AÇÕES E PROGRAMAS DO SUS
SAÚ
DE
PÚ
BLICA
O QUE É POLÍTICA PÚBLICA?
“ Podemos dizer que política pública é a materialização
da ação do Estado.” (Figueiredo, 2005)
No caso da saúde, temos políticas públicas que se
materializam na forma de Programas de Atenção à
Saúde.
ATENÇÃO BÁSICA
A Atenção Básica caracteriza-se por um
conjunto de ações de saúde, no âmbito
individual e coletivo, que abrangem a
promoção e a proteção da saúde, a
prevenção de agravos, o diagnóstico, o
tratamento, a reabilitação e a manutenção
da saúde.” (MS, 2007)
PACTO PELA SAÚDE - 2006
É um conjunto de reformas institucionais pactuado entre as três
esferas de gestão (União, estados e municípios) do Sistema
Único de Saúde, com o objetivo de promover inovações nos
processos e instrumentos de gestão.
Pacto pela Vida
Pacto em Defesa do SUS
Pacto de Gestão do SUS
POLÍTICA NACIONAL DE
ATENÇÃO BÁSICA (PNAB)
A PNAB, orientada pelos
valores da ética, do
profissionalismo e da
participação, iniciativa do
Ministério da Saúde de
revitalizar a Atenção
Básica à Saúde no Brasil.
A atenção básica caracteriza-se por um conjunto de
ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que
abrange a promoção e a proteção da saúde, a
prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento,
a reabilitação, a redução de danos e a manutenção
da saúde com o objetivo de desenvolver uma
atenção integral que impacte na situação de saúde
e autonomia das pessoas e nos determinantes e
condicionantes de saúde das coletividades.
POLÍTICA NACIONAL DE
ATENÇÃO BÁSICA (PNAB)
RESPONSABILIDADES (PNAB)
PROGRAMAS DO
MINISTÉRIO DA
SAÚDE
PAISM
PAISM – Programa
de Atenção à Saúde
da Mulher através de
atividades de
assistência clínico-
ginecológica,
assistência pré-natal
e assistência ao parto
e puerpério imediato.
• Assistência ao ciclo gravídico-puerperal: pré-natal
(baixo e alto risco), parto e puerpério;
• Assistência ao abortamento
• Assistência à concepção e anticoncepção-;
• Prevenção do câncer de colo uterino e detecção do
câncer de mama;
• Assistência ao climatério;
• Assistência às doenças ginecológicas prevalentes;
• Prevenção e tratamento das DST/AIDS;
• Assistência à mulher vítima de violência.
PAISM
REDE CEGONHA
Tem como objetivos:
1. Novo modelo de atenção ao
parto, nascimento e à saúde
da criança.
2. Rede de atenção que garanta
acesso, acolhimento e
resolutividade
3. Redução da mortalidade
materna e neonatal
PAISC
Com enfoque nas ações básicas de saúde de alto
custo-efetividade – acompanhamento do
crescimento e desenvolvimento, aleitamento
materno e orientação para o desmame, controle
de doenças diarreicas, de infecções respiratórias
agudas e de doenças imunopreveníveis.
Programa de Atenção Integral à Saúde da Criança
PAISC
PROSAD
Fundamentado em áreas prioritárias como
o acompanhamento do crescimento e do
desenvolvimento, a sexualidade, a saúde
bucal, a saúde mental, a saúde reprodutiva,
a saúde do escolar adolescente, a
prevenção de acidentes, violência e maus
tratos, família.
Programa de Atenção à Saúde do Adolescente
PAST
Programa de Atenção à Saúde do Trabalhador
SAÚDE DO TRABALHADOR
A Saúde do Trabalhador é uma área técnica da Saúde Pública que busca
intervir na relação entre o sistema produtivo e a saúde, de forma integrada
com outras ciências da saúde, que visa à preservação da saúde dos
trabalhadores, com uma visão de prevenção, curativa, reabilitação de função e
readaptação profissional.
Finalidade: promover um meio ambiente laboral hígido e livre de doenças e
acidentes decorrentes do trabalho, melhorando as condições de trabalho e
minimizando as consequências prejudiciais é contribuir na formação de uma
sociedade que promova a saúde preventiva através dos espaços de trabalho.
Visão: visa à redução dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho,
através de ações de promoção, reabilitação e vigilância na área de saúde.
Diretrizes: compreendem a atenção integral à saúde, a articulação intra e
intersetorial, a participação popular, o apoio a estudos e a capacitação de
recursos humanos.
PNAISH
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem
Objetivo Geral: Promover a melhoria das
condições de saúde da população masculina
do Brasil, contribuindo, de modo efetivo, para
a redução da morbidade e mortalidade dessa
população, através do enfrentamento racional
dos fatores de risco e mediante a facilitação
ao acesso, às ações e aos serviços de
assistência integral à saúde.
• Criar estratégias para sensibilizar e atrair por meio de
ações ampliadas.
• Sensibilização e capacitação da equipe de saúde.
• Definir estratégias com base no reconhecimento da
diversidade (idade, condição sócio econômica, local de
moradia...).
• Desenvolver campanhas sobre a importância dos homens
cuidarem da saúde, tendo como público alvo, homens,
mulheres e profissionais de saúde.
LINHAS DE AÇÃO
PNAISH
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem
PAISI
São diretrizes importantes para a atenção
integral à saúde do idoso:
1.promoção do envelhecimento ativo e saudável;
2.manutenção e reabilitação da capacidade
funcional;
3.apoio ao desenvolvimento de cuidados
informais.
Programa de Assistência Integral à Saúde do Idoso.
• A Portaria/GM nº 399, publicada em 22/02/2006,
•Prioridades do Pacto pela Vida:
•Atenção à Saúde do Idoso
•Segundo projeções estatísticas da Organização
Mundial da Saúde, em 2025, o Brasil ocupará o
sexto lugar quanto ao contingente de idosos, com
cerca de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou
mais de idade.
PAISI
Programa de Assistência Integral à Saúde do Idoso.
AS AÇÕES ESTRATÉGICAS DA ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO
IDOSO
 Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa.
 Implantada inicialmente a partir das ESF (estratégia de saúde da
família).
 Identifica situações de riscos para a saúde da pessoa idosa.
 Capacita profissionais de nível
 Auxiliar na adoção de condutas mais apropriadas às demandas
dessa população.
 O Ministério da Saúde, firmou convênio com a Escola Nacional de
Saúde Pública/FIOCRUZ, para capacitar, na modalidade à
distância (EAD).
PAISI
Programa de Assistência Integral à Saúde do Idoso.
AÇÕES DO SUS
HIPERTENSÃO
No Brasil, a incidência da
HAS passou de 21,6%, em
2006, para 23,3%, em
2010, sendo o mais
importante fator de risco
para o desenvolvimento de
doenças cardiovasculares
(DCV), com destaque para
o AVC e o infarto do
miocárdio, as duas
maiores causas isoladas
de mortes no país.
DIABETES
• Pelo menos 245 milhões de pessoas têm
diabetes e um alto percentual vive em países
em desenvolvimento.
• Em 30 anos, este número deve chegar a 380
milhões.
• No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas
são portadoras da doença e 500 novos
casos surgem a cada dia. .
• O objetivo das campanhas diz respeito ao
acesso à sua prevenção e tratamento
adequados e de qualidade para evitar
complicações mais severas, reduzindo o
impacto sobre os indivíduos, famílias e
custos para os sistemas de saúde e para a
sociedade em geral.
HANSENÍASE
O Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PNCH)
estabeleceu diretrizes operacionais para a execução de
diferentes ações, articuladas e integradas, que pudessem em
todas as frentes de trabalho propiciar às pessoas que adoecem
sejam atendidas nas suas necessidades e direitos.
PNCH, é composto por cinco componentes/áreas:
• vigilância epidemiológica;
• gestão;
• atenção integral;
• comunicação e
• educação e pesquisa.
TUBERCULOSE
PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DA
TUBERCULOSE (PNCT):
O controle da Tuberculose é baseado na busca de casos,
diagnóstico precoce e adequado, seu tratamento até a cura
com o objetivo de interromper a cadeia de transmissão e
evitar possíveis adoecimentos.
BRASIL SORRIDENTE
Programa cujas ações têm por objetivo melhorar as
condições de saúde bucal da população
brasileira.
FARMÁCIA POPULAR
Levar o benefício da aquisição de medicamentos e
insumos essenciais a baixo custo ou gratuitamente a
mais lugares e mais pessoas, aproveitando a dinâmica
da cadeia farmacêutica (produção - distribuição -
varejo), por meio de parceria do Governo Federal com
o setor privado varejista farmacêutico.
CARTA NACIONAL DE SAÚDE
• Instrumento que possibilita a vinculação dos procedimentos
executados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ao
usuário, ao profissional que os realizou e também à unidade
de saúde onde foram realizados.
• É necessária a construção de cadastros de usuários, de
profissionais de saúde e de unidades de saúde.
• A partir desses cadastros, os usuários do SUS e os
profissionais de saúde recebem um número nacional de
identificação.
PROGRAMA NACIONAL DE
CONTROLE DO TABAGISMO
• O Programa tem como
objetivo reduzir a
prevalência de
fumantes e a
consequente
morbimortalidade
relacionada ao
consumo de derivados
do tabaco no Brasil;
O manual de Orientações sobre o Bolsa Família na
Saúde tem por objetivo orientar os gestores das
Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e as
Coordenações Estaduais e Municipais do Programa
Bolsa Família sobre o acompanham.
BOLSA FAMÍLIA NA SAÚDE
SAMU
SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência)
Consiste em um atendimento pré-hospitalar com
assistência prestada em um primeiro nível de atenção,
fora do ambiente hospitalar.
UNIDADES DE PRONTO
ATENDIMENTO 24H
• As UPAs 24h são estruturas de complexidade
intermediária entre as Unidades Básicas de
Saúde e as portas de urgência hospitalares, onde
em conjunto com estas compõe uma rede
organizada de Atenção às Urgências.
UNIDADES DE PRONTO
ATENDIMENTO 24H
•São integrantes do componente pré-hospitalar fixo e devem
ser implantadas em locais/unidades estratégicos para a
configuração das redes de atenção à urgência, com
acolhimento e classificação de risco em todas as unidades,
em conformidade com a Política Nacional de Atenção às
Urgências.
•A estratégia de atendimento está diretamente relacionada ao
trabalho do Serviço Móvel de Urgência – SAMU que organiza
o fluxo de atendimento e encaminha o paciente ao serviço de
saúde adequado à situação.
COMBATE À DENGUE
PROGRAMA NACIONAL DE
COMBATE À DENGUE
• As Diretrizes Nacionais para a
Prevenção e Controle de
Epidemias de Dengue auxiliará
estados e municípios na
organização de suas atividades
de prevenção e controle, em
períodos de baixa transmissão
ou em situações epidêmicas,
contribuindo, dessa forma,
para evitar a ocorrência de
óbitos e para reduzir o impacto
das epidemias de dengue.
COMBATE À DENGUE
PROGRAMA DE VOLTA PRA CASA
• Reintegração social de
pessoas acometidas de
transtornos mentais egressas
de longas internações.
• Tem como parte integrante
o pagamento do auxílio-
reabilitação psicossocial.
HUMANIZASUS
• Proposta de uma nova
relação entre o usuário, os
profissionais que o atendem
e à comunidade.
• Visa agilizar o atendimento
e melhorar a qualidade dos
serviços.
QUALISUS
O QualiSUS-Rede visa a
contribuir, no âmbito do
Sistema Único de Saúde, para
a qualificação da atenção e da
gestão em saúde, por meio da
organização de redes
regionais e temáticas de
atenção à saúde e da
qualificação do cuidado em
saúde.
ACADEMIA DA SAÚDE
O Programa Academia da
Saúde, criado pela Portaria nº
719, de 07 de abril de 2011,
tem como principal objetivo
contribuir para a promoção da
saúde da população a partir
da implantação de polos com
infraestrutura, equipamentos e
quadro de pessoal qualificado
para a orientação de práticas
corporais e atividade física e
de lazer e modos de vida
saudáveis.
• Visa a reorientação do modelo assistencial,
operacionalizada mediante a implantação de equipes
multiprofissionais em Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Atuam com ações de promoção da saúde, prevenção,
recuperação, reabilitação de doenças e agravos mais
frequentes, e na manutenção da saúde.
• A responsabilidade pelo acompanhamento das famílias
coloca para as equipes de saúde da família a
necessidade de ultrapassar os limites classicamente
definidos para a atenção básica, especialmente no
contexto do SUS.
ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
Surgiu como um programa do MS em 1994, em
virtude das propostas de descentralização e
municipalização dos serviços de saúde do SUS.
ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
PRINCÍPIOS DA ESF
• Vinculação com a população;
• Garantia de integralidade na atenção;
• Trabalho em equipe com enfoque
interdisciplinar;
• Ênfase na promoção da saúde com
fortalecimento das ações inter-setoriais;
• Estímulo à participação da comunidade.
SUGESTÕES
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida de (Org.). Ensinando a cuidar em Saúde
Pública. São Caetano do Sul: Difusão Enfermagem, 2004, p. 255 – 339.
Cadernos de Atenção Básica
Secretaria de Atenção à Saúde
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/area.cfm?id_area=1529
Portal Ministério da Saúde
http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/
http://bvsms.saude.gov.br/

SP - Aula - Ações e Programas do SUS.ppt

  • 1.
    AÇÕES E PROGRAMASDO SUS SAÚ DE PÚ BLICA
  • 2.
    O QUE ÉPOLÍTICA PÚBLICA? “ Podemos dizer que política pública é a materialização da ação do Estado.” (Figueiredo, 2005) No caso da saúde, temos políticas públicas que se materializam na forma de Programas de Atenção à Saúde.
  • 3.
    ATENÇÃO BÁSICA A AtençãoBásica caracteriza-se por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrangem a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde.” (MS, 2007)
  • 4.
    PACTO PELA SAÚDE- 2006 É um conjunto de reformas institucionais pactuado entre as três esferas de gestão (União, estados e municípios) do Sistema Único de Saúde, com o objetivo de promover inovações nos processos e instrumentos de gestão. Pacto pela Vida Pacto em Defesa do SUS Pacto de Gestão do SUS
  • 5.
    POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃOBÁSICA (PNAB) A PNAB, orientada pelos valores da ética, do profissionalismo e da participação, iniciativa do Ministério da Saúde de revitalizar a Atenção Básica à Saúde no Brasil.
  • 6.
    A atenção básicacaracteriza-se por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver uma atenção integral que impacte na situação de saúde e autonomia das pessoas e nos determinantes e condicionantes de saúde das coletividades. POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO BÁSICA (PNAB)
  • 7.
  • 8.
  • 9.
    PAISM PAISM – Programa deAtenção à Saúde da Mulher através de atividades de assistência clínico- ginecológica, assistência pré-natal e assistência ao parto e puerpério imediato.
  • 10.
    • Assistência aociclo gravídico-puerperal: pré-natal (baixo e alto risco), parto e puerpério; • Assistência ao abortamento • Assistência à concepção e anticoncepção-; • Prevenção do câncer de colo uterino e detecção do câncer de mama; • Assistência ao climatério; • Assistência às doenças ginecológicas prevalentes; • Prevenção e tratamento das DST/AIDS; • Assistência à mulher vítima de violência. PAISM
  • 11.
    REDE CEGONHA Tem comoobjetivos: 1. Novo modelo de atenção ao parto, nascimento e à saúde da criança. 2. Rede de atenção que garanta acesso, acolhimento e resolutividade 3. Redução da mortalidade materna e neonatal
  • 12.
    PAISC Com enfoque nasações básicas de saúde de alto custo-efetividade – acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, aleitamento materno e orientação para o desmame, controle de doenças diarreicas, de infecções respiratórias agudas e de doenças imunopreveníveis. Programa de Atenção Integral à Saúde da Criança
  • 13.
  • 14.
    PROSAD Fundamentado em áreasprioritárias como o acompanhamento do crescimento e do desenvolvimento, a sexualidade, a saúde bucal, a saúde mental, a saúde reprodutiva, a saúde do escolar adolescente, a prevenção de acidentes, violência e maus tratos, família. Programa de Atenção à Saúde do Adolescente
  • 15.
    PAST Programa de Atençãoà Saúde do Trabalhador SAÚDE DO TRABALHADOR A Saúde do Trabalhador é uma área técnica da Saúde Pública que busca intervir na relação entre o sistema produtivo e a saúde, de forma integrada com outras ciências da saúde, que visa à preservação da saúde dos trabalhadores, com uma visão de prevenção, curativa, reabilitação de função e readaptação profissional. Finalidade: promover um meio ambiente laboral hígido e livre de doenças e acidentes decorrentes do trabalho, melhorando as condições de trabalho e minimizando as consequências prejudiciais é contribuir na formação de uma sociedade que promova a saúde preventiva através dos espaços de trabalho. Visão: visa à redução dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, através de ações de promoção, reabilitação e vigilância na área de saúde. Diretrizes: compreendem a atenção integral à saúde, a articulação intra e intersetorial, a participação popular, o apoio a estudos e a capacitação de recursos humanos.
  • 16.
    PNAISH Política Nacional deAtenção Integral à Saúde do Homem Objetivo Geral: Promover a melhoria das condições de saúde da população masculina do Brasil, contribuindo, de modo efetivo, para a redução da morbidade e mortalidade dessa população, através do enfrentamento racional dos fatores de risco e mediante a facilitação ao acesso, às ações e aos serviços de assistência integral à saúde.
  • 17.
    • Criar estratégiaspara sensibilizar e atrair por meio de ações ampliadas. • Sensibilização e capacitação da equipe de saúde. • Definir estratégias com base no reconhecimento da diversidade (idade, condição sócio econômica, local de moradia...). • Desenvolver campanhas sobre a importância dos homens cuidarem da saúde, tendo como público alvo, homens, mulheres e profissionais de saúde. LINHAS DE AÇÃO PNAISH Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem
  • 18.
    PAISI São diretrizes importantespara a atenção integral à saúde do idoso: 1.promoção do envelhecimento ativo e saudável; 2.manutenção e reabilitação da capacidade funcional; 3.apoio ao desenvolvimento de cuidados informais. Programa de Assistência Integral à Saúde do Idoso.
  • 19.
    • A Portaria/GMnº 399, publicada em 22/02/2006, •Prioridades do Pacto pela Vida: •Atenção à Saúde do Idoso •Segundo projeções estatísticas da Organização Mundial da Saúde, em 2025, o Brasil ocupará o sexto lugar quanto ao contingente de idosos, com cerca de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais de idade. PAISI Programa de Assistência Integral à Saúde do Idoso.
  • 20.
    AS AÇÕES ESTRATÉGICASDA ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO  Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa.  Implantada inicialmente a partir das ESF (estratégia de saúde da família).  Identifica situações de riscos para a saúde da pessoa idosa.  Capacita profissionais de nível  Auxiliar na adoção de condutas mais apropriadas às demandas dessa população.  O Ministério da Saúde, firmou convênio com a Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ, para capacitar, na modalidade à distância (EAD). PAISI Programa de Assistência Integral à Saúde do Idoso.
  • 21.
  • 22.
    HIPERTENSÃO No Brasil, aincidência da HAS passou de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010, sendo o mais importante fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares (DCV), com destaque para o AVC e o infarto do miocárdio, as duas maiores causas isoladas de mortes no país.
  • 23.
    DIABETES • Pelo menos245 milhões de pessoas têm diabetes e um alto percentual vive em países em desenvolvimento. • Em 30 anos, este número deve chegar a 380 milhões. • No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas são portadoras da doença e 500 novos casos surgem a cada dia. . • O objetivo das campanhas diz respeito ao acesso à sua prevenção e tratamento adequados e de qualidade para evitar complicações mais severas, reduzindo o impacto sobre os indivíduos, famílias e custos para os sistemas de saúde e para a sociedade em geral.
  • 24.
    HANSENÍASE O Programa Nacionalde Controle da Hanseníase (PNCH) estabeleceu diretrizes operacionais para a execução de diferentes ações, articuladas e integradas, que pudessem em todas as frentes de trabalho propiciar às pessoas que adoecem sejam atendidas nas suas necessidades e direitos. PNCH, é composto por cinco componentes/áreas: • vigilância epidemiológica; • gestão; • atenção integral; • comunicação e • educação e pesquisa.
  • 25.
    TUBERCULOSE PROGRAMA NACIONAL DECONTROLE DA TUBERCULOSE (PNCT): O controle da Tuberculose é baseado na busca de casos, diagnóstico precoce e adequado, seu tratamento até a cura com o objetivo de interromper a cadeia de transmissão e evitar possíveis adoecimentos.
  • 26.
    BRASIL SORRIDENTE Programa cujasações têm por objetivo melhorar as condições de saúde bucal da população brasileira.
  • 28.
    FARMÁCIA POPULAR Levar obenefício da aquisição de medicamentos e insumos essenciais a baixo custo ou gratuitamente a mais lugares e mais pessoas, aproveitando a dinâmica da cadeia farmacêutica (produção - distribuição - varejo), por meio de parceria do Governo Federal com o setor privado varejista farmacêutico.
  • 29.
    CARTA NACIONAL DESAÚDE • Instrumento que possibilita a vinculação dos procedimentos executados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ao usuário, ao profissional que os realizou e também à unidade de saúde onde foram realizados. • É necessária a construção de cadastros de usuários, de profissionais de saúde e de unidades de saúde. • A partir desses cadastros, os usuários do SUS e os profissionais de saúde recebem um número nacional de identificação.
  • 30.
    PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLEDO TABAGISMO • O Programa tem como objetivo reduzir a prevalência de fumantes e a consequente morbimortalidade relacionada ao consumo de derivados do tabaco no Brasil;
  • 31.
    O manual deOrientações sobre o Bolsa Família na Saúde tem por objetivo orientar os gestores das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e as Coordenações Estaduais e Municipais do Programa Bolsa Família sobre o acompanham. BOLSA FAMÍLIA NA SAÚDE
  • 32.
    SAMU SAMU (Serviço deAtendimento Móvel de Urgência) Consiste em um atendimento pré-hospitalar com assistência prestada em um primeiro nível de atenção, fora do ambiente hospitalar.
  • 33.
    UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO24H • As UPAs 24h são estruturas de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de Saúde e as portas de urgência hospitalares, onde em conjunto com estas compõe uma rede organizada de Atenção às Urgências.
  • 34.
    UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO24H •São integrantes do componente pré-hospitalar fixo e devem ser implantadas em locais/unidades estratégicos para a configuração das redes de atenção à urgência, com acolhimento e classificação de risco em todas as unidades, em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências. •A estratégia de atendimento está diretamente relacionada ao trabalho do Serviço Móvel de Urgência – SAMU que organiza o fluxo de atendimento e encaminha o paciente ao serviço de saúde adequado à situação.
  • 35.
    COMBATE À DENGUE PROGRAMANACIONAL DE COMBATE À DENGUE • As Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue auxiliará estados e municípios na organização de suas atividades de prevenção e controle, em períodos de baixa transmissão ou em situações epidêmicas, contribuindo, dessa forma, para evitar a ocorrência de óbitos e para reduzir o impacto das epidemias de dengue.
  • 36.
  • 37.
    PROGRAMA DE VOLTAPRA CASA • Reintegração social de pessoas acometidas de transtornos mentais egressas de longas internações. • Tem como parte integrante o pagamento do auxílio- reabilitação psicossocial.
  • 38.
    HUMANIZASUS • Proposta deuma nova relação entre o usuário, os profissionais que o atendem e à comunidade. • Visa agilizar o atendimento e melhorar a qualidade dos serviços.
  • 39.
    QUALISUS O QualiSUS-Rede visaa contribuir, no âmbito do Sistema Único de Saúde, para a qualificação da atenção e da gestão em saúde, por meio da organização de redes regionais e temáticas de atenção à saúde e da qualificação do cuidado em saúde.
  • 40.
    ACADEMIA DA SAÚDE OPrograma Academia da Saúde, criado pela Portaria nº 719, de 07 de abril de 2011, tem como principal objetivo contribuir para a promoção da saúde da população a partir da implantação de polos com infraestrutura, equipamentos e quadro de pessoal qualificado para a orientação de práticas corporais e atividade física e de lazer e modos de vida saudáveis.
  • 42.
    • Visa areorientação do modelo assistencial, operacionalizada mediante a implantação de equipes multiprofissionais em Unidades Básicas de Saúde (UBS). Atuam com ações de promoção da saúde, prevenção, recuperação, reabilitação de doenças e agravos mais frequentes, e na manutenção da saúde. • A responsabilidade pelo acompanhamento das famílias coloca para as equipes de saúde da família a necessidade de ultrapassar os limites classicamente definidos para a atenção básica, especialmente no contexto do SUS. ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
  • 43.
    Surgiu como umprograma do MS em 1994, em virtude das propostas de descentralização e municipalização dos serviços de saúde do SUS. ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
  • 44.
    PRINCÍPIOS DA ESF •Vinculação com a população; • Garantia de integralidade na atenção; • Trabalho em equipe com enfoque interdisciplinar; • Ênfase na promoção da saúde com fortalecimento das ações inter-setoriais; • Estímulo à participação da comunidade.
  • 46.
    SUGESTÕES FIGUEIREDO, Nébia MariaAlmeida de (Org.). Ensinando a cuidar em Saúde Pública. São Caetano do Sul: Difusão Enfermagem, 2004, p. 255 – 339. Cadernos de Atenção Básica Secretaria de Atenção à Saúde http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/area.cfm?id_area=1529 Portal Ministério da Saúde http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/ http://bvsms.saude.gov.br/