O projeto da Fiocruz utiliza a bactéria Wolbachia em mosquitos Aedes aegypti para reduzir a transmissão do vírus Zika, demonstrando que mosquitos infectados com a bactéria não se infectam com o vírus. A pesquisa foi aprovada por várias entidades de saúde e meio ambiente e mostrou que 80% dos mosquitos nas áreas de estudo possuem a Wolbachia. Além disso, iniciativas comunitárias como a da ONG Trilhos do Jequitibá utilizam flores para atrair libélulas que ajudam a combater a proliferação do mosquito transmissor da dengue.