PARASITOLOGIA E MICOLOGIA
HELMINTAS
ALGUNS PRINCÍPIOS DE
PARASITISMO
Prof.Ana Steele
ECOSISTEMA
SISTEMÁTICA
SISTEMÁTICA
ARTIOZOÁRIOS
ARTIOZOÁRIOS –
– apresentam
apresentam um plano de
um plano de
simetria (ex.: homem)
simetria (ex.: homem)
FITOZOÁRIOS
FITOZOÁRIOS – apresentam um eixo de
– apresentam um eixo de
simetria
simetria
Helmintoses
Helmintoses – responsáveis por inúmeras
– responsáveis por inúmeras
doenças sendo algumas muito graves.
doenças sendo algumas muito graves.
Áscaris
Áscaris – cerca de 50%
– cerca de 50%
Ancilostomas
Ancilostomas – cerca de 40%
– cerca de 40%
Schistosomas
Schistosomas → 200 milhões de indivíduos
→ 200 milhões de indivíduos
Fascíolas
Fascíolas
Ténias
Ténias
Équinococos
Équinococos
Filárias
Filárias – oncocerca, loa loa, etc.
– oncocerca, loa loa, etc.
Estrongilóides
Estrongilóides
SISTEMÁTICA dos PLATELMINTAS
SISTEMÁTICA dos PLATELMINTAS
Tipo – artiozoários de corpo achatado com
Tipo – artiozoários de corpo achatado com
a cavidade geral (celoma) obliterada por
a cavidade geral (celoma) obliterada por
um parenquima conjuntivo e desprovido de
um parenquima conjuntivo e desprovido de
aparelhos circulatório e respiratório.
aparelhos circulatório e respiratório.
Hermafroditas e na sua
Hermafroditas e na sua maioria parasitas
maioria parasitas.
.
Classe dos:
Classe dos:
Turbelários
Turbelários
Tremátodos
Tremátodos
Céstodos
Céstodos 
 Ténias
Ténias
SISTEMÁTICA dos NEMATELMINTAS
SISTEMÁTICA dos NEMATELMINTAS
Tipo – quitinoforos de corpo alongado,
Tipo – quitinoforos de corpo alongado,
adelgaçado nas extremidades. Cavidade
adelgaçado nas extremidades. Cavidade
geral espaçosa. Aparelhos circulatório e
geral espaçosa. Aparelhos circulatório e
respiratório nulos. Sexos em geral
respiratório nulos. Sexos em geral
separados.
separados.
Classe dos:
Classe dos:
Nemátodos
Nemátodos 
 Áscaris
Áscaris
Nematomorfos
Nematomorfos
Acantocéfalos
Acantocéfalos
Amibas
Entamoeba
hystolitica
Esporozoários
Flagelados
Ciliados
Nematelmintas
Platelmintas
Protozoários
Metazoários
Tremátodos
Céstodos
Criptosporidium
Plasmodium
Toxoplasma
Giardia
Trichomonas
Trypanosoma
Leishmania
Balantidium
Nemátodos
Intestinais e
Filárias
Schistosomas
e Fascíola
hepática
Ténias
IMPACTO DAS PARASITOSES
 Malária
 500 milhões de casos agudos / ano
 1.5 milhões mortes / ano
 Em risco: 40% da população mundial, em mais
de 90 países.
 Maior parte das mortes em crianças (Taxa
actual de mortalidade 35,000 crianças /semana
 20 milhões de turistas / ano em risco.
IMPACTO II
 Primeira causa de morbilidade em Países
em Desenvolvimento, juntamente com:
 Doença respiratória aguda (causas múltiplas)
 Diarreia (causas múltiplas, TB, HIV
 mata 4X mais pessoas por ano que o HIV
 o orçamento mundial para investigação é 15x inferior
 Impacto veterinário difícil de avaliar
 Milhões em antibióticos, vacinas e outras medidas
profilácticas
 Áreas inteiras não utilizáveis devido aos parasitas
 Ex.: na maior parte da África subsahariana não há cultura
intensiva de gado por causa da TB.
HELMINTAS
 Nemátodos
 Infectados 800 milhões
 Taxa de mortalidade 60.000/ano
 + atraso mental de crescimento, anemia crónica em crianças.
 Ascaridíase
 1 bilião de infecções
 20.000 mortes /ano
 Onchocerca volvulus
 Cegueira dos rios
 30 milhões de infectados (morte rara)
 1 milhão com déficit grave → 350.000 cegos.
 Schistosoma species
 200 milhões infectados
 Doença hepatoesplénica severa < 10 %
 1 Milhão de mortes / ano
RESISTÊNCIA
CONCEITOS BÁSICOS
 Comensalismo
 Associação entre espécies sem benefício ou
prejuízo para qualquer dos parceiros
 Simbiose
 Ambos beneficiam e pode ser essencial para
uma ou ambas as espécies
DEFINIÇÕES
 Hospedeiro definitivo
 Aquele no qual o parasita
tem a sua forma adulta ou
vida reprodutiva
(reprodução sexuada)
 Hospedeiro
Intermediário
 Aquele em que o parasita
vive em estado larvar
(reprodução assexuada)
 Reservatório
 População de hospedeiros
nos quais o parasita vive,
multiplica e perpétua.
 Zoonose
 Parasitose por parasitas
normalmente encontrados
em animais e ocasional-
mente transmitidos ao
homem.
CASOS ESPECIAIS
 ACIDENTAIS
 Podem causar danos
 Ex: ingestão acidental de larvas de moscas.
 PSEUDOPARASITAS
 Não causam danos ao hospedeiro. Podem ser
detectados em exame coproparasitológico
 Ex: alguns quistos de protozoários
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO TIPO
 FITOPARASITAS
 bactérias, fungos
 ZOOPARASITAS
 artrópodes, helmintas e protozoários
CONTACTO COM O HOMEM
 PERMANENTE
 Constantemente em contacto com o hospedeiro
 Ex: Ascaris lumbricoides, Enterobius vermicularis
 PERIÓDICOS
 Parte de seu ciclo é de vida livre e parte é dentro do hospedeiro
 Ex: Necator americanus e Ancylostoma duodenale (vida livre: larva / dentro do hosp.: adulto)
 TEMPORÁRIO
 insectos hematófagos
 REMITENTE
 em constante contacto com o hospedeiro e temporariamente alimenta-se de sangue
 Ex: piolho, pulga
 INTERMITENTE
 só entra em contacto com o hospedeiro no momento de se alimentar
ALIMENTAÇÃO
 ESTENOTRÓFICO
 Alimenta-se de apenas um tipo de alimento
 Ex: sangue
 EURITRÓFICO
 Alimenta-se de várias substâncias
 Ex: Taenia solium - quimo intestinal
 Ancylostoma duodenale - quimo e sangue
VECTOR
 Insecto que transporta o agente etiológico
 MECÂNICO
 Não ocorre multiplicação, apenas transporta.
 Ex: algumas moscas
 BIOLÓGICO
 O agente etiológico faz um ciclo propagativo e/ou
evolutivo
 Ex.: plasmódio e anopheles
VECTOR
 Propagativo
 O parasita multiplica-se no vector
 Propagativo evolutivo
 Multiplicação e evolução
 Evolutivo
 Apenas evolução
 Bactérias e vírus: multiplicam
 Protozoários: evoluem ou multiplicam e evoluem
PORTAS DE ENTRADA
 PER OS : entram pela boca (principalmente)
 Através de água, alimentos, ar, fomites (instrumentos
inanimados)
 Ocorre com a maioria dos enteroparasitas veiculadores de
agentes etiológicos
 PER CUTEM : entram pela pele
 Penetração activa: LFI (larva filarióide infectante)
 Penetração passiva: inoculação pela acção de picadas de
insectos
 VIA MUCOSA ou CONJUNTIVA
 VIA INALATÓRIA
 PLACENTA
 VIAS GENITAIS
DISSEMINAÇÃO PELO ORGANISMO
 Via sanguínea:
 Hemoparasitas (Ex.: T. cruzi)
 Via linfática:
 Ex. Wuchereria bancrofti
 Pela pele:
 ectoparasitas
PARASITISMO E DOENÇAS
PARASITÁRIAS
Factores de Influência
FACTORES INERENTES AO PARASITA
 1. Número de Exemplares
 2. Capacidade de multiplicação dos parasitas no hosp.
 Ex: P. falciparum tem maior capacidade de multiplicação que o P.
vivax
 3. Dimensões
 4. Localização
 5. Virulência: relacionada com a estirpe.
 Ex: P. vivax é menos virulento que P. falciparum
 6. Vitalidade:
 Enterobius vermicularis - 18 meses; Taenia saginata - 20 a 30 anos
 7. Associações parasitárias:
 Ex: Entamoeba hystolitica - tem a sua acção facilitada pela dilaceração
da parede do Intestino por outros microorganismos
FACTORES INERENTES AO HOSPEDEIRO
 1. Idade: quanto mais jovem, menor é a defesa
 2. Imunidade: menor gravidade da segunda infecção
 3. Alimentação: alotriofagia (falta de Fe - ancilostomíase)
 4. Doenças intercorrentes: indivíduos com pneumonia
agravada quando adquirem parasitas pulmonares
 5. Flora bacteriana associada
 6. Medicamentos usados: cortisona ( imunodepressor)
 7. Usos e costumes: árabes tem alto consumo de carne
crua, africanos andam descalços
 8. Tensão emocional: diminui a resposta imunológica
ACÇÃO SOBRE O HOSPEDEIRO
 ESPOLIATIVA: retira o alimento
 TRAUMÁTICA: trauma no hospedeiro
 Ex: Taenia solium com escólex que se fixa à mucosa
intestinal.
 OBSTRUTIVA
 COMPRESSIVA
 TÓXICA: secreções e excreções dos parasitas
 IRRITATIVA: presença do parasita no organismo
do hospedeiro
 ANÓXICA: ocasionada por parasitas que
consomem oxigênio
PERÍODOS CLÍNICOS E
PARASITÁRIOS
PERÍODOS PARASITÁRIOS
 1. Pré - patente
 2. Patente
 (pode haver diagnóstico directo)
 3. Sub-patente
 (não há comprovação diagnóstica)
 4. Cura
HELMINTAS
 Metazoários:
 1. Nemátodos
 2. Platelmintas
REACÇÕES DO HOSPEDEIRO
PARASITADO
 CELULAR
 No local onde se encontra o parasita.
 É desencadeada por macrófagos. Ocorre atrofia ou
hipertrofia do tecido lesado, aumentando ou
diminuindo o número de células para regeneração.
 HUMORAL
 É sistémica.
 Há produção de Anticorpos em resultado da resposta
aos antigénios do parasita. Servem para imunização
na reinfecção e provas imunológicas
IMUNOPATOLOGIA
 Hipersensibilidade Tipo I
 Anafilaxia
 Hipersensibilidade Tipo II
 Citotoxicidade mediada por anticorpos
 Ex. Trypanosoma cruzi

fernando tchivela da silva AULA HELMINTOLOGIA

  • 1.
    PARASITOLOGIA E MICOLOGIA HELMINTAS ALGUNSPRINCÍPIOS DE PARASITISMO Prof.Ana Steele
  • 2.
  • 3.
    SISTEMÁTICA SISTEMÁTICA ARTIOZOÁRIOS ARTIOZOÁRIOS – – apresentam apresentamum plano de um plano de simetria (ex.: homem) simetria (ex.: homem) FITOZOÁRIOS FITOZOÁRIOS – apresentam um eixo de – apresentam um eixo de simetria simetria
  • 4.
    Helmintoses Helmintoses – responsáveispor inúmeras – responsáveis por inúmeras doenças sendo algumas muito graves. doenças sendo algumas muito graves. Áscaris Áscaris – cerca de 50% – cerca de 50% Ancilostomas Ancilostomas – cerca de 40% – cerca de 40% Schistosomas Schistosomas → 200 milhões de indivíduos → 200 milhões de indivíduos Fascíolas Fascíolas Ténias Ténias Équinococos Équinococos Filárias Filárias – oncocerca, loa loa, etc. – oncocerca, loa loa, etc. Estrongilóides Estrongilóides
  • 5.
    SISTEMÁTICA dos PLATELMINTAS SISTEMÁTICAdos PLATELMINTAS Tipo – artiozoários de corpo achatado com Tipo – artiozoários de corpo achatado com a cavidade geral (celoma) obliterada por a cavidade geral (celoma) obliterada por um parenquima conjuntivo e desprovido de um parenquima conjuntivo e desprovido de aparelhos circulatório e respiratório. aparelhos circulatório e respiratório. Hermafroditas e na sua Hermafroditas e na sua maioria parasitas maioria parasitas. . Classe dos: Classe dos: Turbelários Turbelários Tremátodos Tremátodos Céstodos Céstodos   Ténias Ténias
  • 6.
    SISTEMÁTICA dos NEMATELMINTAS SISTEMÁTICAdos NEMATELMINTAS Tipo – quitinoforos de corpo alongado, Tipo – quitinoforos de corpo alongado, adelgaçado nas extremidades. Cavidade adelgaçado nas extremidades. Cavidade geral espaçosa. Aparelhos circulatório e geral espaçosa. Aparelhos circulatório e respiratório nulos. Sexos em geral respiratório nulos. Sexos em geral separados. separados. Classe dos: Classe dos: Nemátodos Nemátodos   Áscaris Áscaris Nematomorfos Nematomorfos Acantocéfalos Acantocéfalos
  • 7.
  • 8.
    IMPACTO DAS PARASITOSES Malária  500 milhões de casos agudos / ano  1.5 milhões mortes / ano  Em risco: 40% da população mundial, em mais de 90 países.  Maior parte das mortes em crianças (Taxa actual de mortalidade 35,000 crianças /semana  20 milhões de turistas / ano em risco.
  • 9.
    IMPACTO II  Primeiracausa de morbilidade em Países em Desenvolvimento, juntamente com:  Doença respiratória aguda (causas múltiplas)  Diarreia (causas múltiplas, TB, HIV  mata 4X mais pessoas por ano que o HIV  o orçamento mundial para investigação é 15x inferior  Impacto veterinário difícil de avaliar  Milhões em antibióticos, vacinas e outras medidas profilácticas  Áreas inteiras não utilizáveis devido aos parasitas  Ex.: na maior parte da África subsahariana não há cultura intensiva de gado por causa da TB.
  • 10.
    HELMINTAS  Nemátodos  Infectados800 milhões  Taxa de mortalidade 60.000/ano  + atraso mental de crescimento, anemia crónica em crianças.  Ascaridíase  1 bilião de infecções  20.000 mortes /ano  Onchocerca volvulus  Cegueira dos rios  30 milhões de infectados (morte rara)  1 milhão com déficit grave → 350.000 cegos.  Schistosoma species  200 milhões infectados  Doença hepatoesplénica severa < 10 %  1 Milhão de mortes / ano
  • 13.
  • 16.
    CONCEITOS BÁSICOS  Comensalismo Associação entre espécies sem benefício ou prejuízo para qualquer dos parceiros  Simbiose  Ambos beneficiam e pode ser essencial para uma ou ambas as espécies
  • 17.
    DEFINIÇÕES  Hospedeiro definitivo Aquele no qual o parasita tem a sua forma adulta ou vida reprodutiva (reprodução sexuada)  Hospedeiro Intermediário  Aquele em que o parasita vive em estado larvar (reprodução assexuada)  Reservatório  População de hospedeiros nos quais o parasita vive, multiplica e perpétua.  Zoonose  Parasitose por parasitas normalmente encontrados em animais e ocasional- mente transmitidos ao homem.
  • 18.
    CASOS ESPECIAIS  ACIDENTAIS Podem causar danos  Ex: ingestão acidental de larvas de moscas.  PSEUDOPARASITAS  Não causam danos ao hospedeiro. Podem ser detectados em exame coproparasitológico  Ex: alguns quistos de protozoários
  • 19.
    CLASSIFICAÇÃO QUANTO AOTIPO  FITOPARASITAS  bactérias, fungos  ZOOPARASITAS  artrópodes, helmintas e protozoários
  • 20.
    CONTACTO COM OHOMEM  PERMANENTE  Constantemente em contacto com o hospedeiro  Ex: Ascaris lumbricoides, Enterobius vermicularis  PERIÓDICOS  Parte de seu ciclo é de vida livre e parte é dentro do hospedeiro  Ex: Necator americanus e Ancylostoma duodenale (vida livre: larva / dentro do hosp.: adulto)  TEMPORÁRIO  insectos hematófagos  REMITENTE  em constante contacto com o hospedeiro e temporariamente alimenta-se de sangue  Ex: piolho, pulga  INTERMITENTE  só entra em contacto com o hospedeiro no momento de se alimentar
  • 21.
    ALIMENTAÇÃO  ESTENOTRÓFICO  Alimenta-sede apenas um tipo de alimento  Ex: sangue  EURITRÓFICO  Alimenta-se de várias substâncias  Ex: Taenia solium - quimo intestinal  Ancylostoma duodenale - quimo e sangue
  • 22.
    VECTOR  Insecto quetransporta o agente etiológico  MECÂNICO  Não ocorre multiplicação, apenas transporta.  Ex: algumas moscas  BIOLÓGICO  O agente etiológico faz um ciclo propagativo e/ou evolutivo  Ex.: plasmódio e anopheles
  • 23.
    VECTOR  Propagativo  Oparasita multiplica-se no vector  Propagativo evolutivo  Multiplicação e evolução  Evolutivo  Apenas evolução  Bactérias e vírus: multiplicam  Protozoários: evoluem ou multiplicam e evoluem
  • 24.
    PORTAS DE ENTRADA PER OS : entram pela boca (principalmente)  Através de água, alimentos, ar, fomites (instrumentos inanimados)  Ocorre com a maioria dos enteroparasitas veiculadores de agentes etiológicos  PER CUTEM : entram pela pele  Penetração activa: LFI (larva filarióide infectante)  Penetração passiva: inoculação pela acção de picadas de insectos  VIA MUCOSA ou CONJUNTIVA  VIA INALATÓRIA  PLACENTA  VIAS GENITAIS
  • 25.
    DISSEMINAÇÃO PELO ORGANISMO Via sanguínea:  Hemoparasitas (Ex.: T. cruzi)  Via linfática:  Ex. Wuchereria bancrofti  Pela pele:  ectoparasitas
  • 26.
  • 27.
    FACTORES INERENTES AOPARASITA  1. Número de Exemplares  2. Capacidade de multiplicação dos parasitas no hosp.  Ex: P. falciparum tem maior capacidade de multiplicação que o P. vivax  3. Dimensões  4. Localização  5. Virulência: relacionada com a estirpe.  Ex: P. vivax é menos virulento que P. falciparum  6. Vitalidade:  Enterobius vermicularis - 18 meses; Taenia saginata - 20 a 30 anos  7. Associações parasitárias:  Ex: Entamoeba hystolitica - tem a sua acção facilitada pela dilaceração da parede do Intestino por outros microorganismos
  • 28.
    FACTORES INERENTES AOHOSPEDEIRO  1. Idade: quanto mais jovem, menor é a defesa  2. Imunidade: menor gravidade da segunda infecção  3. Alimentação: alotriofagia (falta de Fe - ancilostomíase)  4. Doenças intercorrentes: indivíduos com pneumonia agravada quando adquirem parasitas pulmonares  5. Flora bacteriana associada  6. Medicamentos usados: cortisona ( imunodepressor)  7. Usos e costumes: árabes tem alto consumo de carne crua, africanos andam descalços  8. Tensão emocional: diminui a resposta imunológica
  • 29.
    ACÇÃO SOBRE OHOSPEDEIRO  ESPOLIATIVA: retira o alimento  TRAUMÁTICA: trauma no hospedeiro  Ex: Taenia solium com escólex que se fixa à mucosa intestinal.  OBSTRUTIVA  COMPRESSIVA  TÓXICA: secreções e excreções dos parasitas  IRRITATIVA: presença do parasita no organismo do hospedeiro  ANÓXICA: ocasionada por parasitas que consomem oxigênio
  • 30.
  • 31.
    PERÍODOS PARASITÁRIOS  1.Pré - patente  2. Patente  (pode haver diagnóstico directo)  3. Sub-patente  (não há comprovação diagnóstica)  4. Cura
  • 32.
    HELMINTAS  Metazoários:  1.Nemátodos  2. Platelmintas
  • 33.
    REACÇÕES DO HOSPEDEIRO PARASITADO CELULAR  No local onde se encontra o parasita.  É desencadeada por macrófagos. Ocorre atrofia ou hipertrofia do tecido lesado, aumentando ou diminuindo o número de células para regeneração.  HUMORAL  É sistémica.  Há produção de Anticorpos em resultado da resposta aos antigénios do parasita. Servem para imunização na reinfecção e provas imunológicas
  • 34.
    IMUNOPATOLOGIA  Hipersensibilidade TipoI  Anafilaxia  Hipersensibilidade Tipo II  Citotoxicidade mediada por anticorpos  Ex. Trypanosoma cruzi