitamento no exercício do trabalho.
Quimioterápico
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Antimicrobianos sintetizados em laboratórios.
Q
89
Raiva humana
Categoria: Doenças
Encefalomielite aguda, invariavelmente fatal,
causada pelo vírus de mesmo nome, do gê-
nero Lyssavirus (família Rabdoviridae). É uma
zoonose de animais silvestres e domésticos
(principalmente morcegos, canídeos e felí-
deos), tendo por reservatórios principais, na
América do Sul, morcegos e cães. A transmis-
são é feita geralmente por mordedura, pois o
vírus encontra-se na saliva e é injetado direta-
mente nos tecidos da vítima; mas pode pene-
trar também pelas mucosas.
Raticida
Categoria: Vigilância em Saúde
Saneante domissanitário destinado ao com-
bate a ratos, camundongos e outros roedores,
em domicílios, embarcações, recintos e luga-
res de uso público, contendo substâncias ati-
vas, isoladas ou em associação, que não ofere-
çam risco à vida ou à saúde do homem e dos
animais úteis de sangue quente.
Reabilitação
Categoria: Acidentes e Violência Atenção
à Saúde
Desenvolvimento de uma pessoa até o mais
completo potencial físico, psicológico, social,
profissional, não profissional e educacional,
compatível com seu comprometimento fisio-
lógico, anatômico e limitações ambientais.
Reação adversa
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Qualquer efeito nocivo, não intencional e
indesejado de um fármaco observado nas
doses terapêuticas habituais em seres huma-
nos para tratamentos, profilaxias ou diag-
nósticos.
Recomendações nutricionais
Categoria: Alimentação e Nutrição
Recomendações para a ingestão diária de
nutrientes e calorias. São determinadas atra-
vés de pesquisas científicas, baseando-se nas
necessidades nutricionais do indivíduo.
Rede Nacional de Genotipagem
(Renageno)
Categoria: Atenção à Saúde
Objetivo de detectar a ocorrência de resis-
tência genotípica do HIV-I aos anti-retro-
virais e selecionar a terapia de resgate mais
adequada nos pacientes atendidos pelo Sis-
tema Único de Saúde.
Rede Sentinela Nacional de Parturientes
Categoria: Epidemiologia
Rede de avaliação e monitoramento da in-
cidência e prevalência da infecção pelo HIV
em parturientes em maternidades seleciona-
das de diferentes estados brasileiros, a partir
de testes realizados em amostras de sangue
coletadas de forma anônima, não-vincula-
da (ou seja, sem que exista uma ligação en-
tre a amostra biológica e a identificação de
cada mulher. Ultimamente, são também le-
vantadas informações referentes à cobertura
do pré-natal, qualidade e aceitabilidade da
R
90
testagem para o HIV por parte das partu-
rientes.
Redes regionais
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Possibilitam a troca de serviços entre muni-
cípios vizinhos para complementar o atendi-
mento de todos os cidadãos de uma região.
Redes sociais
Categoria: Atenção à Saúde
Modelo de intervenção centrado no coletivo
que parte da premissa de que o comporta-
mento de uma pessoa, grupo, família ou co-
munidade é uma junção das necessidades e
preferências pessoais em relação às tarefas que
desempenham, ao ambiente social imediato
no qual vivem e às normas sociais a que ade-
rem.
Redução de danos
Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social
Modelo de intervenção centrado no indiví-
duo, sua rede social e comunidade que adota
estratégias pragmáticas que buscam reduzir os
danos decorrentes do uso de drogas. Alguns
dos danos mais relevantes a serem evitados se
referem à infecção pelo HIV e outros agentes
infecciosos (como os causadores das hepatites
infecciosas), especialmente entre usuários de
drogas injetáveis (sujeitos ao duplo risco da
transmissão sangüínea e sexual). As propostas
de redução de danos não exigem a abstinên-
cia como critério norteador da participação
da população-alvo, embora tenham um papel
fundamental na “atração” desta população
para programas de tratamento para o abuso
de drogas. As ações de redução de danos in-
cluem a disponibilização de insumos (serin-
gas e agulhas estéreis, preservativos) visando
a reduzir a utilização compartilhada, a reuti-
lização de seringas e agulhas contaminadas, e
favorecer práticas sexuais mais seguras.
Redução de demandas reprimidas
Ver Mutirão.
Reforço à reorganização do sistema único
de saúde
Ver Reforsus.
Reforsus
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Implementa ações estratégicas destinadas a for-
talecer o desenvolvimento do Sistema Único
de Saúde (SUS), contribuindo para a garantia
da universalidade, integralidade da assistência
e eqüidade no acesso da população aos bens e
serviços de saúde. Propõe melhorar a capacida-
de e eficiência do SUS mediante a recuperação
física tecnológica e gerencial da rede de servi-
ços existente e promover o desenvolvimento
institucional do setor Saúde por intermédio de
ações que visem a incrementar a capacidade de
gestão do sistema.
Região de saúde
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Representa uma base de planejamento – e não
uma estrutura administrativa ou operacional
– a ser definida no âmbito estadual, de acor-
do com as características e estratégias de regio-
nalização de cada estado, considerando variá-
veis geográficas, sanitárias, epidemiológicas, de
oferta de serviços, entre outras. De acordo com
a normativa 02, de 6 de abril de 2001, cada
estado deverá estabelecer o critério que defi-
nirá a unidade mínima de qualificação (região
ou microrregião de saúde), que deverá agregar
oferta assistencial em relação ao módulo.
RED
Redes regionais
Região de saúde
91
Registro de produto
Categoria: Direito Sanitário
Destinado a comprovar o direito de fabrica-
ção de produto submetido ao regime da Lei
n.º 6.360, de 23 de setembro de 1976.
Regulação assistencial
Categoria: Eqüidade em Saúde e Social
Tem como objetivo principal promover a
eqüidade do acesso, garantindo a integralida-
de da assistência e permitindo ajustar a oferta
assistencial disponível às necessidades imedia-
tas do cidadão, de forma equânime, ordena-
da, oportuna e racional.
Regulamento técnico
Categoria: Saúde Animal. Vigilância em Saúde
Documento normativo editado pela autori-
dade de saúde competente, contendo especi-
ficações técnicas ou requisitos de qualidade
aplicáveis compulsoriamente a produto, ob-
servadas as normas técnicas brasileiras (Reso-
lução CONMETRO n.º 11/75).
Relação Nacional de Medicamentos
Essenciais (Rename)
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Integra o elenco dos medicamentos essenciais
àqueles produtos considerados básicos e in-
dispensáveis para atender a maioria dos pro-
blemas de saúde da população. A referência
nacional serve de parâmetro para os estados e
municípios selecionarem seus medicamentos.
O Rename é o documento oficial de referên-
cia nacional.
Relatório de gestão
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Têm como finalidade a sistematização e a di-
vulgação de informações sobre os resultados
obtidos e sobre a probidade dos gestores do
SUS, funcionando como prestação de con-
tas, uma vez que estabelece correlação entre
as metas, os resultados e a aplicação de recur-
sos. Este instrumento possibilita o acompa-
nhamento da conformidade da aplicação dos
recursos à programação aprovada.
Relatório de vistoria
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
A vistoria deverá ser realizada in loco pela
Secretaria de Saúde responsável pela forma-
lização do processo de cadastramento, que
avaliará as condições de funcionamento do
serviço para fins de cadastramento: área fí-
sica, recursos humanos, responsabilidade
técnica e demais exigências estabelecidas
na Portaria SAS n.º 249, de abril de 2002,
observando-se todos os passos do questio-
nário de auto-avaliação.
Remuneração por serviços produzidos
Categoria: Economia de Saúde
É a modalidade de transferência caracteri-
zada pelo pagamento direto aos prestado-
res de serviços da rede cadastrada do SUS
nos estados e municípios não-habilitados
em Gestão Plena do Sistema – Rede Cadas-
trada. Destina-se ao pagamento de fatura-
mento hospitalar registrado no Sistema de
Informações Hospitalares (SIH) e da pro-
dução ambulatorial registrada no Sistema
de Informações Ambulatorias (SIA), con-
templando ações de assistência de média e
alta complexidade, também observados os
tetos financeiros dos respectivos estados e
municípios.
Reposição de nicotina
Categoria: Atenção à Saúde
Visa a permitir a diminuição gradual de
REG
Registro de produto
Reposição de nicotina
92
concentração sérica de nicotina após o
abandono do cigarro.
Resolutividade
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Eficiência na capacidade de resolução das
ações e serviços de saúde, através da assistên-
cia integral resolutiva, contínua e de boa qua-
lidade à população adscrita, no domicílio e
na unidade de saúde, buscando identificar e
intervir sobre as causas e fatores de risco aos
quais essa população está exposta.
Retinopatia diabética
Categoria: Doenças
É uma complicação ocular do diabetes que
ataca os vasos sangüíneos do fundo do olho,
diminuindo a sua capacidade de circulação e
promovendo deficiência na irrigação dos te-
cidos. Quando isso ocorre, o olho diabético
sofre hemorragias que podem causar danos
irreversíveis, chegando até a cegueira total.
Riscos ocupacionais
Categoria: Acidentes e Violência Ambiente
e Saúde
Possibilidade de perda ou dano e a probabi-
lidade que tal perda ou dano ocorra. Impli-
ca, pois, a probabilidade de ocorrência de um
efeito adverso.
Rotulagem nutricional
Categoria: Alimentação e Nutrição Vigilân-
cia em Saúde
Produto na forma como está exposto à venda
e devem ser apresentadas em porções usuais
de consumo contendo ainda, o percentual de
valores diários para cada nutriente declarado.
Rótulo
Categoria: Vigilância em Saúde
Identificação impressa, litografada, pinta-
da, gravada a fogo, à pressão ou autoadesiva,
aplicada diretamente sobre recipientes, em-
balagens, invólucros ou qualquer protetor de
embalagem externo ou interno, não poden-
do ser removida ou alterada durante o uso do
produto e durante o seu transporte ou arma-
zenamento.
Ruído
Categoria: Ambiente e Saúde
É um agente físico, universalmente distribu-
ído, estando presente praticamente em to-
dos os ramos de auditiva, acarreta alterações
importantes na qualidade de vida do traba-
lhador em geral, à medida que provoca an-
siedade, irritabilidade, aumento da pressão
arterial, isolamento e perda de auto-imagem.
No seu conjunto, esses fatores compreendem
as relações do indivíduo na família, no traba-
lho e na sociedade.
RES
Resolutividade
Ruído
93
Salubridade ambiental
Categoria: Ambiente e Saúde
Conceito de higidez em que vive a população
urbana e rural, tanto no que se refere à sua
capacidade de inibir, prevenir ou impedir a
ocorrência de endemias ou epidemias vincu-
ladas pelo meio ambiente, como no tocante
ao seu potencial de promover o aperfeiçoa-
mento de condições mesológicas favoráveis
ao pleno gozo de saúde e bem-estar.
Saneantes domissanitários
Categoria: Vigilância em Saúde
Substância ou preparação destinada à higieni-
zação ou desinfecção domiciliar, em ambien-
tes coletivos ou públicos, em lugares de uso
comum e no tratamento de água, compreen-
dendo: inseticida, raticida, desinfetante, de-
tergente.
Sarampo
Categoria: Doenças
Doença infecciosa aguda, de natureza viral,
transmissível e extremamente contagiosa,
muito comum na infância. A viremia decor-
rente da infecção provoca uma vasculite ge-
neralizada, responsável pelo aparecimento das
diversas manifestações clínicas. É transmitido
diretamente de pessoa à pessoa, através das
secreções nasofaríngeas, expelidas ao tossir,
espirrar, falar ou respirar.
Sarcoma de Kaposi
Categoria: Doenças
Tipo raro de câncer que acomete pacientes
com aids, mais comumente os homens, sendo
a pele o local mais freqüentemente atingido.
Saturismo
Categoria: Doenças
Doença causada pelo chumbo. A exposição
ocupacional ao chumbo inorgânico provoca,
em sua maioria, intoxicação a longo prazo,
podendo ser de variada intensidade. A conta-
minação do organismo pelo chumbo depende
das propriedades físico-químicas do compos-
to, da concentração no ambiente, do tempo
de exposição, das condições de trabalho (ven-
tilação, umidade, esforço físico, presença de
vapores, etc) e dos fatores individuais do tra-
balhador (idade, condições físicas, hábitos,
etc).
Saúde da criança
Categoria: Atenção à Saúde
A Área Técnica da Saúde da Criança do Mi-
nistério da Saúde tem como objetivo definir
as políticas públicas na área da criança, além
de apoiar e assessorar as secretarias estaduais
de saúde na implantação dessas políticas,
com o objetivo de reduzir a morbimortalida-
de infantil.
Saúde da Família
Ver Programa Saúde da Família.
Saúde da Mulher
Categoria: Atenção à Saúde
A área técnica da saúde da mulher do Ministé-
rio da Saúde tem como objetivo definir as po-
líticas públicas na área da mulher, coordenar e
S
94
assessorar os Estados na sua implantação, bus-
cando a melhoria da qualidade do atendimen-
to nos serviços de saúde e a redução da mor-
bimortalidade materna, perinatal e neonatal.
Saúde do Adolescente e do Jovem
Categoria: Atenção à Saúde
A Área Técnica da Saúde do Adolescente e
do Jovem do Ministério da Saúde tem como
objetivo definir e coordenar as políticas de
saúde voltadas à organização de serviços de
atenção aos adolescentes e aos jovens na faixa
etária dos 10 aos 19 anos, além de assessorar
as secretarias estaduais e municipais de saúde
na implantação das ações.
Saúde do Trabalhador
Categoria: Atenção à Saúde Vigilância em
Saúde
Saúde do trabalhador é um conjunto de ativi-
dades que se destina, através das ações de vigi-
lância epidemiológica e sanitária, à promoção
e proteção da saúde dos trabalhadores, assim
como visa à recuperação e reabilitação da saú-
de dos trabalhadores, submetidos aos riscos e
agravos advindos das condições de trabalho.
Saúde Indígena
Categoria: Atenção à Saúde
A Saúde Indígena possui uma abordagem di-
ferenciada e global, contemplando os aspec-
tos de assistência à saúde, saneamento básico,
nutrição, habilitação, meio ambiente, demar-
cação de terras, educação sanitária e integra-
ção institucional.
Saúde Infantil
Ver Saúde da criança
Secretaria-Executiva
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Órgão diretamente subordinado ao ministro
da Saúde, tem a missão de supervisionar e co-
ordenar as atividades das outras secretarias do
Ministério e entidades a ele vinculadas.
Segurança alimentar
Categoria: Alimentação e Nutrição
Conjunto de princípios, políticas, medidas e
instrumentos que assegure permanentemente
o acesso de todos os habitantes aos alimentos,
a preços adequados, em quantidade e qua-
lidade necessárias vistas a uma vida digna e
saudável, bem como os demais direitos de ci-
dadania.
Sensibilidade diagnóstica
Categoria: Doenças
Refere-se à atenção da equipe para a busca
de problemas/diagnósticos prevalentes, po-
rém nem sempre comumente identificados
tais como, doenças tireoideanas, doença de
Parkinson, demência, depressões, hipotensão,
ortostática e incontinência urinária, diminui-
ção das acuidades visual e auditiva.
Serviço de assistência especializada
Categoria: Atenção à Saúde
Unidades ambulatoriais de referência, com-
postas por uma equipe multidisciplinar de
médicos, psicólogos, assistentes sociais, far-
macêuticos, odontólogos e/ou outras especia-
lidades da área de Saúde, que acompanha os
pacientes, prestando atendimento integral a
eles e a seus familiares.
Sexo forçado no casamento
Categoria: Acidentes e Violência
É a imposição de manter relações sexuais no ca-
samento. Devido a normas e costumes predomi-
nantes, a mulher é forçada a manter relações se-
xuais como parte de suas obrigações de esposa.
SAU
Saúde do Adolescente e do Jovem
Sexo forçado no casamento
95
Sexualidade
Categoria: Ciências Sociais em Saúde
É a capacidade de comportar-se sexualmente,
isto é, responder a estímulos eróticos e obter
prazer de atividades sexuais, como as prelimi-
nares, a relação em si e a masturbação.
Sífilis
Categoria: Doenças
A sífilis ou lues é causada pelo treponema de-
clínio em sua incidência. Entretanto, vem na
genitália externa com lesão única, medin-
do 0,5 a 2cm de diâmetro, cerca de uma a
duas semanas após o contágio. Caracteriza-se
como pápula erodida ou ulcerada, com borda
infiltrada, endurecida e fundo limpo. Após
uma ou duas semanas surge adenite satélite
inflamatória pouco dolorosa.
Sífilis congênita
Categoria: Doenças
A sífilis congênita é conseqüência da dissemi-
nação do Treponema pallidum pela corrente
sangüínea, transmitido pela gestante para o
seu bebê. A infecção pode ocorre em qual-
quer fase da gravidez de o risco é maior em
mulheres com sífilis primária ou secundária.
Silicose
Categoria: Doenças
Principal pneumocosidade no Brasil, causada
por inalação de poeria de silica livre cristali-
na (quartzo). Caracteriza-se por um processo
de fibrose, com formação de nódulos isolados
nos estágios iniciais e nódulos conglomerados
e disfunção respiratória nos estágios avança-
dos. É uma doença irreversível, de evolução
lenta e progressiva.
Síndrome da Criança Espancada
Categoria: Acidentes e Violência
Refere-se, usualmente, a crianças de baixa ida-
de que sofrem ferimentos inusitados, fraturas
ósseas, queimaduras, etc., ocorridos em épo-
cas diversas, bem como em diferentes etapas
e sempre inadequada ou inconsistentemente
explicadas pelos pais. O diagnóstico é baseado
em evidências clínicas e radiológicas das lesões.
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
Ver Aids.
Síndrome de Munchausen por Provocação
Categoria: Acidentes e Violência
Situação na qual a criança é trazida para cui-
dados médicos devido a sintomas e/ou sinais
inventados ou provocados pelos seus respon-
sáveis. Em ocorrência, há conseqüências que
podem ser caracterizadas como violências fí-
sicas (exames complementares desnecessários,
uso de medicamentos, ingestão forçada de lí-
quidos, etc.) e psicológicas (inúmeras consul-
tas e internações, por exemplo).
Síndrome do bebê sacudido
Categoria: Acidentes e Violência
Consiste de lesões cerebrais que ocorrem
quando a criança, em geral menor de 6 meses
de idade, é sacudida por um adulto.
Sistema de gênero
Categoria: Ciências Sociais em Saúde
Ordena a vida nas sociedades contemporâ-
neas a partir da linguagem, dos símbolos,
das instituições e hierarquias da organização
social, da representação política e do poder.
Com base na interação desses elementos e de
suas formas de expressão, distinguem-se os
papéis do homem e da mulher na família, na
divisão do trabalho, na oferta de bens e ser-
viços e até na instituição e aplicação de nor-
mas legais.
SEX
Sexualidade
Sistema de gênero
96
Sistema de Informação de HIV Soropositivo
Assintomático
Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde
Epidemiologia
O SIHIV é um software importante como
instrumento de avaliação para a vigilância
epidemiológica. Permite avaliar algumas ten-
dências da epidemia quanto às categorias de
exposição, faixa etária, escolaridade, ocupa-
ção e residência dos indíviduos infectados.
Estas informações devem fornecer subsídios
para uma melhor organização das munici-
pais, regionais e estaduais.
Sistema de Informações do Programa
Nacional de Imunizações (SI-PNI)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Contribui para o controle, eliminação e/ou
erradicação das doenças transmissíveis e imu-
nopreveníveis, com a imunização sistemática
da população.
Sistema de Informações sobre Agravos de
Notificação (Sinan)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Coleta dados sobre agravos de notificação
compulsória. Pode ser ativado a partir do mu-
nicípio gerando informações por distrito ou
bairro. A notificação compulsória tem sido a
principal fonte usada pela Vigilância Epide-
miológica para desencadear medidas de con-
trole. Os dados trabalhados referem-se às se-
guintes doenças: cólera, coqueluche, dengue,
difteria, doença de chagas (casos agudos), do-
ença meningocócica e outras meningites, febre
amarela, febre tifóide, hanseníase, hepatites B
e C, leishmaniose, visceral, leptospirose, ma-
lária (em área não-endêmica), meningite, por
Haenophilus influenzae (peste), poliomielite,
paralisia flácida aguda, raiva humana, rubéo-
la, síndrome de rubéola congênita, sarampo,
sífilis congênita, síndrome da imunodeficiên-
cia adquirida, tétano e tuberculose. Segundo a
legislação: todo e qualquer surto ou epidemia,
assim como a ocorrência de agravo inusitado,
independente de constar na lista de doenças de
notificação compulsória, deve ser notificado
imediatamente, às secretarias municipal e esta-
dual de saúde e a Fundação Nacional de Saúde.
Sistema de Informação sobre Vigilância Ali-
mentar e Nutricional (Sisvan)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Destina-se ao acompanhamento do Progra-
ma de Combate às Carências Nutricionais
(PCCN). Propõe-se a ser um processo con-
tínuo de coleta, tratamento, interpretação e
disseminação de dados e informações sobre a
situação alimentar e nutricional e de seus fa-
tores determinantes.
Sistema de Informações sobre Orçamentos
Públicos em Saúde (Siops)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Instrumento de coleta e de processamento de
informações sobre receitas e gastos públicos
em saúde nas três esferas.
Sistema de Informações
Ambulatoriais (SIA-SUS)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
O SIA-SUS oferece aos gestores estaduais
e municipais de saúde instrumentos para a
operacionalização da funções de cadastra-
mento ambulatorial, controle orçamentá-
rio, controle e cálculo da produção ambula-
SIS
Sistema de Informação de HIV Soropositivo Assintomático
Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA-SUS)
97
torial (RCA), gerenciamento da capacidade
instalada e produzida; gerenciamento dos
recursos financeiros orçados e repassados
aos prestadores de serviços.
Sistema de Informações da Atenção
Básica (Siab)
Categoria: Administração e Planejamento
em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Método que permite o registro de diver-
sas informações de interesse das equipes e
do gestor local, relativas à saúde da popu-
lação coberta e ao andamento das ativida-
des das equipes. Permite ainda que sejam
feitas avaliações do trabalho realizado e de
seu impacto na organização do sistema e na
saúde da população.
Sistemas de Informações Hospitalares do
SUS (SIH-SUS)
Categoria: Administração e Planejamento
em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
O SIH-SUS contém informações que via-
bilizam efetuar o pagamento dos serviços
hospitalares prestados pelo SUS, através da
captação de dados em disquete das Auto-
rizações de Internação Hospitalar (AIH).
Sendo o sistema que processa as AIHs, dis-
põe de informações sobre recursos destina-
dos a cada hospital que integra a rede do
SUS; as principais causas de internações no
Brasil; a relação dos procedimentos mais
freqüentes realizados mensalmente em cada
hospital, município e estado; a quantidade
de leitos existentes para cada especialidade;
o tempo médio de permanência do pacien-
te no hospital.
Sistema de Informações sobre Agravos de
Notificação (Sinan)
Categoria: Administração e Planejamento
em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Tem como objetivo coletar, transmitir e dis-
seminar dados gerados rotineiramente pelo
Sistema de Vigilância Epidemiológica para
apoiar processos de investigação e de análise
sobre as principais doenças e agravos sujei-
tos a notificação compulsória.
Sistema de Informações sobre
Mortalidade (SIM)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Coleta dados sobre óbitos e fornece informa-
ções sobre o perfil de mortalidade nos dife-
rentes níveis do SUS. Permite que os dados
sejam agregados ou desagregados por estados,
município, bairro ou endereço residencial.
Sistema de Informações sobre Nascidos
Vivos (Sinasc)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde
Objetiva construir uma base de dados sobre
as crianças nascidas vivas em todos os níveis
do SUS. Os dados sobre o recém-nascido po-
dem ser agregados ou desagregados por mu-
nicípio, bairro, endereço residêncial ou esta-
belecimento de saúde onde a criança nasceu.
Sistemas de Informação
Categoria: Administração e Planejamento
em Saúde
Sistema de pessoas, equipamentos, procedi-
mentos, documentos e comunicações que
coleta, valida, transforma, armazena, recu-
pera e apresenta dados, gerando informação
para usos diversos.
Sistemas de Informação em Saúde
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Instrumento para adquirir, organizar e ana-
SIS
Sistema de Informações da Atenção Básica (Siab)
Sistemas de Informação
98
lisar dados necessários a definição de proble-
mas e riscos para a saúde, avaliar a eficácia,
eficiência e influência que os serviços presta-
dos possam ter no estado de saúde da popu-
lação, além de contribuir para a produção de
conhecimentos acerca da saúde e dos assun-
tos a ela ligados.
Sistema Nacional de Auditoria
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Estabelece que todos os níveis de governo de-
vem organizar e implantar seus componentes
do SNA subordinados à direção do SUS, que
exercerá as seguintes atividades sobre as ações
e serviços verificar a regularidade dos padrões
estabelecidos; avaliação da estrutura, dos pro-
cessos e dos resultados de acordo com os cri-
térios de eficiência, eficácia e efetividade; au-
ditoria da regularidade dos procedimentos
praticados.
Sistema Nacional de Laboratórios de
Sorologia para HIV (Sinalaids)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde Atenção à Saúde
Objetivo geral de implantar um sistema de
assegurasse a qualidade dos resultados dos
exames, provesse a padronização de metodo-
logia, racionalizasse o emprego de reagentes,
coletasse, processasse e difundisse dados que
auxiliassem a vigilância epidemiológica e sub-
sidiassem a avaliação das medidas adotadas
permitindo a otimização das ações de controle.
Sistema Único de Saúde (SUS)
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
O conjunto de ações e serviços de sáude,
prestados por órgãos e instituições públicas
federais, estaduais e municipais, da adminis-
tração direta e indireta e das fundações man-
tidas pelo Poder Público, constitui o Sistema
Único de Saúde.
Sistemas Formais de Cuidados
Categoria Atenção à Saúde
São integrados por profissionais e instituições
que realizam este atendimento sob a forma de
prestação de serviço. Os cuidados são presta-
dos por pessoa ou agências comunitárias con-
tratadas para tal.
Sistemas Informais de Cuidados
Categoria Atenção à Saúde
São constituídos por pessoas da família, ami-
gos próximos e vizinhos, freqüentemente
mulheres, que exercem tarefas de apoio e cui-
dados voluntários para suprir a incapacidade
funcional do idoso.
Solvente orgânico
Categoria Ambiente e Saúde
Nome genérico atribuído a um grupo de
substâncias químicas líquidas à temperatu-
ra ambiente, com características físico-quí-
micas (volatilidade, lipossolubilidade) que
tornam o risco tóxico bastante variável. São
empregados com solubilizantes, dispersantes
ou diluentes, de modo amplo em diferentes
processos industriais, no meio rural e em la-
boratórios químicos, como substâncias puras
ou misturadas.
Soroconversão
Categoria: Doenças
É o momento em que o HIV passa a ser de-
tectável através dos testes convencionais.
Costuma ocorrer até o terceiro mês depois
da infecção, podendo se manifestar através de
febre e outros sintomas temporários.
Soropositivo
Categoria: Doenças
SIS
Sistemas de Informação em Saúde
Soroconversão
99
Expressão usada para identificar os doentes
com aids.
Soroprevalência
Categoria: Epidemiologia
É o número de indivíduos soropositivos em
um determinado grupo populacional em pe-
ríodo de tempo e lugar definidos.
Substância ativa
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Qualquer substância que apresenta atividade
farmacologicamente, ou outro efeito direto
no diagnóstico, cura, alívio, tratamento ou
prevenção de doenças, ou afete qualquer fun-
ção do organismo humano.
Substância proscrita
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Substância cujo uso está proibido no Brasil.
Suporte avançado de vida
Categoria: Acidentes e Violência
Estrutura de apoio oferecido a pacientes em
risco de morte, promovido por profissionais
médicos, por intermédio de medidas não-in-
vasivas ou invasivas (como, por exemplo, dre-
nagem do tórax, acesso às vias aéreas, acesso
venoso, etc.)
Suporte básico de vida
Categoria: Acidentes e Violência
Estrutura de apoio oferecida a pacientes com
risco de morte desconhecido, promovida por
profissionais de sáude, por meio de medidas
conservadoras não-invasivas (como imobili-
zação do pescoço, compressão de sangramen-
to, etc.).
Suporte social
Categoria: Promoção e Educação em Saúde
Instrumento de trabalho na atenção básica à
saúde visando a melhorar a qualidade de vida
e o domínio do grupo e do indivíduo sobre as
situações. Representa um conjunto de ações
que podem ser realizadas por diferentes tipos
de pessoas: os membros da equipe de saúde
da família, parentes e amigos, voluntários.
SOR
Soropositivo
Suporte social
101
Taxa de ataque
Categoria: Epidemiologia
Caso especial de incidência nos casos em que
a epidemia se restringe a uma população fe-
chada.
Tecnovigilância
Categoria: Vigilância em Saúde
É o conjunto de ações visando à segurança
sanitária dos produtos comercializados para
a saúde.
Termo de compromisso
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
É um ajuste, previsto pela Norma Opera-
cional de Assistência à Saúde (NOAS/SUS
01/02), firmado entre níveis de governo, no
qual pactuam o uso e as metas de uma de-
terminada unidade prestadora de serviço, sob
gerência de um nível de governo e gestão do
outro.
Testagem sorológica
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
É a verificação, por meio de testes laborato-
riais, da presença ou não de anticorpos anti-
HIV no sangue de uma pessoa.
Tétano
Categoria: Doenças
Doença infecciosa aguda, não contagiosa e
que ainda se constitui em grave problema pú-
blico. O agente etiológico é o bacilo gram-
positivo, anaeróbico, espolurado: Clostridium
tetani. A transmissão ocorre pela introdução
dos esporos em uma solução de continuida-
de (ferimento) geralmente do tipo perfuran-
te, contaminado com terra, poeira, fezes de
animais ou humanos.
Teto Financeiro da Assistência do Estado
(TFAE)
Categoria: Economia de Saúde
É o valor correspondente ao financiamento
do conjunto das ações assistenciais sob a res-
ponsabilidade da SES (Secretaria Estadual de
Saúde). É transferido, regular e automatica-
mente do Fundo Nacional de Saúde de acor-
do com as condições de gestão.
Teto Financeiro da Assistência do Município
(TFAM)
Categoria: Economia de Saúde
É um montante que corresponde ao finan-
ciamento de conjunto das ações assistenciais
assumidas pela SMS (Secretaria Municipal de
Saúde). O TFAM é transferido, regular e au-
tomaticamente, do Fundo Nacional ao Fun-
do Municipal de Saúde, de acordo com as
condições de gestão estabelecidas pela NOB
01/96 e destina-se aos custeio dos serviços rea-
lizados no território do município.
Titular de registro
Categoria: Vigilância em Saúde
Pessoa jurídica que possui o registro de um
produto, detentora de direitos sobre ele, res-
ponsável pelo produto até o consumidor final.
Trabalhador
Categoria: Atenção à Saúde Demografia
T
102
Vigilância em Saúde
Toda a pessoa que exerça uma atividade de
trabalho, independentemente de estar inseri-
do no mercado formal ou informal de traba-
lho, inclusive na forma de trabalho familiar
e/ou doméstico.
Trabalhador coletivo
Categoria: Atenção à Saúde Demografia
Trabalhadores que fazem parte de um proces-
so produtivo, cuja característica marcante é a
intensa divisão de trabalho.
Trabalho precoce
Categoria: Atenção à Saúde Demografia
Qualquer atividade de trabalho desempenha-
da por crianças e adolescentes menores de 16
anos que freqüentam ou não as escolas, inde-
pendentemente de renumeração.
Tracoma
Categoria: Doenças
Uma ceratoconjutivite contagiosa, causada
por Chlamydia Trachomatis, pequena bacté-
ria Gram-negativa da família Chlamydiaceae
que ataca a conjuntiva e a córnea, em todo o
mundo mas principalmente na África, Médio
Oriente, Sul da Ásia e América do Sul. Índi-
ce sobretudo em populações de regiões áridas
ou onde á poeira, a falta de higiene e a pro-
miscuidade são fatores predisponentes. Con-
tato direto, objetos contaminados com secre-
ções oculares (lenços ou toalhas) ou insetos
(do gênero Hipelattes, por exemplo) podem
contribuir para a transmissão.
Transição demográfica
Categoria: Demografia
Fenômeno que se caracteriza pela passagem
de uma situação de alta mortalidade mais
alta fecundidade, com uma população predo-
minantemente jovem e em franca expansão,
para uma de baixa mortalidade e, gradual-
mente, baixa fecundidade.
Transmissão direta
Ver Contágio.
Transmissão vertical (aids)
Categoria: Doenças
Via de transmissão do vírus HIV da mãe para
o bebê, durante a gestação, parto ou aleita-
mento.
Transplante de órgãos
Categoria: Ética e Bioética
Transferência de um órgão inteiro de um doa-
dor a outro, com restabelecimento da conti-
nuidade vascular aferente e eferente desse ór-
gão com o sistema circulatório do receptor.
Transtornos alimentares
Ver Distúrbios alimentares.
Tuberculose
Categoria: Doenças
Doença progressiva ou crônica que resulta da
infecção por Mycobacterium tuberculosis (ad-
quirida geralmente por ingestão de material
infectante). Começa habitualmente no pul-
mão mas pode afetar qualquer outro órgão
ou sistema, tais como o sistema linfático, ós-
seo, urogenital, nervoso, digestivo ou a pele.
TRA
Trabalhador coletivo
Tuberculose
103
Unidade básica de saúde
Ver Unidade de Saúde da Família.
Unidade de Saúde da Família
Categoria: Atenção à Saúde
Unidade pública de saúde que assume a res-
ponsabilidade por uma determinada popu-
lação a ela vinculada. Uma unidade de Saú-
de da Família pode atuar com uma ou mais
equipe do Programa Saúde da Família (PSF),
dependendo da concentração de famílias no
território de abrangência.
Unidade integrada
Ver Unidade mista.
Unidade Mista
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
Estabelecimento composto por um centro de
saúde e unidade de internação com caracte-
rísticas de hospital local.
Unidade Sanitária
Categoria: Atenção à Saúde
É um estabelecimento de saúde dinâmico
destinado a prestar assistência sanitária à uma
população em área geográfica definida, exe-
cutando basicamente, ações programadas.
Unidade Territorial de Qualificação na
Assistência à Saúde
Categoria: Políticas Públicas e Saúde
Representa a base territorial mínima a ser
submetida à aprovação do Ministério da Saú-
de e Comissão Intergestores Tripartite para
qualificação na assistência à saúde, que deve
ser a menor base territorial de planejamento
regionalizado de cada Unidade de Federação
acima do módulo assistencial, seja uma mi-
crorregião de saúde (nas UF em que o mó-
dulo de regionalização adotado não admitir
microrregiões de saúde).
Unidades de Referência
Categoria: Administração e Planejamento em
Saúde
São os ambulatórios e hospitais selecionados
para realizar determinados tipos de atendi-
mento nos municípios. Elas são referências:
para a população, que saberá procurar aquele
tipo de serviço; para profissionais de saúde,
que vão encaminhar os pacientes.
Universalidade
Categoria: Eqüidade em Saúde e Social
Este é um dos princípios do Sistema Único
de Saúde que consiste em garantir o acesso
aos serviços de saúde para toda a população,
em todos os níveis de assistência, sem precon-
ceitos ou privilégios de qualquer espécie.
Uretrites
Categoria: Doenças
Presença de uma disúria recente e/ou de um
corrimento uretral purulento, mucopurulen-
to ou mocoico recente.
Urticária
Categoria: Doenças
Erupção caracterizada pelo súbito apareci-
mento de urticas (pápulas eritêmatoedema-
tosas) de duração efêmera e pruriginosa.
U
104
Uso racional de medicamentos
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
É o processo que compreende a prescrição
apropriada; a disponibilidade oportuna e a
preços acessíveis; a dispensação em condições
adequadas; e o consumo nas doses indicadas,
nos intervalos definidos e no período de tem-
po indicado de medicamentos eficazes, segu-
ros e de qualidade.
Usuários de Droga Injetável (UDI)
Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social
Homens e mulheres que fazem uso injetável
de substâncias psicoativas. Compartilhar agu-
lhas, seringas e equipamentos para diluição
durante esta prática contribui fortemente para
o aumento nos índices de infecção pelo HIV.
USO
Uso racional de medicamentos
Usuários de Droga Injetável (UDI)
105
Vegetarianismo
Categoria: Alimentação e Nutrição
O sistema alimentar dos vegetarianos. Baseia-
se na exclusão de alimentos de origem animal
da dieta.
Veículos para atendimento pré-hospitalar
Categoria: Acidentes e Violência
Viaturas equipadas com equipamentos para
resgatar vítimas presas em ferragens ou em
outras condições anômalas.
Vigilância epidemiológica
Categoria: Epidemiologia
Conjunto de atividades que permite reu-
nir a informação indispensável para conhe-
cer, a qualquer momento, o comportamento
ou história natural das doenças, bem como
detectar ou prever alterações de seus fatores
condicionantes, com o fim de recomendar
oportunamente, sobre bases firmes, as medi-
das indicadas e eficientes que levem à preven-
ção e ao controle de determinadas doenças.
Vigilância nacional de parturientes
Categoria: Vigilância em Saúde
É a estratégia para se conhecer a prevalência
da infecção pelo HIV, da sífilis e das hepatites
e a partir da detecção de anticorpos marcado-
res dessas infecções em amostras de sangue,
coletadas de modo anônimo e não-vinculado
em sítios sentinela com base amostral.
Vigilância sentinela
Categoria: Epidemiologia
Método de escolha para que se obtenham
dados de determinadas doenças, a partir das
quais se pode monitorar o seu comportamen-
to em grupos específicos.
Violência econômica
Categoria: Acidentes e Violência
São todos os atos destrutivos ou omissões
do(a) agressor(a) que afetam a saúde emocio-
nal e a sobrevivência dos membros da família.
Violência financeira
Ver Violência econômica.
Violência física
Categoria: Acidentes e Violência
Ocorre quando uma pessoa, que está em re-
lação de poder em relação a outra, causa ou
tenta causar dano não acidental, por meio do
uso da força não lesões externas, internas ou
ambas. Segundo concepções mais recentes, o
castigo repetido, não severo, também se con-
sidera violência física.
Violência institucional
Categoria: Acidentes e Violência
É aquela exercida pelos próprios serviços pú-
blicos, por ação ou omissão. Pode incluir des-
de a dimensão mais ampla da falta de acesso
à má qualidade dos serviços. Abrange abusos
cometidos em virtude das reflexões de poder
desiguais entre usuários e profissionais dentro
das instituições, até por uma noção mais res-
trita do dano físico intencional.
Violência intrafamiliar
Categoria: Acidentes e Violência
Toda ação ou omissão que prejudique o bem-
V
106
estar, a integridade física, psicológica ou a li-
berdade e o direito ao pleno desenvolvimento
de outro membro da família. Pode ser come-
tida dentro ou fora de casa por algum mem-
bro da família, incluindo pessoas que passam
a assumir função parental, ainda que sem la-
ços de consangüinidade, e em relação de po-
der à outra.
Violência psicológica
Categoria: Acidentes e Violência
É toda ação ou omissão que causa ou visa a
causar dano à auto-estima, à identidade ou
ao desenvolvimento da pessoa.
Violência sexual
Categoria: Acidentes e Violência
É toda ação na qual uma pessoa em relação
de poder e por meio de força física, coerção
ou intimidação psicológica, obriga uma outra
ao ato sexual contra a sua vontade, ou que a
exponha em interações sexuais que propiciem
sua vitimização da qual o agressor tenta obter
gratificação.
Vulnerabilidade
Categoria: Epidemiologia
Conjunto de fatores de natureza biológica,
epidemiológica, social e cultural cuja intera-
ção amplia ou reduz o risco ou a proteção de
uma pessoa ou população frente a uma deter-
minada doença, condição ou dano.
Vulnerabilidade individual
Categoria: Doenças
Está relacionada, principalmente, como os
comportamentos adotados pelo indivíduo e
que podem favorecer a infecção.
Western blot
Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos
Tipo de teste feito em amostras de sangue,
para verificar se a pessoa teve contato com o
vírus causador da aids. Por fornecer resulta-
dos muito precisos, geralmente é utilizado na
confirmação de um resultado já obtido com
os testes de triagem.
Zalcitabina
Ver DDC.
VIO
Violência psicológica
Zalcitabina
107
As áreas temáticas descritas a seguir foram
desenvolvidas por um grupo de especialistas,
sob coordenação da Faculdade de Saúde Pú-
blica da USP, com o objetivo de definir os
temas da saúde pública brasileira no sentido
de abranger as necessidades de informação de
grupos acadêmicos, de profissionais de saúde,
legisladores, gestores e formuladores de polí-
ticas de saúde, divulgado ao público na Bi-
blioteca Virtual de Saúde Pública:
(www.saudepublica.bvs.br).
Assim, esse recorte temático foi incorpo-
rado ao VCMS como estrutura inicial. Po-
rém, os temas relacionados às Doenças Crô-
nicas e Degenerativas e Doenças Infecciosas
e Parasitárias foram substituídas por uma ca-
tegoria intitulada Doenças, pois era preciso
incluir outros tipos de doenças relacionados à
saúde pública nesse vocabulário.
Acidentes e Violência
Refere-se ao conjunto de agravos à saúde que
pode levar a óbito ou seqüelas irreversíveis
que inclui as causas ditas acidentais: devidas
ao trânsito, trabalho, quedas, envenenamen-
tos, afogamentos e outros tipos de acidentes,
e as causas intencionais como agressões e le-
sões autoprovocadas.
Inclui subtemas como: abuso sexual, aciden-
tes com animais peçonhentos, acidentes de
trânsito, acidentes do trabalho, homicídios,
intoxicações e envenenamentos, maus-tratos
contra o idoso, maus tratos na infância, sui-
cídios, violência doméstica, violência contra
as mulheres, acidentes em ambientes domés-
ticos, etc.
Administração e Planejamento em Saúde
Refere-se à organização, elaboração de planos
e políticas públicas e governamentais, ao con-
junto de normas e funções regidas por princí-
pios e práticas administrativas, gestão, plani-
ficação e gerência.
Inclui subtemas como: administração de ser-
viços de saúde, administração hospitalar, ge-
rência em saúde, planejamento em saúde, ad-
ministração pública em saúde, modelos de
atenção, orçamentos públicos, avaliação de
programas e serviços, territorização, deman-
da e utilização de serviços, etc.
Alimentação e Nutrição
Refere-se a todos os tipos de substâncias que
têm por função alimentar ou nutrir seres hu-
manos e animais.
Inclui subtemas como: avaliação alimentar e
nutricional, necessidades nutricionais e ali-
mentares, política de alimentação e nutrição,
Áreas Temáticas da
BVS Saúde Pública
108
segurança alimentar e nutricional, vigilância
alimentar e nutricional, alimentos funcionais
e geneticamente modificados, epidemiologia
dos distúrbios da nutrição, atropometria, etc.
Ambiente e Saúde
Refere-se ao estudo das interações entre os
seres vivos e o meio, dedica-se a analisar as
formas de vida, substâncias agressivas e con-
dições adequadas ou inadequadas, produzi-
das pela ação humana, que podem exercer al-
guma influência sobre a sua saúde e sobre o
meio em que vive.
Inclui subtemas como: águas de abastecimen-
to para consumo humano, águas residuais,
resíduos sólidos, controle ambiental e polui-
ção, desastres naturais, emergências ambien-
tais, legislação e direito ambiental, educação
ambiental, política, planejamento e gestão
ambiental, qualidade ambiental (do ar, da
água, do solo), saneamento ambiental, eco-
logia sanitária, saúde e trabalho, economia e
meio ambiente, desenvolvimento sustentável,
gestão de riscos e de impactos ambientais, in-
dicadores de contaminação, psicologia am-
biental, efeitos sobre o consumo e exposição
a produtos tecnológicos que tragam danos à
saúde, agentes tóxicos, luz fluorescentes, ele-
tricidade estática, computador, telefonia ce-
lular, torres eletromagnéticas, efeito estufa,
cidades saudáveis, entornos saudáveis, etc.
Atenção à Saúde
Refere-se à proteção e atenção à saúde dos di-
versos grupos etários que correspondem aos
ciclos vitais: feto, criança, adolescente, jovem,
mulher, homem, adulto e idoso; e aos serviços
de saúde correspondentes às ações de atenção.
Inclui subtemas como: atenção integral à saú-
de, atenção primária à saúde/atenção básica à
saúde, avaliação de programas e serviços, hu-
manização em saúde, imunização/vacinação,
modelos de atenção, níveis de atenção à saú-
de, programas de assistência em saúde, quali-
dade em saúde, saúde bucal, saúde da crian-
ça, saúde da família, saúde da mulher, saúde
do adolescente e do jovem, saúde do adulto,
saúde do idoso, saúde do indígena, saúde dos
portadores de deficiências, saúde e trabalho,
saúde mental, saúde reprodutiva, saúde do
homem, saúde suplementar, etc.
Ciência e Tecnologia em Saúde
Refere-se a investimentos públicos em ciência
e tecnologia; desenvolvimento institucional e
de formação de pessoal voltados à ciência e
tecnologia em saúde; políticas públicas e de
gestão em Ciência e Tecnologia.
Inclui subtemas como: desenvolvimento ins-
titucional, financiamento em Ciência e Tec-
nologia, formação de recursos humanos para
Ciência e Tecnologia em saúde, políticas de
Ciência e Tecnologia/prioridades em pes-
quisa, gestão em pesquisa em saúde, comu-
nicação científica, divulgação, revistas espe-
cializadas, incorporação de conhecimentos e
tecnologias, etc.
Ciências Sociais em Saúde
Refere-se aos estudos que se utilizam ou são
elaborados pelas ciências sociais aplicados ao
campo da Saúde Pública. Abrange: dinâmi-
cas e movimentos socioculturais, relações in-
terpessoais e de grupos; diversidades étnicas,
questões de gênero; modos de vida relaciona-
dos à proteção ou agressão à saúde, sofrimen-
tos psíquicos e doenças sociais.
Inclui subtemas como: saúde/doença e cultu-
ra, reivindicações sociais pela atenção à saú-
de, dimensões éticas e políticas da atenção à
109
saúde, interesses internacionais e proteção à
saúde nacional e regional, assistência à saú-
de como direito social, dimensões simbólicas
e psicológicas e saúde, saúde mental, cidada-
nia, sociologia da saúde, antropologia da saú-
de, antropologia médica, gênero, etc.
Comunicação em Saúde
Refere-se ao conjunto dos meios de comu-
nicação de massa voltados a divulgação de
produtos, serviços, ações preventivas e iden-
tificação de riscos relacionados à saúde ou
morbidades de interesse individual ou coletivo.
Inclui subtemas como: mídia (jornal, rádio,
televisão, conteúdos e imagens digitais, etc),
redes de informação especializadas, comuni-
cação social, revistas, campanhas sanitárias,
divulgação de descobertas científicas e tecno-
lógicas, etc.
Demografia
Refere-se aos estudos das populações huma-
nas, com o objetivo de caracterizá-las e anali-
sar tendências populacionais.
Inclui subtemas como: fertilidade e fecun-
didade, tipos de doenças e óbitos em grupos
populacionais, traçados culturais, questões de
gênero e políticas em saúde reprodutiva, flu-
xos migratórios, dinâmica populacional, ta-
manho da população, estatísticas vitais, etc.
Direito Sanitário
Refere-se ao conjunto de leis e normas, na-
cional e internacional, que compõe o sistema
jurídico no que se refere à saúde dos cidadãos
e da coletividade. Abrange organização da ad-
ministração sanitária, responsabilidade ética,
administrativa, civil e penal dos profissionais
e dos serviços de saúde e a aplicação dos ins-
trumentos legais para a tutela e garantia do
direito à saúde.
Inclui subtemas como: direito à saúde pú-
blica, direito sanitário, advocacia em saú-
de, bioética, saúde coletiva, direitos huma-
nos, poder de polícia sanitária, legislação em
saúde, risco à saúde, crime hediondo, cri-
me contra a saúde pública, infrações sani-
tárias, segurança sanitária internacional, di-
reito sanitário ambiental, responsabilidade
ética, civil e criminal, direitos do portador
de doença mental, direito sanitário do tra-
balho, direito sanitário, direito do consumi-
dor, etc.
Doenças Crônicas e Degenerativas
Refere-se ao conjunto de doenças relaciona-
das a múltiplos fatores de risco ambientais
(hábitos de vida, ambiente ocupacional, am-
bientes em geral), fatores genéticos e enve-
lhecimento populacional.
Inclui subtemas como: doença pulmonar
obstrutiva crônica, câncer, diabetes, doenças
cardiovasculares, doenças reumáticas, ane-
mia, obesidade, carências nutricionais, etc.
Doenças Infecciosas e Parasitárias
Refere-se ao conjunto de infecções que po-
dem ser adquiridas por contato direto de
pessoa a pessoa, indireto e por contamina-
ção biológica, alimentar e ambiental, e tam-
bém por vetores biológicos.
Inclui subtemas como: aids, cólera, dengue,
diarréia, doenças sexualmente transmissíveis,
febre amarela, outras arboviroses, hansenía-
se, hepatite, infecções hospitalares, menin-
gite, raiva, sarampo, tuberculose, malária,
zoonoses, esquistossomose, doenças transmi-
tidas por alimentos, doença de chagas, leish-
manioses, filariose, outras doenças veiculadas
por vetores, ascaridiose, outras helmintíases,
doenças emergentes e reermegentes, etc.
110
Drogas de Uso Terapêutico e Social
Refere-se aos efeitos causados pelo consumo
de substâncias químicas e seus desdobramen-
tos sobre as atividades físicas, psíquicas ou so-
bre o comportamento humano.
Inclui subtemas como: usos e dependências,
farmacodependência, políticas e programas
de prevenção e controle, legislação nacional e
internacional de interesse sanitário, responsa-
bilidade criminal, alcoolismo, tabagismo, de-
sintoxicação de ingestão de substâncias quí-
micas, etc.
Economia da Saúde
Refere-se aos estudos sobre gasto e financia-
mento em saúde, alocação e utilização de re-
cursos no setor Saúde, avaliação econômica
(análise custo-efetividade e custo-benefício
de programas, procedimentos, intervenções e
políticas públicas), eficiência e custos na pres-
tação de serviços, análise da demanda e utili-
zação de serviços, processos de reforma seto-
rial, organização dos serviços e modalidades
de pagamento, análise do funcionamento e
das falhas de mercado no setor Saúde.
Inclui subtemas como: avaliação econômica
(análise custo-benefício e custo-efetividade),
demanda e utilização de serviços, gasto e fi-
nanciamento, organização e funcionamento
do setor, relação público-privado e regula-
mentação do setor, orçamentos públicos, alo-
cação e utilização de recursos, SUS, etc.
Epidemiologia
Refere-se aos estudos retrospectivos e pros-
pectivos da distribuição e dos determinan-
tes da prevalência das doenças em pessoas e
animais, envolvendo o estudo dos fatores que
propiciam a ocorrência das doenças, inquéri-
tos e investigação epidemiológica.
Inclui subtemas como: análise da situação
de saúde, estrutura epidemiológica de gru-
pos populacionais, bioestatística, métodos
epidemiológicos, sistemas de informação em
saúde, iIndicadores de saúde, estudos popu-
lacionais, estatística vital, epistemologia em
epidemiologia, determinantes da saúde e da
doença, etc.
Eqüidade em Saúde e Social
Refere-se à igualdade de recursos para neces-
sidades iguais, de oportunidades de acesso
para iguais necessidades, utilização dos mes-
mos recursos políticos, materais, de pessoal e
econômico, para neceesidades iguais, ética na
aplicação de tecnologia e recursos financeiros
às demandas sociais.
Inclui subtemas como: eqüidade e iniquida-
de à saúde, iniqüidade social, desigualdade de
renda, distribuição de riqueza, desigualdade e
questões de gênero, desigualdade raciais e ét-
nicas, desigualdade por grupo etário, coesão
social nas relações humanas, população peri-
férica, condições de vida, direitos Humanos,
justiça social, preconceito, desvios sociais,
marginalidade, semelhanças e diferenças ét-
nicas e culturais, laços sociais, intolerância
social, direitos de grupos minoritários às po-
líticas de saúde, exclusão e inclusão social,
acesso à informação, etc.
Ética e Bioética
Refere-se ao conjunto de regras de conduta
moral, deontológica e social que regulamen-
tam as relações mútuas entre os indivíduos
ou entre estes e a comunidade e o meio. A
bioética volta-se ao estudo dos valores morais
das ciências da vida e dos cuidados da saúde,
de abrangência individual ou coletiva.
Inclui subtemas como: ética em pesquisas em
111
saúde, ética nos serviços de saúde, bioética e
alocação de recursos de saúde, bioética e ações
coletivas de saúde, transplantes e comerciali-
zação de órgãos, morte assistida, fertilização
artificial, clone humano, genoma, etc.
História da Saúde Pública
Refere-se às investigações voltadas a história
das políticas, instituições e profissões de saú-
de pública, história das ciências biomédicas e
das doenças, modos de vida e práticas curati-
vas populares; saúde e cidades.
Inclui subtemas como: história/processos e
eventos relativos à saúde pública, história das
ciências biomédicas, história da medicina e
das doenças, guias de acervos, catálogos, in-
ventários bibliográficos e similares; historio-
grafia e metodologia, história das políticas,
instituições e profissões em saúde, história
das mentalidades sobre saúde e doença, etc.
Medicamentos, Vacinas e Insumos
Refere-se à produção científica e tecnológica
referentes à biotecnologia e farmacologia de
produtos de origem sintética e natural para
consumo da população.
Inclui subtemas como: sangue e derivados,
pesquisas e produção em laboratórios de saúde
pública, vacinas e reagentes para diagnóstico
laboratorial, farmácia, qualidade dos medica-
mentos, patentes, campanhas de imunização,
medicamentos essenciais e genéricos, contro-
le de medicamentos e entorpecentes, uso de
medicamentos, legislação de medicamentos,
comercialização de medicamentos, armazena-
gem de medicamentos, avaliação de medica-
mentos, política de medicamentos, etc.
Políticas Públicas e Saúde
Refere-se à arena de interesses políticos, so-
ciais e econômicos relativos ao domínio pú-
blico relacionados ao setor da saúde.
Inclui subtemas como: cidadania, ação polí-
tica de domínio e interesse público, avaliação
e desempenho das políticas públicas, gestão
pública, advocacia em saúde da população,
emponderamento, reforma do setor Saúde,
participação popular, conselhos de saúde,
controle social, movimentos sociais em saú-
de, ONGs e saúde, movimentos populares
por saúde, etc.
Promoção e Educação em Saúde
Refere-se às diferentes formas de organização
da sociedade no enfrentamento de seus pro-
blemas de ausência de atenção à saúde e ao
meio ambiente pelos poderes públicos, aos
direitos do consumidor e informação em saú-
de, controle público sobre a utilização de re-
cursos públicos do setor Saúde, cidadania e
saúde, educação em saúde.
Inclui subtemas como: participação popular,
cidadania, educação política, metodologias
da educação em saúde. movimento popular,
comunicação social na saúde, advocacia em
saúde, atividade física, empoderamento, esco-
las promotoras de saúde, estilo de vida, mu-
nicípios saudáveis/entornos saudáveis, parti-
cipação social, reorganização dos serviços de
saúde, campanhas sanitárias, etc.
Recursos Humanos em Saúde Pública
Refere-se à formação e capacitação de pessoal
técnico especializado, necessário ao funciona-
mento do sistema público de saúde local, es-
tadual e nacional para as atividades de ação,
regulação, controle e fiscalização, administra-
ção, gerenciamento e gestão, pesquisa, ensino
e treinamento de pessoal.
Inclui subtemas como: carreira de profissio-
nais em saúde, desenvolvimento de recursos
112
humanos em saúde, educação à distância,
educação permanente, formação e capacitação
em saúde, política de recursos humanos, etc.
Saúde Animal
Refere-se aos cuidados e atenção à saúde dos
animais, particularmente os de convívio hu-
mano ou como fonte alimentar para o consu-
mo humano.
Inclui subtemas como: vacinação e controle
de animais de convívio com humanos, ali-
mentação e nutrição animal, doenças ocu-
pacionais derivadas de contato com animais,
vigilância de portos, aeroportos e zonas de
fronteira na comercialização e circulação de
animais, zoonoses e impactos à saúde huma-
na derivados da cadeia alimentar, etc.
Vigilância em Saúde
Refere-se à proteção e à promoção da saúde da
população por meio da segurança sanitária de
produtos, comercialização e serviços ofertados.
Abrange: ambientes, processos de produção
de insumos e tecnologias a ela relacionadas,
vigilância de alimentos, cosméticos, deriva-
dos de tabaco, farmacovigilância, monitora-
mento de mercado, portos, aeroportos, zonas
de fronteiras, produtos para saúde, saneantes,
sangue e derivados, serviços de saúde, tecno-
vigilância, toxicologia, campanhas sanitárias.
Inclui subtemas como: vigilância epidemio-
lógica, doenças de notificação compulsória,
infecção hospitalar, vigilância alimentar e nu-
tricional, vigilância sanitária, vigilância de san-
gue e hemoderivados, vigilância de alimentos,
vigilância de medicamentos, controle e quali-
dade de vacinas, vigilância de serviços de saú-
de, vigilância de saneantes e domissanitários,
vigilância de correlatos, vigilância de cosmé-
ticos, vigilância de saúde do trabalhador, etc.
113
Os termos coletados e aceitos como descri-
tores do VCMS são organizados segundo as
áreas temáticas, conforme demonstrado no
capítulo anterior e estão, também, aberto à
críticas e sugestões. Como a Saúde Pública é
uma área interdisciplinar, os descritores pode-
rão ser encontrados em mais de uma catego-
ria. Como, por exemplo, o descritor LEI DE
DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS poderá
ser encontrado na categoria de “Administra-
ção e Planejamento em Saúde”, entendido
como um INSTRUMENTO DE PLANE-
JAMENTO, mas também na Categoria de
“Economia em Saúde” por se tratar das des-
pesas de capital para o exercício financeiro.
Administração e Planejamento em Saúde
Acreditação hospitalar
Agenda de saúde
Atendimento pré-hospitalar
Atendimento pré-hospitalar fixo
Atendimento pré-hospitalar móvel
Auditoria analítica
Auditoria operacional
Autorização de Internação Hospitalar
(AIH)
Avaliação
Cadastro Nacional de Estabelecimentos
de Saúde (CNES)
Cartão Nacional de Saúde
Centrais farmacêuticas
Cobertura de serviços de saúde
Comando único
Comissão intergestores
Comissão intergestores bipartite
Comissão intergestores tripartite
Comissões intersetoriais
Consórcios intermunicipais
Contra-referência
Contrato de compra de serviços
Contrato de gestão
Controle assistencial
Convênios
Departamento de Informática do SUS
(Datasus)
Desburocratização
Descentralização
Distritalização
Gerência em saúde
Gestão avançada do sistema estadual
Gestão do sus
Gestão estadual de saúde
Gestão federal de saúde
Gestão municipal de saúde
Gestão plena da atenção básica
Gestão plena da atenção básica ampliada
Gestão plena do sistema estadual
Gestão plena do sistema municipal
Habilitação
Hemocad
Descritores organizados
por categorias
114
Hemoinsp
Hemovigilância
Hospitalização do idoso
Infecção hospitalar
Intituto Nacional de Câncer (Inca)
Instrumentos de gestão em saúde
Internação hospitalar
Intersetorialidade
Lavanderia hospitalar
Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)
Leito hospitalar
Licitação
Microrregião de saúde
Módulo assistencial
Município-pólo
Município-sede do módulo assistencial
Observação hospitalar
Ouvidoria da saúde
Plano de saúde (gestão do SUS)
Plano diretor de regionalização
Plano nacional de saúde do sistema
penitenciário
Plano nacional de vacinas anti-hiv/aids
Plano Plurianual (PPA)
Posto de saúde
Profae
Programa de combate às carências
nutricionais
Programa qualidade do sangue
Programação Pactuada e Integrada (PPI)
Programas de saúde
Projeto bela vista
Projeto carteiro amigo
Projeto horizonte
Prontuário médico
Quadro de metas
Redes regionais
Reforsus
Região de saúde
Relatório de gestão
Relatório de vistoria
Resolutividade
Secretaria-executiva
Sistema de Informações Ambulatoriais
(SIA-SUS)
Sistema de Informações da Atenção
Básica (SIAB)
Sistema de Informações sobre Agravos de
Notificação (Sinan)
Sistema de Informações do Programa
Nacional de Imunizações (SI-PNI)
Sistema de Informações Hospitalares
(SIH-SUS)
Sistema de Informações sobre
Mortalidade (SIM)
Sistema de Informações sobre Nascidos
Vivos (SINAV)
Sistema de Informações sobre
Orçamentos Públicos em Saúde
(Siops)
Sistema de Informações sobre Vigilância
Alimentar e Nutricional (Sisvan)
Sistema Nacional de Auditoria
Sistema Nacional de Laboratórios de
Sorologia Para HIV
Sistema Único de Saúde (SUS)
Sistemas de informação
Sistemas de informação em saúde
Termo de compromisso
Unidade mista
Unidades de referência
Acidentes e Violência
Abuso financeiro aos idosos
Abuso incestuoso
Abuso sexual na infância
Acidentes ampliados
115
Acidentes de trabalho
Acidentes de trabalho fatais
Acidentes de trabalho graves
Acidentes de trânsito
Acidentes de transporte
Autonegligência
Casas de apoio para mulheres em
situação de risco
Comunicação de acidente do trabalho
Conselho tutelar
Conselhos de defesa dos direitos da
criança e do adolescente
Conselhos dos direitos da mulher
Delegacia
Estupro
Informação tóxico-farmacológica
Medida cautelar
Negligência
Notificação de maus-tratos
Reabilitação
Riscos ocupacionais
Sexo forçado no casamento
Síndrome da criança espancada
Síndrome de munchausen por
provocação
Síndrome do bebê sacudido
Suporte avançado de vida
Suporte básico de vida
Veículos para atendimento pré-hospitalar
Violência econômica
Violência física
Violência institucional
Violência intrafamiliar
Violência psicológica
Violência sexual
Alimentação e Nutrição
Alimentação saudável
Alimento artificial
Alimento complementar
Alimento dietético
Alimento in natura
Alimento integral
Amamentação exclusiva
Anorexia nervosa
Avaliação antropométrica
Baixo peso ao nascer
Banco de leite humano
Bem-estar nutricional
Bulimia
Composição dos alimentos
Crescimento
Crescimento compensatório
Cretinismo
Deficiência de ferro
Deficiência de micronutrientes
Deficiência primária de iodo
Deficiências nutricionais
Deficit de altura
Desmame
Desnutrição
Desnutrição crônica
Desnutrição energético-protéica
Dieta
Digestão
Dislipidemia
Distúrbios alimentares
Doenças da nutrição
Endemias carenciais
Enriquecimento alimentar
Ferro medicamentoso
Fracionamento de alimentos
Gelados comestíveis
Hipovitaminose A
Idiotia
Índice de pobreza humana
Macronutrientes
116
Micronutrientes
Nutrimento
Obesidade
Orientação alimentar
Pirâmide alimentar
Produção de alimentos
Programa de combate às carências
nutricionais
Projeto carteiro amigo
Recomendações nutricionais
Rotulagem nutricional
Segurança alimentar
Vegetarianismo
Ambiente e Saúde
Benzeno
Chumbo
Controle químico
Desinfetante
Detergente
Estudos ecológicos
Explosão demográfica
Inseticidas piretóides
Riscos ocupacionais
Ruído
Salubridade ambiental
Solventes orgânicos
Atenção à Saúde
Abordagem médica tradicional do adulto
hospitalizado
Ação racional
Acidentes de trabalho
Ações estratégicas
Acompanhamento do crescimento e
desenvolvimento infantil
Aconselhamento
Aconselhamento coletivo
Agentes comunitários da saúde
Alta complexidade
Amamentação exclusiva
Anticoncepção de emergência
Árvore de causas
Assistência à saúde
Assistência ambulatorial
Assistência aos trabalhadores
Assistência farmacêutica
Assistência farmacêutica básica
Atenção à saúde
Atenção básica
Atenção humanizada ao recém-nascido
de baixo peso
Atividade de apoio diagnóstico e
terapêutico
Autonegligência
Avaliação da autonomia e capacidade
funcional
Avaliação da saúde mental
Baixo peso ao nascer
Banco de leite humano
Biblioteca viva
Centrais de regulação médica de
urgências
Central nacional de transplante
Centro de referência em assistência à
saúde do idoso
Centro de saúde
Centro de testagem e aconselhamento
em aids
Centro nacional de regulação de alta
complexidade
Centro regional de especialidade
Centros de atenção psicossocial
Centros de orientação e apoio sorológico
Centros de saúde
Climatério
Coito interrompido
Comunicação de acidente do trabalho
117
Consulta geriátrica
Crescimento
Cuidado comunitário do idoso
Deficit de altura
Dermatoses ocupacionais
Desmame
Distritalização
Doença profissional
Doenças do trabalho
Domiciliação do risco
Estabelecimentos de saúde
Gestação de alto risco
Grupo de apoio ao idoso
Hábitos saudáveis
Hemocentro
Herança genética
Hierarquização
Hospital
Hospital amigo da criança
Hospital de base
Hospital de capacidade extra
Hospital-dia geriátrico
Hospital especializado
Hospital local
Hospital regional
Hospitalização do idoso
Humanização
Humanização do atendimento
Imunologia
Integralidade
Mamografia
Média complexidade
Médico regulador
Menopausa
Métodos contraceptivos
Métodos de barreiras
Modelo ecológico
Mutirão
Níveis de complexidade
Núcleos de educação em urgências
Perda auditiva induzida por ruído
Planejamento familiar
Plano nacional de saúde do sistema
penitenciário
Política nacional de saúde do idoso
Posto de medicamentos
Preservativo feminino
Preservativo masculino
Programa de humanização no pré-natal e
nascimento
Programa de interiorização do trabalho
em saúde
Programa nacional de humanização da
assistência hospitalar
Programa saúde da família
Quarentena
Reabilitação
Rede de suporte ao idoso
Rede nacional de genotipagem
Redes sociais
Reposição de nicotina
Saúde da criança
Saúde da mulher
Saúde do adolescente e do jovem
Saúde do trabalhador
Saúde indígena
Serviço de assistência especializada
Sistemas formais de cuidados
Sistemas informais de cuidados
Suporte social
Unidade de saúde da família
Unidade sanitária
Ciência e Tecnologia em Saúde
Biossegurança
Biotecnologia
Cartão Nacional de Saúde
118
Ciência e tecnologia
Departamento de Informática do SUS
(Datasus)
Desenvolvimento tecnológico
Ensaio terapêutico
Ensaios clínicos
Ensaios de comunidade
Ética em pesquisa
Hemocad
Hemoinsp
Hemovigilância
Instituição de pesquisa
Pesquisa
Pesquisa em reprodução humana
Pesquisa em saúde
Pesquisa envolvendo seres humanos
Pesquisador responsável
Projeto bela vista
Protocolo de pesquisa
Sistema de Informações Ambulatoriais
(SIA-SUS)
Sistema de Informações Hospitalares
(SIH-SUS)
Sistema de Informações da Atenção
Básica (SIAB)
Sistema de Informações sobre Agravos
De Notificação (Sinan)
Sistema de Informações de Hiv
Soropositivo Assintomático
Sistema de Informações do Programa
Nacional De Imunizações (SI-PNI)
Sistema de Informações sobre
Mortalidade (SIM)
Sistema de Informações sobre Nascidos
Vivos (Sinav)
Sistema de Informações sobre Vigilância
Alimentar e Nutricional (Sisvan)
Sistemas de informação
Sistemas de Informação em Saúde
Ciências Sociais em Saúde
Adolescente
Aprendizagem social
Estrutura de gênero
Família
Garoto de programa
Gênero
Grupo matricial
Identidade sexual
Idoso
Profissionais do sexo
Sexualidade
Sistema de gênero
Comunicação em Saúde
Biblioteca Virtual em Saúde
Biblioteca viva
Propaganda de produtos farmacêuticos
Demografia
Composição populacional
Envelhecimento populacional
Expectativa de vida ao nascer
Explosão demográfica
Feminilização no envelhecimento
Indicadores demográficos
Método direto de padronização
Morbimortalidade
Pátrio poder
População economicamente ativa
Trabalhador
Trabalhador coletivo
Trabalho precoce
Transição demográfica
Direito Sanitário
Autorização de exportação
Autorização de importação
Autorização sanitária
Certificado de boas práticas de fabricação
119
Certificado de registro de produto
Conselhos dos direitos da mulher
Cuidados paliativos
Direitos civis e políticos
Medida cautelar
Norma operacional básica
Norma Operacional de Assistência à
Saúde (NOAS)
Registro de produto
Doenças
Aids
Aids pediátrica
Amebíase
Anemia
Anemia falciforme
Anorexia nervosa
Antraz
Artrite reumatóide
Asbestose
Asma
Benzenismo
Bócio
Bulimia
Câncer de esôfago
Câncer de estômago
Câncer de mama
Câncer de pâncreas
Câncer de pele
Câncer de pênis
Câncer de próstata
Câncer do colo do útero
Cancerologia
Cancro duro
Cancro mole
Candidíase
Catarata
CD4
Célula T4
Célula T8
Chlamydia trachomatis
Citomegalovírus
Citopatologia
Clamidiose
Cólera
Colesterol
Condiloma acuminado
Contágio
Coqueluche
Corrimento
Cretinismo
Deficiência de ferro
Deficiência de micronutrientes
Deficiência primária de iodo
Dengue
Depressão
Dermatite atópica
Dermatite de contato alérgica
Dermatite de contato irritativa
Dermatite seborréica
Dermatofitose
Dermatoses ocupacionais
Desidratação
Desnutrição
Desnutrição crônica
Desnutrição energético-protéica
Diabetes
Diarréia
Diarréia aguda
Difteria
Dislipidemia
Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao
Trabalho (DORT)
Distúrbios alimentares
Doença de Chagas
Doença de Parkinson
Doença de Wilson
120
Doença profissional
Doenças cardiovasculares
Doenças crônico-degenerativas
Doenças da nutrição
Doenças das vias aéreas
Doença de Alzheimer
Doenças degenerativas
Doenças do trabalho
Doenças dos idosos
Doenças falciformes
Doenças oportunistas
Doenças prevalentes
Doenças renais
Doenças sexualmente transmissíveis
Donovanose
Eczema
Endemias carenciais
Epilepsia
Escabiose
Febre amarela
Febre do nilo ocidental
Febre tifóide
Furúnculo
Gonorréia
Guias terapêuticos padronizados
Hanseníase
Hemofilia
Hepatite
Hepatite viral
Hepatite viral A
Hepatite viral B
Hepatite viral C
Hepatite viral D
Hepatite viral E
Herpes simples
Hipertensão arterial
Hipovitaminose A
Idiotia
Impetigo
Imunodeprimido
Imunopatogênico
Infecção hospitalar
Insuficiência renal
Leptospirose
Linfadenopatia persistente generalizada
Linfogranuloma venéreo
Malária
Obesidade
Papiloma Vírus Humano (HPV)
Pediculoses
Peste
Pneumoconiose
Portador assintomático
Portador sintomático
Raiva humana
Retinopatia diabética
Sarampo
Sarcoma de Kaposi
Saturismo
Sensibilidade diagnóstica
Sífilis
Sífilis congênita
Silicose
Soroconversão
Soropositivo
Tétano
Tracoma
Tuberculose
Uretrites
Urticária
Drogas de Uso Terapêutico e Social
Alcoolismo
Alcoólatra
Bebedor moderado
Bebedor-problema
Comunidades terapêuticas
121
Dependente de álcool
Doenças cardiovasculares
Drogas ilícitas
Drogas injetáveis
Drogas lícitas
Embriaguez
Redução de danos
Usuários de droga injetável
Economia de saúde
AIDS II
Fator de Incentivo ao Desenvolvimento
de Ensino e Pesquisa (Fideps)
Fração assistencial especializada
Fundo Estadual de Saúde
Fundo Municipal de Saúde
Fundo Nacional de Saúde
Fundos de saúde
Incentivo de Integração ao Sistema
Único de Saúde (Integrasus)
Incentivos
Índice de valorização de resultado
Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)
Limite financeiro
Orçamento da seguridade social
Piso da Atenção Básica (PAB)
Plano Plurianual (PPA)
Programação pactuada e integrada (PPI)
Remuneração por serviços produzidos
Teto financeiro da Assistência do Estado
(TFAE)
Teto financeiro da Assistência do
Município (TFAM)
Epidemiologia
Baixo peso ao nascer
Centro Nacional de Epidemiologia
Coeficiente de morbidade
Comportamento sexual
Controle de endemias
Coorte
Endemia
Epidemia
Epidemiologia descritiva
Estudos descritivos
Feminização da aids
Fundação Nacional de Saúde (Funasa)
Incidência
Índice de pobreza humana
Interiorização da aids
Janela imunológica
Método epidemiológico
Nascido morto
Nascido vivo
Óbito fetal
Óbito hospitalar
Óbito materno
Óbito neonatal
Óbito neonatal precoce
Paciente-dia
Pauperização da aids
Perfil nosológico
Prevalência
Projeto horizonte
Rede sentinela nacional de parturientes
Sistema de informações de hiv
soropositivo assintomático
Soroprevalência
Taxa de ataque
Vigilância epidemiológica
Vigilância sentinela
Vulnerabilidade
Eqüidade em saúde e social
Centro Regional de Especialidade
Centros de saúde
Eqüidade
Perfil epidemiológico
Prevalência
122
Regulação Assistencial
Universalidade
Ética e Bioética
Bioética
Ética em pesquisa
Pesquisa em reprodução humana
Pesquisa em saúde
Pesquisa envolvendo seres humanos
Pesquisador responsável
Transplante de órgãos
História da Saúde Pública
Franca explosão demográfica
Medicamentos, Vacinas e Insumos
Aditivo químico
Adjuvantes farmacêuticos
Analgésicos adjuvantes
Análogos de nucleosídeos
Antibióticos
Antibioticoterapia
Antimicrobianos
Anti-retroviral
Assistência farmacêutica
Assistência farmacêutica básica
Automedicação
Azitodimidina
Banco de Preços em Saúde – Aids
Banco de Preços Praticados na Área
Hospitalar
Biodisponibilidade
Bioequivalência
Carga viral
Centrais farmacêuticas
Componente
Concentração
Coquetel anti-aids
Corantes de medicamentos
Correlatos
D4T
Denominação comum brasileira
Dideoxiinosine
Dideoxitidina
Dispensação
Dispensário de medicamentos
Drogas
Eficácia dos medicamentos
Elisa
Ensaio terapêutico
Ensaios clínicos
Ensaios de comunidade
Equipamento de diagnóstico
Equivalência in vitro
Estudo de utilização de medicamentos
Estudo terapêutico ampliado
Estudo terapêutico piloto
Evento adverso
Evento adverso inesperado
Evento adverso sério
Exame de genotipagem
Farmácia popular
Farmácias magistrais
Fármaco
Farmacocinética
Farmacodinâmica
Farmacoepidemiologia
Farmacopéia brasileira
Farmacoterapia
Farmoquímicos
Forma de comercialização
Formulação farmacêutica
Formulário terapêutico nacional
Insumo farmacêutico
Intercambialidade
Laboratório oficial
Margem terapêutica
Matéria-prima
Medicamentos bioequivalentes
123
Medicamentos biológicos
Medicamentos biotecnológicos
Medicamentos de controle especial
Medicamentos de dispensação em caráter
excepcional
Medicamentos de referência
Medicamentos de saúde mental
Medicamentos de uso contínuo
Medicamentos de venda livre
Medicamentos estratégicos
Medicamentos excepcionais
Medicamentos fitoterápicos
Medicamentos genéricos
Medicamentos homeopáticos
Medicamentos para a atenção básica
Medicamentos similares
Medicamentos tarjados
Módulo-padrão de suprimento
Nome comercial
Notificação de receita
Órgão de vigilância sanitária competente
Plano nacional de vacinas anti-HIV/aids
Posto de medicamentos
Princípio ativo
Produto biológico
Produto de higiene
Produto dietético
Produto farmacêutico
Produto intermediário
Produto médico estéril
Produto médico invasivo
Produtos médicos
Produtos para diagnóstico de uso in-vitro
Protocolos clínicos
Psicotrópicos
Pureza
Quimioterápicos
Reação adversa
Relação Nacional de Medicamentos
Essenciais (Rename)
Substância ativa
Substância proscrita
Testagem sorológica
Uso racional de medicamentos
Western blot
Políticas Públicas e Saúde
Agência Nacional de Saúde (ANS)
Comissões Intergestores
Conselho de Secretários Municipais de
Saúde
Conselho Estadual de Saúde
Conselho Municipal de Saúde
Conselho Nacional de Saúde
Conselho Nacional de Secretários
Estaduais de Saúde
Conselho Nacional de Secretários
Municipais de Saúde
Conselhos de Saúde
Controle social
Cooperativas médicas
Farmácia popular
Operadora de saúde
Plano de saúde
Unidade territorial de qualificação na
assistência à saúde
Promoção e Educação em Saúde
Acreditação hospitalar
Banco de preservativos
Controle social
Crenças em saúde
Educação sexual
Métodos contraceptivos
Suporte social
Saúde Animal
Políticas Públicas e Saúde
Análise de controle
124
Análise fiscal
Análise prévia
Assistência aos trabalhadores
Autoridade sanitária
Autorização de modelo
Certificação de conformidade
Controle de qualidade
Data de vencimento
Declaração de saúde do viajante
Declaração marítima de saúde
Desinfetante
Detergente
Farmacovigilância
Hemocad
Hemocentros
Hemoderivados
Hemoinsp
Hemovigilância
Imunologia
Inseticida
Inspeção de qualidade
Inspeção sanitária
Licença
Lote
Marca de comércio
Matéria-prima
Material de embalagem
Órgão de vigilância sanitária competente
Poder de polícia
Porto de controle sanitário
Procedimento operacional padronizado
Produto a granel
Produto acabado
Produto semi-elaborado
Programa qualidade do sangue
Pureza
Raticida
Regulamento técnico
Rotulagem nutricional
Rótulo
Saneantes domissanitários
Saúde do trabalhador
Tecnovigilância
Titular de registro
Trabalhador
Vigilância nacional de parturientes
Recursos Humanos em Saúde
Educação continuada
Equipe multiprofissional
Formação profissional
Gestor de saúde
Pólos de capacitação
Profae
Qualificação profissional
125
Categoria de Administração e
Planejamento em Saúde
A Categoria de Administração e Planeja-
mento em Saúde detalhada a seguir é apenas
um exemplo de como ficará o Vocabulário
Controlado do Ministério da Saúde (VCMS),
depois de organizado nas 23 categorias refe-
renciadas na apresentação.
Esta categoria foi elaborada a partir dos
descritores da Categoria de Saúde Pública do
DeCS. Logo após, os termos coletados foram
analisados e hierarquizados de acordo com as
áreas temáticas da BVS Saúde Pública:
(www.saudepublica.bvs.br).
Os descritores grifados são os termos que
foram coletados ou tiveram de ser modifica-
dos por problemas de tradução ou de dife-
renças terminológicas, e os outros descritores
permaneceram como termos do DeCS até a
próxima etapa do trabalho. Nessa primeira
fase, o importante foi coletar os termos ne-
cessários para a indexação da legislação em
saúde e unir à estrutura do VCMS. Após essa
fase, os descritores do DeCS serão analisados
de acordo com a sua freqüência nos textos
técnico-científicos em Saúde Pública.
Administração e planejaneto em saúde
Administração em saúde
. Administração de serviços de saúde
.. Mau uso de serviços de saúde
.. Necessidades e demanda de serviços de
saúde
.. Pesquisa sobre serviços de saúde
. Administração hospitalar
.. Administração de materiais
... Administração de materiais no hospital
... Armazenamento de materiais e provisões
.... Aprovisionamento
.. Agendamento de consultas
.. Almoxarifado central hospitalar
.. Arquitetura de instituições de saúde
... Arquitetura hospitalar
... Edificações
.... Classificação de danos em edificações
.... Edifícios de consultórios médicos
... Financiamento de construções
.. Assistência ao paciente
... Institucionalização
.. Infecção hospitalar
.. Inventários hospitalares
.. Mudança das instalações de saúde
.. Prontuário médico
Vocabulário Controlado do
Ministério da Saúde (VCMS)
126
.. Reestruturação hospitalar
.. Registros hospitalares
.. Revisão concomitante
.. Serviços centralizados no hospital
.. Serviços clínicos hospitalares
.. Serviços técnicos hospitalares
... Serviço de farmácia hospitalar
... Serviço hospitalar de admissão de pacientes
.... Acompanhantes de pacientes
.... Hospitalização
..... Admissão do paciente
..... Alta do paciente
..... Grupos diagnósticos relacionados
..... Internação hospitalar
...... Leito hospitalar
....... Número de leitos em hospital
..... Observação hospitalar
..... Readmissão do paciente
..... Tempo de internação
..... Transferência de pacientes
...... Contra-referência
...... Contrato de transferência de pacientes
... Serviço hospitalar de anestesia
... Serviço hospitalar de assistência social
... Serviço hospitalar de cardiologia
... Serviço hospitalar de compras
... Serviço hospitalar de educação
... Serviço hospitalar de emergência
... Serviço hospitalar de enfermagem
... Serviço hospitalar de engenharia e
manutenção
... Serviço hospitalar de fisioterapia
... Serviço hospitalar de limpeza
.... Lavanderia hospitalar
... Serviço hospitalar de medicina nuclear
... Serviço hospitalar de nutrição
.... Planejamento de cardápio
... Serviço hospitalar de oncologia
... Serviço hospitalar de patologia
... Serviço hospitalar de radiologia
... Serviço hospitalar de registros médicos
... Serviço hospitalar de terapia ocupacional
... Serviço hospitalar de terapia respiratória
.. Sistemas de distribuição no hospital
.. Sistemas de gerenciamento de base de dados
.. Sistemas de medicação no hospital
.. Unidades hospitalares
... Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
.... Sala de recuperação
.... Unidades de terapia intensiva neonatal
.... Unidades de terapia intensiva pediátrica
... Ambulatório hospitalar
... Berçários
.... Berçários hospitalares
... Centro cirúrgico hospitalar
... Centros de cirurgia
... Salas de cirurgia
.... Salas de parto
... Unidade hospitalar de ginecologia e
obstetrícia
... Unidade hospitalar de psiquiatria
... Unidade hospitalar de saúde pública
... Unidade hospitalar de urologia
... Unidades de autocuidado
... Unidades de cuidados coronarianos
... Unidades de cuidados respiratórios
... Unidades de queimados
... Unidades de referência
... Unidades hospitalares de hemodiálise
. Administração privada
. Administração pública
.. Desburocratização
. Certificado de necessidades
. Coalizão em cuidados de saúde
. Congressos
. Consulta pública
127
. Controle de formulários e registros
. Convênios
.. Convênios hospital-médico
. Cultura organizacional
. Definição da elegibilidade
. Demanda de alimentos
. Estratégias
.. Estratégias locais
.. Estratégias mundiais
.. Estratégias nacionais
.. Estratégias regionais
. Fatores políticos
. Gerência
. Gestão do SUS
.. Auditoria
... Auditoria administrativa
... Auditoria analítica
... Auditoria de enfermagem
... Auditoria financeira
... Auditoria médica
... Auditoria operacional
.. Comando único
.. Contrato de gestão
.. Descentralização
... Gestão estadual de saúde
.... Gestão avançada do sistema estadual
.... Gestão plena do sistema estadual
... Gestão federal de saúde
... Gestão municipal de saúde
.... Gestão plena da atenção básica
.... Gestão plena da atenção básica ampliada
.... Gestão plena do sistema municipal
.... Mudança social
.... Municipalização
..... Consórcios intermunicipais
..... Redes regionais
...... Unidades de referência
.. Habilitação
.. Instrumentos de gestão em saúde
... Agenda de saúde
... Plano de saúde (gestão do sus)
... Plano diretor de regionalização
.... Município-pólo
.... Módulo assistencial
..... Município-sede do módulo assistencial
.... Região de saúde
..... Microrregião de saúde
... Quadro de metas
... Relatório de gestão
... Relatórios anuais
.. Regionalização
. Institucionalização
. Organização e administração
.. Administração científica
.. Administração de linha de produção
.. Administração estrutural
.. Administração por objetivos
.. Administração sistêmica
.. Comportamento organizacional
.. Conselho diretor
... Conselheiros
... Diretoria administrativa
.. Inovação organizacional
... Contrato de risco
.. Normatização
.. Objetivos organizacionais
.. Organização institucional
.. Organização municipal
.. Organização nacional
.. Organização social
.. Sistemas de apoio a decisões administrativas
.. Técnicas de administração
... Centralização
.. Teoria de sistemas (administração)
.. Tomada de decisões (administração)
... Técnica Delfos
128
. Organizações, comitês e convenções
.. Afiliação institucional
.. Comitê Estatal de Estatística (CEE)
.. Comitê executivo
.. Organizações
... Organização comunitária
... Organizações de prestadores preferenciais
... Organizações internacionais
.... Agências voluntárias
.... Nações Unidas
....OrganizaçãodosEstadosAmericanos(OEA)
.... Organização Mundial da Saúde
.... Organização Pan-Americana da Saúde
..... Comitê Executivo da Opas
..... Conferência Sanitária Pan-Americana
..... Conselho Diretor da Opas
.... Fundação Pan-Americana para o
Desenvolvimento (Padef)
.... Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (Pnud)
.... Fundo das Nações Unidas para a Infância
(Unicef)
.... Universidades das Nações Unidas (UNU)
... Organizações sem fins lucrativos
. Propriedade
.. Privatização
. Relações públicas
.. Aniversários e eventos especiais
.. Relações comunidade-instituição
.. Relações interdepartamentais
.. Relações interinstitucionais
. Seguro
.. Custo compartilhado de seguro
.. Seguro cirúrgico
.. Seguro de assistência de longo prazo
.. Seguro de hospitalização
.. Seguro de hospitalização em grupo (saúde
pública)
.. Seguro de responsabilidade civil
... Seguro por acidentes
.. Seguro de saúde
... Reembolso de seguro de saúde
.. Seguro de saúde (situações limítrofes)
.. Seguro de serviços de enfermagem
.. Seguro de serviços farmacêuticos
.. Seguro de serviços médicos
.. Seguro de vida
.. Seguro médico ampliado
.. Seguro nacional de saúde
.. Seguro odontológico
.. Seguro por acidentes
.. Seguro psiquiátrico
. Sistemas de medicação
.. Sistemas de medicação no hospital
. Órgãos do Sistema de Saúde
.. Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa)
.. Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
.. Sistema Único de Saúde SUS
... Descentralização
.... Gestão estadual de saúde
..... Gestão avançada do sistema estadual
..... Gestão plena do sistema estadual
.... Gestão federal de saúde
.... Gestão municipal de saúde
..... Gestão plena da atenção básica
..... Gestão plena da atenção básica ampliada
..... Gestão plena do sistema municipal
..... Mudança social
..... Municipalização
...... Consórcios intermunicipais
...... Redes regionais
....... Unidades de referência
.. Hospital Cristo Redentor
.. Hospital Fêmina
.. Hospital Nossa Senhora da Conceição
129
.. Secretaria de Atenção à Saúde
.. Secretaria de Ciência, Tecnologia e
Insumos Estratégicos
.. Secretaria de Gestão do Trabalho e da
Educação na Saúde
.. Secretaria de Gestão Participativa
.. Secretaria de Vigilância em Saúde
.. Secretaria Estadual de Saúde
.. Secretaria Municipal de Saúde
. Órgãos governamentais
.. Instituições de previdência social
. Órgãos regionais
Planejamento em saúde
. Análise custo-eficiência
. Análise de conseqüências
. Análise de situação
. Análise organizacional
. Análise socioeconômica
. Análise sociométrica
. Assistência técnica ao planejamento em
saúde
. Avaliação
.. Avaliação de danos
... Avaliação de danos em infra-estrutura
... Avaliação de danos no setor econônico
... Avaliação de danos no setor social
... Dano moral
... Dano à produção
... Danos globais
.. Avaliação dos serviços
... Acreditação hospitalar
.. Efetividade
.. Eficiência
.. Eficácia
. Controle assistencial
. Diretrizes para o planejamento em saúde
. Instrumentos de planejamento
.. Relatório de gestão
. Intersetorialidade
. Organização e políticas governamentais
. Organizações de planejamento em saúde
. Planejamento de assistência ao paciente
. Planejamento de instituições de saúde
.. Cobertura de serviços de saúde
... Cobertura de serviços privados de saúde
... Cobertura de serviços públicos de saúde
... Extensão de cobertura
... Necessidades e demanda de serviços de
saúde
... Perfil de saúde
.. Planejamento hospitalar
. Planejamento físico
. Planejamento nacional
. Planejamento rural
. Planejamento sanitário
. Planejamento socioeconômico
.. Plano nacional de desenvolvimento
. Plano de trabalho
. Planos e programas de saúde
.. Adequação de programas
.. Avaliação de programas
.. Desenvolvimento de programas
.. Formulação de projetos
.. Implementação de plano de saúde
.. Planos de implementação anual (Saúde
Pública)
.. Planos de sistemas de saúde
.. Planos governamentais de saúde
.. Programação
.. Programas médicos regionais
.. Programas nacionais de saúde
... Bolsa-Alimentação
... Programa de Combate às Carências
Nutricionais
... Programa Qualidade do Sangue
... Programa Saúde da Família
130
. Planos e projetos nacionais
.. Plano nacional de vacinas anti-HIV/aids
.. Profae
.. Projeto Bela Vista
.. Projeto Horizonte
.. Projetos piloto
.. Reforsus
. Prioridades em saúde
.. Grupos minoritários
.. Grupos prioritários
.. População periférica
. Técnicas de planejamento
.. Ação intersetorial
.. Gestão participativa
.. Macroplanejamento
.. Microplanejamento
... Método Cendes-Opas
.. Planejamento de base
.. Planejamento estratégico
. Órgãos estatais de desenvolvimento e
planejamento em saúde
Sistemas de Informação
. Sistemas de apoio a decisões administrativas
. Sistemas de informação administrativa
.. Sistemas de gerenciamento de base de dados
. Sistemas de informação em saúde
.. (Datasus)
... (CNES
... Sistema de Informações Ambulatoriais
(SIA-SUS)
... Sistema de Informações da Atenção Básica
(SIAB)
... Sistema de Informações Hospitalares
(SIH-SUS)
.... Autorização de Internação Hospitalar
(AIH)
... Sistema de Informação sobre Vigilância
Alimentar e Nutricional
... Sistema de Informações do Programa
Nacional de Imunizações
... Sistema de Informações sobre Agravos
Notificáveis
... Sistema de Informações sobre
Orçamentos Públicos em Saúde
... Sistemas de Informação sobre Mortalidade
... Sistemas de Informações sobre Nascidos
Vivos
.. Sistemas de Informação em Farmácia Clínica
.. Sistemas de Informação em Laboratório
Clínico
.. Sistemas de Informação em Radiologia
.. Sistemas de Informação em Salas de Cirurgia
.. Sistemas de Informação Geográfica
.. Sistemas de Informação Hospitalar
... Sistemas de Identificação de Pacientes
.... Cartão Nacional de Saúde
... Sistemas de Informação em Atendimento
Ambulatorial
... Sistemas de Informação em Farmácia
Clínica
... Sistemas de Informação em Laboratório
Clínico
. Sistemas de Informação para Admissão e
Escalonamento de Pessoal
131
AGÊNCIA Nacional de Saúde Suplementar.
(Brasil). Regulação e saúde: estrutura, evolução
e perspectivas da assistência médica suplemen-
tar. Rio de Janeiro: ANS, 2002. Disponível em:
<http//www.saude.gov.br/bvs/publicacoes>.
AGÊNCIA Nacional de Vigilância Sanitária
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mento de serviços de atenção a pessoas com trans-
tornos... Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
–––. Manual de diagnóstico e tratamento de
doenças falciformes. Brasília: Anvisa, 2002.
–––. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC
n.º 106, de 14 de maio de 2003. Institui e
adota como exigência sanitária para ingresso
de viajantes no País, o formulário “Declaração
de Saúde do Viajante” - DSV (Anexo I), para
controle e prevenção de doenças de interesse
à saúde pública segundo situação epidemio-
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República Federativa do Brasil, Brasília, DF,
19 maio 2003. Disponível em: <http://www.
anvisa.gov.br>. Acesso em: 27 ago. 2003.
–––. Resolução da Diretoria Colegiada -
RDC n.º 80, de 18 de março de 2002. Apro-
va o regulamento técnico de registro, altera-
ções e inclusão pós-registro e revalidação dos
produtos biológicos, conforme documento
anexo a esta resolução. Diário Oficial [da]
República Federativa do Brasil, Brasília, DF,
19 mar. 2002. Disponível em: <http://www.
anvisa.gov.br>. Acesso em: 15 abr. 2003.
–––. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC
n.º 217, de 21 de novembro de 2001. Aprova
o regulamento técnico, anexo a esta resolução,
com vistas à promoção da vigilância sanitária
nos portos de controle sanitário. Diário Ofi-
cial [da] República Federativa do Brasil, Brasí-
lia, DF, 21 nov. 2001. Disponível em: <http://
www.anvisa.gov.br>. Acesso em: 12 ago. 2002.
–––. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC
n.º 134, de 13 de julho de 2002. Determina a
todos os estabelecimentos fabricantes de me-
dicamentos, os cumprimentos das diretrizes
estabelecidas no regulamento técnico das boas
práticas para a fabricação de medicamentos,
conforme ao anexo I da presente resolução.
Diário Oficial [da] República Federativa do
Brasil, Brasília, DF, 16 jul. 2001. Disponível
em: <http://www.anvisa.gov.br>. Acesso em:
27 mar. 2003.
–––. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC
n.º 84, de 19 de março de 2002. Aprova o re-
gulamento para medicamentos genéricos, em
anexo. Diário Oficial [da] República Federativa
do Brasil, Brasília, DF, 20 mar. 2002. Dispo-
nível em: <http://www.anvisa.gov.br>. Acesso
em: 28 mar. 2003.
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Bibliografia Consultada
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zenamento, a comercialização, a propaganda
comercial, a utilização, a importação, a ex-
133
portação, o destino final dos resíduos e em-
balagens, o registro, a classificação, o contro-
le, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos,
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Glossario ms

Glossario ms

  • 1.
    Glossáriodo Ministério daSaúde Projeto de Terminologia em Saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE Brasília – DF 2004 Série F. Comunicação e Educação em Saúde
  • 2.
    © 2004. Ministérioda Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Série F. Comunicação e Educação em Saúde Tiragem: 1.000 exemplares Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Subsecretaria de Assuntos Administrativos Coordenação-Geral de Documentação e Informação Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde Esplanada dos Ministérios, Edifício Anexo, Bloco G, 4.º andar, sala 415-B CEP: 70058-900, Brasília – DF Tels.: (61) 315 3426 / 315 3219 Fax: (61) 321 3731 E-mail: grupofocal@saude.gov.br Home pages: http://www.saude.gov.br/bvs/publicacoes http://www.saude.gov.br/bvs/terminologia Elaboração: Marília de Souza Mello Colaborador: Celso José Roque Impresso no Brasil / Printed in Brazil Ficha Catalográfica Brasil. Ministério da Saúde. Glossário do Ministério da Saúde: projeto de terminologia em saúde / Ministério da Saúde – Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 142 p. – (Série F. Comunicação e Educação em Saúde) ISBN 85-334-0762-9 1. Terminologia. 2. Serviços de informação. 3. Disseminação da informação. I. Brasil. Ministério da Saúde. II. Título. III. Série. NLM WA 15 Catalogação na fonte – Editora MS Equipe editorial: Normalização: Leninha Silvério Revisão: Mara Pamplona Lilian Assunção Capa, projeto gráfico e diagramação: Fabiano Bastos EDITORA MS Documentação e Informação SIA, Trecho 4, Lotes 540 / 610 CEP: 71200-040, Brasília – DF Tels.: (61) 233 1774 / 233 2020 Fax: (61) 233 9558 E-mail: editora.ms@saude.gov.br Home page: www.saude.gov.br/editora
  • 3.
    Siglas 5 Apresentação 11 Introdução13 Glossário 15 Áreas temáticas da BVS Saúde Pública 107 Descritores organizados por categorias 113 Administração e planejamento em saúde 113 Acidentes e violência 114 Alimentação e nutrição 115 Ambiente e saúde 116 Atenção à saúde 116 Ciência e tecnologia em saúde 117 Ciências sociais em saúde 118 Comunicação em saúde 118 Demografia 118 Direito sanitário 118 Doenças 119 Drogas de uso terapêutico e social 120 Economia de saúde 121 Epidemiologia 121 Eqüidade em saúde e social 121 Ética e bioética 122 História da saúde pública 122 Medicamentos, vacinas e insumos 122 Políticas públicas e saúde 123 Promoção e educação em saúde 123 Saúde animal 123 Vigilância em saúde 123 Recursos humanos em saúde 124 Vocabulário Controlado do Ministério da Saúde 125 Categoria de Administração e Planejamento em saúde do Vocabulário Controlado do Ministério da Saúde 125 Bibliografia consultada 131 Formulário de colaboração 143 Sumário
  • 5.
    5 AB – AtençãoBásica ABEn – Associação Brasileira de Enfermagem ADT – Assistência Domiciliar Terapêutica AFE – Autorização de Funcionamento de Empresa AIDPI – Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância AIDS – Síndrome da Imunodeficiência Adquirida AIH – Autorização de Internação Hospitalar AIS – Ações Integradas de Saúde ANCED – Associação Nacional de Centros de Defesa ANS – Agência Nacional de Saúde ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária APAC – Autorização de Procedimentos de Alto Custo APH – Assistência Pré-Hospitalar ASAJ – Área de Saúde do Adolescente e do Jovem BD-SIA/SUS – Banco de Dados Nacional do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS BLH – Banco de Leite Humano BPF – Boas Práticas de Fabricação BPPH – Banco de Preços Praticados na Área Hospitalar BPS – Banco de Preços em Saúde BVS – Biblioteca Virtual em Saúde CAF – Cirurgia de alta Freqüência CAPS – Centro de Assistência Psicossocial CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho CBO – Conselho Brasileiro de Oftalmologia CCIH – Comissão de Controle de Infecção Hospitalar CCPDM – Controle de Cadeia Produtiva e de Distribuição de Medicamentos CCPDS – Controle de Cadeia Produtiva e de Distribuição de Substâncias CDMS – Comitê de Desburocratização do Ministério da Saúde CENADI – Centro Nacional de Armazenagem e Distribuição de Imunobiológicos CENEPI – Centro Nacional de Epidemiologia CES – Conselho Estadual de Saúde CFT – Comissão de Farmácia e Terapêutica CIB – Comissão Intergestores Bipartite CID – Classificação Internacional de Doenças CIRH – Comissão Intersetorial de Recursos Humanos CIST – Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador CIT – Comissão Intergestores Tripartite CMC – Sistema Central de Marcação de Consultas CMDCA – Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente CMS – Conselho Municipal de Saúde Siglas
  • 6.
    6 CNAIDS – ComissãoNacional de Aids CNCDO – Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos CN-DST/AIDS – Coordenação Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear CNES – Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde CNMM – Centro Nacional de Monitoramento de Medicamentos CNRAC – Central Nacional de Regulação de Alta Complexidade CNS – Conselho Nacional de Saúde CNSP – Conselho Nacional de Seguros Privados CNTS – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde COC – Casa de Oswaldo cruz COFINS – Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social COMAD – Conselhos Municipais Antidrogas CONASEMS – Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde CONASS – Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde CONEN – Conselhos Estaduais de Entorpecentes CONEP – Comissão Nacional de Ética em Pesquisa CONFEN – Conselho Federal de Entorpecentes CONSU – Conselho de Saúde Suplementar CPMF – Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira CpqAM – Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães CPqGM – Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz CPqHEC – Centro de Pesquisa Hospital Evandro Chagas CPqRR – Centro de Pesquisa René Rachou CRN-Aids – Centros de Referência Nacional de Aids CST – Comissão de Saúde do trabalhador CT-DST – Centros de Treinamento em Doenças Sexualmente Transmissíveis DATASUS – Departamento de Informática do SUS DCB – Denominação Comum Brasileira DCI – Denominação Comum Internacional DIPAF – Divisão Nacional de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos e Fronteiras DSEI – Distrito Sanitários Especiais Indígenas DST – Doenças Sexualmente Transmissíveis ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente ENSP – Escola Nacional de Saúde Pública EPBA – Elenco de Procedimentos Básicos Ampliado EPSJV – Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio ESB – Equipes de Saúde Bucal ESF – Equipes de Saúde da Família EUM – Estudos de Utilização de Medicamentos FAE – Fração Assistencial Especializada FAEC – Fundo de Ações Estratégicas e Compensação FCT – Ficha Cadastral de Terceiro FENAM – Federação Nacional dos Médicos FENAPSI – Federação Nacional dos Psicólogos FETRAMS – Federação das Entidades e dos Trabalhadores do Ministério da Saúde
  • 7.
    7 FIDEPS – Fatorde Incentivo ao Desenvolvimento do Ensino e da Pesquisa em Saúde FNE – Federação Nacional dos Enfermeiros FNS – Fundo Nacional de Saúde FUNAD – Fundo Nacional Antidrogas FUNASA – Fundação Nacional de Saúde FUST – Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações GEISAT – Grupo Executivo Interministerial de Saúde do Trabalhador GESCON – Sistema de Gestão Financeira e de Convênios GPAB – Gestão Plena da Atenção Básica GPABA – Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada GPSM – Gestão Plena do Sistema Municipal HIV – Vírus da Imunodeficiência Humana HOSPUB – Sistema de Gerenciamento de Unidade Hospitalar IAPI – Incentivo de Apoio e Diagnóstico Ambulatorial e Hospitalar à População Indígena IBAM – Instituto Brasileiro de Administração Municipal IFF – Instituto Fernandes Figueira IHAC – Iniciativa Hospital Amigo da Criança INCA – Instituto Nacional de Câncer INCQS – Instituto Nacional de Controle e Qualidade INSS – Instituto Nacional de Seguridade Social INTERGRASUS – Incentivo de Integração no Sistema Único de Saúde IOC – Instituto Oswaldo Cruz IVH-E – Índice de Valorização Hospitalar de Emergência IVISA – Índice de Valorização do Impacto em Vigilância Sanitária IVR – Índice de Valorização de Resultado LCMC – Levantamento da Comercialização de Medicamentos LDNC – Lista de Doenças de Notificação Compulsória LF – Licença de Funcionamento MP – Medida Provisória MS – Ministério da Saúde NAPS – Núcleo de Assistência Psicossocial NOAS – Norma Operacional da Assistência à Saúde NOB – Norma Operacional Básica NOB/RH-SUS – Norma Operacional Básica de Recursos Humanos para o SUS NR – Norma Regulamentadora OGM – Organismos Geneticamente Modificados OMS – Organização Mundial da Saúde OPAS – Organização Pan-Americana da Saúde PAB – Piso da Atenção Básica PABA – Piso de Atenção Básica Ampliado PACS – Programa de Agentes Comunitários de Saúde PAISM – Assistência Integral à Saúde da Mulher PASNI – Programa Nacional de Auto- Suficiência Nacional em Imunobiológicos PBVS – Piso Básico de Vigilância Sanitária PCCN – Programa de Combate às Carências Nutricionais PCCS – Plano de Carreira, Cargos e Salários PCE – Piso para Consultas Especializadas PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCT – Plano Nacional de Controle da Tuberculose
  • 8.
    8 PDAVS – ProgramaDesconcentrado de Ações de Vigilância Sanitária PDI – Plano Diretor de Investimentos PDR – Plano Diretor de Regionalização PHPN – Programa de Humanização no Pré- Natal e Nascimento PMS – Plano Municipal de Saúde PNASH – Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares PNHAH – Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar PNTN – Programa Nacional de Triagem Neonatal PNI – Programa Nacional de Imunizações POP – Procedimento Operacional Padrão PPI – Programação Pactuada e Integrada PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PRD – Projeto Redução de Danos PROESF – Projeto de Expansão e Consolidação da Saúde da Família PROFAE – Projeto de Profissionalzação dos Trabalhadores da Área de Enfermagem PROMED – Projeto de Incentivo a Mudanças Curriculares no Curso de Medicina PROSAD – Programa Saúde do Adolescente PSF – Programa Saúde da Família RAM – Reação Adversa a Medicamentos RCA – Repasse do Custeio Ambulatorial RDC – Resolução de Diretoria Colegiada RE – Resolução Específica REBLAS – Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde REDOME – Registros de Doadores de Medula Óssea REFORSUS – Reforço à Reorganização do Sistema Único de Saúde RENAGENO – Rede Nacional de Genotipagem RENAME – Relação Nacional de Medicamentos Essenciais RENAST – Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador RIPSA – Rede Interagencial de Informações para a Saúde RNIS – Rede Nacional de Informações em Saúde SADE – Serviço de Atendimento de Demanda Espontânea SADT – Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico SAMU – Serviços de Atendimento Móvel de Urgência SAS – Secretaria de Atenção à Saúde SBAC – Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade SBP – Sociedade Brasileira de Pediatria SES – Secretaria Estadual de Saúde SIAB – Sistema de Informação da Atenção Básica SIA-SUS – Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS SIFAB – Sistema de Acompanhamento do Incentivo à Assistência Farmacêutica Básica SIGAB – Sistema de Gerenciamento de Unidade Ambulatorial Básica SIGAE – Sistema de Gerenciamento de Unidade Ambulatorial Especializada SIG-CAP – Sistema de Informação para Gestão de Processos de Capacitação SIH-SUS – Sistema de Informações Hospitalares do SUS SIM – Sistema de Informações sobre Mortalidade SIMAC – Sistema de Informações de Alta e Média Complexidade SINAN – Sistema de Informações sobre Agravos de Notificação
  • 9.
    9 SINASC – Sistemade Informações sobre Nascidos Vivos SINAVISA – Sistema Nacional de Vigilância Sanitária SIOPS – Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde SIPAD – Sistema Integrado de Passagens e Diárias Relatório de Viagens SIPAR – Sistema Integrado de Protocolo e Arquivo do Ministério da Saúde SI-PNI – Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunização SIS – Secretaria de Gestão de Investimentos em Saúde (extinta) SISAV – Sistema de Informações em Saúde para Acidentes e Violência SISCOLO – Sistema de Informações do Combate ao Câncer do Colo do Útero SISCOMEX – Sistema Integrado de Comércio Exterior SISFAF – Sistema de Transferência Fundo a Fundo SISHIPERDIA – Sistema de Informação de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos SISMAMA – Sistema de informação do Câncer de Mama SISPRENATAL – Sistema de Informação do Programa de Humanização do Pré-natal e Nascimento SISREG – Sistema de Centrais de Regulação SISVAN – Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional SMS – Secretaria Municipal de Saúde SNA – Sistema Nacional de Auditoria SNDC – Sistema de Doenças de Notificação Compulsória SNGPC – Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados SNT – Sistema Nacional de Transplante SNVE – Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica SPS – Secretaria de Políticas da Saúde (extinta) SUS – Sistema Único de Saúde SUSEP – Superintendência de Seguros Privados SVS – Secretaria de Vigilância em Saúde TAS – Terminal de Atendimento do SUS TARV – Terapia Anti-Retroviral TFA – Tetos Financeiros da Assistência TFAE – Teto Financeiro da Assistência do Estado TFAM – Teto Financeiro da Assistência do Município TFD – Tratamento Fora do Domicílio TFECD – Tetos Financeiros da Epidemiologia e Controle de Doenças TFG – Teto Financeiro Global TFGE – Teto Financeiro Global do Estado TFGM – Teto Financeiro Global do Município TFVS – Teto Financeiro da Vigilância Sanitária TMI – Taxa de Mortalidade Infantil UBS – Unidade Básica de Saúde UCOFI – Unidade de Medicamentos Controlados, Similares, Fitoterápicos e Isentos UDI – Usuário de Drogas Injetáveis UPS – Unidades Prestadoras de Serviços
  • 11.
    11 Este Glossário éo primeiro produto do Projeto de Terminologia em Saúde, que tem por objetivos sistematizar a atualização da Categoria de Saúde Pública dos Descritores de Ciências da Saúde (DeCS) e estruturar a indexação e a recuperação da informação do Ministério da Saúde. Tal ação foi iniciada a partir da implantação da Biblioteca Virtual em Saúde Pública desenvolvida pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informa- ção em Ciências da Saúde, centro especializa- do da Organização Pan-Americana da Saúde (BIREME/OPAS), por meio da cooperação técnico-financeira do Ministério da Saúde (MS). Essa iniciativa, no âmbito do MS, é de responsabilidade da Coordenação-Geral de Documentação e Informação/Subsecretaria de Assuntos Administrativos/Secretaria-Exe- cutiva (CGDI/SAA/SE). No decorrer dessa parceria, a equipe do MS constatou a necessidade de desenvolver um vocabulário controlado próprio, o qual englobasse não só os termos técnicos em Saú- de, mas principalmente a terminologia per- tencente aos atos normativos do Ministério e entidades vinculadas. Assim, iniciou-se o pro- cesso de construção do Vocabulário Contro- lado do Ministério da Saúde (VCMS). Os termos inicialmente coletados foram organizados em um glossário com os respec- tivos conceitos. Tais definições foram identi- ficadas no universo de atos e documentos pu- blicados pela instituição. A próxima etapa é obter a participação das áreas técnicas do MS e entidades vinculadas para a certificação, a contribuição ou revisão e a adequação de ter- mos. A finalidade é aperfeiçoar o Glossário e consolidar a estruturação de um vocabulário controlado de qualidade que apresente o es- copo conceitual da saúde pública brasileira. A colaboração dos profissionais do setor Saúde, em especial da área federal, para su- gerir, excluir e modificar termos ou concei- tos deste Glossário, pode ser feita por meio do formulário que se encontra no site www. saude.gov.br/bvs/terminologia.htm ou ao fi- nal desta publicação. A oportunidade é de sistematizar, rever e introduzir novos conceitos, de desenvolver, de forma dinâmica e estruturada, o VCMS e o Glossário e de ampliar a disseminação desse projeto junto aos gestores, conselheiros, espe- cialistas, pesquisadores, profissionais e usuá- rios do setor Saúde. Equipe de documentação e informação do Ministério da Saúde 1 DeCS (Descritores em Ciências da Saúde): Vocabulário estruturado e trilingüe desenvolvido pela BIREME, a partir do MeSH – Medical Subject Headings da U.S. National Library of Medicine, para uso na indexação de artigos de revistas científicas, livros, anais de congressos, relatórios técnicos, e outros tipos de materiais, assim como para ser usado na pesquisa e recuperação de as- suntos da literatura científica nas bases de dados LILACS, MEDLINE e outras. Apresentação
  • 13.
    13 Introdução O Projeto Terminologiaem Saúde visa à padronização e ao aperfeiçoamento dos ter- mos e siglas utilizados para representar e re- cuperar a produção técnico-científica da es- fera federal do SUS. Tem como principais eixos, descrever de maneira eficiente qual- quer documento do Ministério da Saúde no ato da indexação (representação da informa- ção por meio de palavras-chave); agilizar a re- cuperação da informação nas bases de dados bibliográficas; disseminar a terminologia para o tratamento da informação especializada em Saúde Pública no Brasil; e promover o inter- câmbio para o aperfeiçoamento da termino- logia no setor Saúde. No âmbito do Ministério da Saúde, uti- liza-se os Descritores de Ciências da Saúde (DeCS/BIREME) para a representação te- mática das fontes de informação que são dia- riamente cadastradas nas bases de dados da Biblioteca MS e disponibilizadas por meio da Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde (BVS MS), www.saude.gov.br/bvs. Nesse sen- tido, espera-se favorecer a recuperação dessas fontes de informação também nas bases de dados em Saúde para a América-Latina e Ca- ribe, a exemplo da LILACS e do LIS1 , que se evidencia a partir construção do Vocabulário Controlado do Ministério da Saúde (VCMS), onde os termos e siglas cadastrados nessa es- trutura serão inseridos no DeCS e favorecen- do o entendimento da saúde pública brasi- leira por meio de sua literatura. Outro fator determinante para a implantação do VCMS é a organização temática dos atos normativos editados pelo MS e entidades vinculadas, que eram indexados por meio de vocabulários ge- neralistas e que por sua vez não retratavam as especificidades do Sistema Único de Saúde. A intenção do VCMS é suprir a necessi- dade dos trabalhos de indexação e recupera- ção de qualquer documento institucional de maneira que a descrição da informação seja a mais adequada e atualizada possível. O usuá- rio será beneficiado no ato de pesquisar a in- formação mediante a possibilidade de seleção de termos autorizados no VCMS disponível nas bases de dados. Será possível, também, conhecer melhor a linguagem e os conceitos utilizados pelo setor de Saúde Pública. O projeto prevê, ainda, a utilização do VCMS e do Glossário como instrumentos fa- cilitadores no desempenho dos serviços e ativi- dades institucionais, tais como no atendimento 1 As bases de dados “Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS)” e o “Localizador de Informa- ções em Ciências da Saúde (LIS)” são operados de forma cooperativa e descentralizada pelos centros cooperantes que integram o Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, registrando a literatura técnico-científica em saúde produzida por autores latino-americanos e do Caribe.
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    14 no Disque Saúde,na administração dos Siste- mas de Informações e, também, para somar novos conceitos ao Código de Classificação de Documentos de Arquivo, em vigência no MS. Na primeira fase do projeto foram en- volvidos profissionais da área de Biblioteco- nomia e especialistas em Saúde Pública, que elaboraram a metodologia de identificação e coleta de termos. Consiste na leitura de pu- blicações e atos normativos do MS em bus- ca de termos que contenham seus respectivos conceitos, sendo inseridos no Vocabulário tal como figuram no texto, e com as respectivas referências bibliográficas, garantindo sua le- gitimidade. Tanto os descritores da categoria de Saú- de Pública do DeCS, quanto os novos ter- mos coletados, foram analisados, organizados e hierarquizados a partir de 24 subcategorias estruturadas por especialistas coordenados pela Faculdade de Saúde Pública de São Pau- lo, e que servem de estrutura temática para a BVS Saúde Pública – Brasil (www.saudepu- blica.bvs.br). Para exemplificar a proposta do VCMS, apresenta-se ao final desta publica- ção, o conjunto inicial das categorias de Saú- de Pública utilizado e o detalhamento da ca- tegoria de Administração e Planejamento em Saúde, organizado de forma hierárquica. Para a adaptação às necessidades da inde- xação nas bases de dados específicas, foi feita apenas uma modificação nessas áreas temá- ticas e/ou categorias: os temas DOENÇAS CRÔNICAS E DEGENERATIVAS e DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁ- RIAS foram substituídos por uma área temá- tica e/ou categoria denominada DOENÇAS possibilitando, nesse primeiro momento, a inserção de doenças que não se encaixariam nessas duas opções, bem como outros descri- tores relacionados a esse mesmo tema. No processo de pesquisa, foram identifica- dos e analisados 672 termos num prazo de 12 meses a partir da leitura de mais de 200 fon- tes de informação, entre publicações e atos normativos. Paralelamente, durante a análi- se dos documentos, foram coletadas, aleato- riamente, siglas utilizadas no âmbito do Mi- nistério da Saúde e entidades vinculadas, as quais figuram também nessa publicação. A intenção inicial era validar os termos selecionados, de forma imediata pelas áreas técnicas do MS. Nessa experiência, a equipe de análise terminológica observou que essas áreas questionavam parte dos conceitos re- gistrados nas publicações técnicas (muitas vezes de sua própria autoria), não apresen- tando outras fontes publicadas e institucio- nais sobre tais termos, o que tornou inviável essa consolidação ainda nas primeiras etapas do Projeto. Dessa forma, optou-se por organizar os termos coletados em um glossário para que as áreas técnicas possam se manifestar e au- xiliar no processo de construção e validação do VCMS bem como no aperfeiçoamento e expansão deste Glossário, fazendo do Proje- to de Terminologia, uma iniciativa de todo o Ministério da Saúde. As contribuições po- dem ser direcionadas à Biblioteca Virtual do MS por meio do “Formulário de Colabora- ção”, página destacável e disponível ao final deste Glossário, ou por meio do link www. saude.gov.br/bvs/terminologia.htm.
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    15 Abordagem médica tradicionaldo adulto hospitalizado Categoria: Atenção à Saúde Focada em uma queixa principal e o hábito médico de tentar explicar todas as queixas e os sinais por um único diagnóstico, que é adequada no adulto jovem – não se aplica em relação ao idoso. Abuso financeiro dos idosos Categoria: Acidentes e Violência Exploração imprópria ou ilegal e/ou uso não consentido de recursos financeiros dos idosos. Abuso incestuoso Categoria: Acidentes e Violência Consiste no abuso sexual envolvendo pais ou outro parente próximo, os quais se encon- tram em uma posição de maior poder em re- lação à vítima. Abuso sexual na adolescência Ver Abuso sexual na infância. Abuso sexual na infância Categoria: Acidentes e Violência É todo ato ou jogo sexual, relação heterosse- xual ou homossexual, cujo agressor está em estágio de desenvolvimento psicossexual mais adiantado que a criança ou adolescente. Tem por intenção estimulá-la sexualmente ou uti- lizá-la para obter satisfação sexual. Essas prá- ticas eróticas e sexuais são impostas à criança ou adolescente pela violência física, por amea- ças ou pela indução de sua vontade. Ação racional Categoria: Atenção à Saúde Modelo de intervenção centrado no indiví- duo no qual permite a relação entre a epide- miologia e a dimensão sociocultural do tra- balho de prevenção. Acidentes ampliados Categoria: Acidentes e Violência Acidentes relacionados a indústrias de proces- sos contínuos; não se restringem ao ambiente de trabalho, afetando comunidades do entor- no e produzindo efeitos adversos ao longo do tempo. Acidentes de trabalho Categoria: Acidentes e Violência Atenção à Saúde Refere-se a todos os acidentes que ocorrem no exercício da atividade laboral, ou no percurso de casa para o trabalho e vice-versa, podendo o trabalhador estar inserido tanto no mercado formal como informal de trabalho. São tam- bém considerados como acidentes de trabalho aqueles que, embora não tenham sido causa única, constituíram diretamente para a ocor- rência do agravo. São eventos agudos, poden- do ocasionalmente causar morte ou lesão, a qual poderá levar à redução temporária ou permanente da capacidade para o trabalho. Acidentes de trabalho fatais Categoria: Acidentes e Violência Acidente de trabalho que leva o trabalhador à morte. A
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    16 ACI Acidentes detrabalho graves Categoria: Acidentes e Violência Acidentes com trabalhador menor de 18 anos independentemente da gravidade; acidente ocular; fratura fechada; fratura aberta ou ex- posta; fratura múltipla; traumatismo cranio- encefálico; traumatismo de nervos e medula espinhal; eletrocussão; asfixia traumática ou estrangulamento; politraumatismo; afoga- mento; traumatismo de tórax/abdome/bacia, com lesão; ferimento com menção de lesão visceral ou de músculo ou de tendão; ampu- tação traumática; lesão por esmagamento; queimadura de terceiro grau; traumatismo de nervos e da medula espinhal e intoxicações agudas. Acidentes de trânsito Categoria: Acidentes e Violência Acidentes com veículos, ocorridos na via pú- blica. Acidentes de transporte Categoria: Acidentes e Violência Todo acidente que envolve veículo destinado ao transporte de pessoas ou mercadorias de um lugar para outro. Ácidos graxos Categoria: Alimentação e Nutrição Produtos da digestão das gorduras. A menor unidade da gordura ou lipídeos. Ações estratégicas Categoria: Atenção à Saúde Procedimentos para os quais o Ministério da Saúde tem políticas de indução para amplia- ção da oferta de serviços, tais como trans- plantes – incluindo os medicamentos –, ci- rurgias eletivas, prevenção do câncer do colo do útero, entre outros, bem como os proce- dimentos, que ao serem incorporados na ta- bela, não apresentam série histórica definida para dimensionar o seu impacto financeiro nos estados e municípios. Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil Categoria: Atenção à Saúde Garantir a melhoria da qualidade de vida das crianças, permitindo pôr em evidência, pre- cocemente, qualquer transtorno que afete sua saúde e, fundamentalmente, sua nutrição e sua capacidade mental. Aconselhamento Categoria: Atenção à Saúde Processo de escuta ativa, individualizado e centrado no cliente. Pressupõe a capacidade de estabelecer uma relação de confiança entre os interlocutores, visando ao resgate dos re- cursos internos do cliente para que ele mesmo tenha possibilidade de reconhecer-se como sujeito de sua própria saúde e transformação. Aconselhamento coletivo Categoria: Atenção à Saúde Objetiva oferecer aos usuários a oportunida- des de redimensionar as dificuldades ao com- partilhar dúvidas, sentimentos e conheci- mentos. A dinâmica grupal também favorece o indivíduo a perceber sua própria demanda, a reconhecer o que sabe e sente, estimulan- do sua participação nos atendimentos indivi- duais subseqüentes. Acreditação hospitalar Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Promoção e Educação em Saúde Método de consenso, racionalização e orde- nação das instituições hospitalares e, princi- palmente, de educação permanente dos seus profissionais e que se expressa pela realização de um procedimento de avaliação dos recur- Acreditação hospitalar Acidentes de trabalho graves
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    17 sos institucionais, voluntário,periódico e re- servado, que tende a garantir a qualidade de assistência por meio de padrões previamente estabelecidos. Adjuvante farmacêutico Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Substância adicionada ao medicamento com a finalidade de prevenir alterações, corrigir e/ ou melhorar as características organolépticas, biofarmacotécnicas e tecnológicas do medi- camento. Adolescente Categoria: Ciências Sociais em Saúde Considera-se adolescente a pessoa entre 12 e 18 anos de idade. Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Categoria: Políticas Públicas e Saúde Autarquia sob regime especial, vinculada ao MS, com sede e foro na cidade do Rio de Ja- neiro, prazo de duração indeterminado e atu- ação em todo território nacional, como órgão de regulação, normatização, controle e fiscali- zação das atividades que garantem a assistên- cia suplementar à saúde. Agenda de saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Instrumento de gestão pelo qual os governos federal, estaduais e municipais estabelecem, justificam e detalham as prioridades da po- lítica de saúde. É um instrumento participa- tivo, resultante da negociação e do consenso entre órgãos gestores, conselhos de saúde e comissões intergestores. Exerce papel impor- tante no planejamento integrado das ações de saúde, pois prima pela clareza e simplicidade dos objetivos e indicadores escolhidos. Agentes comunitários de saúde Categoria: Atenção à Saúde Pessoas escolhidas dentro da própria comuni- dade para atuarem junto à população. Aten- dem de 400 e 750 pessoas, dependendo das necessidades locais. Desenvolvem atividades de prevenção de doenças e promoção da saú- de por meio de ações educativas individuais e coletivas, nos domicílios e na comunidade, sob supervisão competente. Aids Categoria: Doenças A aids é uma doença clínica decorrente de um quadro de imunodeficiência causado pelo HIV (HIV-1 e HIV-2, esse último sem rele- vância epidemiológica no Brasil). Caracteri- za-se por supressão profunda da imunidade mediada, principalmente, por células T, resul- tando em infecções oportunistas, neoplasias secundárias e doenças neurológicas. A trans- missão do HIV (vírus da aids) ocorre por: contato sexual, pela transmissão do vírus de mães infectadas para fetos ou recém-nascidos e pelo sangue (como em transfusões, de san- gue e hemoderivados ou uso compartilhado de drogas injetáveis). AIDS II Categoria: Economia de Saúde Designação simplificada do segundo emprés- timo do Banco Mundial para o Programa de Controle da aids no Brasil. O primeiro em- préstimo foi denominado AIDS I, e em julho de 2003, foi negociado o terceiro emprésti- mo, denominado AIDS III. Aids pediátrica Categoria: Doenças Síndrome clínica causada pela infecção pelo HIV na criança, também caracterizada pela ADJ Adjuvante farmacêutico Aids pediátrica
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    18 supressão profunda daimunidade mediada, principalmente, por células T, resultando em infecções oportunistas, neoplasias secundárias e doenças neurológicas. Alcoólatra Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social Este termo refere-se tanto aos bebedores-pro- blema quanto aos dependentes do álcool. Alcoolismo Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social Significa dependência do álcool e/ou proble- mas relacionados ao consumo de bebidas al- coólicas. Alimentação equilibrada Ver Alimentação saudável. Alimentação saudável Categoria: Alimentação e Nutrição É o mesmo que dieta equilibrada ou balancea- da e pode ser resumida por três princípios: variedade, moderação e equilíbrio. Variedade significa comer diferentes tipos de alimentos pertencentes aos diversos grupos. Moderação é não exagerar nas quantidades de alimentos ingeridas. Equilíbrio engloba as suas caracte- rísticas citadas anteriormente, ou seja, consu- mir alimentos variados, respeitando a quan- tidade de porções recomendadas para cada grupo de alimentos. Alimento artificial Categoria: Alimentação e Nutrição Todo alimento preparado com o objetivo de imitar o alimento natural e em cuja compo- sição entre, preponderantemente, substância não encontrada no alimento a ser imitado. Alimento complementar Categoria: Alimentação e Nutrição Aqueles que se oferecem à crianças em com- plementação ao leite materno, a partir dos 4-6 meses de vida e que são preparados de modo a oferecer uma dieta de consistência grada- tivamente maior até que ela possa receber a dieta da família, junto com o leite materno. Alimento dietético Categoria: Alimentação e Nutrição São alimentos isentos de algum tipo de nu- triente, preparados para atender a restrições dietéticas específicas de várias doenças. Ex.: produtos sem açúcar, para diabéticos; sem sal, para hipertensos; sem colesterol, para portadores de colesterol sangüíneo alto; e as- sim por diante. Alimento in natura Categoria: Alimentação e Nutrição Todo alimento de origem vegetal ou animal, para cujo consumo imediato se exija, apenas, a remoção da parte não comestível e os trata- mentos indicados para a sua perfeita higieni- zação e conservação. Alimento integral Categoria: Alimentação e Nutrição Alimentos que possuem um processamen- to diferenciado com o objetivo de manter o conteúdo de fibras e nutrientes presentes nas camadas mais superficiais do grão. Alta complexidade Categoria: Atenção à Saúde A Atenção de Alta Complexidade é composta por procedimentos que exigem incorporação de altas tecnologias e alto custo e que não são ofertadas por todas unidades de federação. Amamentação exclusiva Categoria: Alimentação e Nutrição Atenção à Saúde Uso de leite materno habitualmente até aos 6 meses de vida, como único alimento da criança, não sendo admitido chás ou água como exceção. ALC Alcoólatra Amamentação exclusiva
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    19 Amebíase Categoria: Doenças Termo genéricopara qualquer infecção cau- sada por Entamoeba histolytica. Doença cos- mopolita, transmitida pelos indivíduos para- sitados que eliminam cistos desta espécie em suas fezes, quer estejam doentes, quer sejam portadores-sãos. A transmissão pode ter lugar por via direta, através das mãos sujas dos pa- cientes, ou por via indireta quando há polui- ção ambiental (adubação com fezes humanas, contaminação fecal das águas por efluentes de esgotos não tratados, etc.) Analgésico adjuvante Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Qualquer medicação que tem outras indica- ções primárias além da dor, porém, é analgé- sica em algumas condições dolorosas. Análise de controle Categoria: Vigilância em Saúde Análise efetuada em produtos sob o regime de vigilância sanitária, após sua entrega ao consumo, e destinada a comprovar a confor- midade do produto com a fórmula que deu origem ao produto. Análise fiscal Categoria: Vigilância em Saúde Análise efetuada, em caráter de rotina, para apuração de infração ou verificação de ocor- rência de desvio quanto à qualidade, seguran- ça e eficácia dos produtos ou matérias-primas. Análise prévia Categoria: Vigilância em Saúde Análise efetuada em determinados produtos sob o regime de vigilância sanitária, a fim de ser verificado se podem eles ser objeto de registro. Análogos de nucleosídeos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Classe de medicamentos anti-retrovirais usa- dos no tratamento da infecção pelo HIV. Pertencem a essa classe o ddI, ddC, 3TC e o AZT. Todos esses agentes inibem a enzima transcriptase reversa, por um mecanismo de criação de cópias virais com estrutura altera- da e não funcionais. Anemia Categoria: Doenças Define-se genericamente anemia como a situ- ação clínica onde ocorre a diminuição do nú- mero de eritrócitos circulantes e/ou da quan- tidade de hemoglobina neles contidas. Anemia falciforme Categoria: Doenças Faz parte do grupo das hemoglobinopatias, cujo portador, em certas condições, possuem glóbulos vermelhos (hemáceas) que são al- teradas em sua formação, ficando parecidas com uma foice, daí o nome falciforme. Os glóbulos vermelhos em forma de foice se agregam e dificultam a circulação do sangue nos pequenos vasos do corpo. Com a dimi- nuição da circulação ocorrem lesões nos ór- gãos atingidos, causando dor, destruição dos glóbulos, icterícia (olhos amarelos) e anemia. Anorexia nervosa Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Distúrbio alimentar caracterizado pela recusa à alimentação, perda excessiva de peso, medo de engordar, distorção da imagem corpórea, além de distúrbios sociais e emocionais. Antibiótico Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Antimicrobianosproduzidospormicrorganismos. Antibioticoterapia Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos É o tratamento de pacientes com sinais e sin- AME Amebíase Antibioticoterapia
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    20 tomas clínicos deinfecção pela administração de antimicrobianos. Anticoncepção Ver Métodos contraceptivos. Anticoncepção de emergência Categoria: Atenção à Saúde Uso de alguns tipos de pílula anticoncepcio- nal, em situações de emergência, para im- pedir que ocorra gravidez após uma relação sexual desprotegida – onde a mulher tem chance de engravidar. Antimicrobiano Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos São produtos capazes de destruir microrga- nismos ou de suprimir sua multiplicação ou crescimento. Anti-retroviral Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Denominação genérica para os medicamen- tos atualmente utilizados no tratamento da infecção pelo HIV, que é um retrovírus. Antraz Categoria: Doenças Toxiinfecção causada pelo Bacillus antracis, bactéria do solo e da vegetação (família Ba- cillaceae), formadora de esporos que podem contaminar herbívoros e, a partir, destes, in- fectar acidentalmente os homens que manipu- lam carneiros, cabras, suas peles, lã ou produ- tos derivados, seja por inoculação ou ingestão, o que condiciona diferentes formas clínicas. Aprendizagem social Categoria: Ciências Sociais em Saúde Esta teoria fundamenta as ações de prevenção no conhecimento e no processo de aprendi- zagem sobre a situação de risco e na possibi- lidade de adoção de práticas sexuais seguras. Constitui um modelo de intervenção centra- do no indivíduo. ARC Categoria: Doenças Sigla originada da expressão em inglês Aids Related Complex (Complexo Relacionado à Aids). Esta expressão foi muito utilizada na década de 80 para caracterizar os estágios clí- nicos intermediários da infecção pelo HIV e denominava o conjunto de sinais, sintomas e alterações laboratoriais freqüentemente pre- sentes em pacientes portadores de imunode- ficiência induzida pelo HIV, mas que ainda não apresentam diagnóstico para as doenças oportunistas mais graves, principalmente in- dicativas de aids. Artrite reumatóide Categoria: Doenças Doença inflamatória poliarticular crônica, in- cidindo principalmente nas articulações dos dedos e dos punhos, com caráter extensivo, deformante e anquilosante. Asbestose Categoria: Doenças Pneumoconiose associada ao asbesto ou amianto, sendo uma doença eminentemente ocupacional. É progressiva e irreversível, po- dendo se manifestar alguns anos após cessada a exposição. Asma Categoria: Doenças Doença crônica idiopática, em que há hiper- sensibilidade da traquéia e brônquios a estí- mulos que induzem constrição da musculatu- ra lisa das vias aéreas, espessamento do epitélio e presença de líquido na luz dos brônquios. Assistência à saúde Categoria: Atenção à Saúde O campo da assistência à saúde encerra um conjunto de ações levadas a efeito pelo SUS, em todos os níveis de governo, para o aten- ANT Anticoncepção Assistência à saúde
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    21 dimento das demandaspessoais, individuais e coletivas, e que é prestada no âmbito am- bulatorial e hospitalar, bem como em outros espaços, especialmente no domiciliar. Assistência ambulatorial Categoria: Atenção à Saúde Conjunto de procedimentos médicos e tera- pêuticos de baixa complexidade, possíveis de realização em ambulatórios e postos de saúde. Assistência aos trabalhadores Categoria: Atenção à Saúde Vigilância em Saúde Considera o trabalhador como sujeito a um adoecimento específico que exige estratégias, também específicas, de promoção, proteção e recuperação da saúde. Assistência farmacêutica Categoria: Atenção à Saúde Medicamentos, Vacinas e Insumos Grupo de atividades relacionadas com o me- dicamento, destinada a apoiar ações de saúde demandadas por uma comunidade. Envolve o abastecimento de medicamentos em todas e em cada uma de suas etapas constitutivas, a conservação e controle de qualidade, a segu- rança e a eficácia terapêutica dos medicamen- tos, o acompanhamento e a avaliação da uti- lização, a obtenção e a difusão de informação sobre medicamentos e a educação permanen- te dos profissionais de saúde, do paciente e da comunidade para assegurar o uso racional de medicamentos. Assistência farmacêutica básica Categoria: Atenção à Saúde Medicamentos, Vacinas e Insumos Compreende um conjunto de atividades rela- cionadas ao acesso e ao uso racional de medi- camentos, destinado a complementar e apoiar as ações da Atenção Básica à Saúde. Atenção à saúde Categoria: Atenção à Saúde Conjunto de ações levadas a efeito pelo SUS, em todos os níveis de governo, para o atendi- mento às demandas pessoais e das exigências ambientais, compreende três grandes cam- pos, a saber: o da assistência, o das interven- ções ambientais e o das políticas externas no setor Saúde. Atenção básica Categoria: Atenção à Saúde É um conjunto de ações, de caráter indivi- dual e coletivo, situadas no primeiro nível de atenção dos sistemas de saúde, voltadas para a promoção da saúde, a prevenção de agra- vos, o tratamento e a reabilitação. Atenção de alta complexidade Ver Alta complexidade. Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso Categoria: Atenção à Saúde Humanização do atendimento ao bebê pre- maturo e de baixo peso, melhorando o vín- culo entre a mãe, pai e bebê, diminuindo o tempo de separação, estimulando a prática de amamentação, diminuindo a infecção hospi- talar e a permanência do bebê no hospital. Atendimento de recuperação e reabilitação Categoria: Atenção à Saúde Atendimento oferecido após a alta do pacien- te, geralmente em ambiente ambulatorial. Atendimento pré-hospitalar Categoria: Administração e Planejamento em Saúde O sistema de atendimento pré-hospitalar tem a finalidade de atender vítimas em situação de urgências e emergências, antes de sua che- gada ao hospital. ASS Assistência ambulatorial Atendimento pré-hospitalar
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    22 Atendimento pré-hospitalar fixo Categoria:Administração e Planejamento em Saúde É aquela assistência prestada, num primeiro nível de atenção, aos pacientes portadores de quadros agudos, de natureza clínica, traumá- tica ou ainda psiquiátrica, que possa levar ao sofrimento, seqüelas ou mesmo à morte, pro- movendo um atendimento e/ou transporte adequado a um integrante do Sistema Esta- dual de Urgência e Emergência. Atendimento pré-hospitalar móvel Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Considera-se como nível pré-hospitalar mó- vel na área de urgência, o atendimento que procura chegar precocemente à vítima, após ter ocorrido um agravo à saúde (de natureza clínica, cirúrgica, traumática, inclusive as psi- quiátricas), que possa levar ao sofrimento, se- qüelas ou mesmo à morte, sendo necessário, portanto prestar-lhe atendimento e/ou trans- porte adequado a um serviço de saúde devi- damente hierarquizado e integrado ao Siste- ma Único de Saúde. Atividade de Apoio Diagnóstico e Terapêutico Categoria: Atenção à Saúde Abrange as diversas atividades de apoio diag- nóstico e terapêutico, tais como: laboratórios de análises clínicas, anatomia patológica, ra- diologia, endoscopia, fisioterapia, provas fun- cionais, hemoterapias, traçados diagnósticos (EEG, ECG) e os atendimentos individuais e em grupos realizados pelas diversas categorias profissionais nas unidades de saúde. Auditoria analítica Categoria: Administração e Planejamento em Saúde A auditoria analítica é planejada e realizada a partir de relatórios gerados do SIA e do SIH, fornecidos pelo DATASUS, compreendendo to- dos os serviços produzidos por prestador e com- parando-os com parâmetros preestabelecidos. Auditoria operacional Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Consiste no desenvolvimento de atividades no local onde os serviços são prestados. Deve ser progamada como rotina e em casos de de- núncia ou em decorrência de distorções de- tectadas nas ações políticas. Automedicação Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Uso de medicamento sem a prescrição, orien- tação e ou acompanhamento do médico ou dentista. Autonegligência Categoria: Acidentes e Violência Atenção à Saúde Conduta de pessoa idosa que ameaça sua própria saúde ou segurança, com a recusa ou fracasso de prover a si mesmo um cuidado adequado. Autoridade sanitária Categoria: Vigilância em Saúde Autoridade que tem diretamente a seu car- go, em sua demarcação territorial, a aplicação das medidas sanitárias apropriadas de acordo com as leis e regulamentos vigentes no terri- tório nacional e tratados e outros atos inter- nacionais dos quais o Brasil é signatário. Autorização de exportação Categoria: Direito Sanitário Documento expedido pela Secretaria de Vi- gilância em Saúde do Ministério da Saú- de (SVS/MS), que consubstancia a exporta- ATE Atendimento pré-hospitalar fixo Autorização de exportação
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    23 ção de substânciasconstantes na Portaria n.º 344/98, ou de suas atualizações, bem como os medicamentos que a contenham. Autorização de importação Categoria: Direito Sanitário Documento expedido pela Secretaria de Vi- gilância Sanitária do Ministério da Saúde (SVS/MS), que consubstancia a importa- ção de substâncias constantes na Portaria n.º 344/98, ou de suas atualizações, bem como os medicamentos que a contenham. Autorização de Internação Hospitalar (AIH) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Este é o principal formulário usado pelo SIH (Sistema de Informação Hospitalar) que per- mite o diagnóstico da produção de serviços. Este instrumento apresenta diversos modelos: a AIH1, que dispõe de dados de identificação do paciente, registro do conjunto de procedi- mentos médicos e serviços de diagnose e tera- pia realizados; e a AIH5, que dispõe de dados referentes a pacientes crônicos ou psiquiátri- cos que necessitam de continuidade no tra- tamento. Autorização de modelo Categoria: Vigilância em Saúde Autorização concedida pela Anvisa para que o fornecedor de um equipamento eletromé- dico, em processo de ensaio e ratificação pelo Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformi- dade (SBAC), possa ser fabricado, importa- do, exposto à venda e entregue ao consumo, pelo período de ano, até a conclusão do re- querido processo, n.º 444/99. Autorização sanitária Categoria: Vigilância em Saúde Ato privativo do órgão ou da entidade com- petente do Ministério da Saúde, incumbido da vigilância sanitária dos produtos de que trata o Decreto n.º 3.961, de 10 de outu- bro de 2001, contendo permissão para que as empresas exerçam as atividades sob regime de vigilância sanitária, instituído pela Lei n.º 6.360 de 1976, mediante comprovação de re- quisitos técnicos e administrativos específicos. Avaliação Categoria: Administração e Planejamento em Saúde O controle e avaliação a serem exercidos pelos gestores do SUS compreendem o co- nhecimento global dos estabelecimentos de saúde localizados em seu território, o cadas- tramento de serviços, a condução de proces- sos de compra e contratualização de serviços de acordo com as necessidades identificadas e legislação específica, o acompanhamento do faturamento, quantidade e qualidade dos ser- viços prestados, entre outras atribuições. Avaliação antropométrica Categoria: Alimentação e Nutrição Uso de medidas (principalmente peso e altu- ra) como critério para avaliar o crescimento físico e, por extensão, o estado nutricional. Avaliação da saúde mental Categoria: Atenção à Saúde Testes de função cognitiva e de humor. Azitodimidina Ver AZT. AZT Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Sigla do composto farmacológico azitotimi- dina. Também conhecida como zidovudina, é uma droga anti-retroviral do grupo dos inibi- dores da transcriptase reversa utilizada no tra- tamento da infecção pelo HIV. Foi o primei- ro medicamento a ser utilizado no tratamento de pacientes com infecção pelo HIV/aids. AUT Autorização de importação AZT
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    25 Baixo peso aonascer Categoria: Alimentação e Nutrição Aten- ção à Saúde Epidemiologia Classificação de recém-nascidos com menos de 2.500g. Banco de leite humano Categoria: Alimentação e Nutrição Aten- ção à Saúde Centro especializado responsável pela pro- moção do incentivo ao aleitamento materno e execução das atividades de coleta, proces- samento, estocagem e controle de qualida- des do leite humano extraído artificialmente, para posterior distribuição, sob prescrição do médico ou do nutricionista. Banco de preços em saúde-aids Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos O banco de preços visa garantir uma políti- ca global de acesso a medicamentos para a aids ao maior número de pessoas, com preços justos e adequados à realidade econômica de cada país. Banco de preços praticados na área hospitalar Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Registra e divulga pela internet os preços de medicamentos, material médico-hospitalar, insumos e serviços praticados junto aos hos- pitais. Banco de preservativos Categoria: Atenção à Saúde Promoção e Educação em Saúde São centros de educação e saúde organiza- dos pela própria comunidade com apoio da unidade de saúde local e tem o objetivo de ampliar o acesso da população não apenas ao preservativo, mas também a informações so- bre prevenção. Bancos de órgãos e tecidos Categoria: Atenção à Saúde São responsáveis pela retirada, processamento e conservação de órgãos e tecidos para fins de transplantes. Bebedor moderado Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social Pessoa que utiliza a bebida alcoólica sem de- pendência e sem problemas decorrentes de seu uso. Bebedor-problema Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social Pessoa que apresenta qualquer tipo de pro- blema (físico, psíquico ou social) decorrente do consumo do álcool, sem dependência. Bem-estar nutricional Categoria: Alimentação e Nutrição Estado orgânico em que as funções do con- sumo e utilização de energia alimentar e de nutrientes se fazem de acordo com as necessi- dades biológicas do indivíduo. Benzenismo Categoria: Doenças Nome dado às manifestações clínicas ou alte- rações hematológicas compatíveis com a ex- posição ao benzeno. B
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    26 Benzeno Categoria: Ambiente eSaúde Considerado uma substância mielotóxica, pois nas exposições crônicas atua sobre a me- dula óssea, produzindo quadros de hipoplasia ou de displasia. Vários estudos epidemiológi- cos demonstram a relação do benzeno com a leucemia linfocítica crônica, com a doença de Hodking e com a hemoglobinúria paroxísti- ca noturna. Biblioteca Virtual em Saúde Categoria: Comunicação em Saúde Objetiva cooperar na coleta, organização e disseminação de informações do setor Saúde. Permite que usuários possam interatuar e na- vegar no espaço de uma ou várias fontes de informação geradas, atualizadas e armazena- das na internet obedecendo a metodologias comuns que integram uma rede de entidades afins à Biblioteca Virtual em Saúde Pública. Biblioteca viva Categoria: Atenção à Saúde Comunicação em Saúde Humanização da assistência à criança hospi- talizada através da melhoria da qualidade da atenção nos períodos em que as crianças e seus familiares passam nas unidades hospitalares. Biodisponibilidade Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Indica a velocidade e a extensão de absorção de um princípio ativo de uma forma de dosa- gem, a partir de sua curva concentração/tem- po na circulação sistêmica ou sua excreção na urina. Bioequivalência Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Condição que se dá entre dois produtos far- macêuticos e que mostram uma mesma ou similar biodisponibilidade segundo uma série de critérios. Para tanto, dois produtos farma- cêuticos devem considerar-se como equiva- lentes terapêuticos. Bioética Categoria: Ética e Bioética Ramo da filosofia que estuda os avanços das ciências da vida e da saúde, com ênfase nas implicações éticas das pesquisas científicas e das ações de saúde. Biossegurança Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Condição de segurança alcançada por um conjunto de ações destinadas a prevenir, con- trolar e, reduzir ou eliminar riscos inerentes às atividades que possam comprometer à saúde humana, animal e vegetal e o meio ambiente. Biotecnologia Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Qualquer aplicação tecnológica que utilize sistema biológicos, organismos vivos ou seus derivados, para fabricar ou modificar produ- tos ou processos para utilização específica. Bócio Categoria: Doenças Aumento de volume da glândula tireóide, seja ele nodular ou difuso. Bulimia Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Distúrbio alimentar caracterizado pelo impul- so irresistível de comer, excessivamente, segui- dos por sentimentos de culpa e vergonha, pro- vocando o vômito ou utilizando laxativos e/ou diuréticos de maneira exagerada. BEN Benzeno Bulimia
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    27 Cadastro Nacional dosEstabelecimentos de Saúde (CNES) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde É a base para operacionalizar os Sistemas de Informações em Saúde, sendo estes impres- cindíveis a um gerenciamento eficaz e eficien- te. Visa disponibilizar informações sobre as atuais condições de infra-estrutura de funcio- namento dos Estabelecimentos de Saúde. Camisinha Ver Preservativo masculino. Câncer de esôfago Categoria: Doenças O câncer de esôfago mais freqüente é o carci- noma epidermoíde escamoso, responsável por 96% dos casos. O adenocarcinoma vem ten- do um aumento significativo principalmente nos casos de esôfago de BAPRET, quando há crescimento anormal de células do tipo gás- trico para dentro do esôfago. É mais inciden- te a partir dos 40 anos e está associado ao alto consumo de bebidas alcoólicas e de produtos derivados do tabaco (tabagismo). Câncer de estômago Categoria: Doenças O câncer de estômago (também denomina- do câncer gástrico) é a doença em que célu- las malignas são encontradas nos tecidos do estômago. Os tumores do câncer do estôma- go se apresentam, predominante, sob a forma de três tipos histológicos: o adenocarcinoma, responsável por 95% dos tumores gástricos, o linfoma, diagnosticado em cerca de 3% dos casos, e o leiomiossarcoma. Câncer de mama Categoria: Doenças Neoplasia maligna responsável por 1/5 das mortes por câncer do sexo feminino. Nos EUA, o risco global é de uns 10% (5 vezes mais que o Japão ou China) e o de morrer dele 3,6%. É raro antes dos 25 anos, mas, o grupo etário mais exposto (65-85 anos), o risco não vai além de 5,5%. A causa é des- conhecida e, nos últimos 30 ou 40 anos, não houve mudança sensível na situação mundial (cerca de 90 mil casos e 376 mil óbitos por ano). Fatores que aumentam o risco são geo- gráficos, genéticos, idade, duração do perío- do reprodutivo, nuliparidade, idade do pri- meiro parto, obesidade e, talvez a dieta com alto conteúdo lipídico e de álcool. Câncer de pâncreas Categoria: Doenças Neoplasias malignas da porção exócrina da glândula, derivadas quase sempre do epitélio ductal – adenocarcinomas –, que produzem tumores insidiosos e altamente fatais, mani- festando-se, em países como EUA, aumen- tos de três vezes nas últimas décadas, senão a causa atribuída ao tabagismo, à dieta e aos carcinógenos químicos. Câncer de pele Categoria: Doenças C
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    28 Como a peleé um órgão heterogêneo, esse tipo de câncer pode apresentar neoplasias de diferentes linhagens. Os mais freqüentes são: carcinoma basocelular, responsável por 70% dos diagnósticos de câncer de pele, o carci- noma epidermoíde com 25% dos casos e o melanoma, detectado em 4% dos pacientes. Felizmente o carcinoma basecular, mais fre- qüente, é também o menos agressivo. Esse tipo e o carcinoma epidermóide são também chamados de câncer de pele não melanoma, enquanto o melanoma e outros tipos, com origem nos melanócitos são denominados de câncer de pele melanoma. Câncer de próstata Categoria: Doenças Raro antes dos 50 anos, sua freqüência cres- ce depois rapidamente. Costuma ter início na zona periférica, posterior da glândula, o que o torna acessível ao toque retal. Cresce como massa compacta invasiva (em direção as vesí- culas seminais e base da bexiga) e metastati- zante, tanto por via sangüínea como linfática. A disseminação hematogênica faz-se principal- mente para os ossos, parte proximal ao fêmur, pelve, coluna toráxica e costelas, por ordem decrescente de seqüências, podendo a metás- tase ser osteolítica ou osteoblástica. A sinto- malogia, que aparece tardiamente, compreen- de disúria, hematúria ou dor; algumas vezes dor nas costas produzidas pelas metástases. Câncer do colo do útero Categoria: Doenças Neoplasia do colo do útero, mais freqüentes em mulheres com idade entre 40 e 45 anos, geralmente associado à presença de Papilo- mavírus de tipo 16 ou 18 (raramente outros). A infecção é transmitida sexualmente e de- termina alterações celulares detectáveis pelo método de Papanicolau. Câncer gástrico Ver Câncer de estômago Cancerologia Categoria: Doenças Setor especializado da medicina que se ocupa do estudo e do tratamento dos tumores. Cancro duro Categoria: Doenças Lesão primária causada pelo Treponema pallidum que é a bactéria causadora da sífilis. Normal- mente não causa dor e surge na glande ou na ca- mada interna do prepúcio. Tem forma arredon- dada ou oval, com as bordas levemente salientes. O cancro duro é o primeiro sinal da sífilis. Cancro mole Categoria: Doenças É uma doença sexualmente transmissível – DST que se caracteriza pelo aparecimento, nos órgãos genitais, de vesículas que vão se enchendo de pus e se transformam em feri- das que passam a purgar abundantemente, ao contrário do que ocorre com o cancro duro, as ulcerações causadas pelo cancro mole cos- tuma ser dolorosas e aparecem em lesões múl- tiplas. Esta DST é causada por uma bactéria denominada Haemophilus ducreyi. Candidíase Categoria: Doenças Tradicionalmente denominada monilíase ou “sapinho”, é uma infecção da vagina ou da vulva, causada pelo fungo Candida Albicans. Caracteriza-se por corrimento vaginal esbran- quiçado, coceira e inflamação das mucosas, que ficam avermelhadas e cobertas por placas. Embora a via sexual não seja a única forma de transmissão, a candidíase é considerada uma CAN Câncer de próstata Candidíase
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    29 doença sexualmente transmissível.Nos casos de imunodepressão, pode aparecer também no pênis, no êsofago, e mesmo se tornar uma infecção disseminada por todo o organismo (nos casos de imunodeficiência avançada). Carga viral Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Teste de qualificação da carga viral é uma metodologia que permite a determinação da qualidade de HIV circulante no organismo de uma pessoa infectada. Cartão Nacional de Saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Sistema informatizado de base nacional que possibilita a vinculação dos procedimen- tos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ao usuário, ao profissional que o reali- zou e também à unidade de saúde. Casas de Apoio para Mulheres em Situação de Risco Categoria: Acidentes e Violência São locais que acolhem mulheres vítimas de violência doméstica e sexual, com seus filhos e filhas menores. O local é sigiloso e eles po- dem permanecer por um período determina- do, recebendo assistência médica, psicológica e capacitação profissional. Catarata Categoria: Doenças Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) a catarata é a opacificação do crista- lino, que quando avançada dificulta a pene- tração dos raios luminosos na retina, pro- vocando deficiência visual e cegueira. Cerca de 85% das cataratas são classificadas como senis, acometendo pessoas com mais de 60 anos de idade, entretanto existem outras for- mas de catarata como, por exemplo, as cata- ratas congênitas, que acomentem crianças re- cém-nascidas cujas mães apresentam alguma patologia (como a rubéola, sífilis ou toxoplas- mose) durante a gravidez e as cataratas decor- rentes de enfermidades como o diabetes e o glaucoma ou de doenças genéticas e acidentes envolvendo trauma no globo ocular. CD4 Categoria: Doenças É um receptor presente, principalmente, nos linfócitos T-auxiliares (denominados por isso de Linfócitos-T CD4+) onde o HIV se liga para iniciar a infecção dessas células. Outras moléculas presentes na membrana dos linfó- citos-T desempenham um papel auxiliar, mas relevante, nesse processo de ligação HIV/Lin- fócito-T, e são denominadas co-receptores. Célula T4 Categoria: Doenças Linfócito auxiliar, também chamado de célu- la T-auxiliar. É nele que se localiza a partícula CD4, pela qual o HIV se liga à célula, enfra- quecendo o sistema imunológico. Célula T8 Categoria: Doenças Tipo de linfócito também chamado de T-su- pressor, que apresenta funções de citoxidade e controle da resposta imunológica. Centrais de Regulação Médica de Urgências Categoria: Atenção à Saúde As centrais, estruturadas nos níveis estadual, regional e/ou municipal, organizam a relação entre os vários serviços, qualificando o fluxo dos pacientes no sistema e geram uma porta de comunicação aberta ao público em geral, através da qual os pedidos de socorro são re- cebidos, avaliados e hierarquizados. CAR Carga viral Centrais de Regulação Médica de Urgências
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    30 Centrais Farmacêuticas Categoria: Medicamentos,Vacinas e Insumos Almoxarifados centrais de medicamentos, ge- ralmente na esfera estadual, onde é feita a es- tocagem e distribuição para hospitais, ambu- latórios e postos de saúde. Central Nacional de Transplante Categoria: Atenção à Saúde Articula o trabalho das Centrais Estaduais e provê os meios para as transferências de ór- gãos entre estados com vistas a contemplar as situações de urgência e evitar os desperdícios de órgãos sem condições de aproveitamento da sua origem. Centro de Atenção Psicossocial Categoria: Atenção à Saúde Serviço de atendimento aos pacientes por- tadores de transtornos mentais, alternativos à hospitalização convencional, que prestam atendimento por 8 ou 12 horas, ou mes- mo por 24 horas. Faz parte da rotina deste serviço oficinas terapêuticas e de prevenção das DST/HIV/aids, contando inclusive com aconselhamento e oferecimento do teste anti- HIV, além de auxiliar no monitoramento da adesão aos anti-retrovirais para aqueles usuá- rios portadores do HIV/aids. Centro de Referência em Assistência à Saúde do Idoso Categoria: Atenção à Saúde Hospital que dispõe de condições técnicas, instalações físicas, equipamentos e recursos humanos adequados para prestar assistência à saúde dos idosos, de forma integral e integra- da. Deve dispor, além de internação hospi- talar, ambulatório especializado em saúde do idoso, hospital dia-geriátrico e assistência do- miciliar de média complexidade, para a Rede Estadual de Assistência à Saúde do idoso. Centro de Orientação e Apoio Sorológico Categoria: Atenção à Saúde Unidade pública de saúde com a finalidade específica de oferecer testagem anônima para o vírus da aids e, ao mesmo tempo, desen- volver um processo de prevenção e orientação aos seus usuários. Centro de Saúde Categoria: Atenção à Saúde Unidade destinada a prestar assistência à saú- de de uma população determinada, contando com uma equipe de saúde interdisciplinar em caráter permanente, com médicos generalistas e ou especialistas. Sua complexidade e dimen- sões físicas variam em função das característi- cas da população a ser atendida, dos proble- mas de saúde a serem resolvidos e de acordo com o seu tamanho e capacidade resolutiva. Centro de Testagem e Aconselhamento em Aids Categoria: Atenção à Saúde Unidades da rede básica do Sistema Único de Saúde (SUS) que têm como objetivo es- timular a adoção de práticas sexuais seguras (prevenção primária) e incentivar que pessoas infectadas pelo HIV procurem e sejam acom- panhadas pelos Serviços de Assistência Espe- cializada (SAE) (prevenção secundária). Centro Nacional de Epidemiologia (Cenepi) Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Responsável pela definição de normas, pro- cedimentos técnicos e diretrizes operacionais do Sistema Nacional de Vigilância Epidemio- lógica. Deve promover a cooperação técnica e assessorar as Secretarias Estaduais e Muni- cipais de Saúde. Trabalha para a promoção e disseminação do uso da metodologia epide- miológica em todos os níveis do SUS. CEN Centrais Farmacêuticas Centro Nacional de Epidemiologia (Cenepi)
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    31 Centro Nacional deRegulação de Alta Complexidade Categoria: Atenção à Saúde Destina-se a organizar o fluxo de referência inte- restadual, de pacientes que necessitem de assis- tência hospitalar de alta complexidade eletiva, e a garantir o financiamento desses atendimentos. Centro Regional de Especialidade Categoria: Atenção à Saúde Estabelecimento de saúde instalado em agru- pamentos populacionais superiores a 30.000 habitantes que desenvolve atividades nas áreas médicas definidas através do perfil epidemio- lógico e recursos existentes em cada região. Para pequena cirurgia e leitos de repouso. Certificação de Conformidade Categoria: Vigilância em Saúde Ato em que um terceiro demonstra existir ga- rantia adequada de que um produto, proces- so ou serviço devidamente identificado, está em conformidade com uma norma ou regu- lamento técnico. Certificado de Boas Práticas de Fabricação Categoria: Direito Sanitário Documento legal emitido pela autoridade sa- nitária competente, atestando que determina- da linha de produção da empresa cumpre com os requisitos de Boas Práticas de Fabricação (BPF) estabelecidos pela legislação vigente. Certificado de Registro de Produto Categoria: Direito Sanitário Documento legal emitido pela Autoridade Sanitária competente, no qual consta a for- mulação qualitativa e quantitativa do produ- to incluindo detalhes sobre embalagem, rotu- lagem e prazo de validade. Chlamydia trachomatis Categoria: Doenças Bactéria responsável por várias doenças sexual- mente transmissíveis, entre elas o linfogranu- loma venéreo e uretrites não gonocócicas. Este organismo também pode causar outras doenças graves como salpingite, tracoma, conjuntivite do recém-nascido, proctite e es- terilidade permanente. Chumbo Categoria: Ambiente e Saúde É um dos metais mais presentes na Terra, podendo ser encontrado, praticamente, em qualquer ambiente ou sistema biológico, in- clusive no homem. As principais fontes de contaminação ocupacional e/ou ambiental são as atividades de mineração e indústria, es- pecialmente fundição e refino. Ciência e tecnologia Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Conceito amplo que compreende ações co- nexas de geração, difusão e aplicação de co- nhecimentos em todos os campos do saber, inclusive educação, gestão, informação, nor- malização, patentes, estudos e outras ativida- des ligadas à inovação e difusão tecnológica. Citomegalovírus Categoria: Doenças Vírus pertencente ao grupo dos herpesvírus, que pode acometer vários órgãos. A infecção pelo citomegalovírus ocorre, muitas vezes, pela via sexual. Nas pessoas sem transtornos imu- nitários geralmente é assintomática, mas pode provocar aumento de volume do fígado e/ou do baço, erupções, irritação na garganta, dores e mal-estar generalizado de evolução autolimi- tada. Quando a infecção se dá ainda no útero materno as conseqüências podem ser graves, podendo fazer com que o bebê apresente re- tardamento mental, cegueira, surdez e/ou pa- CEN Centro Nacional de Regulação de Alta Complexidade Citomegalovírus
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    32 ralisia cerebral. Nosindivíduos imunocom- prometidos, pode provocar doenças grave, o que, por sua vez, pode levar à cegueira e mes- mo à morte. Nos pacientes com aids são mais comuns o comprometimento da retina, do trato digestivo e do sistema nervoso central. Citopatologia Categoria: Doenças Ramo da patologia que estuda as doenças e as alterações patológicas do organismo em seu aspecto celular. Clamidiose Categoria: Doenças Também chamada de clamidíase, é uma doen- ça sexualmente transmissível causada pela bactéria clamydia trachomatis, que afeta ho- mens e mulheres. Se não for adequadamente tratada poderá provocar infertilidade perma- nente e, em casos de gravidez, haverá riscos de infecção nos olhos ou nos pulmões para o feto ou para o recém-nascido. Climatério Categoria: Atenção à Saúde Fase da vida da mulher que marca a transição do período reprodutivo para o não-reprodu- tivo. Esta fase pode estender-se por longo e variável período de tempo. Cobertura de serviços de saúde Categoria:AdministraçãoePlanejamentoemSaúde Oferta sistematizada de serviços básicos de saúde que satisfaçam às necessidades de uma população determinada, proporcionada de forma contínua, em lugares geograficamente acessíveis e que garantam o acesso da popula- ção aos diferentes níveis de atendimento aos sistemas de serviços de saúde. Coeficiente de morbidade Categoria: Epidemiologia Tem por função relacionar pessoas doentes com a população de onde estas advêm, den- tro de um intervalo de tempo determinado. Representam a tentativa de expressar uma idéia acerca da doença (no caso da morbida- de) ou até morte (neste caso, os coeficientes de mortalidade) e temporalmente definida. Coeficiente de natalidade Categoria: Epidemiologia Medida de freqüência de nascimentos, em uma determinada população, durante um pe- ríodo de tempo especificado. Cólera Categoria: Doenças Doença infecciosa aguda diarréica e grave, causada por Vibrio cholerae sorogrupo O1. A infecção tem lugar pela ingestão de águas com poluição fecal ou de produtos alimen- tícios contaminados por essas águas, ou ori- ginários delas (crustáceos, ostras, mexilhões, etc.) e consumidos crus ou malcozidos. Colesterol Categoria: Doenças Substância semelhante à gordura, encontra- da no sangue e nas membranas das células. Fundamental ao organismo humano para a produção de hormônios sexuais, produtos da digestão (bile), vitamina D, etc. No entanto, um nível elevado de colesterol sangüíneo tem mostrado ser o principal fator de risco para o desenvolvimento de cardiopatias. Comando único Categoria: Administração e Planejamento em Saúde É uma diretriz do SUS que visa à integração da gestão das ações e serviços de saúde em cada esfera de governo, em seus respectivos âmbitos de competência política e adminis- CIT Citopatologia Comando único
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    33 trativa. O objetivofinal é que cada esfera de governo seja capaz de assumir a responsabili- dade sanitária plena para melhorar a qualida- de de vida e saúde da população. Comissão Intergestores Bipartite Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Comissão integrada paritariamente por diri- gentes da Secretaria Estadual de Saúde e do órgão de representação dos Secretários Muni- cipais de Saúde do estado, deverá ser criada e formalizada através de portaria do Secretário Estadual de Saúde, sendo a instância privile- giada de negociação e decisão quanto aos as- pectos operacionais do SUS. Comissão Intergestores Tripartite Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Comissão integrada paritariamente por diri- gentes da Secretaria Estadual de Saúde e dos órgãos de representação dos Secretários Es- taduais de Saúde/Conass e do conjunto dos Secretários Municipais de Saúde/Conasems, tem por finalidade assistir ao Ministério da Saúde na elaboração de propostas para a im- plantação e operacionalização do SUS, sub- mentendo-se ao poder deliberativo e fiscaliza- dor do Conselho Nacional de Saúde. Comissões Intergestores Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Tem o objetivo de assegurar a gestão com- partilhada entre os governos municipais, es- taduais e federal para: evitar a duplicidade ou omissão na execução de ações e criar um es- paço onde gestores do sistema técnico de saú- de possam permanentemente negociar, deci- dir e firmar pactos. Comissões Intersetoriais Categoria: Administração e Planejamento em Saúde As comissões intersetoriais tem como finalida- de articular políticas e programas de interesse para a saúde, cuja execução envolva áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde. Componente Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Qualquer substância ou material a ser utili- zado na fabricação de um produto farmacêu- tico. Comportamento sexual Categoria: Ciências Sociais e Saúde É a forma pela qual os indivíduos exercem sua sexualidade. O comportamento sexual desenvolve-se a partir das experiências de re- lacionamento familiar, social e amoroso, as quais também sofrem influência de fatores educacionais, socioculturais, psicológicos e biológicos. Composição dos alimentos Categoria: Alimentação e Nutrição Valor nutritivo dos alimentos, ou seja, o seu conteúdo em substâncias específicas, como vitaminas, minerais e outros princípios. Composição populacional Categoria: Demografia Porcentagem de cada grupo etário em relação à população total. Comunicação de Acidente do Trabalho Categoria: Acidentes e Violência Atenção à Saúde Instrumento de notificação de acidente ou doença relacionada ao trabalho, de acordo com o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social). COM Comissão Intergestores Bipartite Comunicação de Acidente do Trabalho
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    34 Comunidades terapêuticas Categoria: Drogasde Uso Terapêutico e Social Serviços de atenção a pessoas com problemas decorrentes do uso ou abuso de substâncias psicoativas. Concentração Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Quantidade de substância(s) ativa(s) ou inativa(s) em determinada unidade de massa ou volume do produto. Condiloma acuminado Categoria: Doenças Doença sexualmente transmissível causada pelo Papiloma Vírus Humano. Causa apare- cimento de verrugas e/ou inchações rosadas e úmidas que formam na pele dos órgãos ge- nitais, superfície semelhante a uma crista de gado. O condiloma acuminado pode aparecer juntamente como os sintomas de gonorréia. Pode parecer também no ânus e no reto. Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) Categoria: Políticas Públicas e Saúde Entidade que reúne e representa o conjunto dos secretários de saúde dos estados. As fun- ções dos Cosems consistem em participar, em nome dos municípios, das articulações em torno da política de saúde, defender seus in- teresses junto às demais esferas de governo e aos prestadores de serviços ao SUS. Conselho Estadual de Saúde Categoria: Políticas Públicas e Saúde São órgãos colegiados integrantes da estrutu- ra básica da Secretaria de Saúde. Tem com- posição paritária: 50% usuários, 25% de prestadores de serviços público e privado. É a instância que tem poder deliberativo no ní- vel estadual. Focaliza e conclui as questões encaminhadas pela Comissão Intergestores Bipartite. Conselho Municipal de Saúde Categoria: Políticas Públicas e Saúde Instância permanente e deliberativa, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da Política Municipal de Saúde, com composição e atribuições previstas em lei municipal, observado o disposto na Lei 8.142, de 1990. Conselho Nacional de Saúde (CNS) Categoria: Políticas Públicas e Saúde Órgão específico do Ministério da Saúde for- mado por 32 conselheiros titulares com seus respectivos suplentes, representantes de enti- dades e instituições dos segmentos governo, prestadores de serviços privados de saúde, profissionais de saúde e usuários. Tem como objetivo atuar na formulação e controle da execução da política nacional de saúde, inclu- sive nos aspectos econômicos e financeiros, nas estratégias e na promoção do processo de controle social em toda a sua amplitude, no âmbito dos setores público e privado. As entidades com representação no CNS foram definidas no Decreto 1.448, de 6 de abril de 1995. A composição é paritária a fim de manter equilíbrio dos interesses envolvidos. Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass) Categoria: Políticas Públicas e Saúde Organismo de representação dos secretários estaduais de saúde que serve de interlocutor oficial do Ministério da Saúde com relação à política de saúde. Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) Categoria: Políticas Públicas e Saúde COM Comunidades terapêuticas Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass)
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    35 Organização não-governamental querepre- senta potencialmente todos os secretários municipais de saúde do País e serve de in- terlocutor oficial do Ministério da Saúde com relação à política de saúde. A Lei 8.142, de 1990, ao tratar da participação social no SUS define o Conasems como representan- te dos municípios no Conselho Nacional de Saúde. O Conasems é membro da Comissão Intergestores Tripartite. A fundação do Co- nasems é fruto do movimento municipalista da saúde, no próprio contexto que originou o SUS. Este movimento é precedido de di- versos encontros nacionais e regionais de Se- cretários Municipais de Saúde desde 1978, acompanhando o processo de redemocrati- zação do País. Conselho Tutelar Categoria: Acidentes e Violência São responsáveis por acolher denúncias, ave- riguar, encaminhar e orientar, nos casos de violação dos direitos da criança e do adoles- cente. Pode agir tanto quando existe ameaça, risco ou quando a violência já aconteceu. Conselhos de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Categoria: Acidentes e Violência São instrumentos para deliberar e acompa- nhar a política de enfrentamento da violência praticada contra crianças e adolescentes. Conselho de Saúde Categoria: Políticas Públicas e Saúde O Conselho de Saúde tem caráter permanente e deliberativo. É um órgão colegiado compos- to por representantes do governo, prestadores de serviços, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no con- trole de execução da política de saúde na ins- tância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. Conselhos dos Direitos da Mulher Categoria: Acidentes e Violência Direito Sanitário São formados a partir da iniciativa de mulhe- res do município, ou estado, juntamente com o governo. Elaboram propostas e promovem políticas para eliminar discriminações, cons- trangimentos à mulher e superar as desigual- dades de oportunidades entre homens e mu- lheres. Consórcios Intermunicipais Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Servem para ratear investimentos imprescin- díveis para uma região: reduzem custos em diversos municípios; ampliam a oferta e a qualidade de serviços numa mesma região; evitam a concentração de recursos em alguns municípios e implantam definitivamente o SUS em todo o território nacional. Consulta geriátrica Categoria: Atenção à Saúde Base da assistência ao idoso no âmbito am- bulatorial, deve ser fundamentado na coleta e no registro de informações que possam orien- tar o diagnóstico a partir da caracterização de problemas e o tratamento adequado, com a utilização rotineira de escalas de rastreamento para depressão, perda cognitiva e avaliação da capacidade funcional, assim como o correto encaminhamento para a equipe multiprofis- sional e interdisciplinar. Contágio Categoria: Doenças CON Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) Consulta geriátrica
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    36 Transferência do agenteetiológico, sem a in- terferência de veículos. Contra-referência Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ato formal de encaminhamento de um pa- ciente ao estabelecimento de origem (que o referiu) após resolução da causa responsável pela referência. Contrato de compra de serviços Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Modalidade a ser estabelecida com os presta dores privados, segundo uma lógica de paga- mento por produção. Contrato de gestão Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Instrumento de acompanhamento que define os compromissos do prestador com o siste- ma, devendo ser avaliado anualmente. Controle assistencial Categoria: Administração e Planejamento em Saúde O controle e avaliação a serem exercidos pelos gestores do SUS compreendem o co- nhecimento global dos estabelecimentos de saúde localizados em seu território, o cadas- tramento de serviços, a condução de proces- sos de compra e contratualização de serviços de acordo com as necessidades identificadas e legislação específica, o acompanhamento do faturamento, quantidade e qualidade dos ser- viços prestados, entre outras atribuições. Controle de endemias Categoria: Epidemiologia O Controle de Endemias, conforme imple- mentado na Portaria n.º 1.339, de 15 de de- zembro de 1999, trata de uma nova estra- tégia para reduzir e até eliminar as doenças endêmicas do Brasil. São descentralizadas da Fundação Nacional de Saúde (Funasa/MS) para os estados, municípios e Distrito Fede- ral, as ações de epidemiologia e controle de doenças, compreendendo, inclusive o contro- le das seguintes endemias: malária, leishma- niose, esquistossomose, tracoma, doença de chagas, peste, filariose, bócio, febre amarela e dengue. Controle de qualidade Categoria: Vigilância em Saúde Conjunto de medidas destinadas a verificar a qualidade de cada lote de medicamentos in- sumos farmacêuticos, drogas correlatos, cos- méticos, produtos de higiene, perfumes. Controle químico Categoria: Ambiente e Saúde O controle químico representa o uso de al- gum tipo de substância química para elimi- nar ou controlar vetores ou pragas agrícolas. Controle social Categoria: Políticas Públicas e Saúde Pro- moção e Educação em Saúde Participação popular na fiscalização e con- trole sobre as ações, no respectivo nível de governo, destacando-se na área da Saúde, as Conferências e os Conselhos de Saúde. Convênios Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Os convênios são projetos financiados pelo Ministério da Saúde, voltados para constru- ções, reformas, aquisição de equipamentos, unidades móveis e/ou manutenção de hos- pitais. Esses convênios são firmados entre o ministério e entidades, fundações, hospitais, CON Contágio Convênios
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    37 instituições filantrópicas, universidades,pre- feituras e órgãos federais. Podem originar-se de Emenda Parlamentar ou de programas es- pecíficos do Ministério da Saúde. Cooperativas médicas Categoria: Políticas Públicas e Saúde Os médicos (e outros profissionais de saúde) cooperados são, simultaneamente, sócios da cooperativas e prestadores de serviços. Nas cooperativas médicas, a vinculação dos usu- ários também se faz mediante pré-pagamen- to a planos individuais, familiares e empre- sariais. Coorte Categoria: Epidemiologia Grupo ou grupos de indivíduos definidos com base na presença ou na ausência de um ou mais atributos e seguidos através de um período estabelecido de tempo. Coqueluche Categoria: Doenças Termo descritivo para um quadro clínico de doença respiratória que pode ser causado por três espécies das bactérias Gram-negativas do gênero Bordetella: B. pertussis, que é a causa mais freqüente e mais grave, B. parapertussis, mais benigna; e B. bronchiseptica, a mais rara. Coquetel anti-aids Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Termo popularmente empregado para o uso de dois ou três medicamentos anti-retrovirais associados, e que se caracteriza pela tomada de um grande número de cápsulas ou com- primidos por dia. Em geral, a combinação é feita com dois inibidores de transcriptase re- versa e um inibidor de protease. Corantes de medicamentos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Substâncias adicionais aos medicamentos, produtos dietéticos, cosméticos, perfumes, produtos de higiene e similares, com o efeito de lhes conferir cor e, em determinados tipos de cosméticos, transferi-la para a superfície cutânea e anexos da pele. Correlato Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Correlato é a substância, produto, aparelho ou acessório não enquadrados nos conceitos de droga, medicamento e insumo farmacêu- tico, cujo uso ou aplicação esteja ligado à de- fesa e proteção da saúde individual ou cole- tiva, à higiene pessoal ou de ambientes, ou a fins diagnósticos e analíticos, os cosméticos e perfumes e, ainda, os produtos dietéticos, óticos, de acústica médica, odontológicos e veterinários. Corrimento Categoria: Doenças Secreção (líquido) anormal, que pode sair da uretra, da vagina ou do colo do útero. O cor- rimento pode ser amarelado, acidentado com pus ou esbranquiçado, dependendo do tipo de agente causador (microorganismo). Crenças em saúde Categoria: Promoção e Educação em Saúde Baseia-se nas atitudes e crenças do indiví- duo sobre sua condição de saúde, sobretudo quanto à sua percepção da suscetibilidade e severidade da condição de saúde, a percep- ção dos benefícios dos recursos disponíveis e a percepção das barreiras de acesso aos ser- viços. Crescimento Categoria: Alimentação e Nutrição Aten- ção à Saúde Processo dinâmico e contínuo que ocorre CRE Cooperativas médicas Crescimento
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    38 desde a concepçãoaté o final da vida, con- siderando-se os fenômenos de substituição e regeneração de tecidos e órgãos. É consi- derado como um dos melhores indicadores de saúde da criança, em razão de sua estreita dependência de fatores ambientais, tais como alimentação, ocorrência de doenças, cuida- dos gerais e de higiene, condições de vida da criança, no passado e no presente. Crescimento compensatório Categoria: Alimentação e Nutrição Atenção à Saúde Aumento da velocidade de crescimento supe- rior ao esperado para a idade após uma desa- celeração no ritmo de crescimento devido a doenças infecciosas e/ou problema social. Cretinismo Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Retardo mental resultante da ação adversa da deficiência de iodo na maturação do sistema nervoso da criança. Cuidado comunitário do idoso Categoria: Atenção à Saúde Baseia-se, fundamentalmente, na família e na atenção básica à saúde, através das Unidades Básicas de Saúde, em especial daquelas sob a Estratégia de Saúde da Família, as quais de- vem representar para o idoso o vínculo com o sistema de saúde. Cuidados paliativos Categoria: Direito Sanitário Assistência ativa e integral a pacientes cuja doença não responde mais ao tratamento curativo. Controle da dor, de outros sintomas e solução de problemas psicológico, social e espiritual é soberano. A meta do cuidado pa- liativo é de proporcionar a melhor qualidade de vida ao paciente e seus familiares. Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde o Pro- grama Nacional de Assistência à Dor e Cuida- dos Paliativos, por meio da PRT-000019, de 3 de janeiro 2002. CRE Crescimento compensatório Cuidados paliativos
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    39 D4T Categoria: Medicamentos, Vacinase Insumos Também conhecida como estavudina, é uma droga anti-retroviral do grupo dos inibidores da trascriptase reversa (semelhante ao AZT, DDC e DDI), utilizada no tratamento da in- fecção pelo HIV. Data de vencimento Categoria: Vigilância em Saúde Data indicada pelo fabricante de maneira ex- pressa, que se baseia nos estudos de estabili- dade do produto e depois da qual o produto não deve ser usado. DDC Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Sigla do composto farmacológico dideoxiti- dina. Também conhecida como zalcitabina, é uma droga anti-retroviral do grupo dos ini- bidores da transcriptase reversa (com ação se- melhante ao AZT), utilizada no tratamento de pacientes com infecção pelo HIV/aids. DDI Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Sigla do composto farmacológico dideoxii- nosine. Também conhecida como didanosi- na, é uma droga anti-retroviral do grupo dos inibidores da transcriptase reversa (com ação semelhante ao AZT e DDC), utilizada no tratamento de pacientes com infecção pelo HIV/aids. Declaração de saúde do viajante Categoria: Vigilância em Saúde Instrumento declaratório e de coleta de dados para identificação do viajante, sintomatologia clínica, contato, procedência, destino e meios de transporte utilizados, com vistas ao acompanha- mento e controle epidemiológico e sanitário. Declaração marítima de saúde Categoria: Vigilância em Saúde Documento a ser emitido em conformidade com o Regulamento Sanitário Internacional contendo informações sobre a identificação da embarcação, a viagem e a saúde dos viajantes. Deficiência de ferro Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Estado orgânico de carência deste micro- nutriente, que ocorre quando o consumo alimentar de ferro biodisponível é baixo, quando as perdas de sangue são elevadas, o aumento dos requerimentos por processos infecciosos e ou febris, ou, ainda, quando ocorrem simultaneamente as duas condições, diminuindo o estoque corporal de ferro, po- dendo resultar no aparecimento de anemia. Deficiência de micronutrientes Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Estado orgânico de carência de princípios nu- tritivos cujas exigências são muito pequenas, medindo-se em miligramas diárias, como a vitamina A, o ferro, o iodo e o zinco. Deficiência energético-protéica Ver Desnutrição energético-protéica. Deficiência nutricional Categoria: Alimentação e Nutrição D
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    40 Resultado de umprocesso onde as necessida- des fisiológicas de nutrientes não estão sen- do atingidas. Podem ser decorrentes tanto de problemas alimentares, como baixa ingestão de fontes de ferro, que resulta em anemia, ou de problemas orgânicos, como não absorção intestinal. Deficiência primária de iodo Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças É a deficiência de iodo, inicialmente atribuí- da à baixa ingestão deste micronutriente. Deficit de altura Categoria: Alimentação e Nutrição Atenção à Saúde Atraso do crescimento estatural, quando comparado com os padrões de normalidade por sexo e idade. Delegacia Categoria: Acidentes e Violência Executam atividades de proteção, prevenção e vigilância às vítimas de qualquer tipo de violência, e responsabilização dos agressores. Dengue Categoria: Doenças A dengue é uma doença febril aguda, de etio- logia viral e de evolução benigna na forma clássica, e grave quando se apresenta na for- ma hemorrágica. A dengue é hoje a mais im- portante arbovirose (doença transmitida por artrópodes) que afeta o homem e constitui-se em sério problema de saúde pública no mun- do, especialmente nos países tropicais, onde as condições do meio ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do Aedes ae- gypti, principal mosquito vetor. Denominação comum brasileira Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Denominação do fármaco ou princípio far- macologicamente ativo aprovada pelo órgão federal responsável pela vigilância sanitária. Departamento de Informática do SUS (Datasus) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Departamento do Ministério da Saúde que tem a responsabilidade de coletar, processar e disseminar informações sobre saúde. Consti- tui uma enorme base de dados e fornece ser- viços de tecnologia. Depressão Categoria: Doenças Caracteriza-se pelo humor depressivo, pela perda de interesse e prazer nas atividades habi- tuais, pela diminuição da energia, com sensa- ção de cansaço, que leva a uma diminuição das atividades. Podem estar presentes outros sin- tomas, como falta de concentração e atenção; a baixa auto-estima, sentimentos de culpa ou inutilidade, pessimismo, alterações de apetite e do peso corporal, alterações no padrão do sono. As idéias e os atos suicidas não são raros. Dermatite atópica Categoria: Doenças Inflamação crônica da pele observada em pes- soas com predisposição hereditária para baixo limiar cutâneo ao prurido, caracterizada por intensa coceira que leva o paciente a coçar- se e arranhar-se até produzir lesões típicas de eczema. Dermatite de contato alérgica Categoria: Doenças Reação alérgica retardada tipo IV, desenca- deada pelo contato da pele com determinada substância que atua como alergênio, produ- zindo grau variável de eritema, edema e ve- siculação. DEF Deficiência primária de iodo Dermatite de contato alérgica
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    41 Dermatite de contatoirritativa Categoria: Doenças Inflamação da pele que varia do eritema, com produção de escamas, até a necrose, causada pelo contato imediato ou repetitivo com de- terminada substância não imunológica, atuan- do como substância química irritante. Dermatite seborréica Categoria: Doenças É a afecção crônica, freqüente, recorrente, não contagiosa que ocorre em regiões como sulco nasogeneano, sobrancelhas, região retroauricu- lar, couro cabeludo e em áreas intertriginosas. Dermatofitose Categoria: Doenças Termo geral para infecções micóticas que afetam a superfície epidérmica, devida a fungos derma- tófitos. Atacam tecidos queratinizados (unhas). Dermatoses ocupacionais Categoria: Atenção à Saúde Doenças Embora benignas, em sua maioria, consti- tuem problema de avaliação difícil e com- plexa. Referem-se a toda alteração da pele, mucosas e anexos, direta ou indiretamente causada, condicionada, mantida ou agravada pela atividade de trabalho. Desburocratização Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Procedimentos burocráticos para eliminar os ex- cessos e propor medidas de desburocratização em suas respectivas áreas, com o objetivo de melhor atender o cidadão, reduzir a interferência do go- verno na sua vida e abreviar a solução dos casos em que essa interferência é necessária. Descentralização Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Redistribuição de recursos e responsabilida- des entre os entes federados com base no en- tendimento de que o nível central, a União, só deve executar aquilo que o nível local, os municípios e estados, não podem ou não conseguem. A gestão do Sistema (SUS) passa a ser de responsabilidade da União, dos esta- dos e dos municípios, agora entendidos como os gestores do SUS. Desenvolvimento tecnológico Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Desenvolvimento de produtos e processos por intermédio de um processo autônomo ou pela efetiva absorção de tecnologias desenvol- vidas em outros países. Desidratação Categoria: Doenças É a deficiência de água e eletrólitos corpó- reos por perdas superiores à ingestão devido a ingestão reduzida (anorexia, coma e restri- ção hídrica), perda aumentada gastrointesti- nal (vômitos e diarréias), perda aumentada urinária (diurese osmótica, administração de diuréticos, insuficiência renal crônica e da su- pra-renal), perda aumentada cutânea e respi- ratória (queimaduras e exposição ao calor). Desinfetante Categoria: Ambiente e Saúde Vigilância em Saúde Saneante domissanitário destinado a destruir, indiscriminada ou seletivamente, microrga- nismos, quando aplicado em objetos inani- mados ou ambientes. Desmame Categoria: Alimentação e Nutrição Atenção à Saúde Processo que se inicia com a introdução de qualquer alimento na dieta da criança que Desmame Dermatite de contato irritativa DER
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    42 não seja oleite materno – incluindo os chás e a água – e que termina com a suspensão completa do leite materno. Desnutrição Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Termo genérico usualmente empregado para discriminar deficiências nutritivas, referindo- se, principalmente, à desnutrição energético- protéica. Desnutrição crônica Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Processo carencial de longa duração, expres- so, ilustrativamente, no déficit de altura. Desnutrição energético-protéica Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Refere-se ao estado nutricional que ressalta a deficiência de calorias e proteínas. Ocorre so- bretudo em crianças. Detergente Categoria: Ambiente e Saúde Vigilância em Saúde Saneante domissanitário destinado a dissolver gorduras e à higiene de recipientes e vasilhas e à aplicação de uso doméstico. Diabetes Categoria: Doenças Grupo de doenças com causas múltiplas e ca- racterizada por deficiência absoluta ou relativa de insulina ou por anomalia funcional da in- sulina e, conseqüentemente, hiperglicemia. Diarréia Categoria: Doenças Alteração do hábito intestinal normal, em que uma evacuação por dia ou três vezes na semana é substituída por inúmeras dejeções líquidas. Diarréia aguda Categoria: Doenças Diarréia aguda é uma doença caracterizada pela perda de água e eletrólitos, que resulta no aumento do volume e da freqüência das evacuações e diminuição da consistência das fezes, apresentando algumas vezes muco e sangue (disenteria). A maioria dos episódios de diarréia aguda é provocada por um agente infeccioso e dura menos de duas semanas. Didanosina Ver DDI Dideoxiinosine Ver DDI Dideoxitidina Ver DDC Dieta Categoria: Alimentação e Nutrição Genericamente, corresponde aos padrões ali- mentares dos indivíduos. Especificamente, pode representar uma combinação recomen- dada de alimentos em determinadas propor- ções para atender necessidades terapêuticas. Difteria Categoria: Doenças Doença transmissível aguda, toxiinfecciosa, causada pelo bacilo toxicogênico gram-posi- tivo, denominado Corybebacterium diphthe- rial. Aloja-se freqüentemente nas amígdalas, na faringe, na laringe, no nariz e, ocasional- mente, em outras mucosas e na pele. É carac- terizada por placas pseudomembranosas. Digestão Categoria: Alimentação e Nutrição Engloba todo o processo de redução da estra- da física e química do alimento durante a sua passagem pelas vias digestivas, convertendo-o em formas, que passam ser absorvidos pelo corpo através da corrente sangüínea. DES Desnutrição Digestão
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    43 Direção única Ver Comandoúnico. Direitos civis e políticos Categoria: Direito Sanitário São aqueles que asseguram o direito à igual- dade perante a lei, garantindo que nenhuma pessoa pode ser discriminada ou impedida de gozar dos direitos previstos na Constituição Federal. Compreendem: direito ao registro civil; direito dos presos; direito a um julga- mento justo; proibição de tortura, de escravi- dão; direito de ir e vir, à liberdade de opinião e de pensamento; direito de se associar e de participar da vida política; direito a votar, fa- zer parte de partidos políticos, de candidatar- se a cargos públicos. Dislipidemia Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Termo que se refere a alterações, quase sem- pre por excessos nos teores de lipídeos ou gorduras de sangue, como o colesterol. Dispensação Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos É o ato profissional farmacêutico de pro- porcionar um ou mais medicamentos a um paciente, geralmente como resposta à apre- sentação de uma receita elaborada por um profissional autorizado. Neste ato, o farma- cêutico informa e orienta o paciente sobre o uso adequado do medicamento. Dispensário de medicamentos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Setor de fornecimento de medicamentos in- dustrializados, privativo de pequena unidade hospitalar ou equivalente. Distritalização Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Atenção à Saúde Espaço descentralizado de construção do SUS, considerado território estratégico para estruturação das ações de saúde do traba- lhador. Distritos devem ser compreendidos como processo social de mudanças de práti- cas sanitárias, tem dimensão política e ideoló- gica (microespaço social) na estruturação de uma nova lógica de atenção, pautada no pa- radigma da concepção ampliada do processo saúde-doença, o que implica mudança cultu- ral da abordagem sanitária. Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (Dort) Categoria: Doenças São afecções decorrentes das relações e da or- ganização do trabalho existentes no moderno mundo do trabalho, onde as atividades são relacionadas com movimentos repetitivos em posturas inadequadas, trabalho muscular es- tático, conteúdo pobre das tarefas, monoto- nia e sobrecarga mental, associadas à ausên- cia de controle sobre a execução das tarefas, ritmo intenso de trabalho, pressão por pro- dução, relações conflituosas com as chefias e estímulo à competitividade exarcebada. Vi- bração e frio intenso também estão relaciona- dos com o surgimento de quadros da doença. Distúrbios alimentares Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Comportamentos anormais relacionados ao alimento e à nutrição. Doença de Alzheimer Categoria: Doenças Processo degenerativo progressivo, com perda de células na parte basal do pró-encéfalo, ao córtex cerebral, principalmente da formação hipocampal e área corticais associativas, bem como de outras regiões encefálicas. DIR Direção única Doença de Alzheimer
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    44 Doença de Chagas Categoria:Doenças Doença que na fase aguda, manifesta-se ge- ralmente por febre, tumefação local (chago- ma) ou edema bipalpebral unilateral, adeni- te regional (complexo oftalmoganglionar), podendo acompanhar-se de anemia tóxica, hepatomegalia, miocardite aguda e, eventual- mente, meningite. O início costuma ser dis- creto ou assintomático, caracterizando uma fase indeterminada da doença, de duração muito variável. Doença de Parkinson Categoria: Doenças Síndrome degenerativa do Sistema Nervo- so Central, de etiologia desconhecida, len- tamente evolutiva e caracterizada por: a) re- dução e lentidão dos movimentos; b) rigidez muscular; c) tremor em repouso; d) instabili- dade postural. Doença de Wilson Categoria: Doenças Distúrbio autossômico recessivo do metabo- lismo do cobre, que se caracteriza pelo acú- mulo de níveis tóxicos de cobre no fígado, no cérebro e nos olhos. Doença profissional Categoria: Atenção à Saúde Doenças Doença produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determina- da atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social. Doenças cardiovasculares Categoria: Doenças Drogas de Uso Tera- pêutico e Social Doenças que afetam o coração, o sistema vas- cular ou ambos, podendo ser de natureza ge- nética ou adquiridas antes ou depois do nas- cimento. Doenças crônico-degenerativas Categoria: Doenças Doenças que apresentam evolução de longa duração, acompanhada de alterações degene- rativas em tecidos do corpo humano. Doenças da nutrição Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Terminologia para uma grande variedade de doenças que resultam do baixo consumo, do consumo excessivo ou do desequilíbrio pro- longado da ingestão e utilização de princípios nutritivos que devem ser harmonicamente combinados. Doenças degenerativas Categoria: Doenças Patologias que provocam a transformação de um órgão de seu estado normal para um esta- do alterado, tornando-o incapaz ou deficien- te em exercer suas atividades. Doenças do trabalho Categoria: Atenção à Saúde Doenças Doença adquirida ou desencadeada em fun- ção de condições especiais em que o trabalho é realizado. Doenças dos idosos Categoria: Doenças Em geral são crônicas e múltiplas, perduram por vários anos e exigem acompanhamento médico e de equipes multidisciplinares per- manentes, além de intervenções contínuas. Doenças falciformes Categoria: Doenças Termo genérico usado para determinar um grupo de alterações genéticas caracterizadas pelo predomínio da hemoglobina S (HbS). No Brasil, a doença distribui-se heterogenea- DOE Doença de Chagas Doenças falciformes
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    45 mente, sendo maisfreqüente onde a proporção de antepassados negros da população é maior (Nordeste). Além das manifestações de ane- mia crônica, o quadro é dominado por episó- dios de dores osteoarticulares, dores abdomi- nais, infecções e enfartes pulmonares, retardo do crescimento e maturação sexual, acidente vascular cerebral e comprometimento crônico de múltiplos órgãos, sistemas ou aparelhos. Doenças oportunistas Categoria: Doenças Doenças causadas por agentes de baixa capa- cidade patogênica – que geralmente não cau- sam doenças –, mas que ocorrem devido à diminuição da capacidade imunitária do pa- ciente. Doenças prevalentes Categoria: Doenças Doenças com maior número de casos exis- tentes em função da população de uma re- gião geográfica determinada. Doenças renais Categoria: Doenças As doenças renais são tradicionalmente di- vididas em quatro categorias, que obedecem aos quatro compartimentos anatômicos bá- sicos: glomérulos, túbilos, interstício e vasos sangüíneos. Entretanto, muitos distúrbios afetam mais de uma estrutura e a interdepen- dência anatômica desses compartimentos sig- nifica que a lesão de um deles afeta secunda- riamente, os outros. Doenças sexualmente transmissíveis Categoria: Doenças São doenças infecciosas adquiridas por con- tágio sexual. Domiciliação do risco Categoria: Atenção à Saúde Execução de atividades de trabalho no espaço familiar que acarreta a transferência de riscos/ fatores de risco ocupacionais para o fundo dos quintais, ou mesmo para dentro de casa. Donovanose Categoria: Doenças Doença crônica progressiva que acomete pre- ferencialmente pele e mucosas das regiões ge- nitais, perianais e inguinais. A donovanose é freqüentemente associada à transmissão se- xual, embora os mecanismos de transmissão não sejam ainda bem conhecidos. Drogas Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Substância ou matéria-prima que tenha fina- lidade medicamentosa ou sanitária. Drogas ilícitas Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social Produtos contendo substâncias psicoativas cuja produção, promoção, comercialização e consumo são criminalizadas. Drogas injetáveis Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social São substâncias injetadas por via intravenosa (a mais freqüentemente utilizada), intramus- cular, ou, mais raramente, subcutânea. Em nosso País, as drogas ilícitas mais freqüente- mente injetadas são a cocaína, a heroína e al- gumas preparações das anfetaminas. Drogas lícitas Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social Produtos contendo substâncias psicoativas cuja produção, comercialização e uso não é criminalizado. No nosso meio, as drogas lí- citas mais consumidas são as bebidas alcoóli- cas, o tabaco e os medicamentos. DOE Doenças oportunistas Drogas lícitas
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    47 Eczema Categoria: Doenças É umadoença inflamatória da pele caracteri- zada por eritema, edema, vesículas, escomas, crostas e liquenificação. Associada a prurido e saudada por fatores exógenos ou endógenos. Educação continuada Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pú- blica Constitui-se no processo de permanente aquisição de informações pelo trabalhador, de todo e qualquer conhecimento, por meio de escolarização formal, de vivências, de ex- periências laborais e emocionais, no âmbito institucional ou fora dele. Educação permanente Ver Educação continuada Educação sexual Categoria: Promoção e Educação em Saúde Ação educativa realizada pela família, pela es- cola, pelos serviços de saúde e por outros ato- res sociais, cujo objetivo é a preparação para uma vida sexual mais prazerosa, sadia e se- gura. Eficácia dos medicamentos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos A capacidade de o medicamento atingir o efeito terapêutico visado. Elisa Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Sigla de Enzyme Linked Immunosorbent As- say que significa ensaios imuno-enzimáticos que permitem verificar se uma pessoa está in- fectada por um agente. Embriaguez Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social Quando os efeitos imediatos do uso do álcool tornam-se mais intensos caracteriza-se um caso de embriaguez cujas peculiaridades es- senciais são as mudanças de comportamento que podem incluir agressividade incapacida- de de julgamento, euforia, depressão, labi- lidade emocional e outras manifestações de comprometimento social ou ocupacional do indivíduo. Endemia Categoria: Epidemiologia É a presença contínua de uma enfermidade ou de um agente infeccioso em uma zona geo- gráfica determinada; pode também expressar a prevalência usual de uma doença particular numa zona geográfica. Endemias carenciais Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Endemias carenciais, como a anemia ferro- priva, a desnutrição energético-protéica e o bócio, ocorrem com uma freqüência regular e praticamente constante e prevalência acima dos limites tolerados como “normais”. Enriquecimento alimentar Categoria: Alimentação e Nutrição Adição de determinados nutrientes (vitami- nas, sais minerais ou outros) a alimentos com baixo conteúdo em relação a determinados E
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    48 princípios nutritivos. Ensaio terapêutico Categoria:Ciência e Tecnologia em Saúde Experimentação científica conduzida em se- res humanos, que tem como objetivo de- monstrar o benefício (eficácia, interesse prá- tico, inocuidade relativa...) de uma droga ou de uma estratégia terapêutica. Essa metodo- logia traz uma dupla garantia em comparação com a avaliação intuitiva, não-experimental, de um novo tratamento. Ensaios clínicos Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Qualquer pesquisa que, individual ou cole- tivamente, envolva o ser humano, de forma direta ou indireta, em sua totalidade ou par- tes dele, incluindo o manejo de informações ou materiais. Ensaios de comunidade Categoria: Atenção à Saúde Ciência e Tec- nologia em Saúde Onde um grupo de indivíduos como um todo, é usado para determinar a eficácia da droga ou procedimento que está sendo tes- tado. Envelhecimento populacional Categoria: Demografia Ocasiona um incremento das doenças crôni- co-degenerativas no perfil epidemiológico da população. Epidemia Categoria: Epidemiologia É a manifestação, em uma coletividade ou re- gião, de um corpo de casos de alguma enfer- midade que excede claramente a incidência de uma doença prevista. O número de casos que indica a existência de uma epidemia va- ria com o agente infeccioso, o tamanho e as características da população exposta, sua ex- periência prévia ou falta de exposição à en- fermidade, e o local e a época do ano em que ocorre. Epidemiologia descritiva Categoria: Epidemiologia Inclui a definição de casos potencialmente causados pelo agente ambiental, visando a diferenciar os casos epidêmicos daqueles de ocorrência habitual na população estudada, tendo como denominador a população sob risco, ou seja, aquela onde podem ocorrer os casos. Uma vez estabelecido que os casos ocorrem com maior freqüência que o espera- do, deve-se estabelecer um sistema de pesqui- sa de casos que permita conhecer melhor sua distribuição na população. Epilepsia Categoria: Doenças É definida como um distúrbio cerebral crôni- co, de várias etiologias, caracterizado por cri- ses epiléticas recorrentes e espontâneas. Eqüidade Categoria: Eqüidade em Saúde e Social Igualdade na assistência à saúde, com ações e serviços priorizados em função de situações de risco, das condições de vida e da saúde de de- terminados indivíduos e grupos de população. Equipamento de diagnóstico Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Equipamento, aparelho ou instrumento de uso médico, odontológico ou laboratorial, destinado à detecção de informações do or- ganismo humano para auxílio a procedimen- to clínico. Equipe multiprofissional Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pú- blica ENS Ensaio terapêutico Equipe multiprofissional
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    49 Composta por médicoassistente, enfermeiro, técnico-enfermagem, fisioterapeuta, nutricio- nista, assistente social, fonoaudióloga, psicó- logo e terapeuta ocupacional. Equivalência in vitro Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Condições em que dois ou mais medicamen- tos ou fármacos, exercem o mesmo efeito far- macológico, quantitativamente, em cultivos de células. Escabiose Categoria: Doenças Eczema causado pelo ácaro Sarcoptes scabiei var hominis. É transmitida pelo contato pes- soal, sem preferência por idade, sexo ou raça. O principal sintoma é o prurido noturno. Estabelecimentos de saúde Categoria: Atenção à Saúde Denominação dada a qualquer local destina- do a realização de ações e/ou serviços de saú- de, coletiva ou individual, qualquer que seja o seu porte ou nível de complexidade. Estrutura de gênero Categoria: Ciências Sociais em Saúde Delimita o poder entre os sexos. Mesmo quando a norma legal é de igualdade, na vida cotidiana encontramos a desigualdade e a ini- qüidade na distribuição do poder e da rique- za entre homens e mulheres. Estudo de Utilização de Medicamentos (EUM) Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos São aqueles relacionados com a comercializa- ção, distribuição, prescrição e uso de medica- mentos em uma sociedade, com ênfase sobre as conseqüências médicas, sociais e econômi- cas resultantes; complementarmente, tem-se os estudos de farmacovigilância e os ensaios clínicos. Estudo Terapêutico Ampliado Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos São estudos realizados em grandes e variados grupos de pacientes, com o objetivo de deter- minar: o resultado do risco/benefício a curto e longo prazos das formulações do princípio ativo de maneira global (geral). Estudo Terapêutico Piloto Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Visa a demonstrar a atividade e estabelecer a segurança a curto prazo do princípio ativo, em pacientes afetados por uma determinada enfermidade ou condição patológica. As pes- quisas realizam-se em um número limitado (pequeno) de pessoas e freqüentemente são seguidas de um estudo de administração. Estudos descritivos Categoria: Epidemiologia Descrevem como ocorrem os efeitos causados à saúde segundo variáveis de interesse do pro- fissional da saúde, ou seja, sexo, idade, ocu- pação, etc. Estudos ecológicos Categoria: Ambiente e Saúde Estudos voltados a grupos populacionais uti- lizando índices ou taxas de mortalidade e morbidade, variáveis ambientais, culturais, socioeconômicas. São considerados também como estudo analítico. Estupro Categoria: Acidentes e Violência Ato de penetração oral, anal ou vaginal, utili- zando o pênis ou objetos e cometido à força ou sob ameaça, submetendo a vítima ao uso de drogas, ou ainda quando esta for incapaz de ter julgamento adequado. Ética em pesquisa Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde ESC Equivalência in vitro Ética em pesquisa
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    50 Ética e Bioética Termoutilizado de forma ampla, inclui dife- rentes assuntos relevantes do ponto de vista da ética em pesquisa envolvendo seres huma- nos e demais seres vivos. Inclui o comparti- lhamento justo dos créditos de autoria en- tre participantes de um grupo de pesquisa; o comportamento responsável na submissão ou revisão de pedidos de bolsas de pesquisa e, com maior visibilidade, o tratamento respon- sável de sujeitos de pesquisa. Evento adverso Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Qualquer ocorrência médica desfavorável ao paciente ou sujeito da investigação clínica e que não tem necessariamente relação causal com o tratamento. Evento adverso inesperado Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Um evento adverso cuja natureza ou severi- dade não é consistente com as informações aplicáveis ou conhecidas do produto, e não está descrito na bula ou monografia do pro- duto, brochura do pesquisador ou no proto- colo do estudo. Evento adverso sério Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Qualquer ocorrência médica desfavorável que resulta em: 1 - Morte; 2 - Ameaça ou risco de vida; 3 - Hospitalização ou prolongamento de uma hospitalização preexistente, excetu- ando-se as cirurgias eletivas e as internações previstas no protocolo; 4 - Incapacidade per- sistente ou significativa; 5 - Anomalia congê- nita ou defeito de nascimento; e 6 - Ocorrên- cia médica significativa. Exame de genotipagem Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos O exame de genotipagem tem como objeti- vo pesquisar o padrão de mutações respon- sáveis pela falha terapêutica de causa viral do paciente e inferir o perfil de resistência desta variante. Expectativa de vida ao nascer Categoria: Demografia É o tempo que seria esperado para um recém- nascido poder viver, em média. Explosão demográfica Categoria: Demografia Aumento da proporção da população de jo- vens. A taxa de nascimentos aumenta e a mortalidade diminui consideravelmente, o que ocasiona um crescimento muito grande da população às custas, principalmente, da população jovem. EVE Evento adverso Explosão demográfica
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    51 Família Categoria: Ciências Sociaisem Saúde Grupo de pessoas com vínculos afetivos, de consangüinidade ou de convivência. A famí- lia é o primeiro núcleo de socialização dos in- divíduos; quem primeiro transmite os valores, usos e costumes que irão formar as persona- lidades e a bagagem emocional das pessoas. Existem várias formas de organização familiar – as famílias monoparentais, as reconstruídas, as uniões estáveis, os casais do mesmo sexo, as famílias tradicionais. Uma criança pode ter um pai biológico e pais sociais (que se in- tegram ao grupo familiar, assumindo papéis paternos). Farmácia popular Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos É um programa do MS, para distribuição de medicamentos à população de todos os mu- nicípios que tenham equipes do Programa Saúde da Família implantadas e em funcio- namento. Farmácias magistrais Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Farmácias autorizadas a manipular medica- mento, inclusive o que contém psicotrópicos ou entorpecentes, cuja atividade requer au- torização especial de funcionamento expedi- do pelo órgão competente do Ministério da Saúde. Fármaco Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Substância química que é o princípio ativo do medicamento. Farmacocinética Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos São todas as modificações que um sistema biológico produz em um princípio ativo. Operativamente é o estudo da cinética (re- lação quantitativamente entre a variável in- dependente tempo e a variável dependente concentração) dos processos de absorção, dis- tribuição, biotransformação e excreção dos medicamentos (princípios ativos e/ou meta- bolitos). Farmacodinâmica Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos São todas as modificações que um princípio ativo produz em um sistema biológico. Do ponto de vista prático, é o estudo dos efeitos bioquímicos e fisiológicos dos medicamentos e seus mecanismos de ação. Farmacoepidemiologia Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Aplicação do método e raciocínio epidemio- lógico no estudo dos efeitos, benéficos e ad- versos, e do uso de medicamentos em popu- lações humanas. Farmacopéia brasileira Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Conjunto de normas e monografias de far- moquímicos, estabelecido por e para um país. Farmacoterapia Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos F
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    52 A aplicação dosmedicamentos na prevenção ou tratamento de doenças. Farmacovigilância Categoria: Vigilância em Saúde É a identificação e avaliação dos efeitos, agu- dos ou crônicos, do risco do uso dos trata- mentos farmacológicos no conjunto da po- pulação ou em grupos de pacientes expostos a tratamentos específicos. Farmoquímicos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Todas as substâncias ativas ou inativas que são empregadas na fabricação de produtos farmacêuticos. Fator de Incentivo ao Desenvolvimento de Ensino e Pesquisa (Fideps) Categoria: Economia de Saúde Valor adicional àquele recebido pelo hospital pela prestação de serviços. Esse valor é men- sal e definido pelo gestor estadual ou munici- pal no contrato de gestão. Febre amarela Categoria: Doenças Doença febril aguda de manifestações que vão desde sintomas inespecíficos até doença ictéri- ca hemorrágica fatal. A transmissão epidêmi- ca está relacionada à presença do Aedes aegypti, vetor que coloniza centros urbanos. Procrian- do-se em coleções de água no domicílio ou pe- ridomicílio. Pode apresentar ainda transmissão silvestre por outro tipo de vetor (Haemagogus) que mantém o ciclo com macacos. Febre do nilo ocidental Categoria: Doenças Infecção ou doença geralmente benigna cau- sada pelo Alphavirus do Oeste do Nilo. É ca- racterizada por um quadro agudo febril, com linfadenopatia e, por vezes, exantema. Febre tifóide Categoria: Doenças Doença ou infecção causada pelo sorovar Sal- monella Typhi, um bacilo Gram-negativo da família Enterobacteriacede, que é eliminado pelas fezes e urina dos indivíduos infectados. Ingeridos com água ou alimentos poluídos, os bacilos que penetram na mucosa do íleo ou cólon, multiplicam-se aí e invadem a cir- culação aparecendo de forma insidiosa depois de 7 a 20 dias de incubação. Feminilização no envelhecimento Categoria: Demografia O número de mulheres com 60 anos ou mais é superior ao número de idosos homens. Da mesma forma, a proporção de idosas em re- lação à população total de mulheres supera àquela correspondente aos homens idosos. Feminização da aids Categoria: Epidemiologia Conceito oriundo da epidemiologia, que des- creve uma mudança no padrão de dissemina- ção do HIV no Brasil (e no mundo), signifi- cando um aumento (progressivo) do número de mulheres infectadas e/ou doentes ao longo do período de observação. Ferro medicamentoso Categoria: Alimentação e Nutrição Composto orgânico ou inorgânico de ferro usado para tratamento das anemias. Formação profissional Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pública É o processo que sistematiza os conhecimen- tos técnicos e científicos por meio da edu- cação profissional de nível básico, técnico e superior, com o objetivo de propiciar ao indi- víduo o permanente desenvolvimento de ap- tidões, habilidades, competências e posturas FAR Farmacovigilância Formação profissional
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    53 solidárias perante osusuários, para o exercí- cio do trabalho e da educação a fim de inseri- lo nos setores profissionais. Formulação farmacêutica Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Relação quantitativa dos farmoquímicos que compõe um medicamento. Formulário terapêutico nacional Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Documento que reúne os medicamentos dis- poníveis em um país e que apresenta infor- mações farmacológicas destinadas a promo- ver o uso efetivo, seguro e econômico desses produtos. Fracionamento de alimentos Categoria: Alimentação e Nutrição Operações através das quais se divide um ali- mento, sem modificar sua composição original. Fração Assistencial Especializada (FAE) Categoria: Economia de Saúde É um montante que corresponde a procedi- mentos ambulatoriais de média complexida- de, medicamentos e insumos excepcionais, órteses e próteses ambulatoriais e Tratamen- to Fora do Domicílio (TFD), sob gestão do estado. Franca explosão demográfica Categoria: História da Saúde Pública Período que ocorreu a partir da Segunda Guerra Mundial, onde a mortalidade come- çava a declinar e a fecundidade permanecia alta, período que se completou no começo dos anos 70 com o início da queda acentuada da fecundidade. Fundação Nacional de Saúde (Funasa) Categoria: Epidemiologia Órgão executivo do Ministério da Saúde, tendo como missão ser uma agência de pro- moção e proteção à saúde, mediante ações in- tegradas de educação e de prevenção e con- trole de doenças e outros agravos, bem como em atendimento integral à saúde dos povos indígenas, visando à melhoria da qualidade de vida da população. Fundo Estadual de Saúde Categoria: Economia da Saúde Tem por objetivo criar condições financeiras e de administração de recursos destinados ao desenvolvimento das ações e serviços de saú- de executados ou coordenados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) no âmbito do SUS. Fundo Municipal de Saúde Categoria: Economia de Saúde É a conta onde são depositados todos os re- cursos repassados ao município pelo Ministé- rio da Saúde e pelo estado para a saúde, além daqueles destinados à saúde pelo próprio mu- nicípio. Fundo Nacional de Saúde (FNS) Categoria: Economia da Saúde É o gestor financeiro, na esfera federal, dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Fundos de saúde Categoria: Economia de Saúde São contas específicas que englobam todos os recursos destinados ao setor Saúde federais, estaduais, municipais, de doações e de ren- dimentos e que, obrigatoriamente, só podem ser utilizados em ações e serviços de saúde. Furúnculo Categoria: Doenças É um abscesso estafilocócico perifolicular, circunscrito, arredondado, doloroso e agudo que geralmente termina em supuração renal. FOR Formulação farmacêutica Furúnculo
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    55 Gelados comestíveis Categoria: Alimentaçãoe Nutrição Produtos alimentícios obtidos a partir de uma emulsão de gorduras e proteínas, com ou sem adição de outros ingredientes e substâncias que tenham sido submetidas ao congelamen- to, em condições que garantam a conservação do produto no estado congelado ou parcial- mente congelado, durante o armazenamento, o transporte, a comercialização e a entrega do consumo. Gênero Categoria: Ciências Sociais em Saúde É a construção cultural coletiva dos atributos de masculinidade e feminilidade. Esse concei- to foi proposto para distinguir-se do conceito de sexo, que define as características biológi- cas de cada indivíduo. Gerência em saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Administração de uma unidade ou órgão de saúde (ambulatório, hospital, instituto, fun- dação, etc.) que se caracterizam como presta- dores dos serviços do SUS. Gestação de alto risco Categoria: Atenção à Saúde Por gestação de alto risco entende-se como sendo aquela na qual a vida ou a saúde da mãe e/ou do feto tem maiores chances de ser atingida por complicações que a média das gestações. Gestão Avançada do Sistema Estadual Categoria: Administração e Planejamento em Saúde As responsabilidades específicas deste tipo de gestão são: contratação, controle, auditoria e pagamento do conjunto dos serviços, sob gestão estadual, contidos na FAE; contra- tação, controle, auditoria e pagamento dos prestadores de serviços incluídos no PAB dos municípios não habilitados; ordenação de pagamento dos demais serviços hospitalares e ambulatoriais sob gestão estadual; operação do SIA-SUS, conforme normas do MS, e ali- mentação dos bancos de dados de interesse nacional. Gestão do SUS Categoria: Administração e Planejamento em Saúde É a responsabilidade da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, que, por meio dos seus órgãos gestores, utilizam vários instrumentos de gestão objetivando garantir e aperfeiçoar o funcionamento do sistema de saúde. Gestão Estadual de Saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde A habilitação dos estados às diferentes condi- ções de gestão significa a declaração dos com- promissos assumidos por parte do gestor pe- rante os outros gestores e perante a população sob sua responsabilidade. Os estados poderão G
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    56 habilitar-se sob duascondições de gestão: a) gestão avançada do sistema estadual e b) ges- tão plena do sistema estadual. Gestão Federal de Saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Responsável pela formulação de políticas na- cionais de saúde, planejamento, normaliza- ção, avaliação e controle do SUS em nível nacional e pelo financiamento das ações e serviços de saúde por meio da aplicação/dis- tribuição de recursos públicos arrecadados. Gestão Municipal de Saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Responsável pela formulação da política mu- nicipal de saúde e a provisão das ações e ser- viços de saúde, financiados com recursos pró- prios ou transferidos pelo Gestor Federal e/ou Estadual do SUS. Gestão Plena da Atenção Básica Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Nesta gestão o município habilita-se a res- ponder apenas pelas ações básicas de saúde. Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Os municípios habilitados nesta condição de gestão devem dispor de condições de ofertar com suficiência e qualidade todo o elenco de procedimentos propostos para a Atenção Básica Ampliada, constantes no anexo 1 e 2 da NOAS/SUS 01/01. Além dos serviços de média e alta complexidades por meio de refe- rências de sua população para outros municí- pios, segundo “pactuação” estabelecida. Gestão Plena do Sistema Estadual Categoria: Administração e Planejamento em Saúde As responsabilidades específicas deste tipo de gestão são: contratação, controle, auditoria e pagamento aos prestadores do conjunto dos serviços sob gestão estadual, conforme de- finição da CIB; operação do SIA-SUS e do SIH-SUS, conforme normas do MS, e ali- mentação dos bancos de dados de interesse nacional. Gestão Plena do Sistema Municipal Categoria: Administração e Planejamento em Saúde O município habilita-se a responder por to- das as ações e serviços que garantam o atendi- mento integral de saúde da sua população. Gestor de saúde Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pú- blica São os responsáveis pelo SUS em cada esfera do governo: sistemas municipais, estaduais, do Distrito Federal e nacional de saúde. Gonorréia Categoria: Doenças Doença infectocontagiosa de transmissão predominantemente sexual, causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae ou Gonoco- co, que se caracteriza por provocar processos inflamatórios na uretra (uretrite), colo ute- rino (cervicite) e reto/ânus (proctite). A go- norréia é bastante prevalente nos países em desenvolvimento, embora ocorra no mundo inteiro. Geralmente, o tratamento é simples e eficaz, mas, recentemente, vêm sendo ob- servadas variantes resistentes aos antibióticos tradicionais. GES Gestão Federal de Saúde Gonorréia
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    57 Gravidez de altorisco Ver Gestação de alto risco. Grupo de apoio ao idoso Categoria: Atenção à Saúde Grupo que promove ações que visem à me- lhoria da qualidade de vida dos idosos. Grupo matricial Categoria: Ciências Sociais em Saúde Grupo composto por lideranças lésbicas do país, filiadas a ONGs que desenvolvem tra- balhos no âmbito da promoção da saúde, da visibilidade lésbica e do combate à epidemia do HIV/DST. Foi criado pela CN-DST/ AIDS em 2001, para ações de prevenção das DST/aids junto às mulheres que fazem sexo com mulheres (MSM). Guias terapêuticos padronizados Categoria: Doenças Coleções de roteiros terapêuticos preconiza- dos para doenças diversas. GRA Gravidez de alto risco Guias terapêuticos padronizados
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    59 Habilitação Categoria: Administração ePlanejamento em Saúde Declaração dos compromissos assumidos por parte do gestor perante os outros gestores e perante a população sob sua responsabilidade. Hábitos saudáveis Categoria: Atenção à Saúde Alimentação adequada e balanceada; a prá- tica regular de exercícios físicos; a convivên- cia social estimulante; e a busca, em qualquer fase da vida, de uma atividade ocupacional prazerosa e de mecanismos de atenuação do estresse. Hanseníase Categoria: Doenças Doença infectocontagiosa, crônica, curá- vel, causada pelo Bacilo de Hansen. O poder imunogênico do bacilo é responsável pelo alto potencial incapacitante da hanseníase. Um caso de hanseníase, definida pela Organização Mundial da Saúde, é uma pessoa que apresen- ta um ou mais dos critérios listados a seguir, com ou sem história epidemiológica e que re- quer tratamento quimioterápico específico: lesão(ões) de pele com alteração de sensibili- dade; espessamento de nervo(s) periférico(s), acompanhado de alteração de sensibilidade; e baciloscopia positivo para o bacilo de Hansen. Hemocad Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Vigilância em Saúde Tem por objetivo garantir maior controle nas inspeções de qualidade dos sangues doa- dos para os hemocentros e cadastramento das inspeções realizadas nas unidades hemoterá- picas públicas e privadas. Hemocentro Categoria: Atenção à Saúde Vigilância em Saúde Órgão executor das atividades hemoterápicas e hematológicas, em cuja estrutura mantém instalações apropriadas para o atendimento completo ao doador de sangue. Hemoderivados Categoria: Vigilância em Saúde São os produtos oriundos do sangue ou do plasma, obtidos por meio de processamento físico-químico ou biotecnológico. Hemofilia Categoria: Doenças A hemofilia é definida como uma coagulo- patia, doença da coagulação do sangue, cujo portador possui deficiência dos fatores de coa- gulação sangüínea, os quais são responsáveis pela coagulação, impedindo que haja hemor- ragias interna e/ou externa. Hemoinsp Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Vigilância em Saúde Tem por objetivo garantir maior controle e qualidade dos sangues doados, mantendo um H
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    60 registro atualizado detodas as unidades he- moterápicas do País, controlando desde os serviços fornecidos até os serviços recebidos de terceiros, além do cadastramento das Uni- dades Hemoterápicas Públicas e Privadas. Hemovigilância Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Vigilância em Saúde Tem por objetivo aumentar a segurança nas transfusões sangüíneas, com particular ênfase nos incidentes transfusionais. Busca-se atin- gir esse objetivo mediante recolhimento e avaliação de informações sobre os efeitos in- desejáveis e/ou inesperados da utilização de hemocomponentes a fim de prevenir o apare- cimento ou recorrência desses efeitos. O pro- cesso de recolhimento de informações é feito por intermédio de notificação de incidentes transfusionais, por parte de hospitais sentine- las e hemocentros. Hepatite Categoria: Doenças Termo geral para inflamação do fígado, que convencionalmente designa também altera- ções degenerativas ou necróticas dos hepató- citos. Pode ser aguda ou crônica e ter como causa uma variedade de agentes infecciosos ou de outra natureza. As manifestações clí- nicas variam desde anorexia e mal-estar até fenômenos hemorrágicos e coma. Hepatite viral Categoria: Doenças Hepatite que tem como característica níveis elevados de aminotransferases no soro. São divididas em hepatites virais A e E (transmi- tidas por via oral) e hepatites virais B, C e D (adquiridas por via parenteral). Hepatite viral A Categoria: Doenças Doença aguda e autolimitada causada pelo ví- rus da hepatite A que se acompanha de febre, em metade dos casos, mas que não progride para uma fase crônica. A ponte de infecção é o próprio homem (raramente macacos), e a transmissão é direta, por mãos sujas (circuito fecal-oral) ou por água e alimentos contami- nados (sobretudo ostras e mexilhões). Hepatite viral B Categoria: Doenças Doença aguda ou crônica causada pelo vírus da hepatite B ou HBV, que infecta especifica- mente o homem (e o chipanzé). A infecção é adquirida, em geral, por ocasião de transfu- sões, de infecções percutâneas com derivados do sangue, ou do uso de agulhas e seringas contaminadas (sobretudo entre viciados em drogas injetáveis). Hepatite viral C Categoria: Doenças Doença causada pelo vírus da hepatite C, ou Hepacavirus, que responde por 90% ou mais dos casos de hepatite anteriormente denomi- nada “não-A não-B”. O vírus pode permane- cer no sangue durante semanas ou anos, mas não é encontrado nas fezes. Hepatite viral D Categoria: Doenças Doença causada pelo vírus da hepatite D, que é um vírus RNA defeituoso, de fita simples, com 37mm de diâmetro. A in- fecção pode fazer-se de duas maneiras. A primeira quando o paciente sofre uma in- fecção simultânea pelas partículas virais HBV e HDV e quando a infecção pela hepatite D se dá em um paciente que já HEM Hemovigilância Hepatite viral D
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    61 apresentava infecção crônicade hepatite viral B. Hepatite viral E Categoria: Doenças Doença infecciosa causada pelo vírus da he- patite E, que possui um RNA de fita simples e polaridade positiva, semelhante ao dos ca- licivírus. Herança genética Categoria: Atenção à Saúde É a propriedade dos seres vivos de transmiti- rem suas características aos descendentes. Herpes simples Categoria: Doenças É comumente associado a lesões de mem- branas, mucosas e pele, ao redor da cavi- dade oral (herpes orolabial) e da genitá- lia (herpes anogenital). O vírus do herpes simples determina quadros variáveis be- nignos ou graves. Há dois tipos de vírus: o Tipo1, responsável por infecções na face e no tronco, e o tipo 2 relacionadas às in- fecções na genitália e de transmissão ge- ralmente sexual. Hierarquização Categoria: Atenção à Saúde Rede de saúde em nível de atenção, nos quais as ações básicas de saúde absorvem a maior parte da procura pelos serviços. Apenas os casos mais graves são encaminhados para a rede hospitalar. Hipertensão arterial Categoria: Doenças Elevação persistente da pressão sangüínea no sistema circulatório acima de uma linha divi- sória arbitrária, posto que os valores da pres- são normal, em uma população, distribuem- se segundo uma curva de Gauss e para cada indivíduo varia em função do tempo. Hipovitaminose A Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Baixa disponibilidade de vitamina A nos de- pósitos hepáticos e níveis diminuídos no san- gue, apresentando ou não sintomas e sinais de deficiência. História natural das doenças Categoria: Epidemiologia Descrição que inclui as características das funções de infecção, distribuição da doença segundo os atributos das pessoas, tempo e es- paço, distribuição e características ecológicas do(s) reservatório(s) do agente; mecanismos de transmissão e efeitos da doença sobre o homem. Hospital Categoria: Atenção à Saúde Estabelecimentos de Saúde destinado a pres- tar assistência médica e hospitalar a pacientes em regime de internação. Hospital de base Categoria: Atenção à Saúde Destina-se primordialmente a prestar assis- tência especializada mais diferenciada a pa- cientes referidos de áreas ou estabelecimentos de menor complexidade. Hospital de capacidade extra Categoria: Atenção à Saúde Hospital cuja capacidade está acima de 500 leitos. Hospital de grande porte Categoria: Atenção à Saúde Hospital cuja capacidade é de 151 a 500 leitos. Hospital de médio porte Categoria: Atenção à Saúde Hospital cuja capacidade é de 51 a 150 leitos. Hospital de pequeno porte Categoria: Atenção à Saúde HEP Hepatite viral E Hospital de pequeno porte
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    62 Hospital cuja capacidadeé de até 50 leitos. Hospital-dia geriátrico Categoria: Atenção à Saúde Constitui uma forma intermediária de as- sistência à saúde situado entre a Internação Hospitalar e a Assistência Domiciliar poden- do, também, se complementar a esta. Visa a assistir aqueles idosos, cuja necessidade te- rapêutica e de orientação para cuidados não justificam sua permanência contínua em am- biente hospitalar. Também é indicado para o auxílio de famílias que não apresentem con- dições adequadas para assistir às demandas assistenciais desse idoso. Hospital especializado Categoria: Atenção à Saúde É o estabelecimento de saúde destinado a prestar assistência médica em uma ou mais especialidades. Hospital local Categoria: Atenção à Saúde É o que presta assistência médica em quatro especialidades médicas, para uma população de área geográfica determinada. Hospital regional Categoria: Atenção à Saúde O que presta assistência própria do hospital local, além de outras especialidades, a pacien- tes de sua área programática. HPV Categoria: Doenças Os papilomavírus humanos (HPV, na sigla em língua inglesa) pertencem à família Pa- pillomaviridae e são capazes de induzir lesões de pele ou mucosa. Estas, o mais das vezes, apresentam um crescimento limitado e re- gridem espontaneamente, mas, em alguns casos, podem evoluir para alterações histoló- gicas (teciduais) importantes, como as displa- sias e as neoplasias (características dos tumo- res). Existem mais de 70 subtipos diferentes de HPV, alguns dos quais oncogênicos (ou seja, capazes de induzir transformações celu- lares de natureza cancerígena). A principal via de transmissão do Papiloma Vírus Humano (HPV) é a sexual (relação va- ginal e anal desprotegida), tanto em homens como em mulheres, mas outras formas de contágio são descritas na literatura: por via sangüínea, pelo canal do parto (no momento do nascimento) e até mesmo pelo beijo. Humanização Categoria: Atenção à Saúde A humanização é entendida como valor, na medida em que resgata o respeito à vida hu- mana. Abrange circunstâncias sociais, éticas, educacionais e psíquicas presentes em todo relacionamento humano. Esse valor é defini- do em função do seu caráter complementar aos aspectos técnicos. Humanização do atendimento Categoria: Atenção à Saúde Responsabilização mútua entre os serviços de saúde e a comunidade e estreitamento do vínculo entre as equipes de profissionais e a população. HOS Hospital-dia geriátrico Humanização do atendimento
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    63 Identidade sexual Categoria: CiênciasSociais em Saúde Refere-se ao sentimento da pessoa em rela- ção ao fato de pertencer ao sexo feminino ou masculino. Idiotia Categoria: Alimentação e Nutrição Doenças Retardo físico, motor e mental ocasionado pela deficiência grave de iodo no período fe- tal e nos primeiros meses de vida. Idoso Categoria: Ciências Sociais em Saúde Pessoas com 60 anos de idade ou mais. Impetigo Categoria: Doenças É uma dermatose contagiosa causada por es- tafilococos plasmo-coagulase positivos. O mais comum é o Staphylococcus aureus e nos pacientes imunossuprimidos e o S. epider- midis. Doença freqüente nas crianças. A le- são inicial é mácula eritematosa que logo se transforma em vesico pápula ou mesmo bo- lha purulenta bastante superficial com forma- ção de crosta melicérica. Imunodeprimido Categoria: Doenças Diz-se do indivíduo cujo sistema imunológi- co apresenta-se debilitado. Imunologia Categoria: Atenção à Saúde Vigilância em Saúde Ramo da biologia que estuda os fenômenos imunológicos ou a organização e funciona- mento do sistema imunológico, cujo desen- volvimento foi marcado desde o índice por notáveis êxitos práticos, como a produção de vacinas (primeiros recursos efetivos utilizados no controle de doenças), a erradicação da va- ríola e o estabelecimento de grande número de métodos diagnósticos precisos. Imunopatogênico Categoria: Doenças Fase da infecção pelo HIV. Caracteriza-se pela taxa de replicação viral bastante elevada, com níveis sangüíneos geralmente acima de 1.000.000 de cópias/ml e população viral re- lativamente homogênea do ponto de vista de genotípico. Incentivo de Integração ao Sistema Único de Saúde (Integrasus) Categoria: Economia de Saúde Incentivo criado pelo Ministério da Saúde para os hospitais filantrópicos sem fins lucra- tivos que atendem as exigências da Portaria GM/MS n.º 878, de 8 de maio de 2002. É repassado aos hospitais como valor adicional, de acordo com os níveis em que os mesmos se enquadrem. Incentivos Categoria: Economia de Saúde O Ministério da Saúde estabeleceu alguns incentivos aos hospitais integrantes do SUS, objetivando o aprimoramento da assistência prestada, a melhoria da infra-estrutura dos ser- I
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    64 viços e oestabelecimento de parcerias na iden- tificação de prestadores solidários do sistema. Incidência Categoria: Epidemiologia É a expressão do número de casos de uma do- ença (ou grupo de doenças), numa população definida, durante um intervalo de tempo es- pecificado, dividido pelo número de indiví- duos desta mesma população, para o meio do intervalo de tempo especificado. Indicadores demográficos Categoria: Demografia Representação dos aspectos não sujeitos à ob- servação direta relativa a dados populacio- nais Índice de Pobreza Humana Categoria: Alimentação e Nutrição Epide- miologia Índice composto pelos indicadores relacio- nados à esperança de vida, à desnutrição em menores de 5 anos, à alfabetização, ao acesso a serviços de saúde e a água potável. Índice de Valorização de Resultado Categoria: Economia de Saúde Consiste na atribuição de valores adicionais equivalentes até 2% do teto financeiro da assistência do estado, transferido do Fundo Nacional de Saúde como incentivo à obten- ção de resultados de impacto positivo sobre as condições de saúde da população. Infecção hospitalar Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Doenças É qualquer infecção adquirida após a admis- são do paciente no hospital e que se manifes- ta durante a internação ou após a alta, quan- do puder ser relacionada com a internação ou com os procedimentos hospitalares. Informação tóxico-farmacológica Categoria: Acidentes e Violência Informações sobre envenenamentos por me- dicamentos, produtos domiciliares, inseti- cidas, plantas tóxicas, animais peçonhentos, metais pesados, euforias (cocaína, LSD, etc.) interações medicamentosas ou de drogas e te- ratogênese, bem como ações preventivas na área toxicológica. Inseticida Categoria: Vigilância em Saúde Destinado ao combate, à prevenção e ao con- trole dos insetos em habitações, recintos e lu- gares de uso público e suas cercanias. Inseticidas piretróides Categoria: Ambiente e Saúde Inseticidas que causam no homem, principal- mente, irritação nos olhos, mucosas e pele. São muito utilizados em detetizações de do- micílios e prédios de uso público, por firmas especializadas e têm sido responsabilizados pelo aumento de casos de alergia em adul- tos e crianças. Em altas doses podem levar a neuropatias, uma vez que agem na bainha de mielina, desorganizando-a e promovendo a ruptura de oxônios. Inspeção de qualidade Categoria: Vigilância em Saúde Conjunto de medidas destinadas a verificar a qualquer momento, em qualquer etapa da cadeia de produção, desde a fabricação até o cumprimento das boas práticas específicas, incluindo a comprovação da qualidade, eficá- cia e segurança dos produtos. Inspeção sanitária Categoria: Vigilância em Saúde Investigação no local da existência ou não de INC Incidência Inspeção sanitária
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    65 fatores de riscosanitário, que poderão produ- zir agravo à saúde individual ou coletiva, in- cluindo a verificação de documentos. Instituição de pesquisa Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Organização pública ou privada, legitima- mente constituída e habilitada na qual são realizadas investigações científicas. Instituto Nacional de Câncer (INCA) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Órgão do Ministério da Saúde, vinculado à Secretaria de Assistência à Saúde, responsável por desenvolver e coordenar ações integradas para a prevenção e controle do câncer no Bra- sil. Tais ações são de caráter multidisciplinar e compreendem a assistência médico-hospi- talar, prestada direta e gratuitamente aos pa- cientes com câncer, no âmbito do SUS, e a atuação em áreas estratégicas como a preven- ção e a detecção precoce, a formação de pro- fissionais especializados, o desenvolvimento da pesquisa e a informação epidemiológica. Todas as atividades do INCA têm como ob- jetivo reduzir a incidência e mortalidade cau- sada pelo câncer no Brasil. Instrumentos de gestão em saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde São os mecanismos que garantem o funcio- namento do Sistema Único de Saúde (SUS) em todos os seus níveis. Os principais ins- trumentos de gestão em saúde são: Agenda de Saúde; Planos de Saúde; Plano Diretor de Regionalização (PDR); e Programação Pactu- ada e Integrada (PPI). Insuficiência renal Categoria: Doenças Redução ou suspensão da função excretora do rim. Insumo farmacêutico Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Droga ou matéria-prima aditiva ou comple- mentar de qualquer natureza destinada a em- prego em medicamentos, quando for o caso, e seus recipientes. Integralidade Categoria: Atenção à Saúde Um dos princípios constitucionais do SUS que garante ao cidadão o direito de ser aten- dido desde a prevenção de doenças até o mais difícil tratamento de uma patologia, não ex- cluindo nenhuma doença. Integrasus Ver Incentivo de Integração ao Sistema Úni- co de Saúde. Intercambialidade Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Significa a possibilidade de troca de um me- dicamento por outro, obtendo exatamente o mesmo resultado terapêutico. Interiorização da aids Categoria: Epidemiologia Conceito oriundo da epidemiologia, que descreve uma mudança no padrão de disse- minação do HIV no território brasileiro, ao longo do tempo. Em um país em que, his- toricamente, os municípios maiores situam- se no/próximo ao litoral, a interiorização da epidemia corresponde a um incremento (pro- gressivo) da disseminação do HIV, ao longo do tempo, em municípios de médio e peque- no porte. Internação hospitalar Categoria: Administração e Planejamento em Saúde INS Instituição de pesquisa Interiorização da aids
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    66 Pacientes que sãoadmitidos para ocupar um leito hospitalar por um período igual ou maior a 24 horas. Intersetorialidade Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Desenvolvimento de ações integradas entre os serviços de saúde e outros órgãos públi- cos, com a finalidade de articular políticas e programas de interesse para a saúde, cuja exe- cução, envolva áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde, poten- cializando, assim, os recursos financeiros, tec- nológicos, materiais e humanos disponíveis, e evitando duplicidade de meios para fins idên- ticos. Investigação epidemiológica Categoria: Epidemiologia Trabalho de campo realizado a partir de casos notificados (clinicamente declarados ou sus- peitos) e seus contatos, que tem como prin- cipais objetivos: identificar fonte e modo de transmissão; grupos expostos a maior risco; fatores determinantes; confirmar o diagnós- tico; e determinar as principais características epidemiológicas e seu propósito final é orien- tar medidas de controle para impedir a ocor- rência de novos casos. INT Internação hospitalar Investigação epidemiológica
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    67 Janela imunológica Categoria: Epidemiologia Períodoentre a infecção e o início da forma- ção de anticorpos específicos contra o agente causador. Geralmente, este período dura al- gumas semanas, e o paciente, apesar de ter o agente infeccioso presente em seu organismo, apresenta resultados negativos nos testes para a detecção de anticorpos contra o agente. J
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    69 Laboratório oficial Categoria: Medicamentos,Vacinas e Insumos O Laboratório Oficial do Ministério da Saú- de ou congênere da União, dos Estados, do Distrito federal e dos Territórios com compe- tência, por convênio, destinado à análise de drogas, medicamentos, insumos farmacêuti- cos e correlatos. Lavanderia hospitalar Categoria: Administração e Planejamento em Saúde É o local ou estabelecimento específico para o processamento da roupa utilizada em ser- viços de saúde, tais como hospitais e clínicas em geral. Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Economia de Saúde Compreende as metas e prioridades da ad- ministração pública, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüen- te. Orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual, dispõe sobre as alterações na legislação tributária e estabelece a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. A iniciativa é do Poder Executivo e a periodi- cidade é anual. Leito hospitalar Categoria: Administração e Planejamento em Saúde É a cama numerada e identificada destinada à internação de um paciente dentro de um hospital localizada em um quarto ou enfer- maria, que se constitui no endereço exclusivo de um paciente durante sua estadia no hos- pital e que está vinculada a uma unidade de internação de serviço. Leptospirose Categoria: Doenças Doença infecciosa sistêmica causada por es- piroquetas patogênicas do gênero Leptospira. É antropozoonose, transmitida ao homem, principalmente através do contato com cole- ções de água contaminada com urina de ratos infectados. Pode determinar síndromes clíni- cas variadas, desde a infecção subclínica até a forma grave, íctero-hemorrágica, conheci- da como síndrome de Weil. A leptospirose é uma agravo de notificação compulsória. Lesão por Esforço Repetitivo (LER) Ver Distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho (DORT) Licença sanitária Categoria: Vigilância em Saúde Ato privativo do órgão de saúde competente dos estados, do Distrito Federal e dos muni- cípios, contendo permissão para que as em- presas exerçam as atividades sob regime de vi- gilância sanitária. Licitação Categoria: Administração e Planejamento em Saúde É o procedimento administrativo, preliminar, mediante o qual a Administração, baseada em L
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    70 critério prévio, seleciona,entre várias propos- tas referentes a compras, obras ou serviços, a que melhor atenda ao interesse público – a fim de celebrar contrato com o responsável pela proposta mais vantajosa. Limite financeiro Categoria: Economia de Saúde Montante máximo de recursos federais que poderá ser gasto com o conjunto de serviços existentes em cada território municipal, sendo composto por duas parcelas separadas: recur- sos destinados ao atendimento da população própria e recursos destinados ao atendimento da população referenciada de acordo com as negociações expressas na PPI. Linfadenopatia persistente generalizada Categoria: Doenças Define-se como a presença em indivíduo so- ropositivo para o HIV, de linfadenomegalia, envolvendo duas ou mais regiões extra-ingui- nais, com duração de pelo menos três meses desde que sejam excluídas outras doenças ou uso de drogas que possam causar o aumento dos gânglios linfáticos. Linfogranuloma venéreo Categoria: Doenças Doença infecciosa de transmissão exclusiva- mente sexual, conhecida popularmente como “mula”. LIM Limite financeiro Linfogranuloma venéreo
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    71 Macronutrientes Categoria: Alimentação eNutrição São os nutrientes dos quais o organismo pre- cisa em grandes quantidades e que são am- plamente encontrados nos alimentos. São es- pecificamente os carboidratos, as gorduras e as proteínas. Malária Categoria: Doenças Infecção ou doença causada por parasitos do gênero Plasmodium (família Plasmodiidae). A transmissão normal é feita por mosquitos, Anopheles, que inoculam os esporozoítas ao pi- car para sugar o sangue. Ocasionalmente, pode ser transmitida congenitamente, por transfu- são de sangue ou por seringas contaminadas (consumidores de drogas). O acesso malárico começa com calafrios intensos, palidez e cio- nose, o paciente queixando-se de muito frio, ainda que sua temperatura esteja em elevação. Mamografia Categoria: Atenção à Saúde Exame radiológico dos tecidos moles das ma- mas, sendo considerado um dos mais impor- tantes procedimentos para o rastreio do cân- cer ainda impalpável de mama. É também chamado de mastografia ou senografia. Margem terapêutica Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos É a relação entre a dose máxima tolerada, ou também tóxica, e a dose terapêutica (dose tó- xica/dose terapêutica). Em farmacologia clí- nica se emprega como Equivalente de Índice Terapêutico. Média complexidade Categoria: Atenção à Saúde A Atenção de Média Complexidade com- preende um conjunto de ações e serviços am- bulatoriais e hospitalares que visam a atender os principais problemas de saúde da popula- ção, cuja prática e clínica demande a dispo- nibilidade de profissionais especializados e a utilização de recursos tecnológicos de apoio diagnóstico e terapêutico, que não justifique a sua oferta em todos os municípios do País. Medicamentos bioequivalentes Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos São equivalentes farmacêuticos que, ao se- rem administrados na mesma dose molar, nas mesmas condições experimentais, não apre- sentam diferenças estatisticamente significa- tivas em relação à biodisponibilidade. Medicamentos biológicos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Produto farmacêuticos, de origem biológica, tecnicamente obtido ou elaborado por pro- cedimento biotecnológicos, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico. Medicamentos biotecnológicos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Medicamento biológico, tecnicamente obti- do ou elaborado por procedimentos biotec- nológico, com finalidade profilática, curativa, M
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    72 paliativa ou parafins de diagnóstico. Medicamentos de controle especial Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Medicamentos entorpecentes ou psicotrópi- cos e outros relacionados pela Agência Nacio- nal de Vigilância Sanitária capazes de causar dependência física ou psíquica. Medicamentos de dispensação em caráter excepcional Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Medicamentos utilizados em doenças raras, geralmente de custo elevado, cuja dispensa- ção atende a casos específicos. Medicamentos de referência Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Produto inovador registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comer- cializado no País, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamen- te junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro. Medicamentos de saúde mental Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, cura- tiva, paliativa ou para fins de diagnósticos. Medicamentos de uso contínuo Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos São aqueles empregados no tratamento de doenças crônicas e ou degenerativas, utiliza- dos continuamente. Medicamentos de venda livre Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos São aqueles cuja, dispensação não requerem autorização, ou seja, receita expedida por profissional. Medicamentos estratégicos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos São aqueles utilizados para o tratamento de doenças de perfil endêmico, como a tuber- culose, hanseníase, aids, leishmaniose, malá- ria, esquitossomose, filariose, tracoma e pes- te, além da insulina destinada ao tratamento de diabetes e hemoderivados usados para o tratamento de hemofilia. Medicamentos excepcionais Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Medicamentos de alto custo, voltados para o tratamento de doenças neurológicas, auto- imunes, osteoporose, hepatites e correlatas, que precisam ser usados por longos períodos. Também estão inclusos neste programa os medicamentos para transplantes, os quais são de alto custo e de uso prolongado. Medicamentos fitoterápicos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Os fitoterápicos são medicamentos cujos componentes terapeuticamente ativos são ex- clusivamente plantas ou derivados vegetais (extratos, sucos, óleos, ceras, etc.) não poden- do ter em sua composição, a inclusão de subs- tâncias ativas isoladas de qualquer origem, nem associações destas com extratos vegetais. Medicamentos genéricos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Medicamento similar a um produto de refe- rência ou inovador, que se pretende ser como este intercambiável, geralmente produzido após a expiração ou renúncia da proteção pa- tentária ou de outros direitos de exclusividade, comprovada a sua eficácia, segurança e quali- dade, e designado pela DCB (Denominação Comum Brasileira) ou na sua ausência pela DCI (Denominação Comum Internacional). Medicamentos homeopáticos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos MED Medicamentos de controle especial Medicamentos homeopáticos
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    73 São preparações manipuladasde forma espe- cífica de acordo com regras farmacotécnicas bem definidas, descritas na Farmacopéia. Ho- meopática Brasileira. Medicamentos para a atenção básica Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Produtos necessários à prestação do elenco de ações e procedimentos compreendidos na atenção básica de saúde. Medicamentos tarjados Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos São os medicamentos cujo uso requer a pres- crição do médico ou dentista e que apresen- tam, em sua embalagem, tarja (vermelha ou preta) indicativa desta necessidade. Médico regulador Categoria: Atenção à Saúde A competência técnica do médico regula- dor se sintetiza em sua capacidade de julgar, discernindo o grau presumido de urgência e prioridade de cada caso, segundo as informa- ções disponíveis, fazendo ainda o enlace en- tre os diversos níveis assistenciais do sistema, visando dar a melhor resposta possível para as necessidades dos pacientes. Medida cautelar Categoria: Acidentes e Violência Direito Sanitário É a intervenção imediata da autoridade judi- cial para evitar a violação de um direito ga- rantido. Menopausa Categoria: Atenção à Saúde É a última menstruação fisiológica da mu- lher, decorrente da perda da atividade folicu- lar ovariana. Método direto de padronização Categoria: Demografia Tipo de padronização de informações para a interpretação de algumas taxas. Método epidemiológico Categoria: Epidemiologia Compreende a identificação de padrões de ocorrência de eventos ou danos à saúde, com a formulação e comprovação de hipó- tese, elaboração de conclusão e aplicação de medidas de controle e prevenção. Métodos contraceptivos Categoria: Atenção à Saúde Promoção e Educação em Saúde Maneiras, instrumentos e conjuntos de meios cujo objetivo é evitar uma gravidez indesejada. Métodos de barreiras Categoria: Atenção à Saúde São métodos de anticoncepção que colocam obstáculos mecânicos ou químicos à pene- tração dos espermatozóides no canal. Micronutrientes Categoria: Alimentação e Nutrição Nutrientes que o organismo necessita em quantidades pequenas, como as vitaminas e minerais. Microrregião de saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Unidade territorial mínima para qualifica- ção na assistência à saúde, que deverá dis- por de complexidade assistêncial acima do exigido para os módulos Assistenciais sendo que esta definição deverá ser feita no âmbito estadual. Modelo ecológico Categoria: Atenção à Saúde Modelo de intervenção centrado no coletivo no qual prima a inter-relação entre o indiví- duo e seu meio ambiente. MED Medicamentos para a atenção básica Modelo ecológico
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    74 Módulo assistencial Categoria: Administraçãoe Planejamento em Saúde Base territorial que apresenta resolubilidade correspondente ao primeiro nível de referên- cia de média complexidade, constituído por um ou mais municípios. Módulo-padrão de suprimento Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Elenco de medicamentos repassado por um nível de gestão a outro para abastecer os ser- viços de saúde compreendidos no sistema es- tadual ou municipal. Morbimortalidade Categoria: Demografia Impacto das doenças e dos óbitos que inci- dem em uma população. Município-pólo Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Município que, de acordo com a definição da estratégia de regionalização de cada estado, apresente papel de referência para outros mu- nicípios, em qualquer nível de atenção. Município-sede do módulo assistencial Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Município existente em um módulo assisten- cial que apresente a capacidade de ofertar a totalidade dos serviços constantes no primei- ro nível de referência com suficiência para a sua população e para a população de outros municípios a ele adscritos, conforme definido no processo de regionalização e na programa- ção integrada entre gestores. Mutirão Categoria: Atenção à Saúde Destina-se a incrementar a oferta de serviços em áreas específicas da assistência e, com isso, reduzir a demanda reprimida existente e as listas de espera para a realização de determi- nados procedimentos cirúrgicos eletivos. MOD Módulo assistencial Mutirão
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    75 Nascido morto Categoria: Epidemiologia Óbitoantes da expulsão ou extração comple- ta do corpo materno de um produto da con- cepção que tenha alcançado vinte e oito se- manas completas ou mais de gestação. Nascido vivo Categoria: Epidemiologia Expulsão ou extração completa do corpo ma- terno, independente da duração da gravidez de um produto da concepção, que depois da separação, respire e dê qualquer sinal de vida. Natimorto Ver Nascido morto. Nefropatias Ver Doenças renais. Negligência Categoria: Acidentes e Violência É o ato de omissão do responsável pela crian- ça ou adolescente em prover as necessidades básicas para o seu desenvolvimento. Níveis de complexidade Categoria: Atenção à Saúde Limites utilizados para hierarquizar os esta- belecimentos do sistema de prestação de ser- viços de saúde, segundo a diversificação das atividades prestadas, a profundidade de espe- cialização das mesmas e a freqüência com que ocorrem. Norma Operacional de Assistência à Saúde (NOAS) Categoria: Direito Sanitário Esta norma tem como objetivo facilitar a pactuação e viabilizar procedimentos entre municípios, fortalecendo assim, a implemen- tação do SUS. Norma Operacional Básica Categoria: Direito Sanitário Instrumento normativo infralegal maior ela- borado e aprovado pela comissão Intergesto- res Tripartite de Operacionalização dos pre- ceitos da legislação que rege o Sistema Único de Saúde (SUS). Notificação de doenças Categoria: epidemiologia Comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autorida- de sanitária por profissinais da saúde ou qual- quer cidadão, para fins de adoção de medida de intervenção pertinentes. Notificação de maus-tratos Categoria: Acidentes e Violência Informação emitida pelo setor Saúde ou por qualquer outro órgão ou pessoa, para o Con- selho Tutelar, com a finalidade de promover cuidados sociossanitários voltados para a pro- teção da criança e do adolescente, vítimas de mau-tratos. Notificação de receita Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Documento padronizado destinado à notifi- cação da prescrição de medicamentos: a) en- torpecentes (cor amarela), b) psicotrópicos N
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    76 (cor azul) ec) retinóides de uso sistêmico e imunopressores (cor branca). Núcleos de educação em urgências Categoria: Atenção à Saúde Espaços de saber interstitucional de forma- ção, capacitação, habilitação e educação con- tinuada de recursos humanos para as urgên- cias sob a administração de um conselho diretivo, coordenado pelo gestor público do SUS, tendo como integrantes as secretarias estaduais e municipais de saúde, hospitais e serviços de referência na área de urgência, es- colas de bombeiros e polícias, instituições de ensino superior, de formação e capacitação de pessoal na área de saúde, escolas técnicas e outros setores que prestam socorro à popula- ção, de caráter público ou privado, da abran- gência municipal, regional e estadual. Nutrimento Categoria: Alimentação e Nutrição Substância constituinte dos alimentos de va- lor nutricional, incluindo proteínas, gordu- ras, hidratos de carbono, água, elementos mi- nerais e vitaminas. NUC Núcleos de educação em urgências Nutrimento
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    77 Obesidade Categoria: Alimentação eNutrição Doenças Aumento exagerado do peso em relação à al- tura. No sinônimo popular, os gordos corres- pondem aos obesos. Óbito fetal Categoria: Epidemiologia Morte de um produto de concepção, antes da expulsão ou de sua extração completa do corpo materno, independente da duração da gravidez. Óbito hospitalar Categoria: Epidemiologia É aquele que ocorre após o paciente ter dado entrada no hospital, independente do fato dos procedimentos administrativos relacionados à internação já terem sido realizados ou não. Óbito materno Categoria: Epidemiologia Óbito ocorrido em conseqüência de compli- cações da gravidez, do parto ou do puerpério. Óbito neonatal Categoria: Epidemiologia Óbito ocorrido em crianças menores de 28 dias de vida. Óbito neonatal precoce Categoria: Epidemiologia Óbito ocorrido em crianças menores de 7 dias de vida. Observação hospitalar Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Pacientes que permanecem no hospital sob supervisão médica e/ou de enfermagem, para fins diagnósticos ou terapêuticos, por período inferior a 24 horas. Oncologia Ver Cancerologia. Operadora de plano de assistência à saúde Ver Operadora de saúde. Operadora de saúde Categoria: Políticas Públicas e Saúde Pessoa jurídica constituída sob a modalidade de sociedade civil ou comercial, cooperativa, ou entidade de autogestão, que opere produ- to, serviço ou contrato de Plano Privado de Assistência à Saúde, assim como descrito na Lei n.º 9.656, de 3 de junho de 1998. Orçamento da Seguridade Social Categoria: Economia de Saúde A Constituição define que os recursos para fi- nanciar a saúde, a previdência e a assistência social devem compor o Orçamento da Seguri- dade Social. O dinheiro do Orçamento da Se- guridade Social vem das seguintes fontes: con- tribuição das empresas sobre os salários pagos, sobre as vendas, sobre os lucros; contribui- ção dos trabalhadores, descontados em seus salários; do resultado da venda das loterias. Órgão de Vigilância Sanitária Competente Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Vigilância em Saúde Órgão do Ministério da Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios, incum- O
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    78 bido da VigilânciaSanitária dos produtos abrangidos por este Regulamento. Orientação alimentar Categoria: Alimentação e Nutrição Recomendações para a escolha, preparação, conservação doméstica e consumo de ali- mentos mediante critérios de consideração de seu valor nutritivo e indicações específicas, segundo condições fisiológicas (crescimento, gravidez, lactação), patológicas (obesidade, diabetes, doenças carenciais) ou, ainda, por justificativas socioeconômicas (relação valor nutritivo X custos). Ouvidoria da Saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Órgão onde o cidadão, comunidade e enti- dades podem recorrer caso sejam afetadas por políticas, normas, procedimentos ou ativida- des adotadas pelo SUS, assim como decisões, erros, abusos, omissões ou imprudências prá- ticas pelos agentes do sistema de saúde. ORI Orientação alimentar Ouvidoria da Saúde
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    79 Paciente-dia Categoria: Epidemiologia Unidade demensuração da assistência pres- tada em dia hospitalar a um paciente inter- nado. O dia de alta somente será computado quando esse ocorrer no dia da internação. Papiloma Vírus Humano Ver HPV. Pátrio poder Categoria: Demografia Aquele que assume a responsabilidade paren- tal, podendo ser exercido pelo pai ou mãe. Pauperização da aids Categoria: Epidemiologia Conceito oriundo da epidemiologia, que des- creve uma mudança no padrão de dissemina- ção do HIV no Brasil (e no mundo), caracteri- zando-se pela crescente disseminação do HIV junto às camadas de baixa renda e com bai- xos níveis de instrução, mais vulneráveis a esta disseminação em virtude de precariedade de informações, dificuldade de acesso a meios de prevenção e investimento concorrente de ener- gia e tempo em outras prioridades, prementes e absorventes, como alimentação e moradia. Pediculoses Categoria: Doenças Termo geral para indicar a infestação de qual- quer parte do corpo pelas espécies de piolhos do gênero. Perda auditiva induzida por ruído Categoria: Atenção à Saúde É uma diminuição gradual da acuidade au- ditiva, decorrente da exposição continuada a níveis elevados de ruído em ambiente de tra- balho. Perfil epidemiológico Categoria: Eqüidade em Saúde e Social Estado de saúde de uma determinada comu- nidade. Perfil nosológico Categoria: Epidemiologia Conjunto de doenças prevalentes e ou inci- dentes em uma determinada comunidade. Período de incubação Categoria: Doenças Epidemiologia Intervalo entre a exposição efetiva do hospe- deiro suscetível a um agente biológico e o iní- cio dos sinais e sintomas clínicos da doença nesse hospedeiro. Pesquisa em reprodução humana Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde São aquelas que se ocupam com o funciona- mento do aparelho reprodutor, procriação e fatores que afetam a saúde reprodutiva da pessoa humana. Pesquisa em saúde Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Pesquisas cujos resultados são aplicados no setor Saúde, voltados, em última instância, para a melhoria da saúde de indivíduos ou grupos populacionais. Podem ser categori- zadas por níveis de atuação científica e com- preendem os tipos de pesquisa básica, clínica, P
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    80 epidemiológica e avaliativa,além de pesquisa em outras áreas como economia, sociologia, antropologia, ecologia, demografia e ciências. Pesquisa envolvendo seres humanos Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Pesquisa que, individual ou coletivamente, en- volva o ser humano, de forma direta ou indi- reta, em sua totalidade de partes dele, incluin- do o manejo de informações ou materiais. Pesquisador responsável Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Pessoa responsável pela coordenação e reali- zação da pesquisa e pela integridade e bem- estar dos sujeitos da pesquisa. Peste Categoria: Doenças Doença infecciosa que é uma zoonose de roe- dores e suas pulgas, sobretudo ratos, causa- da por Yersinia pestes (= Pasteurella pestis), da família. Enterobacteriaceae. É transmitida ao homem geralmente pela picada da pulga do rato, Xenopsylla cheopis, infectada. A reação inicial é comumente uma linfadenite dos nó- dulos linfáticos regionais, que drenam o local da picada. Esses nódulos aumentam de volu- me tornam-se dolorosos, necrosam e podem supurar (peste bubônica). Pirâmide alimentar Categoria: Alimentação e Nutrição Instrumento educativo em que divide os ali- mentos em seis grupos básicos, recomendan- do um número de porções a serem consumi- dos diariamente para cada um dos grupos. Piso da Atenção Básica (PAB) Categoria: Economia de Saúde É um valor per capita, que somado à transfe- rências estaduais e ao recursos próprios dos municípios deverá financiar a atenção básica à saúde, mediante a garantia de um mínimo de ações e procedimentos contidos na Porta- ria GM/MS n.º 182, de 18/12/97. Plano de saúde Categoria: Políticas Públicas e Saúde O Plano Privado de Assistência à Saú- de é uma prestação continuada de serviços ou coberturas de custos assistenciais a pre- ço pré ou pós-pago, por prazo indetermi- nado, com a finalidade de garantir, sem li- mite financeiro, a assistência à saúde, pela faculdade de acesso e atendimento por pro- fissionais e serviços de saúde, livremente es- colhidos, integrantes ou não de rede creden- ciada, contratada ou referenciada, visando a assistência médica, hospitalar e odontoló- gica, a ser paga integral ou parcialmente às expensas da operadora contratada, median- te reembolso ou pagamento direto do pres- tador, por conta e ordem do consumidor. Plano de Saúde (gestão do SUS) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Instrumento de gestão que consolida, em cada esfera de governo, o processo de plane- jamento na área da saúde para um período de quatro anos, compondo a base das atividades e da programação de cada nível de gestão do SUS. É um documento de intenções políti- cas, de diagnósticos, de estratégias, e de me- tas. É nos Planos de Saúde que se devem fazer constar as prioridades estabelecidas nas Agen- das de Saúde e a previsão dos mecanismos ne- cessários para a execução dessas prioridades. Plano Diretor de Regionalização Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Instrumento de ordenamento do processo de PES Pesquisa envolvendo seres humanos Plano Diretor de Regionalização
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    81 regionalização da daassistência em cada es- tado e no Distrito Federal, baseado nos ob- jetivos de definição de prioridades de inter- venção da população e garantia de acesso dos cidadãos a todos os níveis de atenção. Plano Nacional de Saúde do Sistema Penitenciário Categoria: Atenção à Saúde Administração e Planejamento em Saúde Objetiva assegurar atendimento médico e ações de promoção e prevenção à população carcerária do Brasil. Plano Nacional de Vacinas Anti-HIV/aids Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Medicamentos, Vacinas e Insumos Compreende estudos virológicos e imunológi- cos, estudos clínicos e epidemiológicos, estudos sociocomportamentais, e desenvolvimento e produção de insumos e vacinas. Plano Plurianual (PPA) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Economia de Saúde Estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para as despesas de capital e outras delas decor- rentes, e para as relativas aos programas de du- ração continuada. A iniciativa é do Poder Exe- cutivo e a periodicidade é quadrienal. Plano privado de assistência à saúde Ver Plano de saúde Pneumoconiose Categoria: Ambiente e Saúde Doenças São patologias resultantes da deposição de partículas sólidas no parênquima pulmonar, levando a um caso de fibrose, ou seja ao en- durecimento intersticial do tecido pulmonar. Poder de polícia Categoria: Vigilância em Saúde O poder de polícia, como atributo do Estado, tem função reguladora dos direitos individu- ais e coletivos para garantir a estes absoluta predominância sobre aqueles. Impõe-se den- tro da lei sendo portanto o seu exercício li- mitado ao permissivo que o acompanha para balizar a ordem econômica e social. Política Nacional de Saúde do Idoso Categoria: Atenção à Saúde É a política desenvolvida pelo Ministério da Saúde, no ano de 1999, que assume que o principal problema que pode afetar o idoso, como conseqüência da evolução de suas en- fermidades e de seu estilo de vida, é a perda de sua capacidade funcional, isto é, a perda das habilidades físicas e mentais necessárias para a realização de suas atividades básicas e instrumentais da vida diária. Apresenta como propósito basilar a promoção do melhoria, ao máximo, da capacidade funcional dos ido- sos, a prevenção das doenças, a recuperação da saúde dos que adoecem e a reabilitação daqueles que venham a ter a sua capacidade funcional restringida, de modo a garantir- lhes permanência no meio em que vivem, ex- cedendo de forma independente suas funções na sociedade. Pólos de capacitação Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pú- blica Vinculados em geral a universidades, esses pólos articulam uma ou mais instituições vol- tadas para a formação, capacitação e educa- ção permanente dos recursos humanos para a saúde, em conjunto com as Secretarias de Saúde dos estados e municípios. População economicamente ativa Categoria: Demografia PLA Plano Nacional de Saúde do Sistema Penitenciário População economicamente ativa
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    82 É definida peloIBGE como aquela composta por pessoas de 10 a 65 anos de idade, classi- ficadas como ocupadas ou desocupadas (mas procurando emprego) na semana de referên- cia da pesquisa realizada pelo Instituto. Porto de controle sanitário Categoria: Vigilância em Saúde Porto Organizado, Terminal Aquaviário, Ter- minal de Uso Privativo, Terminal Retropor- tuário, Terminal Alfandegário e Terminal de Carga, estratégicos do ponto de vista epide- miológico e geográfico, localizados no terri- tório nacional, sujeitos à vigilância sanitária. Posto de medicamentos Categoria: Atenção à Saúde Medicamen- tos, Vacinas e Insumos Estabelecimento destinado exclusivamente à venda de medicamentos industrializados em suas embalagens originais e constantes de re- lação elaborada pelo órgão sanitário federal, publicada na imprensa oficial, para atendi- mento a localidades desprovidas de farmácia ou drogaria. Posto de saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde É a unidade de saúde que presta assistên- cia a uma população determinada, estimada em até 2.000 (dois mil) habitantes, utilizan- do técnicas apropriadas e esquemas padro- nizados de atendimento. Esta unidade não dispõe de profissionais de nível superior no seu quadro permanente, sendo a assistência prestada por profissionais de nível médio ou elementar, com apoio e supervisão dos cen- tros de saúde de sua articulação. Preparações farmacêuticas Ver Drogas Preservativo feminino Categoria: Atenção à Saúde Tubo de poliuretano com uma extremida- de fechada e a outra aberta, acoplado a dois anéis flexíveis também de poliuretano. O pri- meiro que fica solto dentro do tubo, serve para ajudar na inserção e na fixação de pre- servativo no interior da vagina. O segundo anel constitui o reforço externo do preserva- tivo que, quando corretamente colocado, co- bre parte da vulva. O produto já vem lubrifi- cado e deve ser usado uma única vez. Preservativo masculino Categoria: Atenção à Saúde Consiste em um envoltório de látex que reco- bre o pênis durante o ato sexual e retém o es- perma por ocasião da ejaculação impedindo o contato com a vagina, assim como impe- de que os microorganismos da vagina entrem em contato com o pênis ou vice-versa. Prevalência Categoria: Epidemiologia Eqüidade em Saúde e Social É constituído pelo total de casos novos acres- cidos dos casos antigos da doença em ques- tão, sendo que o denominador e a base de multiplicação são análogos aos usados no cál- culo da incidência. Princípio ativo Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Substância ou grupo delas, quimicamente caracterizada, cuja ação farmacológica é co- nhecida e responsável, total ou parcialmente, pelos efeitos terapêuticos do medicamento fi- toterápico. Procedimento operacional padronizado Categoria: Vigilância em Saúde Procedimento escrito de forma objetiva que POR Porto de controle sanitário Procedimento operacional padronizado
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    83 estabelece instruções seqüenciaispara a reali- zação de operações rotineiras e específicas na industrialização, armazenamento e transporte de alimentos. Este procedimento pode apre- sentar outras nomenclaturas desde que obe- deça ao conteúdo estabelecido na Resolução – RDC n.º 267, de 25 de setembro de 2003. Produção de alimentos Categoria: Alimentação e Nutrição É o conjunto de todas as operações e proces- sos efetuados para obtenção de um alimento acabado. Produto a granel Categoria: Vigilância em Saúde Material processado que se encontra em sua forma definitiva, e que só requeira ser acon- dicionado ou embalado antes de converter-se em produto terminado. Produto acabado Categoria: Vigilância em Saúde Produto que tenha passado por todas as fa- ses de produção e acondicionamento, pronto para venda. Produto biológico Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Medicamento biológico que contém molécu- la com atividade biológica conhecida, e que não tem proteção potentária. Produto de higiene Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Produtos para uso externo, antissépticos ou não, destinados ao acesso ou à desinfecção corporal, compreendendo os sabonetes, xam- pus, dentifrícios, enxaguatórios bucais, an- tiperspirantes, produtos para barbear e após barbear, estípticos e outros. Produto dietético Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Produto tecnicamente elaborado para aten- der às necessidades dietéticas de pessoas em condições fisiológicas especiais. Produto farmacêutico Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Medicamentos alopáticos, homeopáticos, fi- toterápicos, drogas ou outras substâncias me- dicamentosas. Produto intermediário Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Produto parcialmente processado, que deve sofrer subseqüentes etapas de produção. Produto médico estéril Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Produto livre de toda contaminação micro- biana. Produto médico invasivo Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Produto médico que penetra total ou parcial- mente dentro do corpo humano, seja através de orifício do corpo ou através da superfície epitelial. Produto semi-elaborado Categoria: Vigilância em Saúde Toda a substância ou mistura de substâncias que requeira posteriores processos de produção, a fim de converter-se em produtos a granel. Produtos médicos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Equipamento, aparelho, instrumento, ma- terial, artigo, acessório ou sistema de uso ou aplicação médica, hospitalar, odontológica ou laboratorial, destinado à prevenção, diag- nóstico, tratamento ou reabilitação da saúde individual ou coletiva. Produto para diagnóstico de uso in vitro Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Regentes, instrumentos e sistemas, junto com PRO Produção de alimentos Produto para diagnóstico de uso in vitro
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    84 as instruções paraseu uso, que contribuam para realizar uma determinação qualitativa, quantitativa ou semi-quantitativa de uma amostra biológica e que não sejam destinados a cumprir função anatômica, física ou terapêu- tica alguma, que não sejam ingeridos, injeta- dos ou inoculados em seres humanos e que são utilizados unicamente para prover informação sobre espécimes extraídos do corpo humano. Produto para diagnóstico de uso in vivo Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Substâncias que ingeridas, injetadas ou ino- culadas em seres humanos, são destinadas unicamente a proporcionar informação qua- litativa ou semi-quantitativa de parte anatô- mica ou fisiológica do corpo humano. Profissionais do sexo Categoria: Ciências Sociais em Saúde Homens e mulheres que prestam serviços se- xuais em troca de dinheiro ou objetos de valor. Programação Pactuada e Integrada (PPI) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Economia de Saúde Programação feita em acordo entre os gesto- res dos três níveis de governo com o objeti- vo de otimizar serviços e resultados e de ra- cionalizar. A PPI evita a duplicação de gastos porque o planejamento é feito em conjunto e com a intermediação dos governos estaduais. Programa de Combate às Carências Nutricionais (PCCN) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Alimentação e Nutrição O PCCN, instituído em 23 de março de 1998 e integrante da parte variável do Piso da Atenção Básica (PAB), tem por objetivo reduzir e controlar a desnutrição infantil em geral e as carências nutricionais específicas. Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (PHPN) Categoria: Atenção à Saúde O objetivo primordial do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento (PHPN) é assegurar a melhoria do acesso, da cobertura e da qualidade do acompanhamen- to pré-natal, da assistência ao parto e puerpé- rio às gestantes e ao recém-nascido, na pers- pectiva dos direitos de cidadania. Programa de Interiorização do Trabalho em Saúde (PITS) Categoria: Atenção à Saúde Atende as populações de municípios despro- vidos ou com precários serviços de saúde, me- diante a lotação de médicos e enfermeiros naquelas localidades, por meios de oferta de incentivos financeiros e de formação profis- sional aos participantes. A interiorização de médicos e enfermeiros tem por objetivo im- pulsionar a reorganização da atenção básica de saúde no país e fortalecer o Programa de Saúde da Família, que é a base desta interiorização. Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares (PNASH) Categoria: Atenção à Saúde Objetiva possibilitar a melhoria da qualidade dos serviços hospitalares do SUS, bem como uniformizar parâmetros de análise para to- dos os hospitais do País, dentro de padrões de qualidade e de excelência, que orientem e priorizem os objetivos e as metas de interna- ção e ação do Ministério da Saúde. Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar Categoria: Atenção à Saúde O PNHAH propõe um conjunto de ações integradas que visam mudar substancialmen- PRO Produto para diagnóstico de uso in vivo Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar
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    85 te o padrãode assistência ao usuário nos hos- pitais públicos do Brasil, melhorando a qua- lidade e a eficácia dos serviços hoje prestados por essas instituições. É seu objetivo funda- mental aprimorar as relações entre profissio- nal de saúde e usuário, dos profissionais entre si e do hospital com a comunidade. Programa Qualidade do Sangue Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Vigilância em Saúde O Programa Qualidade do Sangue tem por objetivo maior assegurar a qualidade e auto- suficiência em sangue, componentes, deriva- dos sangüíneos e correlatos, bem como garan- tir a assistência aos portadores de doenças de coagulação sangüínea e de má formação das hemáceas, e elevar o padrão do atendimen- to dos serviços disponibizados à população. Programa Saúde da Família (PSF) Categoria: Atenção à Saúde O Ministério da Saúde criou, em 1994, o Programa Saúde da Família (PSF). Seu prin- cipal propósito: reorganizar a prática da aten- ção à saúde em novas bases e substituir o mo- delo tradicional, levando a saúde para mais perto da família e, com isso, melhorar a qua- lidade de vida dos brasileiros. A estratégia do PSF prioriza as ações de prevenção, promo- ção e recuperação da saúde das pessoas, de forma integral e contínua. O atendimento é prestado na unidade básica de saúde ou no domicílio, pelos profissionais (médicos, en- fermeiros, auxiliares de enfermagem e agen- tes comunitários de saúde) que compõem as equipes de Saúde da Família. Programas de saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Constitui-se em uma das formas de expressão da política da saúde, cujo objetivo é produzir uma mudança na situação atual. O programa contém objetivo(s), metas (objetivos qualifi- cados) e indicadores que permitem acompa- nhar, controlar e avaliar a sua execução. Projeto Bela Vista Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Pesquisa realizada no Brasil, como resultado da iniciativa do UNAIDS, em conjunto com o Ministério da Saúde, visando integrar o País no processo de desenvolvimento de uma vacina anti-HIV/aids. Projeto Carteiro Amigo Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Alimentação e Nutrição Atividade de incentivo ao aleitamento mater- no, tendo surgido no Estado do Ceará como uma estratégia para reverter o quadro de des- nutrição e mortalidade infantil. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem (Profae) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Recursos Humanos em Saúde Pública Projeto desenvolvido pelo Ministério da Saú- de com vários parceiros para garantir a quali- dade do atendimento ambulatorial e hospita- lar das redes públicas e privada de saúde por meio de cursos de complementação do en- sino fundamental para aqueles trabalhadores que não tiveram a oportunidade de concluir o primeiro grau, atual ensino fundamental. Projeto Horizonte Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Epidemiologia Estudo que visa à formação de uma coorte de homossexuais e bissexuais masculinos para, primeiramente, determinar a incidência e PRO Programa Qualidade do Sangue Projeto Horizonte
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    86 prevalência da infecçãopelo HIV, avaliar o impacto de intervenções educativas e acon- selhamento na incidência desta infecção. O projeto também tem como objetivos avaliar a possibilidade de acompanhamento a longo prazo desta coorte e sua utilização em ensaio clínico de vacina anti-HIV, como parte inte- grante do Plano Nacional Vacinas Anti-HIV, do Ministério da Saúde. Promoção da saúde Categoria: Promoção e Educação em Saúde Nome dado ao processo de capacitação da co- munidade para atuar na melhoria de sua qua- lidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle deste processo. Para atingir um estado de completo bem-estar fí- sico, mental e social os indivíduos e grupos devem saber identificar aspirações, satisfazer necessidades e modificar favoravelmente o meio ambiente. Promoção do envelhecimento saudável Categoria: Atenção à Saúde Compreende o desenvolvimento de ações que orientem os idosos e os indivíduos em processo de envelhecimento quanto à impor- tância da melhoria constante de suas habili- dades funcionais, mediante a adoção precoce de hábitos saudáveis de vida e a eliminação de comportamentos nocivos à saúde. Prontuário médico Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Conjunto de documentos padronizados, des- tinados ao registro da assistência prestada ao paciente. Propaganda de produtos farmacêuticos Categoria: Comunicação em Saúde É a divulgação do medicamento promovida pela indústria, com ênfase na marca, e reali- zada junto aos prescritores, comércio farma- cêutico e população leiga. Protocolos clínicos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Estabelece claramente os critérios de diagnós- ticos de cada doença, o tratamento preconi- zado com os medicamentos disponíveis nas respectivas doses corretas, os mecanismos de controle, o acompanhamento e a verificação de resultados, e a racionalização da prescrição e do fornecimento dos medicamentos. Protocolo de pesquisa Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Documento contemplando a descrição da pesquisa em seus aspectos fundamentais, in- formações relativas ao sujeito das pesquisas, à qualificação dos pesquisadores e a todas as instâncias responsáveis. Proposta de concorrência Ver Licitação. Psicotrópico Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Substância que pode determinar dependência física ou psíquica e relacionada, como tal, nas listas aprovadas pela Convenção sobre Subs- tâncias Psicotrópicas, reproduzidas nos ane- xos da Portaria n.º 344/98. Pureza Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Vigilância em Saúde Grau em que uma droga determinada não contém outros materiais estranhos. PRO Promoção da saúde Pureza
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    87 Quadro de metas Categoria:Administração e Planejamento em Saúde São nacional, estaduais e municipais, elabo- rados na forma de planilhas, nas quais devem constar as metas físicas e financeiras das ações traçadas nas Agendas de Saúde e previstas nos Planos de Saúde, de forma a permitir a men- suração e o acompanhamento da execução das ações planejadas. Qualificação profissional Categoria: Recursos Humanos em Saúde Pública É o processo no qual o trabalhador adquire co- nhecimentos qualificados para o desempenho de determinada função visando ao seu me- lhor aproveitamento no exercício do trabalho. Quimioterápico Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Antimicrobianos sintetizados em laboratórios. Q
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    89 Raiva humana Categoria: Doenças Encefalomieliteaguda, invariavelmente fatal, causada pelo vírus de mesmo nome, do gê- nero Lyssavirus (família Rabdoviridae). É uma zoonose de animais silvestres e domésticos (principalmente morcegos, canídeos e felí- deos), tendo por reservatórios principais, na América do Sul, morcegos e cães. A transmis- são é feita geralmente por mordedura, pois o vírus encontra-se na saliva e é injetado direta- mente nos tecidos da vítima; mas pode pene- trar também pelas mucosas. Raticida Categoria: Vigilância em Saúde Saneante domissanitário destinado ao com- bate a ratos, camundongos e outros roedores, em domicílios, embarcações, recintos e luga- res de uso público, contendo substâncias ati- vas, isoladas ou em associação, que não ofere- çam risco à vida ou à saúde do homem e dos animais úteis de sangue quente. Reabilitação Categoria: Acidentes e Violência Atenção à Saúde Desenvolvimento de uma pessoa até o mais completo potencial físico, psicológico, social, profissional, não profissional e educacional, compatível com seu comprometimento fisio- lógico, anatômico e limitações ambientais. Reação adversa Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Qualquer efeito nocivo, não intencional e indesejado de um fármaco observado nas doses terapêuticas habituais em seres huma- nos para tratamentos, profilaxias ou diag- nósticos. Recomendações nutricionais Categoria: Alimentação e Nutrição Recomendações para a ingestão diária de nutrientes e calorias. São determinadas atra- vés de pesquisas científicas, baseando-se nas necessidades nutricionais do indivíduo. Rede Nacional de Genotipagem (Renageno) Categoria: Atenção à Saúde Objetivo de detectar a ocorrência de resis- tência genotípica do HIV-I aos anti-retro- virais e selecionar a terapia de resgate mais adequada nos pacientes atendidos pelo Sis- tema Único de Saúde. Rede Sentinela Nacional de Parturientes Categoria: Epidemiologia Rede de avaliação e monitoramento da in- cidência e prevalência da infecção pelo HIV em parturientes em maternidades seleciona- das de diferentes estados brasileiros, a partir de testes realizados em amostras de sangue coletadas de forma anônima, não-vincula- da (ou seja, sem que exista uma ligação en- tre a amostra biológica e a identificação de cada mulher. Ultimamente, são também le- vantadas informações referentes à cobertura do pré-natal, qualidade e aceitabilidade da R
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    90 testagem para oHIV por parte das partu- rientes. Redes regionais Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Possibilitam a troca de serviços entre muni- cípios vizinhos para complementar o atendi- mento de todos os cidadãos de uma região. Redes sociais Categoria: Atenção à Saúde Modelo de intervenção centrado no coletivo que parte da premissa de que o comporta- mento de uma pessoa, grupo, família ou co- munidade é uma junção das necessidades e preferências pessoais em relação às tarefas que desempenham, ao ambiente social imediato no qual vivem e às normas sociais a que ade- rem. Redução de danos Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social Modelo de intervenção centrado no indiví- duo, sua rede social e comunidade que adota estratégias pragmáticas que buscam reduzir os danos decorrentes do uso de drogas. Alguns dos danos mais relevantes a serem evitados se referem à infecção pelo HIV e outros agentes infecciosos (como os causadores das hepatites infecciosas), especialmente entre usuários de drogas injetáveis (sujeitos ao duplo risco da transmissão sangüínea e sexual). As propostas de redução de danos não exigem a abstinên- cia como critério norteador da participação da população-alvo, embora tenham um papel fundamental na “atração” desta população para programas de tratamento para o abuso de drogas. As ações de redução de danos in- cluem a disponibilização de insumos (serin- gas e agulhas estéreis, preservativos) visando a reduzir a utilização compartilhada, a reuti- lização de seringas e agulhas contaminadas, e favorecer práticas sexuais mais seguras. Redução de demandas reprimidas Ver Mutirão. Reforço à reorganização do sistema único de saúde Ver Reforsus. Reforsus Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Implementa ações estratégicas destinadas a for- talecer o desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para a garantia da universalidade, integralidade da assistência e eqüidade no acesso da população aos bens e serviços de saúde. Propõe melhorar a capacida- de e eficiência do SUS mediante a recuperação física tecnológica e gerencial da rede de servi- ços existente e promover o desenvolvimento institucional do setor Saúde por intermédio de ações que visem a incrementar a capacidade de gestão do sistema. Região de saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Representa uma base de planejamento – e não uma estrutura administrativa ou operacional – a ser definida no âmbito estadual, de acor- do com as características e estratégias de regio- nalização de cada estado, considerando variá- veis geográficas, sanitárias, epidemiológicas, de oferta de serviços, entre outras. De acordo com a normativa 02, de 6 de abril de 2001, cada estado deverá estabelecer o critério que defi- nirá a unidade mínima de qualificação (região ou microrregião de saúde), que deverá agregar oferta assistencial em relação ao módulo. RED Redes regionais Região de saúde
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    91 Registro de produto Categoria:Direito Sanitário Destinado a comprovar o direito de fabrica- ção de produto submetido ao regime da Lei n.º 6.360, de 23 de setembro de 1976. Regulação assistencial Categoria: Eqüidade em Saúde e Social Tem como objetivo principal promover a eqüidade do acesso, garantindo a integralida- de da assistência e permitindo ajustar a oferta assistencial disponível às necessidades imedia- tas do cidadão, de forma equânime, ordena- da, oportuna e racional. Regulamento técnico Categoria: Saúde Animal. Vigilância em Saúde Documento normativo editado pela autori- dade de saúde competente, contendo especi- ficações técnicas ou requisitos de qualidade aplicáveis compulsoriamente a produto, ob- servadas as normas técnicas brasileiras (Reso- lução CONMETRO n.º 11/75). Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Integra o elenco dos medicamentos essenciais àqueles produtos considerados básicos e in- dispensáveis para atender a maioria dos pro- blemas de saúde da população. A referência nacional serve de parâmetro para os estados e municípios selecionarem seus medicamentos. O Rename é o documento oficial de referên- cia nacional. Relatório de gestão Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Têm como finalidade a sistematização e a di- vulgação de informações sobre os resultados obtidos e sobre a probidade dos gestores do SUS, funcionando como prestação de con- tas, uma vez que estabelece correlação entre as metas, os resultados e a aplicação de recur- sos. Este instrumento possibilita o acompa- nhamento da conformidade da aplicação dos recursos à programação aprovada. Relatório de vistoria Categoria: Administração e Planejamento em Saúde A vistoria deverá ser realizada in loco pela Secretaria de Saúde responsável pela forma- lização do processo de cadastramento, que avaliará as condições de funcionamento do serviço para fins de cadastramento: área fí- sica, recursos humanos, responsabilidade técnica e demais exigências estabelecidas na Portaria SAS n.º 249, de abril de 2002, observando-se todos os passos do questio- nário de auto-avaliação. Remuneração por serviços produzidos Categoria: Economia de Saúde É a modalidade de transferência caracteri- zada pelo pagamento direto aos prestado- res de serviços da rede cadastrada do SUS nos estados e municípios não-habilitados em Gestão Plena do Sistema – Rede Cadas- trada. Destina-se ao pagamento de fatura- mento hospitalar registrado no Sistema de Informações Hospitalares (SIH) e da pro- dução ambulatorial registrada no Sistema de Informações Ambulatorias (SIA), con- templando ações de assistência de média e alta complexidade, também observados os tetos financeiros dos respectivos estados e municípios. Reposição de nicotina Categoria: Atenção à Saúde Visa a permitir a diminuição gradual de REG Registro de produto Reposição de nicotina
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    92 concentração sérica denicotina após o abandono do cigarro. Resolutividade Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Eficiência na capacidade de resolução das ações e serviços de saúde, através da assistên- cia integral resolutiva, contínua e de boa qua- lidade à população adscrita, no domicílio e na unidade de saúde, buscando identificar e intervir sobre as causas e fatores de risco aos quais essa população está exposta. Retinopatia diabética Categoria: Doenças É uma complicação ocular do diabetes que ataca os vasos sangüíneos do fundo do olho, diminuindo a sua capacidade de circulação e promovendo deficiência na irrigação dos te- cidos. Quando isso ocorre, o olho diabético sofre hemorragias que podem causar danos irreversíveis, chegando até a cegueira total. Riscos ocupacionais Categoria: Acidentes e Violência Ambiente e Saúde Possibilidade de perda ou dano e a probabi- lidade que tal perda ou dano ocorra. Impli- ca, pois, a probabilidade de ocorrência de um efeito adverso. Rotulagem nutricional Categoria: Alimentação e Nutrição Vigilân- cia em Saúde Produto na forma como está exposto à venda e devem ser apresentadas em porções usuais de consumo contendo ainda, o percentual de valores diários para cada nutriente declarado. Rótulo Categoria: Vigilância em Saúde Identificação impressa, litografada, pinta- da, gravada a fogo, à pressão ou autoadesiva, aplicada diretamente sobre recipientes, em- balagens, invólucros ou qualquer protetor de embalagem externo ou interno, não poden- do ser removida ou alterada durante o uso do produto e durante o seu transporte ou arma- zenamento. Ruído Categoria: Ambiente e Saúde É um agente físico, universalmente distribu- ído, estando presente praticamente em to- dos os ramos de auditiva, acarreta alterações importantes na qualidade de vida do traba- lhador em geral, à medida que provoca an- siedade, irritabilidade, aumento da pressão arterial, isolamento e perda de auto-imagem. No seu conjunto, esses fatores compreendem as relações do indivíduo na família, no traba- lho e na sociedade. RES Resolutividade Ruído
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    93 Salubridade ambiental Categoria: Ambientee Saúde Conceito de higidez em que vive a população urbana e rural, tanto no que se refere à sua capacidade de inibir, prevenir ou impedir a ocorrência de endemias ou epidemias vincu- ladas pelo meio ambiente, como no tocante ao seu potencial de promover o aperfeiçoa- mento de condições mesológicas favoráveis ao pleno gozo de saúde e bem-estar. Saneantes domissanitários Categoria: Vigilância em Saúde Substância ou preparação destinada à higieni- zação ou desinfecção domiciliar, em ambien- tes coletivos ou públicos, em lugares de uso comum e no tratamento de água, compreen- dendo: inseticida, raticida, desinfetante, de- tergente. Sarampo Categoria: Doenças Doença infecciosa aguda, de natureza viral, transmissível e extremamente contagiosa, muito comum na infância. A viremia decor- rente da infecção provoca uma vasculite ge- neralizada, responsável pelo aparecimento das diversas manifestações clínicas. É transmitido diretamente de pessoa à pessoa, através das secreções nasofaríngeas, expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Sarcoma de Kaposi Categoria: Doenças Tipo raro de câncer que acomete pacientes com aids, mais comumente os homens, sendo a pele o local mais freqüentemente atingido. Saturismo Categoria: Doenças Doença causada pelo chumbo. A exposição ocupacional ao chumbo inorgânico provoca, em sua maioria, intoxicação a longo prazo, podendo ser de variada intensidade. A conta- minação do organismo pelo chumbo depende das propriedades físico-químicas do compos- to, da concentração no ambiente, do tempo de exposição, das condições de trabalho (ven- tilação, umidade, esforço físico, presença de vapores, etc) e dos fatores individuais do tra- balhador (idade, condições físicas, hábitos, etc). Saúde da criança Categoria: Atenção à Saúde A Área Técnica da Saúde da Criança do Mi- nistério da Saúde tem como objetivo definir as políticas públicas na área da criança, além de apoiar e assessorar as secretarias estaduais de saúde na implantação dessas políticas, com o objetivo de reduzir a morbimortalida- de infantil. Saúde da Família Ver Programa Saúde da Família. Saúde da Mulher Categoria: Atenção à Saúde A área técnica da saúde da mulher do Ministé- rio da Saúde tem como objetivo definir as po- líticas públicas na área da mulher, coordenar e S
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    94 assessorar os Estadosna sua implantação, bus- cando a melhoria da qualidade do atendimen- to nos serviços de saúde e a redução da mor- bimortalidade materna, perinatal e neonatal. Saúde do Adolescente e do Jovem Categoria: Atenção à Saúde A Área Técnica da Saúde do Adolescente e do Jovem do Ministério da Saúde tem como objetivo definir e coordenar as políticas de saúde voltadas à organização de serviços de atenção aos adolescentes e aos jovens na faixa etária dos 10 aos 19 anos, além de assessorar as secretarias estaduais e municipais de saúde na implantação das ações. Saúde do Trabalhador Categoria: Atenção à Saúde Vigilância em Saúde Saúde do trabalhador é um conjunto de ativi- dades que se destina, através das ações de vigi- lância epidemiológica e sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, assim como visa à recuperação e reabilitação da saú- de dos trabalhadores, submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho. Saúde Indígena Categoria: Atenção à Saúde A Saúde Indígena possui uma abordagem di- ferenciada e global, contemplando os aspec- tos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habilitação, meio ambiente, demar- cação de terras, educação sanitária e integra- ção institucional. Saúde Infantil Ver Saúde da criança Secretaria-Executiva Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Órgão diretamente subordinado ao ministro da Saúde, tem a missão de supervisionar e co- ordenar as atividades das outras secretarias do Ministério e entidades a ele vinculadas. Segurança alimentar Categoria: Alimentação e Nutrição Conjunto de princípios, políticas, medidas e instrumentos que assegure permanentemente o acesso de todos os habitantes aos alimentos, a preços adequados, em quantidade e qua- lidade necessárias vistas a uma vida digna e saudável, bem como os demais direitos de ci- dadania. Sensibilidade diagnóstica Categoria: Doenças Refere-se à atenção da equipe para a busca de problemas/diagnósticos prevalentes, po- rém nem sempre comumente identificados tais como, doenças tireoideanas, doença de Parkinson, demência, depressões, hipotensão, ortostática e incontinência urinária, diminui- ção das acuidades visual e auditiva. Serviço de assistência especializada Categoria: Atenção à Saúde Unidades ambulatoriais de referência, com- postas por uma equipe multidisciplinar de médicos, psicólogos, assistentes sociais, far- macêuticos, odontólogos e/ou outras especia- lidades da área de Saúde, que acompanha os pacientes, prestando atendimento integral a eles e a seus familiares. Sexo forçado no casamento Categoria: Acidentes e Violência É a imposição de manter relações sexuais no ca- samento. Devido a normas e costumes predomi- nantes, a mulher é forçada a manter relações se- xuais como parte de suas obrigações de esposa. SAU Saúde do Adolescente e do Jovem Sexo forçado no casamento
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    95 Sexualidade Categoria: Ciências Sociaisem Saúde É a capacidade de comportar-se sexualmente, isto é, responder a estímulos eróticos e obter prazer de atividades sexuais, como as prelimi- nares, a relação em si e a masturbação. Sífilis Categoria: Doenças A sífilis ou lues é causada pelo treponema de- clínio em sua incidência. Entretanto, vem na genitália externa com lesão única, medin- do 0,5 a 2cm de diâmetro, cerca de uma a duas semanas após o contágio. Caracteriza-se como pápula erodida ou ulcerada, com borda infiltrada, endurecida e fundo limpo. Após uma ou duas semanas surge adenite satélite inflamatória pouco dolorosa. Sífilis congênita Categoria: Doenças A sífilis congênita é conseqüência da dissemi- nação do Treponema pallidum pela corrente sangüínea, transmitido pela gestante para o seu bebê. A infecção pode ocorre em qual- quer fase da gravidez de o risco é maior em mulheres com sífilis primária ou secundária. Silicose Categoria: Doenças Principal pneumocosidade no Brasil, causada por inalação de poeria de silica livre cristali- na (quartzo). Caracteriza-se por um processo de fibrose, com formação de nódulos isolados nos estágios iniciais e nódulos conglomerados e disfunção respiratória nos estágios avança- dos. É uma doença irreversível, de evolução lenta e progressiva. Síndrome da Criança Espancada Categoria: Acidentes e Violência Refere-se, usualmente, a crianças de baixa ida- de que sofrem ferimentos inusitados, fraturas ósseas, queimaduras, etc., ocorridos em épo- cas diversas, bem como em diferentes etapas e sempre inadequada ou inconsistentemente explicadas pelos pais. O diagnóstico é baseado em evidências clínicas e radiológicas das lesões. Síndrome da Imunodeficiência Adquirida Ver Aids. Síndrome de Munchausen por Provocação Categoria: Acidentes e Violência Situação na qual a criança é trazida para cui- dados médicos devido a sintomas e/ou sinais inventados ou provocados pelos seus respon- sáveis. Em ocorrência, há conseqüências que podem ser caracterizadas como violências fí- sicas (exames complementares desnecessários, uso de medicamentos, ingestão forçada de lí- quidos, etc.) e psicológicas (inúmeras consul- tas e internações, por exemplo). Síndrome do bebê sacudido Categoria: Acidentes e Violência Consiste de lesões cerebrais que ocorrem quando a criança, em geral menor de 6 meses de idade, é sacudida por um adulto. Sistema de gênero Categoria: Ciências Sociais em Saúde Ordena a vida nas sociedades contemporâ- neas a partir da linguagem, dos símbolos, das instituições e hierarquias da organização social, da representação política e do poder. Com base na interação desses elementos e de suas formas de expressão, distinguem-se os papéis do homem e da mulher na família, na divisão do trabalho, na oferta de bens e ser- viços e até na instituição e aplicação de nor- mas legais. SEX Sexualidade Sistema de gênero
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    96 Sistema de Informaçãode HIV Soropositivo Assintomático Categoria: Ciência e Tecnologia em Saúde Epidemiologia O SIHIV é um software importante como instrumento de avaliação para a vigilância epidemiológica. Permite avaliar algumas ten- dências da epidemia quanto às categorias de exposição, faixa etária, escolaridade, ocupa- ção e residência dos indíviduos infectados. Estas informações devem fornecer subsídios para uma melhor organização das munici- pais, regionais e estaduais. Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Contribui para o controle, eliminação e/ou erradicação das doenças transmissíveis e imu- nopreveníveis, com a imunização sistemática da população. Sistema de Informações sobre Agravos de Notificação (Sinan) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Coleta dados sobre agravos de notificação compulsória. Pode ser ativado a partir do mu- nicípio gerando informações por distrito ou bairro. A notificação compulsória tem sido a principal fonte usada pela Vigilância Epide- miológica para desencadear medidas de con- trole. Os dados trabalhados referem-se às se- guintes doenças: cólera, coqueluche, dengue, difteria, doença de chagas (casos agudos), do- ença meningocócica e outras meningites, febre amarela, febre tifóide, hanseníase, hepatites B e C, leishmaniose, visceral, leptospirose, ma- lária (em área não-endêmica), meningite, por Haenophilus influenzae (peste), poliomielite, paralisia flácida aguda, raiva humana, rubéo- la, síndrome de rubéola congênita, sarampo, sífilis congênita, síndrome da imunodeficiên- cia adquirida, tétano e tuberculose. Segundo a legislação: todo e qualquer surto ou epidemia, assim como a ocorrência de agravo inusitado, independente de constar na lista de doenças de notificação compulsória, deve ser notificado imediatamente, às secretarias municipal e esta- dual de saúde e a Fundação Nacional de Saúde. Sistema de Informação sobre Vigilância Ali- mentar e Nutricional (Sisvan) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Destina-se ao acompanhamento do Progra- ma de Combate às Carências Nutricionais (PCCN). Propõe-se a ser um processo con- tínuo de coleta, tratamento, interpretação e disseminação de dados e informações sobre a situação alimentar e nutricional e de seus fa- tores determinantes. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Instrumento de coleta e de processamento de informações sobre receitas e gastos públicos em saúde nas três esferas. Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA-SUS) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde O SIA-SUS oferece aos gestores estaduais e municipais de saúde instrumentos para a operacionalização da funções de cadastra- mento ambulatorial, controle orçamentá- rio, controle e cálculo da produção ambula- SIS Sistema de Informação de HIV Soropositivo Assintomático Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA-SUS)
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    97 torial (RCA), gerenciamentoda capacidade instalada e produzida; gerenciamento dos recursos financeiros orçados e repassados aos prestadores de serviços. Sistema de Informações da Atenção Básica (Siab) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Método que permite o registro de diver- sas informações de interesse das equipes e do gestor local, relativas à saúde da popu- lação coberta e ao andamento das ativida- des das equipes. Permite ainda que sejam feitas avaliações do trabalho realizado e de seu impacto na organização do sistema e na saúde da população. Sistemas de Informações Hospitalares do SUS (SIH-SUS) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde O SIH-SUS contém informações que via- bilizam efetuar o pagamento dos serviços hospitalares prestados pelo SUS, através da captação de dados em disquete das Auto- rizações de Internação Hospitalar (AIH). Sendo o sistema que processa as AIHs, dis- põe de informações sobre recursos destina- dos a cada hospital que integra a rede do SUS; as principais causas de internações no Brasil; a relação dos procedimentos mais freqüentes realizados mensalmente em cada hospital, município e estado; a quantidade de leitos existentes para cada especialidade; o tempo médio de permanência do pacien- te no hospital. Sistema de Informações sobre Agravos de Notificação (Sinan) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Tem como objetivo coletar, transmitir e dis- seminar dados gerados rotineiramente pelo Sistema de Vigilância Epidemiológica para apoiar processos de investigação e de análise sobre as principais doenças e agravos sujei- tos a notificação compulsória. Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Coleta dados sobre óbitos e fornece informa- ções sobre o perfil de mortalidade nos dife- rentes níveis do SUS. Permite que os dados sejam agregados ou desagregados por estados, município, bairro ou endereço residencial. Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Ciência e Tecnologia em Saúde Objetiva construir uma base de dados sobre as crianças nascidas vivas em todos os níveis do SUS. Os dados sobre o recém-nascido po- dem ser agregados ou desagregados por mu- nicípio, bairro, endereço residêncial ou esta- belecimento de saúde onde a criança nasceu. Sistemas de Informação Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Sistema de pessoas, equipamentos, procedi- mentos, documentos e comunicações que coleta, valida, transforma, armazena, recu- pera e apresenta dados, gerando informação para usos diversos. Sistemas de Informação em Saúde Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Instrumento para adquirir, organizar e ana- SIS Sistema de Informações da Atenção Básica (Siab) Sistemas de Informação
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    98 lisar dados necessáriosa definição de proble- mas e riscos para a saúde, avaliar a eficácia, eficiência e influência que os serviços presta- dos possam ter no estado de saúde da popu- lação, além de contribuir para a produção de conhecimentos acerca da saúde e dos assun- tos a ela ligados. Sistema Nacional de Auditoria Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Estabelece que todos os níveis de governo de- vem organizar e implantar seus componentes do SNA subordinados à direção do SUS, que exercerá as seguintes atividades sobre as ações e serviços verificar a regularidade dos padrões estabelecidos; avaliação da estrutura, dos pro- cessos e dos resultados de acordo com os cri- térios de eficiência, eficácia e efetividade; au- ditoria da regularidade dos procedimentos praticados. Sistema Nacional de Laboratórios de Sorologia para HIV (Sinalaids) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Atenção à Saúde Objetivo geral de implantar um sistema de assegurasse a qualidade dos resultados dos exames, provesse a padronização de metodo- logia, racionalizasse o emprego de reagentes, coletasse, processasse e difundisse dados que auxiliassem a vigilância epidemiológica e sub- sidiassem a avaliação das medidas adotadas permitindo a otimização das ações de controle. Sistema Único de Saúde (SUS) Categoria: Administração e Planejamento em Saúde O conjunto de ações e serviços de sáude, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da adminis- tração direta e indireta e das fundações man- tidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde. Sistemas Formais de Cuidados Categoria Atenção à Saúde São integrados por profissionais e instituições que realizam este atendimento sob a forma de prestação de serviço. Os cuidados são presta- dos por pessoa ou agências comunitárias con- tratadas para tal. Sistemas Informais de Cuidados Categoria Atenção à Saúde São constituídos por pessoas da família, ami- gos próximos e vizinhos, freqüentemente mulheres, que exercem tarefas de apoio e cui- dados voluntários para suprir a incapacidade funcional do idoso. Solvente orgânico Categoria Ambiente e Saúde Nome genérico atribuído a um grupo de substâncias químicas líquidas à temperatu- ra ambiente, com características físico-quí- micas (volatilidade, lipossolubilidade) que tornam o risco tóxico bastante variável. São empregados com solubilizantes, dispersantes ou diluentes, de modo amplo em diferentes processos industriais, no meio rural e em la- boratórios químicos, como substâncias puras ou misturadas. Soroconversão Categoria: Doenças É o momento em que o HIV passa a ser de- tectável através dos testes convencionais. Costuma ocorrer até o terceiro mês depois da infecção, podendo se manifestar através de febre e outros sintomas temporários. Soropositivo Categoria: Doenças SIS Sistemas de Informação em Saúde Soroconversão
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    99 Expressão usada paraidentificar os doentes com aids. Soroprevalência Categoria: Epidemiologia É o número de indivíduos soropositivos em um determinado grupo populacional em pe- ríodo de tempo e lugar definidos. Substância ativa Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Qualquer substância que apresenta atividade farmacologicamente, ou outro efeito direto no diagnóstico, cura, alívio, tratamento ou prevenção de doenças, ou afete qualquer fun- ção do organismo humano. Substância proscrita Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Substância cujo uso está proibido no Brasil. Suporte avançado de vida Categoria: Acidentes e Violência Estrutura de apoio oferecido a pacientes em risco de morte, promovido por profissionais médicos, por intermédio de medidas não-in- vasivas ou invasivas (como, por exemplo, dre- nagem do tórax, acesso às vias aéreas, acesso venoso, etc.) Suporte básico de vida Categoria: Acidentes e Violência Estrutura de apoio oferecida a pacientes com risco de morte desconhecido, promovida por profissionais de sáude, por meio de medidas conservadoras não-invasivas (como imobili- zação do pescoço, compressão de sangramen- to, etc.). Suporte social Categoria: Promoção e Educação em Saúde Instrumento de trabalho na atenção básica à saúde visando a melhorar a qualidade de vida e o domínio do grupo e do indivíduo sobre as situações. Representa um conjunto de ações que podem ser realizadas por diferentes tipos de pessoas: os membros da equipe de saúde da família, parentes e amigos, voluntários. SOR Soropositivo Suporte social
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    101 Taxa de ataque Categoria:Epidemiologia Caso especial de incidência nos casos em que a epidemia se restringe a uma população fe- chada. Tecnovigilância Categoria: Vigilância em Saúde É o conjunto de ações visando à segurança sanitária dos produtos comercializados para a saúde. Termo de compromisso Categoria: Administração e Planejamento em Saúde É um ajuste, previsto pela Norma Opera- cional de Assistência à Saúde (NOAS/SUS 01/02), firmado entre níveis de governo, no qual pactuam o uso e as metas de uma de- terminada unidade prestadora de serviço, sob gerência de um nível de governo e gestão do outro. Testagem sorológica Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos É a verificação, por meio de testes laborato- riais, da presença ou não de anticorpos anti- HIV no sangue de uma pessoa. Tétano Categoria: Doenças Doença infecciosa aguda, não contagiosa e que ainda se constitui em grave problema pú- blico. O agente etiológico é o bacilo gram- positivo, anaeróbico, espolurado: Clostridium tetani. A transmissão ocorre pela introdução dos esporos em uma solução de continuida- de (ferimento) geralmente do tipo perfuran- te, contaminado com terra, poeira, fezes de animais ou humanos. Teto Financeiro da Assistência do Estado (TFAE) Categoria: Economia de Saúde É o valor correspondente ao financiamento do conjunto das ações assistenciais sob a res- ponsabilidade da SES (Secretaria Estadual de Saúde). É transferido, regular e automatica- mente do Fundo Nacional de Saúde de acor- do com as condições de gestão. Teto Financeiro da Assistência do Município (TFAM) Categoria: Economia de Saúde É um montante que corresponde ao finan- ciamento de conjunto das ações assistenciais assumidas pela SMS (Secretaria Municipal de Saúde). O TFAM é transferido, regular e au- tomaticamente, do Fundo Nacional ao Fun- do Municipal de Saúde, de acordo com as condições de gestão estabelecidas pela NOB 01/96 e destina-se aos custeio dos serviços rea- lizados no território do município. Titular de registro Categoria: Vigilância em Saúde Pessoa jurídica que possui o registro de um produto, detentora de direitos sobre ele, res- ponsável pelo produto até o consumidor final. Trabalhador Categoria: Atenção à Saúde Demografia T
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    102 Vigilância em Saúde Todaa pessoa que exerça uma atividade de trabalho, independentemente de estar inseri- do no mercado formal ou informal de traba- lho, inclusive na forma de trabalho familiar e/ou doméstico. Trabalhador coletivo Categoria: Atenção à Saúde Demografia Trabalhadores que fazem parte de um proces- so produtivo, cuja característica marcante é a intensa divisão de trabalho. Trabalho precoce Categoria: Atenção à Saúde Demografia Qualquer atividade de trabalho desempenha- da por crianças e adolescentes menores de 16 anos que freqüentam ou não as escolas, inde- pendentemente de renumeração. Tracoma Categoria: Doenças Uma ceratoconjutivite contagiosa, causada por Chlamydia Trachomatis, pequena bacté- ria Gram-negativa da família Chlamydiaceae que ataca a conjuntiva e a córnea, em todo o mundo mas principalmente na África, Médio Oriente, Sul da Ásia e América do Sul. Índi- ce sobretudo em populações de regiões áridas ou onde á poeira, a falta de higiene e a pro- miscuidade são fatores predisponentes. Con- tato direto, objetos contaminados com secre- ções oculares (lenços ou toalhas) ou insetos (do gênero Hipelattes, por exemplo) podem contribuir para a transmissão. Transição demográfica Categoria: Demografia Fenômeno que se caracteriza pela passagem de uma situação de alta mortalidade mais alta fecundidade, com uma população predo- minantemente jovem e em franca expansão, para uma de baixa mortalidade e, gradual- mente, baixa fecundidade. Transmissão direta Ver Contágio. Transmissão vertical (aids) Categoria: Doenças Via de transmissão do vírus HIV da mãe para o bebê, durante a gestação, parto ou aleita- mento. Transplante de órgãos Categoria: Ética e Bioética Transferência de um órgão inteiro de um doa- dor a outro, com restabelecimento da conti- nuidade vascular aferente e eferente desse ór- gão com o sistema circulatório do receptor. Transtornos alimentares Ver Distúrbios alimentares. Tuberculose Categoria: Doenças Doença progressiva ou crônica que resulta da infecção por Mycobacterium tuberculosis (ad- quirida geralmente por ingestão de material infectante). Começa habitualmente no pul- mão mas pode afetar qualquer outro órgão ou sistema, tais como o sistema linfático, ós- seo, urogenital, nervoso, digestivo ou a pele. TRA Trabalhador coletivo Tuberculose
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    103 Unidade básica desaúde Ver Unidade de Saúde da Família. Unidade de Saúde da Família Categoria: Atenção à Saúde Unidade pública de saúde que assume a res- ponsabilidade por uma determinada popu- lação a ela vinculada. Uma unidade de Saú- de da Família pode atuar com uma ou mais equipe do Programa Saúde da Família (PSF), dependendo da concentração de famílias no território de abrangência. Unidade integrada Ver Unidade mista. Unidade Mista Categoria: Administração e Planejamento em Saúde Estabelecimento composto por um centro de saúde e unidade de internação com caracte- rísticas de hospital local. Unidade Sanitária Categoria: Atenção à Saúde É um estabelecimento de saúde dinâmico destinado a prestar assistência sanitária à uma população em área geográfica definida, exe- cutando basicamente, ações programadas. Unidade Territorial de Qualificação na Assistência à Saúde Categoria: Políticas Públicas e Saúde Representa a base territorial mínima a ser submetida à aprovação do Ministério da Saú- de e Comissão Intergestores Tripartite para qualificação na assistência à saúde, que deve ser a menor base territorial de planejamento regionalizado de cada Unidade de Federação acima do módulo assistencial, seja uma mi- crorregião de saúde (nas UF em que o mó- dulo de regionalização adotado não admitir microrregiões de saúde). Unidades de Referência Categoria: Administração e Planejamento em Saúde São os ambulatórios e hospitais selecionados para realizar determinados tipos de atendi- mento nos municípios. Elas são referências: para a população, que saberá procurar aquele tipo de serviço; para profissionais de saúde, que vão encaminhar os pacientes. Universalidade Categoria: Eqüidade em Saúde e Social Este é um dos princípios do Sistema Único de Saúde que consiste em garantir o acesso aos serviços de saúde para toda a população, em todos os níveis de assistência, sem precon- ceitos ou privilégios de qualquer espécie. Uretrites Categoria: Doenças Presença de uma disúria recente e/ou de um corrimento uretral purulento, mucopurulen- to ou mocoico recente. Urticária Categoria: Doenças Erupção caracterizada pelo súbito apareci- mento de urticas (pápulas eritêmatoedema- tosas) de duração efêmera e pruriginosa. U
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    104 Uso racional demedicamentos Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos É o processo que compreende a prescrição apropriada; a disponibilidade oportuna e a preços acessíveis; a dispensação em condições adequadas; e o consumo nas doses indicadas, nos intervalos definidos e no período de tem- po indicado de medicamentos eficazes, segu- ros e de qualidade. Usuários de Droga Injetável (UDI) Categoria: Drogas de Uso Terapêutico e Social Homens e mulheres que fazem uso injetável de substâncias psicoativas. Compartilhar agu- lhas, seringas e equipamentos para diluição durante esta prática contribui fortemente para o aumento nos índices de infecção pelo HIV. USO Uso racional de medicamentos Usuários de Droga Injetável (UDI)
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    105 Vegetarianismo Categoria: Alimentação eNutrição O sistema alimentar dos vegetarianos. Baseia- se na exclusão de alimentos de origem animal da dieta. Veículos para atendimento pré-hospitalar Categoria: Acidentes e Violência Viaturas equipadas com equipamentos para resgatar vítimas presas em ferragens ou em outras condições anômalas. Vigilância epidemiológica Categoria: Epidemiologia Conjunto de atividades que permite reu- nir a informação indispensável para conhe- cer, a qualquer momento, o comportamento ou história natural das doenças, bem como detectar ou prever alterações de seus fatores condicionantes, com o fim de recomendar oportunamente, sobre bases firmes, as medi- das indicadas e eficientes que levem à preven- ção e ao controle de determinadas doenças. Vigilância nacional de parturientes Categoria: Vigilância em Saúde É a estratégia para se conhecer a prevalência da infecção pelo HIV, da sífilis e das hepatites e a partir da detecção de anticorpos marcado- res dessas infecções em amostras de sangue, coletadas de modo anônimo e não-vinculado em sítios sentinela com base amostral. Vigilância sentinela Categoria: Epidemiologia Método de escolha para que se obtenham dados de determinadas doenças, a partir das quais se pode monitorar o seu comportamen- to em grupos específicos. Violência econômica Categoria: Acidentes e Violência São todos os atos destrutivos ou omissões do(a) agressor(a) que afetam a saúde emocio- nal e a sobrevivência dos membros da família. Violência financeira Ver Violência econômica. Violência física Categoria: Acidentes e Violência Ocorre quando uma pessoa, que está em re- lação de poder em relação a outra, causa ou tenta causar dano não acidental, por meio do uso da força não lesões externas, internas ou ambas. Segundo concepções mais recentes, o castigo repetido, não severo, também se con- sidera violência física. Violência institucional Categoria: Acidentes e Violência É aquela exercida pelos próprios serviços pú- blicos, por ação ou omissão. Pode incluir des- de a dimensão mais ampla da falta de acesso à má qualidade dos serviços. Abrange abusos cometidos em virtude das reflexões de poder desiguais entre usuários e profissionais dentro das instituições, até por uma noção mais res- trita do dano físico intencional. Violência intrafamiliar Categoria: Acidentes e Violência Toda ação ou omissão que prejudique o bem- V
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    106 estar, a integridadefísica, psicológica ou a li- berdade e o direito ao pleno desenvolvimento de outro membro da família. Pode ser come- tida dentro ou fora de casa por algum mem- bro da família, incluindo pessoas que passam a assumir função parental, ainda que sem la- ços de consangüinidade, e em relação de po- der à outra. Violência psicológica Categoria: Acidentes e Violência É toda ação ou omissão que causa ou visa a causar dano à auto-estima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa. Violência sexual Categoria: Acidentes e Violência É toda ação na qual uma pessoa em relação de poder e por meio de força física, coerção ou intimidação psicológica, obriga uma outra ao ato sexual contra a sua vontade, ou que a exponha em interações sexuais que propiciem sua vitimização da qual o agressor tenta obter gratificação. Vulnerabilidade Categoria: Epidemiologia Conjunto de fatores de natureza biológica, epidemiológica, social e cultural cuja intera- ção amplia ou reduz o risco ou a proteção de uma pessoa ou população frente a uma deter- minada doença, condição ou dano. Vulnerabilidade individual Categoria: Doenças Está relacionada, principalmente, como os comportamentos adotados pelo indivíduo e que podem favorecer a infecção. Western blot Categoria: Medicamentos, Vacinas e Insumos Tipo de teste feito em amostras de sangue, para verificar se a pessoa teve contato com o vírus causador da aids. Por fornecer resulta- dos muito precisos, geralmente é utilizado na confirmação de um resultado já obtido com os testes de triagem. Zalcitabina Ver DDC. VIO Violência psicológica Zalcitabina
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    107 As áreas temáticasdescritas a seguir foram desenvolvidas por um grupo de especialistas, sob coordenação da Faculdade de Saúde Pú- blica da USP, com o objetivo de definir os temas da saúde pública brasileira no sentido de abranger as necessidades de informação de grupos acadêmicos, de profissionais de saúde, legisladores, gestores e formuladores de polí- ticas de saúde, divulgado ao público na Bi- blioteca Virtual de Saúde Pública: (www.saudepublica.bvs.br). Assim, esse recorte temático foi incorpo- rado ao VCMS como estrutura inicial. Po- rém, os temas relacionados às Doenças Crô- nicas e Degenerativas e Doenças Infecciosas e Parasitárias foram substituídas por uma ca- tegoria intitulada Doenças, pois era preciso incluir outros tipos de doenças relacionados à saúde pública nesse vocabulário. Acidentes e Violência Refere-se ao conjunto de agravos à saúde que pode levar a óbito ou seqüelas irreversíveis que inclui as causas ditas acidentais: devidas ao trânsito, trabalho, quedas, envenenamen- tos, afogamentos e outros tipos de acidentes, e as causas intencionais como agressões e le- sões autoprovocadas. Inclui subtemas como: abuso sexual, aciden- tes com animais peçonhentos, acidentes de trânsito, acidentes do trabalho, homicídios, intoxicações e envenenamentos, maus-tratos contra o idoso, maus tratos na infância, sui- cídios, violência doméstica, violência contra as mulheres, acidentes em ambientes domés- ticos, etc. Administração e Planejamento em Saúde Refere-se à organização, elaboração de planos e políticas públicas e governamentais, ao con- junto de normas e funções regidas por princí- pios e práticas administrativas, gestão, plani- ficação e gerência. Inclui subtemas como: administração de ser- viços de saúde, administração hospitalar, ge- rência em saúde, planejamento em saúde, ad- ministração pública em saúde, modelos de atenção, orçamentos públicos, avaliação de programas e serviços, territorização, deman- da e utilização de serviços, etc. Alimentação e Nutrição Refere-se a todos os tipos de substâncias que têm por função alimentar ou nutrir seres hu- manos e animais. Inclui subtemas como: avaliação alimentar e nutricional, necessidades nutricionais e ali- mentares, política de alimentação e nutrição, Áreas Temáticas da BVS Saúde Pública
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    108 segurança alimentar enutricional, vigilância alimentar e nutricional, alimentos funcionais e geneticamente modificados, epidemiologia dos distúrbios da nutrição, atropometria, etc. Ambiente e Saúde Refere-se ao estudo das interações entre os seres vivos e o meio, dedica-se a analisar as formas de vida, substâncias agressivas e con- dições adequadas ou inadequadas, produzi- das pela ação humana, que podem exercer al- guma influência sobre a sua saúde e sobre o meio em que vive. Inclui subtemas como: águas de abastecimen- to para consumo humano, águas residuais, resíduos sólidos, controle ambiental e polui- ção, desastres naturais, emergências ambien- tais, legislação e direito ambiental, educação ambiental, política, planejamento e gestão ambiental, qualidade ambiental (do ar, da água, do solo), saneamento ambiental, eco- logia sanitária, saúde e trabalho, economia e meio ambiente, desenvolvimento sustentável, gestão de riscos e de impactos ambientais, in- dicadores de contaminação, psicologia am- biental, efeitos sobre o consumo e exposição a produtos tecnológicos que tragam danos à saúde, agentes tóxicos, luz fluorescentes, ele- tricidade estática, computador, telefonia ce- lular, torres eletromagnéticas, efeito estufa, cidades saudáveis, entornos saudáveis, etc. Atenção à Saúde Refere-se à proteção e atenção à saúde dos di- versos grupos etários que correspondem aos ciclos vitais: feto, criança, adolescente, jovem, mulher, homem, adulto e idoso; e aos serviços de saúde correspondentes às ações de atenção. Inclui subtemas como: atenção integral à saú- de, atenção primária à saúde/atenção básica à saúde, avaliação de programas e serviços, hu- manização em saúde, imunização/vacinação, modelos de atenção, níveis de atenção à saú- de, programas de assistência em saúde, quali- dade em saúde, saúde bucal, saúde da crian- ça, saúde da família, saúde da mulher, saúde do adolescente e do jovem, saúde do adulto, saúde do idoso, saúde do indígena, saúde dos portadores de deficiências, saúde e trabalho, saúde mental, saúde reprodutiva, saúde do homem, saúde suplementar, etc. Ciência e Tecnologia em Saúde Refere-se a investimentos públicos em ciência e tecnologia; desenvolvimento institucional e de formação de pessoal voltados à ciência e tecnologia em saúde; políticas públicas e de gestão em Ciência e Tecnologia. Inclui subtemas como: desenvolvimento ins- titucional, financiamento em Ciência e Tec- nologia, formação de recursos humanos para Ciência e Tecnologia em saúde, políticas de Ciência e Tecnologia/prioridades em pes- quisa, gestão em pesquisa em saúde, comu- nicação científica, divulgação, revistas espe- cializadas, incorporação de conhecimentos e tecnologias, etc. Ciências Sociais em Saúde Refere-se aos estudos que se utilizam ou são elaborados pelas ciências sociais aplicados ao campo da Saúde Pública. Abrange: dinâmi- cas e movimentos socioculturais, relações in- terpessoais e de grupos; diversidades étnicas, questões de gênero; modos de vida relaciona- dos à proteção ou agressão à saúde, sofrimen- tos psíquicos e doenças sociais. Inclui subtemas como: saúde/doença e cultu- ra, reivindicações sociais pela atenção à saú- de, dimensões éticas e políticas da atenção à
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    109 saúde, interesses internacionaise proteção à saúde nacional e regional, assistência à saú- de como direito social, dimensões simbólicas e psicológicas e saúde, saúde mental, cidada- nia, sociologia da saúde, antropologia da saú- de, antropologia médica, gênero, etc. Comunicação em Saúde Refere-se ao conjunto dos meios de comu- nicação de massa voltados a divulgação de produtos, serviços, ações preventivas e iden- tificação de riscos relacionados à saúde ou morbidades de interesse individual ou coletivo. Inclui subtemas como: mídia (jornal, rádio, televisão, conteúdos e imagens digitais, etc), redes de informação especializadas, comuni- cação social, revistas, campanhas sanitárias, divulgação de descobertas científicas e tecno- lógicas, etc. Demografia Refere-se aos estudos das populações huma- nas, com o objetivo de caracterizá-las e anali- sar tendências populacionais. Inclui subtemas como: fertilidade e fecun- didade, tipos de doenças e óbitos em grupos populacionais, traçados culturais, questões de gênero e políticas em saúde reprodutiva, flu- xos migratórios, dinâmica populacional, ta- manho da população, estatísticas vitais, etc. Direito Sanitário Refere-se ao conjunto de leis e normas, na- cional e internacional, que compõe o sistema jurídico no que se refere à saúde dos cidadãos e da coletividade. Abrange organização da ad- ministração sanitária, responsabilidade ética, administrativa, civil e penal dos profissionais e dos serviços de saúde e a aplicação dos ins- trumentos legais para a tutela e garantia do direito à saúde. Inclui subtemas como: direito à saúde pú- blica, direito sanitário, advocacia em saú- de, bioética, saúde coletiva, direitos huma- nos, poder de polícia sanitária, legislação em saúde, risco à saúde, crime hediondo, cri- me contra a saúde pública, infrações sani- tárias, segurança sanitária internacional, di- reito sanitário ambiental, responsabilidade ética, civil e criminal, direitos do portador de doença mental, direito sanitário do tra- balho, direito sanitário, direito do consumi- dor, etc. Doenças Crônicas e Degenerativas Refere-se ao conjunto de doenças relaciona- das a múltiplos fatores de risco ambientais (hábitos de vida, ambiente ocupacional, am- bientes em geral), fatores genéticos e enve- lhecimento populacional. Inclui subtemas como: doença pulmonar obstrutiva crônica, câncer, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças reumáticas, ane- mia, obesidade, carências nutricionais, etc. Doenças Infecciosas e Parasitárias Refere-se ao conjunto de infecções que po- dem ser adquiridas por contato direto de pessoa a pessoa, indireto e por contamina- ção biológica, alimentar e ambiental, e tam- bém por vetores biológicos. Inclui subtemas como: aids, cólera, dengue, diarréia, doenças sexualmente transmissíveis, febre amarela, outras arboviroses, hansenía- se, hepatite, infecções hospitalares, menin- gite, raiva, sarampo, tuberculose, malária, zoonoses, esquistossomose, doenças transmi- tidas por alimentos, doença de chagas, leish- manioses, filariose, outras doenças veiculadas por vetores, ascaridiose, outras helmintíases, doenças emergentes e reermegentes, etc.
  • 110.
    110 Drogas de UsoTerapêutico e Social Refere-se aos efeitos causados pelo consumo de substâncias químicas e seus desdobramen- tos sobre as atividades físicas, psíquicas ou so- bre o comportamento humano. Inclui subtemas como: usos e dependências, farmacodependência, políticas e programas de prevenção e controle, legislação nacional e internacional de interesse sanitário, responsa- bilidade criminal, alcoolismo, tabagismo, de- sintoxicação de ingestão de substâncias quí- micas, etc. Economia da Saúde Refere-se aos estudos sobre gasto e financia- mento em saúde, alocação e utilização de re- cursos no setor Saúde, avaliação econômica (análise custo-efetividade e custo-benefício de programas, procedimentos, intervenções e políticas públicas), eficiência e custos na pres- tação de serviços, análise da demanda e utili- zação de serviços, processos de reforma seto- rial, organização dos serviços e modalidades de pagamento, análise do funcionamento e das falhas de mercado no setor Saúde. Inclui subtemas como: avaliação econômica (análise custo-benefício e custo-efetividade), demanda e utilização de serviços, gasto e fi- nanciamento, organização e funcionamento do setor, relação público-privado e regula- mentação do setor, orçamentos públicos, alo- cação e utilização de recursos, SUS, etc. Epidemiologia Refere-se aos estudos retrospectivos e pros- pectivos da distribuição e dos determinan- tes da prevalência das doenças em pessoas e animais, envolvendo o estudo dos fatores que propiciam a ocorrência das doenças, inquéri- tos e investigação epidemiológica. Inclui subtemas como: análise da situação de saúde, estrutura epidemiológica de gru- pos populacionais, bioestatística, métodos epidemiológicos, sistemas de informação em saúde, iIndicadores de saúde, estudos popu- lacionais, estatística vital, epistemologia em epidemiologia, determinantes da saúde e da doença, etc. Eqüidade em Saúde e Social Refere-se à igualdade de recursos para neces- sidades iguais, de oportunidades de acesso para iguais necessidades, utilização dos mes- mos recursos políticos, materais, de pessoal e econômico, para neceesidades iguais, ética na aplicação de tecnologia e recursos financeiros às demandas sociais. Inclui subtemas como: eqüidade e iniquida- de à saúde, iniqüidade social, desigualdade de renda, distribuição de riqueza, desigualdade e questões de gênero, desigualdade raciais e ét- nicas, desigualdade por grupo etário, coesão social nas relações humanas, população peri- férica, condições de vida, direitos Humanos, justiça social, preconceito, desvios sociais, marginalidade, semelhanças e diferenças ét- nicas e culturais, laços sociais, intolerância social, direitos de grupos minoritários às po- líticas de saúde, exclusão e inclusão social, acesso à informação, etc. Ética e Bioética Refere-se ao conjunto de regras de conduta moral, deontológica e social que regulamen- tam as relações mútuas entre os indivíduos ou entre estes e a comunidade e o meio. A bioética volta-se ao estudo dos valores morais das ciências da vida e dos cuidados da saúde, de abrangência individual ou coletiva. Inclui subtemas como: ética em pesquisas em
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    111 saúde, ética nosserviços de saúde, bioética e alocação de recursos de saúde, bioética e ações coletivas de saúde, transplantes e comerciali- zação de órgãos, morte assistida, fertilização artificial, clone humano, genoma, etc. História da Saúde Pública Refere-se às investigações voltadas a história das políticas, instituições e profissões de saú- de pública, história das ciências biomédicas e das doenças, modos de vida e práticas curati- vas populares; saúde e cidades. Inclui subtemas como: história/processos e eventos relativos à saúde pública, história das ciências biomédicas, história da medicina e das doenças, guias de acervos, catálogos, in- ventários bibliográficos e similares; historio- grafia e metodologia, história das políticas, instituições e profissões em saúde, história das mentalidades sobre saúde e doença, etc. Medicamentos, Vacinas e Insumos Refere-se à produção científica e tecnológica referentes à biotecnologia e farmacologia de produtos de origem sintética e natural para consumo da população. Inclui subtemas como: sangue e derivados, pesquisas e produção em laboratórios de saúde pública, vacinas e reagentes para diagnóstico laboratorial, farmácia, qualidade dos medica- mentos, patentes, campanhas de imunização, medicamentos essenciais e genéricos, contro- le de medicamentos e entorpecentes, uso de medicamentos, legislação de medicamentos, comercialização de medicamentos, armazena- gem de medicamentos, avaliação de medica- mentos, política de medicamentos, etc. Políticas Públicas e Saúde Refere-se à arena de interesses políticos, so- ciais e econômicos relativos ao domínio pú- blico relacionados ao setor da saúde. Inclui subtemas como: cidadania, ação polí- tica de domínio e interesse público, avaliação e desempenho das políticas públicas, gestão pública, advocacia em saúde da população, emponderamento, reforma do setor Saúde, participação popular, conselhos de saúde, controle social, movimentos sociais em saú- de, ONGs e saúde, movimentos populares por saúde, etc. Promoção e Educação em Saúde Refere-se às diferentes formas de organização da sociedade no enfrentamento de seus pro- blemas de ausência de atenção à saúde e ao meio ambiente pelos poderes públicos, aos direitos do consumidor e informação em saú- de, controle público sobre a utilização de re- cursos públicos do setor Saúde, cidadania e saúde, educação em saúde. Inclui subtemas como: participação popular, cidadania, educação política, metodologias da educação em saúde. movimento popular, comunicação social na saúde, advocacia em saúde, atividade física, empoderamento, esco- las promotoras de saúde, estilo de vida, mu- nicípios saudáveis/entornos saudáveis, parti- cipação social, reorganização dos serviços de saúde, campanhas sanitárias, etc. Recursos Humanos em Saúde Pública Refere-se à formação e capacitação de pessoal técnico especializado, necessário ao funciona- mento do sistema público de saúde local, es- tadual e nacional para as atividades de ação, regulação, controle e fiscalização, administra- ção, gerenciamento e gestão, pesquisa, ensino e treinamento de pessoal. Inclui subtemas como: carreira de profissio- nais em saúde, desenvolvimento de recursos
  • 112.
    112 humanos em saúde,educação à distância, educação permanente, formação e capacitação em saúde, política de recursos humanos, etc. Saúde Animal Refere-se aos cuidados e atenção à saúde dos animais, particularmente os de convívio hu- mano ou como fonte alimentar para o consu- mo humano. Inclui subtemas como: vacinação e controle de animais de convívio com humanos, ali- mentação e nutrição animal, doenças ocu- pacionais derivadas de contato com animais, vigilância de portos, aeroportos e zonas de fronteira na comercialização e circulação de animais, zoonoses e impactos à saúde huma- na derivados da cadeia alimentar, etc. Vigilância em Saúde Refere-se à proteção e à promoção da saúde da população por meio da segurança sanitária de produtos, comercialização e serviços ofertados. Abrange: ambientes, processos de produção de insumos e tecnologias a ela relacionadas, vigilância de alimentos, cosméticos, deriva- dos de tabaco, farmacovigilância, monitora- mento de mercado, portos, aeroportos, zonas de fronteiras, produtos para saúde, saneantes, sangue e derivados, serviços de saúde, tecno- vigilância, toxicologia, campanhas sanitárias. Inclui subtemas como: vigilância epidemio- lógica, doenças de notificação compulsória, infecção hospitalar, vigilância alimentar e nu- tricional, vigilância sanitária, vigilância de san- gue e hemoderivados, vigilância de alimentos, vigilância de medicamentos, controle e quali- dade de vacinas, vigilância de serviços de saú- de, vigilância de saneantes e domissanitários, vigilância de correlatos, vigilância de cosmé- ticos, vigilância de saúde do trabalhador, etc.
  • 113.
    113 Os termos coletadose aceitos como descri- tores do VCMS são organizados segundo as áreas temáticas, conforme demonstrado no capítulo anterior e estão, também, aberto à críticas e sugestões. Como a Saúde Pública é uma área interdisciplinar, os descritores pode- rão ser encontrados em mais de uma catego- ria. Como, por exemplo, o descritor LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS poderá ser encontrado na categoria de “Administra- ção e Planejamento em Saúde”, entendido como um INSTRUMENTO DE PLANE- JAMENTO, mas também na Categoria de “Economia em Saúde” por se tratar das des- pesas de capital para o exercício financeiro. Administração e Planejamento em Saúde Acreditação hospitalar Agenda de saúde Atendimento pré-hospitalar Atendimento pré-hospitalar fixo Atendimento pré-hospitalar móvel Auditoria analítica Auditoria operacional Autorização de Internação Hospitalar (AIH) Avaliação Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) Cartão Nacional de Saúde Centrais farmacêuticas Cobertura de serviços de saúde Comando único Comissão intergestores Comissão intergestores bipartite Comissão intergestores tripartite Comissões intersetoriais Consórcios intermunicipais Contra-referência Contrato de compra de serviços Contrato de gestão Controle assistencial Convênios Departamento de Informática do SUS (Datasus) Desburocratização Descentralização Distritalização Gerência em saúde Gestão avançada do sistema estadual Gestão do sus Gestão estadual de saúde Gestão federal de saúde Gestão municipal de saúde Gestão plena da atenção básica Gestão plena da atenção básica ampliada Gestão plena do sistema estadual Gestão plena do sistema municipal Habilitação Hemocad Descritores organizados por categorias
  • 114.
    114 Hemoinsp Hemovigilância Hospitalização do idoso Infecçãohospitalar Intituto Nacional de Câncer (Inca) Instrumentos de gestão em saúde Internação hospitalar Intersetorialidade Lavanderia hospitalar Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) Leito hospitalar Licitação Microrregião de saúde Módulo assistencial Município-pólo Município-sede do módulo assistencial Observação hospitalar Ouvidoria da saúde Plano de saúde (gestão do SUS) Plano diretor de regionalização Plano nacional de saúde do sistema penitenciário Plano nacional de vacinas anti-hiv/aids Plano Plurianual (PPA) Posto de saúde Profae Programa de combate às carências nutricionais Programa qualidade do sangue Programação Pactuada e Integrada (PPI) Programas de saúde Projeto bela vista Projeto carteiro amigo Projeto horizonte Prontuário médico Quadro de metas Redes regionais Reforsus Região de saúde Relatório de gestão Relatório de vistoria Resolutividade Secretaria-executiva Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA-SUS) Sistema de Informações da Atenção Básica (SIAB) Sistema de Informações sobre Agravos de Notificação (Sinan) Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) Sistema de Informações Hospitalares (SIH-SUS) Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINAV) Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops) Sistema de Informações sobre Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) Sistema Nacional de Auditoria Sistema Nacional de Laboratórios de Sorologia Para HIV Sistema Único de Saúde (SUS) Sistemas de informação Sistemas de informação em saúde Termo de compromisso Unidade mista Unidades de referência Acidentes e Violência Abuso financeiro aos idosos Abuso incestuoso Abuso sexual na infância Acidentes ampliados
  • 115.
    115 Acidentes de trabalho Acidentesde trabalho fatais Acidentes de trabalho graves Acidentes de trânsito Acidentes de transporte Autonegligência Casas de apoio para mulheres em situação de risco Comunicação de acidente do trabalho Conselho tutelar Conselhos de defesa dos direitos da criança e do adolescente Conselhos dos direitos da mulher Delegacia Estupro Informação tóxico-farmacológica Medida cautelar Negligência Notificação de maus-tratos Reabilitação Riscos ocupacionais Sexo forçado no casamento Síndrome da criança espancada Síndrome de munchausen por provocação Síndrome do bebê sacudido Suporte avançado de vida Suporte básico de vida Veículos para atendimento pré-hospitalar Violência econômica Violência física Violência institucional Violência intrafamiliar Violência psicológica Violência sexual Alimentação e Nutrição Alimentação saudável Alimento artificial Alimento complementar Alimento dietético Alimento in natura Alimento integral Amamentação exclusiva Anorexia nervosa Avaliação antropométrica Baixo peso ao nascer Banco de leite humano Bem-estar nutricional Bulimia Composição dos alimentos Crescimento Crescimento compensatório Cretinismo Deficiência de ferro Deficiência de micronutrientes Deficiência primária de iodo Deficiências nutricionais Deficit de altura Desmame Desnutrição Desnutrição crônica Desnutrição energético-protéica Dieta Digestão Dislipidemia Distúrbios alimentares Doenças da nutrição Endemias carenciais Enriquecimento alimentar Ferro medicamentoso Fracionamento de alimentos Gelados comestíveis Hipovitaminose A Idiotia Índice de pobreza humana Macronutrientes
  • 116.
    116 Micronutrientes Nutrimento Obesidade Orientação alimentar Pirâmide alimentar Produçãode alimentos Programa de combate às carências nutricionais Projeto carteiro amigo Recomendações nutricionais Rotulagem nutricional Segurança alimentar Vegetarianismo Ambiente e Saúde Benzeno Chumbo Controle químico Desinfetante Detergente Estudos ecológicos Explosão demográfica Inseticidas piretóides Riscos ocupacionais Ruído Salubridade ambiental Solventes orgânicos Atenção à Saúde Abordagem médica tradicional do adulto hospitalizado Ação racional Acidentes de trabalho Ações estratégicas Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil Aconselhamento Aconselhamento coletivo Agentes comunitários da saúde Alta complexidade Amamentação exclusiva Anticoncepção de emergência Árvore de causas Assistência à saúde Assistência ambulatorial Assistência aos trabalhadores Assistência farmacêutica Assistência farmacêutica básica Atenção à saúde Atenção básica Atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso Atividade de apoio diagnóstico e terapêutico Autonegligência Avaliação da autonomia e capacidade funcional Avaliação da saúde mental Baixo peso ao nascer Banco de leite humano Biblioteca viva Centrais de regulação médica de urgências Central nacional de transplante Centro de referência em assistência à saúde do idoso Centro de saúde Centro de testagem e aconselhamento em aids Centro nacional de regulação de alta complexidade Centro regional de especialidade Centros de atenção psicossocial Centros de orientação e apoio sorológico Centros de saúde Climatério Coito interrompido Comunicação de acidente do trabalho
  • 117.
    117 Consulta geriátrica Crescimento Cuidado comunitáriodo idoso Deficit de altura Dermatoses ocupacionais Desmame Distritalização Doença profissional Doenças do trabalho Domiciliação do risco Estabelecimentos de saúde Gestação de alto risco Grupo de apoio ao idoso Hábitos saudáveis Hemocentro Herança genética Hierarquização Hospital Hospital amigo da criança Hospital de base Hospital de capacidade extra Hospital-dia geriátrico Hospital especializado Hospital local Hospital regional Hospitalização do idoso Humanização Humanização do atendimento Imunologia Integralidade Mamografia Média complexidade Médico regulador Menopausa Métodos contraceptivos Métodos de barreiras Modelo ecológico Mutirão Níveis de complexidade Núcleos de educação em urgências Perda auditiva induzida por ruído Planejamento familiar Plano nacional de saúde do sistema penitenciário Política nacional de saúde do idoso Posto de medicamentos Preservativo feminino Preservativo masculino Programa de humanização no pré-natal e nascimento Programa de interiorização do trabalho em saúde Programa nacional de humanização da assistência hospitalar Programa saúde da família Quarentena Reabilitação Rede de suporte ao idoso Rede nacional de genotipagem Redes sociais Reposição de nicotina Saúde da criança Saúde da mulher Saúde do adolescente e do jovem Saúde do trabalhador Saúde indígena Serviço de assistência especializada Sistemas formais de cuidados Sistemas informais de cuidados Suporte social Unidade de saúde da família Unidade sanitária Ciência e Tecnologia em Saúde Biossegurança Biotecnologia Cartão Nacional de Saúde
  • 118.
    118 Ciência e tecnologia Departamentode Informática do SUS (Datasus) Desenvolvimento tecnológico Ensaio terapêutico Ensaios clínicos Ensaios de comunidade Ética em pesquisa Hemocad Hemoinsp Hemovigilância Instituição de pesquisa Pesquisa Pesquisa em reprodução humana Pesquisa em saúde Pesquisa envolvendo seres humanos Pesquisador responsável Projeto bela vista Protocolo de pesquisa Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA-SUS) Sistema de Informações Hospitalares (SIH-SUS) Sistema de Informações da Atenção Básica (SIAB) Sistema de Informações sobre Agravos De Notificação (Sinan) Sistema de Informações de Hiv Soropositivo Assintomático Sistema de Informações do Programa Nacional De Imunizações (SI-PNI) Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinav) Sistema de Informações sobre Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) Sistemas de informação Sistemas de Informação em Saúde Ciências Sociais em Saúde Adolescente Aprendizagem social Estrutura de gênero Família Garoto de programa Gênero Grupo matricial Identidade sexual Idoso Profissionais do sexo Sexualidade Sistema de gênero Comunicação em Saúde Biblioteca Virtual em Saúde Biblioteca viva Propaganda de produtos farmacêuticos Demografia Composição populacional Envelhecimento populacional Expectativa de vida ao nascer Explosão demográfica Feminilização no envelhecimento Indicadores demográficos Método direto de padronização Morbimortalidade Pátrio poder População economicamente ativa Trabalhador Trabalhador coletivo Trabalho precoce Transição demográfica Direito Sanitário Autorização de exportação Autorização de importação Autorização sanitária Certificado de boas práticas de fabricação
  • 119.
    119 Certificado de registrode produto Conselhos dos direitos da mulher Cuidados paliativos Direitos civis e políticos Medida cautelar Norma operacional básica Norma Operacional de Assistência à Saúde (NOAS) Registro de produto Doenças Aids Aids pediátrica Amebíase Anemia Anemia falciforme Anorexia nervosa Antraz Artrite reumatóide Asbestose Asma Benzenismo Bócio Bulimia Câncer de esôfago Câncer de estômago Câncer de mama Câncer de pâncreas Câncer de pele Câncer de pênis Câncer de próstata Câncer do colo do útero Cancerologia Cancro duro Cancro mole Candidíase Catarata CD4 Célula T4 Célula T8 Chlamydia trachomatis Citomegalovírus Citopatologia Clamidiose Cólera Colesterol Condiloma acuminado Contágio Coqueluche Corrimento Cretinismo Deficiência de ferro Deficiência de micronutrientes Deficiência primária de iodo Dengue Depressão Dermatite atópica Dermatite de contato alérgica Dermatite de contato irritativa Dermatite seborréica Dermatofitose Dermatoses ocupacionais Desidratação Desnutrição Desnutrição crônica Desnutrição energético-protéica Diabetes Diarréia Diarréia aguda Difteria Dislipidemia Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (DORT) Distúrbios alimentares Doença de Chagas Doença de Parkinson Doença de Wilson
  • 120.
    120 Doença profissional Doenças cardiovasculares Doençascrônico-degenerativas Doenças da nutrição Doenças das vias aéreas Doença de Alzheimer Doenças degenerativas Doenças do trabalho Doenças dos idosos Doenças falciformes Doenças oportunistas Doenças prevalentes Doenças renais Doenças sexualmente transmissíveis Donovanose Eczema Endemias carenciais Epilepsia Escabiose Febre amarela Febre do nilo ocidental Febre tifóide Furúnculo Gonorréia Guias terapêuticos padronizados Hanseníase Hemofilia Hepatite Hepatite viral Hepatite viral A Hepatite viral B Hepatite viral C Hepatite viral D Hepatite viral E Herpes simples Hipertensão arterial Hipovitaminose A Idiotia Impetigo Imunodeprimido Imunopatogênico Infecção hospitalar Insuficiência renal Leptospirose Linfadenopatia persistente generalizada Linfogranuloma venéreo Malária Obesidade Papiloma Vírus Humano (HPV) Pediculoses Peste Pneumoconiose Portador assintomático Portador sintomático Raiva humana Retinopatia diabética Sarampo Sarcoma de Kaposi Saturismo Sensibilidade diagnóstica Sífilis Sífilis congênita Silicose Soroconversão Soropositivo Tétano Tracoma Tuberculose Uretrites Urticária Drogas de Uso Terapêutico e Social Alcoolismo Alcoólatra Bebedor moderado Bebedor-problema Comunidades terapêuticas
  • 121.
    121 Dependente de álcool Doençascardiovasculares Drogas ilícitas Drogas injetáveis Drogas lícitas Embriaguez Redução de danos Usuários de droga injetável Economia de saúde AIDS II Fator de Incentivo ao Desenvolvimento de Ensino e Pesquisa (Fideps) Fração assistencial especializada Fundo Estadual de Saúde Fundo Municipal de Saúde Fundo Nacional de Saúde Fundos de saúde Incentivo de Integração ao Sistema Único de Saúde (Integrasus) Incentivos Índice de valorização de resultado Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) Limite financeiro Orçamento da seguridade social Piso da Atenção Básica (PAB) Plano Plurianual (PPA) Programação pactuada e integrada (PPI) Remuneração por serviços produzidos Teto financeiro da Assistência do Estado (TFAE) Teto financeiro da Assistência do Município (TFAM) Epidemiologia Baixo peso ao nascer Centro Nacional de Epidemiologia Coeficiente de morbidade Comportamento sexual Controle de endemias Coorte Endemia Epidemia Epidemiologia descritiva Estudos descritivos Feminização da aids Fundação Nacional de Saúde (Funasa) Incidência Índice de pobreza humana Interiorização da aids Janela imunológica Método epidemiológico Nascido morto Nascido vivo Óbito fetal Óbito hospitalar Óbito materno Óbito neonatal Óbito neonatal precoce Paciente-dia Pauperização da aids Perfil nosológico Prevalência Projeto horizonte Rede sentinela nacional de parturientes Sistema de informações de hiv soropositivo assintomático Soroprevalência Taxa de ataque Vigilância epidemiológica Vigilância sentinela Vulnerabilidade Eqüidade em saúde e social Centro Regional de Especialidade Centros de saúde Eqüidade Perfil epidemiológico Prevalência
  • 122.
    122 Regulação Assistencial Universalidade Ética eBioética Bioética Ética em pesquisa Pesquisa em reprodução humana Pesquisa em saúde Pesquisa envolvendo seres humanos Pesquisador responsável Transplante de órgãos História da Saúde Pública Franca explosão demográfica Medicamentos, Vacinas e Insumos Aditivo químico Adjuvantes farmacêuticos Analgésicos adjuvantes Análogos de nucleosídeos Antibióticos Antibioticoterapia Antimicrobianos Anti-retroviral Assistência farmacêutica Assistência farmacêutica básica Automedicação Azitodimidina Banco de Preços em Saúde – Aids Banco de Preços Praticados na Área Hospitalar Biodisponibilidade Bioequivalência Carga viral Centrais farmacêuticas Componente Concentração Coquetel anti-aids Corantes de medicamentos Correlatos D4T Denominação comum brasileira Dideoxiinosine Dideoxitidina Dispensação Dispensário de medicamentos Drogas Eficácia dos medicamentos Elisa Ensaio terapêutico Ensaios clínicos Ensaios de comunidade Equipamento de diagnóstico Equivalência in vitro Estudo de utilização de medicamentos Estudo terapêutico ampliado Estudo terapêutico piloto Evento adverso Evento adverso inesperado Evento adverso sério Exame de genotipagem Farmácia popular Farmácias magistrais Fármaco Farmacocinética Farmacodinâmica Farmacoepidemiologia Farmacopéia brasileira Farmacoterapia Farmoquímicos Forma de comercialização Formulação farmacêutica Formulário terapêutico nacional Insumo farmacêutico Intercambialidade Laboratório oficial Margem terapêutica Matéria-prima Medicamentos bioequivalentes
  • 123.
    123 Medicamentos biológicos Medicamentos biotecnológicos Medicamentosde controle especial Medicamentos de dispensação em caráter excepcional Medicamentos de referência Medicamentos de saúde mental Medicamentos de uso contínuo Medicamentos de venda livre Medicamentos estratégicos Medicamentos excepcionais Medicamentos fitoterápicos Medicamentos genéricos Medicamentos homeopáticos Medicamentos para a atenção básica Medicamentos similares Medicamentos tarjados Módulo-padrão de suprimento Nome comercial Notificação de receita Órgão de vigilância sanitária competente Plano nacional de vacinas anti-HIV/aids Posto de medicamentos Princípio ativo Produto biológico Produto de higiene Produto dietético Produto farmacêutico Produto intermediário Produto médico estéril Produto médico invasivo Produtos médicos Produtos para diagnóstico de uso in-vitro Protocolos clínicos Psicotrópicos Pureza Quimioterápicos Reação adversa Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) Substância ativa Substância proscrita Testagem sorológica Uso racional de medicamentos Western blot Políticas Públicas e Saúde Agência Nacional de Saúde (ANS) Comissões Intergestores Conselho de Secretários Municipais de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Municipal de Saúde Conselho Nacional de Saúde Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde Conselhos de Saúde Controle social Cooperativas médicas Farmácia popular Operadora de saúde Plano de saúde Unidade territorial de qualificação na assistência à saúde Promoção e Educação em Saúde Acreditação hospitalar Banco de preservativos Controle social Crenças em saúde Educação sexual Métodos contraceptivos Suporte social Saúde Animal Políticas Públicas e Saúde Análise de controle
  • 124.
    124 Análise fiscal Análise prévia Assistênciaaos trabalhadores Autoridade sanitária Autorização de modelo Certificação de conformidade Controle de qualidade Data de vencimento Declaração de saúde do viajante Declaração marítima de saúde Desinfetante Detergente Farmacovigilância Hemocad Hemocentros Hemoderivados Hemoinsp Hemovigilância Imunologia Inseticida Inspeção de qualidade Inspeção sanitária Licença Lote Marca de comércio Matéria-prima Material de embalagem Órgão de vigilância sanitária competente Poder de polícia Porto de controle sanitário Procedimento operacional padronizado Produto a granel Produto acabado Produto semi-elaborado Programa qualidade do sangue Pureza Raticida Regulamento técnico Rotulagem nutricional Rótulo Saneantes domissanitários Saúde do trabalhador Tecnovigilância Titular de registro Trabalhador Vigilância nacional de parturientes Recursos Humanos em Saúde Educação continuada Equipe multiprofissional Formação profissional Gestor de saúde Pólos de capacitação Profae Qualificação profissional
  • 125.
    125 Categoria de Administraçãoe Planejamento em Saúde A Categoria de Administração e Planeja- mento em Saúde detalhada a seguir é apenas um exemplo de como ficará o Vocabulário Controlado do Ministério da Saúde (VCMS), depois de organizado nas 23 categorias refe- renciadas na apresentação. Esta categoria foi elaborada a partir dos descritores da Categoria de Saúde Pública do DeCS. Logo após, os termos coletados foram analisados e hierarquizados de acordo com as áreas temáticas da BVS Saúde Pública: (www.saudepublica.bvs.br). Os descritores grifados são os termos que foram coletados ou tiveram de ser modifica- dos por problemas de tradução ou de dife- renças terminológicas, e os outros descritores permaneceram como termos do DeCS até a próxima etapa do trabalho. Nessa primeira fase, o importante foi coletar os termos ne- cessários para a indexação da legislação em saúde e unir à estrutura do VCMS. Após essa fase, os descritores do DeCS serão analisados de acordo com a sua freqüência nos textos técnico-científicos em Saúde Pública. Administração e planejaneto em saúde Administração em saúde . Administração de serviços de saúde .. Mau uso de serviços de saúde .. Necessidades e demanda de serviços de saúde .. Pesquisa sobre serviços de saúde . Administração hospitalar .. Administração de materiais ... Administração de materiais no hospital ... Armazenamento de materiais e provisões .... Aprovisionamento .. Agendamento de consultas .. Almoxarifado central hospitalar .. Arquitetura de instituições de saúde ... Arquitetura hospitalar ... Edificações .... Classificação de danos em edificações .... Edifícios de consultórios médicos ... Financiamento de construções .. Assistência ao paciente ... Institucionalização .. Infecção hospitalar .. Inventários hospitalares .. Mudança das instalações de saúde .. Prontuário médico Vocabulário Controlado do Ministério da Saúde (VCMS)
  • 126.
    126 .. Reestruturação hospitalar ..Registros hospitalares .. Revisão concomitante .. Serviços centralizados no hospital .. Serviços clínicos hospitalares .. Serviços técnicos hospitalares ... Serviço de farmácia hospitalar ... Serviço hospitalar de admissão de pacientes .... Acompanhantes de pacientes .... Hospitalização ..... Admissão do paciente ..... Alta do paciente ..... Grupos diagnósticos relacionados ..... Internação hospitalar ...... Leito hospitalar ....... Número de leitos em hospital ..... Observação hospitalar ..... Readmissão do paciente ..... Tempo de internação ..... Transferência de pacientes ...... Contra-referência ...... Contrato de transferência de pacientes ... Serviço hospitalar de anestesia ... Serviço hospitalar de assistência social ... Serviço hospitalar de cardiologia ... Serviço hospitalar de compras ... Serviço hospitalar de educação ... Serviço hospitalar de emergência ... Serviço hospitalar de enfermagem ... Serviço hospitalar de engenharia e manutenção ... Serviço hospitalar de fisioterapia ... Serviço hospitalar de limpeza .... Lavanderia hospitalar ... Serviço hospitalar de medicina nuclear ... Serviço hospitalar de nutrição .... Planejamento de cardápio ... Serviço hospitalar de oncologia ... Serviço hospitalar de patologia ... Serviço hospitalar de radiologia ... Serviço hospitalar de registros médicos ... Serviço hospitalar de terapia ocupacional ... Serviço hospitalar de terapia respiratória .. Sistemas de distribuição no hospital .. Sistemas de gerenciamento de base de dados .. Sistemas de medicação no hospital .. Unidades hospitalares ... Unidade de Terapia Intensiva (UTI) .... Sala de recuperação .... Unidades de terapia intensiva neonatal .... Unidades de terapia intensiva pediátrica ... Ambulatório hospitalar ... Berçários .... Berçários hospitalares ... Centro cirúrgico hospitalar ... Centros de cirurgia ... Salas de cirurgia .... Salas de parto ... Unidade hospitalar de ginecologia e obstetrícia ... Unidade hospitalar de psiquiatria ... Unidade hospitalar de saúde pública ... Unidade hospitalar de urologia ... Unidades de autocuidado ... Unidades de cuidados coronarianos ... Unidades de cuidados respiratórios ... Unidades de queimados ... Unidades de referência ... Unidades hospitalares de hemodiálise . Administração privada . Administração pública .. Desburocratização . Certificado de necessidades . Coalizão em cuidados de saúde . Congressos . Consulta pública
  • 127.
    127 . Controle deformulários e registros . Convênios .. Convênios hospital-médico . Cultura organizacional . Definição da elegibilidade . Demanda de alimentos . Estratégias .. Estratégias locais .. Estratégias mundiais .. Estratégias nacionais .. Estratégias regionais . Fatores políticos . Gerência . Gestão do SUS .. Auditoria ... Auditoria administrativa ... Auditoria analítica ... Auditoria de enfermagem ... Auditoria financeira ... Auditoria médica ... Auditoria operacional .. Comando único .. Contrato de gestão .. Descentralização ... Gestão estadual de saúde .... Gestão avançada do sistema estadual .... Gestão plena do sistema estadual ... Gestão federal de saúde ... Gestão municipal de saúde .... Gestão plena da atenção básica .... Gestão plena da atenção básica ampliada .... Gestão plena do sistema municipal .... Mudança social .... Municipalização ..... Consórcios intermunicipais ..... Redes regionais ...... Unidades de referência .. Habilitação .. Instrumentos de gestão em saúde ... Agenda de saúde ... Plano de saúde (gestão do sus) ... Plano diretor de regionalização .... Município-pólo .... Módulo assistencial ..... Município-sede do módulo assistencial .... Região de saúde ..... Microrregião de saúde ... Quadro de metas ... Relatório de gestão ... Relatórios anuais .. Regionalização . Institucionalização . Organização e administração .. Administração científica .. Administração de linha de produção .. Administração estrutural .. Administração por objetivos .. Administração sistêmica .. Comportamento organizacional .. Conselho diretor ... Conselheiros ... Diretoria administrativa .. Inovação organizacional ... Contrato de risco .. Normatização .. Objetivos organizacionais .. Organização institucional .. Organização municipal .. Organização nacional .. Organização social .. Sistemas de apoio a decisões administrativas .. Técnicas de administração ... Centralização .. Teoria de sistemas (administração) .. Tomada de decisões (administração) ... Técnica Delfos
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    128 . Organizações, comitêse convenções .. Afiliação institucional .. Comitê Estatal de Estatística (CEE) .. Comitê executivo .. Organizações ... Organização comunitária ... Organizações de prestadores preferenciais ... Organizações internacionais .... Agências voluntárias .... Nações Unidas ....OrganizaçãodosEstadosAmericanos(OEA) .... Organização Mundial da Saúde .... Organização Pan-Americana da Saúde ..... Comitê Executivo da Opas ..... Conferência Sanitária Pan-Americana ..... Conselho Diretor da Opas .... Fundação Pan-Americana para o Desenvolvimento (Padef) .... Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) .... Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) .... Universidades das Nações Unidas (UNU) ... Organizações sem fins lucrativos . Propriedade .. Privatização . Relações públicas .. Aniversários e eventos especiais .. Relações comunidade-instituição .. Relações interdepartamentais .. Relações interinstitucionais . Seguro .. Custo compartilhado de seguro .. Seguro cirúrgico .. Seguro de assistência de longo prazo .. Seguro de hospitalização .. Seguro de hospitalização em grupo (saúde pública) .. Seguro de responsabilidade civil ... Seguro por acidentes .. Seguro de saúde ... Reembolso de seguro de saúde .. Seguro de saúde (situações limítrofes) .. Seguro de serviços de enfermagem .. Seguro de serviços farmacêuticos .. Seguro de serviços médicos .. Seguro de vida .. Seguro médico ampliado .. Seguro nacional de saúde .. Seguro odontológico .. Seguro por acidentes .. Seguro psiquiátrico . Sistemas de medicação .. Sistemas de medicação no hospital . Órgãos do Sistema de Saúde .. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) .. Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) .. Sistema Único de Saúde SUS ... Descentralização .... Gestão estadual de saúde ..... Gestão avançada do sistema estadual ..... Gestão plena do sistema estadual .... Gestão federal de saúde .... Gestão municipal de saúde ..... Gestão plena da atenção básica ..... Gestão plena da atenção básica ampliada ..... Gestão plena do sistema municipal ..... Mudança social ..... Municipalização ...... Consórcios intermunicipais ...... Redes regionais ....... Unidades de referência .. Hospital Cristo Redentor .. Hospital Fêmina .. Hospital Nossa Senhora da Conceição
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    129 .. Secretaria deAtenção à Saúde .. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos .. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde .. Secretaria de Gestão Participativa .. Secretaria de Vigilância em Saúde .. Secretaria Estadual de Saúde .. Secretaria Municipal de Saúde . Órgãos governamentais .. Instituições de previdência social . Órgãos regionais Planejamento em saúde . Análise custo-eficiência . Análise de conseqüências . Análise de situação . Análise organizacional . Análise socioeconômica . Análise sociométrica . Assistência técnica ao planejamento em saúde . Avaliação .. Avaliação de danos ... Avaliação de danos em infra-estrutura ... Avaliação de danos no setor econônico ... Avaliação de danos no setor social ... Dano moral ... Dano à produção ... Danos globais .. Avaliação dos serviços ... Acreditação hospitalar .. Efetividade .. Eficiência .. Eficácia . Controle assistencial . Diretrizes para o planejamento em saúde . Instrumentos de planejamento .. Relatório de gestão . Intersetorialidade . Organização e políticas governamentais . Organizações de planejamento em saúde . Planejamento de assistência ao paciente . Planejamento de instituições de saúde .. Cobertura de serviços de saúde ... Cobertura de serviços privados de saúde ... Cobertura de serviços públicos de saúde ... Extensão de cobertura ... Necessidades e demanda de serviços de saúde ... Perfil de saúde .. Planejamento hospitalar . Planejamento físico . Planejamento nacional . Planejamento rural . Planejamento sanitário . Planejamento socioeconômico .. Plano nacional de desenvolvimento . Plano de trabalho . Planos e programas de saúde .. Adequação de programas .. Avaliação de programas .. Desenvolvimento de programas .. Formulação de projetos .. Implementação de plano de saúde .. Planos de implementação anual (Saúde Pública) .. Planos de sistemas de saúde .. Planos governamentais de saúde .. Programação .. Programas médicos regionais .. Programas nacionais de saúde ... Bolsa-Alimentação ... Programa de Combate às Carências Nutricionais ... Programa Qualidade do Sangue ... Programa Saúde da Família
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    130 . Planos eprojetos nacionais .. Plano nacional de vacinas anti-HIV/aids .. Profae .. Projeto Bela Vista .. Projeto Horizonte .. Projetos piloto .. Reforsus . Prioridades em saúde .. Grupos minoritários .. Grupos prioritários .. População periférica . Técnicas de planejamento .. Ação intersetorial .. Gestão participativa .. Macroplanejamento .. Microplanejamento ... Método Cendes-Opas .. Planejamento de base .. Planejamento estratégico . Órgãos estatais de desenvolvimento e planejamento em saúde Sistemas de Informação . Sistemas de apoio a decisões administrativas . Sistemas de informação administrativa .. Sistemas de gerenciamento de base de dados . Sistemas de informação em saúde .. (Datasus) ... (CNES ... Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA-SUS) ... Sistema de Informações da Atenção Básica (SIAB) ... Sistema de Informações Hospitalares (SIH-SUS) .... Autorização de Internação Hospitalar (AIH) ... Sistema de Informação sobre Vigilância Alimentar e Nutricional ... Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações ... Sistema de Informações sobre Agravos Notificáveis ... Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde ... Sistemas de Informação sobre Mortalidade ... Sistemas de Informações sobre Nascidos Vivos .. Sistemas de Informação em Farmácia Clínica .. Sistemas de Informação em Laboratório Clínico .. Sistemas de Informação em Radiologia .. Sistemas de Informação em Salas de Cirurgia .. Sistemas de Informação Geográfica .. Sistemas de Informação Hospitalar ... Sistemas de Identificação de Pacientes .... Cartão Nacional de Saúde ... Sistemas de Informação em Atendimento Ambulatorial ... Sistemas de Informação em Farmácia Clínica ... Sistemas de Informação em Laboratório Clínico . Sistemas de Informação para Admissão e Escalonamento de Pessoal
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    131 AGÊNCIA Nacional deSaúde Suplementar. (Brasil). Regulação e saúde: estrutura, evolução e perspectivas da assistência médica suplemen- tar. Rio de Janeiro: ANS, 2002. Disponível em: <http//www.saude.gov.br/bvs/publicacoes>. AGÊNCIA Nacional de Vigilância Sanitária (Brasil). Exigências mínimas para funciona- mento de serviços de atenção a pessoas com trans- tornos... Brasília: Ministério da Saúde, 2002. –––. Manual de diagnóstico e tratamento de doenças falciformes. Brasília: Anvisa, 2002. –––. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n.º 106, de 14 de maio de 2003. Institui e adota como exigência sanitária para ingresso de viajantes no País, o formulário “Declaração de Saúde do Viajante” - DSV (Anexo I), para controle e prevenção de doenças de interesse à saúde pública segundo situação epidemio- lógica e avaliação de risco. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 19 maio 2003. Disponível em: <http://www. anvisa.gov.br>. Acesso em: 27 ago. 2003. –––. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n.º 80, de 18 de março de 2002. Apro- va o regulamento técnico de registro, altera- ções e inclusão pós-registro e revalidação dos produtos biológicos, conforme documento anexo a esta resolução. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 19 mar. 2002. Disponível em: <http://www. anvisa.gov.br>. Acesso em: 15 abr. 2003. –––. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n.º 217, de 21 de novembro de 2001. Aprova o regulamento técnico, anexo a esta resolução, com vistas à promoção da vigilância sanitária nos portos de controle sanitário. Diário Ofi- cial [da] República Federativa do Brasil, Brasí- lia, DF, 21 nov. 2001. Disponível em: <http:// www.anvisa.gov.br>. Acesso em: 12 ago. 2002. –––. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n.º 134, de 13 de julho de 2002. Determina a todos os estabelecimentos fabricantes de me- dicamentos, os cumprimentos das diretrizes estabelecidas no regulamento técnico das boas práticas para a fabricação de medicamentos, conforme ao anexo I da presente resolução. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 16 jul. 2001. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br>. Acesso em: 27 mar. 2003. –––. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n.º 84, de 19 de março de 2002. Aprova o re- gulamento para medicamentos genéricos, em anexo. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 20 mar. 2002. Dispo- nível em: <http://www.anvisa.gov.br>. Acesso em: 28 mar. 2003. –––. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n.o 17, de 24 de fevereiro de 2000. Dispõe so- bre o registro de medicamentos fitoterápicos. Bibliografia Consultada
  • 132.
    132 Diário Oficial [da]República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 25 fev. 2000. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br>. –––. Resolução Específica - RE n.º 444, de 31 de agosto de 1999. Adota a norma técni- ca brasileira NBR IEC 60601.1: equipamen- to eletromédico. Parte 1 prescrições gerais para segurança e normas técnicas particulares brasileiras da série NBR IEC 60601.2. Diá- rio Oficial [da] República Federativa do Bra- sil, Brasília, DF, 1.º set. 1999. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br>. Acesso em: 24 mar. 2003. –––. Resolução Específica - RE n.º 1.583, de 29 de setembro de 2003. Concede à empre- sa, na forma do anexo, certificação de boas práticas de distribuição e fracionamento de insumos farmacêuticos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 30 set. 2003. Disponível em: <http://www. anvisa.gov.br>. Acesso em: 15 out. 2003. –––. Rotulagem nutricional obrigatória: ma- nual de orientação às indústrias de alimentos. Brasília: [Anvisa], 2002. –––. Vigilância sanitária e licitações públicas. Brasília: Anvisa, [2001]. AIDS: leia antes de escrever: guia prático sobre aids para profissionais da comunicação. [S. l.: s. n. ], [200 - ?]. Disponível em: <http://www. aids.gov.br/biblioteca>. ANVISA BOLETIM INFORMATIVO. Rio de Janeiro, n. 32, jun. 2003 BANCO de preços em saúde-aids. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/bps>. Acesso em: 16 set. 2003. BONASSA, Elvis César; CAMPOS, Clau- dia Valentina de Arruda. Saúde mais perto: os programas e as formas de financiamento para os municípios. Brasília: Ministério da Saúde, [2001]. BRASIL. Conselho de Secretários Municipais de Saúde. Manual do gestor. Rio de Janeiro: Conselho de Secretários Municipais de Saú- de, 1997. –––. Consulta pública n.º 5, de 14 de janeiro de 2002. Disponível em: <http://www.anvisa. gov>. Acesso em: 22 out. 2003. –––. Decreto n.° 74.170, de 10 de junho de 1974. Regulamenta a Lei n.° 5.991, de 17 de dezembro de 1973, que dispõe sobre o con- trole sanitário do comércio de drogas, medi- camentos, insumos farmacêuticos e correla- tos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 11 jun. 1974. Dispo- nível em: <http://www.anvisa.gov.br>. Acesso em: 27 jan. 2003. –––. Decreto n.º 3.961, de 10 de outubro de 2001. Altera o Decreto 79.094, de 5 de ja- neiro de 1977, que regulamenta a Lei 6.360, de 23 de setembro de 1976. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 11 out. 2001. Disponível em: <http:// wwwt.senado.gov.br>. Acesso em: 20 nov. 2002. –––. Decreto n.º 4.074, de 4 de janeiro de 2002. Regulamenta a Lei n.º 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pes- quisa, a experimentação, a produção, a em- balagem e rotulagem, o transporte, o arma- zenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a ex-
  • 133.
    133 portação, o destinofinal dos resíduos e em- balagens, o registro, a classificação, o contro- le, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras pro- videncias. Diário Oficial [da] República Fe- derativa do Brasil, Brasília, DF, 8 jan. 2002. Disponível em: <http://www.senado.gov.br>. Acesso em: 1.o maio 2003. –––. Decreto n.º 79.094, de 5 de janeiro de 1977. Regulamenta a Lei n.º 6.360 de 23 de setembro de 1976, que submete o siste- ma de vigilância sanitária os medicamentos, insumos farmacêuticos, drogas, correlatos, cosméticos, produtos de higiene, saneantes e outros. Diário Oficial [da] República Fe- derativa do Brasil, Brasília, DF, 7 jan. 1977. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br>. Acesso em: 21 jan. 2003. –––. Decreto-Lei n.° 986, de 21 de outubro de 1969. Alterado pela Medida Provisória n.° 2.190-34, de 23 de agosto de 2001. Ins- titui normas básicas sobre alimentos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 21 out. 1969. Disponível em: <www.anvisa.gov.br>. Acesso em: 28 mar. 2003. –––. Fundação Nacional de Saúde. Controle de vetores: manual do supervisar do campo. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2001. BRASIL. Ministério da Saúde; Universidade de São Paulo. Instituto para o Desenvolvi- mento da Saúde. Manual de condutas médicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. –––. Lei n.º 5.991 de 17 de dezembro de 1973. Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, e dá outras provi- dências. Diário Oficial [da] República Federa- tiva do Brasil, Brasília, DF, 19 dez. 1973. Dis- ponível em: <http://www.planalto.gov.br>. Acesso em: 19 nov. 2002. –––. Lei n.º 6.360, de 23 de setembro de 1976. Dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméti- cos, saneantes e outros produtos, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Fe- derativa do Brasil, Brasília, DF, 24 set. 1976. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br>. Acesso em: 27 jan. 2003. –––. Lei n.º 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o estatuto da criança e do ado- lescente e dá outras providências. In: BRA- SIL. Ministério da Saúde. Estatuto da criança e do adolescente. Brasília: Ministério da Saú- de, 1991. –––. Lei n.º 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a pro- moção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 20 set. 1990. Disponí- vel em: <http://wwwt.senado.gov.br>. Acesso em: 21 ago. 2003. –––. Lei n.º 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comu- nidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergoverna- mentais de recursos financeiros na área da saú- de e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 31
  • 134.
    134 dez. 1990. Disponívelem: <http://wwwt.se- nado.gov.br>. Acesso em: 21 ago. 2003. –––. Lei n.º 8.213, de 24 de julho de 1991. Dispõe sobre os planos de benefícios da pre- vidência social e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 25 jul. 1991. Disponí- vel em: <http://wwwt.senado.gov.br>. Acesso em: 1.o maio 2003. –––. Lei n.º 9.069, de 29 de junho de 1995. Dispõe sobre o plano real, o sistema monetá- rio nacional, estabelece as regras e condições de emissão do Real e os critérios para con- versão das obrigações para o Real, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Fe- derativa do Brasil, Brasília, DF, 15 maio 2000. Disponível em: <http://www.senado.gov.br>. Acesso em: 23 abr. 2003. –––. Lei n.º 9.656, de 3 de Junho de 1998. Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 4 jun. 1998. Disponível em: <http://www.pla- nalto.gov.br>. Acesso em: 22 nov. 2002. –––. Lei n.º 9.787, de 10 de fevereiro de 1999. Altera a Lei n.° 6.360, de 23 de setem- bro de 1976, que dispõe sobre a vigilância sa- nitária, estabelece o medicamento genérico, dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em produtos farmacêuticos e dá outras pro- vidências. Diário Oficial [da] República Fe- derativa do Brasil, Brasília, DF, 11 fev. 1999. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br>. Acesso em: 13 jan. 2003. –––. Lei n.º 9.836, de 23 de setembro de 1999. Dispõe sobre as condições para a pro- moção, proteção e recuperação à saúde, à or- ganização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências, instituindo o Subsistema de Atenção à Saú- de Indígena. Diário Oficial [da] República Fe- derativa do Brasil, Brasília, DF, 24 set. 1999. Disponível em: <http://www.planalto.gov. br>. Acesso em: 22 nov. 2002. –––. Lei n.º 9.966, de 28 de abril de 2000. Dispõe sobre a prevenção, o controle e a fis- calização da poluição causada por lançamen- tos de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 29 abr. 2000. Disponível em: <http://www. anvisa.gov.br>. Acesso em: 08 abr. 2003. –––. Ministério da Saúde. As vantagens da municipalização. Brasília: Ministério da Saú- de, 1998. –––. Ministério da Saúde. Assistência farma- cêutica na atenção básica: instruções técnicas para a sua organização. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. –––. Ministério da Saúde. Assistência farma- cêutica. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. –––. Ministério da Saúde. Comitê de Des- burocratização. Desburocratização em defesa da saúde do cidadão: relatório de atividades 2000. Brasília: Ministério da Saúde, 2000. (Série C; n. 9). –––. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. A prática do controle social: conse- lhos de saúde e financiamento do SUS. Brasí- lia: Ministério da Saúde, 2002. (Série Históri- ca do CNS; n. 1).
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  • 143.
    FORMULÁRIO DE COLABORAÇÃO Preenchao formulário conforme as seguintes instruções: 1. Assinale qual o tipo de informação: sigla ou termo (campo 1); 2. Indique qual é a sua colaboração: sugestão, alteração ou exclusão de termo ou sigla (campo 2); 3. Informe a sigla ou termo em questão (campo 3); 4. Escreva uma pequena justificativa sobre a sua colaboração para análise terminológica (campo 4); 5. Caso você tenha feito uma sugestão ou uma alteração de um termo ou sigla, por favor, indique e localize uma ou mais publicações técnicas do Ministério da Saúde ou órgãos vinculados sobre o tema; 6. Deixe o seus dados para contato. É obrigatório o preenchimento do campo 5, para que a sua contribuição seja encaminhada para análise terminológica. Este formulário está disponível no site: www.saude.gov.br/bvs/terminologia.htm ou destaque e entregue na Biblioteca Vir- tual do Ministério da Saúde no endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco G, Edifício Anexo, sala 415-B.