O documento discute a geração nascida nos anos 2000, descrevendo-a como preparada tecnologicamente mas despreparada emocionalmente para lidar com frustrações. Também critica os pais por protegerem demais as crianças e não prepará-las para a realidade, onde nem sempre se consegue o que se quer. Defende que os pais devem conversar abertamente sobre sentimentos e frustrações para ajudar os filhos a amadurecerem.