Implantar a gestão de RISCOS,um grande desafio. 1
2
3
4
• Já fazemos gestão de riscos em nosso dia a dia? O
que fazemos, fazemos em benefício da gestão de
riscos? E nossas conversas?
• Breve histórico da gestão de riscos;
• Abordagem NBR ISO 31000:2018, COSO II e PMI;
• Gestão de Riscos na Organização – uma visão
pragmática.
5
6
RISCO
Dono
Situação (Status)
Análise
Quantitativa
Probabilidade
Impacto
VME
Árvore
decisão
Estratégia
de Resposta
à Riscos
Resposta
à riscos
Prevenir
Mitigar
Transferir
Aceitar
Explorar
Compartilhar
Melhorar
Ação de
resposta à
Riscos
Evento incerto que,
se ocorrer, produzirá
impactos + ou – nos
objetivos.
Análise
Qualitativa
Probabilidade
Impacto
Criticidade Causa (sintomas)
Consequência
Tipo
Positivo
(Oportunidade)
Negativo
(Ameaça)
Categoria
Técnico
Infra e RMT
Organizacional
Custo
Cronograma
Externo
7
8
9
Como conseqüência da falta de
clareza quanto às especificações
para o componente XYZ, poderá
haver necessidade de retrabalho,
implicando em atraso de duas a
quatro semanas na conclusão da
atividade RST.
Ca
Co
R
Analisando Relatos
10
Teremos redução no prazo de
execução do projeto caso
possamos empregar novas
tecnologias que possam ser
disponibilizadas por alguma
startup. Ca
Co
R
11
Como resultado do grande
volume de trabalho que o
fornecedor está tendo, nosso
pedido pode sofrer um atraso na
entrega e isso vai implicar em
um atraso de duas semanas na
conclusão do nosso projeto.
Ca
Co
R
12
A gestora de RH cancelou uma
capacitação devido a
reclamações relacionadas com o
instrutor e, com isso, a
implantação do sistema de
gestão de riscos foi adiada até
que um novo instrutor conclua a
capacitação.
Ca
Co
R
13
O processo de aquisição de bens
e serviços ganhará agilidade se a
Diretoria colegiada da empresa
aprovar o uso de assinaturas
eletrônicas. Para isso é necessário
o convencimento de que há
segurança e regularidade jurídica
neste procedimento.
Ca
Co
R
14
15
A importância da
observação
16
Tecnica Delphi
Opinião de especialistas
Matriz SWOT
Brainstorming
Observação situacional
Identificação da causa raiz
Considerado o desastre
industrial que causou o maior
impacto ambiental da história
brasileira e o maior do mundo
envolvendo barragens de
rejeitos.
Segundo a prefeitura do
município de Mariana, a
reparação dos danos
causados à infraestrutura local
deverá custar cerca de cem
milhões de reais.
#18 mortos
17
No acidente da BP, o petróleo
vazou no Golfo do México
durante 87 dias, se espalhou
por mais de 1.500 km no
litoral norte-americano,
contaminou e matou milhares
de animais.
18
Felizmente sem vítimas fatais.
19
O caso das
Lajotas.
O fenômeno das
conversações.
20
42
Operários e
famílias do
Fornecedor
Os protagonistas
da conversação
O pessoal da
empresa
ESPERANÇA
Os convidados e
fornecedores de
serviços contactados
para inauguração
A empresa
contratada para
instalar as lajotas
A empresa
PACIÊNCIA
(O outro cliente)
Operadores
logísticos
Riscos de
interpretação dos
pedidos e promessas
Riscos na
capacidade de
realizar a
entrega
Riscos relacionados
com a dependência
de terceiros
43
44
45
Fortificação de
muralhas,estocar
provisões para o
futuro
(Inglaterra)
Instituição
do seguro de
incêndio
Risk,Uncertainty
and Profit
Referência
mundial em GR
The Risk Management
Revolution – Revista
Fortune 1975
• A importância da Alta
administração
estabelecer políticas
e processos de GR
Committee of
Sponsoring
Organizations of the
Treadway Commission
– COSO publica o
guia Internal Control -
integrated framework
(COSO-IC ou COSO I)
1666 1975
1921 1992
46
PMBOK
® Guide
Colapso da Enron
• Esquema gigantesco de manipulação de balanços,
ocultação de dívidas, lucros artificialmente inflados e
falhas de auditorias.Esse fato influencia a aprovação, em
2002, da chamada Lei Sarbanes-Oxley, que visa
assegurar que as empresas que participam do mercado
acionário norte-americano possuam estruturas e
mecanismos de governança adequados,com vistas a
mitigar riscos,evitar a ocorrência de fraudes e proteger
os investidores
COSO-ERM ou
COSO II
ABNT NBR
ISO 31000
Gestão de
Riscos -
Diretrizes
1996 2004
2001 2018
47
(Raul Seixas, Caminhos)
48
49
A linha de cada componente “atravessa” e se aplica a todas
as quatro categorias de objetivos. Por exemplo, os dados
financeiros e não financeiros gerados a partir de fontes
internas e externas, pertencentes ao componente de
informação e comunicação, são necessários para estabelecer
a estratégia, administrar as operações, comunicar com
eficácia e certificar-se de que a organização esteja
cumprindo as leis aplicáveis.
Categorias de objetivos
Componentes
Unidades da organização
Criar uma “consciência sobre
riscos e controles” por toda a
empresa.
Prover um “conforto” com
relação a conquista dos
objetivos de um negócio,
identificando eventos que
possam afetar a entidade e
direcionar a sua gestão para
que estes permaneçam
dentro do “apetite” a riscos
de seus acionistas.
50
51
▪Gerenciar riscos é parte da
governança e liderança, e é
fundamental para a maneira como a
organização é gerenciada em todos os
níveis.
▪Gerenciar riscos considera os
contextos externo e interno da
organização, incluindo o
comportamento humano e os fatores
culturais.
Utilizada por pessoas que
criam e protegem valor
nas organizações.
52
▪Risco: efeito da incerteza nos
objetivos;
▪ Nota: risco é normalmente expresso em termos
de eventos,consequências (impactos) e
probabilidade.
▪ Objetivo: atravessar a rua
▪ Risco: ser atropelado
▪ Impactos: morrer ou sofrer ferimentos
▪Gestão de riscos: atividades
coordenadas para dirigir e
controlar uma organização no que
se refere a riscos.
Termos e Definições
53
Princípios, Estruturas
e Processos criando e
protegendo o valor
nas organizações.
54
Princípios: fornece
orientações sobre as
características da GR,
comunicando o seu
valor e explicando sua
intenção e propósito.
55
Estrutura: O propósito
da estrutura da GR é
apoiar a organização
na integração da GR
com atividades e
funções significativas.
56
Estrutura: O propósito
da estrutura da GR é
apoiar a organização
na integração da GR
com atividades e
funções significativas.
57
Liderança e comprometimento
• personalizar e implementar todos os
componentes da estrutura;
• emitir uma declaração ou política que
estabeleça uma abordagem, plano ou curso
de ação da gestão de riscos;
• assegurar que os recursos necessários sejam
alocados para gerenciar riscos;
• atribuir autoridades, responsabilidades e
responsabilização nos níveis apropriados
dentro da organização;
Estrutura: O propósito
da estrutura da GR é
apoiar a organização
na integração da GR
com atividades e
funções significativas.
58
Concepção
• entender a organização e seu contexto
• articular o comprometimento com a gestão
de riscos;
• atribuir papéis organizacionais, autoridades
e responsabilidades;
• alocar recursos;
Estrutura: O propósito
da estrutura da GR é
apoiar a organização
na integração da GR
com atividades e
funções significativas.
59
Implementação
• desenvolver um plano apropriado, incluindo
prazos e recursos (projeto)
• identificar de onde, quando e como
diferentes tipos de decisões são tomadas
pela organização e por quem;
• modificar processos de tomada de decisão,
onde necessário
Estrutura: O propósito
da estrutura da GR é
apoiar a organização
na integração da GR
com atividades e
funções significativas.
60
Avaliação
• mensure periodicamente o desempenho da
estrutura de gestão de riscos em relação ao
seu propósito, planos de implementação,
indicadores e comportamento esperado;
• determinar se permanece adequada para
apoiar o alcance dos objetivos da
organização;
Processos: envolve a
aplicação sistemática
de políticas,
procedimentos e
práticas nas
atividades do
processo de GR.
61
Projetos são
instrumentos de
mudança nas
organizações
62
Projetos entregam
resultados.
Operações (Processos)
viabilizam a realização
de valor
63
Áreas de
Conhecimento
64
Integração
Escopo
Prazo
Custo
Risco
Qualidade
Recursos
Aquisição
Stakeholders
Comunicação
Processos de
Gerenciamento de
Riscos
65
Planejar o Gerenciamento dos Riscos
Identificar os Riscos
Realizar a Análise Qualitativa dos Riscos
Realizar a Análise Quantitativa dos Riscos
Planejar Respostas aos Riscos
Implementar Respostas
Monitorar os Riscos
66
Politicas;
Estratégias;
Orçamento;
Organização Administrativa;
Recursos;
Processos e Projetos;
Ações.
Concorrentes
Contexto
Econômico
Contexto
Político
Condições
temporais
Agentes
financeiros
Clientes
Parceiros
Contexto
Regulatório
Contexto
Ambiental
Orgãos de
Controle
67
Visão
Missão
OEs. Metas e
Indicadores
Processos Projetos
Pessoas
Recursos e Infraestrutura
68
Pessoas
Recursos e Infraestrutura
Processos Projetos
OEs,Metas e
Indicadores
Missão
Visão
69
EAR
(RBS)
Estratégia
Visão
Missão
Obj. e
Metas
.....
Processos
Processo
A
Fornecedores
Insumos
Atividades
Produtos
Clientes
.....
Processo
n
Projetos
Projeto 1
Escopo
Custo
Prazo
Aquisições
Comunicação
Stakeholders
......
Projeto n
Organização
Orçamento
Pessoas
Recursos e
Infra
Ambientais
......
Ambiente
Externo
Cenário
Político
Cenário
Econômico
Regulação
.....
....
Modelo de
Operação
da
Estrratégia
Metodologia
de GProc
Metodologia
de GProj
Manual de
plan. e exec.
orçamentária
70
71
72
73
Eron Campos S. de Andrade, MsC, PMP
eronsaraiva@gmail.com (61) 99221 5207
74

Gestão de Riscos - uma introdução_v5_x.pdf

  • 1.
    Implantar a gestãode RISCOS,um grande desafio. 1
  • 2.
  • 3.
  • 4.
    4 • Já fazemosgestão de riscos em nosso dia a dia? O que fazemos, fazemos em benefício da gestão de riscos? E nossas conversas? • Breve histórico da gestão de riscos; • Abordagem NBR ISO 31000:2018, COSO II e PMI; • Gestão de Riscos na Organização – uma visão pragmática.
  • 5.
  • 6.
    6 RISCO Dono Situação (Status) Análise Quantitativa Probabilidade Impacto VME Árvore decisão Estratégia de Resposta àRiscos Resposta à riscos Prevenir Mitigar Transferir Aceitar Explorar Compartilhar Melhorar Ação de resposta à Riscos Evento incerto que, se ocorrer, produzirá impactos + ou – nos objetivos. Análise Qualitativa Probabilidade Impacto Criticidade Causa (sintomas) Consequência Tipo Positivo (Oportunidade) Negativo (Ameaça) Categoria Técnico Infra e RMT Organizacional Custo Cronograma Externo
  • 7.
  • 8.
  • 9.
    9 Como conseqüência dafalta de clareza quanto às especificações para o componente XYZ, poderá haver necessidade de retrabalho, implicando em atraso de duas a quatro semanas na conclusão da atividade RST. Ca Co R Analisando Relatos
  • 10.
    10 Teremos redução noprazo de execução do projeto caso possamos empregar novas tecnologias que possam ser disponibilizadas por alguma startup. Ca Co R
  • 11.
    11 Como resultado dogrande volume de trabalho que o fornecedor está tendo, nosso pedido pode sofrer um atraso na entrega e isso vai implicar em um atraso de duas semanas na conclusão do nosso projeto. Ca Co R
  • 12.
    12 A gestora deRH cancelou uma capacitação devido a reclamações relacionadas com o instrutor e, com isso, a implantação do sistema de gestão de riscos foi adiada até que um novo instrutor conclua a capacitação. Ca Co R
  • 13.
    13 O processo deaquisição de bens e serviços ganhará agilidade se a Diretoria colegiada da empresa aprovar o uso de assinaturas eletrônicas. Para isso é necessário o convencimento de que há segurança e regularidade jurídica neste procedimento. Ca Co R
  • 14.
  • 15.
  • 16.
    16 Tecnica Delphi Opinião deespecialistas Matriz SWOT Brainstorming Observação situacional Identificação da causa raiz
  • 17.
    Considerado o desastre industrialque causou o maior impacto ambiental da história brasileira e o maior do mundo envolvendo barragens de rejeitos. Segundo a prefeitura do município de Mariana, a reparação dos danos causados à infraestrutura local deverá custar cerca de cem milhões de reais. #18 mortos 17
  • 18.
    No acidente daBP, o petróleo vazou no Golfo do México durante 87 dias, se espalhou por mais de 1.500 km no litoral norte-americano, contaminou e matou milhares de animais. 18
  • 19.
  • 20.
    O caso das Lajotas. Ofenômeno das conversações. 20
  • 21.
    42 Operários e famílias do Fornecedor Osprotagonistas da conversação O pessoal da empresa ESPERANÇA Os convidados e fornecedores de serviços contactados para inauguração A empresa contratada para instalar as lajotas A empresa PACIÊNCIA (O outro cliente) Operadores logísticos Riscos de interpretação dos pedidos e promessas Riscos na capacidade de realizar a entrega Riscos relacionados com a dependência de terceiros
  • 22.
  • 23.
  • 24.
    45 Fortificação de muralhas,estocar provisões parao futuro (Inglaterra) Instituição do seguro de incêndio Risk,Uncertainty and Profit Referência mundial em GR The Risk Management Revolution – Revista Fortune 1975 • A importância da Alta administração estabelecer políticas e processos de GR Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission – COSO publica o guia Internal Control - integrated framework (COSO-IC ou COSO I) 1666 1975 1921 1992
  • 25.
    46 PMBOK ® Guide Colapso daEnron • Esquema gigantesco de manipulação de balanços, ocultação de dívidas, lucros artificialmente inflados e falhas de auditorias.Esse fato influencia a aprovação, em 2002, da chamada Lei Sarbanes-Oxley, que visa assegurar que as empresas que participam do mercado acionário norte-americano possuam estruturas e mecanismos de governança adequados,com vistas a mitigar riscos,evitar a ocorrência de fraudes e proteger os investidores COSO-ERM ou COSO II ABNT NBR ISO 31000 Gestão de Riscos - Diretrizes 1996 2004 2001 2018
  • 26.
  • 27.
  • 28.
    49 A linha decada componente “atravessa” e se aplica a todas as quatro categorias de objetivos. Por exemplo, os dados financeiros e não financeiros gerados a partir de fontes internas e externas, pertencentes ao componente de informação e comunicação, são necessários para estabelecer a estratégia, administrar as operações, comunicar com eficácia e certificar-se de que a organização esteja cumprindo as leis aplicáveis. Categorias de objetivos Componentes Unidades da organização Criar uma “consciência sobre riscos e controles” por toda a empresa. Prover um “conforto” com relação a conquista dos objetivos de um negócio, identificando eventos que possam afetar a entidade e direcionar a sua gestão para que estes permaneçam dentro do “apetite” a riscos de seus acionistas.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
    ▪Gerenciar riscos éparte da governança e liderança, e é fundamental para a maneira como a organização é gerenciada em todos os níveis. ▪Gerenciar riscos considera os contextos externo e interno da organização, incluindo o comportamento humano e os fatores culturais. Utilizada por pessoas que criam e protegem valor nas organizações. 52
  • 32.
    ▪Risco: efeito daincerteza nos objetivos; ▪ Nota: risco é normalmente expresso em termos de eventos,consequências (impactos) e probabilidade. ▪ Objetivo: atravessar a rua ▪ Risco: ser atropelado ▪ Impactos: morrer ou sofrer ferimentos ▪Gestão de riscos: atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que se refere a riscos. Termos e Definições 53
  • 33.
    Princípios, Estruturas e Processoscriando e protegendo o valor nas organizações. 54
  • 34.
    Princípios: fornece orientações sobreas características da GR, comunicando o seu valor e explicando sua intenção e propósito. 55
  • 35.
    Estrutura: O propósito daestrutura da GR é apoiar a organização na integração da GR com atividades e funções significativas. 56
  • 36.
    Estrutura: O propósito daestrutura da GR é apoiar a organização na integração da GR com atividades e funções significativas. 57 Liderança e comprometimento • personalizar e implementar todos os componentes da estrutura; • emitir uma declaração ou política que estabeleça uma abordagem, plano ou curso de ação da gestão de riscos; • assegurar que os recursos necessários sejam alocados para gerenciar riscos; • atribuir autoridades, responsabilidades e responsabilização nos níveis apropriados dentro da organização;
  • 37.
    Estrutura: O propósito daestrutura da GR é apoiar a organização na integração da GR com atividades e funções significativas. 58 Concepção • entender a organização e seu contexto • articular o comprometimento com a gestão de riscos; • atribuir papéis organizacionais, autoridades e responsabilidades; • alocar recursos;
  • 38.
    Estrutura: O propósito daestrutura da GR é apoiar a organização na integração da GR com atividades e funções significativas. 59 Implementação • desenvolver um plano apropriado, incluindo prazos e recursos (projeto) • identificar de onde, quando e como diferentes tipos de decisões são tomadas pela organização e por quem; • modificar processos de tomada de decisão, onde necessário
  • 39.
    Estrutura: O propósito daestrutura da GR é apoiar a organização na integração da GR com atividades e funções significativas. 60 Avaliação • mensure periodicamente o desempenho da estrutura de gestão de riscos em relação ao seu propósito, planos de implementação, indicadores e comportamento esperado; • determinar se permanece adequada para apoiar o alcance dos objetivos da organização;
  • 40.
    Processos: envolve a aplicaçãosistemática de políticas, procedimentos e práticas nas atividades do processo de GR. 61
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
    Processos de Gerenciamento de Riscos 65 Planejaro Gerenciamento dos Riscos Identificar os Riscos Realizar a Análise Qualitativa dos Riscos Realizar a Análise Quantitativa dos Riscos Planejar Respostas aos Riscos Implementar Respostas Monitorar os Riscos
  • 45.
    66 Politicas; Estratégias; Orçamento; Organização Administrativa; Recursos; Processos eProjetos; Ações. Concorrentes Contexto Econômico Contexto Político Condições temporais Agentes financeiros Clientes Parceiros Contexto Regulatório Contexto Ambiental Orgãos de Controle
  • 46.
    67 Visão Missão OEs. Metas e Indicadores ProcessosProjetos Pessoas Recursos e Infraestrutura
  • 47.
    68 Pessoas Recursos e Infraestrutura ProcessosProjetos OEs,Metas e Indicadores Missão Visão
  • 48.
    69 EAR (RBS) Estratégia Visão Missão Obj. e Metas ..... Processos Processo A Fornecedores Insumos Atividades Produtos Clientes ..... Processo n Projetos Projeto 1 Escopo Custo Prazo Aquisições Comunicação Stakeholders ...... Projeton Organização Orçamento Pessoas Recursos e Infra Ambientais ...... Ambiente Externo Cenário Político Cenário Econômico Regulação ..... .... Modelo de Operação da Estrratégia Metodologia de GProc Metodologia de GProj Manual de plan. e exec. orçamentária
  • 49.
  • 50.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
    Eron Campos S.de Andrade, MsC, PMP eronsaraiva@gmail.com (61) 99221 5207 74