Princípios da Qualidade Aplicados a
Software: Processo e Produto
Ítala Célly
icbf@cin.ufpe.br
Professor: Vasconcelos/Hermano
Agenda
Agenda
 As diferentes Abordagem da Gestão da Qualidade
As diferentes Abordagem da Gestão da Qualidade
 Gestão Qualidade Total
Gestão Qualidade Total
 Precursores da Qualidade
Precursores da Qualidade
 Ferramentas da Qualidade
Ferramentas da Qualidade
 Gestão da Qualidade De Software
Gestão da Qualidade De Software
 Competividade e Produtividade na qualidade
Competividade e Produtividade na qualidade
 Considerações Finais
Considerações Finais
 Referências
Referências
Objetivo do Trabalho
Objetivo do Trabalho
 Analisar algumas das principais teorias sobre o
Analisar algumas das principais teorias sobre o
pensamento e as contribuições dos grandes nomes
pensamento e as contribuições dos grandes nomes
da qualidade e as contribuições para a Engenharia de
da qualidade e as contribuições para a Engenharia de
Software.
Software.
Gestão da Qualidade
Gestão da Qualidade
 Conceito subjetivo que está relacionado às
Conceito subjetivo que está relacionado às
percepções de cada individuo
percepções de cada individuo
 Confiável
Sem defeitos
 Acessivel
Seguro
Pontualidade
 Preferência do
Cliente
Gestão da Qualidade
Gestão da Qualidade
Qualidade é estar em conformidade com os requisitos dos
clientes.
Qualidade é antecipar e satisfazer os desejos dos clientes.
Qualidade é escrever tudo o que se deve fazer e fazer tudo o que
foi escrito.
Segundo a atual norma brasileira sobre o assunto (NBR ISO 8402),
qualidade é:
"A totalidade das características de uma entidade, que lhe confere a
capacidade de satisfazer às necessidades explícitas e implícitas."
Esta definição formal exige alguns complementos, principalmente para
definir o que são as entidades, as necessidades explícitas e as
necessidades implícitas.
 1949 – Ishikawa;
 1950 – Deming;
 1951 – Feigenbaum;
 1954 – Juran;
 1979 – Crosby;
 1990 - Cerqueira Neto.
Precursores da Qualidade
Qualidade
1949 – Ishikawa: Ishikawa aprendeu os princípios do controle estatístico da
qualidade desenvolvido por americanos. Kaoru traduziu, integrou e expandiu
os conceitos de gerenciamento do Dr. William Edwards Deming e do Dr.
Juran para o sistema japonês.
 Seu papel chave no desenvolvimento de uma estratégia
especificamente japonesa da qualidade. A característica japonesa é a
ampla participação na qualidade, não somente de cima para baixo
dentro da organização, mas igualmente começa e termina no ciclo de
vida de produto. Rápida percepção e satisfação das necessidades
do mercado, adequação ao uso dos produtos e homogeneidade
dos resultados do processo (baixa variabilidade).
Ishikawa mostrou a importância das sete ferramentas da qualidade:
Diagrama de Pareto; Diagrama de causa e efeito; Histograma; Folhas
de verificação; Gráficos de dispersão; Fluxograma;
Cartas de Controle.

1950 – Deming; Qualidade é sentir orgulho pelo trabalho
bem-feito. Aprimoramento da Qualidade eleva
produtividade. Máxima utilidade para o consumidor.
 Adaptou um método de abordagem sistemática para a
resolução de problemas conhecido como PDCA (Plan, Do,
Check, Action), ou ciclo de Shewhart.

Em 1989 Deming enunciou os 14 princípios a que
a gestão devia obedecer.
1951 – Feigenbaum; é considerado o “pai” da qualidade e
afirma que esta é um trabalho de todos na organização, e que
não é possível fabricar produtos de alta qualidade se o
departamento de manufatura trabalha isolado.
 Qualidade é uma maneira de se gerenciar os
negócios da empresa. Aprimoramento da
Qualidade só pode ser alcançado em uma
empresa com a participação de todos. Perfeita
satisfação do usuário
1954 – Juran
Qualidade é adequação ao uso. Satisfação das
aspirações do usuário.
Para Juran a gestão da Qualidade tem 3 pontos
fundamentais, a famosa trilogia:
O planejamento da qualidade
A melhoria da qualidade
O controle da qualidade
1979 – Crosby; Foi como Gerente de Qualidade na Martin-
Marietta , onde criou o conceito de "Zero Defeitos".
 Qualidade é conformidade com especificações,
com os requisitos do cliente.
Gestão da Qualidade Total
Gestão da Qualidade Total
 A Gestão da Qualidade Total (GQT ou TQM) é uma opção para
a reorientação gerencial das organizações, que possui como
pontos básicos:
– Foco no cliente;
– Trabalho em equipe permeando toda a organização;
– Decisões baseadas em fatos e dados;
– Busca constante da solução de problemas e da diminuição
de erros.
Gestão da Qualidade Total:
Gestão da Qualidade Total: Abrange as cinco
Abrange as cinco
dimensões da qualidade, que afetam a satisfação das
dimensões da qualidade, que afetam a satisfação das
necessidades das pessoas:
necessidades das pessoas:
1 – QUALIDADE INTRÍNSECA do produto ou serviço;
2 – CUSTO ou preço;
3 – ATENDIMENTO ou prazo;
4 – MORAL ou ética;
5 – SEGURANÇA do cliente e das pessoas da
organização.
Ferramentas da Qualidade:
Ferramentas da Qualidade: Tipos de ferramentas
 Diagnóstico dos Problemas: Ferramentas Básicas; são
utilizadas para a resolução de problemas com vistas à
otimização dos processos operacionais da empresa. As
ferramentas irão nos ajudar a estabelecer melhorias de
qualidades entre as quais destacamos;
– Diagrama de Pareto
– Diagrama Ishikawa (Espinha-de-Peixe) ou Diagrama de Causa e Efeito
– Lista ou Folha de Verificação
– Histograma
– Diagrama de Dispersão
– Gráfico Linear
– Gráfico de Controle ou Carta de Controle
– Fluxograma
Planejamento da Qualidade: Ferramentas
Gerenciais;
 São instrumentos metodológicos da Prática Administrativa,
que têm como objetivo atingir a eficiência e/ou eficácia na
realização de uma determinada Tarefa ou Processo.
 Ferramentas para soluções e gerenciamento da qualidade:
– 5W2H
– Diagrama de Afinidades
– Diagrama de Relações
– Diagrama de setas
– Diagrama em Matriz de priorização
– Técnicas de Priorização
– Diagrama PDPC
– Diagrama da Rede de Atividades
Qualidade de Software
Qualidade de Software
 A qualidade é a adequação do uso. É a
conformidade as exigencias (ES);
 Qualidade é o grau em que um conjunto de
caracteristicas inerentes a um produto, processo
ou sistema cumpre os requisitos inicialmente
estipulados para estes. (ISO 9000);
 Software é um conjunto completo ou apenas uma
Software é um conjunto completo ou apenas uma
parte dos programas, procedimentos, regras e
parte dos programas, procedimentos, regras e
documentação associada de um sistema
documentação associada de um sistema
(computacional) de processamento de informação
(computacional) de processamento de informação
(ISO/IEC 2382-1, 1993)
(ISO/IEC 2382-1, 1993)
– Programa fácil de usar;
– Funcionando com as regras estabelecidas e documentada;
– Facilidade de manutenção e extensibilidade;
– “a totalidade das características de produto de software
que lhe confere a capacidade de satisfazer necessidades
explicitas e implícitas” (ISO/IEC 9126)
Competitividade
Competitividade
 A competitividade é a característica ou capacidade de
qualquer organização em cumprir a sua missão. Com
mais êxito que outras organizações competidoras.
 Baseia-se na capacidade de satisfazer as
necessidades e expectativas dos clientes.
 A competitividade empresarial significa a obtenção de
uma rentabilidade igual ou superior aos rivais no
mercado.
Produtividade
Produtividade
 A Produtividade é um indicador de eficiência de uma
organização; podemos utiliza-la para medir a
eficiência na utilização de qualquer input, o conceito
de produtividade é mais frequentemente utilizado para
medir a eficiência na utilização do fator trabalho.
Competitividade e Produtividade na qualidade
Competitividade e Produtividade na qualidade
Eficácia Eficiência
Qualidade
Fazer as coisas certas
Produtividade
Fazer certo as Coisas
Competitividade e Produtividade na qualidade
Competitividade e Produtividade na qualidade
Produtividade
Qualidade
Fazer certo
as Coisas
certas
Fazer errado
as Coisas
certas
Fazer certo
as Coisas
erradas
Fazer errado
as Coisas
erradas
Considerações Finais
Considerações Finais
 Nesta pesquisa bibliográfica foi possível perceber que é necessário
um comprometimento de todas as pessoas que fazem parte da
organização conforme o autor Paladini.
Referências
Referências
 BARÇANTE, Luiz César. Qualidade Total: uma visão brasileira, o impacto estratégico na universidade e na
empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
 BRASSARD, Michael. Qualidade: Ferramentas para uma Melhoria Contínua (The Memory Jogger). Rio de
Janeiro: Qualitymark, 1985.
 BROCKA, Bruce M.; BROCKA, Suzanne. Gerenciamento da qualidade. São Paulo: Makron Books, 1994.
 CAMPOS, ENEIDA RACHED - A Gestão da Qualidade e o Processo de Informatização Norteando as
Mudanças Organizacionais para Atingir a Qualidade Total. Tese de Mestrado - IMECC - UNICAMP,
Campinas - SP, 1998.
 CARAVANTES, Geraldo R.; CARAVANTES C.; BIJUR, W. Administração e Qualidade: a superação dos
desafios. São Paulo: Makron Books, 1997.
 CAMPOS, Vicente Falconi. TQC – Controle da Qualidade Total (no estilo Japonês). 8a. ed. Belo Horizonte:
Fundação Christiano Ottoni, Escola de Engenharia da UFMG, 1992.
 Campos, Vicente Falconi, 1994, “Total Quality Control in Japanese Way”, Fundação
 Christiano Ottoni, UFMG, Belo Horizonte, Brasil.
 CAMPOS, Vicente Falconi. . TQC-Controle da qualidade total (no estilo japonês): Belo Horizonte, 1992,
1996.
 CROSBY, Philip, B. Qualidade, falando sério. São Paulo: McGraw-Hill, 1990.
 DEMING, William Edward. Qualidade: a revolução da administração. Rio de Janeiro: Marques-Saraiva, 1990.
 DEMING, W. EDWARDS – Qualidade: A Revolução da Administração. Rio de Janeiro: Marques Saraiva,
1982.
 Deming, W. E., 1997, “The New Economics”, Qualitymark Editora Ltda., Rio de Janeiro.
 Falconi, V., “Falta administrar o óbvio”, Revista Exame – Entrevista, disponível em
 www.fdg.org.br, acesso em 28/10/2012
 FLEURY, Afonso; FLEURY, M. T. Aprendizagem e inovação organizacional. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1997.
 ISHIKAWA, Kaoru. Controle de qualidade total à maneira japonesa. 6 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
 JURAN, J. M - Juran na Liderança pela Qualidade. Editora Pioneira, São Paulo, 1989, 88-166. Empresas – Ferramentas para a
Melhoria da Qualidade e da Competitividade.
 Editora Makron Books, São Paulo, 1992.
 Juran, J., 1991, “Total Quality Control Handbook”, Makron Books, São Paulo.
 JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade-handbook. 4 ed. vol. III. São Paulo: Makron Books & McGraw-Hill, 1992.
 MASLOW, Abraham H. Maslow no Gerenciamento. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.
 MOLLER, Claus. O lado humano da qualidade. 3 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
 MORIN, Edgar. Ciência com consciência. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996.
 NBR ISO 9000:2000 – Sistemas de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário. Rio de Janeiro, ABNT/CB-25 – Comitê
Brasileiro da Qualidade, Dez. 2000.
 PALADINI; Edson Pacheco et al. Gestão da qualidade: teoria e casos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
 SLACK, Nigel [et. al.]. Administração da produção – edição compacta. São Paulo: Atlas, 1999.
 OLIVEIRA, Marcos Antonio Lima de. Projeto Indicadores de Desempenho. Disponível em
www.qualitas.eng.br/qualitas_artigos_indicadores.html. Data de consulta: 24.9.2012
 OLIVEIRA, Marcos Antonio Lima de. Minicurso a NBR ISO 90012000 em 16 respostas. Disponível em
www.qualitas.eng.br/qualitas_minicurso_iso9001.html. Data de Consulta: 24.10.2012
 Manual de Ferramentas da Qualidade – SEBRAE; www.scribd.com/.../Sebrae-Manual-de-Ferramentas-Da-Qualidade. Data de
Consulta: 28.10.2012
 Ferramentas da Qualidade – www.cedet.com.br/index.php?/...Qualidade/ferramentas-da-qualidade. Data de Consulta:
06.11.2012
 Ferramentas do Controle da Qualidade – www.ufsm.br/ceq/arquivos/fonte_www.lgti.ufsc.br.pdflberto. Data de Consulta:
06.11.2012
 Ferramentas Gerenciais da Qualidade – Prof. W. Ramos; www.scribd.com/.../As-Sete-ferramentas-basicas-da-Qualidade. Data
de Consulta: 06.11.2012
Gestao_dadedeasde_Qualida_Total-2012.ppt

Gestao_dadedeasde_Qualida_Total-2012.ppt

  • 1.
    Princípios da QualidadeAplicados a Software: Processo e Produto Ítala Célly icbf@cin.ufpe.br Professor: Vasconcelos/Hermano
  • 2.
    Agenda Agenda  As diferentesAbordagem da Gestão da Qualidade As diferentes Abordagem da Gestão da Qualidade  Gestão Qualidade Total Gestão Qualidade Total  Precursores da Qualidade Precursores da Qualidade  Ferramentas da Qualidade Ferramentas da Qualidade  Gestão da Qualidade De Software Gestão da Qualidade De Software  Competividade e Produtividade na qualidade Competividade e Produtividade na qualidade  Considerações Finais Considerações Finais  Referências Referências
  • 3.
    Objetivo do Trabalho Objetivodo Trabalho  Analisar algumas das principais teorias sobre o Analisar algumas das principais teorias sobre o pensamento e as contribuições dos grandes nomes pensamento e as contribuições dos grandes nomes da qualidade e as contribuições para a Engenharia de da qualidade e as contribuições para a Engenharia de Software. Software.
  • 4.
    Gestão da Qualidade Gestãoda Qualidade  Conceito subjetivo que está relacionado às Conceito subjetivo que está relacionado às percepções de cada individuo percepções de cada individuo  Confiável Sem defeitos  Acessivel Seguro Pontualidade  Preferência do Cliente
  • 5.
    Gestão da Qualidade Gestãoda Qualidade Qualidade é estar em conformidade com os requisitos dos clientes. Qualidade é antecipar e satisfazer os desejos dos clientes. Qualidade é escrever tudo o que se deve fazer e fazer tudo o que foi escrito. Segundo a atual norma brasileira sobre o assunto (NBR ISO 8402), qualidade é: "A totalidade das características de uma entidade, que lhe confere a capacidade de satisfazer às necessidades explícitas e implícitas." Esta definição formal exige alguns complementos, principalmente para definir o que são as entidades, as necessidades explícitas e as necessidades implícitas.
  • 6.
     1949 –Ishikawa;  1950 – Deming;  1951 – Feigenbaum;  1954 – Juran;  1979 – Crosby;  1990 - Cerqueira Neto. Precursores da Qualidade Qualidade
  • 7.
    1949 – Ishikawa:Ishikawa aprendeu os princípios do controle estatístico da qualidade desenvolvido por americanos. Kaoru traduziu, integrou e expandiu os conceitos de gerenciamento do Dr. William Edwards Deming e do Dr. Juran para o sistema japonês.  Seu papel chave no desenvolvimento de uma estratégia especificamente japonesa da qualidade. A característica japonesa é a ampla participação na qualidade, não somente de cima para baixo dentro da organização, mas igualmente começa e termina no ciclo de vida de produto. Rápida percepção e satisfação das necessidades do mercado, adequação ao uso dos produtos e homogeneidade dos resultados do processo (baixa variabilidade). Ishikawa mostrou a importância das sete ferramentas da qualidade: Diagrama de Pareto; Diagrama de causa e efeito; Histograma; Folhas de verificação; Gráficos de dispersão; Fluxograma; Cartas de Controle. 
  • 8.
    1950 – Deming;Qualidade é sentir orgulho pelo trabalho bem-feito. Aprimoramento da Qualidade eleva produtividade. Máxima utilidade para o consumidor.  Adaptou um método de abordagem sistemática para a resolução de problemas conhecido como PDCA (Plan, Do, Check, Action), ou ciclo de Shewhart.  Em 1989 Deming enunciou os 14 princípios a que a gestão devia obedecer.
  • 9.
    1951 – Feigenbaum;é considerado o “pai” da qualidade e afirma que esta é um trabalho de todos na organização, e que não é possível fabricar produtos de alta qualidade se o departamento de manufatura trabalha isolado.  Qualidade é uma maneira de se gerenciar os negócios da empresa. Aprimoramento da Qualidade só pode ser alcançado em uma empresa com a participação de todos. Perfeita satisfação do usuário
  • 10.
    1954 – Juran Qualidadeé adequação ao uso. Satisfação das aspirações do usuário. Para Juran a gestão da Qualidade tem 3 pontos fundamentais, a famosa trilogia: O planejamento da qualidade A melhoria da qualidade O controle da qualidade
  • 11.
    1979 – Crosby;Foi como Gerente de Qualidade na Martin- Marietta , onde criou o conceito de "Zero Defeitos".  Qualidade é conformidade com especificações, com os requisitos do cliente.
  • 12.
    Gestão da QualidadeTotal Gestão da Qualidade Total  A Gestão da Qualidade Total (GQT ou TQM) é uma opção para a reorientação gerencial das organizações, que possui como pontos básicos: – Foco no cliente; – Trabalho em equipe permeando toda a organização; – Decisões baseadas em fatos e dados; – Busca constante da solução de problemas e da diminuição de erros.
  • 13.
    Gestão da QualidadeTotal: Gestão da Qualidade Total: Abrange as cinco Abrange as cinco dimensões da qualidade, que afetam a satisfação das dimensões da qualidade, que afetam a satisfação das necessidades das pessoas: necessidades das pessoas: 1 – QUALIDADE INTRÍNSECA do produto ou serviço; 2 – CUSTO ou preço; 3 – ATENDIMENTO ou prazo; 4 – MORAL ou ética; 5 – SEGURANÇA do cliente e das pessoas da organização.
  • 14.
    Ferramentas da Qualidade: Ferramentasda Qualidade: Tipos de ferramentas  Diagnóstico dos Problemas: Ferramentas Básicas; são utilizadas para a resolução de problemas com vistas à otimização dos processos operacionais da empresa. As ferramentas irão nos ajudar a estabelecer melhorias de qualidades entre as quais destacamos; – Diagrama de Pareto – Diagrama Ishikawa (Espinha-de-Peixe) ou Diagrama de Causa e Efeito – Lista ou Folha de Verificação – Histograma – Diagrama de Dispersão – Gráfico Linear – Gráfico de Controle ou Carta de Controle – Fluxograma
  • 15.
    Planejamento da Qualidade:Ferramentas Gerenciais;  São instrumentos metodológicos da Prática Administrativa, que têm como objetivo atingir a eficiência e/ou eficácia na realização de uma determinada Tarefa ou Processo.  Ferramentas para soluções e gerenciamento da qualidade: – 5W2H – Diagrama de Afinidades – Diagrama de Relações – Diagrama de setas – Diagrama em Matriz de priorização – Técnicas de Priorização – Diagrama PDPC – Diagrama da Rede de Atividades
  • 16.
    Qualidade de Software Qualidadede Software  A qualidade é a adequação do uso. É a conformidade as exigencias (ES);  Qualidade é o grau em que um conjunto de caracteristicas inerentes a um produto, processo ou sistema cumpre os requisitos inicialmente estipulados para estes. (ISO 9000);
  • 17.
     Software éum conjunto completo ou apenas uma Software é um conjunto completo ou apenas uma parte dos programas, procedimentos, regras e parte dos programas, procedimentos, regras e documentação associada de um sistema documentação associada de um sistema (computacional) de processamento de informação (computacional) de processamento de informação (ISO/IEC 2382-1, 1993) (ISO/IEC 2382-1, 1993) – Programa fácil de usar; – Funcionando com as regras estabelecidas e documentada; – Facilidade de manutenção e extensibilidade; – “a totalidade das características de produto de software que lhe confere a capacidade de satisfazer necessidades explicitas e implícitas” (ISO/IEC 9126)
  • 18.
    Competitividade Competitividade  A competitividadeé a característica ou capacidade de qualquer organização em cumprir a sua missão. Com mais êxito que outras organizações competidoras.  Baseia-se na capacidade de satisfazer as necessidades e expectativas dos clientes.  A competitividade empresarial significa a obtenção de uma rentabilidade igual ou superior aos rivais no mercado.
  • 19.
    Produtividade Produtividade  A Produtividadeé um indicador de eficiência de uma organização; podemos utiliza-la para medir a eficiência na utilização de qualquer input, o conceito de produtividade é mais frequentemente utilizado para medir a eficiência na utilização do fator trabalho.
  • 20.
    Competitividade e Produtividadena qualidade Competitividade e Produtividade na qualidade Eficácia Eficiência Qualidade Fazer as coisas certas Produtividade Fazer certo as Coisas
  • 21.
    Competitividade e Produtividadena qualidade Competitividade e Produtividade na qualidade Produtividade Qualidade Fazer certo as Coisas certas Fazer errado as Coisas certas Fazer certo as Coisas erradas Fazer errado as Coisas erradas
  • 22.
    Considerações Finais Considerações Finais Nesta pesquisa bibliográfica foi possível perceber que é necessário um comprometimento de todas as pessoas que fazem parte da organização conforme o autor Paladini.
  • 23.
    Referências Referências  BARÇANTE, LuizCésar. Qualidade Total: uma visão brasileira, o impacto estratégico na universidade e na empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1998.  BRASSARD, Michael. Qualidade: Ferramentas para uma Melhoria Contínua (The Memory Jogger). Rio de Janeiro: Qualitymark, 1985.  BROCKA, Bruce M.; BROCKA, Suzanne. Gerenciamento da qualidade. São Paulo: Makron Books, 1994.  CAMPOS, ENEIDA RACHED - A Gestão da Qualidade e o Processo de Informatização Norteando as Mudanças Organizacionais para Atingir a Qualidade Total. Tese de Mestrado - IMECC - UNICAMP, Campinas - SP, 1998.  CARAVANTES, Geraldo R.; CARAVANTES C.; BIJUR, W. Administração e Qualidade: a superação dos desafios. São Paulo: Makron Books, 1997.  CAMPOS, Vicente Falconi. TQC – Controle da Qualidade Total (no estilo Japonês). 8a. ed. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni, Escola de Engenharia da UFMG, 1992.  Campos, Vicente Falconi, 1994, “Total Quality Control in Japanese Way”, Fundação  Christiano Ottoni, UFMG, Belo Horizonte, Brasil.  CAMPOS, Vicente Falconi. . TQC-Controle da qualidade total (no estilo japonês): Belo Horizonte, 1992, 1996.  CROSBY, Philip, B. Qualidade, falando sério. São Paulo: McGraw-Hill, 1990.  DEMING, William Edward. Qualidade: a revolução da administração. Rio de Janeiro: Marques-Saraiva, 1990.  DEMING, W. EDWARDS – Qualidade: A Revolução da Administração. Rio de Janeiro: Marques Saraiva, 1982.  Deming, W. E., 1997, “The New Economics”, Qualitymark Editora Ltda., Rio de Janeiro.  Falconi, V., “Falta administrar o óbvio”, Revista Exame – Entrevista, disponível em  www.fdg.org.br, acesso em 28/10/2012
  • 24.
     FLEURY, Afonso;FLEURY, M. T. Aprendizagem e inovação organizacional. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1997.  ISHIKAWA, Kaoru. Controle de qualidade total à maneira japonesa. 6 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.  JURAN, J. M - Juran na Liderança pela Qualidade. Editora Pioneira, São Paulo, 1989, 88-166. Empresas – Ferramentas para a Melhoria da Qualidade e da Competitividade.  Editora Makron Books, São Paulo, 1992.  Juran, J., 1991, “Total Quality Control Handbook”, Makron Books, São Paulo.  JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade-handbook. 4 ed. vol. III. São Paulo: Makron Books & McGraw-Hill, 1992.  MASLOW, Abraham H. Maslow no Gerenciamento. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.  MOLLER, Claus. O lado humano da qualidade. 3 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999.  MORIN, Edgar. Ciência com consciência. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996.  NBR ISO 9000:2000 – Sistemas de gestão da qualidade – Fundamentos e vocabulário. Rio de Janeiro, ABNT/CB-25 – Comitê Brasileiro da Qualidade, Dez. 2000.  PALADINI; Edson Pacheco et al. Gestão da qualidade: teoria e casos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.  SLACK, Nigel [et. al.]. Administração da produção – edição compacta. São Paulo: Atlas, 1999.  OLIVEIRA, Marcos Antonio Lima de. Projeto Indicadores de Desempenho. Disponível em www.qualitas.eng.br/qualitas_artigos_indicadores.html. Data de consulta: 24.9.2012  OLIVEIRA, Marcos Antonio Lima de. Minicurso a NBR ISO 90012000 em 16 respostas. Disponível em www.qualitas.eng.br/qualitas_minicurso_iso9001.html. Data de Consulta: 24.10.2012  Manual de Ferramentas da Qualidade – SEBRAE; www.scribd.com/.../Sebrae-Manual-de-Ferramentas-Da-Qualidade. Data de Consulta: 28.10.2012  Ferramentas da Qualidade – www.cedet.com.br/index.php?/...Qualidade/ferramentas-da-qualidade. Data de Consulta: 06.11.2012  Ferramentas do Controle da Qualidade – www.ufsm.br/ceq/arquivos/fonte_www.lgti.ufsc.br.pdflberto. Data de Consulta: 06.11.2012  Ferramentas Gerenciais da Qualidade – Prof. W. Ramos; www.scribd.com/.../As-Sete-ferramentas-basicas-da-Qualidade. Data de Consulta: 06.11.2012